Os Açores portugueses são primeiro do povo açoriano
Mesmo que este esforço pese, desmedido, no orçamento regional, terá de fazer-se a prazo curto e razoável. Numa dimensão exigente, mais do que os protocolos de bem-querer de valor simbólico e político, será preciso adquirir a cooperação de centros mundiais do saber para se cumprirem os anseios da população, satisfazendo as necessidades intelectuais do avanço da modernidade. Um progresso definido numa realidade tecnológica de produções sofisticadas que o futuro exigirá. Num país em que no século XIX o Algarve chegou a ser proposto como mero real estate para uma troca pelo controlo do Rio de La Plata durante a vida curta do Reino Unido de Portugal, Brasil e do Algarve, os Açores foram sempre, ciosamente, um domínio do Rei e depois da República. Numa panorâmica geral da história, um país atrasado em relação aos demais estados europeus com que competia não toleraria um desenvolvimento insular que merecesse a cobiça de potenciais adversários no choque de interesses internacionais do que se chamou a economia atlântica.Por isso o período de maior crescimento económico dos Açores se fez sob o domínio castelhano. Na segunda metade do século XX, os Açores de novo serviram bem Portugal. Lisboa abriu o Arquipélago às democracias sob a ameaça dos Estados Unidos repetirem o ultimato do fim do século XIX. Mas depois da vitória sobre a Alemanha, a posição estratégica dos Açores garantiu ao Terreiro do Paço um lastro diplomático que deu ao regime autoritário, temporariamente, um semblante de respeitabilidade e a participação na OTAN negada a Francisco Franco. A política do Estado Novo consistia em retardar o desenvolvimento integral da pessoa colonial e adjacente, e mesmo continental, para assim garantir o controlo do país às duzentas famílias que o espremia. No Continente, o contrabando e a emigração ilegal para a Europa matava a fome campesina como Luís Cajão descreveu no romance As Escarpas do Medo (1962). Mas nos Açores, fechado o tradicional fluxo emigratório para a América do Norte, as condições de vida eram infernais. Veio depois a emigração para o Canadá. E logo a seguir para os Estados Unidos, facilitada pela erupção vulcânica dos Capelinhos. Somas elevadas em dólares entraram então no país através das organizações bancárias do arquipélago, sem que o benefício gerado para a balança de pagamentos nacional se reflectisse na situação económica insular. A moeda forte pertencia ao Banco de Portugal.A economia açoriana manteve-se sempre sob a arbitrariedade do governo da República até à adesão do país à União Europeia e à conquista da “autonomia progressiva” de Mota Amaral. Coube, todavia, à “autonomia na constituição” de Carlos César, impulsionada pelo auxílio de Bruxelas, demonstrar a capacidade governativa dos açorianos no desenvol- vimento do potencial económico da Região. Carlos César presidiu a um período de governação autonómica em que os Açores demonstraram competência e mesmo savoir faire político na salvaguarda dos seus melhores interesses. Descarrilou, frontalmente, o esforço de Cavaco Silva, porta-voz do mito centralista de que os açorianos não saberiam implementar os poderes que lhe eram concedidos. Neste aspecto, impôs ao Presidente da República uma derrota política de significado saliente. Mas o sucesso de Carlos César não teria sido possível sem as veredas bandeirantes abertas sob o comando de Mota Amaral contra a prepotência e por vezes mesmo o abuso intimidante dos órgãos do Governo da República. A falácia de que sem a República os Açores não poderão promover uma economia compatível com os padrões europeus foi estilhaçada. Será preciso ainda mais tempo, perseverança, uma maior, mais intensa e mais inteligente participação das populações. E uma mais íntima e mais açoriana, açorianíssima, colaboração entre os partidos. A determinação de juntos atingirem metas realistas, com o governo da República ou sem ele. Mas a posição agressiva assumida por Carlos César no discurso da posse do seu quarto governo não cabe neste espírito de cooperação pela fealdade da tempestade psicológica que expôs à observação pública. Nenhum partido possui um monopólio do governo. É mesmo no interesse democrático que nenhum se apodere dele como se fosse propriedade ou um suposto direito seu. Governar não é uma profissão, mas um dever cívico. Se outros partidos no futuro realizarem o que os governos de Carlos César têm feito, há razões fortes para se ter esperança no porvir. Mesmo sem o estado federado que garantiria a existência do Portugal intacto que se quer, a autonomia que se deseja cada vez mais reforçada levará os Açores a bom caminho. Com o aval de Portugal ou sem ele. A situação de incerteza e graves convulsões económicas por que passa o mundo não durará sempre. O povo dos Açores já enfrentou adamastores mais temíveis. Os Estados Unidos, como líderes ocidentais e motor propulsor dos mercados mundiais, fazem um esforço hercúleo que não é apenas económico. Erguem alto ainda a chama dos valores humanistas de que Barack Obama se fez defensor. O mundo apoia-o nas medidas já anunciadas, algumas ainda por se mostrarem nos processos e até algumas complexas implicações. Os responsáveis pelos grandes blocos económicos sabem que a irresponsabilidade de Wall Street durante o governo de George Bush foi a última tentativa do capitalismo para manter-se no estado selvagem de Herbert Spencer. A mão invisível de Adam Smith está sob a luz da solidariedade universal. É o triunfo da social-democracia sobre os extremos ocupados pelo comunismo de muitas faces e o capitalismo clássico renascido em Chicago. O primeiro morreu. O segundo vai ser agora domesticado através de legislação. Sem lhe retirar o espírito competitivo e de iniciativa, coloca-o sob os binóculos atentos da fiscalização adequada. Por isso as economias vão dar as mãos. Todo o mundo depende desta cooperação. Na próxima revisão constitucional, exigir-se-ão novas competências que requerem uma profunda remodelação. Desde a alteração judicial que inclui um Tribunal Supremo Açoriano, à transformação do ridículo Tribunal Constitucional e um banco central com jurisdição sobre a banca regional como os estados da federação americana. E o controlo na paz de todas as forças militares e paramilitares no arquipélago, sob a alçada do executivo açoriano. Os Açores são primeiro do Povo Açoriano. A fim de se poder contribuir, de livre vontade, cabalmente, para o todo nacional.Etiquetas: Açores, Desenvolvimento Regional, opinião
Os Açores encontraram uma alavanca de desenvolvimento a várias velocidades que é causa das assimetrias que teimam em ser corrigidas, baseando a economia e os serviço essenciais em três vértices São Miguel, Terceira e Faial-Pico-São Jorge. Se o Estado - e não governo - é o primeiro a argumentar dificuldades económicas em manter serviços nas nove ilhas, dificilmente será o cidadão comum a querer suportar estes custos por muito amor que tenha à sua ilha.
As cem espécies ameaçadas prioritárias em termos de gestão na região europeia biogeográfica da Macaronesia”, o livro contou com a contribuição de Paulo Borges, do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.
Além da vertente estratégica, o PRA comporta uma componente operacional, incluindo um conjunto de programas destinados à solução das disfunções diagnosticadas que partem do pressuposto da especial importância dos recursos hídricos numa região insular.Numa região como os Açores impõe-se a necessidade de ordenar a crescente pressão que é exercida sobre os recursos hídricos face à descontinuidade territorial que determina a optimização dos recursos existentes em cada ilha, alega o documento.No caso do abastecimento de água, consagra como uma das nove linhas de orientação estratégica a “Melhoria da oferta e gestão da procura de água para as populações e actividades económicas” que supõe a disponibilidade de um recurso finito e da necessidade de optimização na eficiência dos seus usos.O documento refere que, nos Açores, as disponibilidades de água são suficientes para suprir as necessidades, embora nas ilhas Graciosa, Terceira e S. Miguel se registe uma maior pressão face às necessidades e disponibilidades nestas ilhas.Reforçar os sistemas de abastecimento de água no sentido de serem constituídas reservas com maior capacidade de armazenamento de água – contribuindo para a regularidade da distribuição na época estival – e, uma gestão integrada das origens de água são algumas das soluções defendidas.Neste contexto, o PRA consagrou o projecto de “reforço do sistema de abastecimento de água” que prevê a construção de infra-estruturas de armazenamento de água por parte das respectivas entidades gestoras.Com vista à optimização da gestão das origens, matéria a solucionar pela via da adopção de um modelo integrado dos sistemas de abastecimento de água, foi consignada a elaboração de planos directores de abastecimento de águas e saneamento de águas residuais, nomeadamente, um “Estudo de Concepção Geral do Sistema Integrado de Abastecimento de Água e Saneamento de Águas Residuais da Região Autónoma dos Açores”.Inserido num quadro de protecção e valorização dos recursos hídricos da Região, o estudo tem como objectivo a utilização adequada da água e o desenvolvimento equilibrado dos Açores, procurando a articulação e a compatibilização dos sistemas em exploração.Ambos os estudos se encontram em fase de conclusão e servirão de suporte técnico para as entidades competentes açorianas definirem o modelo de gestão do sector, um processo que foi acompanhado pela Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores.Será igualmente divulgada, em edição de bolso, uma publicação que disponibilizará informação a todos os responsáveis e interessados na gestão da água. Em relação à Protecção das Origens de Água para abastecimento público, a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar e a Universidade dos Açores tem em curso o processo de delimitação de perímetros de protecção de captações que, na presente data, já cobre todas as ilhas do arquipélago.Para além da implementação dos projectos preconizados no PRA, em Junho de 2007, foi publicado, em Junho de 2007, o Atlas da Água nos Açores, um compêndio com uma forte componente cartográfica, fruto de uma aposta na referenciação geográfica dos dados, de informação no domínio da água produzido pela Administração Regional e pela investigação científica.
Considerando o historial dessa relação e o vasto leque de interesses comuns em sectores como as pescas, a agricultura, o turismo, o ambiente, a educação e a investigação científica, entre outros – bem como as vantagens em potenciar aspectos como, por exemplo, a localização geográfica –, os Açores e Massachusetts concordam em incrementar as trocas comerciais, a cooperação entre instituições ligadas à saúde, à educação e à cultura, bem como o investimento mútuo ou criação de “joint ventures” em sectores emergentes como a alta tecnologia, a tecnologia ambiental, as energias renováveis, a conservação de energia, a reciclagem, a redução da emissão de gases poluentes, a monitorização climática e a promoção turística.
Cinco objectivos estão definidos à partida: desenvolver um centro de excelência académica e incentivar a consciência das políticas da União Europeia, relacionadas com as mudanças climáticas e o seu potencial impacto; promover conferências, workshops e outro tipo de actividades de carácter informativo; promover também contactos individuais entre universidades e comunidades da Europa e dos Estados Unidos; e consolidar uma rede de contactos entre centros de excelência; bem como procurar fontes de financiamento para concretizar os objectivos delineados. Segundo a documentação disponibilizada pelo Consulado, a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), o Millennium bcp, o Banco Espírito Santo dos Açores e o próprio Governo Regional dos Açores já manifestaram disponibilidade para estar entre as entidades financiadoras.O segundo projecto é uma iniciativa do Departamento de Energia do Governo dos Estados Unidos mas que envolve o Governo Regional dos Açores e a própria Universidade dos Açores. Como explicou Jean Manes, depois de ter sido assinado um protocolo em Maio, quando o secretário da Energia do governo norte-americano esteve em Lisboa, está agora agendada para 30 de Julho uma reunião com todas as entidades envolvidas para preparar a implementação do projecto. Mas porquê os Açores? A cônsul dos Estados Unidos da América nos Açores explica que a situação geográfica do arquipélago - entre os EUA e a Europa - é uma das razões que alicerça o interesse do seu governo na Região, mas neste caso a principal razão está relacionada com o facto dos cientistas reconhecerem os Açores como uma zona privilegiada para estudar vários aspectos relacionados com a ciência marinha e as mudanças de clima.
Este investigador da Universidade dos Açores calcula que, dentro de duas décadas, "os Açores poderão ser auto-suficientes na produção de energia, bem como exportadores". "Na nossa estimativa, o arquipélago, dentro de 10 a 15 anos, será auto-suficiente ao produzir, para as suas necessidades, 30 por cento de energia geotérmica, 15-20 por cento de eólica, 5 por cento de hídrica e 50 por cento de hidrogénio", adiantou. Preconizou, ainda, a possibilidade de possuir diesel produzido a partir do hidrogénio e do carbono retirado dos resíduos (hidrogénio renovável). De acordo com Mário Alves, "a produção de hidrogénio deverá ser a indústria de maior dimensão da região" e, segundo os seus cálculos, "se quiser, houver visão e vontade política de longo prazo, será mesmo a maior do país". Revelou, também, que "os Açores consumiram, no ano passado, cerca de 250 mil toneladas de equivalentes de petróleo, que poderá ser substituído por 100 mil toneladas de hidrogénio/ano". "Vai sobrar mais dinheiro, é uma nova era porque a região o que não tem falta é de vento", assegurou o investigador. O responsável do LAMTec adiantou que, "enquanto na energia eólica já temos capacidade de resposta, para a procura no hidrogénio não conseguimos ainda trabalhar ao ritmo das subidas e descidas dos preços do petróleo". "Está a investir-se bem na investigação que, dentro de um a dois anos, apresenta a primeira produção experimental, mas vai levar algum tempo a mudar a indústria e a adaptar as infra-estruturas", sublinhou. Porém, adverte que "os investimentos (cujos valores até ao momento se escusou a revelar) no futuro ficarão condicionados à capacidade de produzir hidrogénio mais barato que o petróleo". Mário Alves aponta como condicionante "a carga fiscal que os governos impõem que, neste caso, para ser rentável, é de bom senso que seja mais reduzida na produção do hidrogénio". Os estudos nos Açores destinados à produção de hidrogénio foram iniciados pelo LAMTec em 2001. O laboratório foi criado em 24 de Outubro de 2001, através de um protocolo assinado entre a Universidade dos Açores e a Câmara Municipal da Praia da Vitória. Actualmente tem a trabalhar oito pessoas nas áreas da formação em licenciaturas, mestrados e doutoramentos, e na divulgação junto das escolas, associações e colectividades.
“Tem sido um esforço partilhado, também, com outras instituições que são essenciais ao desenvolvimento da nossa Região e ao reforço desse capital tão necessário para urdir o nosso modelo de desenvolvimento”, disse, para logo acrescentar que, nesse aspecto, realçava o papel da Universidade dos Açores que já identificou cerca de 100 espécies ameaçadas nos Açores, o que vai permitir desenvolver planos especiais de preservação.

A Ecoteca do Faial organizou, no Auditório da Biblioteca Pública e Arquivo Regional da Horta, uma palestra sobre “A relação entre o Homem e a Natureza: desafios de hoje para uma relação de sempre”. Na Terceira, realizou-se no dia 6, um percurso pedestre com interpretação ambiental à zona dos Mistérios Negros. Para o dia 7, hoje, às 21h30, o Algar do Carvão abrirá as portas para acolher um recital de poesia de cariz ambiental, onde participa o Professor Félix Rodrigues do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores. Já na ilha Graciosa, a ecoteca promove diversas actividades, entre as quais, uma exposição sobre “Limpar o mundo, limpar Portugal, uma ilha Graciosa” e uma campanha de recolha de resíduos em todas as freguesias e a actividade “Água, um bem precioso”. A Ecoteca das Flores assinala, hoje, dia 7, uma “Corrida pelo Ambiente”.
Contribuir para o atenuar do problema O projecto ICE surgiu em finais de 2005, tendo a Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo – Universidade dos Açores (liderada por Miguel Gomes), a Escola Superior de Enfermagem da Madeira (liderada por Helena Jardim) e o Departamento de Enfermagem da Faculdade das Ciências da Saúde – Universidade de Las Palmas de Gran Canária (liderado por Rodrigo Chácon) como parceiros. O objectivo passava pela partilha de metodologias de investigação em enfermagem, efectuando estudos de interesse para as três regiões e contribuindo para o conhecimento cientifico na área. Em cada instituição foi criado um grupo de trabalho constituído por 18 elementos, apoiados por instituições nacionais e estrangeiras e assessorados por um perito em estatística. São mesmo as estatísticas que apontam para uma prevalência de 11% das úlceras de pressão na Europa. A investigação simultânea realizada na Madeira, Açores e Canárias, cujos resultados foram apresentados em Maio do ano passado, encontrou uma prevalência de 14,2% na população idosa (entre 80 e 89 anos), onde a maioria são mulheres que se encontram no domicílio com a necessidade de cuidados crónicos. O inédito do estudo do ICE prendeu-se com o registo do problema e factores associados, quer em utentes de qualquer idade inscritos em unidades de saúde e carecidos de cuidados domiciliários, quer entre os institucionalizados em hospitais, clínicas ou lares num determinado momento. O grupo ICE acredita que, ao tornar visível a prevalência deste fenómeno nas ilhas - tal como os factores de risco que lhe estão associados - está a contribuir para o desenvolvimento de um plano regional de actuação, mobilizando recursos políticos, sociais e humanos para o combate e prevenção das úlceras de pressão, em prol da saúde dos cidadãos em geral. Porque este é um problema que continua a exigir o dispêndio de muitos recursos, quando ao mesmo tempo a falta de meios humanos e financeiros contribui para a pouca atenção dispensada a este fenómeno.
A iniciativa é da Associação Cabo-verdiana de Enfermagem e o Projecto Investigação Cientifica em Enfermagem, conhecido pela sigla ICE. As conferências "Formação em Enfermagem em Cabo Verde" e "A ancoragem das Instituições de Ensino Superior na Sociedade: A missão da Escola Superior de Saúde" marcam o início do congresso, seguido da Mesa Redonda "Da investigação à Acção", "Cuidar de Feridas", "Novos Horizontes de investigação de enfermaria em Espanha", " Acidentes na Infância: Realidade ou Fatalidade?", " A investigação sobre formação e a formação através da Investigação" e " As UPP como foco de atenção de alta sensibilidade aos cuidados de enfermagem". De acordo com a presidente da Associação Cabo-verdiana de Enfermagem, Maria Luísa Teixeira, com este congresso os promotores querem despertar na classe de enfermagem o interesse pela investigação e o que deverá começar em Cabo Verde com a "Úlcera de perna" e "Pé diabético". Cerca de duzentos enfermeiros nacionais e dos Açores, Madeira e Canárias participam do I Congresso Internacional de Investigação Cientifica em Enfermagem da Macaronésia. A abertura está agendada para esta sexta-feira, 09h 00, numa cerimónia a ser presidida pela directora-geral da Saúde, Jaqueline Pereira, seguido de intervenções dos reitores da Universidade dos Açores, de Cabo Verde, da Madeira e de Las Palmas de Gran Canária. 
