terça-feira, outubro 27, 2009

Dysaphis pyri (Boyer de Fonscolombe, 1841)


Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Hemiptera
Família: Aphididae
Género: Dysaphis
Nome comum: Afídeo, Piolho das plantas
Nome da espécie: Dysaphis pyri (Boyer de Fonscolombe, 1841)
Endémica dos Açores: Não

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terça-feira, outubro 06, 2009

Oryzaephilus surinamensis (Linnaeus, 1758)


Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Coleoptera
Família: Silvanidae
Género: Oryzaephilus
Nome comum: Escaravelho
Nome da espécie: Oryzaephilus surinamensis (Linnaeus, 1758)
Endémica dos Açores: Não
(in Portal da Biodiversidade)

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sexta-feira, outubro 02, 2009

Isotoma viridis Bourlet, 1839


Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Collembola
Ordem: Entobriomorfos
Família: Isotomidae
Género: Isotoma
Nome comum: Colêmbolo
Nome da espécie: Isotoma viridis Bourlet, 1839
Endémica dos Açores: Não
(In Portal da Biodiversidade)

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domingo, setembro 20, 2009

Vespula germanica (Fabricius, 1793)

Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Hymenoptera
Família: Vespidae
Género: Vespula
Nome comum: Vespa comum
Nome da espécie: Vespula germanica (Fabricius, 1793)
Endémica dos Açores: Não
(in Portal da Biodiversidade)

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quinta-feira, setembro 17, 2009

Kleidocerys ericae (Horváth, 1908)

Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Hemiptera
Família: Lygaeidae
Género: Kleidocerys
Nome comum: Percervejo
Nome da espécie: Kleidocerys ericae (Horváth, 1908)
Endémica dos Açores: Não
(in Portal da Biodiversidade)

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quarta-feira, setembro 16, 2009

Pheidole megacephala (Fabricius, 1793)


Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Hymenoptera
Família: Formicidae
Género: Pheidole
Nome comum: Formiga
Nome da espécie: Pheidole megacephala (Fabricius, 1793)
Endémica dos Açores: Não
(in Portal da Biodiversidade)

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sábado, setembro 12, 2009

Eumodicogryllus bordigalensis (Latreille, 1804)


Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Orthoptera
Família: Gryllidae
Género: Eumodicogryllus
Nome comum: Grilo
Nome da espécie: Eumodicogryllus bordigalensis (Latreille, 1804)
Endémica dos Açores: Não
(in Portal da Biodiversidade)

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segunda-feira, setembro 07, 2009

Pissodes castaneus (DeGueer, 1775)

Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Coleoptera
Família: Curculionidae
Género: Pissodes
Nome comum: Gorgulho
Nome da espécie: Pissodes castaneus (DeGueer, 1775)
Endémica dos Açores: Não
(In Portal da Biodiversidade dos Açores)

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sábado, setembro 05, 2009

Cercyon littoralis (Gyllenhal, 1808)

Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Coleoptera
Família: Hydrophilidae
Género: Cercyon
Nome comum: Escaravelho
Nome da espécie: Cercyon littoralis (Gyllenhal, 1808)
Endémica dos Açores: Não

(In Portal da Biodiversidade)

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sexta-feira, setembro 04, 2009

Cacopsylla pulchella (Löw, 1877)

Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Hemiptera
Família: Psyllidae
Género: Cacopsylla
Nome comum: Psila
Nome da espécie: Cacopsylla pulchella (Löw, 1877)
Endémica dos Açores: Não
(in Portal da Biodiversidade)

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domingo, agosto 30, 2009

Araneus angulatus Clerck, 1757


Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Arachnida
Ordem: Araneae
Família: Araneidae
Género: Araneus
Nome comum: Aranha
Nome da espécie: Araneus angulatus Clerck, 1757
Endémica dos Açores: Não

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sexta-feira, agosto 28, 2009

Orchestina furcillata Wunderlich, 2008


Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Arachnida
Ordem: Araneae
Família: Oonopidae
Género: Orchestina
Nome comum: Aranha
Nome da espécie: Orchestina furcillata Wunderlich, 2008
Endémica dos Açores: Sim

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quarta-feira, agosto 26, 2009

Aloconota sulcifrons (Stephens, 1832)

Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Coleoptera
Família: Staphylinidae
Género: Aloconota
Nome comum: Escaravelho
Nome da espécie: Aloconota sulcifrons (Stephens, 1832)
Endémica dos Açores: Não

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segunda-feira, agosto 24, 2009

Schrankia costaestrigalis (Stephens, 1834)


Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Lepidoptera
Família: Noctuidae
Género: Schrankia
Nome comum: Traça
Nome da espécie: Schrankia costaestrigalis (Stephens, 1834)
Endémica dos Açores: Não

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sábado, janeiro 03, 2009

DALBERTO POMBO E O CENTRO DE JOVENS NATURALISTAS DE SANTA MARIA

Dalberto Teixeira Pombo, escriturário de profissão e naturalista por vocação, criou na ilha de Santa Maria o Centro de Jovens Naturalistas que teve uma actividade mais intensa nas décadas de 70 e 80 do século passado, altura em que editou o interessante “Boletim dos Jovens Naturalistas”.
O Centro de Jovens Naturalistas, organização que nunca se chegou a transformar numa associação formal, por falta de adultos interessados, teve como objectivo principal “iniciar os jovens nas colecções ou preparações com elementos diversos da História Natural, para melhor poderem apreciar, entender e resolver os problemas que se lhes apresentam hoje, como a poluição, defesa do património natural, ecologia, todos interdependentes afinal”. De acordo com o Professor Paulo Borges, do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, um dos jovens que com ele trabalhou à cerca de trinta anos, o maior contributo para a ciência do Sr. Pombo, foi “a exploração da fauna do Pico Alto de Santa Maria, um fragmento de vegetação natural pequeno mas de elevado valor em termos de riqueza de artrópodes e moluscos endémicos desta ilha e dos Açores”.

Quanto a nós, que tivemos a oportunidade de o conhecer, destacamos o seu pioneirismo e exemplo em termos de contributos para a sensibilização para a conservação da natureza. Mas mais importante do que tudo, destacaria o seu trabalho voluntário e desinteressado em prol da formação dos mais jovens.
O sr. Pombo, embora indirectamente, foi também responsável pelo que é hoje a maior associação de defesa do ambiente do arquipélago, “Os Amigos dos Açores - Associação Ecológica” e por parte da minha formação como activista da causa ambiental e social.
Com o seu falecimento, em 11 de Dezembro de 2007, o Centro de Jovens Naturalistas terá terminado a sua nobre missão. Como melhor forma de o homenagear, todos os que o conheceram deverão empenhar-se cada vez mais, quer individualmente quer nas associações existentes ou noutras que venham a surgir, em actividades que conduzam à construção de uns Açores mais justos, limpos e pacíficos. Por último deixava um alerta, não se deixem ludibriar por quem acha que as associações devem ser empurradas para “dentro do sistema” quando o que pretendem é que as mesmas sejam dóceis, colocadas ao serviço de interesses conjunturais de alguns governantes e percam a sua independência.

(In O Bode do Piné)

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sábado, novembro 29, 2008

Azorean arthropods do it fast in dark caves

Azorean arthropods have diversified according to the age, area and relative isolation of each island within the archipelago. However, each group experiences these factors differently; hence their patterns of diversification differ according to their particular life histories. This is the main finding of a study conducted by Joaquín Hortal from the NERC Centre of Population Biology of the Imperial College, and Paulo Borges from the Azorean Biodiversity Group (CITA-A) of the University of the Azores, recently published in the Journal of Biogeography. The authors show that although the shape of the relationship between diversification and time is in general the same, different groups show different rhythms of evolution. They reach these conclusions within the first independent evaluation of the General Dynamic Model of Oceanic Island Biogeography, recently proposed by Robert J. Whittaker and colleagues, which merges the geological evolution of islands with the biological evolution happening on them. Borges and Hortal used the framework provided by this new model to study the relationship between the number of species that are single island endemics (i.e., exclusive of each island) and the age, area and isolation of each island. Within the Azores, cave species appear to have evolved quite quickly, producing a number of species during the initial stages of development of the islands, when cave systems formed by lava tubes and volcanic pits were abundant and pristine due to the high volcanic activity. When the islands settle, cave systems start to collapse, diminishing the area available for cavernicolous species, which eventually end up either facing extinction or surviving in the small crevices of the soil under the forest. This rapid pace of diversification and early decline is exclusive to cave arthropods and does not appear to be evident for the other arthropod groups studied. In most islands some lineages are still evolving into new species, so older islands show more exclusive species than younger ones, except for the older island, Santa Maria, where some groups show some decrease in the pace of diversification. Such differences between groups are caused by the opposing roles of the two components of diversification. When speciation is predominant, diversification is positive and the number of endemic species on an island increases. This pace slows down as extinction takes the lead, and diversification gets slower and eventually negative when the islands age and erode and they start to lose species numbers. While for most arthropods the Azores is a land full of opportunities, those inhabiting caves already feel the pressure of living in aging islands.Other factors, such as dispersal capacity, also affect the pace of diversification within the Azores, suggesting that the diversity of evolutionary responses in different kinds of organisms is so wide that no general model, like the one proposed by Whittaker and colleagues is able to predict the pattern and process of diversification of all living groups. What this model does, however, is to allow integration of deviations from the general pattern into a common theoretical framework. By relating these deviations with the particular characteristics of each group, we might be able to ascertain how and why evolutionary processes happen on the isolated archipelagos that constitute some of the few long-term experiments provided by nature.

(In The International Biogeography Society)

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quinta-feira, janeiro 24, 2008

Prémio Biodiversidade

O Grupo da Biodiversidade dos Açores do Centro de Investigação de Tecnologias Agrárias dos Açores (CITA-A), instalado no Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, em Angra do Heroísmo, foi distinguido com um dos prémios BES-Biodiversidade, pelo seu estudo dos processos envolvidos na extinção potencial de insectos, aranhas e musgos nas florestas nativas da Região. Intitulado “ Predicting extinctions on oceanic islands: The Azorean paradigm”, o trabalho proposto por Paulo Borges, docente do Departamento de Ciências Agrárias da universidade açoriana, mereceu uma Menção Honrosa, ex-aequo com outros dois projectos, num total de quatro premiados de entre os 34 projectos concorrentes ao nível do país.A cerimónia de entrega dos prémios teve lugar na sede do BES, em Lisboa, com a presença de Ricardo Salgado, presidente do banco, Francisco Nunes Correia, ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Lígia Amâncio, vice-presidente da FCT, Teresa Andresen, do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto, e João Meneses, presidente do ICN. O prémio vem valorizar o importante trabalho na área da biodiversidade que a equipa liderada por Paulo Borges tem vindo a desenvolver, ao longo dos últimos 10 anos. “Desde 1998, temos vindo a editar uma série de publicações científicas sobre a biodiversidade açoriana e a emitir pareceres para o Governo Regional sobre as zonas do arquipélago que necessitam de ser protegidas, contribuindo, assim, para a já anunciada criação de vários parques naturais”, referiu Paulo Borges, em declarações ao DI. Para o investigador, este prémio é o “reconhecimento de toda a informação científica produzida pelo grupo e publicada em revistas internacionais e da sua aplicação prática na conservação da natureza nos Açores, através da ajuda à tomada de decisão pelo Governo Regional”. “É um prémio que muito honra não só a Universidade dos Açores, como todos aqueles que trabalham na área da biodiversidade e que connosco têm colaborado”, afirmou. “Irá permitir ainda a publicação de um livro sobre a biodiversidade dos Açores, baseado em fotos de grande qualidade”, acrescentou. O projecto conta com o apoio da secretaria regional do Ambiente.

(In Diário Insular)

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quarta-feira, janeiro 23, 2008

Prémio BES-Biodiversidade

O "Grupo da Biodiversidade dos Açores" do CITA-A, instalado no Departamento de Ciências Agrárias no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores recebeu um dos prémio BES-Biodiversidade, uma iniciativa do BES, ICN-B e CIBIO. De entre os 34 Projectos concorrentes ao nível do país o projecto intitulado " Predicting extinctions on oceanic islands: The Azorean paradigm" proposto pelo Prof. Paulo A V. Borges do Dep. de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores (CITA-A) foi considerado como de grande qualidade e merecedor de receber uma menção Honrosa, ex-quo com outros dois Projectos, num total de 4 Projectos premiados. Os prémios foram entregues ontem dia 22 de Janeiro de 2007 pelas 11h00 na Sede do BES em Lisboa numa cerimónia que contou com a presença do Presidente do BES, Ricardo Salgado, de Francisco Nunes Correia, Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, de Lígia Amâncio, Vice-Presidente da FCT, Teresa Andresen do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade dos Porto, e João Meneses Presidente do ICN (Instituto da Conservação da Natureza). Este prémio vem valorizar o importante trabalho na área da Biodiversidade que a equipa liderada pelo Prof. Paulo Borges tem vindo a desenvolver no Dep. de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores (CITA-A). O Projecto agora premiado tem como objectivo estudar os processos envolvidos na extinção potencial das espécies de artrópodes nas florestas nativas dos Açores. Os objectivos gerais do Grupo da Biodiversidade dos Açores são ( www.angra.uac.pt/gba): Inventariação e distribuição da biodiversidade de briófitos e artrópodes dos Açores; Estudar a anatomia da biodiversidade dos Açores, analisando os padrões de distribuição e abundância das espécies em várias escalas espaciais; Utilização da base de dados ATLANTIS para determinar a eficácia das áreas protegidas dos Açores para a manutenção da biodiversidade; Investigar os tipos de alterações no uso do solo que são necessárias para diminuir o declínio da biodiversidade até 2010; Avaliar o estatuto de raridade das espécies endémicas e/ou ameaçadas de briófitos e artrópodes dos Açores de forma a contribuir para a produção da primeira LISTA VERMELHA da fauna e flora dos Açores; Utilização de técnicas moleculares, identificar unidades de conservação distintas e assim contribuir para a melhoria da gestão e conservação das espécies endémicas dos Açores e dos seus habitats; Estudo da flora e fauna das cavidades vulcânicas dos Açores (biospeleologia). Promoção do controlo e gestão das pragas de térmitas dos Açores; Estudar as atitudes ambientais nos Açores e promover educação ambiental em diferentes contextos.

(In Azores Digital)

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