segunda-feira, maio 18, 2009

Térmitas justificam grupo de trabalho

O presidente do Instituto Histórico da Ilha Terceira, Francisco Maduro Dias, defende a criação de um organismo que coordene e monitorize as medidas de combate às térmitas no arquipélago, uma posição também defendida pelo investigador da Universidade dos Açores, Paulo Borges. De acordo com Maduro Dias é preciso acabar com a “filosofia de merceeiro, que se reduz à atribuição de subsídios” e apostar num “grupo de trabalho que monitorize os métodos de combate e coloque as várias entidades com responsabilidades na matéria em diálogo”.Contactado por DI, o especialista em térmitas, Paulo Borges, lembrou que o Grupo de Missão das Térmitas esteve reunido, a 23 de Abril, em Ponta Delgada, onde foi feita essa mesma recomendação ao Governo Regional. “Estiveram em São Miguel representantes dos vários municípios, da secretaria regional da Habitação e de outros organismos do Governo Regional. Voltei a salientar essa necessidade”, afirma.Será agora produzido um relatório, que será entregue à secretaria regional da Habitação. “A partir deste documento, o Governo tomará as suas decisões”, explica Paulo Borges.Se Francisco Maduro Dias admite que este organismo seja criado quer a nível do poder regional como do local, a recomendação de Paulo Borges é ainda mais específica: “O que se pretende é que um dos organismos do Governo Regional, como as secretarias regionais da Habitação, do Ambiente e do Mar, ou da Agricultura, crie um grupo de trabalho com uns dois técnicos, que tenham orçamento suficiente para se deslocarem às várias ilhas afectadas, e que façam a coordenação das medidas das várias entidades, desde a universidade, às câmaras ou ao próprio Governo”, conclui.
Cultura em risco
Na opinião de Maduro Dias, a inexistência de uma política eficaz de combate à praga na Região está a levar à progressiva substituição da madeira por materiais como o metal e o betão, um fenómeno especialmente preocupante em Angra. “Do ponto de vista de Angra como Património Mundial da Humanidade, está-se a perder do ponto de vista cultural. Perde-se a presença da madeira nas habitações, mas também uma série de técnicas e artes tradicionais. Isto para não mencionar que a madeira é dos materiais mais ecológicos que se podem utilizar”, lança.
“SOS Térmitas” regista visitas dos estados unidos e canadá
Portal sobre praga recebe 30 visitas diárias
O portal “SOS Térmitas” regista uma média diária de três dezenas de visitas, adiantou, ontem, um dos coordenadores, o investigador da Universidade dos Açores, Paulo Borges.De acordo com o professor universitário, “esta não se trata de uma média muito alta se comparada, por exemplo, com o portal da biodiversidade, mas já é um resultado bom se for tido em conta que se trata de um tema muito específico”.As visitas ao portal não se limitam aos Açores. “Recebemos bastantes visitas dos Estados Unidos da América e Brasil, visto que são países onde o problema das térmitas provoca mais prejuízos”.
Perguntas e respostasA interactividade que se gera através do portal também é elevada. “Temos várias pessoas que nos contactam, não sei se exactamente devido ao site, ou por saberem que trabalhamos nesta área. Uma das principais questões que nos colocam é a de saber se têm térmitas em casa. Sabem que tem um bichinho, mas não exactamente se se trata de térmitas. Depois, chegamos a desenvolver contactos por telefone, sobre as medidas que se podem tomar e outros aspectos”, explica o professor da Universidade dos Açores. O portal, coordenado pelos investigadores Paulo A. V. Borges e Ana Moura Arroz, resultou de um trabalho desenvolvido pela Universidade dos Açores no âmbito do “TERMIPAR - Envolvimento dos cidadãos no controlo das térmitas urbanas nos Açores”. As térmitas são a praga urbana mais preocupante no arquipélago.
(In Diário Insular)

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quarta-feira, maio 13, 2009

Bolsa

Projecto PTDC/CCI/72381/2006, designado por “AFRICA ANNES – INCORPORAÇÃO DA PERCEPÇÃO SOCIAL NA COMUNICAÇÃO DE RISCO AMBIENTAL"
Coordenador Científico: A orientação científica ficará a cargo da Prof. Doutor António Félix Rodrigues
Duração da Bolsa: 12 meses, com efeitos a partir de 01 de Julho de 2009
Tarefas a desempenhar:
- Proceder a categorização de dados documentais, arquivo,
- Realizar a inserção informática de dados,
- Proceder á organização de documentação diversa como facturas, notas de despesa, correspondência, ofícios e outros documentos da mesma natureza.

Nos termos da lei n° 40/2004, de 18 de Agosto e do Regulamento de Bolsas de Investigação e de Apoio à Gestão da Fundação Gaspar Frutuoso, leva-se ao conhecimento dos interessados que se encontra aberto, pelo prazo de 10 dias úteis, a contar da data de publicação do presente aviso, o concurso para atribuição de uma bolsa de Técnico de Investigação, nas áreas das Ciências da Comunicação com vista ao desempenho de funções num projecto de investigação no âmbito da Comunicação de Risco, PTDC/CCI/72381/2006, designado por “AFRICA ANNES – INCORPORAÇÃO DA PERCEPÇÃO SOCIAL NA COMUNICAÇÃO DE RISCO AMBIENTAL”, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) nas seguintes condições:

1 - Duração e Regime de Actividade: Celebração de um contrato de bolsa com a duração de 12 meses, com efeitos a partir de 01 de Julho de 2009, conforme regulamento de formação avançada de recursos humanos da FCT http://www.fct.mctes.pt/pt/apoios/formacao/ambitoprojectos) e regulamento de bolsas da Fundação Gaspar Frutuoso.

2. Objecto de Actividade: O bolseiro será integrado na actividade de investigação da equipa do Projecto. O principal objectivo é o desenvolvimento de tarefas no âmbito do mesmo, nomeadamente:
- Proceder a categorização de dados documentais, arquivo,
- Realizar a inserção informática de dados,
- Proceder á organização de documentação diversa como facturas, notas de despesa, correspondência, ofícios e outros documentos da mesma natureza.

As actividades decorrerão no Departamento de Ciências Agrárias, sito no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores.

3. Orientação Científica: A orientação científica ficará a cargo da Prof. Doutor António Félix Flores Rodrigues (investigador responsável); Prof. Doutora Ana Margarida Moura de Oliveira Arroz; Prof.ª Doutora Ana Cristina Pires Palos e Prof. Doutora Isabel Maria Cogumbreiro Estrela Rego.

4. Formação Académica: São exigidos aos concorrentes os seguintes requisitos, à data da candidatura:

a) possuir o 11º ano como habilitações mínimas;
b) possuir experiência organização de documentos, nomeadamente ao nível de dossier e facturas, selecção e análise da informação, revelando capacidade de organização e de gestão do tempo;
c) dominar software informático relativo a processamento de texto e cálculo na óptica do utilizador;
d) possuir bom domínio de leitura e escrita;
e) possuir experiência de trabalho em equipa, regulando as relações interpessoais por princípios de cooperação, solidariedade, disponibilidade à aprendizagem e responsabilização.

5. Remuneração: Subsídio mensal no valor de 565€ (quinhentos e sessenta e cinco euros), de acordo com a tabela de valores das Bolsas de Investigação no país atribuídas pela FCT.

6 – Documentos de Candidatura: Os requerimentos deverão ser acompanhados da seguinte documentação:
a) Requerimento dirigido ao Presidente do Júri;
b) documentos comprovativos de que o candidato reúne as condições exigíveis para o respectivo tipo de bolsa;
c) Curriculum vitae, datado e assinado;
d) - Fotocópia do Bilhete de Identidade ou Passaporte;
e) resumo do programa de trabalhos a desenvolver;
f) outros documentos que o candidato considere relevantes para apreciação curricular, nomeadamente cartas de recomendação.

7. Critérios de Avaliação: Os métodos de selecção a utilizar no presente concurso contemplam a avaliação curricular, a entrevista e, eventualmente, teste de demonstração de competências.

8. Data de início e de conclusão do prazo do Concurso: O prazo para a entrega das candidaturas é de 15 dias a contar da data da publicação do presente Aviso. As mesmas devem ser formalizadas através de requerimento, dirigido a António Félix Flores Rodrigues, e remetido, juntamente com a restante documentação, por correio ou entregue na Universidade dos Açores, Departamento de Ciências Agrárias, Largo da Igreja, Terra Chã, 9700-851 Angra do Heroísmo.

9 - Júri: O júri responsável pela selecção dos candidatos será constituído por: Prof. Doutor António Felix Rodrigues; Profª. Doutora Ana Cristina Pires Palos e a Prof.ª Doutora Ana Margarida Moura Arroz.

10 – Qualquer informação ou documento poderá ser solicitada através do fax 295 402 205, dirigido a António Félix Rodrigues, ou para o seguinte endereço de e-mail: felix@uac.pt.

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domingo, março 15, 2009

PROPOSTA DE TOMAZ DENTINHO PARA O CONSELHO GERAL DA UNIVERSIDADE

No próximo dia 19 decorre a eleição do Conselho Geral da Universidade dos Açores. Concorrem ao órgão de gestão quatro listas, lideradas por Mário Fortuna, Tomaz Dentinho, Carlos Amaral e Gilberta Rocha. O Conselho Geral será composto por oito docentes ou investigadores, dois estudantes, um funcionário e quatro elementos da sociedade civil. Ontem, a lista de docentes “A” apresentou a sua proposta no pólo de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores. Sob o lema “Açores- Região de Conhecimento e de Sabedoria”, a lista é composta por Tomaz Dentinho, Rute Gregório, João Gonçalves, Francisco Silva, Félix Rodrigues, João Nunes, Manuela Raposo, João Porteiro, Paulo Borges, Ana Arroz, Ana Vasconcelos e Jerónimo Nunes. Segundo Tomaz Dentinho, a Universidade dos Açores tem de “dar resposta” às necessidades da população do arquipélago. De acordo com o professor, a região terá um aumento da procura de ensino no futuro entre 30 a 50%. “Vamos ter 1500 pessoas a ir para a universidade por ano”, calcula. O representante da “lista A” alerta para o perigo de aparecerem universidades concorrentes nos Açores, caso a pública não consiga preencher as necessidades dos açorianos. Os docentes defendem portanto, a “racionalização do ensino a nível do arquipélago”. Entre as propostas de novos cursos estão “Economia e Gestão”, “Letras”, “Direito” e “Educação Física”, na ilha Terceira, “Ambiente”, em São Miguel e “Ciências” na Horta. Algumas das propostas já foram apresentadas e chumbadas por várias vezes. Tomaz Dentinho frisa ainda que é preciso “criar regras claras que estimulam a cooperação entre departamentos”. Para a “lista A” é também necessário “ligar o ensino à investigação”. “A Universidade dos Açores tem de valorizar o que produz de bom”, sublinha. Em termos de prestação de serviços, o docente da UAç lembra ainda que o estabelecimento de ensino “tem de ser consequente” e defende uma “discussão interdisciplinar de aspectos comuns”. Em defesa da “lista A”, Tomaz Dentinho afirma que “esta é talvez a única lista que fala na Universidade como um todo” e a única que tem por objectivo o “aumento do número de alunos”, nem que para tal seja necessário recorrer a uma negociação com o Governo Regional.O Conselho Geral tem como principal função a nomeação do reitor, a fiscalização da sua gestão e a revisão dos estatutos.
(In Diário Insular)

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quarta-feira, março 11, 2009

S.O.S. Térmitas

Está disponível, desde o final do mês de Fevereiro, o Portal das Térmitas nos Açores: http://sostermitas.angra.uac.pt/. Este portal, coordenado pelos investigadores Paulo A. V. Borges e Ana Moura Arroz, resultou de um trabalho desenvolvido pela Universidade dos Açores (UA) no âmbito do “TERMIPAR - Envolvimento dos cidadãos no controlo das térmitas urbanas nos Açores”. O projecto em causa permitiu aliar o conhecimento produzido pelo Grupo de Biodiversidade dos Açores da UA sobre as térmitas e as estratégias para as enfrentar com um trabalho desenvolvido por diversas investigadoras das Ciências Sociais, também da Universidade dos Açores, ao nível da percepção do problema e da comunicação do risco. Os conteúdos são úteis e demonstram na realidade as necessidades de informação da população. Visitem, é muito importante!
Tal portal, é justo que se diga, foi financiado pela Direcção Regional de Ciência e Tecnologia e mais uma vez prova que os investigadores estão a fazer o seu trabalho…ao contrário de alguém que não o anda a fazer …
Se, por um lado, o Governo Regional tem a obrigação de financiar este tipo de projectos, e se disponibiliza para isso, por outro, parece querer atenuar a sua culpa na falta de implementação de medidas de acção, agressivas e efectivas, no combate e controlo desta praga. Medidas há que apenas a vontade e coragem política podem implementar! Fácil é, realmente, financiar projectos de investigação e não dar seguimento às orientações propostas. São atitudes... Perante certas conclusões, é preciso tomar decisões políticas e estas quando são incómodas vão para a gaveta…
Por esta atitude, declaradamente negligente, tem o Governo Regional de dar respostas, perante as populações, a uma série de questões, como por exemplo: porque razão não deu qualquer seguimento à proposta, apresentada pela Universidade dos Açores, que visava controlar e tentar erradicar a térmita subterrânea da ilha do Faial; como se encontra o processo respeitante ao ultrapassar de dificuldades decorrentes da aplicação da técnica de fumigação no arquipélago; como encara as últimas notícias que dão conta que a praga já terá atingido a ilha de São Jorge; ou, ainda, se prevê fazer o levantamento da real situação da disseminação das térmitas nas diferentes ilhas dos Açores, bem como a aquisição de câmaras de fumigação para controlo dos bens a transportar.
Sem esquecer que, há muito tempo, foi anunciado que estava a decorrer um projecto intitulado “Avaliação e Reabilitação de Estruturas de Madeira, degradadas por Térmitas de Madeira Seca”, a desenvolver pelo LREC, que visava o “desenvolvimento de ferramentas de apoio à avaliação, em termos da quantificação da segurança estrutural, da deterioração causada às estruturas por térmitas, bem como a sistematização de meios de intervenção de cariz curativo e sua monitorização e de medidas de carácter preventivo, construtivas ou outras, a integrar acções de reabilitação e reforço estrutural em edifícios afectados ou que se encontrem em zonas de risco de ataque por térmitas.” Onde está? E que acções concretas foram desenvolvidas com base neste?
Esperemos que ao fim de tanto tempo ponham a mão na consciência, respondam sem subterfúgios e assumam que, pelo menos agora, vão começar a actuar. Será a atitude mais inteligente… o caminho começa a chegar ao fim ….

(In A União)

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segunda-feira, março 02, 2009

Site sobre Térmitas dos Açores

Investigadores da Universidade dos Açores lançaram Quinta-feira um sítio na Internet com informações sobre o combate à praga das térmitas.
"Há que começar a fazer algo para actuar no terreno no sentido, também, de criar mais optimismo nas pessoas e as pessoas também se envolverem um pouco mais", disse o investigador Paulo Borges.O sítio www.sostermitas.uac.pt retrata o problema das térmitas e apresenta soluções de uma maneira simples e compreensível.Esta praga, que ataca a madeira das habitações, provocando o seu colapso, está fortemente implantada em Angra do Heroísmo e Ponta Delgada, mas já foi detactada em cinco ilhas açorianas.Reportagem vídeo: Nuno Neves, Telejornal.

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domingo, março 01, 2009

Térmitas sem controlo devido a inércia

O investigador da Universidade dos Açores, Paulo Borges, disse ontem que as térmitas estão sem controlo nos principais centros populacionais da Região devido à inércia no se que refere à realização de acções para controlar a propagação da praga.Em declarações aos jornalistas, após a apresentação de um portal da Internet elaborado por investigadores da Universidade dos Açores sobre questões relacionadas com as térmitas, Paulo Borges referiu que as medidas tomadas pelas entidades locais e regionais na sequência dos estudos sobre a praga efectuados desde 2003 “não tiveram efeitos visíveis no que se refere ao controlo da praga”.De acordo com o investigador da Universidade dos Açores, se não forem tomadas medidas urgentes para corrigir essa situação, as térmitas vão continuar a ganhar terreno podendo em pouco tempo chegar a outras ilhas dos Açores.Foram já detectadas térmitas na Terceira, São Miguel, Faial e Santa Maria.“O que é certo é que temos um problema cada vez maior porque existe uma certa inércia no que se refere à realização de acções de controlo da praga no terreno”, afirmou.Reconhece que as acções de controlo das térmitas são “mais complexas” do que as que são efectuadas para o controlo de outras pragas como, por exemplo, o escaravelho japonês.Falando na cerimónia de lançamento do portal da Internet, o reitor da Universidade dos Açores, Avelino Meneses, destacou o trabalho científico realizado na instituição da identificação e caracterização do problema das térmitas nos Açores.O reitor da Universidade dos Açores referiu que as térmitas “são um problema grave que põem em causa o património cultural e arquitectónico dos Açores”.Segundo Avelino Meneses, “a Universidade dos Açores cumpriu a sua finalidade de produção de conhecimento que é agora disponibilizado a toda a comunidade”.


PORTAL COMPLETO
Com a designação “SOS Térmitas”, o portal está alojado em http://sostermitas.angra.uac.pt/Ana Moura Arroz, docente da Universidade dos Açores e co-autora do portal da Internet destacou o facto de os utilizadores terem acesso a toda a informação que necessitam sobre as térmitas.Referiu que no portal é possível encontrar informações sobre as características das térmitas, os níveis de infestação, técnicas de extermínio, reconstrução das áreas destruídas, apoios das entidades oficiais e os contactos das empresas e entidades que podem prestar auxílio no combate à praga.A concretização do portal resulta do projecto “TERMIPAR - Envolvimento dos Cidadãos no Controlo das Térmitas Urbanas nos Açores” financiado pela direcção regional da Ciência e Tecnologia.No entanto, Ana Arroz alterou para a necessidade de serem disponibilizados meios para que o portal possa ser actualizado de modo a que possa constituir sempre uma fonte de informação para todas as pessoas que pretendem saber como devem lidar com as diferentes vertentes do problema das térmitas.


Praga que devora madeira nas ilhas há várias décadas
Conhecida nos meios científicos pelo nome de Cryptotermes brevis, a térmita de madeira seca chegou aos Açores há algumas décadas mas os primeiros casos de danos provados pelos insectos nas madeiras de habitações e mobiliário só foram reportados oficialmente em 2002.Foi nessa altura que a questão dos impactos económicos e patrimoniais relacionados a acção das térmitas foi colocada, numa fase em que a praga já ocupava diversas áreas dos centros das cidades de Angra do Heroísmo, Ponta Delgada e Horta.Desde da altura em que as entidades oficiais foram alertadas para o problema das térmitas que foram desenvolvidos diversos estudos de modo a que fosse produzido conhecimento sobre a forma como se pode enfrentar o problema das térmitas.Para além da caracterização das espécies de térmitas que existem na Região, investigadores da Universidade dos Açores têm efectuado diversos estudos em colaboração com outras instituições académicas nacionais e estrangeiras.No entanto, o desconhecimento da população sobre o real poder de destruição das térmitas e o desinteresse das entidades públicas podem fazer com que a praga seja cada vez maior e mais dificil de controlar.
(In Diário Insular)

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sábado, fevereiro 28, 2009

Site SOS Térmitas

Já está disponível o Portal das Térmitas dos Açores: Http://sostermitas.angra.uac.pt.
Este Portal resultou da realização do projecto “TERMIPAR - Envolvimento dos cidadãos no controlo das térmitas urbanas nos Açores”, financiado pela DRCT (Governo Regional dos Açores), que aliou o conhecimento produzido sobre as térmitas e as estratégias de as enfrentar ao trabalho desenvolvido no âmbito da percepção e comunicação de risco por diversas investigadoras das ciências sociais da Universidade dos Açores, afectas ao CITA-A (Grupo da Biodiversidade dos Açores), ao CES-UA e ao CIBIO-Açores. A sua organização e conteúdos reflectem as necessidades de informação de um grupo alargado de cidadãos de diversos sectores de actividade, proprietários e inquilinos de habitações com e sem térmitas das Ilhas Terceira e São Miguel que foram entrevistados para o efeito.
A página foi coordenada por Ana Moura Arroz e Paulo A. V. Borges ambos investigadores do Grupo da Biodiversidade dos Açores (CITA-A- UA).
O Lançamento foi realizado oficialmente no dia 26 de Fevereiro, pelas 14h00, na Sala 1 do Departamento de Ciências Agrárias, com a presença do Magnífico Reitor da Universidade dos Açores.
Do mesmo grupo ainda existem os sites:
Azorean Biodiversity Group Page (www.angra.uac.pt/gba )
Azorean Biodiversity Portal (www.azoresbioportal.angra.uac.pt/ )
Azorean Spiders: (www.jorgenlissner.dk/azoreanspiders.aspx )
Portal Termitas dos Açores (http://sostermitas.angra.uac.pt/ )

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sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Portal das Térmitas dos Açores

Já está disponível o Portal das Térmitas dos Açores: http://sostermitas.angra.uac.pt

Este Portal resultou da realização do projecto “TERMIPAR - Envolvimento dos cidadãos no controlo das térmitas urbanas nos Açores”, financiado pela DRCT (Governo Regional dos Açores), que aliou o conhecimento produzido sobre as térmitas e as estratégias de as enfrentar ao trabalho desenvolvido no âmbito da percepção e comunicação de risco por diversas investigadoras das ciências sociais da Universidade dos Açores, afectas ao CITA-A (Grupo da Biodiversidade dos Açores), ao CES-UA e ao CIBIO-Açores.
A sua organização e conteúdos reflectem as necessidades de informação de um grupo alargado de cidadãos de diversos sectores de actividade, proprietários e inquilinos de habitações com e sem térmitas das Ilhas Terceira e São Miguel que foram entrevistados para o efeito.
A página foi coordenada por Ana Moura Arroz e Paulo A. V. Borges ambos investigadores do Grupo da Biodiversidade dos Açores (CITA-A- UA).

(In Terra Livre)

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sexta-feira, fevereiro 13, 2009

“Aprender é estar quietinho e a fazer coisas a sério” – perspectivas de crianças em idade pré-escolar sobre a aprendizagem

Maria Pacheco Figueiredo
Escola Superior de Educação e Centro de Estudos em Educação, Tecnologias e Saúde do Instituto Politécnico de Viseu, Portugal
Ana Moura Arroz
Dulce Sousa
Campus de Angra do Heroísmo, Universidade dos Açores, Portugal


Adoptando uma abordagem interpretativa orientada para a descoberta e um dispositivo técnico qualitativo – análises descritivo-interpretativas de entrevistas individuais e de observações das dinâmicas educativas – este estudo explora o modo como 28 crianças, de cinco e seis anos, de dois Jardins de Infância (JI) da ilha Terceira (Açores, Portugal), perspectivam a aprendizagem. Os modos qualitativamente distintos dos alunos conceberem a aprendizagem constitui uma problemática a que tem sido dado algum relevo noutros níveis de ensino, mas que não colhe ao nível pré-escolar idêntica atenção. Uma análise fenomenográfica permitiu identificar quatro modos distintos de conceber a aprendizagem, como: “fazer coisas”, “o que nos é ensinado”, “saber mais coisas” e “útil para o futuro”. A partir dos argumentos com que as crianças diferenciam o que se aprende do que não se aprende resultaram, através de uma análise temática, seis critérios de demarcação com ocorrência diferenciada: “trabalhar versus brincar”, “actividade versus passividade”, “actividade dirigida pelo adulto”, “obrigatoriedade das actividades”, “informalidade dos espaços onde não há aprendizagem” e “adequação versus desadequação comportamental a um modelo de um aprendiz tradicional”.

(In Revista Ibero Americana de Educación)

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sábado, dezembro 20, 2008

Enfermagem e Autoconceito

Realizam-se no dia 3 de Janeiro, pelas 14 horas, no pólo de Angra do Heroísmo, as provas de Mestrado em Educação requeridas pelo licenciado Rogério Miranda Vieira.
As provas serão avaliadas por um Júri presidido (por designação do Reitor) pela Doutora Maria Manuela Dias Silva Raposo, professora coordenadora da Escola Superior de Enfermagem da Universidade dos Açores, sendo vogais os Doutores Maria Lisete Borges de Meneses Parreira de Bruges, professora coordenadora da Escola Superior de Enfermagem da Universidade dos Açores, Pedro Francisco González, Francisco José Rodrigues de Sousa e Ana Margarida Moura de Oliveira Arroz, todos professores auxiliares da Universidade dos Açores.
As provas constarão da discussão pública, com crítica e defesa, de uma dissertação intitulada Enfermagem e Autoconceito.

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sexta-feira, dezembro 19, 2008

Térmitas açorianas com portal na Internet

O Grupo da Biodiversidade dos Açores prepara-se para lançar, no próximo mês de Janeiro, um portal na Internet sobre as térmitas açorianas, revela a segunda edição da newsletter do grupo. O site coordenado por Ana Moura Arroz e Paulo Borges estará disponível em http://www.sostermitas.angra.uac.pt/. O objectivo é dar resposta às necessidades de todos aqueles que acabaram de descobrir uma infestação de térmitas em sua casa. O portal surge na sequência do projecto Termipar-Participação dos cidadãos no controlo da infestação de térmitas nos Açores, financiado pelo Governo Regional e coordenado por Paulo Borges, Ana Moura Arroz e Cristina Palos. Para além das conclusões do projecto, o site proporcionará ao público em geral um conjunto de informações úteis sobre o problema das térmitas. Disponibilizará ainda quatro episódios de um filme sobre as térmitas açorianas da autoria de Paulo Cristóvão, do Instituto Politécnico de Viseu. Este filme deverá também ser emitido em breve pela RTP-Açores. Entretanto, o Grupo da Biodiversidade dos Açores lançou também recentemente um site na Internet sobre as aranhas do arquipélago, em colaboração com Jorgen Lissner, Paulo Borges and Enésima Mendonça, revela a mesma newsletter.
Disponível em www.jorgenlissner.dk/azoreanspiders.aspx, a página web tem como principal objectivo ilustrar, através de imagens, a diversidade de aranhas dos Açores.Paralelamente, o Portal da Biodiversidade dos Açores (www.azoresbioportal.angra.uac.pt/index.php?lang=en), realizado em colaboração com membros do CIBIOAzores, tem vindo a crescer em termos de interesse do público e impacto, assim como de novas funcionalidades, acrescenta a newsletter.
Reconhecimento Por outro lado, a conceituada revista internacional “Journal of Biogeography” dá destaque, na sua edição de Janeiro de 2009, a um trabalho do Grupo da Biodiversidade dos Açores sobre o desenvolvimento das espécies cavernícolas na Região. As conclusões deste estudo apontam para uma evolução muito mais rápida da fauna cavernícola dos Açores. O artigo, da autoria de Paulo Borges e J. Hortal, está já disponível na íntegra na edição online do “Journal of Biogeography”, em http://biogeography.blogspot.com/2008/10/azorean-arthropods-doit-fast-in-dark.html.

(In Diário Insular)

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segunda-feira, dezembro 08, 2008

Considering relationships of words, thoughts, and “knowledge”: Following ecological principles to enhance research and education

Considering relationships of words, thoughts, and “knowledge”: Following ecological principles to enhance research and education
Alison L. Neilson, Rosalina Gabriel, Luzia Cordeiro Rodrigues, and Ana Moura Arroz. Background/Question/Methods
In asking how to transmit enhanced understandings, we ignore the inherent complexities of human ecology and limit rather than further ecological thought, research and education. Instead, we need to study human knowledge and education in the same fashion as we study ecology, namely be concerned with “the relationships between organisms and their past, present, and future environments…includ[ing] physiological responses of individuals, structures and dynamics of populations, interactions among species, [and] organization of biological communities” (ESA website). This work discusses two studies which take such an ecological approach using qualitative methods including free expression, photographs, drawings, semi-structured and narrative interviews, and meditative visualizations. Researchers followed phenomenografic and narrative arts-based approaches. The first study looked at how children experience the environment. The research was carried out on Terceira Island (Azores, Portugal) with 75 fourth grade children from rural backgrounds and parents with few years of formal schooling. The second study investigated how adults understand their work as environmental educators. It included educators from Tanzania, Paraguay, Colombia, Brazil, Iran, and Canada who take a social critical approach to the environment.
Results/Conclusions
The first study showed similar trends as in other research, i.e., most of the children seem to visualize the environment as a determined space. However, a small percentage of the children, 7.3%, clearly showed a complex understanding in which they are embodied as part of the environment. Unlike research which points to experiences “in nature” as important for inspiring environmental pursuits, the second study broadened the inclusion of people, ideas and events as important. It also points to the ways power operates within research: the power of the words used to ask questions dictate responses; the power of the researcher’s presence upon the participants’ input; and the power of words, images and concepts to keep researchers and educators from being cognizant of complex understandings. These two studies suggest that researchers need to be self-reflexive about their ability to hear what children and adult participants are saying. Research and education methods, which move beyond “subject” and “object” in language, are needed if we want to hear something other than environment being portrayed as object or place.
This work explore the methodologies used and the relationship between these two research projects and the implications for enhancing ecological thought, research and education.

(In the 93rd ESA Annual Meeting)

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terça-feira, julho 08, 2008

A exposição a mercúrio na óptica dos profissionais de saúde

Foi apresentada e defendida, no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, a tese de Mestrado em Educação Ambiental de Patrícia Isabel Teixeira Vargas, orientada pela Professora Ana Moura Arroz e Professor Félix Rodrigues dos Departamentos de Ciências da Educação e Ciências Agrárias da Universidade dos Açores".
A tese intitulada "Riscos ocupacionais no Hospital de Santo Espírito (Ilha Terceira): a exposição a mercúrio na óptica dos profissionais" enquadra-se na óptica da Governance do risco.
O mercúrio tem graves impactos a nível da saúde e do ambiente pelo que a prevenção da poluição por este contaminante se reveste de extrema importância. As instituições de saúde representam potenciais fontes de mercúrio devido a eventuais ineficiêcias na gestão de equipamentos e produtos que possuem este metal na sua composição.

Com este estudo pretendeu-se apreender as representações dos profissionais de uma instituição de saúde sobre os riscos associados à exposição a mercúrio e perceber de que modo os conhecimentos sobre o seu ciclo de vida condicionam as suas práticas. O compro metimento individual destes profissionais na redução do risco de exposição a mercúrio quer por alteração das suas práticas pessoais ou laborais no dia-a-dia, quer pela procura de informação sobre a temática, pode também fornecer pistas relevantes sobre o modo como lidam não só com a exposição a este poluente mas também com outros riscos ocupacionais, o que é util à própria gestão de riscos eventualmente liderada pelas administrações de instituições de saúde.

Possívelmente, as exigência legais introduzidas ao longo deste estudo, relativamente à gestão do mercúrio em meio hospitalar relacionar-se-ão com o facto da exposição ocupacional a mercúrio, não consituir, em termos gerais, uma preocupação para os profissionais de saúde estudados, tornando ainda desnecesserário a implementação de um plano de mitigação no Hospital de Santo Espírito.
A sensibilização dos profissionais de saúde relativamente a esta problemática poderá passar por uma comunicação de rico mais activa e eficaz que, de acordo com o perfil dos interlocutores mais credibilizados pelos inquiridos, poderá ser promovida utilizando como veículos de informação preferenciais peritos ou investigadores.

Para os profissionais de saúde do Hospital de Santo Espírito, a exposição ocupacional a mercúrio não é uma preocupação, o que poderá estar associado à crença de que a maioria das suas fontes de emissão já foi eleminada e daquelas que ainda existem, como pilhas ou lâmpadas fluorescentes, estão sujeitas a um processo de gestão adequado. Por outro lado, riscos associados ao contacto com sangue ou outros fluídos contaminados, stress ou posturas incorrextas de trabalho trazem grandes preocupações a esses profissionais de saúde, evidenciando-se nos resultados a necessidade de agilizar estratégias de mediaçã entre administração e profissionais de saúde, de forma a aumentar a eficácia e envolvimento dos diferentes parceiros na gestão desse tipo de riscos na instituição.
(In Diário Insular)

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segunda-feira, junho 02, 2008

Jornadas – “BIONATURA – Gestão e Conservação da Biodiversidade da Macaronésia”

Decorrem entre 13 e 14 de Junho de 2008, no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, as Jornadas "BIONATURA - Gestão e Conservação da Biodiversidade da Macaronésia. Segue o programa das Jornadas.


Dia 13 Junho 2008.

9h30 Abertura oficial

TEMA 1
BIODIVERSIDADE DA MACARONÉSIA

10h00. A biodiversidade do arquipélago dos Açores. Padrões biogeográficos e macroecológicos: Paulo A. V. Borges

10h45 Intervalo para Café

11h00. Apresentação da Página Web http://www.azoresbioportal.angra.uac.pt/
- Funcionamento e públicos alvo: Paulo A. V. Borges
- Briófitos e Líquenes: Sandra Câmara; Berta Martins & Rosalina Gabriel
- Plantas Vasculares: Mónica Martins, Rudolfo Corvelo & Luís Silva
- Moluscos: Pedro Rodrigues, Regina Cunha & A. Frias Martins
- Invertebrados Costeiros: Ana Costa
-Artrópodes: Enésima Mendonça & Paulo A. V. Borges
- Vertebrados: Pedro Rodrigues, Regina Cunha & A. Frias Martins


Distribuição da Brochura “Estatísticas da Biodiversidade da Macaronésia” e do CD – “Listagens da Biodiversidade dos arquipélagos dos Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde”


12h00. Debate – Comunicação em Ciência
Moderadores: Ana Arroz & Rosalina Gabriel

12h45. Almoço volante (Oferta Organização)

14h00 – 14h45. A biodiversidade do arquipélago das Canárias. Análise e discussão da listagem de espécies das Canárias: José Luis Martín Esquivel

14h45 – 15h30. A biodiversidade do arquipélago da Madeira. Análise e discussão da Listagem da Madeira (Parte 1)
Os Fungos da Madeira: Ireneia Melo & José Cardoso
Os Briófitos da Madeira: Cecília Sérgio, Manuela Sim-Sim, Susana Fontinha & Rui Figueira
As Plantas Vasculares da Madeira: Roberto Jardim & Miguel Menezes de Sequeira


15h30 – 16h00 Intervalo para Café

16h00 – 17h00 A biodiversidade do arquipélago da Madeira. Análise e discussão da Listagem da Madeira (Parte 2)

Os Moluscos da Madeira: Cristina Abreu & Dinarte Teixeira
Fauna de Artrópodes: Paulo. A.V. Borges, António M. Franquinho Aguiar, Mário Boieiro, Miguel Carles-Tolrá & Artur R. M. Serrano
Os Vertebrados da Madeira: Paulo Oliveira
Modelação Distribuição de espécies e Padrões gerais: Paulo A. V. Borges

17h00. Sessão de questões

17h30. Visita ao Algar do Carvão


Dia 14 Junho 2008.

TEMA 2
CONSERVAÇÃO da NATUREZA NA MACARONÉSIA


9h00 – 9h20. A Lista Top 100: José Luis Martín Esquivel, Manuel Arechavaleta & Paulo A. V. Borges

9h20 – 9h40. A perspectiva dos arquipélagos – Açores: Pedro Cardoso, Paulo A. V. Borges, Ana Costa, Regina Tristão da Cunha, Rosalina Gabriel, António M. de Frias Martins, Luís Silva, Nídia Homem, Mónica Martins, Pedro Rodrigues, Berta Martins & Enésima Mendonça

9h40 – 10h00 A perspectiva dos arquipélagos- Madeira: Bernardo Faria, Cristina Abreu, António Franquinho Aguiar, José Augusto, Carlos Lobo, Dinarte Teixeira & Roberto Jardim & Paulo Oliveira

10h00 – 10h20 A perspectiva dos arquipélagos: Canárias: Manuel Arechavaleta & José Luis Martín Esquivel

10h20 – 10h45 Intervalo para Café


10h45 – 12h30. DEBATE sobre a Gestão e Conservação das espécies e seus habitats na Macaronésia sob a coordenação de um Painel de especialistas convidados
Paulo A.V. Borges (moderador)
Frederico Cardigos (Director Regional do Ambiente e do Mar)
Rosalina Gabriel (Representante do Mestrado Educação Ambiental)
Eduardo Dias (Representante da Licenciatura em Guias da Natureza)
Félix Rodrigues (Representante do Mestrado em Engenharia do Ambiente)
Tomaz P. Dentinho (Representante do Mestrado Gestão e Conservação da Natureza)
António Frias Martins (Representante dos Mestrados na área de Ambiente do dep. Biologia da Univ. Açores)
José Luis Martin (Representante da Direcção Regional Ambiente Canárias)
Bernardo Faria (Representante da Direcção Regional Ambiente Madeira)

12h30 – 14h00. Almoço volante (Oferta Organização)

TEMA 3
REDE NATURA 2000 - MACARONÉSIA


14h00 - 14h30. Monitorização da Rede Natura 2000 (Açores) – Áreas terrestres: Eduardo Dias

14h30 – 15h00. Monitorização da Rede Natura 2000 (Açores) – Áreas marinhas: Mónica Silva

15h00 – 15h30. Monitorização da Rede Natura 2000 – Canárias: António Machado

15h30 – 16h00. Candidaturas a Reserva da Biosfera Ilhas Graciosa e Corvo: Rui Prieto

16h00 – 16h15. Intervalo para Café

16h15 – 17h00. DEBATE – Rede Natura 2000

Paulo A.V. Borges (moderador)
Frederico Cardigos (Director Regional do Ambiente e do Mar)
Eduardo Dias (Rede Natura 2000- Açores)
António Machado (Rede Natura 2000- Canárias)
Bernardo Faria (Rede Natura 2000- Madeira)

TEMA 4
ESPÉCIES INVASORAS

17h00 – 17h30 - Estudo dos Organismo Invasores no Monte da Guia: Jaen N. Amat

17h30 – 18h00 - O Livro Negro da Macaronésia: Luís Silva

18h00 Lançamento oficial dos Livros

Borges, P.A.V., Abreu, C., Aguiar, A.M.F., Carvalho, P., Jardim, R., Melo, I., Oliveira, P., Sérgio, C., Serrano, A.R.M. & Vieira, P. (eds.) (2008). A list of the terrestrial fungi, flora and fauna of Madeira and Selvagens archipelagos. Direcção Regional do Ambiente da Madeira and Universidade dos Açores, Funchal and Angra do Heroísmo.

Martín, J.L, Arechavaleta, M., Borges, P.A.V.& Faria, B. (eds.) (2008) TOP 100 - As espécies ameaçadas da Macaronésia mais prioritárias em termos de Gestão. Consejería de Política Territorial y Medio Ambiente, Gobierno de Canarias, Santa Cruz de Tenerife.

18h30. Sessão de encerramento

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sábado, abril 26, 2008

Praga de Térmitas nos Açores

Grande Reportagem de Marta Silva sobre a praga silenciosa das térmitas em várias ilhas dos Açores.

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sábado, janeiro 26, 2008

Crianças confundem Ambiente e Natureza

A necessidade de aprofundar o entendimento das crianças quanto às relações entre o indivíduo, a sociedade e o ambiente é uma das principais conclusões de uma tese de mestrado em Educação Ambiental dos Departamentos de Ciências Agrárias e Ciências de Educação defendida recentemente por Luzia Cordeiro Rodrigues, no campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, orientada pelas Professoras Ana Moura Arroz e Rosalina Gabriel.
Intitulado “Espaços Verdes ou Contextos de Relação: Perspectivas e Preocupações das Crianças acerca do Ambiente”, o trabalho foi realizado na ilha Terceira, com 75 crianças do 4.º ano do Primeiro Ciclo do Ensino Básico, englobando diversas técnicas, na abordagem metodológica utilizada, desde a livre expressão escrita a fotografias, passando por desenhos e entrevistas semi-estruturadas individuais. O objectivo foi “contribuir para o conhecimento das perspectivas das crianças sobre o ambiente”, explica a autora. “Procurámos trazer novos dados que possam subsidiar a discussão acerca dos propósitos, conteúdos e processos de educação ambiental, por forma a extrair implicações para uma mudança ou alargamento das abordagens e práticas educativas, que se pretendem baseadas e centradas nas concepções das crianças”, sublinha.

POLUIÇÃO É PREOCUPAÇÃO

Segundo as conclusões do trabalho, “as crianças visualizam o ambiente como um espaço determinado, ou um contexto onde são exercidas relações unilaterais do homem para o ambiente - salientando-se o poder destrutivo do homem - ou do ambiente para o homem, enquanto fonte de recursos indispensável à sobrevivência da humanidade”. Para a maioria, o ambiente “é identificado com a natureza e tudo o que é natural, não construído pelo homem, sendo representado, quer no presente quer no futuro, com um elevado grau de pureza”, revela o estudo. Por outro lado, “apesar da poluição ser apontada como a principal preocupação das crianças, não é ela a responsável pelos problemas ambientais do futuro, mas sim a construção de várias infraestruturas”. Neste contexto, “o homem surge como o principal responsável pela delapidação do ambiente, enquanto fonte de recursos, e pelo futuro menos bom que nos espera”. Por seu turno, “a escola e a família, enquanto fontes principais do conhecimento ambiental, assumem um papel preponderante para estas crianças, que neles depositam confiança relativamente às informações que lhes são transmitidas”.

OUVIR AS CRIANÇAS

No que diz respeito a implicações pedagógicas, Luzia Cordeiro Rodrigues considera “necessário expandir o entendimento das crianças quanto às relações entre o indivíduo, a sociedade e o ambiente”. “As perspectivas de ambiente que encontrámos junto das crianças necessitam seguramente de ser ampliadas, criticadas e discutidas pelos seus pares, professores e famílias com vista à facilitação da sua reformulação e evolução crítica”, defende, salientando que “a precária diferenciação do conceito de ambiente relativamente ao conceito de natureza, constitui, disso mesmo, o exemplo mais gritante”. A autora classifica, assim, de “imprescindível que o educador conheça as concepções das crianças com quem trabalha para que, através de uma intervenção informada, possa contribuir para a evolução crítica que progressivamente conduzirá à superação do senso comum, mas não necessariamente a uma única forma de ver o mundo”. Reforça ainda a “necessidade e a instrumentalidade de ouvirmos atentamente e sem complexos o que as crianças têm para nos dizer”.
(In Diário Insular)

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sexta-feira, janeiro 11, 2008

Avaliação Custo/Benefício do Plano Nacional de Acção Ambiente e Saúde

Há uma equipa de quatro pessoas do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores a fazer mil questionários por todo o país com a duração de quarenta minutos cada um.
Os inquéritos são feitos no âmbito da Análise Custo/Benefício do Plano Nacional de Acção Ambiente e Saúde 2007-2013 que foi adjudicado à Universidade dos Açores pela Agência Nacional de Ambiente e pela Direcção Geral de Saúde.
Nos primeiros dias fizemos duzentos inquéritos na Periferia de Lisboa. Já estivémos em Cacilhas, no primeiro dia ao fim da tarde; em Linda a Velha, Caxias, Oeiras, São Domingos de Rana, Birre e Cascais no segundo dia; no domingo, fizémos Queijas, Cacém, Rio de Mouro e Massamá.
Na segunda-feira deslocamo-nos para a Outra-Banda para abranger o Barreiro, o Lavradio, Sesimbra, Almada e Costa da Caparica; e na terça-feira atacamos Loures.
Como vêem fazimos um cerco completo a Lisboa. Lisboa ficará para depois de darmos a volta a Portugal subindo pelo litoral, descendo pelo interior do país e passando pelo Alentejo e pelo Algarve.
Está alguém na Madeira a fazer quarenta questionários e também teremos de fazer trinta e cinco em Ponta Delgada, Ribeira Grande e Angra do Heroísmo.
Para além do interesse directo do estudo, que nos trará resultados para daqui a três meses, tem igualmente interesse ir percebendo o que acontece no país pela interacção com as pessoas e com os sítios. Inicialmente pensávamos que tinhamos mais sucesso de “pescar” entrevistados nos centros comerciais. Mas enganámo-nos.
As meninas das lojas quando não atendem os clientes estão entretidas a conversar umas com as outras e não têm tempo para ser entrevistadas. Os clientes que se passeiam entre as lojas também não demonstram grande capacidade para a conversa.
E é assim que passámos a interpelar as pessoas nas lojas fora dos centros comerciais, nos cafés, nas igrejas e nos jardins públicos. Começou a ser mais fácil.
Também nos começamos a aperceber que, muitas vezes, a simpatia das pessoas compensa muitas vezes a beleza dos sítios. Oeiras tem uma beleza mediana mas as pessoas têm muito mais dificuldade de serem entrevistadas do que no Cacém que não deve grande coisa à beleza, como terra. Cascais é muito bonito mas a vivência e simpatia de São Domingos de Rana, na pequena amostragem que fizemos no sábado, compensa com naturalidade a fama paisagística de Cascais.
Birre tem um núcleo antigo muito pequeno mas foi lá que encontrámos pessoas interessantes e mais interessadas no inquérito.
Várias coisas foram surpresa neste passeio pelos arredores de Lisboa. Por um lado, a qualidade de vida que se pode ter no Centro Urbano de Cacilhas. Trata-se de uma espécie de pequena Alfama voltada a Sul mas com vista para uma das melhores paisagens do mundo – a silhueta de Lisboa.
Por outro lado, a enorme e vibrante vivência das comunidades cristãs na periferia de Lisboa. A Igreja de Queijas estava cheia muito antes do padre chegar vindo de Linda a Velha para rezar a missa. Uma das Igrejas do Cacém estava a abarrotar de gente alegre e com um coro magnífico que se preparava para partir para um concurso ibérico de coros. A bonita Igreja de São Domingos de Rana, no sábado, estava cheia de movimentos de jovens e de escuteiros. E nós a pensar que a perferida de Lisboa não ia à missa e não se envolvia na comunidade. Que erro?
Mas a novidade mais interessante que vos trago deste passeio tem a ver com uma das entrevistas que fiz. Tratava-se de um guinense doutorado na União Soviética onde passou vários anos e que agora está a trabalhar na construção civil em Portugal para sustentar parte da família que se encontra na Guiné.
O conhecimento e sabedoria com que respondeu ao questionário deixaram-me maravilhado. Cada resposta tinha um porquê, cada encadeamento de respostas uma lógica de coerência.
E, apesar de tantas explicações interessantes, acabou por demorar o mesmo tempo que os outros. É pena que os melhores de África estejam fora dela.


(Prof Tomaz Dentinho In A União)

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domingo, dezembro 23, 2007

África Annes estudo de riscos

Sismos, radiação electromagnética, touradas, térmitas e obesidade são os riscos que vão ser estudados de forma inédita pela Universidade dos Açores.
Programas de rádio e televisão, workshops, publicações e congressos serão os resultados produzidos por uma equipa de investigação que fará uma abordagem multidisciplinar desses riscos.
O estudo sobre a avaliação e a percepção do risco é o objecto de estudo intitulado “Africa-Annes” que a Universidade dos Açores está de momento a iniciar. O estudo foi financiado pela Fundação da Ciência e Tecnologia (FCT).
Os trabalhos que envolvem o Departamento de Ciência Agrárias (DCA) e o de Educação (DCE) dos Pólos de Angra do Heroísmo e de Ponta Delgada já arrancaram e vão ter ao longo dos próximos três anos o seu desenvolvimento. À frente da equipa está o investigador do DCA, Félix Rodrigues juntamente com Ana Arroz, Ana Cristina Palos, Emiliana Silva, Rosalina Gabriel, Paulo Borges, Isabel Estrela Melo e Susana Caldeira. O que se pretende não é estudar os fenómenos na sua área de investigação tradicional, mas sim na óptica de como são geridos em termos de informação e de comunicação: “o modo como percepcionamos os riscos influencia a forma de agirmos”, explica ao jornal Félix Rodrigues. “Não queremos que a informação apareça ininteligível pela linguagem científica”.
É por isso que, de forma inédita, os trabalhos do “Africa-Annes” vão envolver não só especialistas da geofísica, da biologia ou da saúde, constituindo-se assim “uma equipa multidisciplinar”. Aqui, a “psicologia vai ter um papel fulcral”, conta-nos, acrescentando: “queremos analisar a forma como se pensa”. Depois, explicou, irá ser materializado toda esta informação em “diferentes estratégias para cada uma das áreas do risco”.
No calendário de actuação do estudo estão já apontadas diversas iniciativas: “temos previstos programas de televisão, programas de rádio, intervenções em jornais, criação de panfletos, publicação de um livro no final do trabalho, publicação de seis artigos em revistas científicas internacionais, oito artigos em revistas nacionais; 10 a 12 comunicações/encontros tanto de âmbito nacional como internacional e a organização de dois workshops, um nacional e outros internacional na ilha Terceira”, anuncia ao nosso jornal.
Para já estão definidos os riscos a serem estudados no âmbito do “Africa-Annes”. Além do risco sísmico “que será tratado na perspectiva da comunicação e da transmissão de informação”, fazem parte da pesquisa o risco de radiação electromagnética de origem natural ou antrópica. Outra das realidades tão conhecidas e populares entre os terceirenses são as touradas. “ao contrário dos riscos que surgem de forma alheia às populações, nas touradas à corda há uma submissão intencional a esse risco ”. O risco da introdução de pragas com ênfase dada às térmitas e o risco da obesidade completam a lista “de áreas muito diferentes” que serão objecto de estudo. No futuro é possível que este conjunto de riscos possa ser aumentado dado o interesse, disse o docente Félix Rodrigues, que se tem verificado: “temos tido manifestações, por parte de diversas pessoas, em participar”.
No final, conta o docente, o que se espera do conjunto de iniciativas a promover é “saber formar para agir sobre os riscos”. “Queremos que os resultados sirvam para os decisores saberem não só comunicarem os riscos à opinião pública como para estabelecerem planos de acção”, disse o investigador. “O objectivo é encontrar ferramentas para apoiar a decisão e a forma de comunicação relativa aos diferentes tipos de risco”. Neste capítulo, a realidade insular revela-se propícia ao trabalho que está já planeado uma vez que a investigação vai incidir sobre riscos com maior propensão a nível regional, mas a realidade nacional também será abordada, “fazendo uso da especificidade da Região que permite isolar determinadas situações risco”. A denominação de “Africa-Annes”, explicou ainda o especialista, deriva de uma personagem literária, proveniente de uma obra da escritora açoriana Madalena Ferran que conta a história de uma mulher, proveniente de Tânger, que chegou aos Açores no século XIV e deparou-se com um conjunto de fenómenos que apresentavam riscos que carecem explicação: “o nome encaixa-se perfeitamente do projecto”.

(In A União)

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sábado, outubro 27, 2007

O Mundo das Crianças em colóquio

Destinada a profissionais que lidam com crianças no âmbito da educação, acção social e saúde, a iniciativa visa “propiciar aos adultos um debate em torno do que as crianças pensam sobre as coisas”, sublinha Ana Cristina Palos do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, da organização do evento. “O discurso dominante sobre a criança é feito pelos adultos e baseia-se na forma como os adultos vêem as crianças; neste caso, pretendemos perceber como as crianças vêem os adultos, através da apresentação de uma série de estudos realizados com crianças”, explica a docente. Intitulado “Jibóias, Florestas Virgens e Outros Enigmas: o Mundo das Crianças em Perspectiva”, o colóquio contará com a participação de investigadores nacionais de reconhecido mérito, nomeadamente do Instituto de Estudos da Criança, assim como de um especialista espanhol, para além de docentes do Departamento de Ciências da Educação da Universidade dos Açores, do Campus de Angra do Heroísmo. Em cima da mesa estarão questões relacionadas com discursos sobre a infância e culturas infantis, abordagens metodológicas no estudo da infância, os direitos das crianças e representações e preocupações das crianças sobre o ambiente. Infância e fluência tecnológica, culturas infantis e currículo formal e as perspectivas das crianças sobre a documentação, a família e o planeta Terra serão outros dos temas em discussão. O colóquio internacional é organizado pelos professores Ana Cristina Palos, Ana Moura Arroz e Francisco Sousa, do campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, e secretariado por um grupo de alunos da licenciatura em Educação de Infância da delegação de Angra do Heroísmo do Departamento de Ciências da Educação do estabelecimento de ensino.

(In Diário Insular)

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quarta-feira, outubro 24, 2007

Jibóias, Florestas Virgens e outros enigmas

Realiza-se no auditório do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, sito ao Pico da Urze no dia 27 de Outubro o Colóquio internacional "Jibóias, florestas virgens e outros enigmas: o mundo das crianças em perspectiva".
O colóquio internacional é organizado pelas Professoras Ana Cristina Palos e Ana Moura Arroz e pelo Professor Francisco Sousa e secretariado por um grupo de alunos da Licenciatura em Educação de Infância da Delegação do Departamento de Ciências da Educação em Angra do Heroísmo. Serão oradores neste evento figuras de reconhecido mérito, de entre as quais se destacam: Júlia Formosinho, Manuel Jacinto Sarmento, Natália Fernandes Soares, Ferran Casas Aznar, Maria Figueiredo, Nelson Gonçalves, entre outros. Este colóquio destina-se a profissionais que lidam com crianças no âmbito da educação, saúde e acção social.


Do Programa consta:
9h00 – 9h30 sessão de Abertura
9h30 – 10h00 Discursos sobre a infância e culturas infantis
(Manuel Jacinto Sarmento)
10h00 – 10h30 Investigação, participação e ética: abordagens metodológicas no estudo da infância (Natália Fernandes Soares)
11h00 – 11h30 Los derechos de los niños vistos por los propios chicos y chicas, los padres y los maestros (Ferran Casas Aznar) 11h30 – 12h00 Imagens do futuro: representações e preocupações das crianças acercado ambiente (Luzia Cordeiro Rodrigues, Ana Moura Arroz e Rosalina Gabriel )
12h00 – 12h30 Infância e fluência tecnológica (Maria Figueiredo & Nelson Gonçalves)
14h30 –15h00 As perspectivas das crianças sobre a documentação (Júlia Formosinho)
15h00 – 15h30 Culturas Infantis e currículo formal (Francisco Sousa)
15h30 –16h00 "Penso que a minha família é boa, esperta e gentil": perspectivas das crianças acerca da família (Ana Cristina Palos e Ana Isabel Santos)
16h00 –16h30 "Do sítio em que vivemos ao planeta lá no céu": perspectivas das crianças sobre a terra (Ana Moura Arroz, Paula Costa, Paula Moniz e Lara Furtado)
16h45 – 17h00 encerramento.
(In Azores Digital)

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