Região podia suportar custos acrescidos de alguns cursos

(In Paula Abreu -Jornal da Madeira)
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Este blog é da responsabilidade do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores e pretende dar conta das actividades desenvolvidas ao longo de 2006 - Ano Internacional dos Desertos e da Desertificação, bem como das actividades realizadas na mesma área temática,ou não, nos anos posteriores.

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Só assim é que se aumenta o seu consumo, garantindo dessa forma, um maior rendimento para os agricultores que se dedicam ao cultivo da cana doce. O livro "Receitas com Mel-de-Cana" que é fruto de uma parceria entre um chefe de cozinha e uma empresa transformadora do sector, é um excelente exemplo dessa criação. Nas seis dezenas de receitas, é notório que Octávio Freitas teve o cuidado de incluir produtos agrícolas regionais de excelência, como a banana, a anona, o maracujá, a castanha, a batata doce, o inhame e a frescura das nossas ervas aromáticas. Com o mel de cana omnipresente nos pratos de entrada, de peixe, de carne, de sobremesa, de doçaria e bebidas, este Chefe de Cozinha descobre novas iguarias e novos hábitos de consumo deste derivado da cana sacarina, contribuindo assim para a renovação da gastronomia tradicional madeirense. Em pleno Carnaval, o mel de cana é utilizado em todas as casas da Região, para acompanhar os "sonhos" e as "malassadas", cujos aromas e sabores dão mais alegria a estes dias de folia. Agora, com esta sugestão, amigo leitor, tem mais motivos para confeccionar pratos com este derivado natural da cana-de-açúcar durante todo o ano.Etiquetas: agricultura, Alunos, Madeira
A indústria agro-alimentar utiliza-a para a alimentação infantil e mais recentemente, em produtos de IV Gama como as saladas e as sopas. O que se come na cenoura é a raiz, sendo vendida sem as folhas ou a "rama", como é designada entre nós. O ciclo natural desta cultura é bienal, isto é, prolonga-se de um ano para o outro. No primeiro ano, produz a reserva de raízes, ou seja, a cenoura. No segundo ano, a planta floresce, frutifica e dá sementes. Esta hortaliça que é cultivada há mais de 2 000 anos, tem origens europeia e asiática. É considerada por muitos, como a "Rainha dos vegetais". Na Madeira, a sementeira de cenoura ocorre preferencialmente de Fevereiro a Novembro, devendo os agricultores escolher sempre, sementes de variedades certificadas. As variedades mais cultivadas e melhor adaptadas à Região são a "Chantenay" e a "Nantes". A primeira que predomina na nossa terra e tem melhor aceitação por parte do consumidor, tem forma cónica e resiste bem ao manuseamento e ao transporte e, a segunda é cilíndrica e mais comprida, mas menos resistente que a "Chantenay". Os principais amanhos culturais são a monda, as sachas, o desbaste e a rega. As pragas mais habituais são os nemátodos e a mosca da cenoura e as doenças mais frequentes são o oídio e uma bacteriose que surge próximo da colheita e durante o armazenamento. Para evitar esta última doença e os nemátodos, é conveniente não semear esta hortícola na mesma parcela ao longo dos anos. A colheita decorre de Janeiro a Julho, entre 75 a 100 dias após a sementeira, consoante a localização geográfica, a altitude e as condições climatéricas locais. Apesar de agricultada em toda a Região, os concelhos com maior produção de cenoura são os do Porto Moniz, Ponta do Sol e Calheta, mais concretamente no sítio da Santa e nas freguesias dos Canhas e da Fajã da Ovelha, respectivamente.Etiquetas: agricultura, Alunos, cenoura, Madeira

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As cem espécies ameaçadas prioritárias em termos de gestão na região europeia biogeográfica da Macaronesia”, o livro contou com a contribuição de Paulo Borges, do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.Etiquetas: Açores, Biodiversidade, Canárias, Livro, Macaronésia, Madeira, Paulo Borges
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Contribuir para o atenuar do problema O projecto ICE surgiu em finais de 2005, tendo a Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo – Universidade dos Açores (liderada por Miguel Gomes), a Escola Superior de Enfermagem da Madeira (liderada por Helena Jardim) e o Departamento de Enfermagem da Faculdade das Ciências da Saúde – Universidade de Las Palmas de Gran Canária (liderado por Rodrigo Chácon) como parceiros. O objectivo passava pela partilha de metodologias de investigação em enfermagem, efectuando estudos de interesse para as três regiões e contribuindo para o conhecimento cientifico na área. Em cada instituição foi criado um grupo de trabalho constituído por 18 elementos, apoiados por instituições nacionais e estrangeiras e assessorados por um perito em estatística. São mesmo as estatísticas que apontam para uma prevalência de 11% das úlceras de pressão na Europa. A investigação simultânea realizada na Madeira, Açores e Canárias, cujos resultados foram apresentados em Maio do ano passado, encontrou uma prevalência de 14,2% na população idosa (entre 80 e 89 anos), onde a maioria são mulheres que se encontram no domicílio com a necessidade de cuidados crónicos. O inédito do estudo do ICE prendeu-se com o registo do problema e factores associados, quer em utentes de qualquer idade inscritos em unidades de saúde e carecidos de cuidados domiciliários, quer entre os institucionalizados em hospitais, clínicas ou lares num determinado momento. O grupo ICE acredita que, ao tornar visível a prevalência deste fenómeno nas ilhas - tal como os factores de risco que lhe estão associados - está a contribuir para o desenvolvimento de um plano regional de actuação, mobilizando recursos políticos, sociais e humanos para o combate e prevenção das úlceras de pressão, em prol da saúde dos cidadãos em geral. Porque este é um problema que continua a exigir o dispêndio de muitos recursos, quando ao mesmo tempo a falta de meios humanos e financeiros contribui para a pouca atenção dispensada a este fenómeno. Etiquetas: Açores, Cabo Verde, Canárias, Enfermagem, Madeira, Miguel Gomes, Projectos
A iniciativa é da Associação Cabo-verdiana de Enfermagem e o Projecto Investigação Cientifica em Enfermagem, conhecido pela sigla ICE. As conferências "Formação em Enfermagem em Cabo Verde" e "A ancoragem das Instituições de Ensino Superior na Sociedade: A missão da Escola Superior de Saúde" marcam o início do congresso, seguido da Mesa Redonda "Da investigação à Acção", "Cuidar de Feridas", "Novos Horizontes de investigação de enfermaria em Espanha", " Acidentes na Infância: Realidade ou Fatalidade?", " A investigação sobre formação e a formação através da Investigação" e " As UPP como foco de atenção de alta sensibilidade aos cuidados de enfermagem". De acordo com a presidente da Associação Cabo-verdiana de Enfermagem, Maria Luísa Teixeira, com este congresso os promotores querem despertar na classe de enfermagem o interesse pela investigação e o que deverá começar em Cabo Verde com a "Úlcera de perna" e "Pé diabético". Cerca de duzentos enfermeiros nacionais e dos Açores, Madeira e Canárias participam do I Congresso Internacional de Investigação Cientifica em Enfermagem da Macaronésia. A abertura está agendada para esta sexta-feira, 09h 00, numa cerimónia a ser presidida pela directora-geral da Saúde, Jaqueline Pereira, seguido de intervenções dos reitores da Universidade dos Açores, de Cabo Verde, da Madeira e de Las Palmas de Gran Canária. Etiquetas: Açores, Cabo Verde, Canárias, Congresso, Enfermagem, Madeira
Um projecto que vai permitir analisar fenómenos de erosão e questões relacionadas com a segurança no mar, com obras portuárias e costeiras e com actividades de navegação e de pesca, entre outras.O projecto “CLIMARCOST” está integrado no âmbito do programa comunitário INTERREG IIIB, envolvendo vários países, sendo parceiros do mesmo a Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira e o Fundo Regional de Coesão (na qualidade de chefe de fila), ambos da Madeira, a Universidade dos Açores, o Instituto Canário de Ciências Marinhas e a Universidade de Las Palmas. O objectivo principal do projecto “CLIMARCOST” (Clima Marítimo e Costeiro) é o de, segundo a administradora da APRAM, Lígia Correia, «contribuir para um aumento da segurança e eficácia das actividades marítima e portuárias das regiões insulares bem como para a defesa das suas zonas costeiras, para além de potenciar uma melhor rentabilidade das actividades económicas relacionadas com o mar e com o litoral».Este projecto, recorde-se, deu continuidade aos projectos “CLIMAAT” e “CLIMAAT-II”, ambos igualmente financiados no âmbito do INTERREG IIIB, «estes somente vocacionados para o estudo da climatologia e meteorologia insulares». O “CLIMARCOST”, destaca a governante, «introduziu uma nova componente, a da agitação marítima, proporcionando de forma consistente a monitorização, o estudo e a divulgação em tempo oportuno de informação necessária aos vários sectores de actividade, designadamente aos relacionados com a segurança no mar, com as actividades de navegação e das pescas, com as obras portuárias e costeiras, com estudos de dinâmica de sedimentação, fenómenos de erosão, acumulação de materiais, etc». O projecto tem três componentes estratégicas, sendo a monitorização, mediante o estabelecimento e manutenção de uma rede de bóias meteo-oceanográficas e estações automáticas de aquisição de informação meteorológica, uma delas. Há ainda a contar com o processamento dos dados, que é efectuada a partir de centros operacionais criados fundamentalmente para a recepção, análise e armazenamento da informação e a valorização científica e a divulgação da informação on-line.Para serem cumpridas, adianta a nossa interlocutora, estas três componentes estratégicas, têm sido proporcionados cursos de formação ao pessoal técnico a trabalhar no projecto com vista a adquirir competências profissionais, nomeadamente no âmbito das tecnologias da informação e tratamento de dados, nas operações de fundamento e manutenção de bóias oceanográficas, na instalação e manutenção de estações meteorológicas, bem como no processamento científico e estatístico de toda a informação produzida». Etiquetas: CLIMARCOST, INTERREG, Madeira
A iniciativa, aberta ao público das 9 às 17 horas, é da responsabilidade do Fundo Regional de Coesão da SRE Açores, AEAI (Observatório do Ambiente dos Açores), Universidade dos Açores, Universidade de Las Palmas de Gran Canaria, Instituto Canario de Ciencias Marinas e ainda da APRAM (Administração dos Portos da Madeira). Etiquetas: CLIMARCOST, Exposição, Madeira
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Deste modo, o Prof. Eduardo Brito realça que a tecnologia empregue “permite avaliar uma série de parâmetros sobre a agitação marítima e outros, informação que é depois trabalhada pelas universidades e institutos de maneira a melhorar o conhecimento científico sobre as condições do clima marinho”, acrescentando que “esse conhecimento é depois aplicado nos diferentes sectores que dependem do mar, nomeadamente segurança marítima, navegabilidade, construções portuárias, erosão costeira, navegação de recreio, etc.”. O projecto CLIMARCOST decorre até Junho de 2008, tendo um valor global de cerca de 1,5 milhões de euros, sendo que a comparticipação da RAM é de 349 mil euros, dos quais 85% são componente INTERREG e 15% da APRAM.Etiquetas: Brito, Canárias, clima, CLIMARCOST, INTERREG, Madeira
Porém, o poder de destruição levado a cabo por fenómenos climáticos já era previsto pelos especialistas há já algum tempo: alguns dias antes do furacão, um artigo na «Nature» já indicava que esse era um fenómeno previsível dadas as alterações da circulação termoalina, ou seja, o movimento das correntes oceânicas que redistribuem as temperaturas por todo o planeta. As evidências já estavam aí, reforçou. O aumento dos fenómenos climáticos de grande visibilidade, como os furacões, está interligado a outras variáveis que ao longo dos anos têm assumido uma cada vez maior visibilidade, como o aumento de períodos de seca, o degelo dos glaciares, etc.Etiquetas: Açores, Alterações climáticas globais, Brito, clima, Climaat, Madeira, Portugal, SIAM