33º Aniversário da Universidade dos Açores (In Video Açores VIP)
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Este blog é da responsabilidade do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores e pretende dar conta das actividades desenvolvidas ao longo de 2006 - Ano Internacional dos Desertos e da Desertificação, bem como das actividades realizadas na mesma área temática,ou não, nos anos posteriores.
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A União (a U)– O “Empreendorismo na Enfermagem” foi o tema do programa das comemorações do 32º aniversário da ESEnfAH - UAc. No seu entender, os nossos profissionais de saúde, sobretudo os mais jovens, terão “espírito de iniciativa” para colocar esse conceito em prática?Etiquetas: Alunos, Aniversário, empreendedorismo, Enfermagem, Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo, Miguel Gomes, Tunas
Também presente na cerimónia esteve o reitor da Universidade dos Açores, Avelino Menezes, que salientou o facto de, este ano, se realizarem eleições para todos os órgãos de gestão da academia. Avelino Menezes quer ver a universidade absorver não só membros do corpo académico, mas também exteriores. “A escolha não se deve reger, como aconteceu no passado, por estratégias e preferências pessoais. Devem ser pessoas de valor reconhecido”, disse.Etiquetas: Aniversário, Avelino Meneses, cursos, empreendedorismo, Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo, Fisioterapia, Luis Gomes, Reitor

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E, apesar de perspectivar um futuro risonho para a UAç, o reitor não deixa de manifestar alguma apreensão quanto ao verdadeiro calcanhar de Aquiles: o seu financiamento. Não obstante o esforço levado a cabo nos últimos anos- e com relativo êxito - no sentido de acrescer receitas e de diminuir despesas, ainda permanecem alguns aspectos que, segundo Avelino Meneses, poderiam ser alterados, e que teriam um sério impacto no equilíbrio das contas da instituição.“No caso do financiamento para investimento, o problema está praticamente solucionado, por via do apoio que o Governo dos Açores tem conferido ao programa de construção de infra-estruturas da UAç, mais concretamente a construção dos novos pólos na Terceira e no Faial”, assegura. “O problema está mesmo é na vertente do financiamento para funcionamento, e aí os nossos constrangimentos derivam essencialmente de políticas da República que não atribui às instituições de ensino superior na sua generalidade, os meios compatíveis com o serviço público que estas prestam efectivamente”, esclarece o responsável pela academia insular. E é por essa razão que Avelino Meneses reclama o fim de um financiamento “a conta-gotas”, procedimento que, nos últimos anos, mais não tem feito do que impedir a planificação a médio-prazo.“O ideal seria que o financiamento passasse a ser, no mínimo, anual. E, a par do financiamento obtido por fórmula, naturalmente uniforme entre as diferentes instituições, era bom que houvesse também a possibilidade de um financiamento contratualizado, porque assim poderia corresponder melhor às especificidades de cada instituição, e assim reduzir as assimetrias entre instituições de ensino superior de todo o país”. Sem reservas, o reitor diz mesmo que não tem sido feita justiça com a UAç. “O Governo da República teima em financiar em Portugal o ensino superior em patamares inferiores àqueles que ocorrem na generalidade dos nossos parceiros da UE, quando deveria ser precisamente o contrário, para que pudéssemos diminuir o atraso que mantemos com a Europa mais evoluída”. Aliás, no entender do antigo reitor, Vasco Garcia, não se poderá dissociar a UAç do desenvolvimento sustentável e harmónico das ilhas.“Sem a UAç, as nossas ilhas não seriam, de modo algum, aquilo que são hoje. Basta ver em todos os sectores da nossa Região autónoma as pessoas que saíram desta instituição, e que contribuem actualmente para o desenvolvimento económico, social e cultural do arquipélago”.Vasco Garcia considera ainda que “está na altura de ressuscitar alguns grandes projectos, como é a valorização da nossa acção em termos de valor económico da ecologia e do ambiente, ou estudos para fornecer às instituições do Estado instrumentos para que o nosso desenvolvimento seja cada vez melhor”.Também chamado a pronunciar-se sobre a data e sobre a “casa” que dirigiu ao longo de mais de uma década, Machado Pires não deixa de fazer votos para que a Universidade dos Açores continue a ser devidamente apoiada, tendo-se sempre em conta a importância da mesma no contexto regional mas também nacional e internacional.“Faço votos para que a UAç não seja apenas encarada como um instrumento de formação de quadros, mas sim um espaço de excelência para a reflexão nos vários domínios do saber e para a produção de ciência qualificada. Não nos podemos esquecer que, para além disso ser muito importante para a nossa identidade e desenvolvimento, é também o melhor cartão de visita num contexto internacional”. Etiquetas: Aniversário, Avelino Meneses, Financiamento, Machado Pires, Ponta Delgada, Reitor, Vasco Garcia
Estas críticas surgem num momento em que a instituição dispõe de 3.900 estudantes matriculados, o maior número de sempre destes 33 anos e história e, por outro lado, em matéria de qualificação do corpo docente, há nesta altura 172 doutores na vertente universitária o que significa que mais de 86% dos docentes universitários já atingiram o patamar do doutoramento.“Poderá a sociedade açoriana ficar segura de que a Universidade vai contribuir cada vez mais para a qualificação de quadros e para o avanço do conhecimento”, assegura o reitor.Etiquetas: Aniversário, Avelino Meneses, comemorações, Reitor

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A Oração de Sapiência está a cargo da professora Rosa Maria Baptista Goulart, sobre o tema “Estudos Literários: sinais de um tempo”. Pelas 21h00, na aula magna, terá lugar um espectáculo comemorativo, que conta com a actuação do Conservatório Regional de Ponta Delgada, com o coro “Vozes ao Entardecer” e das tunas académicas.Os eventos estão abertos a todos os interessados.Etiquetas: Aniversário, comemorações, Ponta Delgada, Universidade dos Açores
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Fizeram parte desta Delegação o Major General Piloto Aviador José Serôdio Fernandes; Coronel Engenheiro Electrotécnico Manuel Cortez; Coronel Engenheiro Electrotécnico Tomaz Campos; Tenente Coronel Engenheiro Electrotécnico José Morgado e o Major Piloto Aviador Jorge Moura.
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“A constituição das primeiras Casas do Povo em Portugal insere-se num período de incentivo por parte do Estado ao “corporativismo”, como doutrina política e como concepção de sociedade.
Pela Constituição Política de 1933 o Estado incumbe-se de coordenar, impulsionar e dirigir todas as actividades sociais, defendendo a saúde pública, assegurando a despesa da família, a protecção à maternidade, a educação e o progresso económico.
Neste período, nos Açores foram constituídas 14 Casas do Povo.
Na ilha Terceira, a Casa do Povo do Porto Judeu foi a primeira a ser constituída comemorando, hoje, o seu 72º aniversário.
Com a aplicação da Lei nº 2115, de 18 de Junho de 1961, surge uma tentativa de reforma e de reorganização da previdência em Portugal, e um grande incentivo à criação de outras Casas do Povo.
Na sequência da Autonomia Política e Administrativa dos Açores, processa-se uma reestruturação e organização dos serviços, adaptando-os à realidade local. Neste período, a Região passou a contar com 89 Casas do Povo, cobrindo quase todas as comunidades rurais. Actualmente existem 110.
A evolução de conceitos e de políticas levaram a que as Casas do Povo fossem perdendo a sua função no campo da previdência e assistência, tornando-se autênticos centros comunitários, promovendo diversas acções de animação sócio-cultural, com vista à promoção da comunidade em que se inserem e à sua dinamização de forma abrangente.
Com esta nova visão das Casas do Povo em que o objectivo determinante é o bem-estar e a melhoria das condições de vida dos cidadãos e famílias, através da criação de respostas sociais destinadas e adaptadas às necessidades da sua comunidade, as Casas do Povo assumem um papel determinante para a comunidade abrangida e para o desenvolvimento local, criando medidas de integração e combate à exclusão social.
Quero salientar o interesse e a dedicação das Direcções das Casas de Povo, nomeadamente, a Direcção da Casa do Povo do Porto Judeu, que de uma forma voluntária e empenhada mantém a dinâmica da Casa do Povo, a prática de actividades sócio-culturais, a frequência e utilização dos seus equipamentos e instalações e a inovação na sua actuação e continuidade.
No Região temos um total de 113 equipamentos afectos às Casas do Povo, com capacidade para 4.790 utentes, sendo os equipamentos, maioritariamente, ATL’s e centros de convívio.
A Casa do Povo do Porto Judeu conta com oito equipamentos sociais: um jardim de infância; uma creche; um serviço de apoio ao domicílio; dois centros de convívio; dois centros de atendimento e acompanhento social (um deles integra o projecto – Rede de Amas) e um ATL, com capacidade global para 356 utentes.
Em 2007, o Governo dos Açores, através de acordos de cooperação e funcionamento com esta Casa do Povo despendeu 362. 443 euros e com as restantes Casas do Povo 2. 123 89 euros.
Demonstramos, inequivocamente, o apoio às instituições que têm e gerem equipamentos nas diversas áreas sociais, porque o Governo Regional conhece a realidade, trabalha com todas e para todos, e emprega uma política social de modernidade, daí os êxitos alcançados com as políticas sociais implementadas nos últimos 10 anos.
O plano de intervenção do Governo dos Açores, nas áreas sociais, assenta em medidas de articulação e integração que visam contribuir para o desenvolvimento social, para a gestão e melhoria da qualidade ambiental, e o bem-estar das pessoas.
Exemplo disso é o tema abordado pelo Prof. Doutor Félix Rodrigues, ilustre investigador da Universidade dos Açores, que cumprimento e saúdo.
Será sempre de enaltecer o trabalho das Casas do Povo enquanto extensões de vários serviços da segurança social e da saúde junto das comunidades de abrangência, tendo como objectivo principal o exercício do bem comum.
Quero salientar que as Casas do Povo representam um local de trabalho e de serviços em diversos níveis de intervenção, essencialmente nas camadas mais jovens e dos idosos.
Será de continuar a aposta no trabalho realizado até então bem como desafiar estas Instituições para a inovação, pretendendo-se maior coesão na intervenção e criação de estratégias efectivas que promovam a mudança social.
Termino, dando os parabéns à Direcção da Casa do Povo e a todos os seus associados, a todos os técnicos que trabalham na mesma, bem como os que indirectamente contribuem para todo o trabalho realizado, sem esquecer todos quantos aqui presentes ou já falecidos que consolidaram este projecto de âmbito social, cultural e comunitário, que enriquece esta Freguesia e as suas gentes.
(In Diário Digital)
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Todo este sucinto preâmbulo vem a propósito do competente e pertinente discurso do Reitor, o mais novo Reitor da U.A., eleito para um 2ºmandato, um jovem Doutor e Professor Catedrático, nosso conterrâneo, que fez toda a sua brilhante carreira académica na U.A., defensor e potenciador duma Universidade tripolar e grande impulsionador dos Pólos Universitários de Angra do Heroísmo e da Horta, contextos que lhe dão um poder e uma autoridade institucional e moral para, com toda a seriedade, verdade e conhecimento, reivindicar do Governo da República o justo financiamento público para a Universidade, tendo em conta as nossas especificidades, que influenciam os seus projectos, a sua acção, o seu funcionamento. São conhecidos os especiais dotes de oratória do Professor Doutor Avelino Meneses, não só no estatuto de historiador e de professor, mas também como comunicador em qualquer outra circunstância, mas não há dúvida de que, mesmo falando com toda a propriedade e eloquência, quando se fala com razão e por grandes causas, as palavras assumem outro peso, outro alcance, outra dimensão. Na sua intervenção apresentou uma definição clara de objectivos para a Universidade, a consciência dos desafios que actualmente enfrenta e enfrentará como jovem e periférica instituição universitária que é, a manutenção de um estatuto jurídico e instrumental públicos e não fundacional, sem escamotear a possibilidade de todas as parcerias de interesse bilateral com a sociedade civil, com as empresas, com as autarquias e outros centros de poder, o aprofundamento estrutural e funcional da tripolaridade, a potenciação dos diferentes campos da investigação científica, tão peculiares alguns, no âmbito da vulcanologia, da geofísica, da oceanografia e do ambiente marinho, do solo e da agropecuária, das energias alternativas e renováveis (como o aproveitamento do hidrogénio), etc.A questão essencial do financiamento das despesas de funcionamento da U.A., que não estão asseguradas na sua totalidade pelo Governo da República, gerando um problema agravado ano após ano, exige essencialmente uma resolução política.Não podem ser igualáveis os parâmetros de financiamento público das universidades, pois estão inseridas em contextos económicos, sociológicos, territoriais e outros, bem diferentes. Umas são multicentenárias, outras têm a existência de poucas décadas, umas estão integradas em grandes cidades mais desenvolvidas, outras estão sedeadas em pequenas cidades do interior menos evoluído e a realidade da nossa Universidade é muito peculiar, pois para além de ser pequena e muito jovem, como já referimos, está condicionada pela insularidade, a perificidade e a tripolaridade, com as consequências de uma maior dificuldade em captar alunos, com maiores encargos no seu funcionamento e, naturalmente, exigindo um maior esforço financeiro público.Pensemos só nos transportes. Quanto não paga mais a U.A. nas deslocações de professores e funcionários que necessitam de viajar de avião, relativamente a outras que não têm essa dependência tão acentuada? Quanto não se paga mais nos Açores na aquisição de bens e equipamentos, pois tudo o que se adquire vem do exterior, acrescendo ainda o incontornável custo dos transportes marítimos e aéreos, com tarifas elevadíssimas e sempre a aumentarem, o que representa um gasto muito superior comparativamente às universidades no Continente. Importa que os Órgãos de Governo da Região e as forças partidárias, com o envolvimento de todos os Deputados Açorianos no Parlamento Nacional, articulando com a posição da Universidade e do seu Reitor, sem fazerem deste problema uma bandeira eleitoral em ano de eleições regionais, concebam uma estratégia política e institucional que vá de encontro ao interesse legítimo da nossa Academia e ao dos Açores, ora criando legislação regional que atribua o financiamento complementar necessário, ora propondo legislação nacional que aplique uma majoração específica, ora integrando este financiamento na Lei das Finanças Regionais, ora ainda retomando a tutela financeira da Região, situação que me parece dever ser a última das hipóteses a considerar, no entanto, talvez seja o mais provável, pois a larga maioria dos políticos e burocratas continentais não percebem ou não querem perceber o que representa, a todos os níveis, “viver” nas ilhas. Com toda a transparência, o Reitor disse-nos que do orçamento da U.A. para funcionamento, uma verba de 17,7 milhões de euros destina-se a assegurar os encargos com docentes, investigadores e funcionalismo geral, que aumentou as receitas próprias para 4,9 milhões de euros, que está a conter ao máximo as despesas de aquisição de bens e de serviços e que para atingir aquela dotação precisa de um reforço de 4,4 milhões de euros.Não é pensável que não haja disponibilidade financeira estatal para tal, basta apenas vontade política.Com assinalável atraso de vários anos, e “tirado a ferros”, vai sendo construído o novo Campus Universitário da Ilha Terceira, agora com a construção do edifício destinado à acção social, em breve com o lançamento da estrutura interdepartamental e no futuro, que se espera não ser muito longo, as outras obras necessárias surgirão, ficando este Reitor ligado, na prática, ao exigido salto qualitativo na estrutura física tripolar da U.A. O mesmo se passa com o Campus Universitário da Horta, tão carecido que está de novas e adequadas estruturas, e bem o merece dado a seu valioso contributo na investigação oceanográfica.Espero, pois, melhores dias e um futuro mais risonho para a nossa Universidade.Etiquetas: Aniversário, Avelino Meneses, Bento Barcelos, Financiamento, Jorge Pinheiro, Reitor, Universidade dos Açores
Luís Gomes adiantou que, apesar da melhoria da qualificação dos docentes e na diversificação das áreas formativas, são necessárias melhores condições de trabalho e mais três docentes para que a escola possa melhorar o seu desempenho. Por outro lado, reconheceu que a mudança de estatuto para Escola Superior de Saúde “tem vindo a evoluir ou regredir segundo as contingências políticas”. Tendo em conta essa realidade, Luís Gomes defende a Universidade dos Açores deve alargar a sua oferta formativa nas áreas relacionadas com a saúde, podendo tirar partido dos recursos da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo para concretizar esse objectivo. Outro aspecto destacado pelo director da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo foi a realização de acções de formação destinadas a jovens enfermeiros em diversas ilhas, continente e Norte da Europa.Etiquetas: Alfredo Borba, Aniversário, Jesuína Varela, Luis Gomes, Maria Saldanha, Universidade Açores Enfermagem cursos
Segundo Avelino Meneses, que falava na sessão solene do 32/o aniversário da UAç, "se comparadas as vantagens e desvantagens do novo regime jurídico, persiste a dúvida sobre a natureza do saldo", desejando-se que "num futuro breve reverta em balanço positivo".Etiquetas: Aniversário, Avelino Meneses, Ensino superior, Regime Jurídico das Instituição de Ensino Superior, Reitor, Universidade dos Açores
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