terça-feira, agosto 11, 2009

IV Workshop da APDR - Imigração e Desenvolvimento

Call for Papers - 4º Workshop APDR
Com Peter Nijkamp e Carol Leonard
Tema: Imigração e Desenvolvimento

Data: 23 de Novembro de 2009
Local: Universidade Católica Portuguesa – Centro Regional do Porto
Website do evento: http://www.apdr.pt/evento_4/
Prazos:07 de Setembro de 2009
- Recepção de Resumos 07 de Outubro de 2009
- Aceitação das Comunicações ou Posters 31 de Outubro de 2009
- Recepção final das Comunicações 23 de Novembro de 2009
- Workshop "Imigração e Desenvolvimento".
(In APDR)

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domingo, julho 12, 2009

Térmitas nos Açores: 20 anos para as banir

20 anos - é este o prazo que a Região Autónoma dos Açores pode levar para ver-se livre das térmitas - afirma Paulo Borges, da Academia açoriana.
Paulo Borges, que é anfitrião de uma visita à ilha Terceira de dois especialistas no combate a essa praga, é da opinião que só é possível acabar com as térmitas em 20 anos, se houver uma estratégia concertada de combate.
A equipa da Universidade dos Açores que tem liderado a pesquisa e o combate às térmitas no arquipélago, afirma que a praga assume proporções preocupantes, mas reconhece que falta efectuar um estudo de risco, que permita saber qual a real dimensão da sua presença nas ilhas.
Para já, Paulo Borges, da Univerdidade dos Açores, com base nos dados até agora conhecidos, é da opinião de que a erradicação das térmitas exige um ataque concertado, que pode durar duas décadas.
Ontem e hoje, o investigador tem estado no terreno a acompanhar dois especialistas no combate às térmitas, um norte-americano e outro austríaco.
Ambos, apresentam hoje à noite, na cidade de Angra do Heroísmo, formas de retirar as térmitas de uma casa: são tecnologias inovadoras que, na proposta americana recorrem ao calor e, na proposta austríaca, conjuga o calor com a água.
Paulo Borges diz que é importante os açorianos conhecerem várias formas de combate às térmitas, sobretudo, técnicas inovadoras, como as que hoje vão ser apresentadas, no pólo do Pico da Urze, onde também será dado a conhecer um estudo sobre a possível emigração das térmitas entre as ilhas.
O investigador açoriano é da opinião de que há ainda muito para ser feito, mas que as entidades governamentais têm vindo a dar sinais de querer debelar o problema.
Dentro de dias, a Universidade dos Açores e a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo protocolam a instalação de armadilhas nas ruas da cidade, com o objectivo de capturar térmitas com asas, que, nesta altura do ano, começam a voar, de casa em casa.

(In Faial Online)

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quinta-feira, julho 09, 2009

PROTOCOLO ENTRE UA E AUTARQUIA ANGRENSE -Iniciados trabalhos no combate às térmitas

A equipa da Universidade dos Açores (UA), constituída por Orlando Guerreiro, Maria Teresa Ferreira e Anna Bella Borges, já iniciou os trabalhos de campo de combate às térmitas no centro da cidade de Angra do Heroísmo, ao abrigo do protocolo entre o município angrense e aquela instituição de ensino superior.

Denominado a “Monitorização e Controlo da praga de térmitas Cryptotermes-brevis”, o protocolo, que está a decorrer num edifício em estado avançado de infestação, gentilmente cedido pelo proprietário, tem a duração prevista de três meses – Julho a Outubro de 2009 – pretende fazer comparação com o levantamento realizado em 2004.
“Além do dado comparativo vamos tentar impedir o desenvolvimento da praga”, revela Orlando Guerreiro, ao nosso jornal, sublinhando que a metodologia difere da utilizada há cinco anos, tendo em conta que o trabalho anteriormente realizado não incluiu as armadilhas.
Na prática, segundo a equipa, o trabalho consiste em colocar, entre outras estratégias uma dezena de armadilhas – um género de papel adesivo largo, em rolo, próprio para apanhar insectos – nas luzes do exterior, em 10 moradias localizadas entre as freguesias de São Bento e São Pedro. “Algumas armadilhas serão também colocadas no interior das casas”, acrescenta Orlando Guerreiro, da UA. “Estamos a tapar as janelas para impedir a entrada de luz do exterior. Queremos perceber o comprimento de onda que atrai as térmitas”, explica, sobre os trabalhos elaborados no primeiro dia, os quais “estão a correr muito bem”.
Neste sentido, esclarece, as estratégias utilizadas “não vão acabar com o problema mas sim contribuir para a sua gestão”. Orlando Guerreiro defende, por isso, “atitude pró-activa” por parte da população em geral. “Se não combatermos as térmitas nas nossas próprias casas estamos não só a prejudicar a nossa habitação como a do vizinho”.
Sobre o resultado da sua tese de Mestrado em Gestão e Conservação da Natureza – a previsão da expansão da Térmita de Madeira Seca nas nove ilhas dos Açores utilizando modelos de matemáticos –, orientada por Miguel Ferreira e Paulo Borges, professores da UA, Orlando Guerreiro manifesta-se satisfeito.
“Na primeira parte do trabalho fiz um estudo para perceber a dispersão no tempo e no espaço, sendo que as armadilhas foram colocadas fora das zonas infestadas de Angra para saber a que distância uma colónia situada numa determinada casa poderá infestar a outra”, pormenoriza.
Em relação à segunda parte, resume o especialista, o estudo poderá ser usado como mapa de risco cujos lugares apresentam condições favoráveis ao desenvolvimento das térmitas. “São sítios no arquipélago dos Açores onde pode ocorrer a praga. Não por dispersão natural mas por transporte de peças de madeira de um local para o outro, por exemplo”, conclui.
A tese de Orlando Guerreiro foi apresentada no âmbito do “Workshop – Combate às Térmitas usando a técnica da Temperatura”, realizado no passado dia 3 de Julho, no campus universitário do Pico da Urze, numa organização do Grupo da Biodiversidade dos Açores (CITA- A Universidade dos Açores).
(in A União)

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quinta-feira, julho 02, 2009

COM NOVAS TÉCNICAS Workshop em Angra sobre combate às térmitas

Dois especialistas em práticas de combate às térmitas – Bernhard Schachenhofer (Áustria) e Michael Linford (Estados Unidos da América) – vão deslocar-se à ilha Terceira no âmbito do “Workshop – Combate às Térmitas usando a técnica da Temperatura” que terá lugar no campus universitário do Pico da Urze, a 3 de Julho.
Esta iniciativa, organizada pelo Grupo da Biodiversidade dos Açores (CITA- A Universidade dos Açores), pretende contribuir para a solução da praga no arquipélago.
O programa do “Workshop – Combate às Térmitas usando a técnica da Temperatura” prevê a apresentação de três comunicações científicas. Bernhard Schachenhofer e Michael Linford, dois especialistas na matéria vindos da Áustria e Estados Unidos da América, irão apresentar, em inglês, respectivamente, a técnica “Warmair” que utiliza equipamento portátil de aquecimento a gás e controlo da humidade do ar para matar insectos em madeiras e a técnica “ThermalPureHeat” que utiliza ar seco aquecido para criar um ambiente que é letal para as térmitas. Estes serão precedidos por Orlando Guerreiro que irá apresentar uma previsão da expansão da Térmita de Madeira Seca nas nove ilhas dos Açores utilizando modelos de matemáticos, resultado da sua tese de Mestrado em Gestão e Conservação da Natureza orientada pelos docentes Miguel Ferreira e Paulo Borges.
“São duas empresas que utilizam ambas uma técnica inovadora, ecológica, com base na temperatura para combater as térmitas, mas de diferente maneira”, revela o responsável pelo Grupo da Biodiversidade dos Açores (GBA), da Universidade dos Açores, entidade organizadora, ao referir que a iniciativa surge no seguimento dos projectos para estudo das térmitas nos Açores realizados em 2006. “Uma das estratégias que ficaram estabelecidas seria ampliar as tecnologias que estavam a testar na altura, e, assim, poder testar nos Açores as alternativas ao que conhecemos e ao que está a ser utilizado actualmente no arquipélago”.
Para verificar a viabilidade da aplicação daquelas tecnologias no tipo de edifícios dos Açores, os dois especialistas vão visitar diversas habitações de Angra do Heroísmo na companhia de técnicos da Universidade dos Açores. “No workshop [os especialistas] vão explicar as suas tecnologias e eventualmente sugerir as adaptações que serão necessárias fazer para aplicar essa mesma tecnologia na nossa região”, adianta Paulo Borges.
Este evento, que conta com o apoio financeiro do Governo Regional através da Direcção Regional do Ambiente, é dirigido sobretudo a especialistas, empresas de construção civil, estando também aberto à participação da população em geral.
Protocolo em preparação
Na sessão de abertura do “Workshop – Combate às Térmitas usando a técnica da Temperatura”, com início previsto para as 20h00, será anunciado um protocolo em preparação com o Município de Angra do Heroísmo, em conjunto com a apresentação das estratégias da Universidade dos Açores para combate às térmitas no arquipélago.
Paulo Borges considera, por isso, que “começa a haver uma maior dinâmica sobre o problema”. “A ideia é colocar armadilhas para combate aos adultos de térmitas durante a época de Verão na cidade”, adianta o docente.
Sobre o actual estado de desenvolvimento da praga, afirma, verifica-se um crescimento contínuo. “Este trabalho vai permitir uma moderação a longo prazo para podermos controlar não só a praga mas toda a situação”. Sem este conhecimento base, conclui o responsável pelo GBA, dificilmente a Universidade poderá informar devidamente o Governo e o Governo poderá ter politicas eficazes no combate das várias espécies.
As ilhas dos Açores mais afectadas pela praga – térmita de madeira seca, térmita de madeira viva e térmita subterrânea – são São Miguel, Terceira, Faial e Santa Maria. No caso concreto da ilha Terceira, para além da cidade de Angra do Heroísmo, o problema manifesta-se por último nas freguesias de Porto Judeu, São Bartolomeu e Biscoitos.
(In Sónia Bettencourt em A União)

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WORKHOP – COMBATE ÀS TÉRMITAS USANDO A TÉCNICA DA TEMPERATURA

WORKHOP – COMBATE ÀS TÉRMITAS USANDO A
TÉCNICA DA TEMPERATURA

Dia 3 de Julho – Sexta-feira (20h00) – Campus Universitário do Pico da Urze
Programa

20.00 – Sessão de Abertura – Paulo A. V. Borges (Univ. dos Açores)
20.10 – Previsão sobre a expansão da térmita de madeira seca nas várias ilhas dos Açores. Orlando Guerreiro (Aluno de Mestrado de Gestão e Conservação da Natureza).
20h30 – Ecological Insect Pest Eradication in individual rooms using air and water at high temperatures (Warmair technique). Bernhard Schachenhofer (Empresa Thermo Lignum, Áustria)
21h00 – The ThermaPureHeat® process using dry heat to kill termites and other urban pests. Michael Linford (empresa Therma Pure, USA - California)
21h30 – Debate

Organização: CITA-A (Grupo da Biodiversidade dos Açores - Universidade dos Açores)

Financiamento: Direcção Regional do Ambiente dos Açores (Governo Regional dos Açores)

RESUMO

O Workshop “COMBATE ÀS TÉRMITAS USANDO A TÉCNICA DA TEMPERATURA”, numa organização do Grupo da Biodiversidade dos Açores (CITA-A, Universidade dos Açores) e financiamento da Direcção Regional do Ambiente dos Açores pretende apresentar técnicas inovadoras para combate às térmitas em edifícios. Com esta iniciativa vem-se abrir uma nova porta para a solução deste grave problema no arquipélago.
Paulo Borges da Universidade dos Açores irá abrir a sessão apresentando as estratégias da Univ. dos Açores para o combate ás térmitas nos Açores e explicando os objectivos desta iniciativa que junta os esforços da Univ. dos Açores e do Governo Regional dos Açores. Será também anunciado um Protocolo que está a ser preparado com a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo para combate aos adultos de térmitas durante o Verão na cidade de Angra do Heroísmo.
Serão apresentadas três comunicações cientificas. A primeira da autoria de Orlando Guerreiro irá apresentar uma previsão da expansão da Térmita de Madeira Seca nas nove ilhas dos Açores utilizando modelos de matemáticos. Trata-se do resultado da sua tese de Mestrado em Gestão e Conservação da Natureza orientada pelos Profs. Miguel Ferreira e Paulo Borges.
De seguida teremos duas apresentações em inglês por especialistas de uma empresa da Áustria (Thermo Lignum, http://www.thermolignum.com/Pest_Eradication.html) e de uma empresa da Califórnia (Therma Pure, http://www.thermapure.com/termites.php).
Estes dois especialistas vão estar dois dias a visitar vários edifícios de Angra do Heroísmo na companhia de técnicos da Universidade dos Açores para assim verificarem das condições para aplicar as tecnologias do calor para combate às térmitas nos Açores.
Bernhard Schachenhofer (Empresa Thermo Lignum, Áustria) irá explicar a técnica WARMAIR que utiliza equipamento portátil de aquecimento a gás e controlo da humidade do ar para matar insectos em madeiras.
Michael Linford (empresa Therma Pure, USA - California) irá apresentar a técnica ThermaPureHeat® que utiliza ar seco aquecido para criar um ambiente que é letal para as térmitas.
Após as apresentações seguir-se-á um debate com o público presente.

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terça-feira, maio 26, 2009

Do melhor...

Tenho tido a oportunidade de assistir a diferentes workshops/seminárioss/palestras promovidos por diferentes entidades locais, a maioria delas, talvez, por iniciativa da universidade dos Açores - que me parece ser uma instituição cada vez mais pro-activa, e, nestes últimos meses, diga-se que o que esta instituiçao tem proporcionado é, porventura, do melhor que se faz em toda a região. São palestras riquissimas, que permitem trazer até nós alguns bons especialistas, dentro das temáticas que são abordadas, verdadeiros gurus, e com um excelente poder de comunicação e cativantes na abordagem dos assuntos. Algumas destas iniciativas continuam a passar um pouco à margem da população em geral; outras não têm o sucesso que poderiam ter, talvez por a comunicação social lhes dar pouco eco; outras acabam pura e simplesmente no esquecimento e, apesar do seu conteúdo, terminam sem que alguém tivesse tido conhecimento delas. Ainda recentemente, tive a oportunidade de constatar exactamente isso. No mesmo dia, a horas distintas, dois eventos especificos e interessantes tiveram públicos totalmente desiguais. A primeira contou com a presença dos oradores e ninguém mais; a segunda teve direito a sala cheia.Em todo o caso, reforço, a importante tarefa desta instiuição, sempre atenta e desperta para ensinar e eçucidar a sociedade açoriana das problemáticas/questões/assuntos que a todos nos afectam quase diariamente.

(In Pas de deux)

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terça-feira, maio 05, 2009

CONSIDERAÇÕES SOBRE O TURISMO QUE PRATICAMOS!

Durante estas últimas semanas, tivemos um fluxo turístico bastante interessante na ilha de São Miguel, devido à paragem de alguns dos maiores navios de cruzeiro do mundo.
Os Açores são visitados por estes “Senhores dos Mares”, principalmente durante a Primavera e o Outono coincidindo com a passagem do hemisfério Sul para o hemisfério Norte, ou vice-versa em busca da estação estival mais procurada pelos turistas – o Verão.
O nosso arquipélago é de uma beleza inigualável, e por isso, frequentemente ouvimos frases como: “este é o lugar mais bonito que visitei”, proferidas pelos turistas.
Este aumento do número de paragens deve-se, em grande parte ao esforço feito pelos nossos agentes de viagens que, contra tudo e contra todos, têm desenvolvido um esforço muito louvável, a pensar na divulgação das nossas ilhas, trabalhando ao mesmo tempo , em prol de todos os açorianos.
Pena é que, por outro lado, os nossos comerciantes que tanto se queixam da crise, não tirem partido desse esforço, e teimem em estar fechados nos dias em que podiam fazer negócio e recuperar da crise que tanto apregoam.
Por outro lado, ainda vemos muitas instalações públicas que não servem, nem os locais, quanto mais um número grande de visitantes quando estes aqui passam.
Refiro-me mais uma vez a muitas casas de banho que, ou estão imundas e impróprias, ou pura e simplesmente ainda não existem.
Os profissionais que acompanham os turistas, também se têm deparado com situações muito tristes, quando chega à altura da conversão da moeda por parte dos comerciantes, que praticam autênticos roubos, em nada abonatórios, para a nossa terra, prejudicando quem trabalhou mais de um ano com o intuito de receber os turistas da melhor forma possível.
Alguns dos locais, tradicionalmente visitados, para ver e comprar produtos tradicionais açorianos, também se têm “baldado” ao bem servir. Parece que estão a fazer um “frete”, mostrando-se bastante desinteressados e descurando na apresentação das suas lojas e produtos.
Continuando assim, os agentes de viagens vão começar a ter tantas reclamações, até que esta situação se altere ou até novos espaços comecem a aparecer. E, vejam lá, segundo dizem estamos em ano de crise, imaginem se não estivéssemos. Se calhar após receberem alguns subsídios para mostrar o que é açoriano, até fechavam a porta.
Outro dos problemas com que se têm deparado os agentes de viagens, é a falta de profissionais certificados para acompanharem os turistas que desejam efectuar excursões, recorrendo a inúmeros “curiosos”, alguns estrangeiros, demonstrando, a já tão falada necessidade de formação neste sector.
Não podemos continuar a consentir a “anarquia” com que se vive nesta actividade.
Se queremos desenvolver um “turismo sustentável”, esta situação tem de mudar e todos teremos de trabalhar em conjunto.
Esta foi uma das conclusões a que se chegou no final do 3º Workshop da Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional, que aconteceu na semana passada na Universidade dos Açores em Ponta Delgada, com o apoio de várias entidades entre as quais o Observatório Regional do Turismo.
Agentes de viagens, autarcas, responsáveis governamentais, guias, condutores, comerciantes e população em geral, unamo-nos em prol de um desenvolvimento sustentado dos Açores.
A bem do turismo com qualidade nos Açores!

(In Ilhas Mágicas)

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sábado, maio 02, 2009

Si nu ka rotcha, nca tem kaudibai; si nu kebe kamiki ta sai

Tomaz Dentinho
No passado dia 27 de Abril realizou-se um workshop em Ponta Delgada sobre o tema turismo e sustentabilidade onde participaram cerca de cem pessoas provenientes dos Açores, do Continente, de Espanha, da Holanda, da Polónia e de Cabo Verde. Vale a pena relatar um pouco aquilo que de mais relevante terá ocorrido na sessão plenária e mesa redonda, ficando certamente para outra ocasião a análise dos trabalhos apresentados nas sessões paralelas. Na sessão plenária foi muito interessante ouvir das palavras do Secretário Regional da Economia que manifestou a sua disposição para ouvir e estimular as análises científicas sobre o tema “turismo e sustentabilidade” que serve para completar, complementar e actualizar os estudos encomendados pelo Governo. Foi igualmente revelador ouvir a exposição de Francisco Tavares, Presidente da Associação de Municípios de Cabo Verde e do Município da Assomada que relatou os benefícios e malefícios do desenvolvimento turístico de Cabo Verde, explicitando que grande parte dos benefícios vão para o exterior e os visitantes procuram mais o Sol e o Mar do que a especificidade cultural das Ilhas. Mas a grande atracção foi a conferência de Peter Nijkamp, professor de economia regional na Universidade Livre de Amesterdão e consultor de vários organismos internacionais. Disse-nos que a crise internacional é mais uma revolta dos consumidores que querem outros bens e serviços do que uma crise tecnológica, energética ou ambiental que ponha em causa o modelo de desenvolvimento de mercado. Deu-nos igualmente o enquadramento teórico, os métodos de análise e as metodologias de apoio à decisão que podem servir de base aos estudos sobre turismo e sustentabilidade. Terminou explicitando a importância da cultura de cada sítio que serve para atrair pessoas que querem ver coisas diferentes e não iguais, mas lembrou também que essa mesma cultura pode ser destruída quando a procura turística mais moldando a uniformização das culturas de acordo com os alemães ou americanos que as procuram. No entanto porventura o momento mais revelador do workshop foi a mesa redonda que contou com a participação dos Presidentes dos Municípios da Ilha de São Miguel. Primeiro porque transmitiram a ideia clara de que o turismo de São Miguel não se pode desenvolver enquanto os custos de transporte para os turistas for muito elevado, sendo necessário pensar seriamente na liberalização dos voos para aquela ilha conforme explicitou Rui Melo, Presidente da Câmara de Vila Franca. Segundo porque esclareceram e bem que a coordenação do turismo entre os municípios de São Miguel não anula a ideia base de que cada município tem uma estratégia de desenvolvimento turístico específica. Terceiro porque nos disseram que preferem turistas continentais que gastam mais e se enquadram melhor na cultura local do que turistas subsidiados provenientes dos países nórdicos que poucos efeitos criam no comércio local. Finalmente que o turismo baseado nos grandes cruzeiro pode ser benéfico mas provoca grandes impactos negativos num curto espaço de tempo, nomeadamente quando vinte e duas camionetas desembarcam ao mesmo tempo nas festas da Ribeira Grande ultrapassando a capacidade de carga de todos os serviços públicos. Como sintetizou Francisco Tavares em crioulo de Santiago “Si nu ka rotcha, nca tem kaudibai; si nu kebe kamiki ta sai”. Que quer dizer: temos que nos entender para que caibamos todos; se não nos entendermos não serei eu a sair.
(in A União)

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quinta-feira, abril 30, 2009

Sustentabilidade do Turismo açoriano em debate em Ponta Delgada

A sustentabilidade do Turismo açoriano está a ser debatida em Ponta Delgada, por especialistas nacionais e estrangeiros, nas suas vertentes do conhecimento, da regulação e da concertação.
O secretário regional da Economia, Vasco Cordeiro, afirmou hoje que já foram dados alguns passos, mas que, nessa área, há ainda desafios a enfrentar na Região Autónoma.O acontecimento trouxe à ilha de São Miguel especialistas, oriundos da Europa, Brasil e Cabo Verde para, num, debate alargado que o próprio tutelar da Economia considerou " de importante ser lançado ", mas que Vasco Cordeiro pretende ainda ir mais longe: ser necessário um cuidado e uma atenção à questão da sustentabilçidade social e da sustentabilidade económica, no desenvolvimento turístico do arquipélago.O secretário da Economia reconheceu o trabalho que tem vindo a ser feito, à volta de três essenciais vectores de intervenção, como o conhecimento, a regulação e a concertação, mas, no entanto, não esconde que a sustentabilidade do Turismo é um trabalho que não se encontra completo.O secretário açoriano da Economia presidiu à abertura do Workshop sobre Turismo e Sutentabilidade, na Universidade dos Açores, promovido pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional, que contou com a presença de Peter Nijkamp, considerado um dos cem melhores economistas do Mundo, e ainda com diversos participantes de Universidades estrangeiras e com vários convidados de Academias portuguesas.

(in Costa Cardoso / Carlos Tavares - Antena 1)

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terça-feira, abril 28, 2009

ANMCV no 3º Workshop do “Turismo e Sustentabilidade”

O presidente da Associação Nacional dos Municípios de Cabo Verde (ANMCV), também presidente da Câmara Municipal de Santa Catarina, Francisco Fernandes Tavares, deslocou-se a 26 de Abril, a Portugal onde vai participar no 3º Workshop sobre "Turismo e Sustentabilidade" na Universidade dos Açores, a convite da Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional (APDR). A ocasião servirá ainda a Francisco Tavares, na qualidade de monarca, retomar contactos com o Município de Vila Franca do Campo, com o qual Santa Catarina tem acordo de geminação.
Da sua deslocação a terra Lusa, Tavares tem, ainda em agenda visitas à Câmara Municipal de Lisboa onde vai rubricar um protocolo de cooperação entre a Câmara Municipal de Santa Catarina, a Empresa Pública de Urbanização de Lisboa e a Câmara Municipal de Lisboa.
A assinatura do acordo de geminação com Câmara Municipal de Trofa, também consta da agenda do presidente da CMSC. As câmaras municipais de Oeiras e de Cadaval também vão rubricar protocolos de cooperação com o município de Santa Catarina, e o Francisco Tavares vai aproveitar a ocasião para viabilizar esses cooperações.
(In Expresso das Ilhas)

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sexta-feira, abril 24, 2009

3º Workshop sobre o tema “Turismo e Sustentabilidade” - Programa

Promotor: Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional (APDR)
Local: Universidade dos Açores – Campus de Ponta Delgada
Data do Evento: Dias 26 e 27 de Abril de 2009
Programa: Dia 26 de Abril

09.00 – 20.00 - Excursão de Estudo: Coordenação: Helena Pina Calado Acompanhamento da Visita: Prof. Doutor Paulo Borges

10.00 – 10.45 - Apresentação Picos de Aventura

11.00 – 12.15 - Visita ao Antillia Apartamento

12.30 - Partida para as Furnas

13.30 - Chegada às Furnas

13.30 – 15.00 - Pausa para Almoço

15.00 – 15.45 - Visita ao SPA Hotel

16.00 – 17.00 - Visita ao Furnas Lake Resort 17.30 - Partida para Ponta Delgada
Dia 27 de Abril

CAFÉ 08.00 – 09.00- Recepção e Inscrições

09.00 – 09.30- Sessão de Abertura Secretário Regional da Economia - Dr. Vasco Cordeiro * 09.30 – 10.30- Sessão Plenária: Coordenação: José Cabral Vieira Peter Nijkamp (Free University of Amsterdam) José Cabral Vieira (Universidade dos Açores) Francisco Fernandes Tavares (Presidente da Ass. Nac. dos Munícipios de Cabo Verde)

10.30 – 11.00- Debate:

11.00 – 11.20- Pausa:

11.20 – 13.00 - 1ª Sessão de Comunicações Livres Preside - Ana Moniz Sessão Paralela 1 A - Análise Custo Benefício de Destinos Turísticos Joanna Piwowarczyk, Jan Weslawski - Sandy beaches in Sopot – need for the sustainable development and public awareness António Almeida - Segmentação de mercados: lições da história do turismo na Madeira Rogério P. Silva, Tiele S. Carrasco - Valor económico do património histórico da cidade do Rio Grande – RS – Brasil Vasco Silva, Pedro Ferreira, Tomaz Dentinho - Input Output Tables for the Management of Water Resources in Islands. The case of Terceira-Azores Ana Moniz, Manuela M. Hill, João Silva - Measuring the quality of the tourism experience: the case of study of the Azores Mafalda Rangel, Tomaz P. Dentinho, Gonçalo Araújo, Joana Lopes, Jorge Gonçalves, Karin Erzini - Análise custo viagem de roteiros subaquáticos (de apneia) na Praia da Marinha (Algarve) Preside - Tomaz Dentinho Sessão 1 B- Estudos de Caso I José M. Segura, José N. Espigares, Pedro G. Flor, Irene M. Fernandez - Turismo sostenible de Ceuta Luís Ferreira - Sustentabilidade e planeamento em turismo: casos de estudo Andrew A. Cordeiro - Sistema de gestão integrado – um caminho para a sustentabilidade hoteleira: Case Study Antillia Hotel Apartamento João Martins - Espaço Alqueva na rota do turismo sustentável Diana Vieira - Avaliação Socio-Cultural do canal Pico-Faial: a importância da biodiversidade marinha para o turismo sustentável João G. Batista, Edite R. Batista, Luísa M. Calado, Tomaz P. Dentinho - Turismo rural associado à produção biológica como alternativa económica para o pequeno agricultor. Caso dos Açores 13.00 - 14.20 - Pausa para Almoço 14.20 - 16.00 - 2ª Sessão de Comunicações Livres Preside - João Porteiro Sessão Paralela 2 A - Estratégias de Desenvolvimento Turístico Sustentável Carla Melo - Processos de planeamento e de monitorização estratégica: potenciais contributos para a sustentabilidade do turismo – a visão da Quaternaire Portugal Tomas Gonzalez, Serafin Corral, Jesus Hernandez - Changing tourism strategies: challenges for a new era. The case of Adeje Rogério P. Silva, Tiele S. Carrasco - Valor económico do património histórico da cidade do Rio Grande – RS – Brasil Ana Moniz, Manuela M. Hill, João Silva - Measuring the quality of the tourism experience: the case of study of the Azores Mafalda Rangel, Tomaz P. Dentinho, Gonçalo Araújo, Joana Lopes, Jorge Gonçalves, Karin Erzini - Análise custo viagem de roteiros subaquáticos (de apneia) na Praia da Marinha (Algarve)
Preside - Francisco Silva Sessão 2 B- Estudos de Caso II Preservation of cultural heritage and revitalizing a mining town in Mexico. The case of Cerro de San Pedro Josè G. Vargas-Hernàndez Vera Barros - Turismo sustentável: uma aplicação ao caso Madeirense Bárbara Cristina Pinto - O enquadramento da conservação dos valores naturais com uma gestão agro-florestal e turística sustentada, com o objectivo comum da conservação da biodiversidade em territórios da Rede Natura 2000 Luís M. Figueira - A gestão turística da interpretação do património numa perspectiva de turismo e sustentabilidade Rogério P. Silva, Tiele S. Carrasco - O turismo no balneário Cassino – Rio Grande – RS: Infra-estrutura, grau de satisfação e expectativas Francisco S. Silva, Maria do Céu Almeida - Sustentabilidade do turismo na natureza nos Açores – o caso de estudo do Canyoning 16.00 - 16.20 - Pausa 16.20 - 18.00 - 3ª Sessão de Comunicações Livres Preside - Carlos Santos Sessão Paralela 3 A - Turismo, Saúde e Ambiente Ana P. Figueira, Victor Figueira - A importância do planeamento do turismo no desenvolvimento sustentável das cidades de pequena e média dimensão Rose E. Queiroz, José Guerreiro, Maria A. Ventura - Valorização ambiental dos SICs dos Açores para a prática de Turismo da Natureza Pedro G. Flor, José L. N. Espigares, José A. M. Segura - Geografía mundial del turismo y enfermedades infecciosas transmitidas por le agua José L. N. Espigares, José A. M. Segura, Pedro G. Flor, Elisa H. Torres - Water policy and tourism in Spain: a regional analysis José B. Royuela, Malcolm Eames - Flores, foresight and sustainable economic development
Preside - Ana Moniz Sessão 3 B- Estudos de Caso III Veska Noncheva, Armando Mendes, Emiliana Silva - Sustainable tourism and agriculture multifunctionality Paulo Carvalho - Turismo, património e sustentabilidade em ambientes de montanha Maria Luísa Rodrigues, Elisabete Freire - Geoturismo e desenvolvimento sustentável Natália de Abreu, Victor H. Forjaz, Francisco C. Rodrigues - Geoturismo: um contributo para o desenvolvimento sustentável André R. Medeiros, Maria A. Ventura, Pedro Freire, Rui Ámen, Sérgio P. Ávila - Proposta de um novo trilho pedestre para a ilha de Santa Maria Flávio Nunes, Sandra Lima e Sofia Carvalho - Turismo de voluntariado: uma prática em ascensão e um factor de desenvolvimento comunitário 18.00 – 19.00- Mesa Redonda sob o tema:"Turismo Sustentável na Ilha de São Miguel" Preside: Prof.ª Dotoura Helena Pina Calado 19.00 - Cocktail
Calendarização 15 de Fevereiro de 2009

– Envio de Resumos28 de Fevereiro de 2009

– Confirmação da Aceitação de Resumos

31 de Março de 2009 – Recepção final das Comunicações

26 de Abril de 2009 – Excursão Técnica

27 de Abril de 2009 – Workshop “Turismo e Sustentabilidade”
InscriçõesPara efectuar a sua inscrição deverá enviar um e-mail para adelaidecosta@uac.pt, indicando no assunto “Turismo e Sustentabilidade - Inscrição” e no corpo da mensagem, o nome, instituição, profissão, número de contribuinte, morada pessoal e telemóvel. Deverá ainda mencionar os dados para emissão do recibo da inscrição: nome, instituição, morada e número de contribuinte. ● Estudantes: 10 € ● Normal: 50 € ● Visita de Estudo: 50 €.
ObservaçõesOs resumos devem ser remetidos a Adelaide Costa (adelaidecosta@uac.pt), indicando no assunto “Turismo e Sustentabilidade – Resumo”, de preferência em documento Word, com a indicação dos autores e respectivos contactos de e-mail. Os resumos devem ser remetidos com conhecimentos aos co-autores.
Mais Informações:Adelaide da Conceição Feliciano Costa Universidade dos Açores – Departamento de Ciências Agrárias Associação Portuguesa para o Desenvolvimento RegionalT elefone: 963979747 E-mail: adelaidecosta@uac.pt Webmail UAC: http://angra.uac.pt/ggncn Webmail APDR: http://www.apdr.pt/evento_3/
(In Governo dos Açores)

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quarta-feira, abril 22, 2009

Turismo sustentável


Desenvolvimento Regional aposta no turismo sutentado. Nos próximos dias 26 e 27 de Abril irá decorrer na Universidade dos Açores, em Ponta Delgada, um workshop sobre Turismo e Sustentabilidade. O evento, organizado pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional em parceria com o Centro de Economia Aplicado do Atlântico e com o Turismo dos Açores, conta com a presença de vários economistas, entre eles o reconhecido Peter Nijkamp.

(In Descubra Portugal)

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domingo, abril 19, 2009

workshop de turismo sustentavel - Tomaz Dentinho

sexta-feira, abril 17, 2009

Ponta Delgada recebe workshop sobre turismo sustentado

A Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional (APDR) promove, nos dias 26 e 27 de Abril, um workshop sobre “Turismo e Sustentabilidade”, na Universidade dos Açores, em Ponta Delgada.

O workshop, patrocinado pelo Centro de Economia Aplicada do Atlântico e apoiado pela Direcção Regional de Turismo dos Açores e pela Direcção Regional para a Ciência e Tecnologia dos Açores, conta com a presença de Peter Nijkamp, considerado um dos cem melhores economistas do mundo.
O evento também irá receber participantes de universidades estrangeiras, nomeadamente, da Universidade do Rio Grande do Sul do Brasil, da “Universidad de Guadalajara”, da “Universidad de La Laguna” e da Universidade de Granada de Espanha, de “Brunel University” de Inglaterra, do “Institute of Oceanology PAS” da Polónia e da Universidade de Cabo Verde.
Também virão convidados de universidades portuguesas, como da Universidade do Algarve, do Instituto Politécnico de Beja, da Universidade de Coimbra, da Universidade do Minho, da Universidade Aberta, da Universidade Técnica de Lisboa, da Universidade da Madeira e da Universidade dos Açores.
Segundo Tomás Dentinho, presidente da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional, o objectivo é aprofundar temas da actualidade do ponto de vista científico.
Para Tomás Dentinho, este Workshop acaba por ter uma dupla utilidade, por um lado, uma utilidade científica debatendo métodos de análise da sutentabilidade do turismo, por outro lado, do ponto de vista político, de recolher instrumentos para ajudar a desenvolver uma estratégia de desenvolvimento sustentado para as ilhas.
A iniciativa é da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional (APDR), uma associação científica ligada à European Regional Science Association e à Regional Science Association International, que visa contribuir para a inovação, aprofundamento e divulgação de conhecimentos no âmbito do desenvolvimento regional e que desde Outubro de 2008 tem sede nacional nos Açores.
Nos últimos anos, esta associação vem desenvolvendo um leque muito diversificado de iniciativas que vão desde o lançamento de uma colecção de livros, à edição da científica Revista Portuguesa de Estudos Regionais, à organização de múltiplos encontros científicos.
(In Radio Atlantida)

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quarta-feira, abril 15, 2009

Turismo e Sustentabilidade nos Açores

A Universidade dos Açores realiza-se nos dias 26 e 27 de Abril, em Ponta Delgada, um Workshop sobre Turismo e Sustentabilidade, iniciativa da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento ( APDR ).
Trata-se de uma associação científica ligada à European Regional Science Association e à Regional Science Association International, que tem como objectivo contribuir para a inovação, aprofundamento e divulgação de conhecimentos no âmbito do desenvolvimento regional e que, desde Outubro de 2008, tem sede nacional nos Açores.Nos últimos anos, a APDR tem vindo a desenvolver um leque muito diversificado de iniciativas que vão desde o lançamento de uma colecção de livros, à edição da científica Revistsa Portuguesa de Estudos Regionais, à organização de múltiplos encontros científicos. A inicitiva que se realiza na Academia açoriana, em Ponta Delgada, é patrocinada pelo Centro de Economia Aplicada e tem o apoio das direcções regionais de Turismo dos Açores e da Ciência e Tecnologia.O Encontro conta com a presença de Peter Nijkamp, da Free University de Amsterdam, professor de Economia Regional e Geografia Económica, sendo considerado um dos melhores economistas do Mundo, de acordo com IDEAS / RePEc.Participam também especialistas da Universidade do Rio Grande do Sul, Brasil, Universidade de Guadalajara, Espanha, da Universidade de Laguna, da Brunel University, Inglaterra, do Institute of Oceanology, Polónia e ainda do Algarve, de Beja, Coimbra e Minho, bem como da Universidade Aberta, da Universidade Técnica de Lisboa, da Universidade da Madeira, da Universidade de Cabo Verde e dos Açores.

(In Carlos Tavares com APDR).

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quarta-feira, fevereiro 04, 2009

Workshop (WS) sobre Astronomia nas Escolas: Descobre o Teu Universo!

Trata-se de um workshop com o objectivo de apoiar docentes dos ensinos básicos e secundário no auxílio a actividades de Astronomia nas Escolas. Esta iniciativa integra-se no projecto chave (cornerstone project) da UAI denominado .Galileo Teacher Training Program.
A participação nestes WS é gratuita podendo a Comissão Nacional apoiar a deslocação e estadia dos professores. Os professores interessados neste apoio deverão enviar enviar o respectivo pedido por mail para aia2009@mat.uc.pt. Este Curso de Formação aguarda certificação pelo Conselho Cientifico Pedagogico da Formação Continua (1 credito). A entidade formadora certificada é a Agência nacional Ciência Viva.

PARA RESIDENTES NOS AÇORES

Para os WS nos Açores, por favor contactar o Professor Doutor João Miguel Ferreia, responsável pelo AIA2009 na Região Autónoma do Açores miguelf@uac.pt.

Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar activado para que possa visualizar o endereço de email será então informado como deve proceder para realizar a sua inscrição.

Região Autónoma dos Açores/ Terceira 28,29 e 30 de Outubro 2009 Módulo I - Miguel Ferreira

Módulo II –Carlos Santos

Módulo III -Rosa Doran

Região Autónoma dos Açores/ S. Miguel - Observatório Astronómico de Santana - Ribeira Grande 2 a 4 de Novembro 2009

Módulo I – Rosa Doran

Módulo II –Carlos Santos

Módulo III -Rosa Doran

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sábado, janeiro 17, 2009

Programa do Workshop "Turismo e Sustentabilidade"

A Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional-APDR, com sede no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, promove o seu Workshop sob o tema Turismo e Sustentabilidade que terá lugar no dia 27 de Abril de 2009, na Universidade dos Açores, Campus de Ponta Delgada, durante o qual será realizada uma Visita de Estudo no dia 26 de Abril de 2009.

Turismo e Sustentabilidade
A relação entre turismo e sustentabilidade é paradoxal. Por um lado os turistas são atraídos para lugares que lhes parecem sustentáveis e que o turismo ajuda a desenvolver. Por outro lado o turismo tem um impacto marcante no ambiente, nos espaços adaptados, na economia e nas instituições pondo em causa a sustentabilidade dos sítios turísticos e o processo de desenvolvimento baseado no turismo.Existem inúmeros trabalhos sobre a sustentabilidade do turismo: declarações institucionais, pronunciamentos normativos e modelos de análise e avaliação.- Em termos institucionais o conceito de desenvolvimento sustentável é sancionado por organizações internacionais como o Programa das Nações Unidas para o Ambiente (UNEP), o Conselho Internacional para os Monumentos e Sítios (ICOMOS), a Organização Mundial de Turismo (WTO) e outras.- Em termos normativos defende-se a optimização do uso do ambiente, a manutenção dos processos ecológicos e a defesa do património natural e cultural. Propõe-se também a defesa e respeito das culturas e dos valores tradicionais. Trata-se no fundo de assegurar a viabilidade do turismo no longo prazo com a geração e distribuição justa dos benefícios, garantindo emprego e benefícios sociais estáveis e contribuindo para a redução da pobreza.- Do ponto de vista analítico e de avaliação formulam-se e calibram-se modelos económicos onde se explicitam limites dos recursos naturais, definem-se pegadas ecológicas da actividade turística e definem-se capacidades de carga, formulam modelos integrando a economia com o ambiente, realizam-se estudos de mercado para perceber a procura face a vários tipos de destinos, etc.A realização de um workshop sobre turismo e sustentabilidade em Ponta Delgada é uma ocasião óptima não só para analisar e debater o que tem sido pensado sobre o tema ao nível mundial mas também para reflectir sobre a sua aplicabilidade nos sítios e comunidades de Portugal.A Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional em coordenação com o Centro de Estudos de Economia Aplicada do Atlântico e a Associação Portuguesa de Geógrafos quer criar um momento para analisar e debater o que tem sido pensado sobre o tema ao nível mundial mas também para reflectir sobre a sua aplicabilidade nos sítios e comunidades de Portugal.Para isso mobilizamos especialistas sobre o tema para apresentarem as questões mais relevantes do ponto de vista analítico, desafiamos os investigadores portugueses a apresentarem os seus trabalhos sobre turismo e sustentabilidade; e convidamos os comunicadores, os agentes, os políticos e o público a participarem nos trabalhos e no debate final do encontro.Para além da informação e divulgação dos resultados do encontro, os trabalhos apresentados serão seleccionados não só para um número especial da Revista Estudos Regionais mas também para livros um Livro sobre Turismo e Sustentabilidade servindo igualmente de fonte de informação para o livro Problemas Emergentes do Desenvolvimento Regional a editar pela APDR no fim do ano de 2009 com base nos trabalhos dos workshops efectuados sobre “Impacto dos Aeroportos”, “Agros, Energia e Paisagem”, “Turismo e Sustentabilidade” e “Imigração e Desenvolvimento”.

Dia 26 de Abril
09.00 – 20.00- Visita de Estudo:

Coordenação: Helena Pina Calado
Dia 27 de Abril
Programa
CAFÉ
10.00 – 10.30- Sessão de Abertura
Secretário Regional da Economia - Dr. Vasco Cordeiro *
10.30 – 11.00- Sessão Plenária:Coordenação: José Cabral Vieira
10.30 – 11.00 - Peter Nijkamp (Free University of Amsterdam)

11.00 – 11.30 - José Cabral Vieira
CAFÉ
11.30 – 13.00 - Apresentaçao de Comunicações
ALMOÇO
14.30 - 16.00 - Apresentaçao de Comunicações

16.00 - 17.30 -Apresentaçao de Comunicações
17.30 - 19.00 - Mesa Redonda:
20.00 - Jantar do Workshop

(In APDR)

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terça-feira, janeiro 13, 2009

Turismo e Sustentabilidade

A Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional, sedeada neste ano, no Campus de Angra do Heroísmo da Uiversidade dos Açores, realiza o seu 3º Workshop sob o tema: “Turismo e Sustentabilidade” (http://www.apdr.pt/evento_3/), que terá lugar a 27 de Abril de 2009, em Ponta Delgada, São Miguel – Açores. Salienta-se que a Visita de Estudo está prevista para o dia 26 de Abril de 2009 (Domingo).
TURISMO E SUSTENTABILIDADE
Datas importantes:
- 30 de Janeiro de 2009 - Envio de Resumos;
- 17 de Fevereiro de 2009 - Aceitação das Comunicações ou Posters;
- 31 de Março de 2009 - Recepção final das Comunicações;
- 27 de Abril de 2009 - Workshop "Turismo e Sustentabilidade".
Os resumos devem ser remetidos a Adelaide Costa adelaidecosta@uac.pt (Tel: 963 979 747), indicando no assunto “Turismo e Sustentabilidade – Resumo”, de preferência em documento Word, com a indicação dos autores e respectivos contactos de e-mail. Saliento que os resumos devem ser remetidos com conhecimento aos co-autores.
Inscrições:
Para efectuar a sua inscrição deverá enviar e-mail para mailto:apdr@mail.telepac.pt indicando no assunto "Turismo e Sustentabilidade - Inscrição"e no corpo da mensagem: o nome, instituição, profissão, número de contribuinte, morada pessoal e telemóvel. Deverá ainda mencionar os dados para emissão do recibo da inscrição: nome, instituição, morada e número de contribuinte.
- Estudantes: 10 €;
- Normal: 50 €;
- Visita de Estudo: 50 €.
O pagamento da inscrição deverá ser efectuado aquando da recepção da documentação, no dia do workshop.

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quinta-feira, dezembro 11, 2008

2.º Workshop APDR "Cenários de transformação da paisagem face aos factores de mudança global"

A Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional e a Associação Portuguesa de Ecologia da Paisagem promove o workshop "Cenários de Transformação da Paisagem Face aos Factores de Mudança Globais".

Recepção de resumos até 9 de Janeiro de 2009.
Enviar para apdr@mail.telepac.pt (Resposta sobre a sua aceitação no dia 26 de Janeiro)
Data de realização: 13 de Março de 2009, Colégio Espírito Santo, Universidade de Évora.

As paisagens da Europa e do Mundo tem vindo a registar transformações radicais ao longo das últimas décadas, e muitas outras mudanças são expectáveis num futuro próximo, pelas modificações, por um lado, nos mercados e estrutura da produção, e por outro na procura de outros bens e serviços proporcionados por estas paisagens, que resultam também em novos mercados. Estas são transformações provocadas pelo crescimento económico global, pelas latentes revoluções e evoluções tecnológicas, pela constante modificação de políticas e acordos, e pela alteração mais lenta dos objectivos e valores das pessoas e dos povos. Estas transformações criam um desafio à reflexão que vai muito para além do estudo dos sistemas de agricultura e das estruturas da paisagem, envolvendo necessariamente a análise dos processos económicos, sociais, tecnológicos, ambientais e políticos, que interagem no espaço ao longo do tempo e que se reflectem em alterações contínuas destas paisagens, e também dos desafios à sua gestão – tanto mais que envolve escalas diferentes de decisão e de actuação.
A organização de um Workshop em Évora sobre o tema “Cenários de Transformação da Paisagem face aos factores de Mudança Globais” pretende ser um contributo para responder a questões muito práticas e crescentes que se colocam a decisores públicos e privados quando confrontados com as transformações radicais na paisagem. Como atender às modificações bruscas que se fazem sentir sobre o território variando entre o abandono e as pressões de ocupação de carácter ideológico, sejam ela produtivistas ou ambientalistas? Como responder à desertificação e degradação dos espaços rurais e ao congestionamento e alastramento dos espaços urbanos? Como reagir à queda acentuada dos preços das habitações ou à forte corrupção associada ao valor dos terrenos em espaços planeados?
A Associação Portuguesa de Ecologia da Paisagem e a Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional com o apoio da Universidade de Évora e a cooperação da Sociedade Portuguesa de Estudos Rurais, da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Economia Agrária e da Associação Portuguesa de Geógrafos decidiram criar um momento para aprofundar esta reflexão. Para isso mobilizámos especialistas para apresentarem as questões mais relevantes; desafiamos os investigadores portugueses a apresentarem os seus trabalhos sobre o tema; e convidamos os comunicadores, os agentes, os políticos e o público a participarem nos trabalhos e no debate final, mas também ao longo do encontro. Para além da informação e divulgação dos resultados do encontro, os trabalhos apresentados serão seleccionados não só para um número especial da Revista Estudos Regionais mas também para um livro sobre Problemas Emergentes do Desenvolvimento Regional a editar pela APDR no fim do ano de 2009 com base nos trabalhos dos workshops efectuados sobre “Impacto dos Aeroportos”, “Cenários de Transformação da Paisagem”, “Turismo e Sustentabilidade” e “Imigração e Desenvolvimento”.
Programa
CAFÉ
10.30 – 10.50- Sessão Plenária: Coordenação: Teresa Pinto Correia
10.50 – 11.10 - Jorgen Primdahl, KVL, Dinamarca: Landscape Changes facing Globalization
11.10 – 11.40 - Paulo Ferrão, IST/MIT Portugal: As novas energias e desafios à agricultura
11.40 – 12.00 - Isabel Loupa Ramos, IST: Discussão de cenários para a paisagem rural e a sua presentação à escala da paisagem
12.00 – 12.30 - Apresentaçao dos posters
ALMOÇO
14.00 - 16.00 - Sessões paralelas
Temas possíveis : Energia, Multifuncionalidade, O sector agrícola, Mudanças na Paisagem, Moderadores: a definir segundo os temas e a distribuição das comunicações.
CAFÉ
16h30 - 18h30 - Mesa Redonda: Transformações da paisagem: contributos da investigação face à mudança global. Moderador: Tomaz Dentinho, Participantes: José Lima Santos; Francisco Avillez; Alfredo Cunhal Sendim; Alexandre Cancela d’Abreu, moderadores das sessões paralelas.
Encerramento: João Ferrão (Secretário de Estado do Ordenamento do Território e das
(In Rita Azevedo, Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional-Universidade dos Açores, Terra Chã, 9701-851-ANGRA DO HEROÍSMO.
telf.: 295 332 001 / fax: 295 402 205
e-mail: apdr@mail.telepac.ptweb: http://www.apdr.pt/

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domingo, dezembro 07, 2008

Transporte Aéreo - explorar conterrâneos ou competir com o mundo

Tomaz Dentinho.

A estratégia das empresas com concessões monopolistas no transporte aéreo em Portugal é explorar os portugueses com tarifas aéreas e taxas aeroportuárias significativamente mais elevadas do que as que se verificam em mercados concorrenciais.
A estratégia das empresas similares em Espanha é competirem no mundo com tarifas e taxas baixas mesmo quando estas são sub-repticiamente apoiadas pelo estado espanhol. Na verdade, a comparação entre as tarifas aéreas e taxas aeroportuárias portuguesas e espanholas permite concluir que em Portugal são sistematicamente mais elevadas tornando as rotas espanholas efectivamente mais competitivas que as rotas que passam por Portugal.
Isto para além de haver um custo extra para os residentes que queiram utilizar o transporte aéreo pois têm de suportar as ineficiências de gestão nos aeroportos e nas companhias aéreas monopolistas. Tudo isto porque os Governos da Região Autónoma dos Açores e de Portugal entendem que a política aérea se faz pela gestão de empresas, estatais ou privatizadas com antigos membros do governo, a quem se concedem monopólios e não pela regulação de mercados procurando assegurar a concorrência e a eficiência.
Esta foi uma das lições que aprendi no workshop que decorreu no Instituto Superior Técnico na passada sexta-feira por iniciativa da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional (APDR) e do Grupo de Transportes.
Ainda sobre regulação consequente de companhias aéreas e de aeroportos o bom exemplo parece vir da Madeira onde se percebeu que não bastava a liberalização dos transportes aéreos mantendo as práticas monopolistas das empresas gestoras de aeroportos e se adoptou uma estratégia negocial com as empresas low-cost para que pudessem voar para aquele arquipélago reduzindo as tarifas aéreas e aumentando o fluxo de tráfego.
Na verdade, como também pudemos perceber pelo testemunho dos madeirenses no workshop, de pouco serviu o aumento da pista conseguido por volta do ano 2000, pois o tráfego não aumenta pelo crescimento da pista mas sim pela redução das tarifas aéreas e taxas aeroportuárias.
O workshop abordou outros temas como low costs, taxas e organização de aeroportos. O impacto das low-cost na alteração do mapa aeroportuário Europeu consubstancia-se na substituição dos voos charter por voos low-cost, na redução da sazonalidade turística e na potenciação das segundas residências no sul da Europa. Sobre taxas provou-se, como acima é dito, que as taxas aeroportuárias portuguesas são sempre mais caras que as espanholas e que isso é permitido pela intervenção activa dos governos que objectivamente nos exploram. Sobre a organização de aeroportos defendeu-se que não basta construir as pistas e as aerogares mas que é necessário atender às acessibilidades complementares, ao ordenamento estratégico, participado e flexível do espaço e, manifestamente, ao sistema de regulação dos aeroportos e das companhias aéreas.
Neste sentido vale a pena reflectir se a rede de transportes aéreos deve ser desenhada centralmente, como até agora, ou pode resultar da iniciativa de cada cidade ou ilha na sua tentativa de se ligar ao exterior para promoção da sua competitividade e desenvolvimento.
Uma coisa é certa: um Aeroporto na Região Centro não se justifica numa óptica nacional se forem criadas acessibilidades rodo - ferroviárias mas pode-se justificar numa óptica regional se os vários interessados em Coimbra, Figueira, Leiria, e Fátima assim quiserem investigar e, eventualmente, investir. Igualmente, o alargamento do aeroporto do Pico ou do Faial pode não fazer sentido na perspectiva do Governo de São Miguel mas fazer todo o sentido na estratégia de desenvolvimento turístico destas ilhas. Para isso o paradigma do planeamento centralizado tem de ser mudado para um sistema em que os aeroportos e as suas ilhas competem entre si para melhorar a eficiência de todos e o desenvolvimento das pessoas em todos os sítios.

(In A União)

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