Térmitas justificam grupo de trabalho
“Estiveram em São Miguel representantes dos vários municípios, da secretaria regional da Habitação e de outros organismos do Governo Regional. Voltei a salientar essa necessidade”, afirma.Será agora produzido um relatório, que será entregue à secretaria regional da Habitação. “A partir deste documento, o Governo tomará as suas decisões”, explica Paulo Borges.Se Francisco Maduro Dias admite que este organismo seja criado quer a nível do poder regional como do local, a recomendação de Paulo Borges é ainda mais específica: “O que se pretende é que um dos organismos do Governo Regional, como as secretarias regionais da Habitação, do Ambiente e do Mar, ou da Agricultura, crie um grupo de trabalho com uns dois técnicos, que tenham orçamento suficiente para se deslocarem às várias ilhas afectadas, e que façam a coordenação das medidas das várias entidades, desde a universidade, às câmaras ou ao próprio Governo”, conclui.Cultura em risco
“SOS Térmitas” regista visitas dos estados unidos e canadá
Portal sobre praga recebe 30 visitas diárias
O portal “SOS Térmitas” regista uma média diária de três dezenas de visitas, adiantou, ontem, um dos coordenadores, o investigador da Universidade dos Açores, Paulo Borges.De acordo com o professor universitário, “esta não se trata de uma média muito alta se comparada, por exemplo, com o portal da biodiversidade, mas já é um resultado bom se for tido em conta que se trata de um tema muito específico”.As visitas ao portal não se limitam aos Açores. “Recebemos bastantes visitas dos Estados Unidos da América e Brasil, visto que são países onde o problema das térmitas provoca mais prejuízos”.
Perguntas e respostasA interactividade que se gera através do portal também é elevada. “Temos várias pessoas que nos contactam, não sei se exactamente devido ao site, ou por saberem que trabalhamos nesta área. Uma das principais questões que nos colocam é a de saber se têm térmitas em casa. Sabem que tem um bichinho, mas não exactamente se se trata de térmitas. Depois, chegamos a desenvolver contactos por telefone, sobre as medidas que se podem tomar e outros aspectos”, explica o professor da Universidade dos Açores. O portal, coordenado pelos investigadores Paulo A. V. Borges e Ana Moura Arroz, resultou de um trabalho desenvolvido pela Universidade dos Açores no âmbito do “TERMIPAR - Envolvimento dos cidadãos no controlo das térmitas urbanas nos Açores”. As térmitas são a praga urbana mais preocupante no arquipélago.
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“Vamos ter 1500 pessoas a ir para a universidade por ano”, calcula. O representante da “lista A” alerta para o perigo de aparecerem universidades concorrentes nos Açores, caso a pública não consiga preencher as necessidades dos açorianos. Os docentes defendem portanto, a “racionalização do ensino a nível do arquipélago”. Entre as propostas de novos cursos estão “Economia e Gestão”, “Letras”, “Direito” e “Educação Física”, na ilha Terceira, “Ambiente”, em São Miguel e “Ciências” na Horta. Algumas das propostas já foram apresentadas e chumbadas por várias vezes. Tomaz Dentinho frisa ainda que é preciso “criar regras claras que estimulam a cooperação entre departamentos”. Para a “lista A” é também necessário “ligar o ensino à investigação”. “A Universidade dos Açores tem de valorizar o que produz de bom”, sublinha. Em termos de prestação de serviços, o docente da UAç lembra ainda que o estabelecimento de ensino “tem de ser consequente” e defende uma “discussão interdisciplinar de aspectos comuns”. Em defesa da “lista A”, Tomaz Dentinho afirma que “esta é talvez a única lista que fala na Universidade como um todo” e a única que tem por objectivo o “aumento do número de alunos”, nem que para tal seja necessário recorrer a uma negociação com o Governo Regional.O Conselho Geral tem como principal função a nomeação do reitor, a fiscalização da sua gestão e a revisão dos estatutos.
De acordo com o investigador da Universidade dos Açores, se não forem tomadas medidas urgentes para corrigir essa situação, as térmitas vão continuar a ganhar terreno podendo em pouco tempo chegar a outras ilhas dos Açores.Foram já detectadas térmitas na Terceira, São Miguel, Faial e Santa Maria.“O que é certo é que temos um problema cada vez maior porque existe uma certa inércia no que se refere à realização de acções de controlo da praga no terreno”, afirmou.Reconhece que as acções de controlo das térmitas são “mais complexas” do que as que são efectuadas para o controlo de outras pragas como, por exemplo, o escaravelho japonês.Falando na cerimónia de lançamento do portal da Internet, o reitor da Universidade dos Açores, Avelino Meneses, destacou o trabalho científico realizado na instituição da identificação e caracterização do problema das térmitas nos Açores.O reitor da Universidade dos Açores referiu que as térmitas “são um problema grave que põem em causa o património cultural e arquitectónico dos Açores”.Segundo Avelino Meneses, “a Universidade dos Açores cumpriu a sua finalidade de produção de conhecimento que é agora disponibilizado a toda a comunidade”.





Por outro lado, riscos associados ao contacto com sangue ou outros fluídos contaminados, stress ou posturas incorrextas de trabalho trazem grandes preocupações a esses profissionais de saúde, evidenciando-se nos resultados a necessidade de agilizar estratégias de mediaçã entre administração e profissionais de saúde, de forma a aumentar a eficácia e envolvimento dos diferentes parceiros na gestão desse tipo de riscos na instituição.


“O objectivo é encontrar ferramentas para apoiar a decisão e a forma de comunicação relativa aos diferentes tipos de risco”. Neste capítulo, a realidade insular revela-se propícia ao trabalho que está já planeado uma vez que a investigação vai incidir sobre riscos com maior propensão a nível regional, mas a realidade nacional também será abordada, “fazendo uso da especificidade da Região que permite isolar determinadas situações risco”. A denominação de “Africa-Annes”, explicou ainda o especialista, deriva de uma personagem literária, proveniente de uma obra da escritora açoriana Madalena Ferran que conta a história de uma mulher, proveniente de Tânger, que chegou aos Açores no século XIV e deparou-se com um conjunto de fenómenos que apresentavam riscos que carecem explicação: “o nome encaixa-se perfeitamente do projecto”.
Em cima da mesa estarão questões relacionadas com discursos sobre a infância e culturas infantis, abordagens metodológicas no estudo da infância, os direitos das crianças e representações e preocupações das crianças sobre o ambiente. Infância e fluência tecnológica, culturas infantis e currículo formal e as perspectivas das crianças sobre a documentação, a família e o planeta Terra serão outros dos temas em discussão. O colóquio internacional é organizado pelos professores Ana Cristina Palos, Ana Moura Arroz e Francisco Sousa, do campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, e secretariado por um grupo de alunos da licenciatura em Educação de Infância da delegação de Angra do Heroísmo do Departamento de Ciências da Educação do estabelecimento de ensino.

11h30 – 12h00 Imagens do futuro: representações e preocupações das crianças acercado ambiente (Luzia Cordeiro Rodrigues, Ana Moura Arroz e Rosalina Gabriel )