segunda-feira, novembro 10, 2008

Fisioterapia é essencial nos cuidados de saúde

A Fisioterapia assume-se como um exercício profissional “imprescindível a uma prestação de cuidados de saúde mais global, mais próxima do utente e dignificante do sector da saúde”, afirmou hoje, em Angra do Heroísmo, o secretário regional dos Assuntos Sociais.
Domingos Cunha falava na cerimónia de encerramento do segundo ciclo da licenciatura bietápica em Fisioterapia, curso que se realizou pela primeira vez nos Açores, numa parceria entre a Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo, da Universidade dos Açores, a Escola Superior de Saúde, do Instituto Politécnico de Setúbal, e o Governo dos Açores.


Segundo acrescentou , esta licenciatura proporcionou competências “a nível científico, técnico, humano e cultural”, pelo que representa um capital novo no prosseguimento do percurso profissional daqueles técnicos de saúde, a quem deu os parabéns pelo esforço e empenhamento.
“Vão prosseguir o vosso percurso profissional com a assumpção de novas e profundas responsabilidades, quer a nível dos desafios e exigências da evolução técnica, que a nível de um exercício profissional que se quer actual, ético, deontológico, cumpridor e com garantia de qualidade”, considerou Domingos Cunha.
O Governo dos Açores, “ciente da valorização profissional dos recursos humanos da saúde, tem encetado uma profícua colaboração com a Universidade dos Açores, da qual resultam benefícios para um Serviço Regional de Saúde mais presente, mais eficaz e mais próximo do cidadão”, disse ainda.
Anunciou, por isso, que aos cursos já realizados, se seguem outros de licenciatura bietápica em análises clínicas e saúde pública, radiologia, cardiopneumonologia, saúde ambiental e farmácia, com financiamento por parte do executivo, em parceria com a Universidade dos Açores e outras instituições de ensino superior na área da saúde.

(In Portal do Governo)

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sábado, setembro 20, 2008

Curso de licenciatura para técnicos de saúde

Os técnicos de diagnóstico e terapêutica da Região vão dispor de um curso de uma ano que confere o grau de licenciatura.
Cerca de oito dezenas de técnicos de diagnóstico e terapêutica das áreas de análises clínicas e saúde pública, radiologia, cardiopneumologia, saúde ambiental e farmácia da Região vão ter acesso uma licenciatura bietápica depois de concluírem um curso de um ano que será ministrado na Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo.O protocolo para a realização dos cursos destinados aos técnicos de saúde com o grau académico de bacharel foi assinado ontem, em Angra do Heroísmo, pela secretaria regional dos Assuntos Sociais, Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo e Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa. Falando na cerimónia de assinatura do protocolo, o secretário regional dos Assuntos Sociais, Domingos Cunha, referiu que a parceria estabelecida com as duas instituições de ensino superior “vai-se traduzir em benefícios para o Serviço Regional de Saúde que queremos cada vez mais eficaz, mais eficiente, mais presente e mais próximo do cidadão”. Domingos Cunha destacou a “comunhão de interesses” que existe entre o Governo Regional e a Universidade dos Açores na formação na área da saúde.Referiu que a iniciativa está integrada “num projecto formativo coerente, cientifica e pedagogicamente acreditado e eficiente, que vai no sentido da valorização e aperfeiçoamento profissional” dos recursos humanos da saúde,.De acordo com Domingos Cunha, a realização dos cursos vem na sequência do investimento na bolsa de estudo, criada pelo Governo dos Açores, com vista a apoiar financeiramente estes profissionais. O Governo Regional atribui todos os anos bolsas aos estudantes dos curso dos técnicos de diagnóstico e terapêutica e aos profissionais de saúde que se candidatem às licenciaturas bietápicas.
LICENCIATURAS
A Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo está a efectuar um curso de licenciatura bietápica para 26 técnicos de fisioterapia que termina em Fevereiro do próximo ano e promoveu, até 2007, seis cursos semelhantes com a duração de um ano para cerca de três dezenas de enfermeiros da Região. Por seu turno, a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa dispõe de 12 cursos de licenciatura em diversas áreas técnicas da saúde, frequentados por cerca de 1.900 alunos e já celebrou acordo de cooperação com cerca de 70 instituições de ensino superior da União Europeia de países africanos de expressão portuguesa.
(In Diário Insular)

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segunda-feira, setembro 08, 2008

Universidade com pós-graduação em gestão das unidades de saúde

Uma Pós-Graduação em Gestão de Unidades de Saúde será ministrada pela Escola Superior de Enfermagem de Angra, no próximo ano lectivo.
Melhorar a prestação de cuidados de saúde e permitir a maximização dos recursos do Serviço Regional de Saúde (SRS). É este o principal objectivo de um curso de Pós-Graduação em Gestão de Unidades de Saúde, destinado a profissionais que exerçam ou venham a exercer funções de gestão em unidades de saúde ou instituições sociais, que será ministrado pela Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo, de Outubro de 2008 a Julho de 2009. A iniciativa resulta de um protocolo assinado ontem entre a Universidade dos Açores (UA) e a secretaria regional dos Assuntos Sociais, que prevê uma comparticipação do executivo açoriano no valor de 42 mil euros, destinado ao pagamento das propinas dos alunos do SRS, às despesas de deslocação dos formadores e às actividades lectivas e de publicitação do curso.Falando na ocasião, o reitor da UA, Avelino Meneses, considerou que a Pós-Graduação em Gestão de Unidades de Saúde “contribuirá para o aumento da qualificação académica e para o aperfeiçoamento dos profissionais do SRS”.Segundo Avelino Meneses, “o bem-estar dos indivíduos é uma prioridade, sendo que, para tanto, urge uma administração racional dos bens e equipamentos colectivos”, nomeadamente uma “gestão equilibrada dos recursos da área da saúde”.Neste contexto, o reitor da UA acredita que esta formação trará “benefícios evidentes”, adiantando ainda que, para o futuro, está prevista a realização de outras acções do género.Para Avelino Meneses, esta é também a “prova de que a UA e o Governo Regional têm funções bem diferentes, mas responsabilidades mútuas”.Por seu turno, o secretário regional dos Assuntos Sociais, Domingos Cunha, sublinhou que “esta formação constitui, sem dúvida, uma mais-valia para a maximização de recursos e eficácia na prestação dos cuidados de saúde”.Domingos Cunha salientou, por outro lado, o conteúdo programático desta pós-graduação, “com recurso a novas estratégias de formação”, adiantando que o curso poderá mesmo “vir a ser acreditado para o 2.º ciclo – mestrado, segundo o processo de Bolonha, o que espelha a sua vital importância a nível científico e social”.Referiu ainda que “a assinatura deste protocolo é mais um ponto que congrega a Universidade e o Governo dos Açores como parceiros e como entidades pró-activas no desenvolvimento do ensino e da ciência”.


(In Diário Insular)

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sábado, setembro 06, 2008

Intervenção do secretário dos Assuntos Sociais na assinatura de acordo com a Universidade dos Açores

Texto integral da intervenção do secretário dos Assuntos Sociais, Domingos Cunha, na assinatura, hoje em Angra do Heroísmo, de um acordo com a Universidade dos Açores para realização do curso de pós-graduação em Gestão das Unidades de Saúde:
“É com muita satisfação e com evidente benefício para a valorização profissional dos recursos humanos da saúde e para o Serviço Regional de Saúde que, hoje, ocorre a assinatura do acordo de cooperação entre a Secretaria Regional dos Assuntos Sociais e a Universidade dos Açores para a realização do curso de pós-graduação em Gestão das Unidades de Saúde.
Este acto consubstancia o empenho e a estreita colaboração entre o Governo e a Universidade dos Açores, já manifestada na assinatura do protocolo para a pós-graduação em Medicina do Trabalho.

Esta cooperação reflecte a dinâmica comum existente, com vista a dignificar a qualificação profissional e académica dos colaboradores activos do Serviço Regional de Saúde, com especial relevância para os dirigentes das unidades de saúde particularmente para aqueles que integram os Conselhos de Administração.
O protocolo que acabámos de assinar encontra-se, de forma inequívoca e indubitável, na consecução das linhas de actuação da política de saúde que o Governo dos Açores definiu para esta legislatura.
De facto, a maximização dos recursos humanos passa não só por medidas de racionalização mas também por materializar, através da formação, a capacidade regeneradora e incentivadora da actividade exercida, configurando esta pós-graduação um instrumento eficaz no alcance desta aspiração.
A cooperação existente entre o Governo e a Universidade dos Açores reforça-se com este acto de assinatura e torna-se patente, seja através do financiamento comprometido, seja através da divulgação, organização e gestão do curso em apreço pela Escola Superior de Enfermagem de Angra de Heroísmo.
Quero salientar o conteúdo programático desta pós-graduação, que se irá realizar na Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo, com início no próximo mês de Outubro de 2008 e termo em Julho de 2009, com recurso a novas estratégias de formação, podendo mesmo este curso vir a ser acreditado para o 2.º ciclo – mestrado, segundo o processo de Bolonha, o que espelha a sua vital importância a nível científico e social.
Impõe-se, por isso, realçar o corpo docente que é composto por nomes reconhecidos do mundo académico e das instituições de saúde recrutados em universidades e instituições de saúde dos Açores e do Continente, pelo que quero dirigir uma palavra de consideração à comissão científica e organizadora da formação em causa.
Ocorrendo mutações relevantes no campo legislativo e exigências crescentes na Administração Pública, a vários níveis – da simplificação pela necessidade de incutir proximidade com o cidadão/utente, da promoção e protecção da saúde do indivíduo, da família e da comunidade, da imperiosa articulação com outros sectores de actividade e da aplicação de regras de gestão por objectivos - é imperativo que a própria Administração se inove e se apetreche de conhecimento e informação através do planeamento de acções e do envolvimento dos profissionais.
Deste modo, e realçando a clara e profícua experiência da Universidade dos Açores na organização de pós-graduações, esta formação constitui, sem dúvida, uma mais valia para a maximização de recursos e eficácia na prestação dos cuidados de saúde.
O conjunto dos nossos esforços, a cooperação e convergência de objectivos com a Universidade dos Açores – Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo, propicia o alcançar de propósitos comuns e partilhados, que têm como ponto de partida e de chegada, a formação dos nossos trabalhadores e a sua dignificação e reconhecimento profissionais.
Impõe-se reconhecer e agradecer o papel determinado, competente e exigente em todo este processo desenvolvido pelos órgãos directivos e científicos da ESEnfAH.
Por último, saliento que a assinatura deste Protocolo é mais um ponto que congrega a Universidade e o Governo dos Açores como parceiros e como entidades pró-activas no desenvolvimento do ensino e da ciência e na consolidação de uma actividade profissional de excelência nesta Região Autónoma”.
(In Governo dos Açores)

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sábado, junho 28, 2008

Açores vão receber pós-graduação em Medicina do Trabalho

O curso de pós-graduação arranca no próximo ano lectivo e vai ser feito à distância, através de videoconferência, com a colaboração da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.
“Dotar os médicos com competência nesta área das ciências médicas de formação obrigatória para o normal desenvolvimento das actividades ligadas à segurança, higiene e segurança dos trabalhadores” é o objectivo desta formação, afirmou secretário regional dos Assuntos Sociais, Domingos Cunha.

Decorreu, em Angra do Heroísmo, a cerimónia de assinatura de um protocolo de cooperação entre este departamento governamental e a Universidade dos Açores (UAç), com vista à especialização acreditada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.
A pós-graduação irá desenvolver-se através do ensino à distância, por via do sistema de vídeo-conferência que permitirá que as diversas disciplinas do curso sejam visionadas nos três pólos da UAç, em Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e Horta. “Deste modo, e relevando a clara e profícua experiência da UA na organização de pós-graduações, possibilita-se a frequência da formação sem que os nossos médicos sejam obrigados a sair da Região, o que, sem dúvida, constitui uma mais valia em nome da maximização de recursos e da eficácia na prestação dos cuidados de saúde”, disse o secretário regional. O curso, inicialmente com a duração de três anos, poderá ver a sua duração reduzida para 18 meses, mediante a comprovação de competências académicas dos formandos. Actualmente existem 18 médicos na Região com autorização excepcional para o cumprimento dos dispositivos legais decorrentes do Código de Trabalho em matéria de Medicina do Trabalho e três médicos especializados nesta área. O secretário Regional aproveitou a ocasião para lançar um apelo junto da classe médica com vista à aquisição de “competências e aptidões para melhor promoverem a qualidade do serviço que prestam na busca de uma actividade profissional de excelência nesta Região”.

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terça-feira, junho 17, 2008

Intervenção do Secretário dos Assuntos Sociais no aniversário da Casa do Povo do Porto Judeu

Texto integral da intervenção do secretário regional dos Assuntos Sociais, Domingos Cunha, nas celebrações, sábado à noite, do 72º aniversário da Casa do Povo do Porto Judeu, ilha Terceira:


“A constituição das primeiras Casas do Povo em Portugal insere-se num período de incentivo por parte do Estado ao “corporativismo”, como doutrina política e como concepção de sociedade.
Pela Constituição Política de 1933 o Estado incumbe-se de coordenar, impulsionar e dirigir todas as actividades sociais, defendendo a saúde pública, assegurando a despesa da família, a protecção à maternidade, a educação e o progresso económico.
Neste período, nos Açores foram constituídas 14 Casas do Povo.
Na ilha Terceira, a Casa do Povo do Porto Judeu foi a primeira a ser constituída comemorando, hoje, o seu 72º aniversário.
Com a aplicação da Lei nº 2115, de 18 de Junho de 1961, surge uma tentativa de reforma e de reorganização da previdência em Portugal, e um grande incentivo à criação de outras Casas do Povo.
Na sequência da Autonomia Política e Administrativa dos Açores, processa-se uma reestruturação e organização dos serviços, adaptando-os à realidade local. Neste período, a Região passou a contar com 89 Casas do Povo, cobrindo quase todas as comunidades rurais. Actualmente existem 110.
A evolução de conceitos e de políticas levaram a que as Casas do Povo fossem perdendo a sua função no campo da previdência e assistência, tornando-se autênticos centros comunitários, promovendo diversas acções de animação sócio-cultural, com vista à promoção da comunidade em que se inserem e à sua dinamização de forma abrangente.
Com esta nova visão das Casas do Povo em que o objectivo determinante é o bem-estar e a melhoria das condições de vida dos cidadãos e famílias, através da criação de respostas sociais destinadas e adaptadas às necessidades da sua comunidade, as Casas do Povo assumem um papel determinante para a comunidade abrangida e para o desenvolvimento local, criando medidas de integração e combate à exclusão social.
Quero salientar o interesse e a dedicação das Direcções das Casas de Povo, nomeadamente, a Direcção da Casa do Povo do Porto Judeu, que de uma forma voluntária e empenhada mantém a dinâmica da Casa do Povo, a prática de actividades sócio-culturais, a frequência e utilização dos seus equipamentos e instalações e a inovação na sua actuação e continuidade.
No Região temos um total de 113 equipamentos afectos às Casas do Povo, com capacidade para 4.790 utentes, sendo os equipamentos, maioritariamente, ATL’s e centros de convívio.
A Casa do Povo do Porto Judeu conta com oito equipamentos sociais: um jardim de infância; uma creche; um serviço de apoio ao domicílio; dois centros de convívio; dois centros de atendimento e acompanhento social (um deles integra o projecto – Rede de Amas) e um ATL, com capacidade global para 356 utentes.
Em 2007, o Governo dos Açores, através de acordos de cooperação e funcionamento com esta Casa do Povo despendeu 362. 443 euros e com as restantes Casas do Povo 2. 123 89 euros.
Demonstramos, inequivocamente, o apoio às instituições que têm e gerem equipamentos nas diversas áreas sociais, porque o Governo Regional conhece a realidade, trabalha com todas e para todos, e emprega uma política social de modernidade, daí os êxitos alcançados com as políticas sociais implementadas nos últimos 10 anos.
O plano de intervenção do Governo dos Açores, nas áreas sociais, assenta em medidas de articulação e integração que visam contribuir para o desenvolvimento social, para a gestão e melhoria da qualidade ambiental, e o bem-estar das pessoas.
Exemplo disso é o tema abordado pelo Prof. Doutor Félix Rodrigues, ilustre investigador da Universidade dos Açores, que cumprimento e saúdo.
Será sempre de enaltecer o trabalho das Casas do Povo enquanto extensões de vários serviços da segurança social e da saúde junto das comunidades de abrangência, tendo como objectivo principal o exercício do bem comum.
Quero salientar que as Casas do Povo representam um local de trabalho e de serviços em diversos níveis de intervenção, essencialmente nas camadas mais jovens e dos idosos.
Será de continuar a aposta no trabalho realizado até então bem como desafiar estas Instituições para a inovação, pretendendo-se maior coesão na intervenção e criação de estratégias efectivas que promovam a mudança social.
Termino, dando os parabéns à Direcção da Casa do Povo e a todos os seus associados, a todos os técnicos que trabalham na mesma, bem como os que indirectamente contribuem para todo o trabalho realizado, sem esquecer todos quantos aqui presentes ou já falecidos que consolidaram este projecto de âmbito social, cultural e comunitário, que enriquece esta Freguesia e as suas gentes.
(In Diário Digital)

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