Vagas para enfermagem - Angra do Heroísmo 2ª Fase
9500 Enfermagem 33
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Este blog é da responsabilidade do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores e pretende dar conta das actividades desenvolvidas ao longo de 2006 - Ano Internacional dos Desertos e da Desertificação, bem como das actividades realizadas na mesma área temática,ou não, nos anos posteriores.
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“É um dia que não queria que chegasse, pois já começo a sentir muita falta dos amigos que fiz aqui. Mas sinto-me feliz, uma vez que vou entrar numa nova etapa da minha vida”, confessa Helena Rute Almeida, natural de Fátima. A nova enfermeira pretende agora fixar residência em Lisboa, uma decisão tomada depois de cumprir três meses em estágio num hospital da capital. “Espero ter lá uma oportunidade de trabalho”, diz a jovem sobre as expectativas profissionais. “Os Açores ficam marcados no meu percurso como o local onde passei quatro anos fantásticos a estudar”, sublinha.
Diana Santos, da ilha Terceira, passou também por uma experiência profissional além-mar dos Açores. “O meu estágio foi cumprido na Holanda. E, por isso, decidi apostar no estrangeiro como início de carreira, sendo que ainda não escolhi o país”, revela. “Lá o sistema é melhor”, justifica a nova enfermeira, acrescentando, porém, que essa aposta seria “temporária”. “Depois de adquirir outros conhecimentos fora da região penso regressar à minha terra”.
Já o futuro de Hugo Bettencourt se perspectiva em território regional. O jovem, natural de Angra do Heroísmo, considerava seguir carreira nos Estados Unidos da América, no entanto a sua opção acabou por ser outra. “Aceitei uma proposta de trabalho em Angra”, afirma. “Mas se tivesse optado por trabalhar fora dos Açores não seria para sempre”, esclarece o novo enfermeiro, ao considerar-se “muito feliz” por ter concluído o curso superior. “Parece que não é verdade. Aos poucos é que vou tomando consciência que os estudos chegaram ao fim”.
À semelhança do colega, Emanuel Pires, também de Angra do Heroísmo, manifesta o seu contentamento por ter atingido mais uma meta na sua vida. “Sinto-me feliz por ter chegado até aqui, mas ao mesmo tempo estou realista face ao que poderei encontrar daqui para a frente”, considera, tendo em conta as eventuais dificuldades de emprego estável verificadas hoje em dia no nosso país. “Irei para onde existir boas possibilidades de trabalho”, diz o jovem, disposto a agarrar uma oportunidade noutro país da Europa ou da América.
Percurso diferente dos colegas teve Lesya Utechenko, da Ucrânia, casada e mãe de um filho. “Fiz equivalência de diploma em enfermagem”, revela a nova enfermeira, apesar de ter exercido a profissão no seu país durante mais de uma década. Actualmente, a emigrante ucraniana, a viver há cinco anos nos Açores com a sua família, domina a Língua Portuguesa, fruto do seu empenho em aprender o idioma. “Escrevo melhor do que falo, curiosamente”, confessa.
Sobre o amanhã não sabe onde poderá vir a trabalhar como enfermeira. Mas sabe, com certeza, que quer ficar em território nacional. “Estamos bem em Portugal. Espero ficar por aqui”.
Dos quatro anos a viver e reviver a vida académica, Lesya destaca a “boa relação com os colegas”. “Sinto em simultâneo alegria e tristeza. A primeira porque terminei os estudos, a segunda porque vou sentir falta de todos”, conclui.
Assim, na lista dos novos enfermeiros da ESEnfAH-UAç constam os nomes de: Adriana Azevedo, Alexandra Faria, Ana Júlia Silva, Andreia Carvalho, Bernardete Dinis, Carolina Messias, Catarina Saúde, Cláudia Gomes, Cláudia Baptista, Cláudia Nogueira, Cristina Couto, Débora Vieira, Diana Santos, Diana Melo, Diana Silva, Diana Pereira, Duarte Terra, Dúlia Alves, Elisabete Amorim, Elsa Rocha, Emanuel Pires, Esmeralda Oliveira, Fabiana Silva, Fábio Machado, Filipe Aguiar, Helena Almeida, Hugo Bettencourt, João Paulo Sousa, Lesya Utechenco, Lisete Jorge, Luís Oliveira, Maria da Conceição Rocha, Marília Machado, Marina Godinho, Marisa Vilas, Martha Esteves, Mónica Laureano, Nádia Rosa, Neuza Costa, Nuno Santos, Sara Linhares, Sara Silva, Simone Evangelho, Sofia Freitas, Sónia Fortes, Soraia Silveira, Sueli Freitas, Tânia Silva, Tânia Mendes, Telma Fernandes, Valéria Sousa, Valter Alves, Vera Guerreiro, Verónica Pereira, Wilson Medina.
Foram ainda distinguidas com bolsa de estudo por mérito: Mónica Laureano e Vera Rego.
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A transferência da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo (ESEnfAH) para o pólo universitário do Pico da Urze acaba de formalizar mais um passo com a entrega, na semana passada, do projecto preliminar para a construção do seu novo imóvel no campus de Angra do Heroísmo.
O processo da nova infra-estrutura, denominada de “Edifício das Ciências da Saúde” será entregue agora ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) e ao Governo Regional para cabimentação orçamental, sendo estimado o seu custo em cerca de cinco milhões de euros.
Em declarações em jornal “a União”, o pró-reitor da Universidade dos Açores (UA), Alfredo Borba, referiu que a integração da escola vai trazer uma “maior racionalização” ao espaço académico.
A construção de instalações específicas para as Ciências da Saúde no interior do campus, irá, refere o projecto preliminar, permitir potenciar os recursos disponíveis e as sinergias existentes na Universidade quer ao nível do ensino e investigação, quer ao nível dos serviços de acção social escolar, bem como dinamizar o intercâmbio sócio-cultural que a integração propicia.
“Este edifício vai ser extremamente importante para o campus, porque vai trazer uma biblioteca polivalente com uma dimensão considerável, além de um anfiteatro para 250/300 pessoas”.
Apesar de o imóvel não estar programado para o campus do Pico da Urze, Alfredo Borba considera que o processo está a decorrer com normalidade, não reconhecendo existir atrasos na sua elaboração.
O presidente da ESEnfAH refere que o estabelecimento escolar vai converter-se em Escola de Ciências da Saúde, tratando-se de “uma reivindicação” porque, segundo Miguel Gomes, “a escola tem capacidade para formar outros técnicos que não só os enfermeiros, congregando o ensino politécnico e universitário”, recordando que, nesta matéria, a realização da pós-graduação em Gestão em Unidades de Saúde, da autoria da escola com mais de 35 pessoas, entre médicos, advogados, professores, enfermeiros.
Assim, além da Enfermagem, a escola estará apta para receber os preparatórios de Farmácia e Nutrição.
Novo edifício pronto em três anos
Após dar entrada no MCTES, o projecto preliminar será apresentado aos projectistas concorrentes, contendo todos os elementos de base para a realização de ulteriores estudos para a concretização dos projectos arquitectónicos e de outros do edifício em causa.
Alfredo Borba refere que depois de lançado o concurso público para a criação do projecto, processo que demorará cerca de um ano a concluir e mais seis meses para lançar, a construção do imóvel demorar cerca de ano e meio.
Ao todo, adianta o pró-reitor, todo o processo deve demorar três anos e meio.
Desde 1 de Janeiro de 2006 que a UA integra como sua unidade orgânica a ESEnfAH, promovendo a formação inicial e contínua de profissionais de saúde, nomeadamente, enfermeiros.
O projecto do campus do Pico da Urze, que remonta a 1995, que tem vindo a ser edificado na última década com diversas alterações, entra agora na fase final de estruturação física.
“Posteriormente, dois novos desafios vieram confrontar o programa anteriormente aprovado com uma realidade diferente, e para a qual as infra-estruturas concebidas se mostram já incapazes de responder de modo funcional, e compatível com o nível de excelência que deve pautar o Ensino Superior”, refere o projecto preliminar, referindo-se não só à integração da Escola de Enfermagem, como “ao aumento generalizado do número de alunos que, só no caso daquela Escola, ascende já a 279, estando previstos mais cerca de 60 quando se iniciarem os Mestrados de Gerontologia Social e os Preparatórios de Fisioterapia, em fase de preparação, quer ainda ao incremento de 30 docentes, 40 docentes convidados e 25 funcionários, que a integração da Escola implicou”.
Pólo com mil alunos
O Plano de Desenvolvimento apresentado pela UA de 2003 previa um total de 650 alunos de formação inicial (510 de Ciências Agrárias + 140 nas Ciências da Educação) e 148 de Pós-Graduação.
O director da ESEnfAH refere que neste momento a escola possui cerca de 400 alunos, além de 50 funcionários, pelo que o somatório da população discente aproximar-se-á dos mil estudantes, além dos docentes e pessoal não docente.
Ao referir as vantagens do novo edifício das Ciências da Saúde, o próprio relatório preliminar reconhece que existem valências no campus “a funcionar em condições precárias – caso da Biblioteca alojada em duas salas de aula do Complexo Pedagógico, e o Bar, em fase de acabamentos e já sub dimensionado para o próximo universo estudantil”.
Novo edifício
Com uma área bruta total de 4074 metros quadrados (2910 metros quadrados de área útil), o novo edifício vai ser dotado com dois tipos de salas de aula, duas com capacidade para 100 e 80 alunos respectivamente estruturadas em anfiteatro e quatro com capacidade para 35 e 20 alunos. As salas de aula ocuparão uma área total de 805 metros quadrados.
Entre os serviços e equipamentos que serão criados pelo Edifício das Ciências da Saúde e utilizados pela comunidade universitária, e abertos à sociedade terceirense, são destacados dois: um novo anfiteatro e a biblioteca do campus.
A componente teórico-prática da formação em Enfermagem vai exigir a criação de existência de quatro laboratórios de práticas de diferentes tipos: unidade de cuidados de saúde hospitalares (enfermaria – tipo, espaço aberto dotado de espaço cama, preparação de medicação, duche e sanita, simuladores de deslocação de utentes e zona suja); consultório de unidade de saúde de Cuidados de Saúde Primários (com anfiteatro, para 30 estudantes, localizado num dos extremos); duas salas inter-comunicantes, mas com a possibilidade de total isolamento, para a prática de técnicas de comunicação, além de anexo aos laboratórios.
(In Humberta Augusto - A União)
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E a presença do secretário da Saúde nesta sessão é a reafirmação do empenho do Governo dos Açores em prosseguir e alargar o âmbito formativo de todos os profissionais.
Poderá dizer-se que em particular na área da Saúde, já que é um sector que tem registado avanços significativos no campo científico e tecnológico.
Tais avanços têm uma influência directa no sucesso da prevenção e do combate às doenças e têm também uma influência directa na prestação do Vosso trabalho, daí que a actualização permanente do conhecimento seja para todos os alunos deste curso uma ambição mais do que legítima.
Para além de ganharem mais competências, que a nível pessoal resultarão necessariamente na Vossa valorização, também reunirão um conjunto de novos saberes, que aplicados à Vossa vida profissional, terão o efeito de melhorar a qualidade dos cuidados de saúde e assim potenciar o bem-estar de todos os Açorianos.
Quero por isso desejar-vos um bom trabalho, neste caso, um bom regresso ao ambiente académico.
Hoje é apenas mais uma etapa. Arranca aqui o 2º ciclo de sete cursos, num total de cerca de 80 alunos inscritos.É um orgulho para o Serviço Regional de Saúde ver os seus profissionais tão envolvidos no 2º ciclo de licenciaturas bietápicas, em tecnologias da saúde.
É por certo um orgulho também para a Universidade dos Açores ver a Escola de Enfermagem de Angra do Heroísmo com dinamismo, a tomar a dianteira nesta iniciativa.
O protagonismo que a Escola de Enfermagem aqui revela não passará ao lado dos Açorianos e contribuirá sem dúvida para que todos os profissionais do Serviço Regional de Saúde a reconheçam como academia de referência.
A formação na área da saúde é de resto uma preocupação do Governo Regional que reservou na proposta de plano 2009 a quantia de 1,15 milhões de euros para este fim.
Esta acção permitirá apoiar o conjunto dos bolseiros da Região, assim como a comparticipar financeiramente diversas iniciativas de formação com interesse para o Serviço Regional de Saúde, como é o caso deste 2º ciclo de licenciaturas bietápicas.
O investimento na livre formação dos profissionais de saúde é uma realidade no nosso território, apesar de disperso, e consubstancia-se também na equiparação a bolseiros aos profissionais pelas diversas entidades que compõem o Serviço Regional de Saúde.
Só em 2007 e 2008 foram atribuídas cerca de 30 bolsas, representando um investimento na ordem dos 450 mil euros.
Outra preocupação que hoje se coloca ao Serviço Regional de Saúde, e da qual gostaria de vos falar, tem a ver com a ética e com a humanização dos Serviços.
Todos nós sabemos construir uma casa, enquanto espaço espiritual. É importante que transportemos esse espaço para as urgências, para os internamentos, para os balcões de atendimento aos cidadãos.
A Ética é essencial para que a garantia e respeito pelos direitos fundamentais do cidadão, seja ele profissional ou utente do Serviço Regional de Saúde, se efectivem quando se prestam e quando se recebem cuidados de saúde.
A Humanização é basilar para que profissionais e utentes do Serviço Regional de Saúde sintam como seus os nossos hospitais e centros de saúde, e possam assim, quer uns quer outros, obter ganhos de motivação e bem-estar, essenciais ao sucesso da saúde perante a doença.
Numa altura em que crescem as exigências neste campo gostaria que este ponto viesse a ser reforçado na formação dos profissionais de saúde.
Desafio pois os que pretenderem enveredar por trabalhos de investigação, que se debrucem sobre esta área. Será certamente uma mais valia no conhecimento e consequentemente no desempenho do serviço Regional de Saúde moderno e actual que se pretende nos Açores.
A todos vós, Professores e Alunos, Bom Trabalho!”.
(In GACS)
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Estes simpáticos jovens demonstraram ter cumplicidade com a viticultura. Aliás, Branko já teve contacto directo com a agricultura na Faculdade (Slovenia) e Katja Vide, conhece bem a viticultura madeirense, quando frequentou a Universidade da Madeira, onde aprendeu o português.Etiquetas: agricultura, Alunos, Enfermagem, Programa Erasmus
A União (a U)– O “Empreendorismo na Enfermagem” foi o tema do programa das comemorações do 32º aniversário da ESEnfAH - UAc. No seu entender, os nossos profissionais de saúde, sobretudo os mais jovens, terão “espírito de iniciativa” para colocar esse conceito em prática?Etiquetas: Alunos, Aniversário, empreendedorismo, Enfermagem, Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo, Miguel Gomes, Tunas

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Esta situação implica ainda que as funções correspondentes às categorias da carreira sejam definidas com grande amplitude, com vista a permitir a adequação do trabalho a um posto de trabalho definido numa organização da Administração Pública. Estes princípios têm consequências ao nível dos diplomas das carreiras especiais. Em primeiro, a impossibilidade de serem regulamentadas em diploma legal todas as matérias, em virtude de existirem muitas matérias que devem ser remetidas para o acordo colectivo de carreira. Por outro lado, a definição ampla das categorias implica necessariamente um número menor de categorias, que só devem existir enquanto for possível encontrar deveres funcionais diferenciados. No caso concreto da carreira de enfermagem a questão coloca-se com muita pertinência, em especial para determinar em que medida existem funções diferentes que justifiquem a existência de uma carreira pluricategorial. Afigura-se que a existência de um nível de cuidados de enfermagem especializados, a que podem estar associados postos de trabalho que exigem capacidades de coordenação, implica a existência de, pelo menos, duas categorias, bem como cargos não inseridos em carreira para funções de gestão e assessoria mais complexas. Por outro lado, existem muitas matérias que devem ser reguladas pelo acordo colectivo de trabalho, entre elas, a questão do tempo de trabalho e dos suplementos e prémios de desempenho. Tanto quanto possível, na ausência de acordo colectivo de carreira, prevê-se a aplicação da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro e do Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas. Assim: Nos termos do regime jurídico estabelecido pela Lei n.º12-A/2008, de 27 de Fevereiro, e nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 198º da Constituição, o Governo decreta o seguinte:Etiquetas: Enfermagem, Legislação

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E, a Ordem dos Enfermeiros é clara: não reconhece o curso de Enfermagem das Escolas de Angra e de Ponta Delgada e caso o curso continue da mesma forma, não há título de enfermeiro para ninguém.Por sua vez, o Sindicato reage com um lamento à nova legislação.O sindicalista Francisco Branco afirma que os novos enfermeiros vão ser meros executantes.Se o curso não fôr colocado no rol dos cursos de segundo ciclo, a solução é cumprir um mestrado que, não sendo integrado no ensino oficial, tem um custo superior ao de uma licenciatura - acrescenta Francisco Branco, do Sindicato de Enfermeiros dos Açores.
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A elevada prevalência de infecções no contexto actual dos cuidados de saúde e o seu impacto na qualidade de vida dos indivíduos, tornam este tema uma questão relevante em saúde pública, cuja gestão e tratamento se revestem de elevada complexidade onde a necessidade da intervenção em equipa multidisciplinar se alia à necessidade da realização de investigação e de melhorar as práticas para as adequar ao conhecimento existente.
As doenças infecciosas estão dispersas mundialmente e são a maior causa da morbilidade infantil contribuindo decisivamente para a mortalidade. A maior mobilidade das populações permite uma maior dispersão de vectores e veículos de transmissão de doenças infecciosas de forma significativa. Também a elevada taxa de mutações, quer entre bactérias quer entre vírus contribuiu para um aumento na variedade de doenças infecciosas que atingem diferentes populações.
A melhoria dos cuidados de saúde promoveu o acesso de um maior número de indivíduos às unidades hospitalares o que propicia o contacto entre os profissionais de saúde e os diferentes utentes com um grande número de hospedeiros infectados. Isto justifica o aumento das infecções nosocomiais, que tanto preocupa as entidades internacionais de saúde, existindo actualmente guidelines para o procedimento em contexto hospitalar com vista à diminuição destas infecções adquiridas nas instituições de saúde.
Por outro lado, o aumento das resistências aos antibióticos dificulta o controlo das infecções bacterianas, as mais frequentes, evidenciando mais uma vez a importância da prevenção quando
se pretende controlar a disseminação de infecções.
(In Ordem dos Enfermeiros)
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Um desses projectos foi um estudo desenvolvido no Serviço de Pediatria do Hospital Agostinho Neto sobre crianças internadas em consequencia de quedas na construção civil. Essa investigação concluiu que o tratamento dessas crianças custou 1,4 milhões de euros em 2008.Etiquetas: Cabo Verde, cooperação, Enfermagem, Projectos
O ICE, projecto do INTERREG III-B, Açores, Madeira, Canárias de que a Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo é chefe de fila, englobou uma parceria com a Escola de Enfermagem Manuel Olímpio de Santiago (Cabo Verde) um e recebeu um financiamento de cerca de 350 mil euros do FEDER.Etiquetas: Cabo Verde, Congresso, Enfermagem, INTERREG