sábado, outubro 03, 2009

Currículo Regional será “instrumento motivador” da aprendizagem

A Secretária Regional da Educação e Formação afirmou hoje que o currículo regional será um “instrumento motivador” do processo de aprendizagem dos alunos, reforçando a identidade açoriana sem perder o contexto nacional e europeu do arquipélago.

“Pretende-se que os alunos reforcem a identidade açoriana sem contudo perderem a identidade nacional e europeia”, afirmou Lina Mendes aos jornalistas, após a primeira reunião de trabalho que juntou na Secretaria Regional da Educação e Formação, na Terceira, a Comissão Coordenadora do Currículo Regional e as dez equipas de trabalho das diversas áreas curriculares.
Segundo Lina Mendes, ao englobar temáticas açorianas nos programas, como por exemplo o vulcanismo e a história das ilhas, será possível facilitar o processo de aprendizagem dos alunos, motivá-los mais para o estudo.
“Se as aprendizagem fizerem sentido aos alunos ela permanece ao longo da vida”, sustentou a governante, alegando que o que se procura com esta inovação é dotar os alunos com competências globais, que “são essenciais para um desenvolvimento integral”.
O Currículo Regional será implementado no próximo ano lectivo.
A Comissão Coordenadora é constituída pela Professora Doutora Luísa Alonso, da Universidade do Minho, o Professor Doutor Francisco Sousa, da Universidade dos Açores, a Mestre Lucília Gonçalves da DREF, a Doutora Conceição Medeiros, da Escola Básica Integrada de Ginetes e a Mestre Cristina Carvalhinho, da Escola Secundária Manuel de Arriaga.
As equipas de trabalho são formadas por docentes do ensino básico das escolas dos Açores, contando cada equipa com um especialista do Ensino Superior.
GaCS/RM

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segunda-feira, setembro 28, 2009

Currículo Regional do Ensino Básico na Região Autónoma dos Açores discutido hoje

A Secretária Regional da Educação e Formação, Lina Mendes, preside hoje, pelas 14 horas, no Salão Nobre da Secretaria Regional da Educação e Formação, na ilha Terceira, à primeira reunião de trabalho entre a Comissão Coordenadora do Currículo Regional e as equipas de trabalho das diversas áreas curriculares. O serviço que agora se inicia visa preparar a implementação do Currículo Regional do Ensino Básico na Região Autónoma dos Açores, previsto arrancar no ano lectivo 2010/2011. Pretende-se criar para cada área curricular e disciplina um dispositivo de operacionalização e desenvolvimento curricular com vista à identificação de áreas temáticas e conteúdos regionais. Este trabalho inclui, também, a concepção e certificação de materiais didácticos a disponibilizar no Portal da Educação, perspectivando-se poderem vir a constituir importantes recursos educativos quer para professores, quer para alunos. A Comissão Coordenadora é constituída pela Professora Doutora Luísa Alonso, da Universidade do Minho, o Professor Doutor Francisco Sousa, da Universidade dos Açores, a Mestre Lucília Gonçalves da DREF, a Doutora Conceição Medeiros, da Escola Básica Integrada de Ginetes e a Mestre Cristina Carvalhinho, da Escola Secundária Manuel de Arriaga. As equipas de trabalho são formadas por docentes do ensino básico das escolas dos Açores, contando cada equipa com um especialista do Ensino Superior.
(In Diário dos Açores)

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segunda-feira, julho 20, 2009

Crianças do 5º ano vão aprender segunda língua

A medida deve arrancar a partir do ano lectivo 2010/2011: as crianças do arquipélago vão ter de aprender, à entrada para o 2º ciclo de ensino, isto é, do 5º ano de escolaridade, uma segunda língua estrangeira.
A informação foi avançada, sábado, pela secretária regional da Educação. Segundo Maria Lina Mendes, esta é uma medida pioneira a nível nacional.

Ainda de acordo com a governante, em declarações aos jornalistas após uma visita à Escola Básica e Secundária Tomás de Borba, em São Carlos, em que acompanhou o comissário europeu para o Multilinguismo, Leonard Orban, esta segunda língua estrangeira será, em princípio, Francês ou Alemão.
Esta avança também que estão já a ser feitos contactos com editoras dos países cujas línguas são estudadas nas escolas dos Açores, para fornecimento de manuais e outro material didáctico.
Maria Lina Mendes adianta que a introdução de uma segunda língua estrangeira logo aos 11 anos, depois de os alunos já terem estudado Inglês, pelo menos desde o primeiro ano do 1º ciclo, visa dotá-los de mais competências, com impacto aos níveis cultural e de emprego.
O professor do Departamento de Ciências de Educação da Universidade dos Açores, Pedro Gonzalez, considera que a introdução de uma segunda língua estrangeira no quinto ano é positiva e afirma não existir qualquer problema em as crianças começarem a aprender várias línguas desde muito cedo.
“Conheço pessoalmente casos de crianças que falam várias línguas sem problema. Mesmo quando são muito novas e ainda estão a aprender a falar, elas já sabem diferenciar. É o que acontece, por exemplo, em países onde se falam duas línguas. As crianças aprendem-nas naturalmente”, avança, adiantando que, quando em causa estão crianças muito novas, “não existem línguas difíceis”.
“A literaturas sobre o tema, os estudos que se fizeram sobre a aprendizagem linguística das crianças, confirmam-nos isso mesmo. Quanto mais cedo melhor. Até posso dizer que se está a começar tarde, o ideal seria já na escola primária”, lança.
A Escola Básica e Secundária Tomás de Borba tem já um projecto de aprendizagem da Língua Inglesa no ensino pré-escolar, facto que o comissário europeu do Multilinguismo considera muito interessante. Leonard Orban lembra que falar duas ou mais línguas estrangeiras é uma mais-valia.

Defende Pedro González, da universidade dos Açores Chinês, árabe ou espanhol seriam bastante mais “úteis”
A inclusão, no currículo do 2º ciclo, de uma segunda língua estrangeira é positiva, mas o ensino de línguas como o chinês, árabe ou espanhol seria mais “útil” do que o das duas línguas escolhidas, o francês e o alemão, defende o professor do Departamento de Ciências de Educação da Universidade dos Açores, Pedro González.
O professor considera que a escolha do francês, sobretudo, tem muito mais que ver com “tradição” do que com uma utilidade futura.
O chinês, o árabe e até o espanhol são actualmente muito valorizados, tendo em conta o peso crescente dos países onde estes idiomas são falados no contexto empresarial e financeiro.
“Se o desenvolvimento económico-financeiro continuar a seguir esta linha, nomeadamente com o grande peso da China na economia mundial, faria sentido que a secretaria regional da Educação ganhasse alguma ‘coragem’ e avançasse para estas línguas”, adianta.
Pedro González admite, no entanto, que reunir um conjunto de docentes habilitados a leccionarem línguas como chinês ou árabe é mais difícil do que no caso do francês e do alemão.
DI falou também com Paulo Farinha, do Instituto Oriental da Universidade Nova de Lisboa, que adiantou que os cursos de coreano, árabe e japonês têm vindo a registar uma cada vez maior adesão. “Muitas são pessoas que precisam destas línguas para a sua vida profissional, de negócios. O mais procurado é japonês, muito por essa razão”.

(in Diário Insular)

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sábado, julho 18, 2009

Análise da procura de educação em Portugal. Uma abordagem Custo-Benefício

Elisabete Martins, João Fernandes e Tomaz Dentinho apresentaram, no 2º Congresso Lusófono de Ciência Regional, realizado na Cidade da Praia, em Cabo Verde, de 6 a 11 de Julho de 2009, uma comunicação intitulada "Análise da procura de educação em Portugal. Uma abordagem Custo-Benefício".

Segundo a teoria do capital humano a educação é um investimento e tem associado uma determinada rendibilidade. Neste artigo abordou-se a avaliação da educação enquanto investimento individual. Tal como qualquer investimento, a educação envolve custos para o indivíduo que é posteriormente compensado com um salário mais elevado, traduzindo-se esta relação numa taxa interna de rendibilidade (TIR) individual.
O objectivo deste artigo consistiu em efectuar uma revisão de aspectos teóricos e metodologias no domínio da rentabilidade da educação. Em simultâneo, caracterizou-se o panorama educativo e o retorno financeiro da educação na população portuguesa, através da análise dos dados recolhidos num inquérito de âmbito nacional.

(In Cabo Verde - Redes de Desenvolvimento Regional)

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terça-feira, julho 14, 2009

Terceira recebe mestrado em Educação

A ilha Terceira volta a receber a segunda edição do mestrado em Educação. A primeira vez que o mestrado foi disponibilizado no pólo da Universidade dos Açores na ilha foi em 2006/2008, sendo que já decorreram várias edições em São Miguel.De acordo com o coordenador do curso de mestrado, Francisco Sousa, a edição de 2009/2011 funciona na especialidade de concepção e desenvolvimento de projectos educativos, com 24 vagas.As candidaturas abriram no dia seis de Julho, encerrando a 16 deste mês.“A decisão de abrir o curso este ano na Terceira nesta especialidade baseia-se na análise dos resultados de uma sondagem previamente realizada junto de potenciais interessados. A sondagem revelou a existência de um número relativamente elevado de potenciais candidatos, ao contrário do que tinha acontecido em idêntica sondagem realizada um ano antes”, explica.Francisco Sousa interpreta o aumento do número de interessados no mestrado como estando ligado à “plena tomada de consciência por parte dos professores do ensino não superior (principais, embora não exclusivos, destinatários deste mestrado) das implicações da aquisição do grau de Mestre à luz do novo Estatuto da Carreira Docente, ultrapassada uma fase de algum desencanto, gerado aquando da publicação desse mesmo estatuto”.Além disso, acredita que outra razão se pode prende com a “constatação de que, com a concretização do chamado processo de Bolonha”a obtenção do grau de Mestre passou a ser condição necessária para a aquisição de habilitação profissional para a docência”.“Embora os professores que adquiriram habilitação profissional para a docência ao abrigo de legislação anterior ao chamado processo de Bolonha não percam essa habilitação no caso de não obterem entretanto o grau de Mestre, a inevitável entrada no sistema de muitos jovens docentes com o grau de Mestre poderá eventualmente funcionar como incentivo à aquisição desse mesmo grau por parte dos profissionais que já trabalham no sistema”, fundamenta.
Escola a mudarNa opinião do coordenador do mestrado, esta área de especialização adquire cada vez mais importância numa Escola em mutação.“Ao contrário da escola de há 20 anos, é uma escola dominada por uma ‘cultura de projecto’. Já não vivemos numa escola em que tudo é uniformemente prescrito pelos responsáveis pelo macro-sistema numa lógica de regulação puramente burocrática. A evolução das dinâmicas sociais e do papel do Estado tem sujeitado as instituições - particularmente as instituições educativas - a formas de regulação no âmbito das quais a legitimação do trabalho dos profissionais é cada vez mais baseada na capacidade de gerir projectos concebidos em função de contextos específicos”, afirma. Francisco Sousa frisa que “as escolas vivem hoje uma situação de grande abundância de projectos: os que definem as suas orientações políticas e estratégias - projecto educativo de escola, projecto curricular de escola, projecto curricular de turma -; os que são propostos ou exigidos pela tutela em áreas específicas (e.g., “projecto afectivo-sexual”); os que partem da iniciativa de entidades externas ao sistema educativo (e.g., “Parlamento dos jovens”, “Escola Segura”); os que se enquadram em programas nacionais e internacionais aos quais as escolas se podem candidatar por iniciativa própria, etc”. O coordenador conclui assim que o mestrado visa reforçar as competências dos profissionais na gestão de projectos educativos. “Maximizando o aproveitamento das oportunidades geradas por esta ‘cultura de projecto’ e, por outro lado, minimizando riscos de deriva”.

(in Diário Insular)

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Europa quer jovens a aprender no estrangeiro

A Comissão Europeia quer mais jovens em programas de mobilidade. O organismo da União Europeia publicou ontem o Livro Verde “Promover a Mobilidade dos Jovens para fins de Aprendizagem”, lançando também uma consulta pública que se prolonga até ao dia 15 de Dezembro.O objectivo é “iniciar o debate sobre a melhor maneira de potenciar as oportunidades de que os jovens europeus dispõem para desenvolverem os seus conhecimentos e competências no estrangeiro”. Actualmente, de acordo com números da Comissão, apenas 0,3 por cento dos jovens entre os 16 e 29 anos, de toda a União Europeia, já participou em programas de mobilidade. A respeito da publicação do livro verde, o comissário Europeu para a Educação, a Formação, a Cultura e a Juventude, Ján Figel já afirmou que “a mobilidade, numa perspectiva de aprendizagem, é muito positiva para os indivíduos, as escolas, as universidades, os estabelecimentos de formação e a sociedade em geral”“Precisamos de incentivar a mobilidade, de forma a que ir ao estrangeiro para aprender passe a ser a regra e não a excepção. Este aspecto é tão importante para a pujança e a sustentabilidade do relançamento económico da UE como para a coesão social das sociedades europeias no séc. XXI”, concluiu.
Região a ganhar...

Questionada sobre a importância dar um novo fôlego aos programas de mobilidade, do ponto de vista da Região, a directora regional da Educação, Fabíola Cardoso disse que o arquipélago tem muito a ganhar. “Penso que aqui deve ser relevada a ultraperifericidade dos Açores e os ganhos que se podem obter com uma presença mais alargada dos nossos jovens na Europa Continental, nomeadamente em termos de empreendedorismo, de criação de emprego, de experiências de aprendizagem diversificadas e dos resultados que estas experiências podem trazer na vida activa de um adulto”, afirma a DI.Lembrando que a Região participa nos programas Eurodisseia, Comenius e Erasmus, Fabíola Cardoso considera que “os Açores e os seus órgãos de governo próprio conhecem já a generalidade dos programas à disposição dos vários parceiros sociais, que importa agora colocar, nomeadamente no caso da Educação, ao serviço de uma estratégia global para a mobilidade.
Considera pró-reitor da universidade dos açores, Alfredo Borba
Programas de mobilidadedão “novas perspectivas”

A existência de programas de mobilidade que permitem aos jovens estudarem, adquirirem novas competências e participarem em projectos de investigação no estrangeiro são especialmente importantes em regiões pequenas e periféricas como os Açores, acredita o pró-reitor da Universidade dos Açores, Alfredo Borba. Em declarações a DI, este afirma que estes programas permitem, “sobretudo, criar novas perspectivas”.“Os programas de mobilidade são algo que possibilita aos alunos conhecerem novas realidades, terem acesso a informação que é muitas vezes difícil de obter num meio pequeno como o nosso. Além disso, torna possível que estes mesmos jovens se integrem em projectos de investigação de grande dimensão, o que, de outra forma, seria muito difícil”, explica. Alfredo Borba avança que a mobilidade é colocada em prática pela Universidade dos Açores, incluindo o pólo da Terceira desta universidade, “há muitos anos”.“Temos o programa Erasmus e enviamos alunos para os Estados Unidos, América do Norte e do Sul, nomeadamente para o Brasil”, exemplifica.Recorde-se que a Comissão Europeia publicou ontem o Livro Verde “Promover a Mobilidade dos Jovens para fins de Aprendizagem”.A Comissão quer incentivar a criação de mais programas de mobilidade bem como aumentar o número de jovens que participam. Está lançada uma consulta pública que se prolonga até 15 de Dezembro de 2009.

(in Diário Insular)

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quarta-feira, junho 10, 2009

NA ESCOLA FRANCISCO ORNELAS - Clube do Ambiente criado há 15 anos

É o mais antigo clube escolar dos Açores. Fundado em 1994, o Clube do Ambiente da Escola EB 2,3 Francisco Ornelas da Câmara (FOC), na Praia da Vitória, conseguiu manter-se em actividade até hoje com um número crescente de alunos empenhados na defesa e preservação da flora e avifauna naturais do arquipélago açoriano.
Reúnem-se uma vez por semana, em horário extra-escolar, e executam durante um par de horas programas elementares de educação ambiental através de documentação e vídeos temáticos. Mas as actividades do Clube do Ambiente (CA) contemplam o estudo e a descoberta das espécies que constituem a flora endémica dos Açores e a avifauna desta região em trabalhos de campo e visitas de estudo na Terceira, bem como expedições promovidas às ilhas do Pico, Faial, São Jorge e São Miguel. O seu currículo conta ainda com visitas efectuadas à Madeira (Jardim Botânico do Funchal e Floresta Laurissilva) e Parque Nacional da Peneda-Gerês, no continente.
“Preocupamo-nos com o estudo do património natural dos Açores, especialmente a flora, plantas endémicas, e avifauna. Durante as expedições e visitas de estudo registámos em fotografia centenas e centenas de espécies endémicas”, revela o responsável pelo Clube do Ambiente, ao nosso jornal, referindo que a próxima viagem será à ilha do Pico motivada pela observação de cetáceos. Sobre o imenso espólio fotográfico, Álvaro Areias acrescenta que parte desse trabalho desenvolvido no CA há 15 anos “tem sido partilhado com o Portal da Biodiversidade, da Universidade dos Açores”.
O financiamento para a realização de viagens e a compra de material de estudo é assegurado, em grande parte, através do pagamento de uma quota semanal estabelecida pelos alunos envolvidos no passeio. “Começamos a preparar em Setembro a saída de Julho ou Agosto do ano seguinte”, diz Areias, sublinhando, no entanto, que é gratuito pertencer a este clube.
Para que os alunos associados possam conhecer e reconhecer as riquezas naturais dos Açores contam pontualmente com a ajuda de Os Montanheiros e Ecoteca de Angra do Heroísmo na partilha de informação.
Outras preocupações do CA, resume o professor de História e Geografia de Portugal, passam pela teoria dos três R’s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar), a poupança dos recursos naturais e o tema do aquecimento global. “Os alunos levam isto tudo muito a sério e acabam por influenciar pais, familiares e amigos com as questões ecológicas que aqui aprendem. O contacto com o Clube tem, portanto, um efeito multiplicador muito grande”, refere o docente.
Um considerável efeito teve também o escutismo na educação de Areias, o que o motivou anos mais tarde a fundar o CA em conjunto com o professor João Paulo Rodrigues actualmente retirado do grupo. “O facto de ter frequentado o grupo de escuteiros [da Agualva] desde criança moldou-me e fez-me ficar mais sensível à protecção do meio ambiente”, justifica o responsável.

Costa das Quatro Ribeiras em desdobrável

A flora e avifauna da costa das Quatro Ribeiras, freguesia do concelho da Praia da Vitória, serão tema de estudo do CA a apresentar em desdobrável de quatro páginas com texto, fotografias e mapas.
“O trabalho de campo nessa zona protegida está concluído e os textos estão em parte escritos. Falta apenas pedir a um especialista na área para fazer a revisão da matéria”, adianta o responsável pelo grupo, acrescentando que esperam finalizar o projecto ainda este ano.
Segundo Areias, o objectivo do desdobrável, aliás, é “criar um instrumento formativo/informativo para colocar à disposição das entidades que estão à frente das localidades em causa”. O próximo passo é conseguir apoio financeiro.
Neste contexto, o referido trabalho está a ser desenvolvido à semelhança do que foi feito sobre a costa da Urzelina, em São Jorge, resultado da estadia de uma semana naquela ilha. No entanto, apesar do empenho e dedicação do CA, o desdobrável não está disponível por falta de financiamento. “O trabalho está pronto a imprimir. Aguardamos, entretanto, o contacto da Junta de Freguesia da Urzelina que prometeu colaborar connosco”, revela o docente.
Este género de produção e edição não se mostram novidade para as duas dezenas e meia de membros do CA, rapazes e raparigas do 5º ao 9º ano de escolaridade, um grupo associativo que já produziu e editou outros dois desdobráveis. Nos anos de 2001 e 2003 foram apresentados respectivamente “A Flora e Avifauna da Costa do Porto Martins”, na ilha Terceira, e “A Flora e Avifauna da Fajã das Almas”, em São Jorge.

(In Sónia Bettencourt smailto:sonia@auniao.com em A União)

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sábado, maio 23, 2009

PROGRAMA CULTURAL DA PRAIA DA VITÓRIA » 23 MAIO A 18 JUNHO

O Vereador Paulo Codorniz apresentou esta manha o Programa Cultural para o Concelho da Praia da Vitória de 23 de Maio a 18 de Junho.
Entre meados de Maio e meados de Junho, o concelho da Praia da Vitória estará em festa, quer pela quantidade, quer pela qualidade dos acontecimentos culturais que aqui decorrerão.
Já no próximo dia 23, no Auditório do Ramo Grande, pelas 21.30 Horas, teremos o concerto de Ana Free, jovem compositora, letrista, instrumentista e cantora, fenómeno da música a nível internacional, nº 1 do top português no Itunes, com mais de 8 milhões de visitas aos seus vídeos.
No mesmo dia, na freguesia da Agualva terá início a III Semana Cultural das Freguesias sob o tema: Nascente (Agualva) de Usos e Tradições. Do programa, para além do Encontro de Coros, desfile e actuações dos Grupos Folclóricos do Concelho, Exposições, Workshops, Concertos de Filarmónicas, Artesanato, Noite de Moda, haverá Teatro pelo grupo Artyaplausos, com a peça: Eu amo reciclar e as fadas também, com jovens artistas da televisão, num projecto educativo que pretende envolver todos os agentes da educação, nomeadamente a comunidade escolar.
De realçar ainda a vinda de dois grupos alentejanos: Os Banza, com música popular alentejana, num espectáculo repleto de musicalidade e alegria, e Os Almocreves, grupo constituído por 30 elementos que transformam a aridez alentejana num fluído melodioso através do cante tradicional alentejano.
Estes dois grupos para além duma presença na Semana Cultural da Agualva, irão animar outras festividades do concelho, nomeadamente a Onda Cultural que decorrerá no Cabo da Praia, entre 29 e 31 de Maio.
No dia 1 de Junho, Dia Mundial da Criança, pelas 18.00 horas, no Auditório do Ramo Grande, terá lugar a III Edição do Festival da Canção Infantil “Sol Menor”, onde para além de mais de uma dúzia de crianças da nossa terra, estarão presentes representantes dos festivais da canção infantil da Povoação, Lajes do Pico e Santa Cruz das Flores.
No dia 2 será celebrado o Dia Mundial da Criança com diversas actividades, numa parceria do Município com entidades desportivas do concelho, com a Universidade dos Açores, e com a Escola Secundária Vitorino Nemésio, nomeadamente o seu departamento de Matemática.
No dia 13 de Junho, pelas 21.30 horas, no ARG, haverá Teatro, com a peça Tangos e Tragédias, em cena há mais de 25 anos nos palcos dos maiores teatros do Brasil, tendo já passado pela Argentina, Equador, Colômbia e Espanha. Foi escolhido pelo público como o melhor espectáculo durante o Festival Internacional de Teatro de Almada (2003) e Espectáculo de Honra em 2004.
No dia 18 de Junho, também no ARG, pelas 21.30H, concerto pela Banda de Música da Força Aérea, dirigida pelo Tenente-Coronel Élio Murcho.
(in Câmara Municipal da Praia da Vitória)

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terça-feira, abril 28, 2009

Notícia sobre o VIII Encontro de Inovação Educacional

domingo, abril 26, 2009

FIPED II - A formação militar (Métodos e Técnicas Pedagógicas)

No âmbito do FIPED II, realizou-se no 22 de Abril – 11h00 (Auditório do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores), coordenado pelo Professor Doutor João Pedro Barreiros
uma mesa redonda/debate sobre "A Formação Militar - Métodos e Técnicas Pedagógicas" com a participação de altas patentes do exército português do RGA de Angra do Heroísmo.


1. A Instituição militar tem uma experiência pedagógica acumulada muitíssimo rica, em virtude do papel que sempre desempenhou enquanto entidade formadora e certificadora dos cidadãos;

2. Entende-se por Método Pedagógico o conjunto coerente de acções destinadas a desenvolver novas capacidades, pela aplicação coordenada de determinadas técnicas e procedimentos. Nesta definição de base está compreendida uma tríplice interacção entre o conhecimento (saber), o formador (ensino) e o formando (aprendizagem), através do recurso a métodos fundamentais, de aplicação autónoma ou conjugados entre si, em função das circunstâncias específicas, a saber:
Método Expositivo (Fases: preparação; desenvolvimento; conclusão. Técnicas: exposição oral; realização de exercícios e/ou trabalhos práticos);
Método Demonstrativo (Fases: preparação; demonstração; conclusão. Técnica: Training Within Industry, ou seja, "Formação em Exercício", pelo recurso à exemplificação prática);
Método Interrogativo (de vocação complementar dos métodos anteriores e de natureza socrática, visa sobretudo proporcionar uma discussão que permita o reforço positivo dos conhecimentos veiculados. Técnicas: indutiva; dedutiva; ensino programado);
Método Activo (Coloca o ênfase nas competências relacionais e comunicacionais, pressupondo um papel (pró)activo do formando na busca pelo conhecimento, cabendo ao formador uma autoridade de carácter eminentemente funcional. Principais técnicas: pedagogia do projecto; autoscopia; case study; brainstorming; simulação; jogo pedagógico).
Evidentemente que cada um dos 4 métodos apresenta vantagens e desvantagens, devendo a ponderação da sua escolha, isolada ou conjunta, ter em conta os instrumentos disponíveis, as técnicas a aplicar, o perfil dos formandos e os objectivos qualitativos a atingir. Sem esquecer que o formando, mais do que aquilo que lê, ouve ou vê, retém fundamentalmente a informação que voluntariamente submete à sua própria reflexão/análise crítica, na sequência de processos de participação para os quais se encontre altamente motivado.
A formação militar – A Abordagem Sistémica da Instrução (ASI)
1. A Instituição militar tem uma experiência pedagógica acumulada muitíssimo rica, em virtude do papel que sempre desempenhou enquanto entidade formadora e certificadora dos
cidadãos;
2. No que diz respeito ao Regimento de Guarnição N.º1, a formação militar adopta uma estratégia pedagógica alicerçada na chamada Abordagem Sistémica da Instrução (ASI), cujo travejamento conceptual e teórico-prático repousa nos seguintes elementos essenciais:
a) No plano global do Exército, a ASI decorre do Comando da Instrução e Doutrina do Exército Português, através da Direcção de Formação. No que ao RG1 diz respeito, aquela Abordagem é tutelada pelo Comando Operacional da Zona Militar dos Açores (ZMA) e repartida entre o RG1 e o RG2, embora sob a autoridade técnica do Comando da Instrução e Doutrina do Exército;
b) A estratégia pedagógica desenrola-se fundamentalmente em 4 grandes etapas, global e sistemicamente consideradas:
Etapa da Análise: comportando a selecção das tarefas; definição de padrões qualitativos comportamentais e operacionais; caracterização do target organizacional a atingir;
Etapa da Concepção: em que se procede à definição de objectivos; determinação dos conteúdos; selecção dos métodos e meios;
Etapa da Implementação: consiste na condução dos Cursos e das Acções de Formação propriamente ditas, na sequência e em coerência com as etapas anteriores. É a verdadeira fase da transmissão do conhecimento e dos saberes;
Etapa da Avaliação: fecha o ciclo da ASI, apurando níveis qualitativos; procede à validação interna e externa da formação; faz a aferição de eventuais alterações a introduzir em futuros ciclos formativos.
(In FIPED II)

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O ensino da Matemática está a melhorar


ALEXANDRA DÂMASO, Professora na Universidade dos Açores e participante no VIII Encontro de Inovção Educacional que decorreu em Angra do Heroísmo a 24 e 25 de Abril de 2009, afirma: “A forma como os alunos aprendem Matemática nos primeiros anos é crucial para a sua atitude nos anos posteriores como alunos”.
Qual o segredo para ensinar e aprender matemática nas oficinas que promove?
O trabalho realizado nas oficinas de matemática tem por base os actuais Programas de Matemática e as orientações subjacentes ao conjunto de competências consideradas essenciais para o 1º Ciclo do Ensino Básico, nas quais se reconhece que o desenvolvimento do raciocínio, da comunicação e da capacidade de resolução de problemas constitui o cerne do ensino da Matemática logo nos primeiros anos. Esta perspectiva vem romper com a concepção anterior sobre esta disciplina que era caracterizada pelo ensino e execução de procedimentos mecânicos “para obter a resposta correcta”, limitando-se ao contar numa altura em que se vivia numa sociedade ainda não “muito modelada” pela Matemática. Assim, tentar-se-á desenvolver nas crianças o sentido do número e das operações, dar-se-á atenção aos padrões, símbolos e modelos, considerar-se-á a geometria e o sentido espacial, valorizar-se-á a medida e aos processos de medida, a organização e análise de dados e processos matemáticos, proporcionando um ambiente informal durante o qual lhes é pedido que, construam, argumentem, criem, modelem, provem e investiguem, e que assim aprendam matemática.
Tem alguma explicação para o aparente desastre (a avaliar pelos resultados) que é o ensino de matemática em Portugal?
O sucesso educativo para todos só é possível com a colaboração de todos. A educação não é exclusiva dos professores e das famílias, “para educar uma criança é preciso toda a aldeia”, não podendo excluir a influência fortíssima que exerce toda a sociedade, onde se incluem os meios de comunicação social, sobre a imagem da Matemática. Neste momento podemos afirmar que o ensino da matemática está a melhorar, há uma nova consciência a emergir que muito se deve a iniciativas como a que aqui propomos.
Há pessoas com mais e outras com menos facilidade na aprendizagem da matemática ou essas supostas qualidades inatas não passam de um mito?
Hoje sabemos que a forma como os alunos aprendem Matemática nos primeiros anos é crucial para a sua atitude nos anos posteriores como alunos de Matemática e para o seu desempenho como profissionais e cidadãos. Hoje acreditamos que todos os alunos são capazes de fazer matemática.A educação matemática não é, como a aprendizagem de uma língua estrangeira, por exemplo, uma actividade que podemos iniciar num qualquer momento da vida… a aprendizagem da matemática começa de forma espontânea com as primeiras experiências que são proporcionadas à criança no seu universo familiar que, quanto mais ricas e diversificadas, melhor contribuirão para o “sentir” a matemática como algo natural.As calculadoras, hoje altamente desenvolvidas, têm contribuído de alguma forma para dificultar o ensino da matemática?O relatório da Associação de Professores de Matemática (APM), Matemática 2001, revela que a calculadora não assume uma proporção significativa do trabalho dos professores e alunos dos 1º e 2º ciclos do E. B. Inclusivamente há escolas que reconhecem não possuírem uma única calculadora.
(in Diário Insular)

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quarta-feira, abril 22, 2009

O movimento pela pesquisa na graduação: reflexões político-académicas

23 de Abril de 2009 – 17h30 - Auditório do Pico da Urze- Angra do Heroísmo.
Conferência: O movimento pela pesquisa na graduação: reflexões político-acadêmicas.
Autor: Professor Doutor Valdir Heitor Barzotto
Instituição: Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo - FE/USP – Brasil
Moderador: Professor Doutor Pedro González
Resumo:
Somam-se 20 anos de trabalho incansável de estudantes e professores no interior do que temos denominado de "movimento pela pesquisa na graduação". A defesa de uma graduação que efetive na prática da formação em nível de graduação a importância de um dos pilares que sustentam a universidade, a pesquisa, ao lado do ensino e da extensão, é o ponto central do movimento. Trata-se, portanto, de incorporar a pesquisa no processo formativo de todos os alunos. Além de dar notícias sobre a trajetória feita até aqui por estudantes e profissionais que têm se reunido ao longo de 20 anos em defesa a valorização da pesquisa feita por estudantes deste nível de ensino, pretende-se propor uma reflexão sobre as implicações do movimento para uma concepção de universidade e para as políticas de mudança que estão em curso neste período.

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Conferência: Ciência e Preconceito

23 de Abril de 2009 – 9h00 - Auditório do Pico da Urze-Angra do Heroísmo
Título da Conferência (em painel): Ciência e Preconceito
Autores: Maria Lúcia Pessoa Sampaio1 & João Pedro Barreiros2
Instituições: Universidade do Estado do Rio Grande do Norte/CAMEAM/Depto de Educação/PPGL/GEPPE – Brasil1 e Universidade dos Açores, Depto. Ciências Agrárias e ImarAçores/Angra do Heroísmo, Portugal2
Moderador: Professor Doutor Luís Soto
Resumo
O acto científico, muitas vezes, esbarra ou entra em conflito, legal ou outros, com preconceitos de várias ordens, sejam elas morais, éticas, pessoais, dentre outros, o que vem justificar a nossa pretensão de debater sobre Ciência e Preconceito, a partir da visão de dois profissionais, advindos de áreas distintas como Pedagogia e Biologia. Do ponto de vista do Biólogo, a discussão abrange aspectos actuais de conflito preconceituoso e ético na esfera de um processo de globalização também descrito como "politicamente correcto", do qual pelo menos três pontos estarão em discussão: a) tauromaquia; b) caça terrestre e submarina e c) espécies emblemáticas e conservação. Outro aspecto a debater parte de uma generalização/banalização de termos que induz em erro.
Para tal, questões como: i) aquecimento e /ou mudanças globais; ii) ecologia versus ecologismo/ambientalismo e iii) biodiversidade e riqueza de espécies. Do ponto de vista do Pedagogo, a discusão sobre Ciência e Preconceito será abordada mediante dilemas e perspectivas de várias ordens que vai desde a construção do próprio conceito de Ciência, envolvendo a complexa relação entre professor-pesquisador, a ética na pesquisa, a formação e a prática docente e seus desdobramentos para a investigação. Aspectos dessa natureza repercurtem diretamente em movimento como o FIPED, em função do alto preconceito ainda existente com a área humanística, tendo-se como consequência o ínfimo investimento em Ciência voltada para os cursos de formação de professores (graduação). Acreditamos que o debate acerca dos posicionamentos dessas idéias se constituem temas actuais a confrontar num evento com as características do II FIPED.

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sexta-feira, abril 03, 2009

24 e 25 de Abril em ANGRA -Inovação Educacional reúne especialistas internacionais

É sob o lema “Outra Educação é Possível” – que o VIII Encontro de Inovação Educacional (III Encontro Internacional) decorre em Angra do Heroísmo, entre 24 e 25 de Abril, trazendo à ilha especialistas de renome europeu.
A iniciativa surge numa organização conjunta do Departamento de Ciências da Educação da Universidade dos Açores, Núcleo Regional dos Açores do Movimento da Escola Moderna, EBS Tomás de Borba e delegação nos Açores da Associação de Professores de Matemática.
Criar um espaço que permita a reflexão entre profissionais da educação e de áreas próximas sobre a realidade educacional, da formação e da intervenção social são os objectivos do encontro.
Jaume Carbonell Sebarroja, da Universidade de Vic, Barcelona e Maria da Assunção da Cunha Folque de Mendonça, da Universidade de Évora são os dois principais conferencistas presentes no encontro.
O VIII Encontro de Inovação Educacional é destinado a professores e educadores dos diferentes níveis de ensino e áreas disciplinares, investigadores, profissionais da área social, da educação, da saúde, da intervenção comunitária e outros profissionais da formação nestas áreas.
Divulgar boas práticas
Segundo os autores da iniciativa, o evento quer propiciar a troca e divulgação de experiências de inovação pedagógica ou de boas práticas relativas ao trabalho feito na sala de aulas nos diferentes níveis de ensino e nas diversas áreas disciplinares e não disciplinares, na formação de professores e de técnicos da educação e na intervenção social e comunitária.
As áreas temáticas irão centrar-se na prática pedagógica em áreas disciplinares e não disciplinares; formação profissional (inicial e contínua); experiências de relacionamento com a comunidade educativa; experiências de intervenção comunitária; e lideranças de processos de mudança em grupos e/ou instituições.
No dia 24 de Abril, os trabalhos começam às 14H00 e encerram com comunicações às 18H15. No dia seguinte, o encontro tem início à 9H30 e terminam às 12H45 com um fórum.
Os profissionais interessados em participar com comunicações deverão enviar os resumos dos seus trabalhos até 15 de Abril, indicando objectivos e resultados atingidos na inovação ou boa prática pedagógica e o trabalho completo até 30 de Abril.
(In A União)

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terça-feira, março 03, 2009

Actividades desenvolvidas pelo Serviço Educativo do Museu de Angra do Heroísmo

O Serviço Educativo do Museu de Angra do Heroísmo mantém um conjunto de actividades direccionadas para o público em idade escolar, através das quais se pretende estimular uma aproximação crítica e criativa às exposições temporárias e de longa duração, patentes nesta instituição, bem como promover o aperfeiçoamento da sensibilidade artística e o gosto pelo património cultural.
Assim, durante os dois primeiros meses de 2009, teve lugar o ateliê de artes decorativas Assentar o Verso, em que se reciclaram cadeiras, recorrendo a técnicas de decoupáge e usando reproduções de obras que integraram a exposição O Desenho na Colecção Privada de Natália Correia. Na actividade, participaram cerca de uma centena de alunos. Paralelamente, a turma 7.º 5 da Escola Básica e Secundária Tomás de Borba, orientada pela professora Lurdes Deodato, usou botões para recriar a Árvore da Vida de Klimt, elaborando um painel de grande impacto visual.
Depois de visitarem a exposição de fotografia Açores: do Fogo à Floresta, da autoria de Pedro Cardoso do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, 40 meninos da Escola Básica Irmãos Goulart, das Fontinhas, usaram esponja, tintas e dedos para criar imagens em que o negro e vermelho das lavas iniciais vão progressivamente dando lugar ao verde amarelado dos mofedos insulares. Em Janeiro, decorreu uma aula aberta sobre moeda, leccionada pelo conservador deste Museu Lic. Maduro Dias. Na mesma, duas turmas do 10º ano, da Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade, tiveram oportunidade de manusear moedas de diferentes proveniências e materiais. Na mostra, deu-se particular destaque às moedas cunhadas nos Açores, que integram o acervo do Museu de Angra do Heroísmo, e em especial ao «Real d’Angra», uma raríssima moeda de cobre mandada cunhar por D. António, nesta cidade, e da qual se conhecem apenas 5 exemplares. Os alunos puderam ainda ver de perto as pequenas taras indianas, os exóticos larins, as enormes cruzetas angolanas e moedas tão lendárias como o dobrão de ouro e o 8 reais que, nos séculos XVIII / XIX, circulava por todo o mundo. Algumas destas moedas pertencem a coleccionadores particulares que as cederam para o evento.
(In News Letter do Museu de Angra do Heroísmo)

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sexta-feira, fevereiro 13, 2009

VIII Encontro de Inovação Educacional

VIII Encontro de Inovação Educacional
(III Encontro Internacional)
“Outra Educação é Possível”


24 e 25 de Abril de 2009
Angra do Heroísmo – Açores - Portugal




Objectivos:
Criar um espaço que permita a reflexão entre profissionais da educação e de áreas próximas sobre a realidade educacional, da formação e da intervenção social.
Propiciar a troca e divulgação de experiências de inovação pedagógica ou de boas práticas relativas ao trabalho feito na sala de aulas nos diferentes níveis de ensino e nas diversas áreas disciplinares e não disciplinares, na formação de professores e de técnicos da educação e na intervenção social e comunitária.
Áreas temáticas
Prática Pedagógica em áreas disciplinares e não disciplinares.
Formação profissional (inicial e contínua).
Experiências de relacionamento com a comunidade educativa.
Experiências de Intervenção Comunitária
Lideranças de processos de mudança em grupos e/ou instituições
Destinatários
Professores e educadores dos diferentes níveis de ensino e áreas disciplinares, investigadores, profissionais da área social, da educação, da saúde, da intervenção comunitária e profissionais da formação nestas áreas.


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sábado, fevereiro 07, 2009

Reconhecimento de Palavras Escritas e Competência Leitora – Construção e Validação do Teste de Avaliação do Reconhecimento de Palavras Escritas

Realizou-se no dia 6 de Fevereiro, pelas 10h00, no Anfiteatro C do campus de Ponta Delgada, as Provas de Doutoramento no ramo de Educação, especialidade de Necessidades Educativas Especiais, requeridas pelo licenciado António Manuel Pereira Vargas Moniz.
As provas foram avaliadas por um júri presidido pelo Senhor Vice-Reitor, Prof. Doutor José Luís Brandão da Luz (por delegação do Reitor), sendo vogais o Doutor Ermelindo Manuel Bernardo Peixoto, Professor Catedrático da Universidade dos Açores; a Doutora Maria Teresa Pires de Medeiros, Professora Associada com agregação da Universidade dos Açores; o Doutor Marcelino Arménio Martins Pereira, Professor Associado da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra; a Doutora Maria Letícia Henriques Leitão, Professora Auxiliar da Universidade dos Açores; a Doutora Maria da Graça Borges Castanho, Professora Auxiliar da Universidade dos Açores; e a Doutora Ana Isabel da Silva Santos, Professora Auxiliar da Universidade dos Açores.
As provas constarão da discussão pública, com crítica e defesa, de uma dissertação intitulada Reconhecimento de Palavras Escritas e Competência Leitora – Construção e Validação do Teste de Avaliação do Reconhecimento de Palavras Escritas (T.A.R.P.E.).

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terça-feira, fevereiro 03, 2009

III Encontro “Astronomia e Ciências Espaciais 2009 - Comunicação e Educação

Realizou-se, em Espinho, nos dias 23 e 24 de Janeiro, o III Encontro “Astronomia e Ciências Espaciais 2009 - Comunicação e Educação” no Centro Multimeios de Espinho que reuniu os diferentes agentes associados às actividades que vão realizar-se durante 2009, o programa completo do Ano Internacional de Astronomia (AIA2009). O programa foi apresentado e discutido no Centro Multimeios de Espinho.
Fotografia de João Porto
No primeiro dia da terceira edição do encontro “Astronomia e Ciências Espaciais”, foi dado ênfase ao processo de criação do Ano Internacional de Astronomia em Portugal e aos projectos globais desenvolvidos pela Comissão Nacional do AIA2009. A palavra foi também dada aos Coordenadores de Actividades a fim de esclarecer a assistência sobre a forma como irão decorrer as iniciativas nos vários distritos do país. Nessa sessão participou o Professor Miguel Ferreira do Campus de Angra do Heroísmo e coordenador regional do AIA2009.
O III Encontro “Astronomia e Ciências Espaciais 2009 - Comunicação e Educação” requereu também a participação activa de todos os que estão a planear actividades num âmbito mais particular, na sua localidade, em escolas, universidades, laboratórios ou em outras instituições. No Sábado de manhã, o colóquio prosseguiu com as intervenções dos “participantes anónimos” do AIA2009 espalhados pelo país e dos principais organizadores dos grandes momentos do AIA2009 que partilharam as suas ideias e os seus planos com a "rede AIA2009". O Ano Internacional de Astronomia pretende proporcionar novas colaborações e interacções entre diferentes grupos científicos e estreitar a ligação entre os astrónomos ditos profissionais e os astrónomos amadores. As diferentes iniciativas permitem ainda dar a conhecer a Astronomia feita por Portugueses e envolver crianças e adultos num dos maiores acontecimentos astronómicos mundiais que vai ter repercussões em mais de 135 países.

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domingo, dezembro 21, 2008

Docentes trabalham de forma 100% electrónica

Aumento da produtividade e transparência são, diz José Azevedo, pró-reitor para a Ciência e Tecnologia da Universidade dos Açores, reflexos positivos do e-learning.
O projecto “Universidade Digital”, que contou com o apoio do Governo Regional em 2,4 milhões de euros, prevê a criação de estruturas de assistência técnica às ferramentas e tecnologias utilizadas (service desk). Como tal, a Universidade dos Açores está a proceder a uma modernização e reformulação de todos os processos administrativos através da implementação de um sistema de escritório electrónico. “Estamos a trabalhar em formato 100% electrónico”, diz José Azevedo, pró-reitor para a Ciência e Tecnologia da Universidade dos Açores. Um despacho do reitor, em 2007, indicava que toda a tramitação de documentos no interior da instituição académica passaria a ser por via electrónica, “algo que revolucionou todos os procedimentos”. Assim, todos os documentos que dão entrada na Universidade dos Açores são digitalizados e posteriormente arquivados. Para José Azevedo, a adopção deste sistema produz muitas vantagens. “Este sistema de documentação via electrónica traduz-se numa redução de custos e num gigantesco aumento de produtividade, pois os processos correm muito mais depressa”. A transparência é outra das grandes vantagens deste processo, pois assim que o documento dá entrada no sistema é possível acompanhar todo o processo. “O sistema permite que todos os funcionários e docentes tenham este acesso”. Adicionalmente, o sistema agora implementado vai facilitar a consulta do arquivo dos serviços de documentação, agilizar os processos de registo, tratamento e controlo dos pedidos dos alunos e aumentar as funcionalidades de pesquisa e consulta de dados. E constitui mais uma forma de combate à tripolaridade. “Há sempre necessidade de circular documentos entre os pólos e, na sua maioria, esta era feita via correio”. Inclusive, dentro do próprio pólo de Ponta Delgada a circulação de documentos era morosa. “Quando um departamento precisava de enviar algum documento à Reitoria para autorização, este processo levava cerca de três dias para um despacho agora feito em três minutos”. E a adaptação e aceitação dos funcionários não poderia ser melhor. “Temos um grande esforço de formação e as coisas estão a correr bem. Houve uma adesão entusiástica a este sistema, porque identificaram as vantagens”. Para facilitar a gestão financeira da Universidade dos Açores e a sua eficiência, foi adquirido, estando em fase de experimentação, o Primavera, “que vai permitir à universidade dar um grande passo em termos de contabilidade”. Este sistema de contabilidade analítica permite, para além de um maior e mais cuidado controlo das contas da instituição, uma melhor atribuição de verbas para os projectos. “É importante atribuir orçamentos a determinados projectos e funções da Universidade açoriana por facilitar o cálculo do valor que determinado projecto gastou e encontrar as respectivas facturas”.Para o pró-reitor para a Ciência e Tecnologia esta “é uma área em que estamos a evoluir. Prevê-se que dentro de um ano ou dois esteja implementado".
Tripolaridade poderá já não ser um problema

Aquando da apresentação do projecto “Universidade Digital”, João Luís Gaspar, ex-director regional da Ciência e Tecnologia, afirmou que "este é o tipo de investimento orientado para reformas estruturais profundas que a UAç necessita, dado que permite aos órgãos de gestão da instituição adoptar medidas concretas para rentabilizar recursos e reduzir despesas". De acordo com João Luís Gaspar, o projecto deverá servir para quebrar a barreira da tripolaridade que, na sua opinião, é frequentemente culpabilizada para justificar custos."Num mundo global, onde as tecnologias permitem vencer distâncias e o trabalho é realizado em rede com base em nós virtuais, a Universidade tem de mudar de paradigma e deixar de olhar para a tripolaridade como a razãodos seus insucessos", referiu.
(In BRUNO SARMENTO MELOcorreio@expressodasnove.pt Expresso das Nove)

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sábado, dezembro 20, 2008

Enfermagem e Autoconceito

Realizam-se no dia 3 de Janeiro, pelas 14 horas, no pólo de Angra do Heroísmo, as provas de Mestrado em Educação requeridas pelo licenciado Rogério Miranda Vieira.
As provas serão avaliadas por um Júri presidido (por designação do Reitor) pela Doutora Maria Manuela Dias Silva Raposo, professora coordenadora da Escola Superior de Enfermagem da Universidade dos Açores, sendo vogais os Doutores Maria Lisete Borges de Meneses Parreira de Bruges, professora coordenadora da Escola Superior de Enfermagem da Universidade dos Açores, Pedro Francisco González, Francisco José Rodrigues de Sousa e Ana Margarida Moura de Oliveira Arroz, todos professores auxiliares da Universidade dos Açores.
As provas constarão da discussão pública, com crítica e defesa, de uma dissertação intitulada Enfermagem e Autoconceito.

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