sexta-feira, maio 22, 2009

Influências Genéticas e Ambientais na Produção Leiteira em Vacas Frísia nos Açores

Realizaram-se no dia 18 de Maio, pelas 10 horas, no Auditório do pólo da Terceira da Universidade dos Açores, as provas de Mestrado em Produção Animal, requeridas pela licenciada Ana Luísa Mendes Pavão. As provas serão avaliadas por um Júri presidido (por designação do Reitor) pelo doutor José Estevam da Silveira Matos, professor catedrático da Universidade dos Açores, sendo vogais os Doutores Luís Lavadinho Telo da Gama, professor catedrático da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa, e Jorge António Colaço, professor catedrático da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. As provas constaram da discussão pública, com crítica e defesa, de uma dissertação intitulada Influências Genéticas e Ambientais na Produção Leiteira em Vacas Frísia nos Açores.

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Estudo da Acção de Taninos Condensados provenientes de Vacas Leiteiras em Pastoreio

Realizaram-se no dia 7 de Maio, pelas 14h30m, no Departamento de Ciências Agrárias, as provas de Mestrado em Produção Animal, requeridas pela licenciada Sandrine Cascais Vieira. As provas foram avaliadas por um Júri presidido (por designação do Reitor) pelo doutor Alfredo Emílio Silveira de Borba, professor catedrático da Universidade dos Açores, sendo vogais os Doutores João Manuel de Carvalho Ramalho Ribeiro, investigador auxiliar da Estação Zootécnica Nacional, e Oldemiro Aguiar do Rego, professor auxiliar da Universidade dos Açores. As provas constaram da discussão pública, com crítica e defesa, de uma dissertação intitulada Estudo da Acção de Taninos Condensados provenientes de Vacas Leiteiras em Pastoreio.

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quinta-feira, maio 21, 2009

Efeito da Administração de Oligoelementos nas Performances da Vaca Leiteira. Validação do Método do NIR para Análise de Forragens

Realizaram-se no dia 28 de Abril, pelas 14h30m, no Auditório do Complexo Pedagógico do pólo de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, as provas de Mestrado em Produção Animal, requeridas pela licenciada Maria Margarida Teixeira Andrade.As provas foram avaliadas por um Júri presidido (por designação do Reitor) pelo doutor Alfredo Emílio Silveira de Borba, professor catedrático da Universidade dos Açores, sendo vogais os Doutores Olga Mafalda Salvador Conde Moreira, investigadora auxiliar da Estação Zootécnica Nacional, e Oldemiro Aguiar do Rego, professor auxiliar da Universidade dos Açores. As provas constaram da discussão pública, com crítica e defesa, de uma dissertação intitulada Efeito da Administração de Oligoelementos nas Performances da Vaca Leiteira. Validação do Método do NIR (Near Infrared Reflectance Spectroscopy) para Análise de Forragens.

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quinta-feira, julho 17, 2008

Adubação e fertilidade

A adubação com elevados níveis de azoto de terrenos destinados à produção de erva para alimento do gado bovino provoca uma redução drástica do nível de fertilidade, conclui um estudo de mestrado da Universidade dos Açores. O estudo, que foi realizado no Departamento de Ciências Agrárias em Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, pelo mestrando Pedro Santos e orientado pelo professor Moreira da Silva, analisou, "in vitro", 697 óvulos de 67 animais abatidos no matadouro da ilha. O trabalho realça que, "nas duas últimas décadas, tem vindo a ser registado um decréscimo na fertilidade das vacas Holstein-Frísia de alto valor genético, com grandes prejuízos económicos, entre outros, devido ao uso elevado de adubos de azoto sob a forma de ureia". "Os adubos à base de ureia são os mais utilizados pelos agricultores açorianos nas pastagens para a produção de erva por serem os mais baratos", diz o professor Moreira da Silva. Moreira da Silva alerta para o facto de "também nas rações existirem níveis de ureia (azoto), o que leva a uma duplicação do problema agravando a situação da não reprodução de animais e aumenta os prejuízos das explorações". O estudo de mestrado de Pedro Santos dividiu os animais em três classes, concluindo que os que usam pouco azoto possuem uma boa taxa de fertilização, os que usam medianamente têm uma taxa de fertilização aceitável e os que usam muito possuem uma fertilidade muito baixa. Moreira da Silva realça que "os embriões provenientes de animais com elevados níveis de ureia tiveram uma taxa de desenvolvimento manifestamente baixa". O estudo intitulado "Influência da Ureia na Qualidade dos Óvulos Bovinos e no Posterior Desenvolvimento até ao Estado de Embrião" alerta para a "forte ligação entre a nutrição e fertilidade dos bovinos".Segundo Moreira da Silva, "nos estudos realizados em laboratório a fertilidade baixa para cerca de metade, o que significa que em cem animais apenas 25 concluiriam a parição".Para este investigador universitário, "são prejuízos elevados para o agricultor, uma vez que, além da menor produção de leite, perde-se, também, o dinheiro da venda dos bezerros".Os prejuízos são diferenciados, uma vez que "no caso da produção de erva, cada exploração tem a sua época de partos ideal de acordo com a altitude", explicou. Moreira da Silva salienta o facto de "nas zonas altas a erva também cresce no Verão, enquanto nas zonas baixas os terrenos secam e os lavradores têm de usar mais concentrado para alimentar o gado".A partir de certa altitude, "não é compensador produzir milho, e, nesse sentido, o maneio de cada exploração varia de acordo com a localização", acrescentou. De acordo com Moreira da Silva, o estudo permite concluir que "os níveis de azoto baixam drasticamente a fertilidade dos animais" e que, "mesmo que exista fecundação, o embrião não se desenvolve até à nascença". Nos Açores, estão contabilizados cerca de 269 mil bovinos, dos quais cerca de 110 mil são vacas leiteiras.
(In Diário dos Açores)

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quinta-feira, junho 19, 2008

Influência da ureia na qualidade de ovócitos bovinos e no posterior desenvolvimento até ao estado de blastocisto

Foi apresentada e defendida no Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, a tese de Mestrado em Produção Animal de Pedro Miguel Santos, orientado pelo Professor Moreira da Silva do mesmo Departamento, com o título "Influência da ureia na qualidade de ovócitos bovinos e no posterior desenvolvimento até ao estado de blastocisto".Tem havido nos últimos 20 anos um acentuado decréscimo na fertilidade de vacas leiteiras Holstein-Friesian de alto mérito genético, resultando em enormes perdas económicas para o sector, uma vez que a performance reprodutiva é um dos factores mais importantes que afectam a rentabilidade de uma exploração leiteira, influenciando directa e/ou indirectamente a quantidade de leite produzida, as taxas de reposição do efectivo, bem como a criação dos vitelos e os lucros da sua venda.Uma vez que existe uma forte ligação entre a nutrição e a fertilidade dos bovinos, o objectivo geral do presente estudo foi o de avaliar a capacidade de desenvolvimento in vitro de ovócitos recolhidos de vacas Holstein Frisian com diferentes concentrações de azoto ureico plasmático (PUN) no dia anterior ao seu abate. Poude-se concluir neste estudo que a capacidade dos ovócitos bovinos se desenvolverem até ao estado de blastocisto, depois de submetidos aos procedimentos padrão de maturação, fertilização e cultura in vitro, foi significativamente afectada no grupo de animais com elevados níveis de concentração azoto ureico plasmático. Estes efeitos nocivos podem ser provocados em parte, pelo efeito directo da ureia e/ou pelos produtos metabólicos nos processos de desenvolvimento nuclear e citoplasmático, quando o ovócito se encontra no folículo, conduzindo a uma baixa de fertilidade dos animais, cujos níveis de ureia plasmática sejam elevados.

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