quinta-feira, setembro 10, 2009

Andreia Cardoso quer fixar jovens no concelho

A candidata do PS à Câmara de Angra do Heroísmo, Andreia Cardoso reuniu ontem à tarde com o Pró-Reitor da Universidade dos Açores, Campus de Angra do Heroísmo, Alfredo Borba com o objectivo de “ fortalecer a aproximação entre a autarquia e a Universidade dos Açores”.A candidata à autarquia angrense destacou três pontos essenciais nesta relação: “o dever de um papel activo que a autarquia deve ter em colocar a investigação em beneficio da comunidade que a acolhe, referindo o exemplo da investigação que foi encomendada a esta Universidade no que se refere às térmitas. Outro ponto em destaque pela candidata “foi a preocupação em fixar a população estudante no concelho, dado que 84% dos jovens universitários não são da Ilha Terceira. O último ponto abordado foi “o facto do concelho e a ilha fruirem do conjunto de investigadores que frequentam congressos internacionais, no sentido de estes serem mandatários no que respeita à promoção da Terceira como destino de eventos e congressos científicos, promovendo o turismo fora de época”. Os problemas de financiamento da Universidade dos Açores “não foram discutidos nesta reunião, mas foi feito um levantamento exaustivo do ponto situação do novo campus do Pico da Urze”, adiantou Andreia Cardoso.“Aproveitar o espaço de estacionamento contruído no novo campus da Universidade dos Açores e colocá-lo ao serviço de toda a comunidade, apoiando as respostas que já existem a esse nível. Isso poderá implicar uma alteração dos actuais circuitos dos mini-buses, entre parques, alargando-o ao parque do campus do Pico da Urze de forma a potenciar a infra-estrutura”, explicou a candidata socialista. Em relação ao Parque Tecnológico da Ilha Terceira, que será situado no campus da Terra Chã, da universidade, Andreia Cardoso sublinhou “a importância da componente da investigação na criação de novas empresas que potenciem o trabalho do Instituto de Biotecnologia dos Açores”.
(In Diário Insular)

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sábado, julho 25, 2009

Monitorizar térmitas em Angra

terça-feira, julho 14, 2009

Europa quer jovens a aprender no estrangeiro

A Comissão Europeia quer mais jovens em programas de mobilidade. O organismo da União Europeia publicou ontem o Livro Verde “Promover a Mobilidade dos Jovens para fins de Aprendizagem”, lançando também uma consulta pública que se prolonga até ao dia 15 de Dezembro.O objectivo é “iniciar o debate sobre a melhor maneira de potenciar as oportunidades de que os jovens europeus dispõem para desenvolverem os seus conhecimentos e competências no estrangeiro”. Actualmente, de acordo com números da Comissão, apenas 0,3 por cento dos jovens entre os 16 e 29 anos, de toda a União Europeia, já participou em programas de mobilidade. A respeito da publicação do livro verde, o comissário Europeu para a Educação, a Formação, a Cultura e a Juventude, Ján Figel já afirmou que “a mobilidade, numa perspectiva de aprendizagem, é muito positiva para os indivíduos, as escolas, as universidades, os estabelecimentos de formação e a sociedade em geral”“Precisamos de incentivar a mobilidade, de forma a que ir ao estrangeiro para aprender passe a ser a regra e não a excepção. Este aspecto é tão importante para a pujança e a sustentabilidade do relançamento económico da UE como para a coesão social das sociedades europeias no séc. XXI”, concluiu.
Região a ganhar...

Questionada sobre a importância dar um novo fôlego aos programas de mobilidade, do ponto de vista da Região, a directora regional da Educação, Fabíola Cardoso disse que o arquipélago tem muito a ganhar. “Penso que aqui deve ser relevada a ultraperifericidade dos Açores e os ganhos que se podem obter com uma presença mais alargada dos nossos jovens na Europa Continental, nomeadamente em termos de empreendedorismo, de criação de emprego, de experiências de aprendizagem diversificadas e dos resultados que estas experiências podem trazer na vida activa de um adulto”, afirma a DI.Lembrando que a Região participa nos programas Eurodisseia, Comenius e Erasmus, Fabíola Cardoso considera que “os Açores e os seus órgãos de governo próprio conhecem já a generalidade dos programas à disposição dos vários parceiros sociais, que importa agora colocar, nomeadamente no caso da Educação, ao serviço de uma estratégia global para a mobilidade.
Considera pró-reitor da universidade dos açores, Alfredo Borba
Programas de mobilidadedão “novas perspectivas”

A existência de programas de mobilidade que permitem aos jovens estudarem, adquirirem novas competências e participarem em projectos de investigação no estrangeiro são especialmente importantes em regiões pequenas e periféricas como os Açores, acredita o pró-reitor da Universidade dos Açores, Alfredo Borba. Em declarações a DI, este afirma que estes programas permitem, “sobretudo, criar novas perspectivas”.“Os programas de mobilidade são algo que possibilita aos alunos conhecerem novas realidades, terem acesso a informação que é muitas vezes difícil de obter num meio pequeno como o nosso. Além disso, torna possível que estes mesmos jovens se integrem em projectos de investigação de grande dimensão, o que, de outra forma, seria muito difícil”, explica. Alfredo Borba avança que a mobilidade é colocada em prática pela Universidade dos Açores, incluindo o pólo da Terceira desta universidade, “há muitos anos”.“Temos o programa Erasmus e enviamos alunos para os Estados Unidos, América do Norte e do Sul, nomeadamente para o Brasil”, exemplifica.Recorde-se que a Comissão Europeia publicou ontem o Livro Verde “Promover a Mobilidade dos Jovens para fins de Aprendizagem”.A Comissão quer incentivar a criação de mais programas de mobilidade bem como aumentar o número de jovens que participam. Está lançada uma consulta pública que se prolonga até 15 de Dezembro de 2009.

(in Diário Insular)

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segunda-feira, junho 22, 2009

Força Aérea não deu autorização para obras

O Comando da Zona Aérea dos Açores afirmou, ontem ao DI não ter dado autorização para a intervenção no pólo da Terra Chã, da Universidade dos Açores, do qual é proprietário, no âmbito das obras de requalificação do largo desta freguesia.Interrogados por DI sobre as obras em causa, o Comandante do Comando da Zona Aérea dos Açores, Rui Mora de Oliveira responde que “não foi dada pela Força Aérea qualquer autorização para a efectivação das obras citadas”.A propósito das medidas a tomar em relação à omissão, o comandante avança que “ao assunto foi dado o tratamento adequado através dos canais competentes”.
Reações

O presidente da Junta de Freguesia da Terra Chã, Armando Braga, refere ter sido contactado pela Força Aérea, no sentido de “dar a conhecer a troca de correspondência entre a junta e a universidade, dos pedidos e das respostas, bem como o respectivo projecto”.Considerando a falta de comunicação ao proprietário do espaço, DI contactou o Pró-Reitor da Universidade dos Açores, Alfredo Borba, questionando o mesmo sobre esta situação. Alfredo Borba remeteu a resposta ao Reitor da Universidade dos Açores, Avelino Meneses, que foi o responsável pelo parecer positivo às obras.Por motivo de ausência do arquipélago e por estar incontactável, não foi possível ouvir o Reitor da Universidade dos Açores, a respeito de ter dado um aval positivo ao início das obras, mesmo depois do departamento de Ciências Agrárias ter-se manifestado contra e sem ter contactado o proprietário do terreno.No que diz respeito ao abate das árvores, DI contactou o secretário regional do Ambiente e do Mar, Álamo Meneses, que esclareceu que não foi emitido nenhum parecer pela secretaria, pelo facto de “este não ser necessário”, considerando dois factos, “não ser uma espécie de árvore protegida e não ser uma zona protegida”.

(in Diário Insular)

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sábado, junho 20, 2009

Corte de árvores gera confusão

O corte das árvores, na entrada do pólo de Angra do Heroísmo, da Universidade dos Açores, no âmbito das obras de requalificação do largo, está a gerar polémica e a dividir opiniões. Este projecto, na sua origem, incluia uma intervenção na entrada do pólo que, de acordo com o Pró-Reitor da Universidade dos Açores, Alfredo Borba, “foi submetida a um parecer, por parte do reitor da instituição, Avelino Meneses, que por sua vez pediu um parecer às unidades orgânicas envolvidas”. Alfredo Borba avança que “o departamento de Ciências Agrárias manifestou-se contra, sendo que o departamento de Ciências da Educação não se opôs”, posto isto, “foi emitido um parecer positivo” para a obra em causa.“Na minha opinão pessoal, não sou a favor do corte das árvores e penso que deveria ter sido feita a nova entrada antes do começo das obras”, afirma o pró-reitor, referindo-se ao aspecto funcional do “campus”.DI falou com alguns alunos que manifestaram desagrado com o corte das árvores com 60 anos, sendo que uma aluna, Soraia Mendes, realçou o facto de serem árvores que “levam muito tempo a crescer”.A propósito, o professor João Batista, do departamento de Ciências Agrárias, considera que “as árvores, mais do que um interesse ornamental, têm um interesse histórico”, e pelas quais diz ter “uma grande estima”. Continua, referindo que o ideal seria que “as árvores tivessem sido integradas no contexto das obras”.Contactado por DI, o presidente da Junta de Freguesia da Terra Chã, Armando Braga, explica que “o corte das árvores era inevitável para a execução das obras” e que o mesmo “estava previsto no projecto”, que considera ser “de extrema importância para a freguesia”.A par da questão das árvores levanta-se, ao mesmo tempo, outra questão, que diz respeito ao facto de o terreno pertencer à Força Aérea Portuguesa, que segundo o que DI apurou não foi informada sobre as obras. “Temos autorização do reitor, não entrámos no terreno sem mais nem menos”, sublinha Armando Braga, que se diz, ao mesmo tempo, “disponível para entrar em diálogo com a Força Aérea”, se necessário. DI contactou a Força Aérea Portuguesa e teve conhecimento que será emitido um parecer, durante o dia de hoje, a respeito das obras na entrada do pólo de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores.
(in Diário Insular)

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terça-feira, junho 16, 2009

Conferência sobre ECOTURISMO


Dia I
- Moderador: Félix Rodrigues – Professor da Universidade dos Açores
10h30 Sessão de abertura: Professor Doutor Alfredo Borba – Pró-Reitor da Universidade dos Açores, Campus de Angra do Heroísmo
10h50 Comunicação do Professor Doutor Eduardo Dias
11h20 Comunicação de Mestre Maria João Burnay – Directora do Departamento de Gestão de Áreas Classificadas – Zonas Húmidas do Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade
11h50 Debate
Almoço (livre)
- Moderadora: Verónica Bettencourt – Delegada de Turismo da ilha Terceira
14h00 Comunicação de Gilberto Vieira: Director e Proprietário da Quinta do Martelo – «A experiência de um projecto – Turismo Rural, turismo da Natureza».
14h30 Debate
14h45 Comunicações dos Guias da Natureza:
- Rita Costa – «Segurança nos trilhos pedestres»
- Filipe Lourenço – «Da baleação ao Whale-watching na ilha Terceira»
15h30 Whale-Watching (Marina de Angra do Heroísmo) – Actividade sujeita a inscrição

Dia II
- Moderador: José Eduardo Toste – Director da Associação Regional de Turismo
10h00 Comunicação do Professor Eduardo Guimarães – Ecomuseu da Ilha de São Jorge – «O Ecoturismo e a valorização do património natural e cultural»
10h30 Professora Maria de Lurdes Cravo – Presidente da Assembleia Geral da Associação Quercus Direcção Nacional da Quercus – «Ecoturismo – a importância de manter uma paisagem humanizada».
11h00 Debate
Intervalo
11h35 Comunicações dos Guias da Natureza:
- Filomena Ferreira – «Observação de aves»
- Margarida Pires – «Os Jardins de Angra do Heroísmo»
- Ulisses Rosa – «Resíduos ilegais na ilha Terceira»
Encerramento
Almoço (livre)
14h30 Passeio de Jipe – Actividade sujeita a inscrição

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sábado, maio 30, 2009

CURSO DE VERÃO da Universidade dos Açores (Campus de Angra do Heroísmo) Julho/2009

Dia 27, das 10-12 h
Biodiversidade Animal, pelo Prof. Doutor Paulo Borges.
14-16 h Caracterização da agro-pecuária Açoriana, pelo Prof. Doutor Alfredo Borba.

Dia 28, das 10-12 h
O clima e a agricultura, pelo Prof. Doutor Eduardo Brito de Azevedo.
14-16 h A história da cloneta, pelo Prof. Doutor Joaquim Moreira da Silva.

Dia 29 das 10-12 h
A agro-pecuária na economia Açoriana, pela Prof.ª Doutora Emiliana Silva.
14-16 h Agricultura biológica, pelo Prof. Doutor João Batista.

Dia 30, das 10-12 h
Os produtos tradicionais Açorianos, pela Profª. Doutora Maria da Graça Silveira.
14-16 h Bioversidade Vegetal nos Açores pela Prof.ª Rosalina Gabriel.

Dia 31, das 10-12h
A vida nas profundezas da Terceira, pelo Prof. Doutor Félix Rodrigues.
14-16h Hidrogeologia dos Açores, pelo Prof. Doutor Cota Rodrigues.

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Majoração dos apoios à Universidade dos Açores

O candidato açoriano na lista do PS ao Parlamento Europeu (PE) defende a majoração dos apoios atribuídos aos projectos de investigação da Universidade dos Açores no âmbito do VII Quadro Comunitário de Apoio à Ciência e Investigação.Luís Paulo Alves, que falava aos jornalistas ontem à tarde, no final de uma visita ao Observatório do Ambiente, em Angra do Heroísmo, argumenta que essa majoração permitirá à Academia combater as dificuldades financeiras que atravessa.“Esta proposta de majoração tem que ser feita. A Universidade dos Açores tem vindo a afirmar-se na investigação das alterações climáticas, da climatologia e no estudo dos oceanos e, como tal, é uma oportunidade que não pode ser descurada”, adianta. O socialista adianta que o novo quadro comunitário de apoios à Ciência e Investigação é muito generoso e deve ser aproveitado ao máximo.
Atenção transatlântica
Além disso, Luís Paulo Alves - que conversou com os professores Alfredo Borba, pró-reitor da Universidade dos Açores, e com Eduardo Brito de Azevedo, do CLIMAAT e especialista em climatologia, ambos ligados ao Observatório do Ambiente - alega que há interesse de várias universidades norte-americanas que já manifestaram interesse em instalar nos Açores um centro transatlântico de estudo das alterações climáticas.“Isto prova que a nossa posição geográfica é uma mais-valia em termos científico. E, assim, é fundamental apoiarmos esta vertente”, alega Luís Paulo Alves, que sublinha que a Academia insular tem vindo a consolidar-se como um centro de excelência no estudo das alterações do clima e do oceano (neste caso, através do Departamento de Oceanografia e Pescas, localizado na cidade da Horta, Faial). Na quarta-feira, o socialista, no Pico, defendeu uma maior atenção da Política Marítima Europeia às oportunidades de desenvolvimento que o Mar proporciona aos Açores e à fronteira marítima e Atlântica que o arquipélago confere à União Europeia. “Os Açores são a primeira linha de combate ao tráfico de droga por via marítima. Isso trás também uma responsabilidade que terá de ser assumida pela União Europeia”, argumenta Luís Paulo Alves, que, ontem, visitou também o porto de São Mateus e jantou com militantes terceirenses.

(in Diário Insular)

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sexta-feira, maio 22, 2009

Estudo da Acção de Taninos Condensados provenientes de Vacas Leiteiras em Pastoreio

Realizaram-se no dia 7 de Maio, pelas 14h30m, no Departamento de Ciências Agrárias, as provas de Mestrado em Produção Animal, requeridas pela licenciada Sandrine Cascais Vieira. As provas foram avaliadas por um Júri presidido (por designação do Reitor) pelo doutor Alfredo Emílio Silveira de Borba, professor catedrático da Universidade dos Açores, sendo vogais os Doutores João Manuel de Carvalho Ramalho Ribeiro, investigador auxiliar da Estação Zootécnica Nacional, e Oldemiro Aguiar do Rego, professor auxiliar da Universidade dos Açores. As provas constaram da discussão pública, com crítica e defesa, de uma dissertação intitulada Estudo da Acção de Taninos Condensados provenientes de Vacas Leiteiras em Pastoreio.

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quinta-feira, maio 21, 2009

Efeito da Administração de Oligoelementos nas Performances da Vaca Leiteira. Validação do Método do NIR para Análise de Forragens

Realizaram-se no dia 28 de Abril, pelas 14h30m, no Auditório do Complexo Pedagógico do pólo de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, as provas de Mestrado em Produção Animal, requeridas pela licenciada Maria Margarida Teixeira Andrade.As provas foram avaliadas por um Júri presidido (por designação do Reitor) pelo doutor Alfredo Emílio Silveira de Borba, professor catedrático da Universidade dos Açores, sendo vogais os Doutores Olga Mafalda Salvador Conde Moreira, investigadora auxiliar da Estação Zootécnica Nacional, e Oldemiro Aguiar do Rego, professor auxiliar da Universidade dos Açores. As provas constaram da discussão pública, com crítica e defesa, de uma dissertação intitulada Efeito da Administração de Oligoelementos nas Performances da Vaca Leiteira. Validação do Método do NIR (Near Infrared Reflectance Spectroscopy) para Análise de Forragens.

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terça-feira, maio 19, 2009

Visita de Nuno Melo do CDS-PP ao Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores

Amanhã, entre as 11 horas e as 13 horas, Nuno Melo, cabeça de lista às próximas eleições europeias pelo CDS-PP, visita o Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, nas instalações da Terra-Chã, onde trocará impresões com o Director de Departamento, Alfredo Borba e estará disponível para conversar com alunos e docentes. Nuno Melo far-se-á acompanhar pela candidata pelos Açores, Emiliana Silva que ocupa o quarto lugar na lista nacional.

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domingo, maio 03, 2009

Andreia Cardoso elogia papel da Universidade

A presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo elogiou, ontem, o papel desempenhado pela Universidade dos Açores no desenvolvimento do concelho. Falando na abertura do “9º Encontro de Química dos Alimentos”, Andreia Cardoso afirmou entender a realização de encontros como o que se realiza até sábado como um estímulo ao turismo. “A Universidade dos Açores tem o mérito não só de ser uma entidade que inova, que cria, que habilita os nossos jovens a um futuro promissor. Tem também tido o mérito de organizar iniciativas como esta, que trazem à Terceira e a Angra pessoas talentosas e com muito conhecimento, que, com certeza, serão um veículo de divulgação daquilo que é de facto Angra do Heroísmo”, disse a autarca angrense.Além disso, a presidente da autarquia salientou o trabalho desenvolvido pela universidade na formação de recursos humanos em áreas ligadas ao turismo, como os guias da natureza.Recorde-se que, recentemente, o candidato do PSD/Açores à Câmara Municipal de Angra afirmou que é necessário um maior diálogo entre a autarquia e a Universidade dos Açores. “Acreditamos que o progresso só pode existir se o produto da Ciência e os técnicos deste centro de conhecimento participarem activamente no desenvolvimento do concelho”, defendeu António Ventura.
(in Diário Insular)

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quarta-feira, abril 22, 2009

PSD Promete

O candidato do Partido Social-Democrata (PSD) à Câmara Municipal de Angra do Heroísmo defende a criação de uma plataforma intersectorial para a Ciência e Tecnologia no concelho. António Ventura sustenta que é preciso que a Universidade dos Açores e, em especial, o Departamento de Ciências Agrárias, deixem de ser apenas “armazéns” de conhecimento.“Uma maior proximidade entre os conhecimentos científicos produzidos na Universidade e o município resulta num proveito para o desenvolvimento do concelho”, defende. Esta plataforma intersectorial seria um “fórum de debate, reflexão e perspectiva entre os sectores de actividade económica de maior expressividade no concelho, designadamente no âmbito da agricultura, da pesca, do comércio e das indústrias transformadoras”.“Acreditamos que o progresso só pode existir se o produto da Ciência e os técnicos deste centro de conhecimento participarem activamente no desenvolvimento do concelho”, reforçava Ventura, ontem pela manhã, no final de uma reunião com o responsável pelo pólo universitário da Terceira, Alfredo Borba.
Cursos e prémiosO candidato do PSD à liderança da Câmara de Angra avança ainda pretender criar uma Semana da Ciência, estendendo às escolas de todo o concelho várias actividades na área da Ciência, bem como os “dias abertos” no Departamento de Ciências Agrárias, para divulgar as actividades científicas em curso. Em paralelo com estas iniciativas, António Ventura tem ainda planos para a criação de um prémio anual para o melhor trabalho sobre um tema no campo da ciência, para os alunos dos vários graus de ensino.Participação da Universidade dos Açores em alguns conselhos municipais; promoção de cursos, jornadas e palestras; apoio a projectos científicos de relevo para o concelho e divulgação de informação científica são outras medidas.

(In Diário Insular)

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terça-feira, abril 21, 2009

António Ventura quer ciência a desenvolver Angra

O candidato à presidência da câmara de Angra do Heroísmo pelo PSD, António Ventura, apresentou esta manhã um conjunto de propostas visando “o aproveitamento da ciência em prol do desenvolvimento do concelho”, um potencial que considerou estar ”adormecido”, referindo-se a esse incremento como “uma vantagem em estado latente” e avançando com a operacionalização das suas intenções “através de um acordo de Cooperação entre a Universidade dos Açores (UA) e o município de Angra”.
O social-democrata pretende “uma maior proximidade entre os conhecimentos científico e tecnológico produzidos na UA, concretamente no departamento de ciências agrárias (DCA) e a autarquia”, factor que representará “um proveito assegurado para o desenvolvimento do concelho e que é um sinal de modernidade para o governo local”, disse à saída de uma reunião com o responsável pelo DCA, Alfredo Borba.“É urgente potenciar um relacionamento directo e estreito com o DCA em favor do progresso sócio-económico de Angra”, explicou, dizendo ser esse “um benefício competitivo e sustentável para as gerações actuais e, principalmente, para as gerações futuras”, desde logo “através da formação técnica da autarquia em algumas áreas onde o DCA pode contribuir directamente”, assim como “através da articulação institucional que assegure a representação digna da cidade de Angra nos vários fóruns científicos em que deve estar representada”, afirmou.“O município convidará a UA para membro efectivo de novos órgãos a criar, casos do conselho municipal do ambiente da água e da sustentabilidade e do conselho municipal do emprego”, garantiu, adiantando que pretende ver estabelecidos “protocolos de cooperação na área da formação para os munícipes, com especial relevância para os jovens”, alargando essa valência “nas férias de Verão e realizando com as escolas actividades no âmbito da ciência, como sejam as eco-escolas”. No tocante ao apoio prestado à investigação, o candidato pretende fazê-lo face a “projectos que se mostrem relevantes para o desenvolvimento de Angra e que incidam sobre a inovação”, deixando viva “a possibilidade de adesão ao projecto europeu Europe, Science & the City (ESCITY), que visa a promoção de uma cultura científica a nível local, com grande envolvência pública”, um projecto “financiado pela comissão europeia e ao qual já aderiram as cidades portuguesas de Évora, Estremoz, Tavira e Guimarães”.António Ventura quer o conhecimento científico e tecnológico “aplicado em alguma áreas como o abastecimento de água, sendo essa colaboração crucial para planear correctamente as disponibilidades do concelho”, exemplificou, revelando que o conjunto de acções a implementar, e que têm por base “a promoção da ciência e da tecnologia”, passam pela criação “de um fórum de debate, reflexão e perspectiva entre os sectores de actividade económica de maior expressividade, designadamente no âmbito da agricultura, das pescas, do comércio e das indústrias transformadoras”, onde “naturalmente a UA terá lugar cativo”.O candidato laranja pretende também estabelecer uma colaboração directa entre a autarquia e a UA “que impulsione para o empreendedorismo no concelho, com o consequente fomento para a criação de emprego e fixação de jovens”, e que vai assentar “numa colaboração técnica de prestação de serviços, prospectiva e de avaliação para a dinamização de pequenas e médias empresas”. Ventura quer também promover a semana da ciência em Angra, “evento estendido às freguesias rurais e levado a cabo em colaboração com a universidade e as escolas, como forma de sensibilizar para a utilização da ciência e como mostra de produtos científicos”, à qual se juntarão “os dias abertos no DCA para conhecimento das actividades científicas em curso”. Ao nível da promoção da área científica, o candidato do PSD à câmara de Angra vai instituir “um prémio anual para o melhor trabalho no campo da ciência realizado por alunos dos diversos graus de ensino”, comprometendo-se a autarquia a divulgar, “através de comunicação periódica com a população e de exposições didácticas”, as actividades científicas “de maior interesse sócio-económico, e em áreas como as energias alternativas, a agricultura, a climatologia ou a biotecnologia” concluiu.

(In Canal de Notícias dos Açores)

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sábado, abril 18, 2009

António Ventura promove ciência a favor do concelho de Angra

O candidato do PSD à presidência da câmara de Angra do Heroísmo, António Ventura, apresenta esta segunda-feira (dia 20), uma iniciativa que visa promover a ciência e o conhecimento como factores de desenvolvimento no concelho, nomeadamente ao nível do empreendedorismo e do emprego jovem. Para isso o candidato reune com o responsável pelo campus de Angra da Universidade dos Açores (UA), Alfredo Borba, com quem trocará impressões sobre os projectos que pretende levar a cabo. A reunião tem lugar na segunda-feira, dia 20 de Abril, às 11H00, no departamento de ciências agrárias da UA (Terra Chã), estando António Ventura disponível para prestar declarações à comunicação social pelas 11h30.

(In Canal de Notícias dos Açores)

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sexta-feira, abril 03, 2009

Universidade dos Açores: Quem compõe o Conselho Geral

Conforme foi noticiado, foram eleitos os membros do Conselho Geral da Universidade dos Açores. Neste momento já está constituída a equipa que vai presidir aos destinos daquela Instituição de ensino Superior e que tem, entre outros, poderes para destituir e preparar eleições para o reitor da Universidade. Como foi noticiado, a lista vencedora nas eleições foi a de Gilberta Rocha e das personalidades escolhidas para o Grupo que lidera o Conselho Geral constam os nomes de Francisco Sampaio da Nóvoa, Mário Mesquita, Ricardo Madruga da Costa e Roberto Amaral. Como representantes dos professores, e para além de Gilberta Rocha, constam Mário Fortuna, Carlos Amaral, Tomás Dentinho, Armindo Rodrigues, Alfredo Borba, Rosa Goulart e Gabriela Queirós. Por parte dos estudantes a presença no Conselho geral é de Nélson Moura e André Carvalho, enquanto que os trabalhadores estão representados por Francisco Franco. Consultando o site da Universidade, ficamos a saber que as funções do Conselho Geral reúne quatro vezes por ano, podendo convocar outras reuniões extraordinárias. Nestas reuniões há a presença do reitor que, entretanto, não tem voto consagrado. É ao Conselho Geral que compete alterar os Estatutos da Universidade, organizar a eleição do Reitor que pode ser destituído pelo mesmo órgão. O mesmo conselho aprova as linhas gerais de orientação da Universidade e define as metas e objectivos de gestão, regulamentando os princípios da época comunitária, ou universitária. Para além de tudo isto, é o Conselho Geral que aprecia mos actos do Reitor e que aprova o Relatório e Contas de cada ano da Universidade e pronuncia-se sobre outros assuntos relativos à vida da instituição. No caso concreto dos Açores e como já foi noticiado o Reitor Avelino Meneses pretende levar o seu mandato até ao fim, pelo que parece consentânea a convivência com o novo órgão agora eleito, até ao termo do seu mandato, dentro do que estipulam as novas regras.
(In Correio dos Açores)

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terça-feira, março 24, 2009

Gilberta Rocha propõe mais união e diálogo

Gilberta Rocha ganhou as eleições dos representantes dos professores e investigadores da Universidade dos Açores para o Conselho Geral do estabelecimento de ensino. A lista D encabeçada pela professora elege 3 representantes, com 58 votos. O novo órgão toma posse na próxima semana, altura em que os membros eleitos escolhem quatro personalidades da sociedade civil para integrarem o conselho. Gilberta Rocha diz que já existem quatro nomes em cima da mesa, mas prefere não os divulgar para já. A professora garante que serão personalidades com um grande currículo profissional e cultural, independentemente de serem regionais, nacionais ou internacionais.Só após o Conselho Geral estar completo é que as propostas discutidas em campanha serão colocadas em prática. Para Gilberta Rocha a principal mudança a implementar na Universidade dos Açores passa pela adopção de “maior união e diálogo” entre as diferentes unidades orgânicas. “A universidade não pode ser pensada de uma forma uniforme”, realça. Gilberta Rocha afirma ainda que é necessário “melhorar o funcionamento administrativo” e “adequar a funções dos funcionários”. Soluções que a professora eleita acredita ajudarem a resolver os problemas financeiros da universidade. “É preciso aumentar a nossa eficiência interna, através da unidade e do diálogo e captar mais recursos financeiros através da investigação”, defende.O Conselho Geral, adoptado após a entrada em vigor dos novos estatutos da Universidade dos Açores, tem poder para nomear, suspender ou destituir o reitor. Na opinião de Gilberta Rocha, Avelino Meneses, actual reitor da universidade, deveria ter colocado o cargo à disposição, uma vez que os restantes órgãos também marcaram eleições. Ainda assim, a representante da lista vencedora não considera “grave” a atitude do reitor e pensa que reitor e conselho geral poderão colaborar no futuro. Gilberta Rocha defende ainda a “multipolaridade” da UAç, desde que esta seja “aproveitada e racionalizada”. O Conselho Geral é composto neste momento por Gilberta Rocha, Armindo Rodrigues e Maria Gabriela Queirós, da lista D, Mário Fortuna e Alfredo Borba, da lista B, Carlos Amaral e Rosa Goulart, da lista C, e ainda Tomaz Dentinho da lista A. Nelson Moura e André Carvalho representam os alunos e Francisco Franco o pessoal não docente.

(in Diário Insular)

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quinta-feira, março 19, 2009

Acto eleitoral na Universidade dos Açores

sexta-feira, março 13, 2009

As componentes Carbonosa e Mineral Absorventes na Atmosfera do Atlântico Norte Central

Realizaram-se no dia 6 de Março, pelas 14h30, no Anfiteatro do Complexo Pedagógico do novo campus de Angra do Heroísmo, as Provas de Doutoramento no ramo e especialidade de Ciências do Ambiente, requeridas pelo mestre José Filipe Leal Dias Fialho Barata.As provas foram avaliadas por um júri presidido pelo Senhor Pró-Reitor, Prof. Doutor Alfredo Emílio Silveira de Borba (por delegação do Reitor), tendo sido vogais o Doutor Casimiro Adrião Pio, professor catedrático da Universidade de Aveiro; o Doutor Mário Miguel Azevedo Cerqueira, professor auxiliar da Universidade de Aveiro; a Doutora Maria do Carmo Moreira de Freitas, investigadora principal do Instituto Tecnológico Nuclear; o Doutor Paulo João de Lemos Cabral de Sousa Fialho, professor associado com agregação da Universidade dos Açores; e o Doutor António Félix Flores Rodrigues, professor auxiliar da Universidade dos Açores.As provas constaram da discussão pública, com crítica e defesa, de uma dissertação intitulada "As componentes Carbonosa e Mineral Absorventes na Atmosfera do Atlântico Norte Central".

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domingo, março 01, 2009

Térmitas sem controlo devido a inércia

O investigador da Universidade dos Açores, Paulo Borges, disse ontem que as térmitas estão sem controlo nos principais centros populacionais da Região devido à inércia no se que refere à realização de acções para controlar a propagação da praga.Em declarações aos jornalistas, após a apresentação de um portal da Internet elaborado por investigadores da Universidade dos Açores sobre questões relacionadas com as térmitas, Paulo Borges referiu que as medidas tomadas pelas entidades locais e regionais na sequência dos estudos sobre a praga efectuados desde 2003 “não tiveram efeitos visíveis no que se refere ao controlo da praga”.De acordo com o investigador da Universidade dos Açores, se não forem tomadas medidas urgentes para corrigir essa situação, as térmitas vão continuar a ganhar terreno podendo em pouco tempo chegar a outras ilhas dos Açores.Foram já detectadas térmitas na Terceira, São Miguel, Faial e Santa Maria.“O que é certo é que temos um problema cada vez maior porque existe uma certa inércia no que se refere à realização de acções de controlo da praga no terreno”, afirmou.Reconhece que as acções de controlo das térmitas são “mais complexas” do que as que são efectuadas para o controlo de outras pragas como, por exemplo, o escaravelho japonês.Falando na cerimónia de lançamento do portal da Internet, o reitor da Universidade dos Açores, Avelino Meneses, destacou o trabalho científico realizado na instituição da identificação e caracterização do problema das térmitas nos Açores.O reitor da Universidade dos Açores referiu que as térmitas “são um problema grave que põem em causa o património cultural e arquitectónico dos Açores”.Segundo Avelino Meneses, “a Universidade dos Açores cumpriu a sua finalidade de produção de conhecimento que é agora disponibilizado a toda a comunidade”.


PORTAL COMPLETO
Com a designação “SOS Térmitas”, o portal está alojado em http://sostermitas.angra.uac.pt/Ana Moura Arroz, docente da Universidade dos Açores e co-autora do portal da Internet destacou o facto de os utilizadores terem acesso a toda a informação que necessitam sobre as térmitas.Referiu que no portal é possível encontrar informações sobre as características das térmitas, os níveis de infestação, técnicas de extermínio, reconstrução das áreas destruídas, apoios das entidades oficiais e os contactos das empresas e entidades que podem prestar auxílio no combate à praga.A concretização do portal resulta do projecto “TERMIPAR - Envolvimento dos Cidadãos no Controlo das Térmitas Urbanas nos Açores” financiado pela direcção regional da Ciência e Tecnologia.No entanto, Ana Arroz alterou para a necessidade de serem disponibilizados meios para que o portal possa ser actualizado de modo a que possa constituir sempre uma fonte de informação para todas as pessoas que pretendem saber como devem lidar com as diferentes vertentes do problema das térmitas.


Praga que devora madeira nas ilhas há várias décadas
Conhecida nos meios científicos pelo nome de Cryptotermes brevis, a térmita de madeira seca chegou aos Açores há algumas décadas mas os primeiros casos de danos provados pelos insectos nas madeiras de habitações e mobiliário só foram reportados oficialmente em 2002.Foi nessa altura que a questão dos impactos económicos e patrimoniais relacionados a acção das térmitas foi colocada, numa fase em que a praga já ocupava diversas áreas dos centros das cidades de Angra do Heroísmo, Ponta Delgada e Horta.Desde da altura em que as entidades oficiais foram alertadas para o problema das térmitas que foram desenvolvidos diversos estudos de modo a que fosse produzido conhecimento sobre a forma como se pode enfrentar o problema das térmitas.Para além da caracterização das espécies de térmitas que existem na Região, investigadores da Universidade dos Açores têm efectuado diversos estudos em colaboração com outras instituições académicas nacionais e estrangeiras.No entanto, o desconhecimento da população sobre o real poder de destruição das térmitas e o desinteresse das entidades públicas podem fazer com que a praga seja cada vez maior e mais dificil de controlar.
(In Diário Insular)

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