Lei da caça submarina
Nova lei
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Este blog é da responsabilidade do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores e pretende dar conta das actividades desenvolvidas ao longo de 2006 - Ano Internacional dos Desertos e da Desertificação, bem como das actividades realizadas na mesma área temática,ou não, nos anos posteriores.
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Félix Rodrigues disse ontem ao DI que a proposta tem como objectivo proteger as árvores com interesse como os dragoeiros e as araucárias de serem abatidas de forma indiscriminada. Segundo referiu, compete ao executivo municipal criar uma lista das árvores existentes no concelho que devem ser protegidas pela sua importância para a comunidade. “Existem exemplares de árvores centenárias e outras de grande interesse que neste momento não estão livres de serem abatidas como já aconteceu recentemente”, adiantou. Por seu turno, Eduardo Dias, docente da Universidade dos Açores, considera que “para além de ser importante definir quais as árvores a abater é necessário evitar que sejam plantadas espécies exóticas que estão proibidas por lei e que são uma ameaça para as espécies endémicas que existem na ilha”.Etiquetas: abate de árvores, Eduardo Dias, Félix Rodrigues, polémica

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Presentemente são os desvios da sociedade, que “penduram” as árvores. As árvores instaladas em espaços urbanos constituem um património e não apenas um ornamento de ocasião, como uma qualquer peça de vestuário, que se usa e deita fora. São um repositório de histórias, momentos especiais da vida, pessoais ou colectivos, que também contribuem para fortalecer a identidade das urbes. A sua escolha e implantação, deverá ser criteriosa. Sempre o foi, talvez mais no passado do que no presente. Existem várias causas naturais, que justificam o abate de árvores. Sismos, ciclones, derrocadas, incêndios, doenças, entre outras causas, obrigam a inevitáveis substituições. Cortar por circunstâncias de ocasião, é simplesmente inaceitável, tanto mais que existem actualmente, modernos e eficientes meios para as podar, tratar e até mesmo transplantar exemplares de grande porte. A sustentabilidade ambiental, de que actualmente tanto se fala, também passa pela manutenção de árvores, espaços verdes, os “pulmões” das cidades. Também aqui o abate de uma árvore está a contribuir para piorar a nossa qualidade de vida, a do ar que respiramos. Finalmente, se existem obras tão essenciais, que tenham que ser implantadas em locais onde existam árvores, por vezes centenárias, porque razão não se tenta integrá-las no projecto arquitectónico?Etiquetas: João Batista, opinião, polémica
Apesar de atribuir maior importância às acções referidas, considero válidas as razões apresentadas para a beneficiação do Largo da Igreja: melhoria da segurança rodoviária e criação de uma entrada pedonal nas instalações da universidade. O que contesto é o facto de não terem sido preservados e integrados no actual projecto os elementos com valor paisagístico e de sombreamento ali existentes, como eram as árvores do Largo da Igreja e dois plátanos pertencentes à alameda do Campus de Angra – Terra Chã, da Universidade dos Açores. Porque razão estes elementos não foram integrados no projecto de requalificação do Largo da Igreja? Não conhecerão os senhores Presidente da Junta de Freguesia da Terra Chã e a Sr.ª Presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo outras obras de requalificação em que se preservam as árvores já existentes? Devemos persistir na mentalidade retrógrada de inundar de betão os espaços públicos, ou devemos ser um pouco mais criativos e respeitosos pelos elementos naturais e integrá-los nas novas estruturas? Poderão argumentar que as árvores que existiam no Largo da Igreja, apesar do seu porte, do enquadramento da paisagem, do sombreamento que proporcionavam e do valor emocional que representavam para os funcionários e docentes deste campus, não eram espécies com valor reconhecido. Se esse for o argumento, então que nos garantam o plantio de espécies endémicas ou naturais no espaço ocupado pelas árvores abatidas! Outro aspecto que merece ser realçado no actual projecto é a diminuição das áreas de infiltração que conduz a situações indesejáveis (aumento do escoamento superficial de água pluvial na via pública e à diminuição da infiltração de água). Embora estejam em causa áreas pequenas, um projecto da Câmara Municipal, entidade que gere os sistemas públicos de abastecimento de água e de drenagem de águas residuais, deveria ser exemplar na preservação e aumento das áreas de infiltração. Sugiro, portanto, que em próximas intervenções em espaços públicos, a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo e Juntas de Freguesia, considerem os elementos naturais e que tentem conciliar a sua preservação com o “desenvolvimento” que preconizam para o município.Etiquetas: opinião, polémica, Sílvia Quadros
Interrogados por DI sobre as obras em causa, o Comandante do Comando da Zona Aérea dos Açores, Rui Mora de Oliveira responde que “não foi dada pela Força Aérea qualquer autorização para a efectivação das obras citadas”.A propósito das medidas a tomar em relação à omissão, o comandante avança que “ao assunto foi dado o tratamento adequado através dos canais competentes”.Etiquetas: Alfredo Borba, Avelino Meneses, construção, Força Aérea, polémica
DI falou com alguns alunos que manifestaram desagrado com o corte das árvores com 60 anos, sendo que uma aluna, Soraia Mendes, realçou o facto de serem árvores que “levam muito tempo a crescer”.A propósito, o professor João Batista, do departamento de Ciências Agrárias, considera que “as árvores, mais do que um interesse ornamental, têm um interesse histórico”, e pelas quais diz ter “uma grande estima”. Continua, referindo que o ideal seria que “as árvores tivessem sido integradas no contexto das obras”.Contactado por DI, o presidente da Junta de Freguesia da Terra Chã, Armando Braga, explica que “o corte das árvores era inevitável para a execução das obras” e que o mesmo “estava previsto no projecto”, que considera ser “de extrema importância para a freguesia”.A par da questão das árvores levanta-se, ao mesmo tempo, outra questão, que diz respeito ao facto de o terreno pertencer à Força Aérea Portuguesa, que segundo o que DI apurou não foi informada sobre as obras. “Temos autorização do reitor, não entrámos no terreno sem mais nem menos”, sublinha Armando Braga, que se diz, ao mesmo tempo, “disponível para entrar em diálogo com a Força Aérea”, se necessário. DI contactou a Força Aérea Portuguesa e teve conhecimento que será emitido um parecer, durante o dia de hoje, a respeito das obras na entrada do pólo de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores.Etiquetas: Alfredo Borba, Avelino Meneses, construção, Força Aérea, João Batista, polémica
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Figura de babuíno
No antigo Egipto, o babuíno estava associado ao deus Thoth, considerado o deus da escrita, do cálculo e das actividades intelectuais.
Figura de rato
O rato-de-faraó ou mangusto (Herpestes ichneumon) é um roedor originário da Europa, Ásia e África, muito estimado pelos antigos egípcios por ser considerado um grande devorador de ovos de crocodilos. Destes factos, associados aleatoriamente, não resulta prova de ligação dos Açores à civilização egípcia. Ora, se os símbolos gigantes encontrados na Terceira dão origem ao “Ovo Cósmico”, a Graciosa também terá que se considerada como fazendo parte desse tal ovo.
Para Félix Rodrigues, a escrita é muito mais do que uma junção de símbolos, integra também a língua, o pensamento e a cultura de um escritor ou de um povo. Deu como exemplo Camões e os Lusíadas, de como a escrita de Camões evoluiu, desde que escrevera:
En una selva al dispuntar del dia
Estaba Endimion triste y lloroso,
Vuelto al rayo del sol, que presuroso
Por la falda de un monte descendia.
Até à grande epopeia portuguesa:
Olha por outras partes a pintura
Que as Estrelas fulgentes vão fazendo:
Olha a Carreta, atenta a Cinosura,
Andrómeda e seu pai, e o Drago horrendo;
Vê de Cassiopeia a fermosura
E do Orionte o gesto turbulento;
Olha o Cisne morrendo que suspira,
A Lebre e os Cães, a Nau e a doce Lira.
Nessa estrofe dos Lusíadas, Camões resume o conhecimento medieval dos céus, tanto do hemisfério celestial norte como do hemisfério celestial sul.
Terminou referindo que se extrairmos o dom de uma palavra, vemos mais do que som, tanto como ideia ou o equivalente a raça:
Dos que a evocam,
Dos que a pronunciam,
Como uma explosão de genes, marcados por sílabas, em vez de aminoácidos.
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O meu querido presidente César, na inauguração de uma estrada em São Carlos na Terceira, disse alto e bom som que vai continuar a apostar no investimento público para garantir emprego na Região, o que até acho muito bem. Mas, com aquele jeito de deputado da Oposição que nunca chegou a perder, atirou-se aos jornalistas que falam como “Velhos do Restelo”…Estou mesmo a ver que o meu querido César preferia que todos os jornalistas falassem da “Barbie” cor-de-rosa. Era muito mais simpático, e não interessa nada que haja quem passe fome, quem procura tudo quanto é sítio para pagar o que deve e ter umas migalhas para comer e que tem as empresas e o coração sempre nas mãos com falta de clientes e de pagamentos. Se isto é ser “velho do Restelo”, que se transforme Sant’Ana em Santa Isabel que transformou o pão em rosas. Para quem sofre, para o pessoal da primeira capital da ilha que viu as casas a explodir e ainda não tem solução, e para muito mais…que venham muitos “Velhos do Restelo”… Meus queridos! Quero mandar daqui um ternurento beijinho a todos quantos fazem parte e colaboram na paróquia dos Milagres dos Arrifes que esta semana completou 50 anos de existência, graças ao sempre saudoso padre Manuel Falcão que veio de São Sebastião da Terceira e conseguiu fazer com que aquele lugar se tornasse naquilo que é hoje. Disse-me a minha prima Maria, da Piedade, que o que mais gostou, nos discursos da hora da “janta” foi do meu querido Secretário Contente quando disse, entusiasmado que, “no reino de César”, nunca iam faltar apoios à Igreja. Ali…diante do Bispo e tudo…A minha prima rematou logo: o “reino de Deus agradece”… Mas que mistura, laica, republicana e socialista…. Ricos! Se há algum partido que tem lutado contra a fuga aos impostos, o PCP é um deles e honra lhe seja feita. Só não percebo é por que motivo, na sede deste mesmo Partido em Lisboa, haja um espaço de vender “souvenirs” – e que, para além de não ter multibanco, o que não é obrigatório, também não passa facturas, o que é obrigatório. A minha prima Jardelina foi lá comprar um CD infantil e acabou por trazer apenas o talão de caixa e fazer o pagamento em notas…Sempre é mais seguro e de efeito imediato. E dizem que estão com o povo… Meus queridos! A Rua dos Mercadores está tão riquinha que até está a gerar uma grande discussão sobre se ali hão-de passar, ou não, popós todos os dias. Como em tudo, as opiniões dividem-se e eu que passo ali muitas vezes, com o meu velho “boguinhas” também me acho com direito de pôr uma colherada. Por mim, aquela rua deve continuar com trânsito com velocidade limitada a 30 quilómetros e estacionamento proibido, a não ser para cargas e descargas, em horas a determinar. Coloquem lá uma das máquinas que fotografam os popós a partir de certa velocidade, e vão ver se resulta ou não… Meus queridos! O que se passa neste País e nesta Região é de bradar aos céus. A crise de autoridade atingiu níveis nunca dantes sonhados. E o pior é quando o exemplo vem “de cima”. O que se passou com o desrespeito para com a lei vigente, num recinto público, com a presença de representantes eleitos do povo, com transmissão televisiva, comentários dos próprios promotores da prática, no mínimo ilegal, do “evento” não lembra ao diabo. Já todos os meus queridos leitores descobriram que falo, indignada, da tourada picada que se verificou na praça de toiros de Angra. Mas onde está o Ministério Público? Ninguém vai ser chamado à Justiça? Faz-se tudo o que se quer e ninguém é responsabilizado? Como é possível estarem deputados (segundo afirmou uma associação de defesa dos animais) a presenciar tal prática? Lembram-se da grande bronca que deu a presença do então secretário regional Adolfo Lima num tentadero particular em que tal prática teve lugar? Agora a Justiça nada tem a dizer? A Justiça é mesmo cega? E já agora: a tourada picada contribui para o desenvolvimento dos Açores e a felicidade do seu povo? Já que estou com a mão na massa, gostaria de saber se, como diz a tal associação, a Universidade dos Açores teve alguma coisinha a ver com a promoção do evento ou se, como é prática normal, as instalações foram pura e simplesmente alugadas pelo preço corrente no mercado…. É que se a Universidade foi promotora é uma acção escandalosa e reprovável… Ricos! A minha insubstituível prima Laurentina, que me encheu os ouvidos danada com os arranjos na Rua do Laureano, está agora radiante. A Presidente do Municipio foi em pessoa falar com os moradores daquela populosa rua, acompanhada dos seus engenheiros da Câmara, e do empreiteiro . Com toda a gente no local, logo ali foi encontrada uma solução equilibrada, para gáudio de todos os interessados, numa prática de presidência dialogante que ficou bem a quem a promoveu… . A minha prima Laurentina teceu loas também à empresa que está a fazer a obra de saneamento básico, sem esquecer os trabalhadores, que combinam a delicadeza com o bem fazer. José Contente não pára em galho verde…Anda de um lado para o outro e não perde tudo o que é “evento”. Desta feita, na inauguração de uma cervejaria nas Portas do Mar marcou presença, supõe-se que oficial. Se os menos entendidos nestas coisas da política esperavam ter a companhia do secretário da Economia, enganaram-se. Esteve lá o secretário regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos! E a televisão não se fez rogada: deu-lhe espaço e visibilidade suficiente… Este frenesim aparecimental (usando terminologia de tipo governamental) parece trazer água no bico… Que se cuidem os outros pretendentes!!! Ricos! As eleições na Câmara do Comércio estão para dar e durar. Tem havido de tudo um pouco e só espero que as fracturas que vão ficando não sejam piores do que aquilo que se imagina. Há “bocas” de mal-estar entre apoiantes das duas listas e fala-se até de pressões que aqui nem vou dizer ... Para quem diz que estas eleições não eram políticas…vou ali e já venho, mas sei que a procissão está no adro… Se eu tivesse encabeçado uma lista para aquela Associação e o resultado tivesse sido aquele a que se assiste, com suspeições e ameaças, juro que não tomaria posse do lugar. Queria novas eleições para que tudo fosse cristalino como a água. O veneno que está no ar pode matar a Instituição…..