quarta-feira, novembro 18, 2009

PRESIDENTE DA GÊ-QUESTA "Planos de ordenamento de território não funcionam"

Acaba de assumir as funções de presidente da Gê-Questa, mas já integra a associação há alguns anos, sendo-lhe próximas as questões da defesa ambiental. Orlando Guerreiro afirma liderar com “atitude positiva e pro-activa” os próximos dois anos da Gê-Questa, sem esquecer o que mina o trabalho dos ambientalistas, como os planos de ordenamento do território.
Orlando Guerreiro é a nova cara na presidência da Gê-Questa. Mas não é assim que quer ser entendido. Prefere ser incluído no projecto global de defesa ambiental da associação.Em entrevista à “a União”, o jovem de 32 anos, natural de Setúbal, licenciado em engenharia do ambiente pela Universidade dos Açores (UA), dispensava o registo fotográfico, dada a vontade de fazer destacar a entidade, e não a pessoa que a vai liderar nos próximos dois anos.“Vamos ter projectos super-inovadores”, afirma Orlando Guerreiro de forma entusiasta. Aliás, esta é uma característica que o próprio reconhece em si e na forma como encara os desafios que lhe surgem e em que se envolve.Foi assim que foi observador de pesca nos Açores e no Canadá, que elaborou o trabalho de fim de curso no Brasil, que co-fundou o núcleo de ambiente da UA e da Associação de Surf da Terceira e foi também assim que se candidatou, como independente – pede para sublinhar –, pelo BE, à autarquia angrense nas últimas autárquicas.A atitude, agora na Gê-Questa, garante, vai ser “positiva e pro-activa”, sem no entanto, esquecer as dificuldades que são colocadas aos ambientalistas sedeados no Forte de São Mateus. Pessoas desconhecem os seus direitos
Orlando Guerreiro, membro dos órgãos sociais no anterior mandato da associação, afirma-se conhecedor da realidade na ilha é por isso que é peremptório ao afirmar que os planos de ordenamento do território “não funcionam”, que são instrumentos de planeamento “meramente descritivos”.Um facto que, entende, afecta de forma global a atitude das comunidades e das entidades que lidam com a preservação ambiental.“As pessoas não sabem dos seus direitos, não reclamam os seus direitos”, aponta, acabando por dar a sua opinião pessoal: “há falta de educação política – não entender partidária – nos Açores”. E não somente na área ambiental, esclarece, em todas os sectores da sociedade.Questionado pelo número de queixas que dão entrada na Gê-Questa, Orlando Guerreiro refere que os valores não são contabilizados, mas que no curto espaço em que ocupa as actuais funções já recebeu uma, deixando antever que as reclamações não são uma forma usada frequentemente pelas populações para contactar com a associação.
Gê-Questa é reflexo da sociedade
Actualmente a Gê-Questa conta com uma equipa de cinco pessoas (uma a tempo inteiro, duas a parcial, dois estagiar “L” e futuramente um reforço de mais três estagiários) e a palavra de ordem é “dinamizar”.“Queremos dinamizar a associação através de projectos de maior duração e queremos tornar este espaço no mais aprazível possível para as pessoas, trazer os sócios de volta”, conta.Orlando Guerreiro reconhece os altos e baixos que, ao longo dos anos, tem marcado a Gê-Questa, actualmente com 500 sócios, mas que tal, explica, é um “reflexo da sociedade”. “A Gê-Questa vive da vontade das pessoas e da capacidade financeira de ter mais pessoas a trabalhar nela”.Assim, entre os planos da nova direcção está o aproveitamento da sua sede para a realização de diversas iniciativas “sempre enquadradas na temática ambiental”, como por exemplo, exibição de filmes, palestras e, sublinha, a criação de um centro interpretativo ambiental: “queremos transformar este espaço de acordo com a ideologia da Gê-Questa”.
Projecto piloto na comunidade
Apesar de ainda não ter um programa de actividades definitivo, a Gê-Questa prepara-se para organizar, à semelhança de anos anteriores, uma semana do mar, daqui a sensivelmente duas semanas, em parceria com outras entidades.Este vai ser o contexto, explica Orlando Guerreiro, para apresentar um “projecto-piloto” que vão desenvolver com a comunidade piscatória relacionado com a gestão de resíduos no mar.No espaço “TIC” (Tecnologias de informação e comunicação), a Gê-Questa prevê ainda desenvolver cursos de formação à população local.
Mas a lista de actividades da Gê-Questa para os próximos dois anos não se resume aqui. Nos próximos tempos, Orlando Guerreiro e a sua equipa asseguram anunciar outras iniciativas para que, no final do mandato, aspira “haja gente sempre a sair e a entrar da Gê-Questa”.
(In Humberta Augusto (texto e fotos)-em A União)

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terça-feira, novembro 17, 2009

Duas centenas de lixeiras selvagens na Terceira

O número de depósitos ilegais de resíduos (lixeiras a céu aberto) na Terceira ascende às duas centenas. Os tipos de resíduos são variados, sendo que “é preciso ter em conta que vivemos num espaço pequeno, onde não existem grandes industrias e, por isso, também não temos problemas com resíduos químicos”, afirma Ulisses Rosa, autor do estudo que pretendeu quantificar e identificar os depósitos ilegais de resíduos em toda a ilha. Ulisses Rosa desconhece se as Câmaras Municipais têm conhecimento desta situação. Contudo, para o autor do estudo o problema prende-se com a “falta de educação ambiental”.“O que se denota é uma grande falta de civismo e um desrespeito pelo espaço comum”, continua.De facto, “as pessoas continuam a infringir a lei, sendo que a legislação prevê contra-ordenações gravíssimas neste sentido”.Apesar de reconhecer que os jovens começam a mostrar uma mudança de atitude quanto às questões do ambiente, Ulisses Rosa considera que esta situação não é fácil de contornar. “Um dos grandes problemas é o facto destes pontos de depósito funcionarem há dezenas de anos”, disse.“O meu objectivo foi tentar perceber a dinâmica de deposição de resíduos na ilha. Pretento criar um registo que permita uma monitorização e limpeza eficazes destes espaços”, aponta Ulisses Rosa.“Grande parte do interesse desta quantificação prende-se com a sua futura disponibilização para que seja possível limpar estas zonas”, continua.Para minimizar os impactos no ambiente, o guia da natureza pretende divulgar estes dados às Câmaras, à GNR e todas as entidades gestoras de resíduos.Para o autor do estudo, é necessária “uma maior interligação entre as entidades competentes e uma maior focalização na educação ambiental”. “Através de acções de sensibilização como Limpar Portugal, um estímulo à sociedade, através de uma competente gestão integrada de resíduos e do seu posterior encaminhamento, podemos tornar, certamente, a ilha mais limpa”, continua.A aposta na reciclagem é também uma das formas apontadas por Ulisses Rosa para minimizar o problema.O trabalho intitulado “Georeferenciação de depósitos ilegais de resíduos na Terceira” é pioneiro na Região e servirá de mapa da iniciativa “Limpar Portugal - Terceira”.

(in Diário Insular)

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domingo, novembro 01, 2009

Alimentação pode prevenir o cancro


Estamos a viver dias de grande sensibilização (tentativas…) para o problema do cancro da mama. Pode ser estabelecida alguma ligação entre este tipo de cancro e a alimentação típica das mulheres açorianas?

O aparecimento do cancro da mama está associado a diversos factores de risco, nomeadamente a idade, a história familiar, alterações genéticas, inactividade física... sendo a alimentação desequilibrada também considerada um factor de risco. Tendo em conta que a alimentação das mulheres açorianas encontra-se num panorama de excessos, nomeadamente com o elevado consumo de gorduras de origem animal (manteiga, queijo, enchidos, carne gorda, fritos) e baixo consumo de verduras, este padrão alimentar poderá contribuir para o aumento de risco de cancro da mama.Mulheres obesas apresentam também um risco aumentado de cancro da mama, principalmente após a menopausa, e como nos Açores, a prevalência da obesidade nas mulheres atinge cerca de 19% da população, este será também um factor a ter em conta.

Há evidências de que a alimentação contemporânea possa estar ligada a formas de cancro, incluindo o da mama?
A alimentação contemporânea caracteriza-se por uma elevada ingestão de gorduras (principalmente de origem animal), sal, açúcares, bem como uma baixa ingestão de frutas a verduras. Esta padrão alimentar ocorre particularmente devido à conjuntura actual de uma grande oferta alimentar de produtos pré-confeccionados e de preparação rápida, mas de baixa qualidade nutricional.Tal como referi anteriormente, este tipo de alimentação é um factor de risco para o cancro da mama, bem como de outros tipos de cancro, nomeadamente os cancros associados ao tracto intestinal. O consumo de álcool também se encontra presente nos actuais estilos de vida, sendo o elevado consumo deste também considerado um factor de risco associado ao cancro da mama, bem como a outros tipos de cancro. Um factor também importante a salientar, embora não directamente relacionado com a alimentação contemporânea da mulher, mas com os seus estilos de vida, é a (in)existência da prática de actividade física. Segundo alguns estudos, mulheres que são fisicamente activas têm um risco menor de cancro de mama, bem como esta prática previne o excesso de peso e obesidade.
É defensável que uma dieta vegetariana possa proteger melhor o organismo contra o cancro?
A dieta vegetariana poderá ser uma alternativa na prevenção do cancro, mas não será a única. Uma alimentação para ser promotora de saúde e defensora contra a doença não tem que ser obrigatoriamente vegetariana. Um padrão alimentar rico em legumes e verduras, frutas, peixes e carnes magras e hidratos de carbono complexos e pobre em açúcares simples, sal e gorduras animais, pode perfeitamente enquadrar-se num estilo de vida saudável e protector de risco de cancro. Assim, a melhor forma de proteger o organismo contra o cancro é adoptar hábitos de vida saudáveis no seu dia-a-dia, independentemente do tipo de dieta.
É possível mudar os hábitos alimentares de uma população ou a missão é impossível?
Nada é impossível. Mudar os hábitos de uma população é difícil, exige esforços colectivos, necessitando de uma acção integrada e comunitária. Para efectivamente conseguirmos mudar hábitos alimentares de uma população é necessário criar estratégias que possam mudar conhecimentos, atitudes e comportamentos da população. Então todos os sectores devem ser incluídos, desde os serviços de saúde da região, as autarquias, as escolas, as entidades empresariais, a restauração, os órgãos de comunicação social... para que assim, através desta acção intersectorial, se possa ajudar a criar uma sociedade com estilos de vida mais saudáveis.

(In Diário Insular)

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quarta-feira, outubro 28, 2009

BICHADO E MAU TEMPO ASSOCIADOS Produção de Castanha Viana regista pouca quantidade


A Festa da Castanha Viana cumpre mais um ano de tradição na Terra Chã. O fruto típico dessa freguesia do concelho de Angra do Heroísmo regista pouca quantidade na produção de 2009. Em causa estão a doença do bichado e as más condições meteorológicas.

À semelhança das edições anteriores, o Largo de Belém, na Terra Chã, vai ser palco da Festa da Castanha Viana, uma obra que, segundo o presidente da Junta de Freguesia, “foi precisamente inspirada” nesse tradicional evento.
Este ano, para além da doença do bichado, que está a infestar a castanha no decorrer dos últimos cinco anos, afectando a sua produção e qualidade, as más condições meteorológicas que se fizeram sentir no passado mês de Setembro, início de produção, provocou uma perda de 50 por cento da quantidade inicialmente estimada pelos produtores. ArmandoBraga classifica o facto de “peculiar”.
“As chuvas e os ventos fizeram cair as folhas e os ouriços antes do tempo. Este ano foi peculiar, fazendo surgir mais uma situação para os especialistas dedicarem os seus estudos e trabalho de investigação”, explica o autarca, em declarações à “a União”. E continua: “Não se verifica tanto bichado como em 2008, um ano que, aliás, registou menos castanheiros doentes face aos anos anteriores”.
Com efeito, refere, estes factores têm vindo a contribuir para o desânimo de muitos produtores que não têm visto o seu trabalho compensado, pese embora o empenho de técnicos da Universidade dos Açores e dos Serviços de Desenvolvimento Agrário, no estudo de soluções de combate eficaz às doenças da castanha viana.
Questionado sobre a qualidade desse fruto na colheita de 2009, o presidente diz verificar-se castanhas “miudinhas”, isto é, de tamanho inferior ao considerado “normal”, adiantando, no entanto, que apesar disso e da “pouca quantidade”, estes não serão motivos para considerar haver “falta de castanhas”.
“A maioria das castanhas são miúdas, portanto não encheram completamente o ouriço. Mas haverá para todos”, sublinha.
Estima-se que cerca de 800 pessoas possam marcar presença na décima nona edição de um festejo popular, entre produtores e comunidade em geral, no próximo sábado, 31 de Outubro, a partir das 20h00.
“Esta festa foi criada para promover a castanha viana como fruto típico da Terra Chã e também para defender a preservação do seu património natural visível nas suas quintas onde predominam os antigos castanheiros viana, que se têm mantido durante longos anos e que são ex-líbris da freguesia”, reforça Armando Braga.
Assim, contando com o habitual convívio e animação musical pelas tunas académicas do Departamento de Ciências Agrárias e da Real Extudantina, da Universidade dos Açores, a Junta de Freguesia reforça o seu apelo à preservação da castanha viana.
Actualmente, o número de quintas com castanheiros viana na freguesia de Terra Chã ronda centena e meia, sendo 70 produtores.


(in A União)

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IV Ciclone - Noite de Serenatas

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segunda-feira, outubro 26, 2009

NA UNIVERSIDADE DOS AÇORES Observação astronómica às sextas-feiras


A partir de amanhã e nas próximas quatro sextas-feiras será possível observar o céu na sua componente astronómica. Trata-se da actividade de divulgação científica designada “Ciência à sexta”, que vai ter lugar no auditório da Universidade dos Açores, Pico da Urze, em Angra do Heroísmo.
A palestra “Moléculas interestelares e vida extra-terrestre”, por Célia Silva e Lurdes Dapkevicius (UAç, DCA), vai marcar o início de um programa de conversas, mesas redondas e sessões de observação do céu a desenvolver no âmbito da iniciativa “Ciência à sexta”, pelas 21h00.
Esta actividade de divulgação científica, que arranca amanhã, 23 de Outubro, pretende dar a conhecer a astronomia como o ponto de partida para levar a reflectir sobre a origem da vida e a sua procura fora da Terra; conhecer o desenvolvimento tecnológico e científico da Europa numa área de ponta como é a astronomia; e discutir a relação entre Arte e a Ciência ficando a conhecer melhor o Universo.
Assim, durante as próximas quatro semanas, às sextas-feiras, esta iniciativa conjunta da Universidade dos Açores, Direcção Regional da Ciência Tecnologia e Comunicações e do Ano Internacional de Astronomia 2009 prevê reunir no auditório da Universidade dos Açores, Pico da Urze, em Angra do Heroísmo, especialistas em astrofísica, a nível regional e nacional.
As outras sextas-feiras serão preenchidas com os temas “Astronomia "made in europe", por Teresa Lago (Centro de Astrofísica da Universidade do Porto), 30 de Outubro; “Arte e Ciência”, José Nuno da Câmara Pereira (artista plástico), Rogério Sousa
(Associação Cultural Burra de Milho), Filomena Ferreira (actriz), Félix Rodrigues
(UAç e moderador), João Pedro Barreiros (UAç), 6 de Novembro; e “Os últimos calhaus a contar do sol”, Nuno Peixinho (Centro de Física Computacional da Universidade de Coimbra, Observatório Astronómico), 13 de Novembro.
“Noites Galileu”
Entretanto, as acções serão seguidas de uma sessão de observação astronómica integrada no projecto global “Noites de Galileu” (http://www.galileannights.org/), cujo objectivo é repetir algumas das observações feitas por Galileu há 400 anos e que revolucionaram o mundo ao separar a Ciência da Religião.
As observações ocorrerão das 20h às 21h e das 22h às 23h30, se as condições meteorológicas forem favoráveis, segundo informa a organização, e a entrada é livre.
Recorde-se que Ano Internacional da Astronomia 2009 (AIA2009) consiste numa celebração da astronomia à escala mundial estimulando o interesse de todos na e na ciência em geral, com particular incidência nas camadas mais jovens da população.
Há três anos a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2009 como Ano Internacional da Astronomia.
Vida extra-terrestre
Segundo a nota informativa sobre o projecto “Ciência à sexta”, a primeira palestra, intitulada “Moléculas interestelares e vida extra-terrestre”, Célia Silva e Lurdes Dapkevicius, tem como ideia base a eventual existência de vida em outros ambientes localizados nas profundezas da Terra e no espaço do Universo.
“As profundezas da Terra também abrigam comunidades microbianas que são independentes duma fonte de luz – utilizam, em seu lugar, energia química do basalto, uma rocha que abunda na Terra... e em Marte. A descoberta destes ecossistemas de profundidade levou alguns cientistas a pensar que a vida na Terra poderá ter principiado nas profundezas, tendo posteriormente migrado para a superfície, quando as condições da Terra primitiva se tornaram mais hospitaleiras. E em Marte? Poderá ter acontecido o mesmo?”, refere o documento.

(In A União)

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quarta-feira, outubro 21, 2009

Universidade dos Açores assina protocolo com pousadas de juventude


A cerimónia de abertura do protocolo terá lugar amanhã na universidade.
Irá realizar-se amanhã, dia 21 de Outubro, pelas 10h30, no Salão Nobre da Reitoria do campus de Ponta Delgada, a cerimónia de assinatura do Protocolo de Cooperação entre a Universidade dos Açores e a Pousadas de Juventude dos Açores (PJA).Este protocolo terá como principal objectivo a oferta de condições especiais de estadia e aluguer de salas, para os docentes e estudantes da Universidade dos Açores, nas Pousadas de Juventude açorianas. Estarão presentes na cerimónia o Magnifico Reitor da Universidade dos Açores, o Senhor Secretário Regional da Presidência, o Senhor Director Regional da Juventude e os representantes do Conselho de Administração da Pousadas de Juventude dos Açores, SA. O evento estará aberto a todos os interessados.

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sábado, outubro 03, 2009

Desfile de caloiros

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quarta-feira, setembro 30, 2009

Lisboa aprova projecto da escola de enfermagem

O ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior aprovou o projecto preliminar nas novas instalações da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo.O reitor da Universidade dos Açores, Avelino Meneses, disse ontem ao DI que com a “luz verde” de Lisboa as obras deverão avançar em 2011 numa altura em que a construção de todas as instalações do Departamento de Ciências Agrárias estará concluída.O edifício inter-departamental, em construção do campus do Pico da Urze, será inaugurado em 2010 e nessa altura a Universidade dos Açores deixará de utilizar as instalações do pólo da Terra Chã.De acordo com o reitor da Universidade dos Açores, a construção das novas instalações da Escola de Enfermagem, de Agra do Heroísmo no Pico da Urze vai permitir a concentração no mesmo espaço de todas as áreas de ensino da Universidade dos Açores na Terceira.“Contamos avançar com a construção do pavilhão desportivo em colaboração com a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo em 2010 e com as novas instalações da Escola de Enfermagem de Angra do Heroísmo em 2011 uma vez que o processo está mais atrasado”, afirmou.
Quatro mil alunosAvelino Meneses participou numa sessão de acolhimento aos novos alunos do campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores.Segundo o reitor da Universidade dos Açores, o ano lectivo que agora começa “é encarado de uma forma muito positiva uma vez que vamos ultrapassar pela primeira vez os quatro mil alunos”.Entre os quatro mil alunos da Universidade dos Açores estão os mais de 500 do campus de Angra do Heroísmo.Em termos globais, a Universidade dos Açores conseguiu preencher cerca de 82 por cento das mais de 500 vagas para novos alunos que foram disponibilizadas.“Para além de 543 novos estudantes teremos que somar mais cerca de 350 que vão frequentar cursos especiais destinados a pessoas com mais de 23 anos de idade”, acrescentou.Tendo em conta que ainda não foram efectuadas a segunda e terceira fases de preenchimento das vagas , Avelino Meneses acredita que todos os lugares disponibilizados pela Universidade dos Açores serão ocupados.“Julgamos que a Universidade dos Açores deverá admitir mais de mil novos alunos este ano”, disse.
(in Diário Insular)

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terça-feira, setembro 29, 2009

Propinas próximas dos mil euros

No topo da pirâmide de valores está a Universidade de Aveiro e no circuito dos politécnicos o IP Leiria. Os estudantes destes estabelecimentos vão ter de desembolsar mais de 995 euros para frequentar o ano lectivo 2009/2010. Universidades e politécnicos públicos nacionais aproximam-se ano a ano no valor da propina fixada.A quantia de 1000 euros deixou de ser uma miragem há bastante tempo e está cada vez mais próxima. Em algumas instituições restam poucos euros - menos de quatro euros em alguns casos – para que o valor da propina chegue aos 1000 euros anuais. O montante máximo de propina para o ano lectivo de 2009/2010, calculado com base na legislação, é de 996,85 euros (para as instituição que fixaram o valor este ano). Duas instituições ultrapassam esta importância: a Universidade de Aveiro (998 euros) e o Instituto Politécnico de Leiria (997,27 euros). Segundo explicou a administradora da universidade aveirense, Fátima Duarte, “o Senado fixou o valor da propina, pela última vez, no ano lectivo de 2005/2006, em 900 euros”. Ambas as instituições limitaram-se, portanto, a fazer a actualização, anual, do montante, seguindo as regras estipuladas na legislação.Mas a verba fixada na Universidade de Aveiro não é um caso longínquo do verificado no universo das universidades. Na tabela de valores situados nos ou acima dos 970 euros estão outras 10 universidades públicas (Trás-os-Montes, Minho, Beira Interior, Porto, Coimbra, Lisboa, Nova de Lisboa, Técnica de Lisboa, Évora e Madeira). Muitos dos Conselhos Gerais decidiram fixar o montante da propina em 996,85 euros, o correspondente a mais 24,71 euros sobre o tecto máximo da propina fixada no ano lectivo de 2008/2009. Longe ainda destes valores está a Universidade dos Açores, sendo o estabelecimento que apresenta a propina mais baixa: 922 euros.Politécnicos: as divergências entre interior e litoralUm exame atento permite perceber que, no mapa dos institutos politécnicos, os valores mais baixos são praticados sobretudo, mas não só, nos institutos do interior do país: politécnicos da Guarda, Viseu, Portalegre, Beja, Cávado e Ave, Coimbra, Bragança e Castelo Branco. Os dois últimos apresentam o montante mais baixo – 700 euros, mas em geral os valores não ultrapassam os 850 euros. Já no litoral verifica-se o oposto. As diferenças territoriais chegam aos 200 euros.“É possível que consigam [politécnicos do interior] gerir de outra forma e não tenham necessidade de aumentar as propinas. Mas é uma medida para captar alunos”, afirma o presidente da Federação Nacional das Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico (FNAESP), Joaquim Almeida.É também verdade que nos institutos politécnicos os estudantes podem encontrar propinas mais baixas do que nas universidades. Em termos gerais, dos 15 institutos, oito posicionam-se na fatia entre os 700 e os 850 euros e os restantes sete encaixam-se na parcela correspondente a valor igual ou superior a 900 euros. “O valor da propina está demasiado alto. Começa a não ser suportável para alguns alunos. O Ensino Superior começa a elitizar-se um pouco”, crê Joaquim Almeida. Mas Jo dirigente associativo está convencido de que “se houver apoios suficientes para quem realmente precisa, o valor da propina poderá ser considerado justo”.Os montantes fixados estão, em alguns casos, bastante próximos dos praticados nas universidades nos politécnicos situados no litoral. “Já há algum tempo que começa a haver uma descaracterização do que é Ensino Superior politécnico e universitário”, analisa Joaquim Almeida.O dirigente da FNAESP acredita que a própria semelhança entre as formações leccionadas nos dois sistemas levará a uma “harmonização” entre universidades e politécnicos. Valor das propinas divide estudantes do IP LeiriaA direcção do Instituto Politécnico de Leiria (IPL) acresceu 25,27 euros ao valor do ano lectivo precedente, chegando agora aos 997,27 euros. É a propina mais elevada no seio dos politécnicos nacionais. Se, por um lado, há estudantes que “compreendem” o aumento, outros contestam. Pedro Batalha, presidente da Associação de Estudantes da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do IPL, afirma que o acréscimo se rege de acordo com o estipulado na lei. O aluno considera que o valor da propina não é exagerado. “Pagamos um serviço que temos”, acrescentando que os estudantes usufruem de boas infra-estruturas. “Sempre que há problemas são criadas soluções para”, garante. Mas nem todos estão de acordo com a importância. Um grupo de alunos criou o Movimento Pró-IPLeiria com o objectivo de contestar o montante fixado no politécnico.De lembrar que, de acordo com o relatório da OCDE “Education at a Glance”, divulgado na passada semana, Portugal é o terceiro país da União Europeia (em 19 estudados) com propinas mais elevadas nas universidades públicas. Apenas o Reino Unido e a Holanda superam os valores registados no território nacional. Por seu lado a República Checa, a Dinamarca, a Finlândia, a Islândia, a Irlanda, a Noruega e a Suiça não cobram propinas.
(In aauma)

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sábado, setembro 26, 2009

A Universidade dos Açores recebeu este ano novecentos alunos novos, distribuídos pelso seus vinte e sete cursos.
As boas vindas aos caloiros foram dadas na Quarta-feira, numa cerimónia que contou com a presença do Reitor, Avelino Meneses.
Reportagem vídeo:Filipa Simas, Telejornal.

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sexta-feira, setembro 25, 2009

CERIMÓNIA PÚBLICA Escola de Enfermagem de Angra homenageia antigo director

O antigo director a Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo – UAç (ESEnfAH-UAç) foi homenageado em cerimónia pública no âmbito da abertura do ano lectivo 2009/2010 da instituição. A sessão solene decorreu ontem, à tarde, reunindo entidades públicas, docentes, novos alunos, finalistas e funcionários, entre os quais o novo presidente Norberto Messias.
Miguel Gomes fez balanço positivo dos oitos anos do processo de gestão na ESEnfAH-UAç, afirmando que “valeu a pena”. “Feito de momentos bons, menos bons, momentos de angústia, mas o resultado é muito positivo e valeu a pena”, considerou. E continuou: “Faz parte do meu reportório pessoal, das convivências com todos e dos projectos que concretizámos em conjunto”.


Na ocasião, apresentou os pontos principais do exercício das suas funções, em jeito de retrospectiva, em formato ‘power point’, salientando o trabalho realizado em equipa. Salientou ainda os marcos mais importantes da história daquele estabelecimento de ensino superior, desde 1973, ano da sua fundação.
Antes do descerramento da fotografia do antigo presidente, no auditório da Escola, onde teve lugar a cerimónia, Avelino Meneses teceu elogios ao trabalho desenvolvido pelo cessante presidente do concelho directivo. Dedicação e competência foram as palavras expressas pelo reitor da Universidade dos Açores (UAç). “Duas características muito importantes num dirigente”, considerou.
O responsável máximo pela UAç aproveitou a oportunidade para felicitar Miguel Gomes na nova fase da sua vida profissional, a qual, segundo revelou, será marcada pela progressão dos estudos académicos. “Volvido esse tempo como director, aproveite esta época para avançar no caminho do seu doutoramento e mais tarde ou mais cedo retorne ao nosso convívio como dirigente e, obviamente, munidos de mais e novas competências”, declarou.
No final da cerimónia foram entregues flores aos cerca de 44 novos alunos do curso de Enfermagem e aos 27 mestrandos que iniciaram ontem o Mestrado em Gerontologia, especialidade em Gerontologia Social. Foram também agraciadas duas estudantes estrangeiras na Escola ao abrigo do programa Erasmus.
Seguiu-se um convívio com actuação das Tunas Académicas da instituição, precedida pela prova de bolo e champanhe.
Novo ano lectivo

Já a propósito do ano lectivo 2009/2010, o reitor da UAç referiu no âmbito do seu discurso as dificuldades que a ESEnfAh-UAç actualmente enfrenta de preenchimento de vagas, considerando uma situação “impensável há poucos anos”. “A resposta está na diversificação de actividades, está mormente na possibilidade de cursos de tecnologias da saúde”, afirmou Avelino Meneses. E continuou: “A solução foi já intentada este ano mas sem sucesso dada a imposição irredutível do Governo da República”.
Como mensagem final, o responsável pela referida instituição diz esperar por mais sensibilidade por parte das entidades competentes. “Esperemos que no futuro próximo possamos encontrar interlocutores mais clarividentes e mais sensíveis às especificidades de uma instituição periférica e por acréscimo demasiado repartida”, rematou.

(in A União)

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quinta-feira, setembro 24, 2009

Antigo presidente da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores foi homenageado

O antigo presidente da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores foi homenageado ontem em cerimónia pública no âmbito da abertura do ano lectivo 2009/2010
Miguel Gomes, que tem como sucessor Norberto Messias, fez balanço positivo dos oitos anos do processo de gestão afirmando que “valeu a pena”.
Já Avelino Meneses teceu elogios ao trabalho desenvolvido pelo cessante presidente. Habilitação e competência foram as palavras expressas pelo reitor da Universidade dos Açores.
Em relação ao novo ano lectivo, o reitor da Universidade dos Açores referiu as dificuldades que a Escola Superior de Enfermagem de AH actualmente enfrenta de preenchimento de vagas, considerando uma situação “impensável há poucos anos”.
No final da cerimónia foram entregues flores aos cerca de 44 novos alunos do curso de Enfermagem e aos 27 mestrandos que iniciaram ontem o Mestrado em Gerontologia Social.
(in Rádio Atlântida)

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Vagas para enfermagem - Angra do Heroísmo 2ª Fase

7090Universidade dos Açores - Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo

9500 Enfermagem 33

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quarta-feira, setembro 23, 2009

Listagem de Vagas no Campus de Angra do Heroísmo para a 2.ª Fase - 2009

8031 Ciências Farmacêuticas (Preparatórios) 3
8085 Ciências da Nutrição (Preparatórios) 7
8086 Medicina Veterinária (Preparatórios) 3
9022 Ciências Agrárias 9
9103 Engenharia e Gestão do Ambiente 9
9382 Guias da Natureza 7
9934 Energias Renováveis 1

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segunda-feira, setembro 21, 2009

Astrónomo amador açoriano fotografa explosão em Júpiter

Um astrónomo amador dos Açores, engenheiro zootécnico de profissão, formado na Universidade dos Açores, foi um dos primeiros no mundo a registar o impacto de um corpo celeste em Júpiter, em Julho, culminando anos passados “com os olhos postos no céu”.
“Foi uma noite normal de observação, embora estivesse atento a notícias que davam conta do registo do impacto de um cometa ou asteróide no planeta Júpiter”, recordou João Porto.
Na noite de 25 de Julho, o astrónomo amador acabou “espantado” quando descobriu que tinha apanhado no seu telescópio o “trânsito da mancha provocada pelo impacto”, com uma dimensão de tal forma grande que lá poderia caber o planeta Terra.
A imagem que captou foi já publicada, por sugestão da Comissão Nacional do Ano Internacional de Astronomia, a quem comunicou de imediato o seu registo, também conseguido por um colega do Continente.
O maior planeta do sistema solar já tinha marcado este astrónomo amador há 15 anos, quando a fragmentação de um cometa lhe permitiu assistir a “um dos mais cativantes episódios” registados ao longo da sua vida.
“A 20 de Julho de 1994, registei um dos mais cativantes episódios, quando vi, através do telescópio, os efeitos do impacto do cometa Shoemaker-Levy, que se dividiu em 21 fragmentos”, salientou.
“A astronomia é um passatempo desde há muito. Sempre que existem condições atmosféricas, faço observações até de madrugada”, afirmou João Porto, sublinhando que “todos os dias o Universo regista alterações de segundo a segundo”.
(in Diário Insular)

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quinta-feira, setembro 17, 2009

Engª Ana Vera Cruz nos Biscoitos

Na companhia de sua mãe Teresa Fernandes está ma ilha Terceira Ana Teresa Fernandes da Vera Cruz, Eng.ª de Ambiente. A Eng.ª Ana Vera Cruz, foi estudante de engenharia de ambiente, no Departamento de Ciências Agrárias de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores,onde terminou o curso no ano de 2001. Actualmente está na Valor Ambiente-Gestão e Administração de Resíduos Sólidos da Madeira S. A.Durante a sua estada na Ilha Terceira voltou ao Museu do Vinho da Casa Agrícola Brum Lda. onde ficou a par da realidade vitícola biscoitense. Ainda nos Biscoitos teve ocasião de degustar a uvas da casta da “Verdelho dos Açores”.

(In Bagos D'Uva)

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543 estudantes colocados na Universidade dos Açores na 1ª Fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior

Na 1ª Fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, foram colocados na Universidade dos Açores, nos ensinos universitário e politécnico, 543 estudantes, correspondentes a uma taxa de preenchimento de 82% das vagas colocadas a concurso.Mais de metade dos cursos, concretamente 15, esgotaram as vagas disponíveis. São eles: Medicina, Veterinária, Ciências Farmacêuticas, Ciências da Nutrição, Psicologia, Serviço Social, Energias Renováveis, Economia, Gestão, Sociologia, Turismo, Comunicação Social e Cultura, Relações Públicas e Comunicação, Educação Básica e Enfermagem (Ponta Delgada).Ao número de ingressos desta 1ª Fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior acrescem 337 novos estudantes, procedentes de concursos especiais, mudanças de curso, reingressos e transferências, dos quais 204 maiores de 23 anos, aprovados em provas de selecção. Estes números serão ainda aumentados com as colocações das 2ª e 3ª fases. Nestas circunstâncias, prevê-se um preenchimento total das vagas colocadas a concurso pela Universidade dos Açores.Apesar de localizada no mercado estudantil numericamente mais reduzido e territorialmente mais repartido, a Universidade dos Açores alcança bons resultados. Estes equivalem a uma prova de confiança na Instituição, certamente fruto do labor de um corpo docente, ainda jovem, mas muito qualificado, que garante uma prática de competência e de criatividade.
(in Contratempo.com)

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Mais de 45 mil estudantes colocados na primeira fase

Mais de metade (54%) dos jovens que se candidataram ao Ensino Superior ficaram colocados no curso que escolheram em primeiro lugar, revela o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
Na primeira fase do concurso nacional de acesso foram admitidos 45 277 estudantes, cerca de 900 mais que em 2008. Cerca de 14% não conseguiram colocação e podem concorrer agora a 6102 vagas ainda disponíveis na segunda fase do concurso.
A Universidade do Porto é a instituição que mais novos alunos recebe (4052), apesar das três universidades lisboetas receberem em conjunto mais de nove mil estudantes. O politécnico de Tomar encontra-se no extremo oposto, tendo preenchido apenas 48% das vagas.

E volta a haver cursos com menos de dez novos alunos, o que põe em causa a sua continuação. Exemplo do insucesso na captação de estudantes são os cursos da área de Agronomia, com destaque para o da Universidade dos Açores (um colocado).
Nos cursos mais populares, este ano foi possível entrar em Medicina com uma média de 17.82, no ciclo básico de Ponta Delgada. Em Arquitectura, o último colocado em Évora teve uma nota média de 14.13.

Universidade dos Açores - Angra do Heroísmo
Ciências Farmacêuticas (Preparatórios) 155,5
Ciências da Nutrição (Preparatórios) 128,8
Medicina Veterinária (Preparatórios) 154,8
Ciências Agrárias 132,7
Engenharia e Gestão do Ambiente 105,7
Guias da Natureza 103,2
Energias Renováveis 125,6

(in Sol)

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quinta-feira, setembro 10, 2009

A Vinha, o Vinho dos Biscoitos e o Turismo - III

Quanto ao turismo, e a continuarmos como estamos, não será de todo a salvação desta magnifica freguesia. O turista que nos visita procura emoções, algo de diferente, não se contenta só de ouvir falar. Se quisermos ter mais turista e por mais tempo nos Biscoitos, temos de unir esforços, temos de trabalhar juntos e não cada um para o seu lado, particulares e organismos públicos tem de trabalhar em uníssono para criar infra-estruturas e pacotes de animação turística de qualidade que prendam o turista por muito mais tempo que os escassos trinta minutos que hoje se dá de paragem nesta freguesia.
Enquanto não tivermos um bom restaurante para que os autocarros possam aqui chegar de manhã, para que o turista possa usufruir das magnificas piscinas naturais, almoçar e depois poder visitar e participar das diversas actividades que se desenvolvem e desenvolviam na freguesia, meus senhores, lamento imenso, mas os turistas não se deterão mais que os trinta minutos já referidos.Não quero com isto dizer que por exemplo se vindime como se vindimava antigamente, que se vista como se vestia no passado, que passemos a utilizar o velhinho carro de bois em vez da rápido e cómoda camioneta. A etnografia é hoje um óptimo meio para divulgar a nossa cultura, os nossos usos e costumes. Um dos bons exemplos de animação turística que se faz, é esta festa da vinha e do vinho que é uma festa ainda muito familiar, mas que penso que poderá transformar-se num grande evento para esta freguesia, assim o queiram as gentes e entidades deste concelho, (sigamos o exemplo da Madeira com a sua festa da vindima, hoje forte cartaz turístico daquela ilha).

(in Bagos D'Uva)

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