quarta-feira, julho 22, 2009

Na teia das aranhas

Vivem em Portugal as espécies mais pequena e maior da Europa.


Regularmente circulam na Internet alertas sobre mordeduras de perigosas aranhas. Algumas dessas mensagens relatam casos alegadamente ocorridos em Portugal. No Terra Alerta de hoje, acompanhámos um dia de trabalho de um biólogo que se especializou em aracnídeos e ficámos a saber mais sobre estes animais.
Antes de entrar na gruta à procura de aranhas, o biólogo Pedro Cardoso veste o fato de espeleologia. A indumentária é aconselhável por ser mais confortável e evitar sujar outra roupa. Já o uso do capacete é obrigatório para o proteger da queda de pedras e também de possíveis cabeçadas em zonas mais baixas das grutas. Acompanhado por quatro elementos do Núcleo de Espeleologia da Costa Azul (NECA), Pedro Cardoso, actualmente a desenvolver investigação na Universidade dos Açores, volta à gruta do Fumo na zona da Arrábida onde, em 2005, encontrou por acaso uma nova espécie de aranha cavernícola para a Ciência. À primeira vista, poderia ser um juvenil, devido ao meio milímetro de tamanho, mas era um adulto do género Anapistula. "É a mais pequena aranha da Europa e uma das mais pequenas do mundo", garante o investigador.Este minúsculo ser, que actualmente só vive em grutas, poderá ter tido um passado à superfície, há muitos milhares de anos. A hipótese que o biólogo coloca é que "andaria pela superfície quando havia florestas tropicais nesta zona, entretanto o clima mudou e a espécie refugiou-se nas grutas e por cá ficou". Por enquanto, nas 3 grutas do sistema do Frade (Fumo, Utopia e Coelho) onde foi detectada a nova espécie só se encontraram aranhas fêmea. "Pode ser uma espécie que se reproduz sem macho”, explica. Três anos depois da descoberta, e de muito trabalho de campo e de laboratório, o biólogo português esteve na Dinamarca, onde fez um pós-doutoramento no Museu de História Natural e Centro de Macroecologia da Universidade de Copenhaga, para escrever o artigo científico em que descreve a espécie. Pedro Cardoso sublinha o facto das pequenas aranhas, recentemente descobertas, já estarem ameaçadas de acordo com os critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza. A área de distribuição é extremamente reduzida e está em regressão devido ao trabalho das pedreiras que existem na Arrábida. Em Portugal, a legislação não protege aracnídeos, com uma excepção: a maior aranha da Europa, conhecida do sul de Espanha e que afinal também vive no nosso país. "No ano passado, encontrámos nas serras algarvias a Macrothele calpeiana, a única espécie que está listada na Directiva Habitats”, conta Pedro. O tamanho mete respeito, mas o biólogo garante que não é perigosa. "O mais perigoso que temos é a Loxosceles e a Viúva-negra mediterrânica que também não causa grandes problemas, para além da dor e desconforto temporário". A informação contradiz mensagens que circulam na Internet sobre mordeduras graves. Uma delas relata os efeitos duma ferradela de uma suposta Armadeira, em Monte Gordo. Contudo, a fotografia que acompanha o e-mail não é de uma Armadeira brasileira mas de uma Loxosceles, comum no Alentejo. Em todo o mundo, calcula-se que existam cerca de 36 mil espécies de aranhas. Na Austrália e no Brasil, por exemplo, há espécies capazes de matar um ser humano, mas em Portugal não. Pedro Cardoso salienta o papel positivo das aranhas no controlo de pragas de insectos e até aconselha quem não queira ter mosquitos em casa a não limpar teias de aranha.

(in SIC Online)

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quarta-feira, junho 24, 2009

Imagens de Pedro Cardoso disponíveis no Portal da Biodiversidade dos Açores

Imagens de Pedro Cardoso, sobre biodiversidade açoriana estão disponíveis no Portal. Univ. Açores, Angra do Heroísmo. http://www.ennor.org http://naturgrafia.blogspot.com/.



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sexta-feira, março 06, 2009

Universidade estuda alteração do uso do solo

O Grupo de Biodiversidade da Universidade dos Açores vai estudar as consequências da alteração do uso do solo, nas últimas décadas, para a flora e fauna da região. O projecto é coordenado por Paulo Borges e Pedro Cardoso e financiado pela Direcção Regional da Ciência e Tecnologia. Segundo Paulo Borges, o objectivo deste projecto é “tentar perceber em que medida é que as alterações feitas no solo, nas últimas décadas, estão a criar impacto na distribuição das espécies endémicas nos Açores”. De acordo com o professor da Universidade dos Açores, a investigação vai tentar apurar “se as espécies endémicas conseguem sobreviver fora da floresta natural”. A investigação vai centrar-se em artrópodes (centopeias, aranhas, insectos) e em plantas vasculares (fetos, gimnospérmicas, angiospérmicas), uma vez que a universidade já dispõe de documentação sobre estas espécies. Os trabalhos de investigação decorrem nas ilhas Santa Maria, Faial e Flores. A recolha de amostras será feita nos meses de Maio, Junho e Julho. Os investigadores vão recolher espécies em diferentes habitats, para que possa ser feita uma comparação.Após a amostragem, a equipa deverá analisar as espécies e caso encontrem artrópodes ou plantas vasculares em risco, estas serão alvo de relatórios mais detalhados, de forma a que se possam tomar medidas no sentido de controlar a situação, através de um controle de espécies invasoras, por exemplo. A escolha das ilhas teve por base a existência de “informação detalhada” sobre a flora das três ilhas, fruto do trabalho de doutoramento de Hanno Schaefer, professor alemão.
RESULTADOS ANTERIORES

Este tipo de projecto não é inédito nos Açores. Entre 1999 e 2005, Paulo Borges coordenou um plano semelhante, o BALA, ou Biodiversidade dos Artrópodes da Laurisilva dos Açores. O projecto englobou várias ilhas, no entanto a ilha Terceira teve um tratamento mais exaustivo. O BALA centrou-se apenas nas florestas naturais da região, mas traduziu “bons resultados”, na opinião do investigador. Do projecto resultaram vários relatórios com propostas de criação de áreas protegidas. As sugestões foram seguidas pelo Governo Regional nas Fontinhas e na Matela, na ilha Terceira; no Pico Alto, em Santa Maria e na Atalhada, em São Miguel.

(In Diário Insular)

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terça-feira, março 03, 2009

Actividades desenvolvidas pelo Serviço Educativo do Museu de Angra do Heroísmo

O Serviço Educativo do Museu de Angra do Heroísmo mantém um conjunto de actividades direccionadas para o público em idade escolar, através das quais se pretende estimular uma aproximação crítica e criativa às exposições temporárias e de longa duração, patentes nesta instituição, bem como promover o aperfeiçoamento da sensibilidade artística e o gosto pelo património cultural.
Assim, durante os dois primeiros meses de 2009, teve lugar o ateliê de artes decorativas Assentar o Verso, em que se reciclaram cadeiras, recorrendo a técnicas de decoupáge e usando reproduções de obras que integraram a exposição O Desenho na Colecção Privada de Natália Correia. Na actividade, participaram cerca de uma centena de alunos. Paralelamente, a turma 7.º 5 da Escola Básica e Secundária Tomás de Borba, orientada pela professora Lurdes Deodato, usou botões para recriar a Árvore da Vida de Klimt, elaborando um painel de grande impacto visual.
Depois de visitarem a exposição de fotografia Açores: do Fogo à Floresta, da autoria de Pedro Cardoso do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, 40 meninos da Escola Básica Irmãos Goulart, das Fontinhas, usaram esponja, tintas e dedos para criar imagens em que o negro e vermelho das lavas iniciais vão progressivamente dando lugar ao verde amarelado dos mofedos insulares. Em Janeiro, decorreu uma aula aberta sobre moeda, leccionada pelo conservador deste Museu Lic. Maduro Dias. Na mesma, duas turmas do 10º ano, da Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade, tiveram oportunidade de manusear moedas de diferentes proveniências e materiais. Na mostra, deu-se particular destaque às moedas cunhadas nos Açores, que integram o acervo do Museu de Angra do Heroísmo, e em especial ao «Real d’Angra», uma raríssima moeda de cobre mandada cunhar por D. António, nesta cidade, e da qual se conhecem apenas 5 exemplares. Os alunos puderam ainda ver de perto as pequenas taras indianas, os exóticos larins, as enormes cruzetas angolanas e moedas tão lendárias como o dobrão de ouro e o 8 reais que, nos séculos XVIII / XIX, circulava por todo o mundo. Algumas destas moedas pertencem a coleccionadores particulares que as cederam para o evento.
(In News Letter do Museu de Angra do Heroísmo)

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sábado, fevereiro 21, 2009

Equipa Naturdata

O naturdata conta com equipas de especialistas para garantir o maior rigor na informação disponibilizada. Estas equipas estão organizadas por ordens de organismos e são compostas de um responsável e vários colaboradores. Actualmente, os colaboradores Naturdata são os seguintes:
Ricardo Ramos da Silva
Licenciado em Biologia pela Universidade de Évora. Autor de vários artigos científicos publicados nas áreas de ecologia, aracnologia e micologia. Responsável pelo projecto Naturdata. Colaborador científico Naturdata para a Ordem Araneae (Aranhas). Colaborador para os grupos de Répteis, Escorpiões e Solífugos.
Pedro Cardoso
Doutorado em Biologia (Ecologia e Biossistemática) pela Faculdade de Ciências da Univ. de Lisboa. Licenciado em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Pós-Doutoramentos pela Universidade dos Açores e Universidade de Copenhaga. Autor de vários artigos científicos publicados nas áreas de ecologia e aracnologia. Responsável científico pela Ordem Araneae (Aranhas).
Celeste Silva
Doutorada em Biologia pela Universidade de Évora. Licenciada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Autora de vários artigos científicos publicados nas áreas de ecofisiologia vegetal e micologia. Responsável científica pelos Macrofungos.
Amália Oliveira
Mestre em Gestão de Recursos Biológicos pela Universidade de Évora. Licenciada em Biologia pela Universidade Estatal de Moscovo, reconhecida pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Autora de vários artigos científicos publicados nas áreas de ecologia e entomologia. Responsável científica pela Família Carabidae (Carabídeos)
Liliana Vinagre
Mestre em Biologia de Pragas e Doenças de Plantas pela Universidade de Évora. Licenciada em Biologia pela Universidade de Évora. Autora de vários artigos científicos publicados na área de luta biológica. Responsável científica pela Ordem Hypocreales (Fungos).
Jorge Almeida
Licenciado em Ensino de Biologia e Geologia pela Universidade de Aveiro. Autor de artigos científicos publicados na área da entomologia. Responsável científico pela Ordem Diptera (Moscas, Melgas e Mosquitos). Colaborador para a ordem Neuroptera (Formigas-leão, Crisopas).
Eduardo Marabuto
Licenciado em Biologia Ambiental variante Terrestre pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Autor de vários artigos científicos publicados na área de entomologia. Com formação em Conservação e Fotografia de Natureza. Responsável científico para a Ordem Lepidoptera (Borboletas e Traças)
Luís Crespo
Licenciado em Biologia pela Universidade de Coímbra. Autor de vários artigos científicos publicados nas áreas de ecologia e aracnologia. Colaborador científico Naturdata para a ordem Araneae (Aranhas).
Rogério Louro
Licenciado em Biologia pela Universidade de Évora. Autor de vários artigos científicos publicados na área da micologia. Colaborador científico na área da Micologia.
Pedro Pires
Licenciado em Cardiopneumologia pela Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coímbra. Autor de vários artigos científicos publicados na área da entomologia. Com formação de guia de Natureza.Colaborador científico Naturdata para a Ordem Lepidoptera (Borboletas e Traças).
Sérgio Henriques
Licenciado em Biologia pela Universidade de Évora. Autor de artigos científicos publicados na área da ecologia.Colaborador para as Ordens Pseudoscorpionida (Pseudo-escorpiões), Solifugae (Solífugos) e Ixodida (Carraças).Colaborador de campo Naturdata para a ordem Araneae (Aranhas)
Mário Mota Ferreira
Licenciado em Biologia pela Universidade de Évora. Colborador para a Classe dos Anfíbios

(In Naturdta)

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quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Do Fogo à Floresta

A história natural dos Açores, desde a erupção das ilhas pela força dos vulcões até à explosão de vida na floresta natural, é contada em fotografia por Pedro Cardoso. Para ver no Observatório do Ambiente (antigo mercado de peixe) e no Museu de Angra do Heroísmo, até 29 de Março.

“Açores: do Fogo à Floresta” é uma exposição de fotografia, mas também uma história – a história natural dos Açores, desde os vulcões até à colonização das ilhas por diversos organismos. Em cada imagem, a objectiva do biólogo Pedro Cardoso conta uma parte da evolução num mundo que começa com rocha e mar. Os seres vivos dispersam e chegam às ilhas onde, ao longo de gerações, vão-se adaptando e formando novas espécies. A complexidade aumenta até chegarmos ao que tem sido apelidado de “floresta tropical temperada”, a Laurissilva. A mostra resulta de uma colaboração entre o Centro de Ciência e o Museu de Angra do Heroísmo. Nos dois espaços observa-se a mesma história, num conjunto complementar de 50 fotografias (25 em cada um). Doutorado em Ecologia e Biossistémica pela Universidade de Lisboa, Pedro Cardoso desenvolve investigação há mais de 10 anos nas áreas da Ecologia, Conservação, Biogeografia e Taxonomia de aracnídeos. É actualmente investigador no Museu de História Natural do Smithsonian, nos Estados Unidos da América, e na Universidade dos Açores. Para além de outros interesses, como espeleologia, montanhismo e BTT, tem dedicado muito do seu tempo livre à fotografia de natureza. Está neste momento a preparar um livro maioritariamente de fotografia para o público em geral sobre a paisagem, fauna e flora dos Açores, com o apoio do Centro de Investigação de Tecnologias Agrárias dos Açores, do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores. A exposição agora patente ao público permite uma antevisão da obra, que terá chancela da VerAçor. “Será um retrato natural dos Açores, mais especificamente sobre os seus habitats terrestres - as florestas, as pastagens, as grutas… -, que se encontram muito mal divulgados”, explica o biólogo. As fotografias de Pedro Cardoso serão acompanhadas de textos de investigadores da universidade açoriana, como Clara Gaspar, Paulo Borges, Rosalina Gabriel, Frias Martins e Victor Hugo Forjaz.

Investigador do mundo

Natural de Lisboa, Pedro Cardoso chegou aos Açores em 2008, onde desenvolve investigação no Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores sobre a conservação da fauna e da flora endémicas, no âmbito de um pós-doutoramento apoiado pela direcção regional da Ciência e Tecnologia. Antes, realizou na Universidade de Copenhaga, na Dinamarca, um trabalho de investigação sobre a sua área de especialidade – as aranhas. Em Abril, parte para Washington DC, nos Estados Unidos da América, para estudar as espécies invertebradas em risco de extinção, no Museu de História Natural do Smithsonian. “Tenho-me dedicado sobretudo à conservação e biogeografia, ou seja, à identificação dos locais onde se encontram as espécies e a melhor maneira de as conservar”, sublinha. Na ilha Terceira, debruça-se neste momento sobre as consequências das mudanças no solo para a fauna e flora açorianas. “No início, as ilhas estavam completamente cobertas de floresta natural, cujo melhor exemplo disso é a Caldeira da Serra de Santa Bárbara. Mais tarde, a desflorestação para a realização de pastagens e a introdução da cliptoméria ou do eucalipto trouxeram consequências para as espécies endémicas”, refere o biólogo, para quem é “importante saber quais as que se perderam e as que se ganharam e o que aconteceu à comunidade”. No Smithsonian, o objectivo será a definição de um protocolo sobre as espécies invertebradas prioritárias. “Muita coisa tem sido feita com os vertebrados, mas quanto aos insectos não se sabe quase nada e não há listas de espécies em perigo”, diz, salientando que, com a publicação da obra “As 100 espécies prioritárias da Macaronésia” pela Universidade dos Açores, a Região posicionou-se, nesta área, “muito à frente do continente português e da maior parte dos países europeus, que não tem uma lista tão completa”.
Imagens que falam

Autodidacta, Pedro Cardoso utiliza a fotografia como uma forma de complementar o seu trabalho enquanto investigador. “Comecei a tirar fotografias de aranhas e depois todo o tipo de fotografia da natureza”, conta. Mas, para além de ilustrar o trabalho científico, a fotografia é também, no seu entender, uma forma de dar a conhecer ao público em geral quais são e onde estão as espécies em risco. “Se as pessoas nunca viram por que vão querer conservar”, questiona. É este igualmente o objectivo da sua primeira exposição de fotografia. “Através da imagem, é possível compreender porque se investe dinheiro para conservar determinada espécie ou habitat e a própria investigação”, sustenta. E acrescenta: “A fotografia permite contar uma história de uma maneira que prende mais facilmente a atenção, ao mesmo tempo que passa uma mensagem científica”. Depois da Terceira, a exposição “Açores: do Fogo à Floresta” deverá percorrer as restantes oito ilhas do arquipélago.
(In DI-Revista)

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sexta-feira, janeiro 23, 2009

Exposição de fotografia do património natural dos Açores

O Centro de Ciência de Angra do Heroísmo (Observatório do Ambiente) realiza o evento intitulado: "Exposição de fotografia de Natureza" no Centro de Ciência e Museu de Angra do Heroísmo. Uma outra visão dos Açores, que o vai surpreender
Entre 20 de Janeiro e 29 de Março vai estar patente no Centro de Ciência de Angra do Heroísmo (Observatório do Ambiente, antigo mercado de peixe) e no Museu de Angra do Heroísmo (Sala de Dacosta) uma exposição de fotografia intitulada "Açores: do FOGO à FLORESTA" do biólogo e fotógrafo Pedro Cardoso do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores. As fotografias, de aguçado detalhe, convidam o público a um olhar mais atento da riqueza natural do arquipélago. Em cada espaço, conta-se a história do surgimento e evolução da vida nos Açores, com um conjunto de fotografias diferentes. Um projecto apoiado pelo Centro de Investigação de Tecnologias Agrárias dos Açores e pela Direcção Regional da Ciência e Tecnologia.
No CCAH (entrada pelo piso superior), de Terça a Sábado das 10h às 17h, ao Domingo das 13h às 18h. No MAH (Sala Dacosta), de Terça a Sexta das 9h30 às 17h, ao Sábado e Domingo das 14h às 17h.

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quarta-feira, dezembro 31, 2008

Projectos aprovados pela Direcção Regional da Ciência e Tecnologia

A Direcção Regional da Ciência e Tecnologia aprovou, em 2008, os projectos seguintes do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores:

M2.1.2/F/028/2008 - Valorização dos produtos lácteos dos Açores – Bioactividade, sob a responsabilidade do Professor Oldemiro Aguiar do Rego do Centro de Investigação e Tecnologias Agrárias dos Açores (CITA-A).

M2.1.2/I/027/2008- Identificação Molecular de Microrganismos com interesse biotecnológico de Produtos Açorianos sob a responsabilidade dp Professor José Estevam da Silveira Matos do Centro de Biotecnologia dos Açores (CBA).

M2.1.2/F/022/2008 -Variação do perfil dos ácidos gordos de embriões bovinos produzidos in vitro/in vivo e seu efeito na sua qualidade e na actividade metabólica após criopreservação, sob a responsabilidade do Professor Joaquim Moreira da Silva do Centro de Investigação e Tecnologias Agrárias dos Açores (CITA-A).

M2.1.2/F/021/2008 - Valorização dos produtos lácteos dos Açores – Bioactividade sob a responsabilidade do Professor Oldemiro Rego, do Centro de Investigação e Tecnologias Agrárias dos Açores (CITA-A).

M2.1.2/I/003/2008 - Consequências das alterações de uso de solo na fauna de artrópodes dos Açores - Objectivo 2010, sob a responsabilidade do Doutor Pedro Miguel Bondoso Cardoso do Centro de Investigação e Tecnologias Agrárias dos Açores (CITA-A).

M2.1.2/I/007/2008 - Perspectivas sobre o mar e a vida marinha: Cetáceos e turismo nos Açores, Portugal e Newfoundland, Canadá sob a responsabilidade da Doutora Alison Neilson do Centro de Investigação e Tecnologias Agrárias dos Açores (CITA-A).

M2.1.2/I/012/2008 - Isolamento de sequencias analogas a genes de resistência em Olea europea sob a responsabilidade da Doutora Iris Foroni do Centro de Biotecnologia dos Açores (CBA).

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quinta-feira, julho 24, 2008

Empresas Açorianas na área da microbiologia precisam-se

Para os Açores, a produção de bactérias pode representar um negócio muito lucrativo.
Afinal, não é novidade. Existem pequenas ilhas no Pacífico que já o fazem e nem se está a falar de uma indústria poluidora. “Pode dar origem ao que se chama ‘spin-offs’, empresas que se podem dedicar ao crescimento de bactérias que produzem substâncias úteis para fazer antibióticos ou outros produtos, e à sua exportação”, explica adiantando que “todos os resíduos têm de ser despoluídos antes de serem lançados fora. Nenhuma empresa é licenciada sem ter métodos
de contenção”. Os cuidados de contenção dos microrganismos são importantes.
“As bactérias podem ser benéficas nas grutas, mas fora tornarem-se invasoras. Isso vê-se a nível macro. A hortênsia é muito gira, mas está-se a tornar invasora, a roca-de-velha também. Há zonas do interior da ilha que parecem campos cultivados”, alerta. O equilíbrio das próprias grutas pode estar em risco. Lurdes Enes espera que a investigação em colaboração com a Universidade do México venha a abrir caminho para a sua protecção.

“Com este trabalho os ‘Montanheiros’ poderão propor acções de protecção das grutas ao Governo Regional ou a outras entidades de direito”, diz, olhando para Pardal, o membro da associação de exploração espeleológica que tem guiado o grupo pelas grutas da ilha.
É Pardal (Fernando Pereira) que fala de algumas situações mais preocupantes. “Com a gruta do Carvão, em São Miguel, tiveram de mudar os esgotos da cidade para não prejudicar o espaço, mas ainda hoje as pessoas colocam lixo lá e há até uma ‘tia’ que tem o tubo da máquina de lavar directamente para a gruta. Também aqui, no Porto Martins, existe a gruta da Madre de Deus, em relação à qual é preciso ter cuidado, e a câmara tem tido isso em conta, porque se está a falar de uma zona em que existe perigo para as próprias casa que posam ser construídas”. Os conselhos para conservar as grutas são simples, mas muitas vezes esquecidos. “As pessoas não devem comer, beber, fumar, usá-las como casa de banho, deitar lixo. Não devem alterar seja o que for, trazer rochas ou pedacinhos da parede, escrever nas paredes como os dedos ou seja lá como for. Para além disso há que considerar a zona circundante da gruta. Se houver fertilizações azotadas abundantes, o azoto vai entrar lá para dentro e fazer crescer outro tipo de bactérias que não as nativas. Vai perturbar o equilíbrio. Não se deve fazer construções em zonas que prejudiquem as
grutas ou usá-las como fossas sépticas”, adianta Lurdes Enes, que, ao longo dos próximos três anos, deverá explorar cerca de 10 por cento das grutas dos Açores. Dois mil e nove é o ano do Pico, uma ilha muito interessante, sobretudo devido à elevada prevalência de espécies endémicas. “Será interessante ver se esse endemismo também existe nas bactérias”. Por enquanto, Lurdes Enes vai frisando que as grutas são para proteger. Afinal, está-se a falar não só de locais muitas vezes de rara beleza, mas que encerram pequenos tesouros subterrâneos. Bactérias que podem servir para criar antibióticos, enzimas para detergentes e substâncias para outras indústrias, e até ser preciosas no combate a alguns tipos de cancro. É verdade.
As bactérias são valiosas.

* Todas as fotografias são propriedade de Kenneth Ingham. Estas fotografias podem ser usadas gratuitamente para publicações cientificas, palestras, iniciativas sem fim lucrativos com vista à conservação das grutas, e para trabalhos sem fins lucrativos que directamente beneficiem a organização responsável pelas grutas íncluidas nesta reportagem . Assistência por: Airidas Dapkevicius, Pedro Cardoso. Outros participantes: Diana Northup, Jennifer (Jenny) Hathaway, Félix Rodrigues, Fernando Pereira, Maria de Lurdes Nunes Enes Dapkevicius, Ana Rita Varela.
(In DI - Revista)

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sexta-feira, julho 04, 2008

Bactérias das grutas açorianas

Investigadores da Universidade dos Açores isolaram um micro-organismo com propriedades antibióticas.
foi no âmbito de um projecto de investigação da biodiversidade em grutas vulcânicas.

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quinta-feira, maio 15, 2008

Amigos dos Açores apoiam Projecto “EDUCAR PARA A ENERGIA”

O dia 3 de Maio, Dia do Sol, foi o escolhido pela equipa que vai implementar o projecto para fazer a primeira apresentação pública do mesmo.
A constituição da equipa é a seguinte:
- Cláudia Tavares - professora do 1º Ciclo do Ensino Básico da Escola Básica Integrada de Rabo de Peixe
- Helena Primo – professora do 2º Ciclo do Ensino Básico da Escola Básica Integrada Canto da Maia
- Teófilo Braga – professor do 3º Ciclo e Ensino Secundário da Escola Secundária das Laranjeiras
- Veríssimo Borges – empresário
Esta equipa é coordenada cientificamente pelo Prof. Doutor António Félix Rodrigues e pelo Prof. Doutor Pedro González, da Universidade dos Açores.
Apresentação
A produção/consumo de energia é um factor indispensável para a vida das sociedades industrializadas, mas é também responsável pela degradação ambiental. Conscientes deste facto, no âmbito da disciplina de Projectos de Intervenção Ambiental, do mestrado de Educação Ambiental da Universidade dos Açores, um grupo de alunos decidiu apresentar um projecto de intervenção com vista a tentar colmatar algumas lacunas na área da Educação para a Energia.
O Cenário Actual
A energia é um recurso indispensável para a vida, ao bem-estar dos cidadãos e ao desenvolvimento socioeconómico, de todas as sociedades, sendo de realçar o facto de ter ocorrido um crescimento exponencial do consumo de energia total e por pessoa desde os primeiros tempos da sociedade industrial até aos nossos dias. Mas, para além de um recurso indispensável ao desenvolvimento socioeconómico, a energia é também um forte factor de pressão ambiental.
Ao longo das últimas décadas, a utilização racional dos recursos naturais e a preservação da qualidade do ambiente assumiram-se como preocupações fundamentais nas políticas de desenvolvimento sustentável de todas as regiões, inclusive da Região Autónoma dos Açores, com especial ênfase no que se refere à produção de energia.
Não existe, de forma sistematizada e em linguagem acessível, informação sobre a história e a situação actual do aproveitamento das energias renováveis no arquipélago dos Açores. Os mesmos autores referem que os manuais escolares adoptados nos Açores, sendo de âmbito nacional, não contêm referências pormenorizadas à realidade local.
Por outro lado, embora os conteúdos programáticos do ensino básico e ensino secundário, já abordem as aplicações das energias renováveis e apresentem recomendações para o uso eficiente de energia, não evidenciam a complementaridade disciplinar, nem exploram suficientemente actividades em contexto de projecto escolar ou clube de ciência (não formal). Não tem existido formação contínua com vista ao desenvolvimento de competências científicas por parte de todos os professores, nomeadamente dos do primeiro ciclo do ensino - básico. Esta situação é preocupante quando tudo leva a crer que a maioria destes professores é oriunda do então designado agrupamento 4 (Humanísticas). Com efeito, num levantamento efectuado no ano lectivo 1999/2000 chegou-se à conclusão que a percentagem de alunos que estava a frequentar o Curso de “Ensino Básico- 1º Ciclo” que não tinha frequentado no secundário disciplinas na área das ciências era de 88,8%.
Por último, tal como acontece a nível nacional, nos Açores há um atraso por parte da sociedade em despertar para o potencial de aplicação das energias renováveis.
Objectivos
São objectivos do projecto:
- Transmitir e consolidar ideias fundamentais relativas ao enquadramento do sector energético mundial, europeu, nacional e regional, num contexto de políticas, bem como de conceitos científicos fundamentais à sua correcta interpretação; - Sensibilizar para a necessidade de se racionalizar os consumos de energia, com principal enfoque para a redução dos consumos de energia eléctrica. - Enquadrar as noções transmitidas na perspectiva ambiental, social e económica. - Transmitir a noção da responsabilidade colectiva, objectivando a racionalização de consumos energéticos, onde se enquadra a redução dos consumos de energia eléctrica. Produtos/Acções
De entre os produtos/acções destacam-se:
- Folheto de apresentação do projecto;
- Acções de sensibilização para professores;
- Criação de material didáctico para alunos (fichas de trabalho, jogo da energia, guia de auditoria energética, simuladores de poupança de energia, etc.);
- Minuto energético verde (conselhos sobre eficiência energética) a propor a uma rádio local;
- Elaboração de um guião de uma visita de estudo à central geotérmica da Ribeira Grande, destinado a alunos dos 1º/2º ciclos, e visita à mesma.
- Relatório final, onde para além do estado da arte, nos Açores, se incluirá uma análise a alguns programas e manuais escolares, uma caracterização da situação energética regional, bem como todos os materiais produzidos no decurso do projecto.
Público-alvo
Como público-alvo directo escolhemos, em primeiro lugar, as crianças e jovens, tendo em consideração, entre outros aspectos, a sua idade e nível de escolaridade.
Para além daqueles, destacamos os professores, pois a sua motivação é condição necessária para a transmissão de novos conhecimentos e para a aceitação de novos valores. Além disso, os professores, serão nossos parceiros no ajustamento e aperfeiçoamento de alguns dos materiais que iremos preparar.
Por último, pretendemos chegar ao público em geral, nomeadamente se for possível a concretização de um “ Minuto pelos Açores”, numa das rádios locais.
Blog do Projecto
Desde o passado dia 11 de Abril, o projecto possui um blog (http://www.educarparaaenergia.blogspot.com/) onde divulga as actividades, os materiais elaborados e reflexões sobre a temática energética.

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terça-feira, abril 29, 2008

I Jornadas Científicas de espeleologia

A FPE - Federação Portuguesa de Espeleologia através da sua Comissão Científica, o IPL - Instituto Politécnico de Leiria através da Escola Superior de Tecnologia e Gestão e o NEL - Núcleo de Espeleologia de Leiria como associação espeleológica local, decidiram promover, em regime de co-organização, as I Jornadas Científicas de Espeleologia, sob o tema do Maciço Calcário Estremenho. Este evento visa divulgar as diferentes vertentes científicas e trabalhos de investigação vocacionados para o Maciço Calcário Estremenho, contando com o prestigiado Conselho Científico e Quadro de Colaboradores da Comissão Científica da FPE na condução dos diferentes workshops, saídas de campo e apresentações temáticas devidamente dimensionadas e estruturadas para este fim, cujo público alvo prioritário será a comunidade espeleológica nacional. Está assim criada a possibilidade de se divulgar e aprofundar, junto dos espeleólogos em particular e de todos os interessados em geral, as bases, os modelos e técnicas de investigação das mais diversas ciências afectas à espeleologia, onde se destacam o Ambiente, a Biologia, a Geografia Física, a Geologia, a Geofísica, a Paleontologia, a Arqueologia, a Arqueozoologia, a Física e a respectiva tecnologia de suporte à ciência. Este evento assume-se igualmente como um acontecimento científico de enorme valia, reunindo um conjunto de investigadores, ao mais alto nível. Partindo de questões tão actuais como as mais importantes reservas de água doce disponíveis na Terra, as alterações climáticas e o aquecimento global, especialistas de diferentes Universidades Ibéricas, potenciarão a oportunidade de construção de "pontes" entre as diferentes disciplinas científicas em torno de um melhor conhecimento do "mundo subterrâneo" e dos seus habitantes.

PROGRAMA
Quinta-feira, 1 de Maio de 20080
9.00 - 13.30: Sessões práticasLocal: Centro de Interpretação Ambiental de Leiria.
1. Modelação analógica dos eventos tectónicos em regime frágil (as falhas) envolvidos na Espeleogénese;
2. Modelação analógica nos processos estratigráficos, incluindo a preservação de Pegadas de dinossauro.
13.30 - 15.00: Intervalo para almoço
15.00 - 18.30 Local: Monumento Natural das Pegadas de Dinossauros da Serra de Aire
3. Visita às Pegadas de Dinossauros da Pedreira do GalinhaObservação das pegadas e eventos tectónicos
18.00 - 20.00: Intervalo para jantar
20.00 - 23.00: Cerimónia de AberturaLocal: ESTG - IPL.
4. Modelação analógica na fronteira Geologia / Arqueologia - Modelo do Cabo Sardão (estratigrafia);
5. Arqueologia em Gruta.
Apresentações e enquadramentos científicos pelos Conselheiros e Colaboradores da Comissão Científica da FPE:Paulo Fonseca (C.Cient. FPE; FCUL - LabGExp);
Helena Moita Deus (C.Cient. FPE; FCUL - LabGExp);
Vanda Santos (C.Cient. FPE; MNHN);
Ana Cristina Araújo (IGESPAR,IP; convidada da C.Cient. FPE)
Francisco Almeida (C.Cient. FPE; Bolseiro FCT; IGESPAR,IP)
Sexta-feira, 2 de Maio de 20080
9.00 - 13.30: Sessões práticasSessões práticas (manhã e tarde). Actividades em simultâneo.Locais: Início na ESTG - IPL. As actividades de campo decorrerão no Vale do Lapedo.
6. Campo Arqueológico no Vale do Lapedo;
7. Prospecção Geofísica (utilização de Georadar; GeoEléctrica, Gravimetria e Sloter).
Enquadramento científico:
Fernando Santos (FCUL; C.Cient. FPE),
Francisco Almeida (C.Cient. FPE),Pedro Ferreira (C.Cient. FPE),
Paulo Marques (C.Cient. FPE),
Telmo Pereira (C.Cient. FPE),
João Paulo Plancha (CCient-FPE) e
Manuel Soares (CIES - FPE).
13.30 - 15.00: Intervalo para almoço
15.00 - 18.30 Local: IPL-ESTG (Grande Auditório ESTG Edifício B)
8. Mesas Redondas sobre o Desenvolvimento Sustentável do Maciço.Opções e Impactos: Parques Eólicos; Extracção de Inertes; Curtumes, Turismo Ambiental e Científico; Desenvolvimento Rural.
Oradores convidados:
Galopim de Carvalho (C.Cient. FPE);
Diogo Abreu (FLUL; C.Cient. FPE);
João Joanaz de Melo (FCT/UNL; C.Cient. FPE);
Maria Luísa Rodrigues (Presidente da Associação Portuguesa de Geoturísmo; C.Cient. FPE).
Convidados: ICNB; PNSAC; C.M. Leiria e demais Municípios; Empresas das áreas abordadas.
18.00 - 20.00: Intervalo para jantar
20.00 - 23.00: Cerimónia de AberturaLocal: IPL-ESTG (Grande Auditório ESTG Edifício B)
9. Génese do Maciço Calcário Estremenho;10. Técnicas de Prospecção Geofísica.
Apresentações pelos Conselheiros e Colaboradores da Comissão Científica da FPE:José Carlos Kullberg (FCT-UNL; C.Cient. FPE),
Fernando Santos (FCUL; C.Cient. FPE) e
Manuel Soares (CIES - FPE).
Sábado, 3 de Maio de 20080
9.00: Sessões práticas
11. "Observação de exemplares de fauna cavernícola"Equadradamento: Ana Sofia Reboleira, Pedro Cardoso e Sérgio Henriques12. "Introdução à monitorização de quirópteros cavernícolas"Equadradamento: Ana Raínho e Pedro Alves
13. "A abordagem ao objecto em ilustração científica"Equadradamento: Nuno Farinha
11.00: Comunicações
14. Olímpio Martins (PNSAC - ICNB) - "Se bem me lembro..." (uma abordagem à história da Espeleologia no Maciço Calcário Estremenho);
15. Sérgio Henriques - "Passado, Presente e Futuro dos pseudoescorpiões cavernícolas portugueses (Arachnida, Chelonetida)";
16. Paulo Rodrigues (NALGA, AES) - "Espeleogénese do Algar dos Alecrineiros, Maciço Calcário Estremenho, Portugal";
17. Pedro Cardoso (Dep. Ciências Agrárias - Univ. Açores) - "Anapistula - Protegendo espécies troglóbias europeias de aranhas - O caso de estudo de uma nova espécie de Sinfitognatídeo em Portugal";
18. Ana Sofia Reboleira, Gonçalves, F. (CESAM, Dep. Biologia, Univ. Aveiro) & Serrano, A. (Faculdade de Ciências, Univ, Lisboa) - "Coleópteros (Insecta Coleóptera) cavernícolas do Maciço Calcário Estremenho: biodiversidade e conservação".
13.15 - 14.45: Intervalo para almoço
15.00: Comunicações (continuação)
19. José Manuel Brandão (INETI - CEHFC, Univ. de Évora) - "Grutas turísticas: emoções e património";
20. Luísa Rodrigues & Jorge Palmeirim (Faculdade de Ciências, Univ, Lisboa) - "Migrações de morcegos-de-peluche (Miniopterus schreibersii): quando, para onde e porque migram?";
21. Paulo Borges (Dep. Ciências Agrárias - Universidade dos Açores) - "Biodiversidade das cavidades vulcânicas dos Açores";
22. Maria Luísa Rodrigues (Faculdade de Letras, Univ. Lisboa) - "Contributos para a classificação de formas cársicas superficiais. A tipologia dos lapiás";23. Marta Moreno & Carlos Pimenta - "Conservação e recuperação de restos arqueofaunísticos de vertebrados em grutas";
Break 10'24.
Carlos Fiolhais (Faculdade de Ciências, Univ. Coimbra) - "Eles vêem com os ouvidos";
25. Vicente Ortuño, Gonzalo Pérez Suárez (Dep. Zoología y Antropología Física. - F. Biología. Univ. Alcalá de Henares, Madrid) & Alberto Sendra (Museu Valencià d'Història Natural) - "La bioespeleología en España";
26. Olivier Vidal & Jean Michel Aubin (Federação Espeleológica da União Europeia) - "A Federação Espeleológica da União Europeia e o próximo Congresso Europeu - VERCORS 2008";
27. Carlos Neves (ESTG - IPL) - "Carsoscópio. Centro de Ciência Viva do Alviela".Moderadores das Sessões:Gabriel Mendes (Presidente da C.Cient. FPE), Lúcio Cunha (FLUC; C.Cient. FPE), Diogo Abreu (FLUL; C.Cient. FPE)
19.45: Entrega dos Prémios do Concurso Fotográfico.
20.00: Jantar de Honra (requer inscrição prévia)Variedade à escolha: prato de carne, peixe, vegetariano, saladas e doces.
Speleo NightDomingo, 4 de Maio de 20080
9.00 - 13.30: Magical Mystery Tour
13.30 - 15.00: Magical Mystery Lunch (almoço volante, requer inscrição prévia)14.45 - 17.30: Magical Mystery Tour.


(In Ciências Físicas e Naturais)

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