terça-feira, julho 28, 2009

Açores e Espinho na rota do ano que comemora os céus

Portugueses recebem prémio internacional por acções feitas durante as “100 Horas de Astronomia”.


Uma investigadora do Instituto Superior Técnico e a Fundação Navegar foram premiadas pela Comissão do Ano Internacional de Astronomia (AIA2009) pelas actividades relevantes que puseram em marcha no âmbito do projecto “100 Horas de Astronomia”. Ana Mourão, investigadora do IST e da CENTRA, pôs as Flores no mapa do Ano Internacional da Astronomia. A cientista promoveu observações astronómicas e nove palestras científicas em seis ilhas dos grupos ocidentais e centrais dos Açores, reunindo mais de mil estudantes açorianos. A comissão internacional reconheceu-lhe o mérito atribuindo o prémio "Participação Individual Marcante". "Este tipo de iniciativas é um modo de apoiar as escolas e de fazer notar que as barreiras geográficas, que por vezes justificam a insularidade, podem e devem ser ultrapassadas. No nosso caso, a Astronomia permitiu mostrar que estamos todos no mesmo planeta", esclarece Ana Mourão. Na ilha das Flores todos os alunos do 4.º ao 12.º ano assistiram às celebrações das “100 horas de Astronomia”. O Centro Multimeios de Espinho gerido pela Fundação Navegar foi destacado com uma menção honrosa pela actividade “Acampar no Planetário”, em que as crianças podiam passar uma noite dentro do Planetário, onde observavam as constelações e ouviam os sons como se estivessem ao relento. "O facto de termos conjugado um céu estrelado com um fundo sonoro onde se ouviam os ruídos nocturnos da natureza, incluindo um sino de uma igreja distante devidamente sincronizado com a hora, conseguiu transmitir aos participantes um sensação de não estarem no planetário mas a acampar na realidade e contribuiu para que a iniciativa seja tão bem recebida pelo público", lembra António Pedrosa, responsável pela fundação. Este prémio é "uma validação e um reconhecimento pelo trabalho realizado no Centro Multimeios de Espinho no campo da cultura e promoção da ciência e em particular da Astronomia".As "100 Horas de Astronomia" alcançaram milhões de pessoas em todo o mundo. De 2 a 5 de Abril organizaram-se 2370 eventos registados.

(in Público)

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segunda-feira, julho 20, 2009

Açorianos promovem debate em Cabo Verde

A percepção da população da ilha Terceira sobre as alterações climáticas foi um dos temas apresentados no Congresso de Ciência Regional, em Cabo Verde.
Cerca de 60 autores da Universidade dos Açores reuniram-se em Cabo Verde num encontro que conjugou o 2º Congresso Lusófono de Ciência Regional, o 1º Congresso de Ciência Regional de Cabo Verde, o 15º Congresso da Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional e o 3º Congresso de Gestão e Conservação da Natureza.
O evento, realizado na Cidade da Praia, Ilha Santiago, contou com a presença de cerca de 250 congressistas. O Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores foi um dos que registou mais participação. No total foram apresentados doze estudos sobre variadas temáticas.
Percepção de risco das Alterações Climáticas Globais em ilhas - A percepção dos Terceirenses no Arquipélago dos Açores, Portugal foi um dos trabalhos apresentados por Félix Rodrigues, Manuela Figueiredo e Luísa Lima.
O estudo realizado com base num inquérito a 250 habitantes da ilha Terceira foi tese de mestrado de Manuela Figueiredo. As conclusões do estudo demonstraram que apesar de terem ideias concretas sobre determinados fenómenos, as pessoas nem sempre conseguem fazer uma ligação entre eles.
De acordo com Félix Rodrigues, um dos factos comprovados com o estudo prende-se com a importância que a população da ilha atribui à problemática. “As alterações climáticas globais não são a principal prioridade das pessoas”, revela.
Em primeiro lugar surge o terrorismo, seguido da SIDA e da fome. Só em quarto lugar aparecem as preocupações climáticas. Os dados provam ainda que é a comunicação social que marca a agenda de preocupações da população.
Segundo o professor da Universidade dos Açores, a população mostrou ainda utilizar mecanismos de protecção do próprio indivíduo, uma vez que tendem a pensar que o problema só atingirá primeiro países longínquos.
Os investigadores defendem, portanto, uma estratégia de promoção adequada e feita por cientistas, dado que os inquiridos atribuíram mais credibilidade aos cientistas do que a políticos, por exemplo.
Para combater a má informação, os especialistas acreditam ser necessário utilizar uma linguagem mais apropriada, assim como desmistificar algumas confusões. A título de exemplo, Félix Rodrigues salienta a confusão feita entre os conceitos de buraco do ozono e aquecimento global.

TRABALHO DE MARIA HELENA GUIMARÃES DISTINGUIDO

Prémio Bartolomeu da APDR atribuído a investigadora da Uaç.
Maria Helena Guimarães, do Gabinete de Conservação e Gestão da Natureza do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, venceu o prémio “Bartolomeu”, da Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional (APDR).
O trabalho de Maria Helena Guimarães intitulava-se “O uso da metodologia-Q para obter intervenientes – Discursos sobre o desenvolvimento futuro da zona da Costa da Ria Formosa, no sul de Portugal”.
O Prémio “Bartolomeu” é atribuído a cientistas com menos de 33, que apresentem um trabalho individual em sessões do Congresso da APDR.
O prémio é atribuído pela apreciação de um júri constituído pelo director da Revista Portuguesa de Estudos Regionais e mais dois cientistas por ele nomeados. A Coerência conceptual, a relevância para a ciência regional e o impacto no desenvolvimento regional foram os critérios de apreciação.
O trabalho a concurso utilizava uma nova metodologia com significado estatístico que permitia identificar critérios para uma estratégia efectiva e eficaz de conservação do sistema lagunar da Ria Formosa, no Algarve. Os diferentes grupos sociais, com interesses na área, têm diferentes perspectivas e desejos de conservação para o lugar.
A análise levada a cabo pela autora permitiu identificar esses discursos e as distintas perspectivas a serem integradas na gestão e conservação do sistema lagunar em análise e com possibilidades de aplicação a outros domínios.
(in Diário Insular)

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quinta-feira, julho 16, 2009

Maria Helena Guimarães vence prémio Bartolomeu da Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional

Foi vencedora do Prémio Bartolomeu, durante o 15º Congresso da Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional, de 6 a 11 de Julho de 2009, na Universidade Piaget na cidade da Praia, Cabo Verde, o trabalho de Maria Helena Guimarães, do Gabinete de Conservação e Gestão da Natureza do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, com o título: The use of Q-methodology to obtain stakeholder Discourses on the future development of Ria Formosa Coastal zone, south of Portugal.
O Prémio Bartolomeu é atribuído a cientistas com menos de 33 anos no dia 15 de Julho de cada ano, que apresentem um trabalho individual em sessões do Congresso da APDR. O prémio é atribuído pela apreciação de um júri constituído pelo director da Revista Portuguesa de Estudos Regionais e mais dois cientistas por ele nomeados. Os critérios de apreciação são: a coerência conceptual, a relevância para a ciência regional e o impacto no desenvolvimento regional.


Resumo
The lagoon system of Ria Formosa is important for both nature conservation and economic development. Its important ecological characteristics have been reemphasized by its protection by national law since and its inclusion in international conservation instruments. In the last decades, increasing threats to the area have appeared. These threats are identified in the different management plans which include this area; however institutional complexity has delayed the development of effective solutions.
Effectiveness cannot be easily measured, since different stakeholders use different criteria as the basis of their opinion. An effective strategy for nature conservation necessarily involves using stakeholder analysis. Without these steps, policies may fail to gain sufficient political and local support to be made into rules, and even if they are, they will often lack enough support among local people to be effective. The purpose of this study is to investigate discourses concerning future management of Ria Formosa coastal zone. This article focuses on stakeholder analysis with Q methodology. The objective is to understand both the identities and desires of local stakeholders in their own terms and categories, instead of making assumptions about their problems and needs. In February 2007, we did thirty interviews among 10 different groups of stakeholders. From these interviews, 31 statements were taken as being the most common discourse. Using these statements a questionnaire was performed to 22 new individuals. Participants were asked to sort the 31 statements according to how important or not they were to them. These results were then analyzed using factor analysis.
This study revealed four distinct discourses on the future development of this area: environmental education and capacity building; fisheries and ecotourism development; bureaucracy, land planning and fisherman conditions; environmental quality, integration and organization. Theses Discourses are analyzed in detail and compared with the new action program in Ria Formosa, POLIS 2008. It concludes that the action planned in POLIS 2008 covers most of the concerns that stakeholders identified. The major conflict area identified concerns demolition actions of part of the houses existing in some of the barrier island of the lagoon system. In order to prevent conflict situation, communication and information strategies should be developed.
(In Cabo Verde - Redes de Desenvolvimento Regional)

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segunda-feira, julho 13, 2009

Sessões de Posters em Ciências Marinhas nos Açores – 2007, resultados

Posters de jovens investigadores do Centro do IMAR, Departamento de Oceanografia e Pescas, obtêm primeira classificação nas categorias de Melhor Componente Social e na de Melhor Poster. As sessões de Posters em Ciências Marinhas nos Açores – 2007, dedicadas a divulgar as Ciências Marinhas e assuntos relacionados, tiveram um total de 28 participantes nacionais e estrangeiros, cobrindo diversas áreas relacionadas com as Ciências Marinhas. Com organização do Observatório do Mar dos Açores, o evento resultou de uma parceria informal de três Departamentos da Universidade dos Açores. O Departamento de Biologia, o Departamento de Ciências Agrárias e o Departamento de Oceanografia e Pescas, através dos seus investigadores.
As sessões decorreram de 17 a 30 de Novembro 2007, nas instalações da Fábrica da Baleia de Porto Pim, sede do Observatório do Mar dos Açores; e de 22 a 25 de Abril 2008, no hall do Departamento de Biologia, em Ponta Delgada.

Estiveram em exibição 38 posters, dos quais, 26 cumpriam os requisitos do concurso. A classificação foi bastante renhida, perante o escrutínio do público visitante, com vários exequos nas segundas e terceiras posições, estando todos de parabéns.
Na categoria de Melhor Design e na de Melhor Contributo Regional, Ana Velosa et al. (2007), Molluscs of the Infra- and Circalittoral of the Azores: the story of a field-trip of an undergraduate Malacology class.
Na categoria de Melhor Componente Social, Cláudia Oliveira et al. (2007), The whale watching activity in the Azores archipelago.
Na categoria de Melhor Poster, vence Rui Guedes et al. (2007), Effects of capture, handling and transmitter implantation in the red porgy.

(in IntraDOP)

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sábado, julho 11, 2009

REVELA RICARDO SALGADO BES quer apoiar projectos "mais importantes" nos Açores

O presidente do Banco Espírito Santo (BES), Ricardo Salgado, manifestou 6ª feiranibilidade daquela instituição bancária em "apoiar projectos mais importantes" nos Açores que possam surgir na área das infra-estruturas e energias renováveis."O Banco Espírito Santo em parceria com o BES nos Açores está em condições de apoiar projectos mais importantes na área das infra-estruturas, das energias renováveis", afirmou Ricardo Salgado, em declarações aos jornalistas, após uma audiência com o presidente do Governo dos Açores.Segundo disse, o BES está hoje muito forte, apesar da crise financeira internacional e está em condições de poder apoiar estas iniciativas."O sector dos resíduos é um sector que pode ter interesse e no qual nos poderemos envolver", acrescentouNo encontro com o presidente do Governo Regional dos Açores, Ricardo Salgado disse também ter sido abordada a possibilidade do BES participar em novos projectos na área industrial.O presidente do Governo dos Açores destacou "a proximidade e a atenção" do BES às questões que envolvem a Região."O BES sendo um banco com sede na nossa Região Autónoma, é um interlocutor privilegiado das nossas políticas, sem perda da autonomia e dos campos de actuação de cada um", frisou Carlos César.Elogios a PinhoPor outro lado, o presidente do BES afirmou que Manuel Pinho "foi um bom ministro", destacando "a importante" intervenção na execução da politica das energias renováveis em Portugal, diversificação dos mercados e "papel significativo" no turismo."O ministro Manuel Pinho foi um bom ministro, com uma intervenção muito importante na execução da política das energias renováveis em Portugal. Lamentamos aquilo que se passou e julgamos que é uma pena que ele não possa dar mais contribuição ao país num momento como este", disse Ricardo Salgado.Ricardo Salgado falava em Ponta Delgada, onde participou na reunião da comissão executiva do BES com o conselho de administração do BES/Açores e numa conferência para atribuição do Premio BES Inovação a Gui Menezes do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores.Em declarações à agência Lusa, o presidente do BES considerou ainda que Manuel Pinho "teve uma intervenção significativa" na área da "diversificação dos mercados" para as empresas portuguesas, "deslocando-se muitas vezes ao exterior acompanhado de muitos empresários portugueses de diversas dimensões".Ricardo Salgado sublinhou também o "papel significativo" de Manuel Pinho na área do turismo, "ajudando a dar mais ânimo e dinâmica" ao sector."Fez tudo quanto pode para manter postos de trabalho e julgo que isto foi louvável", frisou o presidente do BES.

(in A União)

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sábado, maio 16, 2009

EM FESTIVAL NA COVILHÃ -TUSA arrecada cinco prémios

A Tuna Universitas Scientiarum Agrariarum (TUSA) do pólo da Terra Chã da Universidade dos Açores teve uma participação meritória no VII Festubi – Festival de Tunas da Universidade da Beira Interior, realizado na Covilhã, arrecadando cinco prémios.
Segunda melhor tuna, Tuna mais tuna, Melhor porta-estandarte, Melhor Pasacalles e Tuno “Abutre”, prémio correspondente ao tuno que melhor encorpou o espírito académico durante o festival, ganho por Eduardo Silveira, mais conhecido por “Pico”, foram as distinções arrebatadas pela tuna terceirense naquela que foi a sua primeira participação neste festival organizado pela Desertuna, Tuna Académica da Universidade da Beira Interior.
Luís Godinho, presidente da TUSA, descreve a passagem da tuna pela Covilhã como “muito positiva, é uma cidade lindíssima e muito acolhedora, onde estudam muitos açorianos que julgo ficaram orgulhosos da nossa participação no festival”. O sucesso dentro e fora dos palcos dos 30 tunantes do Pólo da Terra Chã da Universidade dos Açores presentes na Covilhã deu azo a um convite para regresso à cidade beirã para a VIII edição do Festubi, tendo a TUSA, por sua parte, endereçado convite à Desertuna para visitarem a Terceira por ocasião do seu Festival Ciclone.
A TUSA deverá regressar ao Continente no final de Novembro para uma actuação em Beja.
O Festubi decorreu a 17 e 18 de Abril, tendo participado no concorro, para além da TUSA, a anTunia – Tuna de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, a Tuna Académica do Instituto Superior de Engenharia do Porto e a Tuna Académica da Universidade Lusíada de Famalicão.
(In A União)

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quinta-feira, abril 16, 2009

Candidaturas ao concurso regional de empreendedorismo abertas a partir de quarta-feira

As candidaturas à edição deste ano do Concurso Regional de Empreendedorismo, criado pelo Governo Regional para estimular a renovação de tecido económico e promover a criação de bons planos de negócios, abrem a partir da próxima quarta-feira. A iniciativa pretende, ainda, proporcionar aos jovens com potencial empreendedor condições facilitadas para reunirem capital próprio para a implementação das suas ideias e a sua transposição para o mundo empresarial. Ao concurso podem candidatar-se projectos sustentados por planos de negócios que sejam inovadores, exequíveis e respondam a necessidades do mercado. Os projectos a concurso deverão ser susceptíveis de dar origem, no mercado onde pretendem actuar, a novos produtos, processos ou sistemas, ou à introdução de melhorias significativas em produtos, processos ou sistemas já existentes, que possam ser inseridos, de forma coerente, em estratégias empresariais. As candidaturas deverão corresponder a projectos originais, que não tenham beneficiado de apoios ou prémios públicos em outras iniciativas semelhantes. Os concorrentes deverão ser pessoas singulares, com idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos, que poderão concorrer individualmente ou em grupo. Ao primeiro, segundo e terceiro melhores planos de negócios serão atribuídos prémios no valor de 5.000, 4.000 e 3.500 euros, respectivamente. Os premiados poderão receber, igualmente, um prémio suplementar, no valor de 5.000 euros, a integrar no capital social de empresas a criar, caso pretendam concretizar os negócios propostos nos 6 meses subsequentes à cerimónia de entrega dos prémios. Ao melhor plano de negócios proveniente da Universidade dos Açores será ainda atribuído um prémio suplementar no valor de 5.000 euros, ao abrigo de um protocolo estabelecido entre aquela academia e o Millennium BCP. O prazo de apresentação das candidaturas decorre entre 15 de Abril e 31 de Julho e encontra-se já disponível no Portal do Governo Regional dos Açores em http://www.azores.gov.pt/ o formulário de candidatura, bem como todas as informações relevantes.
(In Diário dos Açores)

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sexta-feira, março 06, 2009

242 Poetas Lançam Antologia Poética na 14ª Bienal do Livro do Rio

O livro “Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia – Ano IV” é o resultado de um projeto antigo, acalentado pelo escritor que dá nome ao prêmio literário. A quarta edição reúne 242 poetas do Brasil, Argentina, Espanha e Portugal, entre os quais partitipa Félix Rodrigues do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores. Para a maioria dos escritores esta é uma estréia em grande estilo, pois seu lançamento, durante a 14ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, é uma oportunidade ímpar. O evento ocorre no Rio Centro, de 10 a 20 de setembro de 2009.Valdeck Almeida acalentou a idéia do concurso desde seus 12 anos de idade, quando o escritor teve o primeiro contato com a poesia de Drummond, Castro Alves, Augusto dos Anjos e os cordéis escritos por vários gênios da literatura popular nordestina. Há 31 anos o Valdeck compõe poemas e se aventura pelo mundo dos contos e crônicas.O primeiro livro-filho, “Feitiço Contra o Feiticeiro”, no entanto, só veio à luz após vinte anos de gestação. Foi parido, parto normal, e caminha até hoje por este Brasil a fora. Valdeck Almeida de Jesus sabe o que correr atrás de editoras e receber não como resposta. Não queria que outros poetas tivessem a mesma sorte. Por isso, criou o “Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus”, que dá oportunidade a gente do mundo inteiro. Sobre o AutorValdeck Almeida de Jesus é um poeta e sonhador. Lançou os seguintes livros: “Heartache Poems. A Brazilian Gay Man Coming Out from the Closet”, iUniverse, New York, USA, 2004; “Feitiço Contra o Feiticeiro”, Scortecci, São Paulo, 2005; 20% da renda doada às Obras Sociais de Irmã Dulce; “Memorial do Inferno. A Saga da Família Almeida no Jardim do Éden”, Scortecci, São Paulo, 2005; 1ª edição – 100% da renda doada às Obras Sociais de Irmã Dulce; “Jamais Esquecerei do Brother Jean Wyllys”, Casa do Novo Autor, São Paulo, 2006; “1ª Antologia Poética Valdeck Almeida de Jesus”, Casa do Novo Autor, São Paulo, 2006; “Memorial do Inferno. A Saga da Família Almeida no Jardim do Éden”, Giz Editorial, São Paulo, 2007 – 2ª edição; 20% da renda doada às Obras Sociais de Irmã Dulce; Participa de mais de vinte antologias de poesias.

Título: “Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia – Ano IV” Org. Valdeck Almeida de Jesus, Giz Editorial Páginas: 280 Preço: R$ 30,00

Onde comprar: Giz Editorial (on-line).

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domingo, janeiro 18, 2009

IV Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia - edição 2008

Foram divulgados os resultados do "Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus"- edição de 2008, entre os quais se encontra do docente do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, Félix Rodrigues.

O Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia, edição 2008, anuncia os poetas selecionados. O livro deve estar pronto em final de julho/2009. Criado em 2005 pelo escritor e poeta Valdeck Almeida de Jesus (*), o prêmio é um dos mais importantes da literatura brasileira, pois tem inscrições gratuitas e dá oportunidade a poetas do Brasil e do Mundo de terem seus trabalhos publicados. Durante as edições passadas, foram lançados mais de 300 novos poetas no mercado editorial. Os livros são lançados em feiras de livro e em bienais da Bahia e São Paulo. Em 2008, durante a 20ª Bienal de Sampa, a antologia foi lançada no estande da Giz Editorial e reuniu escritores e poetas do país inteiro. Para 2009, Valdeck promete lançar mais de 200 poetas na Bienal do Rio de Janeiro, prevista para setembro.

A lista dos seleccionados para este ano são:

Adalberto Caldas Marques, Adenir B. G. L. de Souza, Adriana Aparecida de Oliveira Pavani, Adriana E. Dellorefiche, Aidner Mendez Neves, Alana Marques da Silva, Alex Bruno Rodrigues de Jesus, Alexandre Guimarães da Costa Alecrim, Aléxis Cerqueira Góis, Allan Pitz Ribeiro de Souza, Altair Fonseca Ramos, Álvaro Reis, Ana Cristina Afonso Cavazzana, Ana Nery Pereira da Silva, Anair Weiricch André Chamun Calazans, André Sesti Diefenbach, Andréa Muroni, Andreev Augusto Pena da Veiga, Andréia Moro Maranho, Angela Togeiro, Anna Maria Avelino Ayres, Antônio Boavida Pinheiro, Antônio Carlos Assis Alves, Antonio Cícero da Silva, António dos Santos Boavida Pinheiro, António Félix Flores Rodrigues, Antonio Jorge Abdalla, Camila Carillo Bahia, Carla Sofia Lopes Ribeiro, Carlos Alberto Ribeiro, Carlos Alberto Silva, Carlos Alexandre da Silva, Carlos Antonio Leite, Carlos Augusto Sousa Borges, Carlos Augusto Souto de Alencar, Carlos Cesar Bordignon Ribeiro, Carlos Eduardo Marcos Bonfá, Carlos Eduardo Pereira Theobaldo, Carlos Roberto Pina de Carvalho, Carmen Vervloet, Cassiane Schmidt, Chrystiane Akegawa Garcêz, Cinthia Nunan Baptista Kriemler, Cláudia Faria Pereira, Claudia Gomes da Cunha, Crisália Souza Silva, Cristiano de Souza, Darcy Ribeiro da Cruz, Denis Marangoni dos Santos, Diamantino Ferreira, Diego Lopes da Silva Alves, Dilermando Mota Sales, Dorli Gromowski Bessega, Ed Carlos Alves de Santana, Ednei Freires dos Santos, Édson Augusto Alves, Edson José Lins Costa, Edson Teigi Hirae, Eduardo de Paula Nascimento, Elaine de Cássia Bender, Elaine Milena Ramos, Eloísa Menezes Pereira, Elton Junior Martins Marques, Emerson Antonio Miguel, Eraldo Souza dos Santos, Erinaldo Barbosa da Silva, Eulália Cristina Costa e Costa, Eurípedes da Silva, Evandro Figueiredo Candido, Evelyne Santana da Silva, Everaldo Martins Gomes, Éverton Germano Araújo Melo, Fabricio Martines Alves, Fátima Venutti, Fernando de Sousa Pereira, Fernando Ernesto Baggio Di Sopra, Fernando Ferragut Paganatto, Filipe Barcelos de Faria, Flávio Cardoso Reis, Francisco Evandro de Oliveira, Francisco José Raposo Ferreira, Francisco José Sobreira de Matos, Genardo Chaves de Oliveira, Generino Gabriel de Jesus, Geraldo Ferreira da Silva, Geraldo Trombin, Gerci Oliveira Godoi, Geyme Mannes Correa, Geziel Ramos Silva, Gilberto Marassi de Loiola Leite, Gilson Santos de Jesus, Giomário Nunes Torres, Giovani Guedes Iemini de Rezende, Heitor Trindade da Silva, Heloísa Bueno de Moraes, Hênio Delfino Ferreira de Oliveira, Heric Steinle, Isa Carolina Soares de Souza, Isabel Florinda Furini, Isis Araújo Ferreira de Carvalho, Ivaneti Nogueira de Jesus Silveira, Izilda de Camargo, Jackson Alessandro de Andrade Caetano, Jaélzia Denise Barreto Crespo, Rangel Jânia Maria Souza da Silva, Jean Carlo Silva, Jean Rocha Teixeira Duarte, Jéferson dos Santos, Jefferson Carvalhaes de Oliveira Souza da Silva, João Carlos Rodrigues Galvão, João Pedro Seibel Wapler, Joice Souza Cerqueira, Jorge Guilherme Tomaz de Alarcão Potier, José Alberto Lopes, José Carlos da Silva, José Luiz Amorim, José Maciel Neto, José Moreira da Silva, José Renato Barbosa Valero, Josélia Pena Castro, Josete Maria Vichineski, Juçara Regina Viegas Valverde, Juliana de Araújo Bumbeer, Juliana Farias Pacheco, Julieta Santoni Suzano, Jussára Custódia Godinho, Juventino José Galhardo Júnior, Karen Raicher Muscalu, Karoline de Souza Viana, Leandro Cunha de Assis, Lenita dos Santos Ferreira, Leonardo Silveira da Silva, Lorena Rodrigues de Souza, Lourdes Neves Cúrcio, Lucêmio Lopes da Anunciação, Lúcia Helena da Silva, Lúcia Regina Gomes de Lontra Costa, Luciane Maria Lopes Zanata, Luciano Henrique Pinto, Luciano Spagnol, Luís Alberto Gusmão Rocha, Luís Carlos de Oliveira Barbosa, Luís de Aguiar,Luís Fernando Amâncio Santos, Luiz Alberto Conceição Farias, Luiz Carlos Vieira, Luiz Godim de Araújo Lins, Luzdalva Silva Magi, Madson Hudson Rego Moraes,Marcel Franco da Silva, Marcela Cristiane da Silva, Márcia Regina de Araújo Duarte, Márcio de Jesus Souza, Marcio Dison, Marcio Fabiano Monteiro, Marco Antonio Coelho de Moraes, Maria Angela Manzi da Silva, Maria Apparecida S. Coquemala, Maria de Fátima de Moraes Marques Henriques, Maria Del Carmen Britto Mendez, Maria Santana Leite, Maria Valeska Berardo Pessoa de Souza, Mariana da Silva Mourão, Mariana Sierra de Oliveira, Marina Gomes de Souza Valente, Marlene Amélia de Nazareth, Marlene Correia Ferraz, Marlon Couto Ribeiro, Matheus Bueno de Bueno Funfas, Mauro Cesar Bartolomeu, Maycon Cypriano Batestin Michelle de Castro Pannunzio, Mónica Susete Curado Godinho Cunha, Neida Rocha, Nilcéia Gazzola, Nildes Trigueiros Rodrigues, Nilmário Pereira dos Santos Quintela, Nilo dos Anjos Gomes, Norberto Antonio, Paula Cristina Fraga Alves, Paula Miasato, Paulo Assim, Paulo Vitor Barbosa dos Santos, Pedro Gade Rodrigues, Pedro Márcio Arantes Di Pietro, Rafaela Beatriz Dias Ferreira, Raimundo Teixeira Sousa Filho, Raul Felipe Schmidt Machado, Regina Prieto Romolo Guilherme Barbosa, Reginaldo Correia da Silva, Reginaldo Costa de Albuquerque, Régis Arantes de Freitas, Renata Iacovino, Renata Paccola Frischkorn, Renata Rimet Ramos Silva, Ritamar Invernizzi, Robinson Silva Alves,Robson Gomes de Brito, Rodrigo Cézar Limeira, Rodrigo Rocha Pita, Roque Aloisio Weschenfelder, Rosana Banharoli, Rosário Bernardo Santos, Rose Gonçalves, Roseli Princhatti Arruda Nuzzi, Samuel Freitas de Oliveira, Sara Souza Gehlen, Saulo Miranda Feitoza, Semi Gidrão Filho, Sergio Trochinski, Simone Alves Pedersen, Simone Maria de Lima Lessa, Sônia Maria Ferraz, Sonia Maria Lobo Moreira da Silva, Sonia Maria Nogueira, Suzana Arruda Cordts, Suzana Dulce Corrêa Fagundes Taiane, Caroline Cruz Talita, Paula Machado Lobo, Tássio Simões Cardoso, Tatiana Alves Soares Caldas, Teresinha Gatelli, Theo Gonçalves Negreiro de Braga, Thiago Paes de Barros de Luccia, Tiago Oliveira Cardoso, Trajano Amaral de Oliveira, Ubiracy Olimpio da Silva, Uili Bergamin, Valquíria Gesqui Malagoli,Valter Rodrigues Mota Vanessa Campos Ratton Ferreira, Varenka de Fátima, Vera Maria Puget Blanco Bao, Verônica Miranda, Vinícius Lima dos Reis, Virgínia Marília Candeias Santos Mareco, Vladimir Silva, Wagner Paiva Fernandes, Weder Alves Barbosa da Silva, Wilson Kleber Falcão de Alencar, Ygor Moretti Fiorante, Yolanda Soares de Souza e Zara Patricia Mora Vázquez.

Biografia do poeta organizador do prêmio:

VALDECK ALMEIDA DE JESUS é funcionário público federal, nasceu a 15 de fevereiro de 1966 em Jequié/BA, onde viveu até aos seis anos de idade, quando foi residir na Fazenda Turmalina (região de Itagibá/BA), onde continuou a estudar em escola pública até os 12 anos de idade. Aluno exemplar retornou a Jequié/Ba para se matricular na 5ª série do primeiro grau, em escola pública. Ingressou nas Faculdades de Enfermagem e de Letras, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia em 1990; na Faculdade de Turismo, na Faculdade São Salvador, não concluindo os cursos. Reside em Salvador, desde fevereiro de 1993. Atualmente faz o curso de Jornalismo na Faculdade Social da Bahia.Na capital, fez cursos de informática, teatro, relações humanas e fotografia. Fez, ainda, curso de espanhol durante dois meses em Madri (Espanha), Santa Elena de Uairen (Venezuela), Puerto Iguazu (Argentina), Ciudad del Este (Paraguay) e La Habana (Cuba) e de inglês por três anos em Salvador, complementado por curso intensivo de três meses em Nova York, Estados Unidos. Prêmios Literários:a) Menção Honrosa em 1989 no 1° Concurso Nacional de Poesia, promovido pelo Instituto Internacional da Poesia, de Porto Alegre/RSb) e no Concurso Literário Oswald de Andrade, promovido pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, em 1990, na cidade de Jequié/BAc) Classificação no concurso literário Bahia de Todas as Letras, promovido pela Universidade Estadual de Santa Cruz, em Ilhéus/Ba, no ano de 2007, com o conto “Eu e o Word”, com nota 7 (sete)d) Classificação no concurso literário realizado pelo Sindicato dos Trabalhadores no Poder Judiciário Federal da Bahia, com a crônica “Alice”, no ano de 2007, em Salvador/BAe) Destaque no XII Concurso de Poesias, Contos e Crônicas realizado em 2007 pela ALPAS XXI, em Cruz Alta/RS com o texto “Minha paixão por livros”.f) Prêmio Luiz Mott de Cidadania 2008, pelo conjunto da obra, pela defesa dos direitos humanos e dos homossexuais, em indicação feita pelo Glich – Grupo Liberdade, Igualdade e Cidadania Homossexual, de Feira de Santana/Ba. Participa das antologias:“Poetas Brasileiros de Hoje –1984”, Shogun Arte, Rio de Janeiro, 1984; “Transcendental”, publicado em Salvador em 1996, pela Editora Gráfica da Bahia; “II Antologia Cultural: 500 Anos de Língua Portuguesa no Brasil”, Clube de Letras, Barra Bonita/SP, 2005; “Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos 14º volume”, Câmara Brasileira de Jovens Escritores, Rio de Janeiro, 2005; “Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos 15º volume”, Câmara Brasileira de Jovens Escritores, Rio de Janeiro, 2005; “Letras Libertas - Contos, Crônicas e Poesias - Vol 2”, Ilha das Letras, Santa Catarina, 2005; “XV Concurso Internacional Literário de Verão”, Agiraldo, São Paulo, 2005;“Palavras que Falam”, Scortecci, São Paulo, 2005; “Todas as Formas de Amar”, Casa do Novo Autor, São Paulo, 2005; “O Amor na Literatura”, São Paulo, Casa do Novo Autor, 2005; “Livro de Ouro da Poesia Brasileira Contemporânea”, Câmara Brasileira do Jovem Escritor, Rio de Janeiro, 2005; “VII Antologia Nau Literária”, Komedi, São Paulo, 2005; “Ensaios Poéticos”, Academia Virtual Brasileira de Letras, 2005; “Poetry Vibes”, Poetry Vibes, Ohio, USA, 2005; “Ação e Reação. Pequenos Contos”, AVBL, São Paulo, 2005 (livro eletrônico);“Ensaio Poético. Natureza. Vida”, AVBL, São Paulo, 2005 (livro eletrônico);“Meu País é Este”, AVBL, São Paulo, 2005 (livro eletrônico);“20 Anos de Poesia – Caderno 32”, Oficina, Rio de Janeiro, 2005; “Pérgula Literária – VII”, EVSA, Rio de Janeiro, 2005;“Sangue, Suor e Lágrimas”, Arnaldo Giraldo, São Paulo, 2006; “Palavras Libertas”, Roma, Uberlândia/MG, 2007;“Amor, Sublime Amor”, Litteris, Rio de Janeiro, 2006; “XI Coletânea Komedi”, Komedi, Campinas, 2007;“Letras Intimistas”, aBrace, Montevidéu (Uruguay), 2007;“Primavera de 2006 – Inverno de 2007”, Via Litterarum e Editus (UESC), Itabuna/Ilhéus, 2007;“Retratos Urbanos”, Andross, São Paulo, 2008;“Poemas e Outros Encantos: nova coletânea”, Edir Barbosa Editor, Teixeiras/MG, 2008;“Elo de Palavras”, Scortecci, São Paulo, 2008;“Livro de Todos: o mistério do texto roubado”, coordenação Imprensa Oficial, São Paulo, 2008;“Salvador: 460 anos de poesia”. Organizador Roberto Leal – Omnira, Salvador/BA, 2008.Livros publicados de forma independente:“Heartache Poems. A Brazilian Gay Man Coming Out from the Closet”, iUniverse, New York, USA, 2004; Este livro reúne poesias de desabafo, muitas delas dedicadas a mulheres, quando na verdade o escritor falava de seus amores secretos, namorados homens.“Feitiço Contra o Feiticeiro”, Scortecci, São Paulo, 2005; Livro de poesias.“Memorial do Inferno. A Saga da Família Almeida no Jardim do Éden”, Scortecci, São Paulo, 2005; Conta a história da família do escritor Valdeck Almeida de Jesus, que enfrentou a fome e a miséria por mais de vinte anos e venceu. 100% da renda do livro foi doada às Obras Sociais Irmã Dulce.“Memorial do Inferno. A Saga da Família Almeida no Jardim do Éden”, Giz, São Paulo, 2007; 20% da renda do livro foi doada às Obras Sociais Irmã Dulce.Editor da “1ª Antologia Poética Valdeck Almeida de Jesus”, Casa do Novo Autor, São Paulo, 2006; “Jamais Esquecerei do Brother Jean Wyllys”, Casa do Novo Autor, São Paulo, 2005; “Poemas Que Falam”, Casa no Novo Autor, São Paulo, 2007.“Valdeck é Prosa, Vanise é Poesia”, Câmara Brasileira do Jovem Escritor, Rio de Janeiro, 2007.“30 Anos de Poesia”, Câmara Brasileira do Jovem Escritor, Rio de Janeiro, 2008.Trabalhos Diversosa) Expositor, como escritor independente, na Bienal do Livro da Bahia, em 2005 e 2007.b) Expositor no III Corredor Literário da Paulista, de 09 a 14 de outubro de 2007, em São Paulo/SPc) Participação no V Fórum Social Mundial, em Porto Alegre/RS, de 26 a 31 de janeiro de 2005; d) Participação, como organizador da Mostra de Arte e Cultura, no II Congresso Estadual do Sindjufe-BA, de 01 a 03.06.2007, no Hotel Sol Bahia Atlântico, em Salvador/BAe) Tem poemas publicados nos jornais de grande circulação da capital e do interior do estado da Bahia, além de jornais de Brasília/DF; Colaborador, desde 1985, do jornal A PROSA, de Brasília/DF. f) Colaborador da revista cultural Art’Poesia, de Salvador, editada por Carlos Alberto Barreto, que publica poemas de autores do mundo inteiro.g) Palestra na ong Vento em Popa, no bairro Jardim Gaivotas, em São Paulo, em 2007, com o tema “Motivação através da leitura”.h) Colunista do site www.zonamix.com.br desde fevereiro de 2006 e do site www.radarmix.com, desde março de 2006. Nestes e em outros sites do segmento GLSBTT, o escritor colabora sempre com matérias ligadas ao mundo gay, cobertura de paradas e eventos GLBTTS.i) Verbete do “Dicionário de Escritores Baianos”, Secretaria de Cultura e Turismo, Salvador, 2006.j) Membro da Federação Canadense de Poetas desde 2004.k) Membro da Associação Artes e Letras (França) desde 2005.l) Membro da União Brasileira de Escritores – UBE, desde março de 2006. m) Em 1987 participou da Diretoria Regional do Partido Comunista do Brasil e da União da Juventude Socialista - UJS, em Jequié/BA. Eleito o primeiro diretor de imprensa do Grêmio Estudantil Dinaelza Coqueiro, do Instituto de Educação Régis Pacheco, fundou o jornal Jornada Estudantil. n) Fundador do fã-clube do Jean Wyllys (www.jeanwyllys.com). Seu site profissional é www.galinhapulando.com O site Galinha Pulando apóia todos os eventos e movimentos de afirmação da cidadania, contra o racismo e, principalmente, contra a homofobia. Divulga também matérias e coberturas ligadas ao meio GLSBTT.o) Colaborador do Café Literário de Camaçari/Ba, evento realizado pela coordenação do PROLER – vários anos.Residente e domiciliado à Rua São Domingos Sávio, 155 – Edifício Gama – apartamento 401 – CEP 40050-520 – Nazaré, Salvador/Bahia, poeta e escritor, filho de Paula Almeida de Jesus e de João Alexandre de Jesus (ambos falecidos).

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terça-feira, dezembro 16, 2008

Tuna Sons do Mar - Prémios

A Tuna Sons do Mar recebeu dois prémios no encontro realizado pelo Havana! Estao todos de parabéns pelo empenho que demonstraram! Agora esperam que continue, pois tem o seu encontro em Janeiro! Nada de baixar os braços, há muito trabalhho pela frente!
Já agora deixa-se aqui o convite para os ex-membros da Sons do Mar, no dia 31 de Janeiro!

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quinta-feira, novembro 27, 2008

Gui Meneses do Departamento de Oceanografia e Pescas ganha prémio nacional

Gui Menezes, da Universidade dos Açores, ganhou um prémio no concurso nacional de inovação do Banco Espírito Santo com um projecto sobre medição de espécies piscícolas através de fotografia digital.

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segunda-feira, junho 30, 2008

Entrega de Prémios do Concurso Bandeira Azul 2008

Teve lugar na passada Sexta-feira a cerimónia de entrega dos prémios do Concurso Bandeira Azul 2008 , pelo Professor universitário do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, Félix Rodrigues, e pela Vereadora da Divisão de Cultura Dr.ª Luísa Brasil aos pequenos vencedores do concurso de desenho e pintura subordinado ao tema “AQUECIMENTO GLOBAL E AS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS NO LITORAL”, organizado pela Câmara Municipal de Angra do Heroísmo e pela CulturAngra, E.E.M., no âmbito das actividades da Bandeira Azul 2008. Aproveitando a ocasião o universitário e especialista da Universidade dos Açores alertou as crianças para a necessidade de adoptarem comportamentos adequados aos desafios colocados pelos actuais problemas ambientais, retendo, para tal duas palavras-chave: “Mitigação” e “Adaptação”. Mitigação no sentido de contribuírem para a prevenção das causas subjacentes às alterações climáticas, poupando energia, apagando as luzes e abrindo o frigorífico o menos possível, gastando menos papel, e evitando a produção de lixo. Adaptação, porque, como explicou é necessário adoptar novos comportamentos tais como poupar água ou não construir futuramente casas ao pé do mar. O Professor deixou ainda aos presentes, crianças e adultos, alguns dados importantes para se consciencializarem da gravidade da situação, como, por exemplo, o facto de o planeta ter registado novas 200 espécies de plantas e animais de 2007 para 2008 no livro vermelho das espécies ameaçadas, ou a crescente mortandade relacionada com as alterações climáticas, que, só no nosso país, fazem 800 mortos por ano, no Verão, e cerca de 8 000 no Inverno, a maioria dos quais de idosos e de crianças. Por último quer o Prof. Félix Rodrigues quer a Vereadora Luísa Brasil endereçaram às crianças os seus parabéns pela qualidade dos trabalhos, quer ao nível estético e gráfico, quer, principalmente, ao modo como conseguiram transmitir a mensagem pretendida. A primeira classificada foi a Verónica Batista do 4.º ano da Escola Secundária Tomás de Borba; em segundo lugar ficou a aluna do 4.º ano da EB/JI dos Altares, Natália Mendes; em 3.º lugar ficaram, em ex aequo, o aluno do 4.º ano da EB/JI do Cantinho, Miguel Nunes, e a aluna do 3.º ano da EB/JI de Santa Bárbara, Marisa Inês.

(In Câmara Municipal de Angra do Heroísmo)

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quinta-feira, janeiro 24, 2008

Projecto IBAs Marinhas da SPEA vence 1º Prémio BES Biodiversidade

O projecto de identificação de áreas marinhas importantes para as aves venceu por unanimidade o prémio Nacional BES Biodiversidade, desenvolvido pela SPEA – Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves e os seus parceiros. O diploma foi entregue na sede do Banco Espírito Santo, pelo ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Francisco Nunes Correia, numa cerimónia presidida por Ricardo Salgado. De acordo com a SPEA, o prémio, no valor de 75 mil euros, tem como objectivo apoiar iniciativas inovadoras de investigação, conservação e gestão da diversidade biológica. O vencedor do prémio foi decidido por um júri internacional e representa um reconhecimento internacional ao trabalho, cujos resultados são pioneiros na Europa e constituem a base científica para a designação da futura rede de áreas marinhas protegidas. Ao longo dos últimos três anos a equipa de biólogos da SPEA percorreu mais de 110 mil quilómetros no mar, desde as costas continentais até os limites das plataformas marinhas dos arquipélagos dos Açores e da Madeira. No total, foram registadas mais de 150 mil aves de 70 espécies diferentes, além de muitas espécies de mamíferos marinhos e tartarugas. Paralelamente, a recolher mais de 300 viagens de aves marinhas. Desta forma, foram obtidas informações inéditas, sobre as áreas de alimentação e repouso destas aves, e a sua relação com variáveis ambientais (ex. temperatura, salinidade ou correntes marinhas) ou humanas (como as pescas e o tráfego marítimo). O Projecto IBAs Marinhas começou em 2004, com apoio do financiamento comunitário LIFE e tem uma duração de quatro anos. A SPEA coordena este projecto, contando com os parceiros ICNB, INIAP/IPIMAR, Universidade de Aveiro, DOP e IMAR dos Açores, Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores e SRARN-PNM da Madeira. A SPEA colabora também de forma muito activa com o Instituto Hidrográfico da Marinha Portuguesa. No final deste ano será publicado o primeiro inventário nacional de IBAs Marinhas (do Inglês, Important Bird Areas). Este inventário servirá de referência para a futura extensão da Rede Natura 2000 ao meio marinho em Portugal e as metodologias desenvolvidas pela SPEA e pela BirdLife International já se aplicam actualmente em países como Grécia, Malta, França ou mesmo Nova Zelândia e Argentina. Iván Ramírez, Coordenador do Projecto IBAs Marinhas afirma que “os resultados deste projecto situam o nosso país na linha de frente da investigação marinha. Portugal é o país da União Europeia com a maior Zona Económica Exclusiva e muitas das espécies de aves que cá ocorrem estão ameaçadas. Este prémio significa o reconhecimento de uma excelente equipa de profissionais da SPEA e dos parceiros deste projecto, que passaram muitas horas em embarcações, ilhas e escritórios a investigar um dos maiores tesouros de Portugal, as aves marinhas”. Segundo o ministro, Francisco Nunes Correia, para além do reconhecimento do projecto, este prémio significa um reconhecimento do trabalho da SPEA, uma das ONG’s mais relevantes em Portugal.
O projecto galardoado foi considerado pelo júri como de excepcional qualidade, tendo percorrido toda a Zona Económica Exclusiva de Portugal. Além de ser pioneiro, o principal objectivo do projecto apresentado pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves é o de contribuir para a criação das primeiras zonas da Rede Natura no alto mar do País. Mas outros dois trabalhos científicos realizados nos Açores receberam menções honrosas do júri do prémio “Biodiversidade”. Um desses trabalhos contribuiu para a identificação de áreas sensíveis para a protecção da biodiversidade de artrópodes, desenvolvido por uma equipa do Departamento de Ciências Agrárias e o outro lida com a protecção do Priôlo, ave com habitat nos concelhos do Nordeste e Povoação, em São Miguel, com o envolvimento do Departamento de Biologia da Universidade dos Açores. Estes projectos contaram desde a primeira hora com o apoio do executivo açoriano, que se regozija com o galardão atribuído à Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves e às restantes entidades premiadas.
(In Ciência PT)

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Prémio Biodiversidade

O Grupo da Biodiversidade dos Açores do Centro de Investigação de Tecnologias Agrárias dos Açores (CITA-A), instalado no Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, em Angra do Heroísmo, foi distinguido com um dos prémios BES-Biodiversidade, pelo seu estudo dos processos envolvidos na extinção potencial de insectos, aranhas e musgos nas florestas nativas da Região. Intitulado “ Predicting extinctions on oceanic islands: The Azorean paradigm”, o trabalho proposto por Paulo Borges, docente do Departamento de Ciências Agrárias da universidade açoriana, mereceu uma Menção Honrosa, ex-aequo com outros dois projectos, num total de quatro premiados de entre os 34 projectos concorrentes ao nível do país.A cerimónia de entrega dos prémios teve lugar na sede do BES, em Lisboa, com a presença de Ricardo Salgado, presidente do banco, Francisco Nunes Correia, ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Lígia Amâncio, vice-presidente da FCT, Teresa Andresen, do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto, e João Meneses, presidente do ICN. O prémio vem valorizar o importante trabalho na área da biodiversidade que a equipa liderada por Paulo Borges tem vindo a desenvolver, ao longo dos últimos 10 anos. “Desde 1998, temos vindo a editar uma série de publicações científicas sobre a biodiversidade açoriana e a emitir pareceres para o Governo Regional sobre as zonas do arquipélago que necessitam de ser protegidas, contribuindo, assim, para a já anunciada criação de vários parques naturais”, referiu Paulo Borges, em declarações ao DI. Para o investigador, este prémio é o “reconhecimento de toda a informação científica produzida pelo grupo e publicada em revistas internacionais e da sua aplicação prática na conservação da natureza nos Açores, através da ajuda à tomada de decisão pelo Governo Regional”. “É um prémio que muito honra não só a Universidade dos Açores, como todos aqueles que trabalham na área da biodiversidade e que connosco têm colaborado”, afirmou. “Irá permitir ainda a publicação de um livro sobre a biodiversidade dos Açores, baseado em fotos de grande qualidade”, acrescentou. O projecto conta com o apoio da secretaria regional do Ambiente.

(In Diário Insular)

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quarta-feira, janeiro 23, 2008

Prémio BES-Biodiversidade

O "Grupo da Biodiversidade dos Açores" do CITA-A, instalado no Departamento de Ciências Agrárias no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores recebeu um dos prémio BES-Biodiversidade, uma iniciativa do BES, ICN-B e CIBIO. De entre os 34 Projectos concorrentes ao nível do país o projecto intitulado " Predicting extinctions on oceanic islands: The Azorean paradigm" proposto pelo Prof. Paulo A V. Borges do Dep. de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores (CITA-A) foi considerado como de grande qualidade e merecedor de receber uma menção Honrosa, ex-quo com outros dois Projectos, num total de 4 Projectos premiados. Os prémios foram entregues ontem dia 22 de Janeiro de 2007 pelas 11h00 na Sede do BES em Lisboa numa cerimónia que contou com a presença do Presidente do BES, Ricardo Salgado, de Francisco Nunes Correia, Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, de Lígia Amâncio, Vice-Presidente da FCT, Teresa Andresen do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade dos Porto, e João Meneses Presidente do ICN (Instituto da Conservação da Natureza). Este prémio vem valorizar o importante trabalho na área da Biodiversidade que a equipa liderada pelo Prof. Paulo Borges tem vindo a desenvolver no Dep. de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores (CITA-A). O Projecto agora premiado tem como objectivo estudar os processos envolvidos na extinção potencial das espécies de artrópodes nas florestas nativas dos Açores. Os objectivos gerais do Grupo da Biodiversidade dos Açores são ( www.angra.uac.pt/gba): Inventariação e distribuição da biodiversidade de briófitos e artrópodes dos Açores; Estudar a anatomia da biodiversidade dos Açores, analisando os padrões de distribuição e abundância das espécies em várias escalas espaciais; Utilização da base de dados ATLANTIS para determinar a eficácia das áreas protegidas dos Açores para a manutenção da biodiversidade; Investigar os tipos de alterações no uso do solo que são necessárias para diminuir o declínio da biodiversidade até 2010; Avaliar o estatuto de raridade das espécies endémicas e/ou ameaçadas de briófitos e artrópodes dos Açores de forma a contribuir para a produção da primeira LISTA VERMELHA da fauna e flora dos Açores; Utilização de técnicas moleculares, identificar unidades de conservação distintas e assim contribuir para a melhoria da gestão e conservação das espécies endémicas dos Açores e dos seus habitats; Estudo da flora e fauna das cavidades vulcânicas dos Açores (biospeleologia). Promoção do controlo e gestão das pragas de térmitas dos Açores; Estudar as atitudes ambientais nos Açores e promover educação ambiental em diferentes contextos.

(In Azores Digital)

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quinta-feira, novembro 29, 2007

Florestas dos Açores

Aquando do povoamento dos Açores, 50% da Região era formada por florestas naturais. Destes 50%, apenas resta, na actualidade, 1%. As grandes responsáveis por este declíneo, admitiu Eduardo Dias, foram as árvores exóticas implantadas no arquipélago nos séc. XVIII, XIX e XX. "Pelas nossas contas, a floresta natural dos Açores na sua vertente mais selvagem e mais bem conservada compõe-se de apenas 1% do que existiu, o que constitui uma situação desesperante e periclitante para a remanescente", afirmou o professor do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, Eduardo Dias, no dia da floresta autóctone, que se assinalou a 27 de Novembro.
As grandes responsáveis pelo declínio, foram as árvores exóticas como, por exemplo, o incenso, ou faia do norte, o que é "extremamente agressivo nas áreas naturais, pois vai ganhando espaço, vai-se expandindo e destruindo as espécies que lá estão" - a laurissilva, entre outras. Outro é o caso da criptoméria, igualmente introduzida nos Açores, mas que constitui uma destruição consciente da floresta natural, assente na substituição, por plantação, das espécies existentes. "As exóticas têm um peso muito grande e a luta tem de ser estrategicamente definida". O docente afirmou não terem tido resultado, até agora, as tentativas de controlo das referidas espécies. Contudo, a alternativa apontada por Eduardo Dias, que trabalha há 20 anos em investigações relacionadas com a floresta natural dos Açores, sendo também coordenador do Gabinete de Ecologia Vegetal e Aplicada - GEVA -, é "eliminar, nas zonas virgens, os pés de incenso", ou seja, agir nos centros onde ainda há esperança de salvação para as florestas naturais. Deste modo, haverá uma maior eficácia na remoção dos incensos. Para além disso, o professor sublinhou que "há uma concepção errada sobre o que é a floresta natural dos Açores", facto que leva a que as pessoas aceitem facilmente a destruição da floresta autóctone - por desconhecimento. Assim, "é essencial que seja promovido, na Região, um processo educativo sobre a constituição da floresta natural". O docente, que ao longo dos anos tem desenvolvido trabalhos científicos centrados na biogeografia, ecologia e classificação da vegetação dos Açores, bem como na dinâmica dos sistemas insulares e conservação do património natural, foi o responsável pela equipa que desenvolveu as bases científicas e desenho da proposta técnica para os SIC´s terrestres da rede Natura 2000 dos Açores e pelos projectos "Life", pelos quais foi co-vencedor do prémio Henry Ford, em 1999.

(In Diários dos Açores)

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quinta-feira, novembro 22, 2007

Prémio ADVID entregue hoje (22 de Novembro de 2007) ao Centro de Biotecnologia dos Açores

Uma equipa de investigadores do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, liderada pelo Professor Artur Machado, recebe hoje, em Gaia, o prémio ADVID 2007 pela investigação das similariedades genéticas de 46 castas nacionais, anunciou fonte da Associação de Desenvolvimento da Viticultura Duriense. O Prémio ADVID - Álvaro Baltazar Moreira da Fonseca é um incentivo criado por esta associação para atrair investigadores de diversas áreas científicas para as especificidades técnicas, culturais e sociais da vitivinicultura da Região Demarcada do Douro.
O prémio vai ser entregue no final do colóquio sobre Zonagem Vitícola, que decorre hoje em Vila Nova de Gaia, no âmbito das comemorações dos 25 anos da ADVID.
Os investigadores premiados estudaram castas brancas como a Malvasia Fina, Cercial, Gouveio e Verdelho, existentes em várias regiões demarcadas, utilizando técnicas de análise do ADN para detectar se a sinonímia de castas, derivada da observação visual de folhas, cachos e varas e consagrada nos diplomas legais que regulam as denominações de origem, correspondia de facto a variedades de videira iguais.
O estudo verificou que, por exemplo, a casta Cercial, uma das utilizadas nos vinhos de Pinhel, corresponde à assinatura de ADN do Jampal e da Pinheira Branca, apesar de a legislação não as considerar como sinónimos.
A aplicação desta metodologia nas castas tintas permitiu mostrar uma possível relação de parentesco «pai/filho» entre a casta Touriga Nacional (originária do Douro e do Dão) e as castas Touriga Brasileira e Touriga Franca.
A fonte referiu que este trabalho, ao esclarecer questões de sinonímia e de proximidade genética entre as castas portuguesas, representa «um forte contributo para aumentar o conhecimento sobre as mesmas, permitindo aos viticultores portugueses decisões mais esclarecidas no momento de plantar as suas vinhas».
«Este é um conhecimento estratégico para a indústria vitivinícola nacional, uma vez que a grande diversidade de castas nativas (quase 300) é um dos principais pilares da competitividade comercial dos nossos vinhos a nível global, tanto pela originalidade criativa permitida como pela capacidade de adaptação às oscilações do gosto do consumidor», salientou.
O Prémio ADVID é atribuído anualmente a um investigador profissional, aluno de licenciatura, mestrando ou doutorando que tenha publicado um trabalho inédito em qualquer área científica, com relevante importância para a vitivinicultura da Região Demarcada do Douro.
Em cada ano o prémio é dedicado a uma personalidade com uma obra destacada em prol do desenvolvimento vitivinícola da região.
Em 2007 o prémio homenageia o engenheiro agrónomo Álvaro Baltazar Moreira da Fonseca, que foi presidente da Casa do Douro e autor de diversos trabalhos científicos, entre os quais o «Método de Classificação das Parcelas de Vinha da Região Demarcada do Douro».
Trata-se de um trabalho pioneiro que introduziu conceitos de zonagem vitícola aplicados à promoção da qualidade na produção do Vinho do Porto e é, ainda hoje, na altura em que se comemoram os 60 anos da sua publicação, a base da portaria (413/2001) que rege a classificação qualitativa das vinhas durienses e consequente atribuição do benefício.
A ADVID é uma associação privada, sem fins lucrativos, criada pelas principais empresas de Vinho do Porto com o objectivo de contribuir para a modernização da viticultura do Douro e melhoria da qualidade dos vinhos.
Conta actualmente com mais de 200 associados, entre os quais importantes empresas de comércio e exportação de Vinho do Porto, sociedades de exploração vitícola e viticultores individuais, representando no seu conjunto uma área vitícola de mais de 10% do total da Região Demarcada.

(In Jornal Diário)

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sábado, novembro 10, 2007

Saber nos Açores é igual ao que se faz de melhor

A Associação para o Desenvolvimento da Viticultura do Douro decidiu premiar o Centro de Biotecnologia dos Açores.
Diário Insular (DI)-Tem algum significado especial esse prémio?
Artur Machado (AM)-Sem dúvida que tem um significado muito especial, pois é o reconhecimento do nosso trabalho por uma Associação que tem como objectivo o desenvolvimento da viticultura na Região do Douro.
DI-Melhor do que ninguém, sabem das necessidades do sector e, por consequência, sabem avaliar a utilidade do trabalho realizado por nós. O que tem feito o Centro pela vitivinicultura açoriana?
AM-Considero o nosso reportório tecnológico capaz de oferecer variadíssimas soluções para alguns problemas específicos da viticultura. Há já algum tempo, apresentámos à Direcção Regional de Agricultura alguns projectos nesta área. Infelizmente não foram concretizados, porque, provavelmente, não foram considerados oportunos. Penso, no entanto, que há muito por fazer na área da viticultura nos Açores.
DI-Há a impressão de que Centros como o vosso pouco interesse têm para a vida dos açorianos…
AM-Esta é uma impressão da qual eu discordo em absoluto. É óbvio que, por vezes, a investigação, principalmente se nos referirmos à investigação fundamental, não chega de uma forma “espectacular” ao público. A Universidade dos Açores e os seus Centros são instituições que estão de igual para igual com quaisquer outras universidades, sejam elas americanas, europeias ou asiáticas. Daí que a qualidade da nossa investigação seja avaliada por parâmetros internacionais, dos quais depende o nosso próprio financiamento e a angariação de novos projectos. Agora, o que é facto é que não existe uma tradição científica nos Açores. A investigação é um fenómeno recente que apareceu com a própria Universidade, pelo que talvez a sociedade açoriana ainda não aprendeu a lidar com esta nova realidade de conhecimento.
DI-A Universidade não sabe chegar ao grande público?
AM-É provável que tenhamos falhas. A nossa especialidade não é marketing, daí que com certeza que não fazemos passar a nossa mensagem da melhor forma. Mas, dou-lhe um exemplo, que contraria, de certa forma, as possíveis falhas cometidas por nós. Há aproximadamente dois anos, o Centro de Biotecnologia organizou um Ciclo de Conferências, intituladas “Biotecnologia e Sociedade”. Foi nossa preocupação organizar temas de grande relevo social e, ao mesmo tempo, trazer até nós oradores que fossem conhecidos publicamente pela sua capacidade de comunicação. Assim, trouxemos pessoas como Professor Doutor Sobrinho Simões, Professor Doutor Herman Katinger, o antigo Comissário Europeu para a Agricultura, Franz Fischler e, muitas outras personalidades de destaque. É evidente que os temas eram de grande relevância e foram discutidos de uma forma informal e clara. Infelizmente, a assiduidade do público foi reduzida e tenho a certeza que cada uma destas individualidades tinha imenso para nos transmitir. Se me ajudar a perceber porque é que a sociedade em geral não participou neste evento, fico-lhe muito grato, fazendo-me compreender os fenómenos acima descritos.
(In Diário Insular)

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quarta-feira, novembro 07, 2007

Publicação premiada na área da viticultura

O Centro de Biotecnologia dos Açores (CBA), foi distinguido com o prémio da ADVID.

A ADVID (Associação para o Desenvolvimento da Viticultura Duriense) é uma Associação para o Desenvolvimento da Viticultura do Douro que, ao comemorar os seus 25 anos de existência, decidiu atribuir um Prémio monetário à publicação de maior interesse na área da viticultura.
A publicação premiada intitula-se "Discrimination of Portuguese grapevines based on microsatellite markers" da autoria de Susana Lopes, M. Rodrigues dos Santos, Eiras- J.E Dias e Artur da Câmara Machado, do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.

O trabalho premiado foi publicado em 2006 no Journal of Biotechnology.

Os autores afirmam que os dados obtidos "...allowed understanding the origin of some Portuguese cultivars. The integration of the obtained data with ampelographic data would be very important for the accurate identification of the Portuguese cultivars and can become a significant tool for the certification of quality wines produced in specific regions."

O estudo agora premiado recebeu referência especial na News Letter "Genomics & Genetics Weekly" como tendo produzido nova informação na área da biotecnologia.

(In Azores Digital)

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segunda-feira, novembro 05, 2007

Prémio e castigo dos professores

As escolas secundárias foram classificadas a nível nacional. Genericamente as escolas dos Açores continuam a meio da tabela. Também é verdade que dos dez estabelecimentos de ensino melhor classificados, nove são escolas privadas e apenas uma é escola pública. A classificação das escolas foi feita de acordo com as notas obtidas pelos alunos nos exames nacionais. Sendo assim não há muitos argumentos a opor quanto aos critérios de classificação. As melhores notas significam a possibilidade dos alunos terem uma carreira melhor. As melhores notas representam também uma maior probabilidade do país ser mais produtivo e competitivo.
De acordo com o Professor Tomaz Dentinho do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, a primeira ilação a tirar tem a ver com o tipo de escola. As escolas privadas são normalmente melhores do que as escolas públicas. E, se assim é, parece fazer todo o sentido que os nossos impostos sejam canalizados para que existam mais escolas privadas, para que produzam um ensino de qualidade para todos, em vez de servirem para manter um sistema de ensino público caro e ineficiente. Nesta perspectiva, porque é que o Governo não privatiza a gestão da nova escola de São Carlos, na ilha Terceira-Açores? Porque razão não faz um concurso de concessão pública da Escola Vitorino Nemésio na Praia da Vitória, Terceira, ou da Escola Antero de Quental em São Miguel? Estou certo de que apareceriam compradores desde que não tivessem de herdar os muitos docentes com vínculo que leccionam actualmente naquelas escolas.
A segunda ilação que podemos tirar é que ao longo dos anos a diferença entre as escolas melhores e piores aumenta. Dá a impressão que o Governo não tem em atenção a classificação das escolas. De facto, embora a Constituição diga que deve haver ensino de qualidade para todos, a verdade é que o sistema montado acaba por beneficiar sempre os alunos de umas cidades face ao de outras. Porque não fazer concursos especiais para professores em escolas que têm problemas crónicos, transferindo para lá os melhores professores, mesmo que pagando um pouco mais? Na verdade, a classificação é tão precisa que não é difícil identificar os professores associados aos melhores e piores desempenhos. Assim, bastaria que uma parte do ordenado fosse indexada ao desempenho dos alunos e à sua evolução para que, imediatamente, se notassem melhorias na prestação dos docentes e, necessariamente, dos alunos. E é assim que, os professores de matemática da Escola Vitorino Nemésio e Padre Emiliano de Andrade poderiam continuar a ganhar o seu ordenado base e ter nota baixa na sua classificação, enquanto que os professores de biologia da escola da Praia e os de Desenho da Escola de Angra poderiam ter um acréscimo de ordenado de, por exemplo, 5% durante o ano 2007/2008 devido à sua boa prestação relativa. Quem mereceria um acréscimo especial nos ordenados é a escola secundária de São Roque do Pico que é a melhor a nível regional.
O desempenho do sistema de ensino depende de muitos factores. Da parte dos alunos é bom ter condições de estudo, é benéfico ter o testemunho e o exemplo dos que são mais próximos, é importante ter respeito pelos professores e ajuda ter um bom enquadramento dos que tem piores notas como acontece nos países europeus mais civilizados. Da parte da sociedade é fundamental que o sistema económico e social premeie aqueles que mais estudam porque caso contrário não vale a pena continuar a estudar. Finalmente, da parte da escola é essencial que o ensino seja de qualidade, que a avaliação seja justa, que existam actividades extra curriculares que complementam a formação do aluno; isto para além de ter de haver bons materiais de estudo e boa acessibilidade a casa.
O que vamos vendo é que os governos se preocupam apenas com a construção de novas escolas, com o vínculo e colocação dos professores e com a elaboração de exames gerais. O que não vemos é premiar os bons professores e penalizar os maus. É isso que faz o ensino privado e é só por isso que é melhor.
(In A União)

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