quarta-feira, março 11, 2009

Comercialização de carne e leite preocupa produtores da Terceira

Os agricultores da ilha Terceira estão preocupados com a comercialização, certificação, qualidade dos produtos e a eficiência da gestão agro-pecuária, alertou esta segunda-feira o presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória.
Roberto Monteiro, que falava numa conferência de imprensa para apresentar o programa das 2/as Jornadas Agrícolas da Praia da Vitória, sustentou que “hoje coloca-se o problema da sobrevivência para uns e da expansão para outros”.
Segundo o autarca, “a situação actual é reflexo da situação mundial do sector do leite, lacticínios e da carne que somado ao problema da crise mundial faz com que a eficiência a todos os níveis seja a chave para o sucesso”.
As jornadas, que decorrem entre 19 e 21 de Março na freguesia dos Biscoitos na Praia da Vitória (Ilha Terceira), vão debater a “Actividade Agrícola na Economia Regional” e “Os Sectores do Leite e da Carne”.
A iniciativa inclui intervenções do Presidente da Federação Agrícola dos Açores, Jorge Rita, do presidente da Associação Agrícola da Ilha Terceira (AAIT), Paulo Simões Ferreira e de diversos técnicos do governo regional e investigadores do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.
Como convidados intervêm Dora Pereira (SATIVA - Controlo e Certificação de Produtos que aborda a produção biológica de leite e carne) de Fernando Carvalho (director Comercial da Lactaçores), que vai falar da dificuldade dos mercados nacionais e internacionais, e de João Alberto Catalão (Instituto de Negociação de Vendas), que vai perspectivar as “Tendências Futuras do Mercado dos Produtos Lácteos”.
Para o director regional do Desenvolvimento Agrário dos Açores, Joaquim Pires, “é fundamental transmitir as actualizações sobre a evolução dos sectores, promovendo uma reflexão sobre as melhores soluções num mercado global cada vez mais competitivo”.
Paulo Simões Ferreira, presidente da AAIT, “todas as mudanças estão a ocorrer demasiado depressa e que torna constantemente desactualizadas as soluções”.
Os produtores de leite debatem-se com diversas dificuldades originadas pelo agravamento dos custos dos factores de produção associados à descida do preço do leite.
O presidente da AAIT revelou recentemente que a redução em 4,5 cêntimos por litro de leite decidida pela indústria impôs um prejuízo de 6 milhões de euros anuais aos produtores locais.
As 2/as Jornadas Agrícolas da Praia da Vitória são financiadas pela autarquia da Praia da Vitória, governo regional e promovidas pela Associação Agrícola da Ilha Terceira e Associação de Jovens Agricultores Terceirenses.
Na ilha Terceira existem 1.200 produtores agro-pecuários, dos quais 800 da produção de leite e os restantes do sector da carne de bovino.
No ano passado, produziram-se nos Açores 515 milhões de litros de leite dos quais 126,5 milhões na ilha Terceira.
No sector da carne, a região produziu 1 milhão de quilos de carne de bovino dos quais 378 mil na ilha.

(In Lusa)

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terça-feira, janeiro 20, 2009

Directora da Saúde valoriza contributo da Escola Superior de Enfermagem de Angra

A directora regional da Saúde expressou o reconhecimento da Região pelo trabalho desenvolvido pela Escola Superior de Enfermagem de Angra “enquanto pólo de conhecimento e de cooperação, não só no campo do ensino como também no domínio da investigação”.
Falando, sábado, na sessão comemorativa do 32º aniversário deste estabelecimento de ensino, Sofia Duarte sublinhou, de igual modo, a importância dos protocolos de cooperação que têm sido implementados entre o Governo Regional e a Universidade dos Açores e que têm contribuído “para um Serviço Regional de Saúde mais presente, mais eficaz e mais próximo do cidadão”.
Na mesma ocasião encerraram as III Jornadas das Associações de Estudantes que abordaram o tema "Empreendedorismo em Enfermagem”.

(In GaCS/AP/RC)

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quinta-feira, janeiro 15, 2009

III Jornadas da Associação de Estudantes da ESEnfAH – UAc “Empreendedorismo em Enfermagem”

sábado, outubro 11, 2008

II Jornadas Técnicas do Projecto BIONATURA a 17 e 18 de Outubro em São Miguel

A Agência Regional da Energia e Ambiente da Região Autónoma dos Açores (ARENA) promove, a 17 e 18 de Outubro, no auditório do Laboratório Regional de Engenharia Civil, em São Miguel, as II Jornadas Técnicas do Projecto BIONATURA sob o tema “Gestão e Conservação da Biodiversidade na Macaronésia”.
Enquadrado pela iniciativa comunitária INTERREG III B, o BIONATURA é implementado na Região com o apoio da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar, tendo o próximo encontro por objectivo apresentar os estudos conjuntos desenvolvidos pelos arquipélagos dos Açores, Madeira e Canárias.

As jornadas, cuja data limite de inscrição é a 14 de Outubro, terão como público-alvo estudantes e professores universitários, centros/institutos de investigação, técnicos especializados em gestão da biodiversidade, entre outros. “Biodiversidade da Macaronésia”, “Conservação da natureza na Macaronésia”,“Rede NATURA 2000 nos arquipélagos da Macaronésia” e “Espécies invasoras” constituem os quatro painéis de análise e debate no encontro que reunirá especialistas vindos das várias regiões.Além dos trabalhos desenvolvidos no auditório do Laboratório Regional de Engenharia Civil, as II Jornadas Técnicas do Projecto BIONATURA integram uma visita de campo com os investigadores.Em Junho deste ano, as primeiras jornadas do projecto reuniram cerca de 120 técnicos, especialistas e estudantes no campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores.

(In Canal de Notícias dos Açores)

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terça-feira, outubro 07, 2008

Biodiversidade da Madeira

A Madeira tem 1.400 espécies exclusivas contra as 400 existentes nos Açores. Daí que, Paulo Borges, professor de biologia no Departamento de Ciências Agrárias do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, tenha dito ontem que Madeira é uma ilha fantástica em termos de biodiversidade, sendo que esta deve ser tornada ainda mais visível. Paulo Borges falava à comunicação social na sessão de abertura das jornadas técnicas "Análise da Biodiversidade Terrestre do Arquipélago da Madeira", a qual decorreu, no anfiteatro da Secretaria Regional do Ambiente, e contou com a presença do secretário regional Manuel António Correia.
Paulo Borges adiantou ainda que a Madeira é a segunda, de todas as ilhas da Macaronésia, a seguir a Tenerife, com maior biodiversidade e, comparativamente à sua área, apresenta-se mesmo como a ilha com maior biodiversidade da macaronésia. Por isso, defendeu que «é uma responsabilidade enorme de todas as entidades políticas da Madeira em tornar essa biodiversidade mais visível, atraindo turistas ligados ao eco-turismo e tornando a Região ainda mais conhecida do que já era no campo da biodiversidade». Paulo Borges foi quem fez a coordenação científica do livro "listagem dos fungos, flora e fauna terrestres das ilhas da Madeira e Selvagens", o qual foi também lançado na tarde de ontem. Este responsável referiu ainda que a Madeira tem características de morfologia fantásticas, tornando-a numa ilha fantásica, equivalente às Galápagos, por exemplo, ao nível da sua biodiversidade. Paulo Borges adiantou, contudo, que este livro não responde à pergunta sobre se a biodiversidade da Madeira está a ser bem salvaguardada ou não.
Bernardo Faria, da direcção do Ambiente da Madeira, explicou, por seu lado, que a iniciativa de ontem inseriu-se no projecto bionatura, o qual juntou Açores, Madeira e Canárias, no âmbito do programa comunitário INTERREG III B e contou com a colaboração de 80 especialistas nacionais e estrangeiros. Estes estudaram nove grupos biológicos, entre fungos, moluscos e outros, para além de identificarem sete mil e 543 espécies terrestres para o arquipélago da Madeira. No que diz respeito ao livro lançado ontem, Bernardo Faria considerou que o mesmo vai ser um marco, permitindo que se faça uma melhor conservação da natureza e das suas espécies.

(In Carla Ribeiro - Jornal da Madeira)

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quarta-feira, outubro 01, 2008

600 mil euros para projectos científicos

Os projectos vão ser desenvolvidos pelo recém-criado Instituto de Biotecnologia e Biomedicina dos Açores.
O Governo Regional assinou, na passada sexta-feira, oito protocolos de colaboração com diversos investigadores do recém-criado Instituto de Biotecnologia e Biomedicina dos Açores (IBBA) no valor global de 600 mil euros. Os acordos, subscritos na sessão de encerramento das I Jornadas Científicas do IBBA que reuniram durante dois dias, em Angra do Heroísmo, cerca de uma centena de investigadores, revestem-se de “grande importância”, segundo sublinhou o director regional de Ciência e Tecnologia. João Luís Gaspar congratulou-se com o facto de o encontro ter sido “muito participado” e dele terem surgido parcerias entre as unidades operacionais que constituem o IBBA para a criação dos primeiros projectos de investigação deste instituto açoriano. Segundo acrescentou, o principal objectivo na presente fase é incentivar a colaboração e potenciar um fortalecimento da massa crítica científica regional.“Valorização dos produtos lácteos dos Açores - Bioactividade”; “Identificação molecular de micro-organismos com interesse de investigação científica e tecnológica em domínios específicos”; “Caracterização genómica do cancro Heredo/família nos Açores”, “Caracterização genómica, transcriptómica e proteónica da família do DISH/condrocalcinose”; “Modulação da composição lipídica de embriões bovinos produzidos in vitro”, “Caracterização de compostos bioactivos isolados de microorganismos dos Açores”, “Biodiversidade das respostas moleculares de defesa, stress e ambientais em organismos marinhos do mar profundo” e “Patologias de elevada prevalência nos Açores” são os projectos que contam com o financiamento do Executivo. O director regional destacou, por outro lado, a existência de um grande número de jovens investigadores, facto que traduz “o forte potencial de investigação para os projectos do IBBA e para a génese do parque tecnológico”. O IBBA, consórcio de investigação e desenvolvimento (I&D), tem como parceiros científicos o Serviço de Epidemiologia e Biologia Molecular do Hospital de Angra do Heroísmo, a Unidade de Genética e Patologia Moleculares do Hospital de Ponta Delgada e a Universidade dos Açores, representada pelo Centro de Biotecnologia dos Açores, Centro IMAR/DOP, Centro de Investigação e Recursos Naturais e Centro de Investigação e Tecnologias Agrárias.

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quarta-feira, junho 18, 2008

Floresta nativa dos Açores tem de ser acarinhada

A Região tem de investir na recuperação de parte da sua floresta nativa. A opinião é de Paulo Borges, da Universidade dos Açores. O investigador - que falava no final da primeira conferência sobre a biodiversidade dos Açores, no âmbito da jornadas técnicas do projecto Bionatura, que decorreram no campus de Angra da Universidade dos Açores - alega que essa medida permitirá garantir a biodiversidade endémica do arquipélago. Reconhece que as áreas protegidas actuais são importantes, mas só serão eficazes se a regulamentação for concretizada. “Elas só serão suficientes se toda a actividade humana nessas zonas for bem equilibrada e bem regulamentada. E, eventualmente, em alguns casos, é necessário aumentar os limites dessas zonas protegidas. Existem ilhas em que a área de floresta nativa actual não é suficiente. Há que investir numa reconversão de determinados habitats que estão na margem dessas zonas, eventualmente comprando-os aos privados e alargando os limites da protecção. Penso que o actual esforço – que é meritório – ainda não é suficiente, para garantirmos a preservação da biodiversidade açoriana, sobretudo no caso das espécies endémicas”, explica Paulo Borges. “É preciso também que as entidades governativas tenham uma maior agressividade na implantação de planos de gestão adequados para a nossa biodiversidade. Senão, corremos o risco de a curto prazo tudo parecer bem, mas, a longo prazo, virmos a assinalar impactos grandes e negativos”, sublinha. “Os estudos que estamos a ver devem ser transpostos para legislação adequada, que englobe as descobertas científicas que temos vindo a alcançar”, aconselha o académico. Um dos contributos dos cientistas para a preservação da biodiversidade insular é a conclusão da lista de espécies vegetais e animais dos arquipélagos da Macaronésia (Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde). A listagem está finalizada, confirmou Paulo Borges, garantindo uma base de dados fundamental para diversos campos. “É possível saber em que ilhas se encontra uma determinada espécie de fungo, vertebrado, de insecto ou de planta. Com essa base de dados, qualquer pessoa pode saber se essa espécie é endémica de uma ilha, se foi introduzida. Ou seja, esta plataforma disponibiliza uma enorme quantidade de informação, útil não só para cientistas, mas também para quem trabalha em áreas ligadas à Natureza”, diz. Estudos de impacto ambiental, programas de preservação da natureza ou de determinadas áreas geográficas ou legislação podem ter por base esta listagem das espécies vegetais e animais. “Essa listagem ficou concluída com a apresentação da lista das espécies da Madeira, que é apresentada nestas jornadas”, refere Paulo Borges. O livro foi apresentado, no campus de Angra da Universidade dos Açores, no Pico da Urze. Paulo Borges, no entanto, refere que a lista não está fechada, já que os estudos sobre a biodiversidade macaronésia continuam. No caso dos Açores, o investigador adianta que a lista das espécies do arquipélago tem de ser actualizada. “A nossa proposta é que esta lista dos Açores, publicada em 2005, venha a ser actualizada em 2009 e, tal como acontece nas Canárias, venha a ser actualizada periodicamente”, explica. Entretanto, foi já apresentado o portal da Biodiversidade dos Açores, uma plataforma na Internet que disponibiliza à sociedade civil a listagem das espécies vegetais e animais dos Açores. O professor da Universidade dos Açores sublinha que esta plataforma poderá ajudar na sensibilização dos açorianos para a Educação Ambiental. A página estará disponível dentro de uma semana em http://www.azoresbioportal.angra.uac.pt/.

(In Correio dos Açores Autor: DI/CA)

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sábado, junho 14, 2008

Listagem de espécies da Macaronésia



Está concluída a primeira listagem de todas as espécies vegetais e animais da Macarronésia, tendo a base de dados resultado do Projecto Atlântico e Bionatura
O Projecto coloca à distância de um clique a biodiversidade dos Açores, Madeira, Canárias a Cabo Verde.
A listagem foi hoje apresentada nas Jornadas Técnicas do Bionatura, a decorrer no Campus da Universidade dos Açores, em Angra do Heroísmo, informação fundamental para preservar a Natureza insular.
Gestão do território, planos de preservação ambiental e estudos de impacto ambiental, são algumas das aplicações possíveis, com base nessa informação, informação que pode também servir para sensibilizar a sociedade para a importância da real preservação da Natureza, não havendo agora desculpa para nada se fazer pela defesa da biodiversidade insular.
Rui Messias / Carlos Tavares
Reportagem vídeo: Nuno Neves

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sexta-feira, junho 13, 2008

Jornadas Técnicas Bionatura hoje e amanhã

Integrado na iniciativa comunitária INTERREG III B, o BIONATURA é implementado na Região pela Agência Regional da Energia e Ambiente dos Açores (ARENA) e Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores com o apoio da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar. A sua execução visa, também, o estabelecimento das bases metodológicas de planeamento e gestão da Rede Natura 2000 da Região da Macaronésia, permitindo a troca de conhecimentos e experiências neste campo entre as administrações competentes e a promoção e e divulgação do conjunto de áreas protegidas junto da população.As jornadas da próxima semana, que decorrem no Campus de Angra da Universidade dos Açores, são promovidas pela ARENA, com o apoio do Centro de Investigação de Tecnologias Agrárias da academia açoriana. Os interessados nas áreas da Educação Ambiental, Biodiversidade e Conservação da Natureza constituem o público alvo da iniciativa.
Cerca de 120 técnicos, especialistas e estudantes reúnem-se a 13 e 14 de Junho, em Angra do Heroísmo, nas Jornadas Técnicas do Projecto BIONATURA, uma iniciativa que prentende melhorar o estado do conhecimento dos elementos específicos da biodiversidade da Macaronésia para estabelecer critérios de avaliação da fauna e flora dos Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde.
(In Rádio Atlântida)

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segunda-feira, junho 09, 2008

Jornadas do projecto BIONATURA reúnem 120 especialistas e estudantes em Angra

Cerca de 120 técnicos, especialistas e estudantes reúnem-se a 13 e 14 de Junho, em Angra do Heroísmo, no Campus Universitário da Universidade dos Açores, nas Jornadas Técnicas do Projecto BIONATURA, uma iniciativa que prentende melhorar o estado do conhecimento dos elementos específicos da biodiversidade da Macaronésia para estabelecer critérios de avaliação da fauna e flora dos Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde.
Integrado na iniciativa comunitária INTERREG III B, o BIONATURA é implementado na Região pela Universidade dos Açores, Agência Regional da Energia e Ambiente dos Açores (ARENA), com o apoio da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar.
A sua execução visa, também, o estabelecimento das bases metodológicas de planeamento e gestão da Rede Natura 2000 da Região da Macaronésia, permitindo a troca de conhecimentos e experiências neste campo entre as administrações competentes e a promoção e e divulgação do conjunto de áreas protegidas junto da população.
As jornadas desta semana, que decorrem no Campus de Angra da Universidade dos Açores, são promovidas pela ARENA, com o apoio do Centro de Investigação de Tecnologias Agrárias da academia açoriana.
Os interessados nas áreas da Educação Ambiental, Biodiversidade e Conservação da Natureza constituem o público alvo da iniciativa.

(In Página do Governo dos Açores)

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segunda-feira, junho 02, 2008

Jornadas – “BIONATURA – Gestão e Conservação da Biodiversidade da Macaronésia”

Decorrem entre 13 e 14 de Junho de 2008, no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, as Jornadas "BIONATURA - Gestão e Conservação da Biodiversidade da Macaronésia. Segue o programa das Jornadas.


Dia 13 Junho 2008.

9h30 Abertura oficial

TEMA 1
BIODIVERSIDADE DA MACARONÉSIA

10h00. A biodiversidade do arquipélago dos Açores. Padrões biogeográficos e macroecológicos: Paulo A. V. Borges

10h45 Intervalo para Café

11h00. Apresentação da Página Web http://www.azoresbioportal.angra.uac.pt/
- Funcionamento e públicos alvo: Paulo A. V. Borges
- Briófitos e Líquenes: Sandra Câmara; Berta Martins & Rosalina Gabriel
- Plantas Vasculares: Mónica Martins, Rudolfo Corvelo & Luís Silva
- Moluscos: Pedro Rodrigues, Regina Cunha & A. Frias Martins
- Invertebrados Costeiros: Ana Costa
-Artrópodes: Enésima Mendonça & Paulo A. V. Borges
- Vertebrados: Pedro Rodrigues, Regina Cunha & A. Frias Martins


Distribuição da Brochura “Estatísticas da Biodiversidade da Macaronésia” e do CD – “Listagens da Biodiversidade dos arquipélagos dos Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde”


12h00. Debate – Comunicação em Ciência
Moderadores: Ana Arroz & Rosalina Gabriel

12h45. Almoço volante (Oferta Organização)

14h00 – 14h45. A biodiversidade do arquipélago das Canárias. Análise e discussão da listagem de espécies das Canárias: José Luis Martín Esquivel

14h45 – 15h30. A biodiversidade do arquipélago da Madeira. Análise e discussão da Listagem da Madeira (Parte 1)
Os Fungos da Madeira: Ireneia Melo & José Cardoso
Os Briófitos da Madeira: Cecília Sérgio, Manuela Sim-Sim, Susana Fontinha & Rui Figueira
As Plantas Vasculares da Madeira: Roberto Jardim & Miguel Menezes de Sequeira


15h30 – 16h00 Intervalo para Café

16h00 – 17h00 A biodiversidade do arquipélago da Madeira. Análise e discussão da Listagem da Madeira (Parte 2)

Os Moluscos da Madeira: Cristina Abreu & Dinarte Teixeira
Fauna de Artrópodes: Paulo. A.V. Borges, António M. Franquinho Aguiar, Mário Boieiro, Miguel Carles-Tolrá & Artur R. M. Serrano
Os Vertebrados da Madeira: Paulo Oliveira
Modelação Distribuição de espécies e Padrões gerais: Paulo A. V. Borges

17h00. Sessão de questões

17h30. Visita ao Algar do Carvão


Dia 14 Junho 2008.

TEMA 2
CONSERVAÇÃO da NATUREZA NA MACARONÉSIA


9h00 – 9h20. A Lista Top 100: José Luis Martín Esquivel, Manuel Arechavaleta & Paulo A. V. Borges

9h20 – 9h40. A perspectiva dos arquipélagos – Açores: Pedro Cardoso, Paulo A. V. Borges, Ana Costa, Regina Tristão da Cunha, Rosalina Gabriel, António M. de Frias Martins, Luís Silva, Nídia Homem, Mónica Martins, Pedro Rodrigues, Berta Martins & Enésima Mendonça

9h40 – 10h00 A perspectiva dos arquipélagos- Madeira: Bernardo Faria, Cristina Abreu, António Franquinho Aguiar, José Augusto, Carlos Lobo, Dinarte Teixeira & Roberto Jardim & Paulo Oliveira

10h00 – 10h20 A perspectiva dos arquipélagos: Canárias: Manuel Arechavaleta & José Luis Martín Esquivel

10h20 – 10h45 Intervalo para Café


10h45 – 12h30. DEBATE sobre a Gestão e Conservação das espécies e seus habitats na Macaronésia sob a coordenação de um Painel de especialistas convidados
Paulo A.V. Borges (moderador)
Frederico Cardigos (Director Regional do Ambiente e do Mar)
Rosalina Gabriel (Representante do Mestrado Educação Ambiental)
Eduardo Dias (Representante da Licenciatura em Guias da Natureza)
Félix Rodrigues (Representante do Mestrado em Engenharia do Ambiente)
Tomaz P. Dentinho (Representante do Mestrado Gestão e Conservação da Natureza)
António Frias Martins (Representante dos Mestrados na área de Ambiente do dep. Biologia da Univ. Açores)
José Luis Martin (Representante da Direcção Regional Ambiente Canárias)
Bernardo Faria (Representante da Direcção Regional Ambiente Madeira)

12h30 – 14h00. Almoço volante (Oferta Organização)

TEMA 3
REDE NATURA 2000 - MACARONÉSIA


14h00 - 14h30. Monitorização da Rede Natura 2000 (Açores) – Áreas terrestres: Eduardo Dias

14h30 – 15h00. Monitorização da Rede Natura 2000 (Açores) – Áreas marinhas: Mónica Silva

15h00 – 15h30. Monitorização da Rede Natura 2000 – Canárias: António Machado

15h30 – 16h00. Candidaturas a Reserva da Biosfera Ilhas Graciosa e Corvo: Rui Prieto

16h00 – 16h15. Intervalo para Café

16h15 – 17h00. DEBATE – Rede Natura 2000

Paulo A.V. Borges (moderador)
Frederico Cardigos (Director Regional do Ambiente e do Mar)
Eduardo Dias (Rede Natura 2000- Açores)
António Machado (Rede Natura 2000- Canárias)
Bernardo Faria (Rede Natura 2000- Madeira)

TEMA 4
ESPÉCIES INVASORAS

17h00 – 17h30 - Estudo dos Organismo Invasores no Monte da Guia: Jaen N. Amat

17h30 – 18h00 - O Livro Negro da Macaronésia: Luís Silva

18h00 Lançamento oficial dos Livros

Borges, P.A.V., Abreu, C., Aguiar, A.M.F., Carvalho, P., Jardim, R., Melo, I., Oliveira, P., Sérgio, C., Serrano, A.R.M. & Vieira, P. (eds.) (2008). A list of the terrestrial fungi, flora and fauna of Madeira and Selvagens archipelagos. Direcção Regional do Ambiente da Madeira and Universidade dos Açores, Funchal and Angra do Heroísmo.

Martín, J.L, Arechavaleta, M., Borges, P.A.V.& Faria, B. (eds.) (2008) TOP 100 - As espécies ameaçadas da Macaronésia mais prioritárias em termos de Gestão. Consejería de Política Territorial y Medio Ambiente, Gobierno de Canarias, Santa Cruz de Tenerife.

18h30. Sessão de encerramento

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sábado, maio 17, 2008

Enfermagem tem que se adaptar às novas realidades

Perante os desafios e as novas realidades que resultam das constantes mudanças do mundo, Graça Machado, presidente da assembleia regional da Ordem dos Enfermeiros (OE), defendeu ontem que também a “enfermagem tem de se adaptar às novas realidades”.
A ideia foi expressa na conferência “A Enfermagem na Sociedade Actual”, por ocasião das quintas Jornadas de Enfermagem do Hospital de Santo Espírito de Angra do Heroísmo (HSEAH), que decorrem de 15 a 17 de Maio, no auditório da Escola Superior de Enfermagem.“As pessoas estão mais conscientes dos seus direitos e deveres, das suas necessidades, procuram muito mais o hospital e os serviços de saúde e, portanto, os enfermeiros têm de estar preparados para lidar com estas novas realidades”, considera. Associado a isso está também o facto de hoje em dia os utentes permanecerem pouco tempo nos hospitais, o que no entender da enfermeira vem reclamar “cuidados continuados”. “Enquanto antigamente as pessoas eram internadas e só saiam do hospital quando estavam bem, agora só são internadas para fazer uma intervenção cirúrgica e têm alta muito precoce. Logo nos domicílios ainda precisam dos cuidados de enfermagem e o enfermeiro tem de estar preparado para isso. Trata-se de uma adaptação que está a começar a ser feita com a criação dos ‘cuidados continuados’, e que será colocada em prática em vários sítios por onde o doente vai passando”, explica Graça Machado. Outra matéria apresentada na comunicação da enfermeira relaciona-se com o ensino. A OE, segundo afirma, defende um novo modelo de desenvolvimento profissional dado que as realidades de agora diferem daquelas vigentes há duas décadas atrás.“Os estudantes não têm oportunidade de praticar durante a sua fase de formação inicial das técnicas de enfermagem. Assim que chegam às instituições a realidade é que são largados no meio do trabalho muito rapidamente”. Ainda que existam em Portugal mais de meia centena de escolas de enfermagem, Graça Machado considera que o número de profissionais neste sector “não é demasiado alto”, dado que “as necessidades continuam a ser bastantes”. “Existe possibilidade de empregar todos os formados, a questão é que há muita formação em simultâneo. Enquanto houve muitos anos com pouca formação, de um momento para o outro aumentou. Se tivesse sido um processo gradual hoje em dia as coisas estariam mais facilitadas em termos de mercado de trabalho”, conclui. Trabalhos de investigação mantidos na “gaveta”No final da primeira conferência “Enfermagem na Sociedade Actual”, marcada para o dia de abertura das quintas Jornadas de Enfermagem do HSEAH, Graça Machado deixou aos profissionais de saúde alguns pontos para reflexão, entre eles sobre os trabalhos de investigação realizados pelos enfermeiros. Segundo disse, ao invés de os resultados serem aplicados na prática quotidiana permanecem no meio académico. “Os enfermeiros têm feito grande esforço de formação, com custos familiares e económicos. No entanto não têm grande incentivo por parte das organizações, dado que estas como não consideram que eles têm necessidade de fazer doutoramentos não pegam naqueles resultados para investir na prática do dia a dia”, justifica. Já no que concerne ao modelo “enfermeiro de família”, Graça Machado considera que “não seriam precisas mudanças nas estruturas dos centros de saúde para que os enfermeiros pudessem se organizar”, acrescentando que de acordo com o número existente de enfermeiros, uma vez organizados, “poderiam dar resposta a esse modelo”. Formação “banalizada” Manuel Ávila, presidente das Jornadas, teme pela “banalização” da formação. Uma temática que está no centro das atenções das quintas Jornadas.“A formação é neste momento uma temática pertinente dado que existe uma certa desorganização criada há cerca de quatro anos com a proliferação das escolas particulares. Preocupa-me como enfermeiro o excesso de oferta formativa, pois poderá banalizar a formação”, considera. Este aspecto, segundo Manuel Ávila, leva ao excesso de quadros, embora esta não seja uma situação única do sector da enfermagem mas de uma série de licenciaturas. As quintas Jornadas de Enfermagem do HSEAH que começaram ontem e terminam amanhã, no auditório da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, trouxeram à reflexão e ao debate, para além do tema principal “Enfermagem na Sociedade Actual”, os sub-títulos “O Desafio da Formação” e “O Compromisso de uma prática segura e de qualidade”.
A iniciativa que encerra amanhã, sábado, terá como última conferência, pelas 12h30, “O Enfermeiro e o exercício da Cidadania”, da enfermeira Ana Sara Brito, presidente da mesa da assembleia nacional da Ordem dos Enfermeiros e Vereadora da Câmara Municipal de Lisboa.
Sónia Bettencourt


(In A União)

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quinta-feira, maio 08, 2008

Jornadas de enfermagem

A “Enfermagem na Sociedade Actual” servirá de mote à quinta edição das Jornadas de Enfermagem do Hospital de Santo Espírito de Angra do Heroísmo, que decorre de 15 a 17 de Maio, no auditório da Escola Superior de Enfermagem.
Ao longo de três dias enfermeiros, estudantes de Enfermagem e profissionais de saúde irão reflectir, debater e partilhar experiências, sobre a prática da profissão, através de palestras, conferências, comunicações livres e apresentação de posters.
A sessão de abertura das Jornadas terá lugar no dia 15 de Maio, quinta-feira, pelas 09h30, e encerra no sábado seguinte, pelas 13h00.
O evento conta com uma equipa organizadora constituída pelos enfermeiros Manuel Ávila (presidente), Adília Caria, Casimiro Ribeiro, Filipe Rodrigues, Lourenço Pires, Marina Reis, Filomena Candeias, Gilberta Jarroca, José Moniz, Sónia Pedroso e Tânia Martins.

(In A União)

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terça-feira, abril 29, 2008

I Jornadas Científicas de espeleologia

A FPE - Federação Portuguesa de Espeleologia através da sua Comissão Científica, o IPL - Instituto Politécnico de Leiria através da Escola Superior de Tecnologia e Gestão e o NEL - Núcleo de Espeleologia de Leiria como associação espeleológica local, decidiram promover, em regime de co-organização, as I Jornadas Científicas de Espeleologia, sob o tema do Maciço Calcário Estremenho. Este evento visa divulgar as diferentes vertentes científicas e trabalhos de investigação vocacionados para o Maciço Calcário Estremenho, contando com o prestigiado Conselho Científico e Quadro de Colaboradores da Comissão Científica da FPE na condução dos diferentes workshops, saídas de campo e apresentações temáticas devidamente dimensionadas e estruturadas para este fim, cujo público alvo prioritário será a comunidade espeleológica nacional. Está assim criada a possibilidade de se divulgar e aprofundar, junto dos espeleólogos em particular e de todos os interessados em geral, as bases, os modelos e técnicas de investigação das mais diversas ciências afectas à espeleologia, onde se destacam o Ambiente, a Biologia, a Geografia Física, a Geologia, a Geofísica, a Paleontologia, a Arqueologia, a Arqueozoologia, a Física e a respectiva tecnologia de suporte à ciência. Este evento assume-se igualmente como um acontecimento científico de enorme valia, reunindo um conjunto de investigadores, ao mais alto nível. Partindo de questões tão actuais como as mais importantes reservas de água doce disponíveis na Terra, as alterações climáticas e o aquecimento global, especialistas de diferentes Universidades Ibéricas, potenciarão a oportunidade de construção de "pontes" entre as diferentes disciplinas científicas em torno de um melhor conhecimento do "mundo subterrâneo" e dos seus habitantes.

PROGRAMA
Quinta-feira, 1 de Maio de 20080
9.00 - 13.30: Sessões práticasLocal: Centro de Interpretação Ambiental de Leiria.
1. Modelação analógica dos eventos tectónicos em regime frágil (as falhas) envolvidos na Espeleogénese;
2. Modelação analógica nos processos estratigráficos, incluindo a preservação de Pegadas de dinossauro.
13.30 - 15.00: Intervalo para almoço
15.00 - 18.30 Local: Monumento Natural das Pegadas de Dinossauros da Serra de Aire
3. Visita às Pegadas de Dinossauros da Pedreira do GalinhaObservação das pegadas e eventos tectónicos
18.00 - 20.00: Intervalo para jantar
20.00 - 23.00: Cerimónia de AberturaLocal: ESTG - IPL.
4. Modelação analógica na fronteira Geologia / Arqueologia - Modelo do Cabo Sardão (estratigrafia);
5. Arqueologia em Gruta.
Apresentações e enquadramentos científicos pelos Conselheiros e Colaboradores da Comissão Científica da FPE:Paulo Fonseca (C.Cient. FPE; FCUL - LabGExp);
Helena Moita Deus (C.Cient. FPE; FCUL - LabGExp);
Vanda Santos (C.Cient. FPE; MNHN);
Ana Cristina Araújo (IGESPAR,IP; convidada da C.Cient. FPE)
Francisco Almeida (C.Cient. FPE; Bolseiro FCT; IGESPAR,IP)
Sexta-feira, 2 de Maio de 20080
9.00 - 13.30: Sessões práticasSessões práticas (manhã e tarde). Actividades em simultâneo.Locais: Início na ESTG - IPL. As actividades de campo decorrerão no Vale do Lapedo.
6. Campo Arqueológico no Vale do Lapedo;
7. Prospecção Geofísica (utilização de Georadar; GeoEléctrica, Gravimetria e Sloter).
Enquadramento científico:
Fernando Santos (FCUL; C.Cient. FPE),
Francisco Almeida (C.Cient. FPE),Pedro Ferreira (C.Cient. FPE),
Paulo Marques (C.Cient. FPE),
Telmo Pereira (C.Cient. FPE),
João Paulo Plancha (CCient-FPE) e
Manuel Soares (CIES - FPE).
13.30 - 15.00: Intervalo para almoço
15.00 - 18.30 Local: IPL-ESTG (Grande Auditório ESTG Edifício B)
8. Mesas Redondas sobre o Desenvolvimento Sustentável do Maciço.Opções e Impactos: Parques Eólicos; Extracção de Inertes; Curtumes, Turismo Ambiental e Científico; Desenvolvimento Rural.
Oradores convidados:
Galopim de Carvalho (C.Cient. FPE);
Diogo Abreu (FLUL; C.Cient. FPE);
João Joanaz de Melo (FCT/UNL; C.Cient. FPE);
Maria Luísa Rodrigues (Presidente da Associação Portuguesa de Geoturísmo; C.Cient. FPE).
Convidados: ICNB; PNSAC; C.M. Leiria e demais Municípios; Empresas das áreas abordadas.
18.00 - 20.00: Intervalo para jantar
20.00 - 23.00: Cerimónia de AberturaLocal: IPL-ESTG (Grande Auditório ESTG Edifício B)
9. Génese do Maciço Calcário Estremenho;10. Técnicas de Prospecção Geofísica.
Apresentações pelos Conselheiros e Colaboradores da Comissão Científica da FPE:José Carlos Kullberg (FCT-UNL; C.Cient. FPE),
Fernando Santos (FCUL; C.Cient. FPE) e
Manuel Soares (CIES - FPE).
Sábado, 3 de Maio de 20080
9.00: Sessões práticas
11. "Observação de exemplares de fauna cavernícola"Equadradamento: Ana Sofia Reboleira, Pedro Cardoso e Sérgio Henriques12. "Introdução à monitorização de quirópteros cavernícolas"Equadradamento: Ana Raínho e Pedro Alves
13. "A abordagem ao objecto em ilustração científica"Equadradamento: Nuno Farinha
11.00: Comunicações
14. Olímpio Martins (PNSAC - ICNB) - "Se bem me lembro..." (uma abordagem à história da Espeleologia no Maciço Calcário Estremenho);
15. Sérgio Henriques - "Passado, Presente e Futuro dos pseudoescorpiões cavernícolas portugueses (Arachnida, Chelonetida)";
16. Paulo Rodrigues (NALGA, AES) - "Espeleogénese do Algar dos Alecrineiros, Maciço Calcário Estremenho, Portugal";
17. Pedro Cardoso (Dep. Ciências Agrárias - Univ. Açores) - "Anapistula - Protegendo espécies troglóbias europeias de aranhas - O caso de estudo de uma nova espécie de Sinfitognatídeo em Portugal";
18. Ana Sofia Reboleira, Gonçalves, F. (CESAM, Dep. Biologia, Univ. Aveiro) & Serrano, A. (Faculdade de Ciências, Univ, Lisboa) - "Coleópteros (Insecta Coleóptera) cavernícolas do Maciço Calcário Estremenho: biodiversidade e conservação".
13.15 - 14.45: Intervalo para almoço
15.00: Comunicações (continuação)
19. José Manuel Brandão (INETI - CEHFC, Univ. de Évora) - "Grutas turísticas: emoções e património";
20. Luísa Rodrigues & Jorge Palmeirim (Faculdade de Ciências, Univ, Lisboa) - "Migrações de morcegos-de-peluche (Miniopterus schreibersii): quando, para onde e porque migram?";
21. Paulo Borges (Dep. Ciências Agrárias - Universidade dos Açores) - "Biodiversidade das cavidades vulcânicas dos Açores";
22. Maria Luísa Rodrigues (Faculdade de Letras, Univ. Lisboa) - "Contributos para a classificação de formas cársicas superficiais. A tipologia dos lapiás";23. Marta Moreno & Carlos Pimenta - "Conservação e recuperação de restos arqueofaunísticos de vertebrados em grutas";
Break 10'24.
Carlos Fiolhais (Faculdade de Ciências, Univ. Coimbra) - "Eles vêem com os ouvidos";
25. Vicente Ortuño, Gonzalo Pérez Suárez (Dep. Zoología y Antropología Física. - F. Biología. Univ. Alcalá de Henares, Madrid) & Alberto Sendra (Museu Valencià d'Història Natural) - "La bioespeleología en España";
26. Olivier Vidal & Jean Michel Aubin (Federação Espeleológica da União Europeia) - "A Federação Espeleológica da União Europeia e o próximo Congresso Europeu - VERCORS 2008";
27. Carlos Neves (ESTG - IPL) - "Carsoscópio. Centro de Ciência Viva do Alviela".Moderadores das Sessões:Gabriel Mendes (Presidente da C.Cient. FPE), Lúcio Cunha (FLUC; C.Cient. FPE), Diogo Abreu (FLUL; C.Cient. FPE)
19.45: Entrega dos Prémios do Concurso Fotográfico.
20.00: Jantar de Honra (requer inscrição prévia)Variedade à escolha: prato de carne, peixe, vegetariano, saladas e doces.
Speleo NightDomingo, 4 de Maio de 20080
9.00 - 13.30: Magical Mystery Tour
13.30 - 15.00: Magical Mystery Lunch (almoço volante, requer inscrição prévia)14.45 - 17.30: Magical Mystery Tour.


(In Ciências Físicas e Naturais)

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segunda-feira, abril 07, 2008

I Jornadas Açorianas de Gado Bravo



10 de Abril - Quinta-feira

14:30 – Entrega de documentação
15:00 – Sessão de Abertura das I Jornadas Açorianas de Gado Bravo.
15:30 – Sistemas de Exploração e Maneio de Gado BravoDr. António Brito Paes – Médico Veterinário.
16:00 – Equilíbrio Mineral na Alimentação do Gado BravoDr. Carlos Pinto – Médico Veterinário do Serviço de Desenvolvimento Agrário de S. Miguel/SRAF.
16:30 – Pausa para café16:45 – Reprodução e Sanidade na Ganadaria BravaDr. Vasco Brito Paes – Médico Veterinário.
17:00 – Base Hereditária dos Caracteres de Comportamento de Interesse no Touro de Lide: A Sua Melhoria GenéticaProf. Doutor Javier Cañón – Laboratório de Genética. Faculdade de Veterinária. Universidade Complutense de Madrid (Espanha).
17:30 – Debate18:00 – Pausa para café18:15 – Mesa Redonda - Selecção do Toiro Bravo e do Cavalo Face ao Toureio Actual:- Moderador – Tertúlia Tauromáquica Terceirense- Matador - Vítor Mendes- Cavaleiro - Rui Salvador- Ganadeiro da Ilha Terceira - José Baldaya- Ganadeiro do Alentejo - Dr. António Brito Paes- Forcado - Adalberto Belerique.
20:00 – Jantar.

11 de Abril - Sexta-feira

9:00 – Contributos para a melhoria do conforto térmico e do bem-estar do toiro, durante a tourada à corda Eng.ª Susana Ferreira – Finalista do Curso de Engenharia Zootécnica do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.
9:20 - Panorama do Toiro Bravo em Portugal Dr. Vasco Lucas – Secretário Técnico do Livro Genealógico Portuguêsda Raça Brava de Lide.
9:45 – Debate.
10:00 – Pausa para café.
10:15 – Rota do Toiro – Visita ao interior da Ilha Terceira, com a participação da Delegação de Turismo da Ilha Terceira.
13:30 - Almoço a campo Parque Campestre do Pico da Bagacina – Direcção Regional do Desenvolvimento Agrário.
18:30 – Inauguração Oficial da Semana do Cavalo e do Toiro.
(In Rabo Torto)

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quarta-feira, março 26, 2008

“Lavradores não podem pôr fora investimento na melhoria genética”

É esta a reacção do presidente da Associação Agrícola da Ilha Terceira (AAIT) às opiniões (ver texto abaixo) que defendem o regresso a vacas de produção leiteira menor, assente numa alimentação à base de erva e silagem. Paulo Simões, em declarações ao DI, admite que essas opiniões são válidas, mas que a realidade concreta nem sempre se coaduna com a teoria, “por mais correcta que ela seja”.“Temos, neste momento, gado Holstein-frísia que ganha prémios nas feiras nacionais. O melhoramento genético que foi feito no arquipélago tem provado o seu valor. Esse trabalho levou anos e não pode ser desaproveitado”, sublinha. “Os lavradores não estão alheios aos problemas actuais. E, todos os dias, fazem contas à vida. Nos últimos anos, investiram muito no melhoramento genético dos seus animais. E esse trabalho não pode ser deitado fora de um momento para o outro. Por exemplo, podemos rentabilizar esse melhoramento através da exportação de novilhas prenhas. Neste momento, os índices de brucelose ainda não nos permitem isso, mas acredito que dentro de um a dois anos, a Terceira poderá exportar este gado, cuja qualidade genética é reconhecida nacionalmente”, assume Paulo Simões. “Mas a questão central é que não há uma solução genérica, cada caso é um caso”, alega o responsável. Paulo Simões assume que uma das soluções para que os produtores de leite consigam enfrentar a crise resultante da subida do preço dos concentrados poderá ser a redução do encabeçamento.“Uns terão de o fazer. Outros conseguem pagar os concentrados, porque a produção das suas vacas paga a ração que consomem. Há explorações onde isso é possível”, refere.“Há lavradores, por exemplo, que têm vindo a realizar cruzamentos entre gado Holstein-frísia e Jersey, conseguindo animais mais pequenos, que consomem menos – produzindo menos também – mas que asseguram uma produção boa”, exemplifica o presidente da AAIT.“O importante é que o lavrador tenha acesso à informação e ao conhecimento que vai surgindo. Esses dados são fundamentais para as suas decisões. Tem havido colaboração entre quem produz conhecimento e quem produz leite, mas entendo que deveria haver mais”, reflecte.Paulo Simões assume que, nessa linha de pensamento, a AAIT pondera a realização das jornadas de Ciências Agrárias, em parceria com a Universidade dos Açores, este ano.“Realizamos esse evento e penso ser altura de o retomar”, sublinha.

(In Diário Insular)

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quinta-feira, fevereiro 28, 2008

1ªs Jornadas Agrícolas da Praia da Vitória

JORNADAS AGRICOLAS DA PRAIA DA VITÓRIA

Desenrolam-se, de 29 de Fevereiro a 02 de Março 2008, as 1as Jornadas Agrícolas da Praia da Vitória, tendo como espaço anfitrião a Sociedade Filarmónica Espírito Santo da Agualva.
Este evento é organizado pelo Município da Praia da Vitória, tendo como parceiros a Secretaria Regional de Agricultura e Florestas, Associação Agrícola da Ilha Terceira e a Associação de Jovens Agricultores da Terceira.
Do programa constam as seguintes Actividades e Oradores:
29 Fevereiro > Sexta-Feira
19H30 – Entrega de documentação
20H00 – Sessão de abertura: Presidente da AJAT; Presidente da AAIT; Director Regional do Desenvolvimento Agrário; Presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória.

A Exploração Agrícola ideal para os Açores no contexto actual da PAC

20H30 – Dr. Virgílio Oliveira, Presidente da Federação Agrícola dos Açores.
21H00 – Professor Doutor José Estevam Matos, Departamento do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.
21H30 – Eng.º Telma Valente, Resíduos Sólidos Agrícolas – Praia Ambiente, EM.
22H00 – Debate.

01 de Março > Sábado

Health Check da PAC e suas implicações para os Açores

10H30 – Dr. Paulo Casaca, Deputado Parlamento Europeu
11H00 – Dr. Duarte Freitas, Deputado Parlamento Europeu
11H30 – Dr. Capoulas Santos, Deputado Parlamento Europeu
12H00 – Debate
12H30 – Almoço Volante

Os mercados da Carne e do Leite

20H30 – Eng.º Jerónimo Pinto, Companhia das Lezírias - O Mercado Mundial da Carne
21H30 – Dr. Pedro Pimentel, ANIL - O Mercado Mundial do Leite
22H30 – Debate

02 Março > Domingo

PRORURAL – Novo Quadro Comunitário de Apoio

10H30 – Eng.ª Fátima Amorim, Directora Regional dos Assuntos Comunitários da Agricultura
11H15 – Eng.º Carlos Duarte Oliveira, Direcção Regional de Agricultura do Norte
12H00 – Debate
12H30 – Sessão de Encerramento com a presença do Senhor Secretário Regional da Agricultura e Florestas
13H00 – Almoço de encerramento.

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