Gestão Integrada dos Recursos Hídricos - Gestão e Conservação dos Recursos Hídricos e Património Florestal Natural
Etiquetas: ciclos naturais, Climaat, CLIMARCOST, comunicações, Conceição Rodrigues, Eduardo Brito de Azevedo
Este blog é da responsabilidade do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores e pretende dar conta das actividades desenvolvidas ao longo de 2006 - Ano Internacional dos Desertos e da Desertificação, bem como das actividades realizadas na mesma área temática,ou não, nos anos posteriores.
Etiquetas: ciclos naturais, Climaat, CLIMARCOST, comunicações, Conceição Rodrigues, Eduardo Brito de Azevedo

Etiquetas: Alfredo Borba, Ciência, Climaat, Eduardo Brito de Azevedo, eleições, Observatório do Ambiente, Política
Uma webcam do projecto CLIMAAT foi instalada no cimo da montanha do Pico. Através do sítio da Internet http://www.climaat.angra.uac.pt/, é agora possível, dependendo das nuvens, observar, em tempo quase real, as condições do estado do tempo no local, assim como a vista sobre a vertente Noroeste da montanha, a vila da Madalena e o mar do Canal com o Faial ao fundo.
Etiquetas: Climaat, Eduardo Brito de Azevedo, investigação, meteorologia, ondógrafo
Etiquetas: Climaat, Germobanco, Interfruta
A caixa onde se encontra o material informático que assegura o funcionamento na estação foi vandalizada e foram levados alguns dos componentes necessários para assegurar a transmissão de dados para o centro de controlo. A câmara que capta as imagens da baía de Angra do Heroísmo também foi alvo de vandalismo mas acabou por não ser levada. Para Eduardo Brito de Azevedo, “esta é uma ocorrência estranha pelo facto da estação estar instalada no interior do Castelinho onde funciona uma pousada e existem câmara de vídeo vigilância que controlam as entradas e saídas”. O projecto CLIMAAT dispõem de estações meteorológicas na Terceira, São Miguel, Faial, Pico, Santa Maria, São Jorge, Graciosa e Flores e tem em vista estudar o clima das regiões insulares atlânticas.Etiquetas: Brito, Climaat, vandalismo

Etiquetas: Açores, Brito, clima, Climaat, Instituto de Meteorologia, meteorologia
Porém, o poder de destruição levado a cabo por fenómenos climáticos já era previsto pelos especialistas há já algum tempo: alguns dias antes do furacão, um artigo na «Nature» já indicava que esse era um fenómeno previsível dadas as alterações da circulação termoalina, ou seja, o movimento das correntes oceânicas que redistribuem as temperaturas por todo o planeta. As evidências já estavam aí, reforçou. O aumento dos fenómenos climáticos de grande visibilidade, como os furacões, está interligado a outras variáveis que ao longo dos anos têm assumido uma cada vez maior visibilidade, como o aumento de períodos de seca, o degelo dos glaciares, etc.Etiquetas: Açores, Alterações climáticas globais, Brito, clima, Climaat, Madeira, Portugal, SIAM
A seguir serão introduzidos os dados de Ponta Delgada e Horta.Etiquetas: Açores, Brito, clima, Climaat, História, meteorologia
De entre os diferentes sectores que beneficiam com este tipo de informação meteo-oceanográfica e climatológica destacam-se os relacionados com a segurança no mar, obras portuárias e infraestruturas costeiras (na fase de projecto e na fase de acompanhamento de obras e comportamento de estruturas), com o sector das pescas, navegação comercial e operação portuária, dinâmica sedimentar e erosão costeira, dinâmica e comportamento dos ecossistemas costeiros. Todos estes domínios revelam-se fundamentais para quem vive em ilhas, e depende de uma forma tão preponderante do ambiente marítimo que as interliga.
No seu conjunto, conjugadas as experiências, a informação gerada pelas diferentes unidades e o trabalho produzido por todos os parceiros envolvidos (Açores, Madeira e Canárias), dando, afinal, cumprimento ao espírito da iniciativa INTERREG-IIIB, o projecto contribui para um estreitamento institucional nos domínios da meteo-oceanografia operacional bem como para o aprofundamento do conhecimento científico de uma vasta zona do Atlântico Norte.
Tal como anteriormente já referido o projecto CLIMARCOST, iniciativa financiada e apoiada localmente pelo Fundo Regional de Coesão do Governo Regional dos Açores, conta com uma parceria activa que envolve, para além da Universidade e Observatório do Ambiente dos Açores, entidades das diferente regiões da Macaronésia,
A estação ondógrafo de Santa é composta por uma unidade de recepção e tratamento de dados em terra, localizada nas instalações da Administração dos Portos de Sta. Maria, e por uma bóia ondógrafo fundeada a cerca de uma milha e meia por sul (S) do porto de Vila do Porto, numa posição aproximada de 36º 55,20 N de latitude e 25º 10,00 W de longitude (com um giro de aproximadamente 500 metros).

Oportunamente reportada no rol dos avisos à navegação, a bóia encontra-se devidamente sinalizada produzindo durante a noite um sinal luminoso de cinco relâmpagos amarelos espaçados de dois segundos, seguidos de um período às escuras de 10 segundos.
A operação de mar, coordenada com a autoridade marítima, foi efectuada a bordo do navio “Baía dos Anjos” dos Transportes Marítimos Parece Machado (Lda.), e apoiada pelas embarcações locais da marinha, “Baía dos Reis” (particular) e da APSM.
Nunca será demais salientar que, em todo o projecto CLIMARCOST, iniciativa financiada e apoiada localmente através do Fundo Regional de Coesão do Governo Regional dos Açores, participam e colaboram um conjunto de entidades e de pessoas que, nas respectivas esferas de acção, têm permitido a sua realização. Assim, para além da Universidade e Observatório do Ambiente dos Açores e restantes parceiros da Região da Macaronésia (Universidade de Las Palmas, Instituto Canário de Ciências Marinhas, Administração dos Portos da Madeira), o projecto conta localmente com o apoio fundamental das Administrações dos Portos e Capitanias dos Portos dos Açores.
(In A União)
Etiquetas: agitação marítima, Brito, clima, Climaat, Hondógrafo, Santa Maria