quarta-feira, setembro 09, 2009

Summit for the Future Report Released

The Summit for the Future Report covers issues related to: Trade / Service Industry, Energy, Healthcare, Media & Entertainment and Science & Technology Testimonials about the Summit:E.P. Cassee, Managing Director, HES Amsterdam School of Business: We are very glad to host you this year, but also in the years to come: Davos is the World Economic Forum and Amsterdam is the Summit for the Future!" Stefan Schneider, Chief International Economist, Head of Macro Trends, Deutsche Bank Research" The conference is very thought provoking especially since we have people here from so many diverse backgrounds - bringing their experience together - that really makes a very inspiring atmosphere." Prof. Vasco Garcia, University of the Azores, former Member of the EU Parliament: I think that the years to come will show us a tremendous progress and change in technology, in science, in the way the organizations are to relate themselves with the surrounding world. This is of extreme importance. Im really very pleased with the way the works [at the Summit] are going on." Katie Begg, Principal Lecturer, Institute of Energy & Sustainable Development, De Montfort University: This conference is absolutely perfect, because what its doing is implementing trans-disciplinarity and thats exactly what we need." Manfred Kern, Bayer CropScience: From the viewpoint of a person working for Bayer CropScience, it is satisfying and challenging that the Club of Amsterdam with its agenda and visions and the platform Summit for the Future" is closing a long lasting gap. There is now a center in the world for unconventional thinkers with courage and self-confidence, for interdisciplinary working groups pursuing common objectives, sharing common values, following the same rules, and enjoying a certain freedom of scope and even protected areas". A platform which needs people who possess the ability to communicate, who have a questioning culture, who are big enough to allow mistakes, who are willing to take risks, and who ultimately have confidence in a positive future." Our first Summit for the Future was visited by more than 100 delegates from Belgium, Canada, China, France, Germany, Greece, Hungary, Iceland, Indonesia, Israel, Latvia, Luxembourg, New Zealand, Portugal, Russia, Saudi Arabia, Spain, Switzerland, The Netherlands, UK and the USA. The Opening Event was attended by 230 persons and in January we had more than 40.000 visitors on our website. 22 Partners: Bayer CropScience, Infolution, HES Amsterdam School of Business, cole Polytechnique, Paris, the Medical Faculty, University Basel, Media Academie, Hilversum and the Corvinus University of Budapest, musik.woche with musik.lounge, KnowledgeBoard, The Association for International Broadcasting, Fuel Cell Markets, H2World, Promedia, Medical Knowledge Institute, The World Future Society, Health Management Forum, Shaping Tomorrow, European Health Telematics Association, World Summit Award, World Futures Studies Federation, Gemeente Amsterdam Economische Zaken and the Embassy of Switzerland in The Hague. The general feedback was very positive - the participants es- pecially appreciated the inter- disciplinary aspect as well as the global presence at the Summit. The outstanding quality of the 40 speakers and stream leaders ensured inspiring lectures and workshops. Some key speakers were: Glen Hiem- stra, leading futurist from USA, Simon Jones, director of the former M.I.T. Lab Europe, Frank-Jrgen Richter, former director of the World Economic Forum in Davos, Tom Lambert, lead- ing consultant, Gerd Eisenbeiss, leading energy advisor to the German government as well as to the EU - to name just a few.

Information about the Summit for the Future Report is available at:http://www.clubofamsterdam.com/press.asp?contentid=473&catid=61 See also a short video about the Summit:http://www.clubofamsterdam.com/press.asp?contentid=460&catid=61 About the Club of AmsterdamThe Club of Amsterdam is an independent, international think-tank that organises regular high-level discussions on preferred futures. It involves those who are not just talking about the future - but those who are active participants in shaping the outcome.

So far weve organised more than 25 specialised events, each tackling a different sector within industry and society.
(Author Information Felix Bopp CLUB OF AMSTERDAM)

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sexta-feira, junho 05, 2009

Ex-reitor diz que Bolonha “desceu nível” do ensino

O ex-reitor da Universidade dos Açores (UAc), Vasco Garcia, considera que o Processo de Bolonha a que aderiu a academia regional representa uma “descida de nível” do ensino superior em Portugal e na Europa.
A Declaração de Bolonha, também conhecida como Processo de Bolonha, constitui um documento assinado conjuntamente há dez anos pelos ministros da Educação de 29 países europeus, precisamente naquela cidade italiana.
Pretendeu marcar uma mudança no que diz respeito às políticas ligadas ao ensino superior dos países envolvidos, procurando estabelecer uma Área Europeia de Ensino Superior a partir do compromisso dos países signatários (Portugal é um deles) em promover reformas dos seus sistemas de ensino.
Na prática, Bolonha veio encurtar o período das licenciaturas de quatro para três anos, adequando e concentrando os programas curriculares às necessidades das empresas. Mas, no balanço feito por Vasco Garcia, as mudanças que ocorreram não melhoraram o sistema. Bem pelo contrário, degradaram-no ao ponto de ter baixado a fasquia da “exigência e qualidade” e até da flexibilidade. O que Bolonha chama de licenciatura de três anos, o ex-reitor da Universidade açoriana diz não passar do antigo bacharelato português de três anos. “Em Portugal há o hábito de se chamar doutor aos licenciados.
Os licenciados obviamente não são doutores: o doutor é quem tem o grau de doutoramento. E vai-se chamar agora doutor a quem, no fundo, tem um antigo bacharelato de 3 anos? Bom, acho isso uma espécie de terceiro-mundialização do ensino superior e, portanto, não posso estar de acordo”, frisou ao Açoriano Oriental, para deixar claro também que “não se devia ter acabado com o grau de bacharel, que seriam os tais 3 anos, em vez de se passar a dar aos antigos bacharéis o grau de licenciado”.
Vasco Garcia entende que Bolonha, a pretexto da tentativa de unificação do sistema de ensino superior na Europa, acabou por esbater a fronteira entre o ensino profissional e o universitário, o qual deveria ser “muitíssimo mais baseado na investigação científica e na procura de soluções originais para a sociedade. Sou contra, sempre fui e vou continuar a ser”.
Na sua perspectiva, a Declaração de Bolonha não é uma boa solução para melhorar o sector e gorou a oportunidade de harmonizar o sistema universitário entre os dois grandes blocos de ensino e investigação no mundo, que são a América do Norte (EUA e Canadá) e a Europa. Nesse sentido, o antigo reitor da UAc afirma-se como um defensor do modelo norte-americano. “Nos EUA ninguém sai com uma licenciatura sem ter, no mínimo, quatro anos de escolaridade universitária. Quem tiver menos do que isso obtém uma coisa mais ou menos equivalente ao nosso antigo bacharelato”, sublinha. Por tudo isto, a cotação internacional do ensino superior nos EUA ultrapassa a da União Europeia.
(Paulo Faustino In Açoriano Oriental)

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sexta-feira, maio 29, 2009

Na Sardenha : Vasco Garcia fala do percurso da UA

Na qualidade de ex-Reitor da Universidade dos Açores e de Catedrático em Ecologia Aplicada, Vasco Garcia participou, entre os dias 15 e 16 de Maio, no Encontro de Jovens Empresários de Cagliari (Sardenha), organizado pela CONFINDUSTRIA - Associação Industrial Italiana (Sardenha Meridional), tendo apresentado uma comunicação intitulada "Economical Ecology: the Azorean case", onde descreveu a evolução dos estudos ecológicos nos Açores desde a fundação da UAç, com a criação, em 1976, do Laboratório de Ecologia Aplicada. Focando os casos em que reuniu dados sobre o valor económico de alguns desses estudos (whale-watching, priôlo, p.ex.), deu uma perspectiva do futuro dessas avaliações e do seu valor para uma cooperação entre diferentes entidades insulares (Universidades, Agências de Investimento, Associações Comerciais e Industriais, etc.). A iniciativa, que contou com participantes de vários países e regiões, incluindo Malta, Martinica e Baleares (Menorca), mereceu o maior destaque nos órgãos de comunicação social sardos, comprovando o seu sucesso. Os resultados do Encontro e da Mesa Redonda que se seguiu serão enviados à próxima reunião do G8 pelo seu Grupo Juventude (G8 Youth- Giovani Imprenditori). No âmbito do Convénio estabelecido no Programa Sócrates ERASMUS (2008-2009) entre a Universidade de Zaragoza (Espanha) e a Universidade dos Açores, decorrerá de 8 a 13 de Junho no campus de Ponta Delgada, um Curso aberto subordinado aos temas: “I - Métodos de identificação de minerais e rochas macroscopica e microscopicamente e II- Tectónica e Magmatismo. ". Os coordenadores do referido curso serão, respectivamente, Marceliano Lago San José (Departamento de Ciencias de la Tierra, da Universidade de Zaragoza) e Zilda França (Departamento de Geociências, da Universidade dos Açores).

(in Correio dos Açores)

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domingo, janeiro 11, 2009

Comemorações do Aniversário da Universidade dos Açores

A Universidade dos Açores (UAç) esteve no dia 9 de Janeiro de portas abertas para todos os que se quisessem associar às comemorações do seu 33º aniversário, que começaram a meio da tarde, no anfiteatro C do campus de Ponta Delgada, com uma sessão solene presidida pelo reitor Avelino de Meneses, e onde foi lida uma oração de sapiência. O tema foi “Estudos Literários: sinais de um tempo” e esteve a cargo da professora Rosa Maria Baptista Goulart, docente do Departamento de Línguas e Literaturas Modernas. Pelas 21 horas foi a vez da Aula Magna receber o espectáculo comemorativo de aniversário, que contou com a actuação do Conservatório Regional de Ponta Delgada, com o coro Vozes ao Entardecer e com as tunas académicas. E por ser dia de aniversário a reflexão sobre o futuro da instituição impõe-se. Os indicadores, assume o reitor da UAç, são mais animadores do que nunca, não fosse este o ano em que academia contabiliza o maior número de sempre de estudantes inscritos. Mas há mais razões para o optimismo.“A qualificação dos quadros- da UAç ultrapassa já a média do conjunto das universidades públicas portuguesas. Temos 172 doutores, o que significa que 86% do corpo docente ultrapassou já o patamar essencial do doutoramento”, aponta Avelino Meneses, referindo que se tratam de “instrumentos que são entendidos como garante da continuação da qualificação das nossas gentes”. E, apesar de perspectivar um futuro risonho para a UAç, o reitor não deixa de manifestar alguma apreensão quanto ao verdadeiro calcanhar de Aquiles: o seu financiamento. Não obstante o esforço levado a cabo nos últimos anos- e com relativo êxito - no sentido de acrescer receitas e de diminuir despesas, ainda permanecem alguns aspectos que, segundo Avelino Meneses, poderiam ser alterados, e que teriam um sério impacto no equilíbrio das contas da instituição.“No caso do financiamento para investimento, o problema está praticamente solucionado, por via do apoio que o Governo dos Açores tem conferido ao programa de construção de infra-estruturas da UAç, mais concretamente a construção dos novos pólos na Terceira e no Faial”, assegura. “O problema está mesmo é na vertente do financiamento para funcionamento, e aí os nossos constrangimentos derivam essencialmente de políticas da República que não atribui às instituições de ensino superior na sua generalidade, os meios compatíveis com o serviço público que estas prestam efectivamente”, esclarece o responsável pela academia insular. E é por essa razão que Avelino Meneses reclama o fim de um financiamento “a conta-gotas”, procedimento que, nos últimos anos, mais não tem feito do que impedir a planificação a médio-prazo.“O ideal seria que o financiamento passasse a ser, no mínimo, anual. E, a par do financiamento obtido por fórmula, naturalmente uniforme entre as diferentes instituições, era bom que houvesse também a possibilidade de um financiamento contratualizado, porque assim poderia corresponder melhor às especificidades de cada instituição, e assim reduzir as assimetrias entre instituições de ensino superior de todo o país”. Sem reservas, o reitor diz mesmo que não tem sido feita justiça com a UAç. “O Governo da República teima em financiar em Portugal o ensino superior em patamares inferiores àqueles que ocorrem na generalidade dos nossos parceiros da UE, quando deveria ser precisamente o contrário, para que pudéssemos diminuir o atraso que mantemos com a Europa mais evoluída”. Aliás, no entender do antigo reitor, Vasco Garcia, não se poderá dissociar a UAç do desenvolvimento sustentável e harmónico das ilhas.“Sem a UAç, as nossas ilhas não seriam, de modo algum, aquilo que são hoje. Basta ver em todos os sectores da nossa Região autónoma as pessoas que saíram desta instituição, e que contribuem actualmente para o desenvolvimento económico, social e cultural do arquipélago”.Vasco Garcia considera ainda que “está na altura de ressuscitar alguns grandes projectos, como é a valorização da nossa acção em termos de valor económico da ecologia e do ambiente, ou estudos para fornecer às instituições do Estado instrumentos para que o nosso desenvolvimento seja cada vez melhor”.Também chamado a pronunciar-se sobre a data e sobre a “casa” que dirigiu ao longo de mais de uma década, Machado Pires não deixa de fazer votos para que a Universidade dos Açores continue a ser devidamente apoiada, tendo-se sempre em conta a importância da mesma no contexto regional mas também nacional e internacional.“Faço votos para que a UAç não seja apenas encarada como um instrumento de formação de quadros, mas sim um espaço de excelência para a reflexão nos vários domínios do saber e para a produção de ciência qualificada. Não nos podemos esquecer que, para além disso ser muito importante para a nossa identidade e desenvolvimento, é também o melhor cartão de visita num contexto internacional”.

(In Luísa Couto / Olímpia Granada - Açoriano Oriental)

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quinta-feira, novembro 20, 2008

Crise no ensino superior: "Autonomia e sustentabilidade das Universidades"

NOTA: O TEXTO REPRODUZIDO EM BAIXO É DA EXCLUSIVA RESPONSABILIDADE DOS SEUS AUTORES. O BLOGUE DO CAMPUS DE ANGRA DO HEROÍSMO APENAS PUBLICA INTEGRALMENTE UM TEXTO MUITO REFERIDO NA IMPRENSA, MAS CUJO CONTEÚDO AINDA NÃO É TOTALMENTE DO CONHECIMENTO PÚBLICO. A CARTA FOI ENVIADA INICIALMENTE PARA O CONSELHO DE REITORES DAS UNIVERSIDADES PORTUGUESAS (CRUP), QUE O REENVIOU POSTERIORMENTE PARA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, CAVACO SILVA, E PARA O PRIMEIRO-MINISTRO, JOSÉ SÓCRATES.A autonomia universitária é, indubitavelmente, um factor nuclear ao próprio conceito de Universidade. As Universidades públicas, no decurso da década de 90, viram a sua autonomia consideravelmente reforçada, num quadro de responsabilização e de abertura aos legítimos anseios da sociedade, que vê no ensino superior um elemento fundamental de coesão social e de contributo para o desenvolvimento sócio económico das regiões e do País e de competitividade internacional. O exercício de uma autonomia efectiva, responsabilizante e inserida num quadro de confiança mútua com a sociedade assenta em dois pilares fundamentais – a avaliação, instrumento essencial de prestação de contas e de promoção da qualidade, e o financiamento, baseado em critérios objectivos e transparentes que permitam previsibilidade orçamental. No plano da avaliação, foram as próprias Universidades que tomaram a iniciativa, em 1993, de lançarem um sistema de avaliação que se pautava, então, entre os mais desenvolvidos da Europa. Contribuiu-se, por essa forma, para incentivar uma cultura de qualidade no interior das instituições, numa assunção do princípio de que a qualidade do ensino superior é uma responsabilidade, em primeiro lugar, das próprias instituições. O segundo pilar é o financiamento. O nível de financiamento dos estabelecimentos de ensino superior público nos últimos anos tem-se mantido sensivelmente constante em valores nominais, mas esta informação oculta uma realidade bem mais preocupante, consequência do aumento forçado da despesa por inclusão obrigatória do pagamento de uma contribuição de 11% para a Segurança Social. A solução agora encontrada contrasta com a que foi adoptada no passado para o pagamento do IRS pelos funcionários públicos, caso em que ao orçamento das instituições foi antecipadamente adicionada a verba necessária ao pagamento daquele imposto, o que neutralizou os seus efeitos negativos sobre a vida das instituições. Contrasta, igualmente, com a solução encontrada para as autarquias, que viram as suas dotações aumentadas para satisfazerem os encargos com a Segurança Social. Além disso, nos diversos casos em que as instituições têm entrado em rotura financeira, criou-se a prática da concessão de reforços orçamentais para assegurar o pagamento dos salários, enquanto outras instituições foram forçadas a utilizar os saldos resultantes da captação de receitas próprias para compensar o acréscimo da despesa. Gerou-se, desta forma, uma situação injusta e desincentivadora da boa gestão, com repercussões negativas e imediatas para a autonomia das instituições e a sua capacidade de planear e assumir estratégias de médio/longo prazo. Trata-se, igualmente, de uma situação insustentável a médio prazo, levando a que as instituições entrem sucessivamente em rotura financeira à medida que se esgotam os saldos. A este propósito, não deixa de ser curioso que o relatório da avaliação do sistema de ensino superior da República da Irlanda pela OCDE recomende que se exija às instituições que façam planos para gerar saldos e que sejam encorajadas a constituir reservas para pagamento de despesas futuras. Estamos, assim, perante uma situação preocupante em que o orçamento disponível foi fortemente reduzido por aumento da despesa obrigatória (segundo uma recente nota de imprensa do CRUP, as Universidades, “entre 2005 e 2008, viram as suas dotações para funcionamento diminuir, em percentagem do PIB, cerca de 16%”, valor este “quatro vezes superior ao esforço nacional concertado para redução do défice público no mesmo período”) e se abandonou a prática, estabelecida em 1993, de não penalizar a capacidade de as instituições criarem reservas, o que configura um longo retrocesso na dignificação da instituição universitária e no incentivo à boa gestão. Aliás, ainda no mesmo relatório da OCDE se pode ler que a boa gestão institucional pressupõe a constituição de saldos e a acumulação de reservas, permitindo a substituição de grandes equipamentos, o investimento em novas actividades e a compensação de flutuações nas receitas e no número de alunos, e conclui-se que a existência de reservas é fundamental em instituições que queiram competir num mercado académico global em que é crítica a capacidade de satisfazer necessidades inesperadas e aproveitar oportunidades. Por estas razões, os cidadãos signatários, que num passado não muito longínquo, no exercício das funções de Reitor, trabalharam afincadamente, em cooperação com vários Governos, para a consolidação e dignificação das Universidades Portuguesas e da sua autonomia, apelam a uma revisão da actual política de financiamento por forma a assegurar a autonomia e o funcionamento regular das instituições de ensino superior, que desempenham um papel essencial num País em que, apesar de todos os esforços feitos, continua a haver um grande défice de recursos humanos qualificados, imprescindíveis para o progresso económico e o bem estar.

SUBSCRITORES

Adriano Lopes Gomes Pimpão ex-Reitor da Universidade do Algarve e ex-Presidente do CRUP António Simões Lopes ex-Reitor da Universidade Técnica de Lisboa Joaquim Renato Araújo ex-Reitor da Universidade de Aveiro e ex-Presidente do CRUP José Adriano Barata Moura ex-Reitor da Universidade de Lisboa José Ângelo Novais Barbosa ex-Reitor da Universidade do Porto José Lopes da Silva ex-Reitor da Universidade Técnica de Lisboa Júlio Pedrosa de Jesus ex-Reitor da Universidade de Aveiro e ex-Presidente do CRUP Licínio Chainho Pereira ex-Reitor da Universidade do Minho Luís Fernando Gomes de Sousa Lobo ex-Reitor da Universidade Nova de Lisboa Manuel Ferreira Patrício ex-Reitor da Universidade de Évora Ruben Antunes Capela ex-Reitor da Universidade da Madeira Rui Nogueira Lobo de Alarcão e Silva ex-Reitor da Universidade de Coimbra Sérgio Machado dos Santos ex-Reitor da Universidade do Minho e ex-Presidente do CRUP Vasco Manuel Verdasco da Silva Garcia ex-Reitor da Universidade dos Açores Virgílio Meira Soares ex-Reitor da Universidade de Lisboa
(IN Jornal de Negócios, 18/11/08)

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