sábado, julho 11, 2009

REVELA RICARDO SALGADO BES quer apoiar projectos "mais importantes" nos Açores

O presidente do Banco Espírito Santo (BES), Ricardo Salgado, manifestou 6ª feiranibilidade daquela instituição bancária em "apoiar projectos mais importantes" nos Açores que possam surgir na área das infra-estruturas e energias renováveis."O Banco Espírito Santo em parceria com o BES nos Açores está em condições de apoiar projectos mais importantes na área das infra-estruturas, das energias renováveis", afirmou Ricardo Salgado, em declarações aos jornalistas, após uma audiência com o presidente do Governo dos Açores.Segundo disse, o BES está hoje muito forte, apesar da crise financeira internacional e está em condições de poder apoiar estas iniciativas."O sector dos resíduos é um sector que pode ter interesse e no qual nos poderemos envolver", acrescentouNo encontro com o presidente do Governo Regional dos Açores, Ricardo Salgado disse também ter sido abordada a possibilidade do BES participar em novos projectos na área industrial.O presidente do Governo dos Açores destacou "a proximidade e a atenção" do BES às questões que envolvem a Região."O BES sendo um banco com sede na nossa Região Autónoma, é um interlocutor privilegiado das nossas políticas, sem perda da autonomia e dos campos de actuação de cada um", frisou Carlos César.Elogios a PinhoPor outro lado, o presidente do BES afirmou que Manuel Pinho "foi um bom ministro", destacando "a importante" intervenção na execução da politica das energias renováveis em Portugal, diversificação dos mercados e "papel significativo" no turismo."O ministro Manuel Pinho foi um bom ministro, com uma intervenção muito importante na execução da política das energias renováveis em Portugal. Lamentamos aquilo que se passou e julgamos que é uma pena que ele não possa dar mais contribuição ao país num momento como este", disse Ricardo Salgado.Ricardo Salgado falava em Ponta Delgada, onde participou na reunião da comissão executiva do BES com o conselho de administração do BES/Açores e numa conferência para atribuição do Premio BES Inovação a Gui Menezes do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores.Em declarações à agência Lusa, o presidente do BES considerou ainda que Manuel Pinho "teve uma intervenção significativa" na área da "diversificação dos mercados" para as empresas portuguesas, "deslocando-se muitas vezes ao exterior acompanhado de muitos empresários portugueses de diversas dimensões".Ricardo Salgado sublinhou também o "papel significativo" de Manuel Pinho na área do turismo, "ajudando a dar mais ânimo e dinâmica" ao sector."Fez tudo quanto pode para manter postos de trabalho e julgo que isto foi louvável", frisou o presidente do BES.

(in A União)

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quinta-feira, janeiro 24, 2008

Projecto IBAs Marinhas da SPEA vence 1º Prémio BES Biodiversidade

O projecto de identificação de áreas marinhas importantes para as aves venceu por unanimidade o prémio Nacional BES Biodiversidade, desenvolvido pela SPEA – Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves e os seus parceiros. O diploma foi entregue na sede do Banco Espírito Santo, pelo ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Francisco Nunes Correia, numa cerimónia presidida por Ricardo Salgado. De acordo com a SPEA, o prémio, no valor de 75 mil euros, tem como objectivo apoiar iniciativas inovadoras de investigação, conservação e gestão da diversidade biológica. O vencedor do prémio foi decidido por um júri internacional e representa um reconhecimento internacional ao trabalho, cujos resultados são pioneiros na Europa e constituem a base científica para a designação da futura rede de áreas marinhas protegidas. Ao longo dos últimos três anos a equipa de biólogos da SPEA percorreu mais de 110 mil quilómetros no mar, desde as costas continentais até os limites das plataformas marinhas dos arquipélagos dos Açores e da Madeira. No total, foram registadas mais de 150 mil aves de 70 espécies diferentes, além de muitas espécies de mamíferos marinhos e tartarugas. Paralelamente, a recolher mais de 300 viagens de aves marinhas. Desta forma, foram obtidas informações inéditas, sobre as áreas de alimentação e repouso destas aves, e a sua relação com variáveis ambientais (ex. temperatura, salinidade ou correntes marinhas) ou humanas (como as pescas e o tráfego marítimo). O Projecto IBAs Marinhas começou em 2004, com apoio do financiamento comunitário LIFE e tem uma duração de quatro anos. A SPEA coordena este projecto, contando com os parceiros ICNB, INIAP/IPIMAR, Universidade de Aveiro, DOP e IMAR dos Açores, Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores e SRARN-PNM da Madeira. A SPEA colabora também de forma muito activa com o Instituto Hidrográfico da Marinha Portuguesa. No final deste ano será publicado o primeiro inventário nacional de IBAs Marinhas (do Inglês, Important Bird Areas). Este inventário servirá de referência para a futura extensão da Rede Natura 2000 ao meio marinho em Portugal e as metodologias desenvolvidas pela SPEA e pela BirdLife International já se aplicam actualmente em países como Grécia, Malta, França ou mesmo Nova Zelândia e Argentina. Iván Ramírez, Coordenador do Projecto IBAs Marinhas afirma que “os resultados deste projecto situam o nosso país na linha de frente da investigação marinha. Portugal é o país da União Europeia com a maior Zona Económica Exclusiva e muitas das espécies de aves que cá ocorrem estão ameaçadas. Este prémio significa o reconhecimento de uma excelente equipa de profissionais da SPEA e dos parceiros deste projecto, que passaram muitas horas em embarcações, ilhas e escritórios a investigar um dos maiores tesouros de Portugal, as aves marinhas”. Segundo o ministro, Francisco Nunes Correia, para além do reconhecimento do projecto, este prémio significa um reconhecimento do trabalho da SPEA, uma das ONG’s mais relevantes em Portugal.
O projecto galardoado foi considerado pelo júri como de excepcional qualidade, tendo percorrido toda a Zona Económica Exclusiva de Portugal. Além de ser pioneiro, o principal objectivo do projecto apresentado pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves é o de contribuir para a criação das primeiras zonas da Rede Natura no alto mar do País. Mas outros dois trabalhos científicos realizados nos Açores receberam menções honrosas do júri do prémio “Biodiversidade”. Um desses trabalhos contribuiu para a identificação de áreas sensíveis para a protecção da biodiversidade de artrópodes, desenvolvido por uma equipa do Departamento de Ciências Agrárias e o outro lida com a protecção do Priôlo, ave com habitat nos concelhos do Nordeste e Povoação, em São Miguel, com o envolvimento do Departamento de Biologia da Universidade dos Açores. Estes projectos contaram desde a primeira hora com o apoio do executivo açoriano, que se regozija com o galardão atribuído à Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves e às restantes entidades premiadas.
(In Ciência PT)

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Prémio Biodiversidade

O Grupo da Biodiversidade dos Açores do Centro de Investigação de Tecnologias Agrárias dos Açores (CITA-A), instalado no Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, em Angra do Heroísmo, foi distinguido com um dos prémios BES-Biodiversidade, pelo seu estudo dos processos envolvidos na extinção potencial de insectos, aranhas e musgos nas florestas nativas da Região. Intitulado “ Predicting extinctions on oceanic islands: The Azorean paradigm”, o trabalho proposto por Paulo Borges, docente do Departamento de Ciências Agrárias da universidade açoriana, mereceu uma Menção Honrosa, ex-aequo com outros dois projectos, num total de quatro premiados de entre os 34 projectos concorrentes ao nível do país.A cerimónia de entrega dos prémios teve lugar na sede do BES, em Lisboa, com a presença de Ricardo Salgado, presidente do banco, Francisco Nunes Correia, ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Lígia Amâncio, vice-presidente da FCT, Teresa Andresen, do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto, e João Meneses, presidente do ICN. O prémio vem valorizar o importante trabalho na área da biodiversidade que a equipa liderada por Paulo Borges tem vindo a desenvolver, ao longo dos últimos 10 anos. “Desde 1998, temos vindo a editar uma série de publicações científicas sobre a biodiversidade açoriana e a emitir pareceres para o Governo Regional sobre as zonas do arquipélago que necessitam de ser protegidas, contribuindo, assim, para a já anunciada criação de vários parques naturais”, referiu Paulo Borges, em declarações ao DI. Para o investigador, este prémio é o “reconhecimento de toda a informação científica produzida pelo grupo e publicada em revistas internacionais e da sua aplicação prática na conservação da natureza nos Açores, através da ajuda à tomada de decisão pelo Governo Regional”. “É um prémio que muito honra não só a Universidade dos Açores, como todos aqueles que trabalham na área da biodiversidade e que connosco têm colaborado”, afirmou. “Irá permitir ainda a publicação de um livro sobre a biodiversidade dos Açores, baseado em fotos de grande qualidade”, acrescentou. O projecto conta com o apoio da secretaria regional do Ambiente.

(In Diário Insular)

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quarta-feira, janeiro 23, 2008

Prémio BES-Biodiversidade

O "Grupo da Biodiversidade dos Açores" do CITA-A, instalado no Departamento de Ciências Agrárias no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores recebeu um dos prémio BES-Biodiversidade, uma iniciativa do BES, ICN-B e CIBIO. De entre os 34 Projectos concorrentes ao nível do país o projecto intitulado " Predicting extinctions on oceanic islands: The Azorean paradigm" proposto pelo Prof. Paulo A V. Borges do Dep. de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores (CITA-A) foi considerado como de grande qualidade e merecedor de receber uma menção Honrosa, ex-quo com outros dois Projectos, num total de 4 Projectos premiados. Os prémios foram entregues ontem dia 22 de Janeiro de 2007 pelas 11h00 na Sede do BES em Lisboa numa cerimónia que contou com a presença do Presidente do BES, Ricardo Salgado, de Francisco Nunes Correia, Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, de Lígia Amâncio, Vice-Presidente da FCT, Teresa Andresen do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade dos Porto, e João Meneses Presidente do ICN (Instituto da Conservação da Natureza). Este prémio vem valorizar o importante trabalho na área da Biodiversidade que a equipa liderada pelo Prof. Paulo Borges tem vindo a desenvolver no Dep. de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores (CITA-A). O Projecto agora premiado tem como objectivo estudar os processos envolvidos na extinção potencial das espécies de artrópodes nas florestas nativas dos Açores. Os objectivos gerais do Grupo da Biodiversidade dos Açores são ( www.angra.uac.pt/gba): Inventariação e distribuição da biodiversidade de briófitos e artrópodes dos Açores; Estudar a anatomia da biodiversidade dos Açores, analisando os padrões de distribuição e abundância das espécies em várias escalas espaciais; Utilização da base de dados ATLANTIS para determinar a eficácia das áreas protegidas dos Açores para a manutenção da biodiversidade; Investigar os tipos de alterações no uso do solo que são necessárias para diminuir o declínio da biodiversidade até 2010; Avaliar o estatuto de raridade das espécies endémicas e/ou ameaçadas de briófitos e artrópodes dos Açores de forma a contribuir para a produção da primeira LISTA VERMELHA da fauna e flora dos Açores; Utilização de técnicas moleculares, identificar unidades de conservação distintas e assim contribuir para a melhoria da gestão e conservação das espécies endémicas dos Açores e dos seus habitats; Estudo da flora e fauna das cavidades vulcânicas dos Açores (biospeleologia). Promoção do controlo e gestão das pragas de térmitas dos Açores; Estudar as atitudes ambientais nos Açores e promover educação ambiental em diferentes contextos.

(In Azores Digital)

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