quarta-feira, outubro 28, 2009

BICHADO E MAU TEMPO ASSOCIADOS Produção de Castanha Viana regista pouca quantidade


A Festa da Castanha Viana cumpre mais um ano de tradição na Terra Chã. O fruto típico dessa freguesia do concelho de Angra do Heroísmo regista pouca quantidade na produção de 2009. Em causa estão a doença do bichado e as más condições meteorológicas.

À semelhança das edições anteriores, o Largo de Belém, na Terra Chã, vai ser palco da Festa da Castanha Viana, uma obra que, segundo o presidente da Junta de Freguesia, “foi precisamente inspirada” nesse tradicional evento.
Este ano, para além da doença do bichado, que está a infestar a castanha no decorrer dos últimos cinco anos, afectando a sua produção e qualidade, as más condições meteorológicas que se fizeram sentir no passado mês de Setembro, início de produção, provocou uma perda de 50 por cento da quantidade inicialmente estimada pelos produtores. ArmandoBraga classifica o facto de “peculiar”.
“As chuvas e os ventos fizeram cair as folhas e os ouriços antes do tempo. Este ano foi peculiar, fazendo surgir mais uma situação para os especialistas dedicarem os seus estudos e trabalho de investigação”, explica o autarca, em declarações à “a União”. E continua: “Não se verifica tanto bichado como em 2008, um ano que, aliás, registou menos castanheiros doentes face aos anos anteriores”.
Com efeito, refere, estes factores têm vindo a contribuir para o desânimo de muitos produtores que não têm visto o seu trabalho compensado, pese embora o empenho de técnicos da Universidade dos Açores e dos Serviços de Desenvolvimento Agrário, no estudo de soluções de combate eficaz às doenças da castanha viana.
Questionado sobre a qualidade desse fruto na colheita de 2009, o presidente diz verificar-se castanhas “miudinhas”, isto é, de tamanho inferior ao considerado “normal”, adiantando, no entanto, que apesar disso e da “pouca quantidade”, estes não serão motivos para considerar haver “falta de castanhas”.
“A maioria das castanhas são miúdas, portanto não encheram completamente o ouriço. Mas haverá para todos”, sublinha.
Estima-se que cerca de 800 pessoas possam marcar presença na décima nona edição de um festejo popular, entre produtores e comunidade em geral, no próximo sábado, 31 de Outubro, a partir das 20h00.
“Esta festa foi criada para promover a castanha viana como fruto típico da Terra Chã e também para defender a preservação do seu património natural visível nas suas quintas onde predominam os antigos castanheiros viana, que se têm mantido durante longos anos e que são ex-líbris da freguesia”, reforça Armando Braga.
Assim, contando com o habitual convívio e animação musical pelas tunas académicas do Departamento de Ciências Agrárias e da Real Extudantina, da Universidade dos Açores, a Junta de Freguesia reforça o seu apelo à preservação da castanha viana.
Actualmente, o número de quintas com castanheiros viana na freguesia de Terra Chã ronda centena e meia, sendo 70 produtores.


(in A União)

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IV Ciclone - Noite de Serenatas

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sábado, maio 16, 2009

EM FESTIVAL NA COVILHÃ -TUSA arrecada cinco prémios

A Tuna Universitas Scientiarum Agrariarum (TUSA) do pólo da Terra Chã da Universidade dos Açores teve uma participação meritória no VII Festubi – Festival de Tunas da Universidade da Beira Interior, realizado na Covilhã, arrecadando cinco prémios.
Segunda melhor tuna, Tuna mais tuna, Melhor porta-estandarte, Melhor Pasacalles e Tuno “Abutre”, prémio correspondente ao tuno que melhor encorpou o espírito académico durante o festival, ganho por Eduardo Silveira, mais conhecido por “Pico”, foram as distinções arrebatadas pela tuna terceirense naquela que foi a sua primeira participação neste festival organizado pela Desertuna, Tuna Académica da Universidade da Beira Interior.
Luís Godinho, presidente da TUSA, descreve a passagem da tuna pela Covilhã como “muito positiva, é uma cidade lindíssima e muito acolhedora, onde estudam muitos açorianos que julgo ficaram orgulhosos da nossa participação no festival”. O sucesso dentro e fora dos palcos dos 30 tunantes do Pólo da Terra Chã da Universidade dos Açores presentes na Covilhã deu azo a um convite para regresso à cidade beirã para a VIII edição do Festubi, tendo a TUSA, por sua parte, endereçado convite à Desertuna para visitarem a Terceira por ocasião do seu Festival Ciclone.
A TUSA deverá regressar ao Continente no final de Novembro para uma actuação em Beja.
O Festubi decorreu a 17 e 18 de Abril, tendo participado no concorro, para além da TUSA, a anTunia – Tuna de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, a Tuna Académica do Instituto Superior de Engenharia do Porto e a Tuna Académica da Universidade Lusíada de Famalicão.
(In A União)

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quinta-feira, maio 07, 2009

XX Semana Académica em Angra do Heroísmo

Começou ontem a XX Semana Académica na ilha Terceira!! O local do crime será no recinto da feira agrícola, na Vinha Brava, em Angra do Heroísmo. Os artistas internacionais "TUnA SoNs dO mAr - TASMUA on the dance floor", actuaram no dia 5 de Maio, e deram um espectáculo que imperdível.
(In Tuna Sons do Mar)

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sábado, maio 02, 2009

TAESEAH convida..

A Tuna Académica da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo (taeseah), convida a Tuna Sons do Mar a se juntar á festa do dia 2 de Maio pelas 20h00, no restaurante Africana com as restantes tunas da ilha Terceira para uma noite de convívio.

Apareçe!

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sexta-feira, maio 01, 2009

Semana Académica em Angra do Heroísmo

sexta-feira, abril 03, 2009

Parabéns Sons do Mar

Pessoal desde já os os meus mais sinceros parabéns, pois vi a vossa actuação no ciclone e simplesmente adorei mostraram que são capazes de dar continuidade ao bom sucesso que a tuna tem vindo a fazer, agora é sempre para a frente que é caminho lololol.
Bem já estou a escrever de mais, já parece a ser um testamento igual aos antigos publicados lol (estou a brincar).

Já não vinha ao blog há muito tempo, só para ler as novidades foi quase uma hora. Pipoca minha grande Pop corn e minha substituta li o comentário do anónimo, opá vê se abres os olhos ou os ouvidos pois tem celine dion na tuna e está escondida, eu não dei por ela vê se não cometes o mesmo erro do que eu, deixa lá cantar o anónimo ou anónima ou (cobarde) como preferires chamar. lol
Enfim… bem sem mais assunto força SONS DO MAR foi um orgulho pertencer a esta grande tuna como foi tambem um orgulho pertencer à minha tuna do coração a quem muito devo e muito aprendi, como todos sabem a T.U.S.A., desculpa os sermões que dei ao pessoal e tanto dei nas cabeças (pipoca agora vais perceber boa sorte lolol). Bem agora vou mesmo parar de escrever lol força e continuem assim abraço e beijos Celso Mendonça adessss e prontsssss.
(in Tuna Académica Sons do Mar)

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quarta-feira, abril 01, 2009

Ciclone arrasa

A V edição do festival Ciclone encheu de música e de cor, durante dois dias, o Teatro Angrense. Com sete tunas convidadas, seis a concurso, das quais duas de Espanha. Durante um fim-de-semana Angra ganhou uma nova dinâmica, aquela que só os estudantes conseguem provocar.

“E passa o momento, fica o sentimento de quem um dia quer voltar”, da tuna organizadora do V Ciclone, a Tuna Universitas Scientiarum Agrariarum (T.U.S.A), do pólo da Terra Chã da Universidade dos Açores, a “Despedida”, marca bem o espírito universitário, que se viveu e respirou no Teatro Angrense, durante os três dias de festival. A cidade de Angra do Heroísmo viu desfilar nas suas ruas grupos de estudantes, que nelas passeavam com o maior à-vontade, o que fez com que muitos parassem só para os observar. No tradicional Passa Calles, que precedeu a recepção de boas vindas na Câmara Municipal, pela presidente, Andreia Cardoso, pôde ver-se a capacidade destas tunas em parar o trânsito, literalmente. Para além de a Rua da Sé ter estado com o trânsito interrompido, muitas foram as pessoas que pararam para ver o desfile dos trajes e das caras diferentes. No dia da chegada, as sete tunas convidadas, participaram num jantar regional, onde puderam degustar os mais variados pratos típicos, desconhecidos de muitos, principalmente dos que vieram de mais longe.A festa continuou, como é próprio deste tipo de acontecimento académico, pela noite dentro, no Porto das Pipas, no bar Havana, palco das festas do Ciclone, onde as tunas convidadas tiveram oportunidade de conhecer a noite terceirense.
Ensaios, Actuações e Concurso
Os ensaios, que antecederam as duas noites de actuações no Teatro Angrense, foram marcados pela excitação e pelo stress, normais antes de uma actuação. Uns afinavam os seus instrumentos, outros ensaiavam, pela última vez, aquele movimento com a pandeireta, enquanto os responsáveis iam dando gritos de ordem para que tudo estivesse no seu respectivo lugar, a tempo e horas.Os técnicos orientavam os sons e as luzes, auxiliados pelos próprios membros das tunas, que iam informando sobre a qualidade do som, se estava mais agudo numa coluna, ou mais grave noutra. Iam sendo feitos todos os acertos finais, para que tudo corresse pelo melhor.
Na primeira noite, lotação esgotada.
O Teatro Angrense ficou repleto de gente, que ansiava ver o que estas tunas tinham preparado para os espectadores.Está na hora, o pano abre, as luzes baixam e está na hora de começarem os desfiles de luz, som e cor, que deixam expectantes quem está sentado na plateia.Por volta das 21h00, começou o primeiro dia de actuações. A TASCA de Setúbal, a Magna Tuna Cartola de Aveiro, a tuna da Faculdade de Letras de Múrcia e os Tunídeos de São Miguel foram as primeiras tunas a apresentarem-se no Ciclone.No sábado, novamente casa cheia. São outras quatro, as tunas que neste dia fazem as delícias dos presentes.A tuna madrinha da tuna organizadora, a tuna académica Sons do Mar, da Universidade dos Açores, inicia o segundo dia de actuações no Teatro. Esta quebra com a constante do último dia, é uma tuna feminina, no meio de todas as outras masculinas. Primaram pela diferença e fizeram furor entre o público, quando no final, cantaram “It’s raining man”, em português, “estão a chover homens”, referindo-se à abundância de tunas masculinas presentes.A sátira e o escárnio foram uma constante no Ciclone, a irreverência daqueles que pertencem às tunas, fizeram rir o público, do mais velho ao mais novo, durante as pequenas pausas, entre as várias tunas, e até mesmo durante as actuações, sempre precedidas de inúmeros aplausos calorosos.Imitações de sotaques, como o terceirense, o micaelense, o madeirense e o continental, piadas de loiras e até mesmo as obras da recta, são exemplos de momentos de entretenimento que integraram o festival e que deram vida ao espectáculo. Seguiram-se as actuações da Inoportuna de Lisboa, a Tuna de Veteranos da Corunha, os Semper Tesus de Beja e finalmente, a encerrar as actuações, a tuna organizadora, a T.U.S.A.Todas as tunas que participaram marcaram pela singularidade, uns pela maneira de falar, outros pelo traje, muito diferente, e outros até mesmo pela idade.A Tuna de Veteranos da Corunha tinha elementos com idades compreendidas entre os 35 e os 70 anos e envergavam trajes que se destacavam pela exuberância, principalmente o porta-estandarte, que anda neste mundo das tunas há já 50 anos, o que o torna num super veterano. De todas as tunas, apenas algumas entraram no concurso. A Tuna de Veteranos da Corunha, a tuna da Faculdade de Letras de Múrcia, A TASCA de Setúbal, Magna Tuna Cartola de Aveiro, a Inoportuna de Lisboa e os Semper Tesus de Beja, participaram do concurso, as restantes, não menos importantes, foram convidadas a participar extra-concurso.
PrémiosUma das partes mais esperadas do festival era, sem dúvida, os prémios, que enchem de orgulho as tunas vencedoras.O Júri do concurso, composto por pessoas ligadas ao mundo das tunas, decidiu quem mais mereceu sair da ilha Terceira com mais do que o prémio de participação, entregue a todos.Os prémios eram pequenos ciclones e distinguiram, entre outros, a melhor tuna, a tuna mais tuna e a tuna do público.Foi entregue ao público, no primeiro dia, um papel onde assinalavam qual a melhor tuna. No último dia os papéis foram recolhidos e foi revelada qual a tuna escolhida que o público havia escolhido.O prémio de melhor Passa Calles foi para a tuna da Faculdade de Letras de Múrcia, que também arrecadou o prémio de melhor serenata.O melhor solista foi para a Inoportuna de Lisboa.Melhor instrumental foi entregue à Magna Tuna Cartola de Aveiro, bem como o de melhor original e o de melhor tuna.O prémio tuna mais tuna foi arrecadado pela TASCA de Setúbal e foi recebido pelos recebido com grande aparato em cima do palco, já que toda a tuna quis participar deste momento.Os Semper Tesus de Beja ganharam os prémios de melhor pandeireta, melhor porta-estandarte, tuna escolhida pelo público e segunda melhor tuna, tornando-se assim na tuna que mais prémios recebeu no V Ciclone. Depois da entrega dos prémios seguiram-se os agradecimentos e as despedidas. Ficando a certeza de que a organização de um festival requer, mais do que vontade, muita perseverança e trabalho.Resta esperar agora pela próxima vinda do Ciclone, que vai certamente arrasar mais uma vez com a cidade de Angra, enchendo-a de vida e de cor.

(In DI Revista)

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segunda-feira, março 30, 2009

Concurso de Tunas

A ilha Terceira recebeu o IV Ciclone neste último fim-de-semana. Duas noites de espectáculo: a primeira só de serenatas e a segunda com a actuação completa das tunas.A incansável T.U.S.A. transportou as tunas a todas as horas: da pousada em S. Mateus para Angra do Heroísmo, da discoteca para a pousada, da pousada para as visitas guiadas aos tunos,... Sempre disponíveis! Uma organização fantástica!
Tunas a concurso:- TUIST- Estudantina Académica da Madeira- Estótuna d’Espital - Tuna Académica da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital
Tunas Extra-Concurso:- TAESEAH - Tuna Académica da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo- Tuna Académica Sons do Mar (Tuna Mista)
Organização:T.U.S.A. - Tuna Universitas Scientiarum Agrariarum IV Ciclone,
Resultados:Melhor Pasacalles - Estudantina Académica da Madeira
Melhor Serenata - Estudantina Académica da Madeira
Melhor Tuna + Tuna - Tuna Universitária do Instituto Superior Técnico
Tuna do Público - Estudantina Académica da Madeira
Melhor Estandarte - Estudantina Académica da Madeira
Melhor Pandeireta - Tuna Universitária do Instituto Superior Técnico
Melhor Solista - Estudantina Académica da Madeira
Melhor Instrumental - Tuna Universitária do Instituto Superior Técnico
2ªMelhor Tuna - Estudantina Académica da Madeira
MELHOR TUNA - Tuna Universitária do Instituto Superior Técnico

(In Portugal Tunas)

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domingo, março 29, 2009

Mais um rescaldo do Ciclone

Malta, esta é uma transcrisão de um post meu colocado no blog da TUSA. Coloco-o aqui principalmente porque a actuação da Sons do Mar foi o Trampolim ideal para uma representação (e consequente ajuda preciosa) da Lisete num dos skéts do Ciclone! Temos artista!"Antes de mais, caros TUSOS, muito parabéns pelo Festival! Este V Ciclone correu sem mácula, é assim que o caracterizo. Os Sécs Voccal - esse grupo de energúmenos que teima em aparecer à sociedade angrense na mesma altura em que o Ciclone costuma atingir a Cidade Património Mundial - viu-se este ano desfalcado de um membro. Um membro pequeno, todavia assaz viril! Mas essa ausência física não evitou que houvessem estragos colaterais infligidos ao Teatro Angrense e seu público durante o Ciclone, aliás como é apanágio dos Sécs Voccal. Relativamente às actuações de ambos os dias (cujos intervalos foram brilhantemente preenchidos e animados por cerca de nove tunas), há que deixar um sentido agradecimento ao público do Teatro Angrense, sempre pronto a aplaudir e acima de tudo a rir! Com um público assim, o nervosismo que possa existir antes de um Skétch nunca passa do camarim para o palco! Finalmente, um agradecimento muito especial àqueles que nem pestanejaram quando lhes foi pedida ajuda em determinados skétchs:- os caloiros da TUSA, na montagem dos cenários e a desviar o pano (embora não tivessem outra alternativa);- a Lisete, no skétch "Morcela, o Ventríloquo e a Loira", pela sua extraordinária representação, conseguindo baralhar completamente o público e até amigos mais chegados (para quem ainda tenha dúvidas, a Lisete estava a brincar);- e, finalmente, o Rocky (perdão, o Jacinto) pela sua fantástica dedicação ao longo dos dois dias de Festival e pela sua representação no skétch "Waterboy"!Frases como:"Quero dar de mamá aos pequenos... ÁGUA? NÃO TEM!!!"ou"Vocês pró ano querem meter água no Ciclone... ÁGUA? NÃO TEM!!!"Vão ficar para sempre na nossa memória, a par da "indignação" da Lisete! Um bem haja a Todos!"
(In Tunas Académica Sons do Mar)

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sexta-feira, março 27, 2009

Orgulhoso

Muitos parabens.
Foi um festival de muito mérito, com uma organização muito bem elaborada, e pelo pouco que acompanhei, deu bem para ver o grande esforço que é toda a sua realização . Ao Stony e à Tuna, agradeço a oportunidade de estar de perto deste festival, pois ás vezes a gente pensa que isto vai ficando cada vez mais longe, mas afinal ainda esta bem perto, obrigado! A primeira vez que a Cartola foi à Terceira, julgo ter sido na semana academica de 1997, olhava-mos para uma tuna deste gabarito, ate com um certo receio que nos ouvissem, mas hoje, é com muito orgulho que vejo que a TUSA olha qualquer tuna de frente, e espero que assim continue, mesmo que as coisas se alterem muito. Quando se pensou em fazer uma tuna masculina, muitas foram as vezes que aquilo parecia que não ia passar de uma vontade. Mas ta á vista que não, e hoje, o que voces construiram, foi uma tuna que esta na primeira divisão do panorama academico, e que so o mar, é que faz com isto não se realize. Caso contrario, havia mais prateleiras para premios, e gajas satisfeitas por esta universidades fora.Achei de um enorme bom gosto o premio ao Mox, ainda o estou a ver, ranhoso, cabelo á Marco Paulo, caladinho nos ensaios. Sem duvida alguem que marcou muito a TUSA e quem por la passou. E todos os velhinhos que tiveram que a deixar, de uma forma ou outra estão sempre atentos ao que se vai passando, embora se manifestem pouco.O instrumental foi de uma mestria excepcional, desde a afinação, ritmo, enfim tudo. Parabens pelo solista, grande voz, não o conheci, mas tens muito futuro, mas não te percas em idolos e operações triunfo e outras coisas do género. Tou a brincar.As pandeiretas tão a um nivel muito bom, muito trabalho, ta visto. Até o Duarte, ta preparado para entrar na classe de pesos pesados. Bem e estandarte....... não tenho sequer capacidade de opinar. Stony, és um espectaculo. Acredita que não ha muitos estandartes por esse país com este nivel. Vê lá é se ensinas esses pequenos, que um dia vais embora e ficam sem mestre.Mais uma vez a apresentação foi muito boa, ao Luis, Mox e Espirra, parabens são uns jograis bem arrematados, a reacção do publico mostrou bem o vosso trabalho. So faltou o ervilha, mas sabemos como é, as mulheres quando teimam................aquilo tem de ser, se não um home se consome todo o dia, e fica sem razão.Bem, a voces todos, continuem, e decerto que estão todos ainda mais orgulhosos do que eu pelo vosso trabalho, foi excelente.
ISSO É QUE É D' HOMEM!!!!!!!!!!!!!!!!!TI Renato

(In Tuna Académica Sons do Mar)

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quarta-feira, março 25, 2009

V Ciclone (I)

Primeiro que tudo quero dar os parabéns a todas aquelas que actuaram no passado Sábado no Teatro Angrense. Foram duas músicas, excelentes. Dois acordeões fizeram um, os bandolins completaram-se, os violões certinhos, as vozes afinadinhas. Muito bom mesmo. Passados 10 anos voltei a ver a Sons do Mar de fora, foi estranho, quando vos vi de capote e o pano a abrir senti um arrepio... tipo, não estou ali. Um dia teria que ser e sinceramente nunca liguei muito a quem me dizia, Pataco...o teu tempo já era, sempre acarinhei quem de novo chegou e sempre me senti muito feliz com as diversas gerações que tive o privilégio de conviver.

Ouvi com atenção as palavras do nosso Kirido Mox, quando se referiu às tunas enquanto instituições que proporcionam uma evolução pessoal a quem por elas passa. A heterogeneidade de uma tuna é fruto duma panóplia de diferentes personalidades dos elementos que a compõem, é algo transversal ao próprio grupo e tanto o enriquece, todos aprendem com todos e um dia quando partem, saem certamente com uma melhor formação, não só musical mas acima de tudo pessoal que podem então juntar á sua formação académica e que estou certo que directa ou indirectamente, será uma mais valia na vida futura de cada um. Integrar uma uma tuna, dedicar-se e empenhar-se é uma lição de vida e companheirismo inegualável e uma marco na vida de qualquer estudante. Mas agora quero falar do Ciclone. Quero dar os parabéns à TUSA por mais um Ciclone, arrisco-me a dizer que provavelmente terá sido o festival de tunas da Ilha Terceira que apresentou melhor cartel, sem desmérito nenhum a outras edições do Ciclone e do Olé Tunas. De facto vieram excelentes tunas, todas muito equilibradas. Gostei imenso de ver a tuna de veteranos da Corunha, os aplausos no fim da actuação comoveram-me, nunca vi tantos aplausos a uma tuna no teatro Angrense, é de louvar, ser tuno realmente é algo intemporal. A Tuna de Múrcia também não defraudou, poucos como sempre em viagens para as ilhas, mas sempre com excelentes performances. A Tasca contagiou com a sua alegria, a inoportuna apresentou um excelente solista, Os Sempre Tesus tiveram uma actuação de grande nível, embora para quem os conhece bem, não apresentaram muito de novo, demasiados temas não originais para um festival, no entanto em nada macula a sua performance em palco que foi sem dúvida nenhuma brilhante, com pandeiretas incríveis. A Cartola é aquela tuna que a meu ver, ou se adora ou se detesta, é provavelmente a melhor tuna portuguesa em termos de originalidade vs qualidade que se distancia bastante da linha mais tradicional das tunas mais conhecidas do nosso país. Apresentou um espectáculo muito semelhante aquele que levou em Dezembro a Braga ao XV Celta e que lhe valeu o prémio para 3ª melhor tuna, num festival que contou como é costume com os peso pesados das tunas portuguesas. Esteve muito bem a meu ver, gostei bastante da sua actuação, traz-nos sempre algo diferente. Os Tunídeos, foram excelentes, já há alguns anos que não os via ao vivo, fizeram um espectáculo de grande nível. Finalmente, a TUSA. Foram brilhantes, gerou-se algum murmúrio em volta da sua prolongada ausência, de vários quadrantes, mas reapareceram em grande estilo , os fundadores podem-se orgulhar que o seu trabalho teve continuidade. Gostei dos temas novos no qual também incluo a serenata do Mox, embora já a tenha ouvido ainda é nova para mim. Fiquei surpreendido com os miúdos novos que entraram sobretudo os pandeiretas, tiveram muito bem e com grande margem de progressão. Ao meu amigo Sombra, ainda por cima toca o mesmo instrumento que eu, deliciei-me a ouvir o instrumental, aliás eu acho que não consegui ouvir o instrumental tal foi a forma como fixei os meus olhos no bandolim e só conseguia ouvir as notas tocadas quase á velocidade da luz, fez-me lembrar outros tempos. Uma palavra final para o Stony, não sei se foi do choque tecnológico do Estrela, mas foi uma saída em grande, tanta coisa diferente sempre ao mais alto nível numa noite, deslumbrou certamente quem presenciou o espectáculo.Finalmente, os Séx-vocál, essas criaturas que fazem dar gaitadaria (como diria o velho Mestre e Sábio Mox). É pá, desmancho-me a rir sempre, todos tiveram bem, mas o Estrela a fazer de Sócrates...ê ri, ri, e ri... No entanto esperava mais dele, sempre a desviar-se do óbvio, o caso Freeport, tentou como sempre ludibriar a assistência com o choque tecnológico, mas o Teatro Angrense e o País esperavam outra atitude. Perdeu-se uma oportunidade para esclarecer essa questão de uma vez por todas. A participação do Rocky e da Lisete com estas figuras foi deveras curiosa, a da Lisete foi de tal forma convincente que tirando o Prof. Alfredo Borba que lhe deu a sua cadeira para ela se sentar e mais duas ou 3 pessoas da plateia que já sabiam, toda a gente acreditou naquela peixeirada.No Havana, a festa foi boa como seria de esperar, electrizante, embriagante e até mesmo erótica (para não usar outra palavra). Enfim, houve de tudo e quando digo de tudo…ouve mesmo muita coisa. Sinceramente nunca fiz parte da organização dum festival, tenho noção pelas coisas que me contam e daquilo que vejo. Dá muito trabalho a quem quer realmente trabalhar, por isso não é por acaso que apenas existam dois festivais na ilha. Deste modo finalizo o meu pequeno post, felicitando mais uma vez a malta da TUSA pela excelente organização. Por fim, o público que foi fantástico e aderiu bastante ao evento, passado tão pouco tempo do Olé Tunas, o Teatro voltou a encher-se. Por isso não percebo quando há gente que diz: “está tudo farto de tunas” e num espaço de 2 meses, 2 encontros de tunas e 2 festivais, quase sempre com casa cheia numa ilha tão pequena. Um abraço.

(In Tuna Académica Sons do Mar)

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terça-feira, março 24, 2009

Inoportuna

Vinda da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, esteve na ilha Terceira para participar no V Ciclone, a Tuna Académica InoporTuna. A T.U.S.A., Tuna Universitas Scientiarum Agrariarum do Departamento de Ciências Agrárias-Universidade dos Açores, organiza anualmente, na data do seu aniversário “O Ciclone”, Festival Internacional de Tunas.Esta tuna (total setenta elementos) visitou, ontem, o Museu do Vinho dos Biscoitos da Casa Agrícola Brum Lda. onde o tranquilo "Donatário" e o generoso “Chico Maria” renovou os espíritos. Ainda no território “Da Resistência” um estudante foi apanhado a cumprir um dos regulamentos... como é da praxe.
(In Bagos D'Uva)

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segunda-feira, março 23, 2009

Ciclone prometeu virar a cidade do avesso

Começa Sexta-feira, às 21h00, prolongando-se até Sábado, no Teatro Angrense, o V Festival Ciclone, organizado pela Tuna Universitas Scientiarum Agrariarum (T.U.S.A), do polo de Angra do Heroísmo na Terra Chã-Universidade dos Açores. O Salão Nobre dos Paços do Concelho de Angra acolheu, as sete tunas convidadas e a organizadora, que foram recebidas pela presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, Andreia Cardoso.Após o discurso de boas-vindas às tunas presentes, a presidente da Câmara distribuiu algumas lembraças do concelho e recebeu outras, seguindo-se um beberete, que completou a recepção. Depois da recepção, as tunas desfilaram pela Rua da Sé, no tradicional Passa Calle, parando o trânsito, tanto os carros, como as pessoas que pararam para os observar atentamente. Às 18h00 foi servido um jantar regional, na Casa do Povo da Terra Chã, para apresentar a cozinha tradicional açoriana aos que vêm do continente e principalmente às duas tunas espanholas. Seguindo a tradição académica, a festa continuou noite dentro, no Havana Club, no Porto das Pipas, onde foi instalado junto ao bar, um palco por onde passaram eventos de karaoke, Dj´s e onde decorreu a actuação do grupo “Só Forro”. Segundo o presidente da T.U.S.A, Luís Godinho, o Porto das Pipas era o palco das festas, após as actuações no Teatro Angrense.
O Ciclone
As tunas convidadas para a V edição do Ciclone foram: os espanhóis da Tuna de Veteranos da Corunha e da Faculdade de Letras de Múrcia, a TASCA de Setúbal, Inoportuna de Lisboa, Magna Tuna Cartola de Aveiro, os Semper Tesus de Beja e os Tunídeos de São Miguel. Destas, apenas as quatro do continente e as duas de Espanha participaram no concurso, tendo sido conhecidos os vencedores apenas no sábado, quando terminaram as actuações das tunas convidadas e dos anfitriões. Inicialmente previsto para Novembro, o Ciclone foi adiado para Março, por falta de garantia de tunas em número suficiente para realizar o festival, voltando assim à sua data original. Apesar das dificuldades em organizar o festival, a organização do Ciclone contou com vários apoios para que os objectivos se concretizassem, desde a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo e a Culturangra, Universidade dos Açores, a agência de viagens Via Vitória, “que nos cedeu uma viatura para o transporte das tunas”, explica Luís Godinho, da organização.
(In Diário Insular)

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quinta-feira, março 19, 2009

DE 19 A 21 DE MARÇO -Festival Ciclone traz tunas ibéricas a Angra

Os espanhóis da Tuna de Veteranos da Corunha e da Faculdade de Letras de Múrcia, a TASCA de Setúbal, Inoportuna de Lisboa, Magna Tuna Cartola de Aveiro, os Semper Tesus de Beja, os Tunídeos de S. Miguel e os terceirense Sons do MAR e T.U.S.A, anfitriões do evento, constituem o cartaz do V Ciclone – Festival Internacional de Tunas a realizar entre 19 e 21 de Março em Angra do Heroísmo.
O festival arranca a 19 de Março com o tradicional Passa Calles, o desfile de todas as tunas na Rua da Sé a partir das 16h00. Sexta-feira e sábado, sempre pelas 21h00, no Teatro Angrense, irão actuar as seis tunas presentes a concurso, divididas pelos dois dias. Cabe à T.U.S.A., na qualidade de organizadora do festival, abrir e encerrar o certame com duas pequenas actuações. Extra concurso, onde serão atribuídos onze prémios em diferentes categorias que vão da melhor tuna, a prémios pelos melhores executantes nos diferentes instrumentos, vão subir a palco os açorianos Tunídeos e da Sons do Mar.
Uma das novidades deste ano prende-se com a realização de um desejo antigo da organização. Na semana do festival será instalado junto ao Havana Club no Porto das Pipas um palco por onde irão passar eventos de karaoke, Dj´s e uma actuação do grupo “Só Forro”, dia 19, além de ser este o local das festas “pela noite dentro” nos fim de semana do festival. Também dia 19, na Casa do Povo da Terra Chã, os perto de duas centenas de participantes no V Ciclone vão participar num jantar regional, onde poderão descobrir o que de melhor tem a gastronomia terceirense. Segundo Luís Godinho, responsável da T.U.S.A., a organização pretende que as tunas “ não venham à Terceira apenas pelo concurso, mas que conheçam a ilha e se divirtam o mais possível”.
Inicialmente previsto para Novembro, o Ciclone foi adiado para Março, voltando assim à sua data original, que, para o responsável da T.U.S.A, “ é a melhor altura para o festival, pois estamos numa altura do ano lectivo que as tunas tem mais condições para poder vir aos Açores”. O preço das viagens esteve na génese do adiamento e continua a ser um entrave para a organização, afirma Luís Godinho.
Apesar das dificuldades, a organização contou com vários apoios para a realização do festival, que passaram desde a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo e a Culturangra, Universidade dos Açores, a agência de viagens Via Vitória, “que nos cedeu uma viatura para o transporte das tunas” ou a empresa João Medeiros “ responsável pela parte da promoção e publicidade”, refere Luís Godinho
CD a caminho
Além da organização do Ciclone, a T.U.S.A. tem neste momento mais um grande trabalho em mãos, a gravação do seu primeiro CD.
Um projecto totalmente de autor, “ a partir de uma sala cedida pela Associação de Estudantes, montámos um estúdio de gravação e somos responsáveis por toda a produção do CD”, afirma Luís Godinho, o trabalho ainda não tem data prevista para ver a luz do dia, mas a vontade dos membros da T.U.S.A é que esteja pronto “ainda antes do final do ano lectivo”.
Quanto a actuações, a tuna, actualmente com 26 elementos, além de várias espectáculos por todo o Arquipélago, irá actuar em Abril num festival internacional de tunas na Covilhã.

(In Renato Gonçalves- A União)

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quarta-feira, março 11, 2009

Video Olé Tunas V

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terça-feira, março 10, 2009

Video Olé Tunas IV

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Video Olé Tunas III

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segunda-feira, março 09, 2009

Video Olé Tunas II

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domingo, março 08, 2009

Video do Olé Tunas I

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