quinta-feira, setembro 10, 2009

A Vinha, o Vinho dos Biscoitos e o Turismo - III

Quanto ao turismo, e a continuarmos como estamos, não será de todo a salvação desta magnifica freguesia. O turista que nos visita procura emoções, algo de diferente, não se contenta só de ouvir falar. Se quisermos ter mais turista e por mais tempo nos Biscoitos, temos de unir esforços, temos de trabalhar juntos e não cada um para o seu lado, particulares e organismos públicos tem de trabalhar em uníssono para criar infra-estruturas e pacotes de animação turística de qualidade que prendam o turista por muito mais tempo que os escassos trinta minutos que hoje se dá de paragem nesta freguesia.
Enquanto não tivermos um bom restaurante para que os autocarros possam aqui chegar de manhã, para que o turista possa usufruir das magnificas piscinas naturais, almoçar e depois poder visitar e participar das diversas actividades que se desenvolvem e desenvolviam na freguesia, meus senhores, lamento imenso, mas os turistas não se deterão mais que os trinta minutos já referidos.Não quero com isto dizer que por exemplo se vindime como se vindimava antigamente, que se vista como se vestia no passado, que passemos a utilizar o velhinho carro de bois em vez da rápido e cómoda camioneta. A etnografia é hoje um óptimo meio para divulgar a nossa cultura, os nossos usos e costumes. Um dos bons exemplos de animação turística que se faz, é esta festa da vinha e do vinho que é uma festa ainda muito familiar, mas que penso que poderá transformar-se num grande evento para esta freguesia, assim o queiram as gentes e entidades deste concelho, (sigamos o exemplo da Madeira com a sua festa da vindima, hoje forte cartaz turístico daquela ilha).

(in Bagos D'Uva)

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quarta-feira, setembro 09, 2009

A Vinha, o Vinho dos Biscoitos e o Turismo - II

É com muito gosto que aqui me encontro a participar uma vez mais na XVIII Festa da Vinha e do Vinho dos Biscoitos, embora desta vez com uma responsabilidade acrescida que é a de falar para tão ilustre assembleia. Gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer a disponibilidade e empenho da Casa Agrícola Brum, sem a qual esta festa não seria possível. Apesar do tema deste colóquio ser a “Vinha, o Vinho dos Biscoitos e o Turismo”, não poderei como Guia deixar de abordar outros aspectos importantes desta freguesia. Quando falamos dos Biscoitos, as primeiras imagens que nos vêm ao pensamento são a vinha, o vinho e o mar, mas esta freguesia é muito mais que isto, porque neste lugar se pode contar toda a história da ilha Terceira desde o seu povoamento até aos dias de hoje, senão vejamos: Os Biscoitos são o local ideal para se falar do modelo de ocupação das terras em anel, também conhecida como “roda do capote”, ou seja, ocupação de áreas até aos 300m de altitude, claramente privilegiando as zonas litorais, onde se encontrava a melhor terra para cultivo, designadas de terras altas, deixando as terras situadas em altitudes mais elevadas para criação de gado e produção de madeira. As torrentes de lava que penetram escuras no mar, foram aproveitadas para plantação de vinhedos estreitamente murados para proteger dos ventos salgados. E quando falamos de terras não podemos deixar de falar nas “dadas”, nas sesmarias, e nos morgadios, pois Antão Martins Homem, capitão da Praia, logo em 1486 outorga uma carta de sesmaria a Pêro Álvares, primeiro povoador da actual área dos Biscoitos, mais tarde, ao tempo de Pêro Enes do Canto, os Biscoitos eram um morgado. Mas falar dos Biscoitos, é falar do mar, do arquipélago, dos descobrimentos, da emigração e da condição de ser ilhéu. Nos Biscoitos de Pêro Anes do Canto, podemos falar da Provedoria das Armadas e do seu provedor, Pêro Anes do Canto, da pirataria e do domínio Filipino. Dos Biscoitos, sentimos que somos ilhéus, pois em dias limpos vemos a ilha Graciosa. Dos Biscoitos partiam corajosos homens que ganhavam e perdiam a vida no mar, à pesca e à caça da baleia. Os Biscoitos são o testemunho vivo do vulcanismo desta ilha, da formação do arquipélago, da sismicidade, da lava que brotava dos vulcões e que correndo em direcção ao mar formou áreas de pedra escura que foram berço das cepas das videiras que deram o vinho que abastecia as naus. Nos Biscoitos podemos falar do clima da ilha e dos Açores. Dos ventos húmidos predominantes do sul, e que interceptados pela serra de Santa Bárbara, perdem humidade à passagem para a costa norte, e que são responsáveis pela criação do micro clima que aqui se desfruta.

(in Bagos D'Uva)

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terça-feira, setembro 08, 2009

A Vinha, o Vinho dos Biscoitos e o Turismo

Já nos referimos à Dr.ª Margarida de Fátima Pessoa Pires, oradora convidada da XVIII Festa da Vinha e do Vinho dos Biscoitos aqui. A Dr.ª Margarida Pires é natural da Praia da Vitória, ilha Terceira, sendo Licenciada em Guias da Natureza pela Universidade dos Açores (Departamento de Ciência Agrárias de Angra do Heroísmo). Desde cedo se interessou pela cultura da nossa ilha, tendo ingressado como dançarina o Grupo de Baile da Canção Terceirense aos doze anos de idade, ocupando ao longo destes anos vários cargos sociais neste grupo.Também ao desporto, naquela que é a sua modalidade de eleição, o Voleibol, Margarida Pires esteve e está ligada ao longo de vários anos. Foi a primeira mulher dos Açores a ocupar o cargo de Presidente de uma Associação de modalidade, foi atleta, treinadora e árbitro, neste momento é vice-presidente da Associação de Voleibol da Ilha Terceira.Funcionária pública, desenvolve em acumulação a actividade de Guia Turística há vinte anos.
(In Bagos D'Uva)

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segunda-feira, setembro 07, 2009

A Vinha, o Vinho dos Biscoitos e o Turismo - I

Gaspar Frutuoso, o grande cronista do século XVI, descreve assim esta freguesia “ Este Biscoito de Pedreanes do Canto se chama de Biscoito Gordo, por ser por uma das partes terra alta e por outro nome se chama de Má Terramenta, porque foi um homem desta alcunha o primeiro possuidor dela e despois a vendeu a Pedreanes do Canto, uma légua de largo do mar à serra, tudo prantado de vinhas e grandes pomares, a mais fresca neste género que há em toda a ilha, onde se dá uma infinidade de vinhas e frutas”.
As castas introduzidas terão sido provenientes do continente português e da ilha da Madeira. O Verdelho aparece desde o início, Gaspar Frutuoso reportando-se à Terceira refere “parreiras e uvas de todo o vidonho, muscatel, verdelho, mourisco açarias e outras”.
No século XVI a cultura da vinha encontrava-se solidamente implantada nos Açores, mas, é a crise económica verificada em meados do século XVII que reanima a produção de vinho essencialmente nas ilhas do grupo central. Na era de setecentos, persiste o desenvolvimento da viticultura nos Açores, que transforma o vinho e a aguardente em produtos de inegável valor comercial. Em meados do século XIX, o oídio invade os vinhedos dos Açores e dos Biscoitos causando grande destruição e prejuízo. Pela necessidade de utilização de algumas castas resistentes à praga, foi introduzida a variedade americana “Isabela” que produz o vinho de cheiro, tão popular e hoje associado às touradas à corda e às festas do Espírito Santo, quem não se lembra dos carros de bois enfeitado com faias que vinha aos Biscoitos buscar o vinho do Bodo. Os anos setenta e oitenta trouxeram uma nova praga, desta vez a filoxera. Apesar da introdução da variedade “Isabela”, na ilha Terceira subsistiram retalhos de castas europeias (Verdelho). Hoje, na ilha e sobretudo nos Biscoitos, está por enquanto assegurada uma produção de boa qualidade. E digo por enquanto, porque se não se incentivar os jovens para a importância da vinha e se se continuar a assistir à construção desenfreada de casas na zona de produção, não só acabaremos com a vinha, como estaremos a contribuir para a descaracterização de uma freguesia que desde o início do povoamento sempre esteve ligada à vinha e ao vinho.

(in Bagos D'Uva)

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segunda-feira, julho 20, 2009

“Whale watching” não substitui baleação

JOÃO PEDRO BARREIROS considera que baleação está “fora de questão” actualmente.
Para o biólogo João Pedro Barreiros, actualmente não existem condições económicas nem políticas para recuperar a caça ao cachalote nos Açores. Na opinião do biólogo João Pedro Barreiros, o whale wachting, apesar de actividade com potencialidades nos Açores, não surge como substituto à caça de cachalotes. “O whale watching nunca foi nem nunca vai ser um complemento à caça de cachalotes”, frisa. Para o professor da Universidade dos Açores, a possibilidade de substituição não passa de uma “ideia política errada”. Ainda assim, o biólogo acredita que o whale wathcing é uma “actividade crescente”, que tem mesmo interesse científico. João Pedro Barreiros salienta a actividade tem “condições únicas nos Açores”, dada diversidade de espécies que é possível observar. De acordo com o professor, passam pelo arquipélago cerca de 30% das espécies de cetáceos existentes no mundo.
BALEAÇÃO IRRECUPERÁVEL

Para João Pedro Barreiros, a baleação nos Açores “está fora de questão”. O professor da Universidade dos Açores reconhece que a forma como a caça ao cachalote foi proibida na Região foi “abrupta”. No entanto, defende que actualmente não existem condições para se retomar a actividade. Com a entrada de Portugal na União Europeia, passa a ser proibida a captura de qualquer animal marinho no país. Ainda assim, e apesar da forma brusca como a caça foi banida, João Pedro Barreiros defende que a actividade já estaria condenada na altura, dado que os produtos extraídos dos cachalotes estariam a “cair em desuso” e a serem substituídos por materiais sintéticos. Hoje, João Pedro Barreiros considera que não se justifica recuperar a actividade. “Não faz qualquer sentido. É perfeitamente utópico”, sublinha. Para o biólogo não existem condições económicas nem políticas para o fazer. Segundo o professor da Universidade dos Açores, actualmente não existe mercado para a captura de cachalotes. Depois o que é que se fazia com os animais capturados?”, questiona. O professor lembra que a caça à baleia nos Açores foi uma actividade rica etnograficamente e com um “património cultural extraordinário”. João Pedro Barreiros salientou que a união entre a população que participava na actividade era “única”, no entanto defende que é “irrecuperável”. De acordo com o biólogo não existe, hoje em dia, uma segunda geração interessada na actividade. À falta de mão-de-obra qualificada, João Pedro Barreiros acrescenta ainda a falta de fábricas com capacidade para trabalhar a matéria-prima. João Pedro Barreiros garante ainda que a caça ao cachalote não é praticada em país nenhum do mundo actualmente. A caça à baleia, pelo contrário, continua a ser realizada no Japão, na Islândia e na Noruega, assim como nalguns países em situações pontuais de caça aborígene. Nos Açores, o biólogo admite que poderia ser colocada a hipótese de captar mamíferos “em situações muito pontuais” com fins científicos, no entanto alerta para o facto de se tratar de um acto “muito complicado” politicamente. O debate sobre a recuperação da caça à baleia nos Açores foi lançado recentemente por Victor Hugo Forjaz, que defendeu a retoma da actividade de “forma moderada”.
Conferencistas internacionaisdebatem baleação no Pico
As Lajes do Pico acolhem no próximo dia 24 um seminário internacional sobre baleação, intitulado de “Memória e Identidade – uma perspectiva multicultural”. O seminário terá lugar na Sociedade Filarmónica Liberdade Lajense, a partir das 09h00. De entre o leque de conferencistas que participam no evento, destacam-se Fabiana Comerlato (Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal da Bahia), Luís Freitas (Museu da Baleia da Madeira), James Russell (New Bedford Whaling Museum), Graça Filipe (Ecomuseu do Seixal), Jan Erik Ringstad (The Whaling Museum Sandefjord, da Noruega), Dionísio Pereira González (Federación Galega pola Cultura Marítima e Fluvial), José António Rodrigues Pereira (Museu da Marinha) e Manuel Francisco Costa Júnior (Museu do Pico). A iniciativa é organizada pelo Museu do Pico e integra-se no Projecto Comunitário “Baleiaçor”, que conta com o apoio da Direcção Regional da Cultura da Presidência do Governo e da EEA Grants, o Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu que o custeia. Integrado no mesmo projecto, realizar-se-á no dia 25, a partir das 15 horas, a 1.ª edição da Regata João Baptista Medina, com a participação de botes baleeiros das Ribeiras.

(In Diário Insular)

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quinta-feira, junho 18, 2009

Projecto de ecoturismo lança debate em Angra

O debate sobre ecoturismo foi lançado e discutido ontem em Angra, no âmbito da apresentação de um projecto de final de curso. Regina Cardoso, finalista deste curso, do pólo de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, escolheu o tema por “este reunir as duas componentes mais importantes do curso: a natureza e o turismo”. De acordo com o director do curso, Eduardo Dias, “este projecto é o primeiro passo para que Angra se integre nesta discussão de extrema importância”.“A propósito, serão apresentados e discutidos outros projectos, que se relacionam directamente com o ecoturismo, desde segurança de trilhos a jardins, passando pela baleação e muitos outros”, refere Eduardo Dias. A presidente da Câmara de Angra do Heroísmo, Andreia Cardoso, sublinhou que “mais do que uma colaboração institucional e financeira no projecto desta aluna”, a autarquia angrense “tentou ter um papel mais activo”.Andreia Cardoso falou ainda da importância “dos jovens ganharem uma diâmica, depois de terminarem a licenciatura, e promoverem iniciativas na sua terra”, o que, para a autarca, é “um bom começo para a promoção, num futuro, do seu próprio emprego”. O facto de “Angra ser muito conhecida pela seu património arquitectónico e histórico, mas não tanto pela componente natural”, implica a “necessidade de explorar outras vertentes”, através do ecoturismo, que considera ser “uma vertente muito importante do turismo”, de forma a “preservar e potenciar este património enquanto produto turístico”. A este respeito, o director do curso de Guias da Natureza explica que “a Terceira não é conhecida por ter zonas naturais, por não existirem estradas nessas mesmas zonas”, facto que, na opinião do mesmo, se deve “à história e ao processo de ocupação da ilha, que manteve o interior relativamente intacto”. “A ausência de estradas no interior da ilha motivou a existência de zonas intocáveis”, avança, acrescentando que “a Terceira tem um património natural gigantesco que, felizmente, a maioria não conhece, se não este se calhar já não existia”, conclui. Hoje, dia 18 e na sexta-feira, dia 19 de Junho, a Escola de Enfermagem de Angra do Heroísmo será palco da conferência sobre ecoturismo, que inclui intervenções de especialistas convidados e actividades como “Whale Watching” e Passeio de Jipe.
(in Diário Insular)

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sexta-feira, junho 12, 2009

Alcatra pode vir a ser certificada

A alcatra, prato típico da ilha Terceira poderá vir a ser certificada, o anúncio foi feito na passada segunda-feira, no seminário “Gastronomia e Turismo”, por Duarte Fournier, da Confraria da Alcatra da ilha Terceira. Duarte Fournier sublinhou a aposta na preservação deste prato tradicional da Terceira e alertou para que os restaurantes mantenham a confecção tradicional, bem como a apresentação e o acompanhamento.Segundo o adjunto da presidência do município da Praia da Vitória, Carlos Armando Costa, todos os intervenientes no seminário sublinharam a necessidade de haver uma maior “aposta nos produtos regionais”. A professora da Universidade dos Açores, Maria Teresa Lima, falou da importância do vinho verdelho dos Biscoitos e alertou para a presença do mesmo, bem como de outros vinhos regionais, nas primeiras páginas das cartas dos restaurantes.José Eduardo Toste, da Associação Regional de Turismo, referiu o Plano Estratégico de Animação Turística como forma de aumentar o tempo de permanência dos turistas na ilha.Verónica Bettencout, da direcção regional do Turismo, anunciou o lançamento, dentro de dias, do roteiro gastronómico da ilha Terceira, que reúne uma lista de restaurantes, com uma selecção anual, de acordo com vários critérios, como a acessibilidade, a qualidade da ementa, entre outros.Carlos Armando Costa destacou o papel das autarquias no turismo, tendo afirmado que“vamos passar a ter biscoitos de honra”, salientando a aposta no que é regional.
(in Diário Insular)

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terça-feira, junho 09, 2009

Input Output Tables for the Management of Water Resources in Islands. The Case of Terceira Island


Islands are attractive places for tourists and most islands can be, sooner or later, requested by an increasing touristic demand. But islands are also places where natural capital has very defined limits. The aim of this paper is to assess the carrying capacity of islands in terms of water in relation to the touristic demand. We use an Input-Output Table Model and expand it to include the use of water by the different sectors and by the households. The model is estimated for the Azores islands using cross entropy methods. The structure of the model is obtained from the Input-Output Table of the Region. The data to estimate the model for each island comes from the employment and production of the companies in each island. Finally we simulate the model for each island for different levels of water supply accessible at different costs and discuss the competitiveness of the islands' touristic sector and their sustainability.
(in Research Gate)

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domingo, maio 17, 2009

Turismo vai sofrer quebra e desemprego vai subir

É de esperar, a curto prazo, uma quebra nos números do turismo nos Açores, bem como uma “ligeira subida” na taxa de desemprego, avisou, ontem o secretário regional da Economia, Vasco Cordeiro, que defendeu ser necessária uma visão “realista” da conjuntura que se vive actualmente. Segundo Vasco Cordeiro, a crise que se vive nos mercados emissores de turistas vai, inevitavelmente, fazer-se sentir no arquipélago. Questionado sobre se já tinha em sua posse dados estatísticos que apontassem no sentido de uma quebra no sector do turismo e do aumento do desemprego, o responsável pela pasta da Economia na Região afirmou que não, mas que a “leitura que o Governo Regional tem vindo a fazer de vários indicadores” aponta nesse sentido.Vasco Cordeiro falava durante uma visita às obras de requalificação e ampliação da Avenida Marginal e do Parque Ambiental do Paúl, na Praia da Vitória. Em declarações prestadas aos jornalistas, o secretário regional classificou a obra que ainda decorre na Praia da Vitória como um exemplo da estratégia que o Governo Regional pretende para o sector turístico. Na opinião do governante, trata-se de uma obra que aumenta o potencial turístico da Praia da Vitória, virando toda a cidade para o mar.
Pronto em 2011

Já o presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, Roberto Monteiro, avançou que toda a obra, que mudará a face da cidade, deverá estar concluída no final de Julho, sendo inaugurada no dia 11 de Agosto. Já os espaços de restauração e bares junto às praias começarão a abrir logo após as festas Sanjoaninas. De acordo com Roberto Monteiro as obras da Avenida Marginal permitem também reabilitar duas praias praticamente perdidas depois do sismo de 1980, a dos Sargentos e a dos Oficiais, sendo que será colocada areia nos locais.
Crescer no litoral

Segundo Roberto Monteiro, para além do parque ambiental do Paúl, que tornará a cidade “única”, as obras que decorrem actualmente permitem à cidade “crescer para o litoral e fazer a ligação com a via Vitorino Nemésio”. O presidente do município avançou que foram criados dois bares ao longo da marginal para conferir esse “sentido de continuidade” à zona, dinamizando o local e atraindo pessoas.Na opinião de Roberto Monteiro a obra dará também um novo fôlego à cidade em termos turísticos.A cerimónia oficial de inauguração da Avenida Marginal deverá contar com um “espectáculo preparado para ocorrer no lado do mar, permitindo que o público faça da avenida marginal a sua bancada de assistência”, disse já a DI o presidente da autarquia. Recorde-se que em causa está uma obra orçada em perto de 13 milhões de euros. Dois milhões foram atribuídos pelo Instituto Português de Turismo de Portugal e a restante verba é suportada pelo Governo Regional e pela Câmara Municipal da Praia. A marginal promete espaços de lazer e de animação nocturna.
Afirma o presidente da câmara municipal
Parque ambiental do Paúl torna cidade da Praia “única”
“A cidade da Praia da Vitória é a única com um parque ambiental desta natureza incorporado no tecido citadino. O projecto do Paúl torna a Praia única”. As palavras são do presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, Roberto Monteiro, que falava, ontem, depois da visita que realizou, com a presença do secretário regional da Economia, às obras de requalificação e ampliação da avenida marginal e do parque ambiental do Paúl. Para além de servir para a observação de aves migratórias o parque ambiental vai contar com um Centro Interpretativo, pretendendo também ser um espaço de lazer integrado na cidade, com um circuito de passeio. A respeito das obras no Paul, Maduro Dias, que fez parte da comissão técnica do projecto, frisou ontem a DI que o mais importante, depois de a obra estar concluída, é a “manutenção e monitorização”.“A obra está bonita e parece-me que bem enquadrada no espaço. O futuro é risonho. Mas esta não é uma obra qualquer. Não é como uma casa que se entrega com chave na mão e sem mais preocupações. Estamos a falar de um parque ambiental, que terá de ser alvo de manutenção e de monitorização continuadas”, afirmou.“Há uma relação com o território que tem de ser cuidada”, reforçou. Na opinião de Maduro Dias, tem de haver um grupo ou organismo que realize esa manutenção e monitorização.
Monitorização

Já Roberto Monteiro avançou ontem que a Câmara Municipal da Praia da Vitória pretende criar no seu quadro uma equipe técnica para assegurar a manutenção do espaço.A comissão técnica que acompanhou o início e o desenrolar do projecto do parque ambiental também é para manter. “Esta é uma comissão que tem dado um grande contributo para este processo e que é para continuar mesmo depois de a obra em si estar terminada”, assegurou.A respeito da visita do secretário regional da Economia ao local, Francisco Maduro Dias adiantou que gostava também que o local fosse visitado pelo secretário regional do Ambiente e do Mar. “Esta não é apenas uma obra ou um investimento por si só, mas algo enquadrado num espaço onde a questão ambiental está em primeiro plano”, concluiu. “O Paúl da Praia da Vitória é uma zona húmida que se localiza muito próximo do centro urbano da cidade, característica que o torna muito raro na região da Macaronésia”, pode-se ler no site da própria câmara municipal. “Neste projecto pretende-se, numa perspectiva moderna de ordenamento do território e das cidades potenciar a existência de um espaço natural, não artificial no sentido que não se pretende criar algo de novo mas antes restaurar um ecossistema já existente, dentro da cidade”, indica o município, no mesmo texto na página de Internet.
(In Diário Insular)

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terça-feira, maio 05, 2009

CONSIDERAÇÕES SOBRE O TURISMO QUE PRATICAMOS!

Durante estas últimas semanas, tivemos um fluxo turístico bastante interessante na ilha de São Miguel, devido à paragem de alguns dos maiores navios de cruzeiro do mundo.
Os Açores são visitados por estes “Senhores dos Mares”, principalmente durante a Primavera e o Outono coincidindo com a passagem do hemisfério Sul para o hemisfério Norte, ou vice-versa em busca da estação estival mais procurada pelos turistas – o Verão.
O nosso arquipélago é de uma beleza inigualável, e por isso, frequentemente ouvimos frases como: “este é o lugar mais bonito que visitei”, proferidas pelos turistas.
Este aumento do número de paragens deve-se, em grande parte ao esforço feito pelos nossos agentes de viagens que, contra tudo e contra todos, têm desenvolvido um esforço muito louvável, a pensar na divulgação das nossas ilhas, trabalhando ao mesmo tempo , em prol de todos os açorianos.
Pena é que, por outro lado, os nossos comerciantes que tanto se queixam da crise, não tirem partido desse esforço, e teimem em estar fechados nos dias em que podiam fazer negócio e recuperar da crise que tanto apregoam.
Por outro lado, ainda vemos muitas instalações públicas que não servem, nem os locais, quanto mais um número grande de visitantes quando estes aqui passam.
Refiro-me mais uma vez a muitas casas de banho que, ou estão imundas e impróprias, ou pura e simplesmente ainda não existem.
Os profissionais que acompanham os turistas, também se têm deparado com situações muito tristes, quando chega à altura da conversão da moeda por parte dos comerciantes, que praticam autênticos roubos, em nada abonatórios, para a nossa terra, prejudicando quem trabalhou mais de um ano com o intuito de receber os turistas da melhor forma possível.
Alguns dos locais, tradicionalmente visitados, para ver e comprar produtos tradicionais açorianos, também se têm “baldado” ao bem servir. Parece que estão a fazer um “frete”, mostrando-se bastante desinteressados e descurando na apresentação das suas lojas e produtos.
Continuando assim, os agentes de viagens vão começar a ter tantas reclamações, até que esta situação se altere ou até novos espaços comecem a aparecer. E, vejam lá, segundo dizem estamos em ano de crise, imaginem se não estivéssemos. Se calhar após receberem alguns subsídios para mostrar o que é açoriano, até fechavam a porta.
Outro dos problemas com que se têm deparado os agentes de viagens, é a falta de profissionais certificados para acompanharem os turistas que desejam efectuar excursões, recorrendo a inúmeros “curiosos”, alguns estrangeiros, demonstrando, a já tão falada necessidade de formação neste sector.
Não podemos continuar a consentir a “anarquia” com que se vive nesta actividade.
Se queremos desenvolver um “turismo sustentável”, esta situação tem de mudar e todos teremos de trabalhar em conjunto.
Esta foi uma das conclusões a que se chegou no final do 3º Workshop da Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional, que aconteceu na semana passada na Universidade dos Açores em Ponta Delgada, com o apoio de várias entidades entre as quais o Observatório Regional do Turismo.
Agentes de viagens, autarcas, responsáveis governamentais, guias, condutores, comerciantes e população em geral, unamo-nos em prol de um desenvolvimento sustentado dos Açores.
A bem do turismo com qualidade nos Açores!

(In Ilhas Mágicas)

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domingo, maio 03, 2009

Abandono da agricultura enfraquece o turismo

O cada vez maior abandono da actividade agrícola não tem apenas impacte neste sector, mas também noutras áreas, como o turismo.A ideia foi defendida ontem, no “9º Encontro de Química dos Alimentos”, pelo professor da Universidade dos Açores, José Matos, que deu o exemplo da paisagem das vinhas no Pico, com forte interesse turístico. “Este trata-se de um património único, construído ao longo de anos, que facilmente e rapidamente se está a deteriorar. Com o abandono da agricultura, estamos num ponto em que, se não existir imigração e até movimentação de trabalhadores entre as ilhas do arquipélago, não será possível jamais recuperar este património”, alertou.Na opinião de José Matos, o enfraquecimento do sector agrícola tem impacto no turismo porque os agricultores são os “jardineiros do Ambiente”, que cuidam, naturalmente, das paisagens que os turistas visitam. José Matos lembrou ainda, na comunicação intitulada “Sustentabilidade da produção Leiteira nos Açores”, que os valores da açorianidade estão profundamente ligados à ruralidade.“É o caso das touradas à corda, do Espírito Santo. Se não houver mais agricultores, perdem-se esses valores culturais que enriquecem a nossa Região”, defendeu.Quanto ao sector do leite, para além de avisar para possíveis descidas do preço ao produtor ao longo deste ano, José Matos afirmou que uma das melhores formas para manter a sustentabilidade é apostar na alimentação do gado à base de pastagem.Outra ideia defendida por José Matos foi a de os agricultores passarem a produzir energia eólica. “Neste campo, os agricultores açorianos estão em vantagem. Temos muito vento. Seriam precisos, claro, incentivos para que os equipamentos fossem adquiridos e instalados a um preço justo, à semelhança do que já existe para empresas”, sustentou.No prazo de 16 anos, a produção de leite nos Açores duplicou, “um fenómeno único a nível nacional”, lembrou o investigador.
(In Diário Insular)

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sábado, maio 02, 2009

Si nu ka rotcha, nca tem kaudibai; si nu kebe kamiki ta sai

Tomaz Dentinho
No passado dia 27 de Abril realizou-se um workshop em Ponta Delgada sobre o tema turismo e sustentabilidade onde participaram cerca de cem pessoas provenientes dos Açores, do Continente, de Espanha, da Holanda, da Polónia e de Cabo Verde. Vale a pena relatar um pouco aquilo que de mais relevante terá ocorrido na sessão plenária e mesa redonda, ficando certamente para outra ocasião a análise dos trabalhos apresentados nas sessões paralelas. Na sessão plenária foi muito interessante ouvir das palavras do Secretário Regional da Economia que manifestou a sua disposição para ouvir e estimular as análises científicas sobre o tema “turismo e sustentabilidade” que serve para completar, complementar e actualizar os estudos encomendados pelo Governo. Foi igualmente revelador ouvir a exposição de Francisco Tavares, Presidente da Associação de Municípios de Cabo Verde e do Município da Assomada que relatou os benefícios e malefícios do desenvolvimento turístico de Cabo Verde, explicitando que grande parte dos benefícios vão para o exterior e os visitantes procuram mais o Sol e o Mar do que a especificidade cultural das Ilhas. Mas a grande atracção foi a conferência de Peter Nijkamp, professor de economia regional na Universidade Livre de Amesterdão e consultor de vários organismos internacionais. Disse-nos que a crise internacional é mais uma revolta dos consumidores que querem outros bens e serviços do que uma crise tecnológica, energética ou ambiental que ponha em causa o modelo de desenvolvimento de mercado. Deu-nos igualmente o enquadramento teórico, os métodos de análise e as metodologias de apoio à decisão que podem servir de base aos estudos sobre turismo e sustentabilidade. Terminou explicitando a importância da cultura de cada sítio que serve para atrair pessoas que querem ver coisas diferentes e não iguais, mas lembrou também que essa mesma cultura pode ser destruída quando a procura turística mais moldando a uniformização das culturas de acordo com os alemães ou americanos que as procuram. No entanto porventura o momento mais revelador do workshop foi a mesa redonda que contou com a participação dos Presidentes dos Municípios da Ilha de São Miguel. Primeiro porque transmitiram a ideia clara de que o turismo de São Miguel não se pode desenvolver enquanto os custos de transporte para os turistas for muito elevado, sendo necessário pensar seriamente na liberalização dos voos para aquela ilha conforme explicitou Rui Melo, Presidente da Câmara de Vila Franca. Segundo porque esclareceram e bem que a coordenação do turismo entre os municípios de São Miguel não anula a ideia base de que cada município tem uma estratégia de desenvolvimento turístico específica. Terceiro porque nos disseram que preferem turistas continentais que gastam mais e se enquadram melhor na cultura local do que turistas subsidiados provenientes dos países nórdicos que poucos efeitos criam no comércio local. Finalmente que o turismo baseado nos grandes cruzeiro pode ser benéfico mas provoca grandes impactos negativos num curto espaço de tempo, nomeadamente quando vinte e duas camionetas desembarcam ao mesmo tempo nas festas da Ribeira Grande ultrapassando a capacidade de carga de todos os serviços públicos. Como sintetizou Francisco Tavares em crioulo de Santiago “Si nu ka rotcha, nca tem kaudibai; si nu kebe kamiki ta sai”. Que quer dizer: temos que nos entender para que caibamos todos; se não nos entendermos não serei eu a sair.
(in A União)

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quinta-feira, abril 30, 2009

Sustentabilidade do Turismo açoriano em debate em Ponta Delgada

A sustentabilidade do Turismo açoriano está a ser debatida em Ponta Delgada, por especialistas nacionais e estrangeiros, nas suas vertentes do conhecimento, da regulação e da concertação.
O secretário regional da Economia, Vasco Cordeiro, afirmou hoje que já foram dados alguns passos, mas que, nessa área, há ainda desafios a enfrentar na Região Autónoma.O acontecimento trouxe à ilha de São Miguel especialistas, oriundos da Europa, Brasil e Cabo Verde para, num, debate alargado que o próprio tutelar da Economia considerou " de importante ser lançado ", mas que Vasco Cordeiro pretende ainda ir mais longe: ser necessário um cuidado e uma atenção à questão da sustentabilçidade social e da sustentabilidade económica, no desenvolvimento turístico do arquipélago.O secretário da Economia reconheceu o trabalho que tem vindo a ser feito, à volta de três essenciais vectores de intervenção, como o conhecimento, a regulação e a concertação, mas, no entanto, não esconde que a sustentabilidade do Turismo é um trabalho que não se encontra completo.O secretário açoriano da Economia presidiu à abertura do Workshop sobre Turismo e Sutentabilidade, na Universidade dos Açores, promovido pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional, que contou com a presença de Peter Nijkamp, considerado um dos cem melhores economistas do Mundo, e ainda com diversos participantes de Universidades estrangeiras e com vários convidados de Academias portuguesas.

(in Costa Cardoso / Carlos Tavares - Antena 1)

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terça-feira, abril 28, 2009

ANMCV no 3º Workshop do “Turismo e Sustentabilidade”

O presidente da Associação Nacional dos Municípios de Cabo Verde (ANMCV), também presidente da Câmara Municipal de Santa Catarina, Francisco Fernandes Tavares, deslocou-se a 26 de Abril, a Portugal onde vai participar no 3º Workshop sobre "Turismo e Sustentabilidade" na Universidade dos Açores, a convite da Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional (APDR). A ocasião servirá ainda a Francisco Tavares, na qualidade de monarca, retomar contactos com o Município de Vila Franca do Campo, com o qual Santa Catarina tem acordo de geminação.
Da sua deslocação a terra Lusa, Tavares tem, ainda em agenda visitas à Câmara Municipal de Lisboa onde vai rubricar um protocolo de cooperação entre a Câmara Municipal de Santa Catarina, a Empresa Pública de Urbanização de Lisboa e a Câmara Municipal de Lisboa.
A assinatura do acordo de geminação com Câmara Municipal de Trofa, também consta da agenda do presidente da CMSC. As câmaras municipais de Oeiras e de Cadaval também vão rubricar protocolos de cooperação com o município de Santa Catarina, e o Francisco Tavares vai aproveitar a ocasião para viabilizar esses cooperações.
(In Expresso das Ilhas)

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sexta-feira, abril 24, 2009

3º Workshop sobre o tema “Turismo e Sustentabilidade” - Programa

Promotor: Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional (APDR)
Local: Universidade dos Açores – Campus de Ponta Delgada
Data do Evento: Dias 26 e 27 de Abril de 2009
Programa: Dia 26 de Abril

09.00 – 20.00 - Excursão de Estudo: Coordenação: Helena Pina Calado Acompanhamento da Visita: Prof. Doutor Paulo Borges

10.00 – 10.45 - Apresentação Picos de Aventura

11.00 – 12.15 - Visita ao Antillia Apartamento

12.30 - Partida para as Furnas

13.30 - Chegada às Furnas

13.30 – 15.00 - Pausa para Almoço

15.00 – 15.45 - Visita ao SPA Hotel

16.00 – 17.00 - Visita ao Furnas Lake Resort 17.30 - Partida para Ponta Delgada
Dia 27 de Abril

CAFÉ 08.00 – 09.00- Recepção e Inscrições

09.00 – 09.30- Sessão de Abertura Secretário Regional da Economia - Dr. Vasco Cordeiro * 09.30 – 10.30- Sessão Plenária: Coordenação: José Cabral Vieira Peter Nijkamp (Free University of Amsterdam) José Cabral Vieira (Universidade dos Açores) Francisco Fernandes Tavares (Presidente da Ass. Nac. dos Munícipios de Cabo Verde)

10.30 – 11.00- Debate:

11.00 – 11.20- Pausa:

11.20 – 13.00 - 1ª Sessão de Comunicações Livres Preside - Ana Moniz Sessão Paralela 1 A - Análise Custo Benefício de Destinos Turísticos Joanna Piwowarczyk, Jan Weslawski - Sandy beaches in Sopot – need for the sustainable development and public awareness António Almeida - Segmentação de mercados: lições da história do turismo na Madeira Rogério P. Silva, Tiele S. Carrasco - Valor económico do património histórico da cidade do Rio Grande – RS – Brasil Vasco Silva, Pedro Ferreira, Tomaz Dentinho - Input Output Tables for the Management of Water Resources in Islands. The case of Terceira-Azores Ana Moniz, Manuela M. Hill, João Silva - Measuring the quality of the tourism experience: the case of study of the Azores Mafalda Rangel, Tomaz P. Dentinho, Gonçalo Araújo, Joana Lopes, Jorge Gonçalves, Karin Erzini - Análise custo viagem de roteiros subaquáticos (de apneia) na Praia da Marinha (Algarve) Preside - Tomaz Dentinho Sessão 1 B- Estudos de Caso I José M. Segura, José N. Espigares, Pedro G. Flor, Irene M. Fernandez - Turismo sostenible de Ceuta Luís Ferreira - Sustentabilidade e planeamento em turismo: casos de estudo Andrew A. Cordeiro - Sistema de gestão integrado – um caminho para a sustentabilidade hoteleira: Case Study Antillia Hotel Apartamento João Martins - Espaço Alqueva na rota do turismo sustentável Diana Vieira - Avaliação Socio-Cultural do canal Pico-Faial: a importância da biodiversidade marinha para o turismo sustentável João G. Batista, Edite R. Batista, Luísa M. Calado, Tomaz P. Dentinho - Turismo rural associado à produção biológica como alternativa económica para o pequeno agricultor. Caso dos Açores 13.00 - 14.20 - Pausa para Almoço 14.20 - 16.00 - 2ª Sessão de Comunicações Livres Preside - João Porteiro Sessão Paralela 2 A - Estratégias de Desenvolvimento Turístico Sustentável Carla Melo - Processos de planeamento e de monitorização estratégica: potenciais contributos para a sustentabilidade do turismo – a visão da Quaternaire Portugal Tomas Gonzalez, Serafin Corral, Jesus Hernandez - Changing tourism strategies: challenges for a new era. The case of Adeje Rogério P. Silva, Tiele S. Carrasco - Valor económico do património histórico da cidade do Rio Grande – RS – Brasil Ana Moniz, Manuela M. Hill, João Silva - Measuring the quality of the tourism experience: the case of study of the Azores Mafalda Rangel, Tomaz P. Dentinho, Gonçalo Araújo, Joana Lopes, Jorge Gonçalves, Karin Erzini - Análise custo viagem de roteiros subaquáticos (de apneia) na Praia da Marinha (Algarve)
Preside - Francisco Silva Sessão 2 B- Estudos de Caso II Preservation of cultural heritage and revitalizing a mining town in Mexico. The case of Cerro de San Pedro Josè G. Vargas-Hernàndez Vera Barros - Turismo sustentável: uma aplicação ao caso Madeirense Bárbara Cristina Pinto - O enquadramento da conservação dos valores naturais com uma gestão agro-florestal e turística sustentada, com o objectivo comum da conservação da biodiversidade em territórios da Rede Natura 2000 Luís M. Figueira - A gestão turística da interpretação do património numa perspectiva de turismo e sustentabilidade Rogério P. Silva, Tiele S. Carrasco - O turismo no balneário Cassino – Rio Grande – RS: Infra-estrutura, grau de satisfação e expectativas Francisco S. Silva, Maria do Céu Almeida - Sustentabilidade do turismo na natureza nos Açores – o caso de estudo do Canyoning 16.00 - 16.20 - Pausa 16.20 - 18.00 - 3ª Sessão de Comunicações Livres Preside - Carlos Santos Sessão Paralela 3 A - Turismo, Saúde e Ambiente Ana P. Figueira, Victor Figueira - A importância do planeamento do turismo no desenvolvimento sustentável das cidades de pequena e média dimensão Rose E. Queiroz, José Guerreiro, Maria A. Ventura - Valorização ambiental dos SICs dos Açores para a prática de Turismo da Natureza Pedro G. Flor, José L. N. Espigares, José A. M. Segura - Geografía mundial del turismo y enfermedades infecciosas transmitidas por le agua José L. N. Espigares, José A. M. Segura, Pedro G. Flor, Elisa H. Torres - Water policy and tourism in Spain: a regional analysis José B. Royuela, Malcolm Eames - Flores, foresight and sustainable economic development
Preside - Ana Moniz Sessão 3 B- Estudos de Caso III Veska Noncheva, Armando Mendes, Emiliana Silva - Sustainable tourism and agriculture multifunctionality Paulo Carvalho - Turismo, património e sustentabilidade em ambientes de montanha Maria Luísa Rodrigues, Elisabete Freire - Geoturismo e desenvolvimento sustentável Natália de Abreu, Victor H. Forjaz, Francisco C. Rodrigues - Geoturismo: um contributo para o desenvolvimento sustentável André R. Medeiros, Maria A. Ventura, Pedro Freire, Rui Ámen, Sérgio P. Ávila - Proposta de um novo trilho pedestre para a ilha de Santa Maria Flávio Nunes, Sandra Lima e Sofia Carvalho - Turismo de voluntariado: uma prática em ascensão e um factor de desenvolvimento comunitário 18.00 – 19.00- Mesa Redonda sob o tema:"Turismo Sustentável na Ilha de São Miguel" Preside: Prof.ª Dotoura Helena Pina Calado 19.00 - Cocktail
Calendarização 15 de Fevereiro de 2009

– Envio de Resumos28 de Fevereiro de 2009

– Confirmação da Aceitação de Resumos

31 de Março de 2009 – Recepção final das Comunicações

26 de Abril de 2009 – Excursão Técnica

27 de Abril de 2009 – Workshop “Turismo e Sustentabilidade”
InscriçõesPara efectuar a sua inscrição deverá enviar um e-mail para adelaidecosta@uac.pt, indicando no assunto “Turismo e Sustentabilidade - Inscrição” e no corpo da mensagem, o nome, instituição, profissão, número de contribuinte, morada pessoal e telemóvel. Deverá ainda mencionar os dados para emissão do recibo da inscrição: nome, instituição, morada e número de contribuinte. ● Estudantes: 10 € ● Normal: 50 € ● Visita de Estudo: 50 €.
ObservaçõesOs resumos devem ser remetidos a Adelaide Costa (adelaidecosta@uac.pt), indicando no assunto “Turismo e Sustentabilidade – Resumo”, de preferência em documento Word, com a indicação dos autores e respectivos contactos de e-mail. Os resumos devem ser remetidos com conhecimentos aos co-autores.
Mais Informações:Adelaide da Conceição Feliciano Costa Universidade dos Açores – Departamento de Ciências Agrárias Associação Portuguesa para o Desenvolvimento RegionalT elefone: 963979747 E-mail: adelaidecosta@uac.pt Webmail UAC: http://angra.uac.pt/ggncn Webmail APDR: http://www.apdr.pt/evento_3/
(In Governo dos Açores)

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quarta-feira, abril 22, 2009

Turismo sustentável


Desenvolvimento Regional aposta no turismo sutentado. Nos próximos dias 26 e 27 de Abril irá decorrer na Universidade dos Açores, em Ponta Delgada, um workshop sobre Turismo e Sustentabilidade. O evento, organizado pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional em parceria com o Centro de Economia Aplicado do Atlântico e com o Turismo dos Açores, conta com a presença de vários economistas, entre eles o reconhecido Peter Nijkamp.

(In Descubra Portugal)

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domingo, abril 19, 2009

workshop de turismo sustentavel - Tomaz Dentinho

sexta-feira, abril 17, 2009

Ponta Delgada recebe workshop sobre turismo sustentado

A Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional (APDR) promove, nos dias 26 e 27 de Abril, um workshop sobre “Turismo e Sustentabilidade”, na Universidade dos Açores, em Ponta Delgada.

O workshop, patrocinado pelo Centro de Economia Aplicada do Atlântico e apoiado pela Direcção Regional de Turismo dos Açores e pela Direcção Regional para a Ciência e Tecnologia dos Açores, conta com a presença de Peter Nijkamp, considerado um dos cem melhores economistas do mundo.
O evento também irá receber participantes de universidades estrangeiras, nomeadamente, da Universidade do Rio Grande do Sul do Brasil, da “Universidad de Guadalajara”, da “Universidad de La Laguna” e da Universidade de Granada de Espanha, de “Brunel University” de Inglaterra, do “Institute of Oceanology PAS” da Polónia e da Universidade de Cabo Verde.
Também virão convidados de universidades portuguesas, como da Universidade do Algarve, do Instituto Politécnico de Beja, da Universidade de Coimbra, da Universidade do Minho, da Universidade Aberta, da Universidade Técnica de Lisboa, da Universidade da Madeira e da Universidade dos Açores.
Segundo Tomás Dentinho, presidente da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional, o objectivo é aprofundar temas da actualidade do ponto de vista científico.
Para Tomás Dentinho, este Workshop acaba por ter uma dupla utilidade, por um lado, uma utilidade científica debatendo métodos de análise da sutentabilidade do turismo, por outro lado, do ponto de vista político, de recolher instrumentos para ajudar a desenvolver uma estratégia de desenvolvimento sustentado para as ilhas.
A iniciativa é da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional (APDR), uma associação científica ligada à European Regional Science Association e à Regional Science Association International, que visa contribuir para a inovação, aprofundamento e divulgação de conhecimentos no âmbito do desenvolvimento regional e que desde Outubro de 2008 tem sede nacional nos Açores.
Nos últimos anos, esta associação vem desenvolvendo um leque muito diversificado de iniciativas que vão desde o lançamento de uma colecção de livros, à edição da científica Revista Portuguesa de Estudos Regionais, à organização de múltiplos encontros científicos.
(In Radio Atlantida)

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quarta-feira, abril 15, 2009

Turismo e Sustentabilidade nos Açores

A Universidade dos Açores realiza-se nos dias 26 e 27 de Abril, em Ponta Delgada, um Workshop sobre Turismo e Sustentabilidade, iniciativa da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento ( APDR ).
Trata-se de uma associação científica ligada à European Regional Science Association e à Regional Science Association International, que tem como objectivo contribuir para a inovação, aprofundamento e divulgação de conhecimentos no âmbito do desenvolvimento regional e que, desde Outubro de 2008, tem sede nacional nos Açores.Nos últimos anos, a APDR tem vindo a desenvolver um leque muito diversificado de iniciativas que vão desde o lançamento de uma colecção de livros, à edição da científica Revistsa Portuguesa de Estudos Regionais, à organização de múltiplos encontros científicos. A inicitiva que se realiza na Academia açoriana, em Ponta Delgada, é patrocinada pelo Centro de Economia Aplicada e tem o apoio das direcções regionais de Turismo dos Açores e da Ciência e Tecnologia.O Encontro conta com a presença de Peter Nijkamp, da Free University de Amsterdam, professor de Economia Regional e Geografia Económica, sendo considerado um dos melhores economistas do Mundo, de acordo com IDEAS / RePEc.Participam também especialistas da Universidade do Rio Grande do Sul, Brasil, Universidade de Guadalajara, Espanha, da Universidade de Laguna, da Brunel University, Inglaterra, do Institute of Oceanology, Polónia e ainda do Algarve, de Beja, Coimbra e Minho, bem como da Universidade Aberta, da Universidade Técnica de Lisboa, da Universidade da Madeira, da Universidade de Cabo Verde e dos Açores.

(In Carlos Tavares com APDR).

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sábado, março 14, 2009

OS PORTUGUESES AO ENCONTRO DA SUA HISTÓRIA

A viagem deste ano do ciclo Os Portugueses ao Encontro da sua História terá como destino o Golfo Pérsico e ocorrerá entre 31 de Agosto e 12 de Setembro. Pode já consultar aqui o resumo do programa provisório. Apesar de ainda não nos ser possível ter todas as informações necessárias para estimar o valor de custo definitivo, podemos desde já avançar que o preço final desta viagem rondará os 7.000€. As inscrições abrem no dia 1 de Abril e deverão ser processadas através do contacto com Helena Serra (21 346 67 22, 96 396 55 25 ou hserra@cnc.pt). A inscrição será considerada efectiva após o pagamento – até ao dia 23 de Abril - de uma primeira prestação fixa no valor de 2.000€ (representa aproximadamente 30% do valor que estimamos). Os acertos ao preço final da viagem far-se-ão nas outras 2 prestações previstas para 23 de Junho e 30 de Julho respectivamente.
Este programa provisório não inclui bebidas nas refeições, nem despesas pessoais. Uma ou duas refeições terão de ser pagas à parte.
31 de Agosto – Segunda-feira

Lisboa – Dubai (Emirados Árabes Unidos) Voo via Frankfurt (Lufthansa).
1 de Setembro – Terça-feira

Dubai (Emirados Árabes Unidos) – Musandam/Ormuz (Sultanato de Omã)

Autocarro até ao estreito de Ormuz (Cidade de Khasab). Visita ao Museu de Ras-Al-Khaimah, Forte Bukha e Forte Khasab.
2 de Setembro – Quarta-feira

Musandam (Ormuz)
Visitas em Ormuz - Vila Kanzar.
3 de Setembro – Quinta-feiraMusandam (Ormuz) - Mascate
Voo até Mascate. Visitas na cidade – museu e mercado (souks) e aos fortes Jalali e Mirani.
4 de Setembro – Sexta-feira Mascate – Nizwa – Mascate
Partida em autocarro na direcção de Nizwa e visita à maior cidade de deserto no sultanato de Omã.
5 de Setembro – Sábado Mascate – Sur ou Mutrah - Mascate
Visitas em autocarro em Sur ou Mutrah - Forte e souk.
6 de Setembro - Domingo Mascate – Bahrein
Voo para Bahrein. Visita ao forte do Bahrein.
7 de Setembro – Segunda-feira Bahrein – Petra (Jordânia)
Voo para Amã (cedo) com transfer directo em autocarro para Petra.
8 de Setembro – Terça-feiraPetra
Visita a Petra (dia inteiro).
9 de Setembro – Quarta-feira Petra – Cairo (Egipto)
Partida em autocarro com destino a Sharm El Sheik no Egipto (deserto Wadi Rum - Jordânia e rota do Mar Vermelho), de onde voaremos para o Cairo.
10 de Setembro – Quinta-feira Cairo
Museu do Cairo.
11 de Setembro – Sexta-feira Cairo
Pirâmides – Gize e Saqqara (pirâmide da Rainha Sesheshet recentemente descoberta).
12 de Setembro – Sábado Cairo - Lisboa
Voo Cairo – Lisboa, via Frankfurt (Lufthansa).
VIAGEM AÇORES 5 a 12 de Julho
Esta nova viagem aos Açores, agora às ilhas mais pequenas, será de novo acompanhada pela Prof. Maria Calado, Vice-presidente do Centro Nacional de Cultura e, após a excelente experiência em 2008, também pelo Prof. Eduardo Dias, Director do Gabinete de Ecologia Vegetal Aplicada da Universidade dos Açores.
Por não termos podido, até à data, obter a confirmação por parte da SATA e da Atlântico Line (barcos que fazem as ligações entre ilhas) dos seus horários para Julho, não podemos adiantar o preço final da viagem. Não é motivo suficiente para nos impedir de avançar com as inscrições e tomámos como ponto de partida o preço da nossa viagem de 2008: 1.900€ por pessoa em quarto duplo e 2.150€ por pessoa em quarto single.
Assim, poderá inscrever-se a partir de dia 1 de Abril, contactando Helena Serra (21 346 67 22, 96 396 55 25 ou hserra@cnc.pt). A inscrição será considerada efectiva após o pagamento – até ao dia 30 de Abril - de uma primeira prestação fixa no valor de 1.000 € (representa aproximadamente 50% do valor que estimamos). O acerto ao preço final da viagem far-se-á na outra prestação prevista para 22 de Junho.
Já percebi que o que as ilhas têm de mais belo e as completa é a ilha que têm em frente, Raul Brandão em As Ilhas desconhecidas
De 5 a 8 de Julho – Ilha das Flores e Corvo
Sedeados nas Flores onde visitaremos toda a ilha, incluindo o seu património construído, daremos belos passeios pé, como por exemplo na Fajâzinha, e também de barco para ter uma perspectiva das ilhas a partir do mar. Deslocar-nos-emos ao Corvo por 1 dia.
8 a 12 de Julho – Ilha de São Jorge e Graciosa
Fajãs, adegas, atafonas, eco-museu, Finisterra, Pico da Esperança e passeios a pé são algumas das palavras-chave das visitas a São Jorge e Graciosa. Mais uma vez iremos dar a volta às duas ilhas, com maior destaque para São Jorge, que por ser uma ilha maior requer mais tempo.
Está contemplada a possibilidade de viajar a partir do Porto, mas sujeita à disponibilidade de voos e horários compatíveis.

(In Centro Nacional de Cultura)

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