sexta-feira, setembro 18, 2009

Lançamento do livro “Açores - um retrato natural” - Uma visão fascinante das maravilhas naturais dos Açores

O biólogo e fotógrafo Pedro Cardoso, autor da exposição de fotografia “Açores: do FOGO à FLORESTA”, actualmente em exibição no EXPOLAB (Lagoa, São Miguel), convida-nos, neste livro, a conhecer a diversidade de vida terrestre nos Açores com fotografias em grande formato, de diferentes ângulos (panorâmicas e de detalhe), que nos transportam a lugares e personagens pouco conhecidos. Às fotografias juntam-se pequenos textos, da autoria de investigadores associados à Universidade dos Açores, destinados ao público em geral, que nos vão conduzindo na descoberta da variedade de forma e cor em diferentes paisagens dos Açores. Publicado pela VerAçor, este livro teve o apoio do Centro de Tecnologias Agrárias do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores (CITA-A), Secretaria Regional do Ambiente e do Mar, Direcção Regional da Ciência, Tecnologia e Comunicações, Associação espeleológica “Os Montanheiros” e Direcção Regional do Turismo. O livro será lançado no próximo dia 20 de Setembro (Domingo) às 15h30, no átrio do Anfiteatro C da Universidade dos Açores em Ponta Delgada, integrado no simpósio “O ERRO DE DARWIN e o que estamos a fazer para o corrigir”. A entrada é livre. Terá a oportunidade de conversar com o fotógrafo, autores dos textos e representante da editora. O livro estará exposto no local para consulta e venda. Depois do lançamento estará à venda nas maiores livrarias no continente e ilhas e outros locais de divulgação do património dos Açores.
Ponta Delgada, Universidade dos Açores (Átrio do Anfiteatro C)20 de Setembro (Domingo) às 15h30Apresentação do livro pelo Prof. Virgílio Vieira.

(in Naturdata)

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sexta-feira, agosto 07, 2009

Biodiversidade dos Açores na Enciclopédia das Ilhas

Os Açores marcam presença na Enciclopédia das Ilhas, com um capítulo sobre a sua biodiversidade. A publicação da prestigiada Califórnia University Press, apresenta vários capítulos sobre ilhas de todo o mundo. A editora escolheu diversos cientistas de vários países para escrever sobre o tema. Nos Açores a responsabilidade ficou a cargo do professor da Universidade dos Açores, Paulo Borges. Para o investigador a publicação de um capítulo na Enciclopédia das Ilhas dá projecção ao arquipélago. “É mais uma forma de dar a conhecer os Açores”, defende. Paulo Borges salienta que a Região ainda é pouco conhecida no estrangeiro e dá como exemplo o caso de três alunos da Universidade de Oxford, a fazer mestrado na Universidade dos Açores, que contam que os amigos e familiares nem sabiam a localização exacta do arquipélago. “Conheciam as Canárias, alguns até a Madeira, mas não conheciam os Açores”, revela. “Existe ainda muito desconhecimento sobre os Açores”, frisa.
Promoção da RegiãoSegundo o investigador, a colaboração com a Califórnia University Press surge como consequência dos trabalhos desenvolvidos pela Universidade dos Açores. Paulo Borges defende que é graças à investigação desenvolvida pela entidade e ao empenhamento do Governo Regional em proteger áreas naturais que os Açores são agora colocados no mapa, pela sua biodiversidade.Para o professor da Universidade dos Açores, o arquipélago passa a ser um exemplo, no campo da biodiversidade, à semelhança de outras ilhas mais conhecidas, como o Havai ou as Galápagos. Paulo Borges destaca ainda a importância do Portal da Biodiversidade da Universidade dos Açores em termos de promoção do arquipélago. “Os documentos são muito acedidos e pensamos que muitas vezes por turistas”, realça. O artigo escrito no inicio de 2008, que é agora publicado, é da autoria de Paulo Borges, em colaboração com Isabel Amorim, Rosalina Gabriel, Regina Cunha, António Frias Martins, Luís Silva, Ana Costa e Virgílio Vieira, todos eles investigadores da Universidade dos Açores
Biodiversidade
Para além da localização geográfica do arquipélago, o capítulo mostra a biodiversidade dos Açores de uma forma “clara e concisa”. Começa por dar a conhecer a geologia do arquipélago, “fundamental para perceber como é que a biodiversidade se formou”. O artigo descreve ainda as diferentes espécies existentes nos Açores, com um quadro que enumera a fauna e flora do arquipélago. Das 4467 espécies e subespécies de plantas terrestres e animais conhecidas, 420 são endémicas. Por esse motivo, Paulo Borges diz que há um ênfase para as espécies endémicas. Também aparecem descritos no artigo os processos evolutivos da formação das espécies endémicas. A evolução é figurada através de quatro gráficos que dão a conhecer o padrão de riqueza de quatro grupos, indígenas briófitas, plantas vasculares, moluscos terrestres e artrópodes.
Conservação
No final, os investigadores apresentam um conjunto de aspectos que devem ser tidos em consideração para a conservação das espécies na Região..“A fragmentação e a degradação de habitats, juntamente com a propagação de espécies não indígenas são as maiores ameaças à biodiversidade terrestre nos Açores”, refere o artigo. “O progresso da conservação da biodiversidade dos Açores depende predominantemente de estudos a longo prazo sobre a distribuição e abundância de espécies focais e do controlo de espécies invasoras”, defendem. Uma investigação para a qual dizem ser necessário um “compromisso sério de cientistas, políticos e público em geral”.
(in Diário Insular)

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domingo, julho 26, 2009

Lançamento da antologia "Entre o sono e o sonho" Vol II

O Portal Lisboa e a Chiado Editora realizaram a sessão de lançamento do livro "Entre o Sono e o Sonho – Antologia de Poesia Contemporânea – volumeII".
Trata-se de uma obra literária que surge com o intuito de prestigiar e distinguir alguns poetas portugueses, integrando nomes consagrados e emergentes, promovendo simultaneamente a criação poética contemporânea. Félix Rodrigues do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, participa como autor.

Este evento tevelugar no Café In (Avenida Brasília, Pavilhão Nascente,n.º 311 – Lisboa) a 25 de Julho, Sábado, pelas 19h30.
O projecto foi criado e desenvolvido pelo Portal Lisboa e apoiado e editado pela Chiado Editora, uma jovem casa de edição que rapidamente se tornou numa editora de referência em Portugal. A entrada para o evento foi livre.

(In Portal Lisboa)

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domingo, junho 28, 2009

Lançamento do livro "É Possível viver assim?" - Entrevista a Tomaz Dentinho

quarta-feira, junho 24, 2009

É possível viver assim?

Realiza-se no próximo dia 26 de Junho, pelas 15H00, no anfiteatro do Pico da Urze da Universidade dos Açores a apresentação do livro "É possível viver assim?", da autoria de Luigi Giussani.
A apresentação do livro será feita pelo Padre João Seabra, Assistente do Movimento Comunhão e Libertação em Portugal.
A sessão será presidida pelo Padre Hélder Fonseca, Vigário Geral da Diocese de Angra e Ilhas dos Açores.

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segunda-feira, junho 01, 2009

Azorean Pavilion at Lisbon Book Fair 2009

The Autonomous Region of the Azores will attend the 79th Lisbon Book Fair with its own pavilion. This event was taken place in Lisbon between April 30 and May 17. The Azores Pavilion is an initiative of the Regional Directorate of Culture (DRaC) under the jurisdiction of the Presidency of the Government, having the purpose of disseminating the literary works of Azorean writers or works concerning Azorean themes.At the DraC’s invitation, the Azores Pavilion included the Azores Institute of Culture, Ponta Delgada Cultural Institute, Horta Cultural Centre, the University of the Azores, Vila do Porto and Santa Cruz das Flores Town Halls, Veraçor, Ensaius and the Solmar Bookshop – Arts and Letters. During the event, opened on April 30 at 5 PM, five Azorean young students collaborated on the sales at the Azores Pavilion (Pav. E II 19). Lisbon Book Fair will was opened on Saturdays, Sundays and holidays at 11 AM and from Monday to Friday at 12:30 PM. In turn, it was closed from Monday to Thursday at 8:30 PM, on Sundays and holidays (except on the holiday preceding the weekend) at 10 PM, and on Fridays and Saturdays at 11 PM. The book fair was closed at 12 AM on the final weekend.

(in GACS)

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terça-feira, maio 19, 2009

“As campanhas ambientais funcionam”

Em “As atitudes face ao ambiente em regiões periféricas”, Rosalina Gabriel e Emiliana Silva concluem que os açorianos demonstram atitudes pró-ambientais em áreas como os resíduos sólidos, fruto das campanhas de sensibilização. As professoras da Universidade dos Açores defendem agora o mesmo investimento na área da água.


Este livro parte de uma comparação entre as atitudes ambientais dos açorianos e dos habitantes de Castelo Branco. Como surge este ideia?
Emiliana Silva: Surge um pouco na sequência de eu ter feito um trabalho sobre atitudes ambientais com a população das Fontinhas. Foi a minha tese de mestrado. Na altura, eu e a professora Rosalina éramos colegas de gabinete, soubémos que havia um projecto de investigação e avançámos, de forma apaixonada e empenhada.
Rosalina Gabriel: O que estas duas regiões têm em comum é o facto de serem periféricas. Os Açores por se tratarem de ilhas e Castelo Branco por estar relativamente distante dos centros de decisão, tanto de Lisboa como do Porto. No caso de Castelo Branco a barreira é terrestre, no do arquipélago é marítima. Já se fizeram estudos semelhantes em todo o país, mas nunca focando particularmente as regiões periféricas. A amostragem que fazem é da população em geral e há mais informação sobre os centros urbanos do que sobre regiões mais pequenas, com menos peso.
Emiliana Silva: O nosso trabalho, para além de tratar do tema do ambiente em geral, desenvolve também uma série de afirmações para problemas específicos, como a água, os resíduos sólidos ou a biodiversidade.
Como é que este estudo foi colocado no terreno?
Rosalina Gabriel: Pensámos que uma amostra interessante seria mil e duzentas pessoas, todas adultas. Estratificámos por idades: Entre os 18 e os 25 anos, dos 26 aos 45, e mais de 45. Temos o mesmo número de pessoas em cada um destes escalões. Outro aspecto foi o residencial, ou seja, a distinção entre o rural e o urbano.
Emiliana Silva: Também tivemos em conta uma amostra de 600 cidadãos em Castelo Branco e 600 nos Açores. Depois de termos delineado isto, foram feitos os inquéritos, de porta em porta. Surgiu assim este inventário de opiniões.
A que conclusão é que chegaram? Quais são as diferenças entre as duas regiões?
Rosalina Gabriel: Embora as percentagens sejam inferiores às que foram obtidas para o Continente português e países como Espanha e Estados Unidos da América, as atitudes são claramente pró-ambientais.
Emiliana Silva: Penso que as diferenças maiores deram-se nos casos da água e dos resíduos sólidos. Como Castelo Branco é uma zona mais árida, as pessoas acham que há escassez de água e têm uma atitude de poupança. Aqui as pessoas, talvez porque chove muito, achavam que não era uma questão essencial. Pensamos que, se fizéssemos o estudo agora, as pessoas teriam outras respostas… Quanto aos resíduos sólidos, aqui demonstrámos ser mais conservadores e ter atitudes que levam mais à reciclagem e à reutilização, também porque vivemos num espaço limitado.
Podemos concluir que o próprio espaço influencia as atitudes ambientais das pessoas?
Emiliana Silva: Sim, mas não só. Também se trata da própria cultura...
Rosalina Gabriel: Também tem existido um investimento muito grande, de informação, ao nível das câmaras municipais, isto não pode ser negado. É algo que também tem sido feito pelo Governo e, informalmente, através das telenovelas, da publicidade. Enquanto nada disto acontece para a biodiversidade ou até para o consumo da água.
Emiliana Silva: Cá, vemos que a atitude face aos resíduos sólidos também passa muito pela publicidade que passa na televisão, pelos folhetos que a câmara manda… Há sempre uma lembrança. No caso da água, as coisas ainda estão numa fase muito inicial.
Rosalina Gabriel: Um dos factores interessantes é que a faixa etária mais jovem demonstra a atitude mais pró-ambiental face aos resíduos sólidos, mas a faixa a partir dos 45 anos é muito confiante no futuro, não se demonstra muito preocupada com a falta de recursos… Essa confiança no futuro é boa, mas os mais jovens demonstram ser mais realistas. É preciso ver que as pessoas com 45 anos ou mais, por a esperança média de vida estar a aumentar, vão estar na população activa durante muito tempo, influenciar os outros, desempenhar cargos políticos… Seria interessante direccionar campanhas publicitárias também para esta população, que tem, muitas vezes, filhos em idade de aprender. Mesmo assim, a percentagem de pessoas com mais de 45 anos que têm atitudes pró-ambientais face aos resíduos sólidos é, nos Açores, mais elevada do que noutros sítios.
A água é o nosso calcanhar de Aquiles?
Emiliana Silva: Nos Açores as atitudes de confiança em relação à água são muito grandes, isso é claro. É uma área onde se têm de agir, sem dúvida.
O que diferenciou mais as duas regiões?
Rosalina Gabriel: Os açorianos têm atitudes mais pró-ambientais em relação à biodiversidade, por exemplo quanto às áreas protegidas, à diversidade das actividades agrícolas e à presença de espécies endémicas, que também existem na Serra da Estrela.
Emiliana Silva: Penso também que isto, de algum modo, tem sido debatido a nível regional. Somos cativados para manter a nossa paisagem, a nossa diversidade… Mesmo em termos de promoção turística. Comparativamente a Castelo Branco, há um esforço maior das instituições em apelar à protecção da biodiversidade. As campanhas têm sido determinantes nas atitudes ambientais das populações…
Emiliana Silva: Sem dúvida. É errada a ideia de que as campanhas não resultam! Em relação aos resíduos sólidos isso estão por todo o lado, desde as juntas, às câmaras e ao Governo Regional, até à publicidade que passa na televisão. Se isto fosse feito, desta forma continuada, em relação à água, teríamos resultados. De certeza.

(in DI-Revista)

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quinta-feira, maio 07, 2009

Disponibilizar mais livros pode não ser suficiente

FÉLIX RODRIGUES: “Um livro tem valor potencial, o valor real é-lhe dado quando alguém o lê e o entende”
Enquanto utilizador das antigas bibliotecas itinerantes da Gulbenkian, na sua freguesia de S. Sebastião, que memórias guarda desse serviço de promoção da leitura?
Para mim esse era um dia de festa. Ficava um mês inteiro à sua espera, pois já tinha lido todos os livros que levantara aquando da sua última passagem. Essa era uma época onde não havia televisão ou outros tipos de entretenimento. Estou a falar do antes do 25 de Abril, quando os livros não existiam em abundância e as carências materiais eram muitas. Perdia-me entre tantos volumes que eram postos à minha disposição, se bem que só me era permitido levar os de fita verde, mas não deixava de ler os títulos dos de fita vermelha. Estar dentro do carro da Gulbenkian era, em si, um grato acontecimento.

O Governo Regional está a estudar a possibilidade de retomar, mas por sua iniciativa e conta, as bibliotecas itinerantes, agora com a designação de Bibliobuses. É uma estratégia para (re)introduzir o prazer da leitura. Que lhe parece a iniciativa no actual contexto açoriano?
Os tempos são outros, as formas de entretenimento também mudaram, a disponibilidade de meios mais apelativos quer em termos de leitura quer em termos culturais, é enorme. Repetir os sucessos do passado não resulta forçosamente em sucesso no presente se não houver uma estratégia de promoção adequada. Precisamos reintroduzir o prazer da leitura nas famílias e nos nossos alunos. Precisamos criar e consolidar os hábitos de leitura dos açorianos. Disponibilizar mais livros pode não ser suficiente. Os Bibliobuses, numa primeira fase, não deverão ser só bibliotecas itinerantes, devem ser um chamariz, para cativar crianças, jovens e adultos. Cada uma das fases etárias precisa de estratégias de promoção de leitura diferenciadas, daí que o Bibliobus deve ter a possibilidade de se transmutar.

A ideia já foi criticada por poder transformar-se num meio ambulante de propaganda do Governo e de castração de mentalidades. Parece-lhe que esse perigo existe?
Se esse objectivo existe, estará vocacionado ao insucesso desde logo, pois a população facilmente se aperceberá. O povo pode ser enganado com publicidade, mas já ninguém deixa que lhe lavem a mente. Não vejo de forma alguma que essa estratégia de promoção de leitura tenha alguma coisa a ver com propaganda. Se tiver, é um erro enorme que facilmente será notado.

Uma alternativa aos bibliobuses poderia ser a transformação das escolas das freguesias em centros de dinamização cultural, com biblioteca. Isso implicaria manter abertas e com alunos dezenas de escolas que estão a ser fechadas por toda a Região. Concorda com esta possibilidade?
Levar a cultura e o conhecimento cada vez mais perto das populações é importante, mas para isso não basta querer ou abrir espaços, é preciso mão-de-obra especializada, ou seja, ter formadores e dinamizadores culturais. Um livro tem valor potencial, o valor real é-lhe dado quando alguém o lê e o entende, mas para isso é necessário também que alguém o promova. Ninguém descobre um grande livro perdido numa estante, mas são nas estantes que se depositam os grandes livros que aconselhamos.
(In Diário Insular)

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sábado, abril 18, 2009

Primeira feira do Livro na vila de S. Sebastião

A I feira do Livro em São Sebastião vai ter lugar na Casa do Povo da vila, entre os dias 23 e 26 do corrente mês, com o título “O Livro Mágico”.O programa da feira não contempla só a literatura infantil, sendo que também se vão realizar saraus literários, com o intuito de evidenciar a importância do livro como um dos principais veículos de comunicação.O início das actividades está marcado para as 10h, do dia 23, embora a abertura oficial seja só às 20h30.Às 20h45, do primeiro dia da feira, tem lugar uma Homenagem Teatral, intitulada “A Comemoração da Data”.O dia 24 de Abril terá a manhã dedicada à criança e, durante o dia, serão realizadas várias actividades, nomeadamente, dois “pedi-papers”, que têm como tema a “Busca do Livro Mágico”, cuja entrega dos troféus aos vencedores tem lugar pelas 20h30. Ainda durante este dia está marcada uma palestra sobre a “Evolução da Escrita”, a cargo do Professor Félix Flores Rodrigues. Nos dias 25 e 26 a abertura da feira será às 10h00 e o encerramento às 23h00.
(in Diário Insular)

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quinta-feira, abril 16, 2009

Feira do "Livro Mágico" em S. Sebastião

Para assinalar o Dia Mundial do Livro, a Casa do Povo da Vila de S. Sebastião vai organizar uma feira.
A iniciativa, que decorre entre 23 e 26 de Abril, sob o título “O Livro Mágico”, visa promover várias actividades didácticas no sentido de despertar junto das crianças e população em geral “a importância do livro como um dos principais veículos da comunicação”.

No sentido de incentivar as crianças à leitura e para importância do livro na vida quotidiana, esta Casa do Povo promove nas manhãs de 23 e 24 Abril várias actividades dedicadas às crianças.
Na noite de quinta-feira, 23 de Abril, está previsto a abertura oficial da I Feira do “Livro Mágico” (20H30), seguindo-se uma homenagem teatral intitulada “A Comemoração da Data”.
No dia 24 Abril (sexta-feira), às 20H30, está previsto a entrega de troféus às equipas vencedoras das actividades para as crianças e, às 21H00, uma palestra que o docente universitário Félix Rodrigues vai proferir com o título “Evolução da Escrita”.
Nos dias 25 e 26 de Abril a Feira estará aberta entre as 10H00 e as 23H00.

(In A União)

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quarta-feira, abril 15, 2009

“Flora e Fauna Terrestre Invasora na Macaronésia” em Livro

A ARENA – Agência Regional da Energia e Ambiente da Região Autónoma dos Açores promove, no próximo dia 18, com o apoio da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar e do Departamento de Biologia da Universidade dos Açores, a sessão de lançamento do Livro “Flora e Fauna Terrestre Invasora na Macaronésia – TOP 100 nos Açores, Madeira e Canárias”, que decorrerá no anfiteatro C do Campus de Ponta Delgada da Universidade dos Açores.
Trata-se de uma publicação desenvolvida no âmbito do projecto BIONATURA – Cooperação e Sinergias para o Desenvolvimento da Rede NATURA 2000 e a Preservação da Biodiversidade da Região Macaronésica, inserido no Programa de Iniciativa Comunitária INTERREG III B e implementado nos Açores pela ARENA com o apoio da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar.
As espécies invasoras são tidas como um dos principais factores de ameaça à Biodiversidade do Planeta.
A obra prova que os ambientes insulares são actualmente mais sensíveis e com menor capacidade de adaptação às mudanças verificadas pelas espécies invasoras tendo como consequência o aparecimento de novas pragas agrícolas e de novas doenças associadas à introdução de novas espécies, com prejuízos e ameaças crescentes agravados por outros factores como as alterações climáticas e a redução das áreas geográficas de distribuição dos habitats naturais.
Segundo a referida publicação científica, várias planta, “são actualmente consideradas como sérias ameaças à conservação da flora endémica dos Açores e das comunidades vegetais autóctones, mas também à conservação de espécies de aves, nomeadamente o priôlo e de artrópodes”.

(In Diário dos Açores)

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quinta-feira, abril 02, 2009

Lançamento do livro “Folhas Divulgativas”

O livro “Folhas Divulgativas”, uma publicação elaborada no âmbito dos trabalhos de investigação dos projectos Interfruta e Interfruta II, é lançado hoje, quinta-feira, pelas 16H30, no Auditório do Complexo Pedagógico do Pico da Urze, com a presença do Representante da República para os Açores.
No livro, ao longo de cerca de 180 páginas, são abordados os problemas fitossanitários que afectam e limitam a produção de fruteiras, como as bananeiras, pessegueiros, macieiras, laranjeiras, a oliveira e a vinha, bem como a produção das próteas. Com fotos da sintomatologia destes problemas, de modo a facilitar o seu reconhecimento, o livro indica os meios de protecção que podem ser utilizados no seu combate.
A elaboração da publicação envolveu uma equipa de cerca de 30 investigadores dos Açores, Madeira e Canárias. Na Região, o trabalho foi realizado com a participação de técnicos da Fruter e dos Serviços de Desenvolvimento Agrário da Terceira e pela equipa de investigadores do Centro de Biotecnologia dos Açores, coordenadora do projecto Interfruta.
(In Diário Insular)

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quarta-feira, abril 01, 2009

Atitudes face ao Ambiente - Livro de Emiliana Silva e Rosalina Gabriel

domingo, março 29, 2009

Gestão Integrada da Água - O Livro

Gestão Integrada da Água
de Vários
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 496
Editor: Principia
ISBN: 9789898131263
A presente obra integra cinco teses distintas de mestrado em Gestão e Conservação da Natureza, resultado de uma iniciativa conjunta do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores e da Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente da Universidade do Algarve. A sua temática fundamental é o problema da água como bem escasso que é necessário preservar a bem da humanidade, uma realidade que se torna ainda mais premente no caso particular das regiões insulares, onde este bem, se não for devidamente protegido, corre o risco de se esgotar a breve trecho. Uma das teses foca a mesma problemática numa outra região particularmente sensível: a do Huambo.

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sexta-feira, março 27, 2009

Bienal da Bahia: 182 poetas em livro coletivo

O livro "3ª Antologia Poética Valdeck Almeida de Jesus" é o resultado de um projeto antigo, acalentado pelo escritor que dá nome ao prêmio literário. A terceira edição reúne 182 poetas do Brasil, de Moçambique e Portugal, entre os quais se encontra o Prof. Félix Rodrigues do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores. Para a maioria dos escritores esta é uma estréia em grande estilo, pois seu lançamento, durante a 9ª Bienal Internacional do Livro da Bahia, é uma oportunidade ímpar.
Valdeck Almeida acalentou a idéia do concurso desde seus 12 anos de idade, quando o escritor teve o primeiro contato com a poesia de Drummond, Castro Alves, Augusto dos Anjos e os cordéis escritos por vários gênios da literatura popular nordestina. Há 30 anos o Valdeck compõe poemas e se aventura pelo mundo dos contos e crônicas.O primeiro livro-filho, “Feitiço Contra o Feiticeiro”, no entanto, só veio à luz após vinte anos de gestação. Foi parido, parto normal, e caminha até hoje por este Brasil a fora, junto com o seu segundo livro “Memorial do Inferno”, que também são lançados na Bienal da Bahia. Valdeck Almeida de Jesus sabe o que é correr atrás de editoras e receber não como resposta. Não queria que outros poetas tivessem a mesma falta de sorte. Por isso, criou o “Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus”, que dá oportunidade a gente do mundo inteiro.Sobre o organizador da AntologiaValdeck Almeida de Jesus é um poeta e sonhador. Lançou os seguintes livros: “Heartache Poems. A Brazilian Gay Man Coming Out from the Closet”, iUniverse, New York, USA, 2004; “Feitiço Contra o Feiticeiro”, Scortecci, São Paulo, 2005; 20% da renda doada às Obras Sociais de Irmã Dulce; “Memorial do Inferno. A Saga da Família Almeida no Jardim do Éden”, Scortecci, São Paulo, 2005; 1ª edição – 100% da renda doada às Obras Sociais de Irmã Dulce; “Jamais Esquecerei do Brother Jean Wyllys”, Casa do Novo Autor, São Paulo, 2006; “1ª Antologia Poética Valdeck Almeida de Jesus”, Casa do Novo Autor, São Paulo, 2006; “Memorial do Inferno. A Saga da Família Almeida no Jardim do Éden”, Giz Editorial, São Paulo, 2007 – 2ª edição; 20% da renda doada às Obras Sociais de Irmã Dulce; Participa de mais de vinte antologias de poesias.
(In IOL)

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DIFERENÇAS ENTRE AÇORIANOS E ALBICASTRENSES

Coordenado por Emiliana Silva e Rosalina Gabriel, o livro “As atitudes face ao ambiente em regiões periféricas” dá a conhecer as atitudes de açorianos e albicastrenses face à água, aos resíduos sólidos e à biodiversidade. Com uma amostragem de 600 inquiridos em Castelo Branco e 600 em São Miguel e Terceira, as investigadoras concluíram que enquanto os açorianos se preocupavam mais com a diminuição de resíduos sólidos, dada a falta de espaço da região, os albicastrenses demonstravam maior percepção sobre escassez de água (lembre-se que os inquéritos foram feitos em 2004).Segundo Emiliana Silva, a população inquirida demonstrou ainda “grande preocupação com a manutenção do ambiente”. A investigadora destaca ainda que surpreendentemente a maioria dos inquiridos mostrou-se favorável à sobrevivência das moscas, um ponto positivo quanto à biodiversidade.O livro, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, é apresentado por Álamo Meneses, no próximo sábado, pelas 16h30, no pólo do Pico da Urze da Universidade dos Açores.

(In Diário Insular)

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sexta-feira, março 06, 2009

242 Poetas Lançam Antologia Poética na 14ª Bienal do Livro do Rio

O livro “Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia – Ano IV” é o resultado de um projeto antigo, acalentado pelo escritor que dá nome ao prêmio literário. A quarta edição reúne 242 poetas do Brasil, Argentina, Espanha e Portugal, entre os quais partitipa Félix Rodrigues do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores. Para a maioria dos escritores esta é uma estréia em grande estilo, pois seu lançamento, durante a 14ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, é uma oportunidade ímpar. O evento ocorre no Rio Centro, de 10 a 20 de setembro de 2009.Valdeck Almeida acalentou a idéia do concurso desde seus 12 anos de idade, quando o escritor teve o primeiro contato com a poesia de Drummond, Castro Alves, Augusto dos Anjos e os cordéis escritos por vários gênios da literatura popular nordestina. Há 31 anos o Valdeck compõe poemas e se aventura pelo mundo dos contos e crônicas.O primeiro livro-filho, “Feitiço Contra o Feiticeiro”, no entanto, só veio à luz após vinte anos de gestação. Foi parido, parto normal, e caminha até hoje por este Brasil a fora. Valdeck Almeida de Jesus sabe o que correr atrás de editoras e receber não como resposta. Não queria que outros poetas tivessem a mesma sorte. Por isso, criou o “Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus”, que dá oportunidade a gente do mundo inteiro. Sobre o AutorValdeck Almeida de Jesus é um poeta e sonhador. Lançou os seguintes livros: “Heartache Poems. A Brazilian Gay Man Coming Out from the Closet”, iUniverse, New York, USA, 2004; “Feitiço Contra o Feiticeiro”, Scortecci, São Paulo, 2005; 20% da renda doada às Obras Sociais de Irmã Dulce; “Memorial do Inferno. A Saga da Família Almeida no Jardim do Éden”, Scortecci, São Paulo, 2005; 1ª edição – 100% da renda doada às Obras Sociais de Irmã Dulce; “Jamais Esquecerei do Brother Jean Wyllys”, Casa do Novo Autor, São Paulo, 2006; “1ª Antologia Poética Valdeck Almeida de Jesus”, Casa do Novo Autor, São Paulo, 2006; “Memorial do Inferno. A Saga da Família Almeida no Jardim do Éden”, Giz Editorial, São Paulo, 2007 – 2ª edição; 20% da renda doada às Obras Sociais de Irmã Dulce; Participa de mais de vinte antologias de poesias.

Título: “Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia – Ano IV” Org. Valdeck Almeida de Jesus, Giz Editorial Páginas: 280 Preço: R$ 30,00

Onde comprar: Giz Editorial (on-line).

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terça-feira, fevereiro 24, 2009

Poesia açoriana selecionada em antologia nacional de poetas contemporâneos

A Chiado Editora lançou recentemente uma antologia de poetas contemporâneos, intitulada "Entre o Sono e o Sonho", onde foram incluídos poemas de Aníbal Raposo, Sara Almeida Santos e Félix Rodrigues, três nomes sonantes do universo poético açoriano.
Sara Almeida Santos nasceu a 2 de Setembro de 1982, em Lisboa, onde se licenciou em Ciências da Comunicação, em 2004. No mesmo ano, começou a sua actividade profissional como jornalista em São Miguel, terra que passou a chamar sua, desde então. À questão "qual é a principal temática da sua obra?", Sara Santos responde simplesmente "É o Amor." Justifica-o dizendo que "o amor é fundamental a todos nós e é sempre um tema inspirador, para o bem e para o mal, na dor e na alegria, o amor é sempre inspirador." Para Sara Santos, é fácil identificar os traços distintivos da poesia açoriana. "Eu penso que a poesia açoriana é muito mais marcada pela natureza, ou seja, tem sempre algum tipo de ligação ao meio ambiente, às coisas que não são feitas pelo Homem. Há sempre metáforas e analogias entre o Homem e a própria natureza". A poetisa mostra-se verdadeiramente optimista no que diz respeito ao panorama da poesia açoriana - "estamos a viver um período muito bom a nível literário, tanto a nível regional como a nível nacional". Félix Rodrigues é outro dos poetas açorianos incluídos na antologia. Licenciado em Física pela Universidade de Lisboa e Doutorado em Poluição Atmosférica pela Universidade dos Açores, publica numa base semanal, num jornal local, uma página que pretende fundir as temáticas ambientais com a poesia. Esta relação improvável entre o mundo racional e objectivo da ciência e o universo intimista e subjectivo da poesia é facilmente explicada por Félix: "A poesia é uma forma de sentir o mundo, a ciência uma forma de interpretá-lo, a tecnologia a ferramenta para domá-lo. Penso ser difícil tentar interpretar o mundo sem o sentir, e mais ainda, domá-lo sem o entender." As alterações climáticas e a destruição do ambiente são motivos de grande inquietação para o poeta. Como nos explicou, a sua obra centra-se nestas questões "porque o mundo entrou em crise ambiental. Porque o futuro dos meus filhos e netos, reais ou virtuais, depende daquilo que eu sou capaz de fazer hoje. Porque acredito que toda a gente é capaz de ver o que vejo e de sentir o que sinto. Porque entendo que o futuro da humanidade só existe com um desenvolvimento sustentável. Nesse contexto, sou impelido a partilhar o que sinto e o que vejo". Aos jovens açorianos que se interessam pela escrita poética, Félix Rodrigues pede que "Sintam, escrevam, partilhem!" "Assumir que se escreve poesia é arcar com a responsabilidade de um homem livre", declara. O Açoriano Oriental Online tentou contactar Aníbal Raposo, o que até ao fecho desta edição se revelou infrutífero.

(In Isidro Fagundes - Açoriano Oriental)

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segunda-feira, fevereiro 23, 2009

NOS AÇORES -Descobertas 82 novas variedades de macieira

Investigadores do Centro de Biotecnologia da Universidade dos Açores (CBUA) descobriram 82 novas variedades regionais de macieiras nos Açores, que vão ser apresentadas pela primeira vez na próxima semana em Angra do Heroísmo.
A informação foi avançada ontem à Agência Lusa por David Horta Lopes, investigador do CBUA do Departamento da Ciências Agrárias que disse “ter sido realizada uma caracterização morfológica da árvore e do fruto”.
Pela primeira vez, “é apresentado o grau de ploidia (número de cromossomas) das variedade e uma tabela com o perfil alélico (genoma da planta) resultante da sua caracterização molecular”.
David Horta Lopes realça a importância desta descoberta por “permitir passar a contar com um bom repositório de variedade da macieira”.
A segunda parte do trabalho será “o estudo agronómico das variedades” para determinar “se serão boas ou não para produção de frutos e consumo público”, explicou o investigador.
“Algumas daquelas variedades poderão vir a ser utilizadas como porta-enxertos” enquanto outras “poderão ou não manifestar um maior grau de resistências a diversos problemas fitossanitários”, acrescentou.
Segundo David Horta Lopes os estudos poderão também permitir determinar se estas novas variedades possuem características adequadas para aplicação em desenvolvimento agrário ou mesmo na área da saúde.
Os trabalhos inseridos no projecto Germobanco III, foram desenvolvidos ao longo de cinco anos por equipas da Universidade dos Açores, dos serviços de Desenvolvimento Agrário de diversas ilhas e da cooperativa de hortofrutifloricultores FRUTER.
O projecto Germobanco, que foi apoiado, até ao momento, com 3,5 milhões de euros pelo programa Europeu Interreg III B pelas Associações Agrícolas e envolve a participação das universidades arquipélagos dos Açores, Madeira e Canárias.
Já foram investigadas dezenas de variedades de milho, feijão, cebola, favas, macieiras, castanheiros, batata-doce e inhames.
O objectivo final do projecto é a constituição de um banco de variedades tradicionais dos três arquipélagos da Macaronésia.
(In A União)

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domingo, fevereiro 22, 2009

Macieiras dos Açores Lançamento de Livro

“Cultivares de Macieiras dos Açores “ é o título de um livro que será lançado, a 26 de Fevereiro, no auditório do Complexo Pedagógico do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, no Pico da Urze, Angra do Heroísmo.

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