Artur Lima promete indemnizar moradores da Grota do Vale, caso seja eleito
Etiquetas: Adelaide Lobo, Eduardo Brito de Azevedo, ETAR, Félix Rodrigues, Maria da Graça Silveira, opinião, Política
Este blog é da responsabilidade do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores e pretende dar conta das actividades desenvolvidas ao longo de 2006 - Ano Internacional dos Desertos e da Desertificação, bem como das actividades realizadas na mesma área temática,ou não, nos anos posteriores.
Etiquetas: Adelaide Lobo, Eduardo Brito de Azevedo, ETAR, Félix Rodrigues, Maria da Graça Silveira, opinião, Política
Na sua perspectiva, trata-se de um diploma “importante para a região” porque aborda a questão dos riscos hidrológicos, salientando que, "até agora, a região tem estado a trabalhar com base nas directrizes da reserva ecológica nacional mas vai passar a trabalhar com base num documento que realça as especificidades dos Açores”. O que se pretende “é criar uma série de instrumentos que possam, de certa maneira, contribuir para a organização do território numa perspectiva regional e municipal". Por seu lado, Eduardo Brito Azevedo, especialista em climatologia, disse à Lusa que, para se minimizarem os impactos negativos das mudanças climáticas, são necessárias "acções de mitigação do problema e de adaptação”. Nas medidas para minimizar o impacto, o especialista defendeu uma diminuição de “todo o contributo da região para as alterações climáticas” através “da redução de emissões e maior uso de energias alternativas”. Neste contexto, Eduardo Brito Azevedo sublinhou a importância “de reduzir o número de automóveis em circulação”, nomeadamente através da criação de “uma rede alternativa em transportes públicos, com autocarros mais pequenos e movidos, se possível, a electricidade”. Nas energias alternativas, o especialista realçou a capacidade do arquipélago “nas áreas da geotermia, da energia eólicas e até, de alguma forma, na energia das ondas”.Relativamente à necessidade de adaptação para reduzir o impacto das alterações climáticas, salientou que passar por "gerir melhor, sobretudo, a água, porque as reservas hídricas vêm do clima quanto ao aprovisionamento”.“É necessário acautelar os sistemas de aquíferos para garantir a sua qualidade e quantidade, a par de um ordenamento do território definindo claramente as zonas de biodiversidade, recarga aquífera e produção agro-pecuária”, preconizou Eduardo Brito Azevedo. Roberto Monteiro assegurou que “o concelho pretende implementar um estratégia de desenvolvimento sustentado, quer na vertente económico-social, quer na vertente ambiental”.Nesse sentido, considerou que “a orientação para as energias renováveis, em contraponto com a exigência da competitividade económica, coloca um dos maiores desafios da história”.O presidente da Câmara da Praia da Vitória apelou, por isso, aos jovens, a quem chamou de “geração do equilíbrio”, para “não submeterem o ambiente e a preservação dos recursos à pressão económica”. Etiquetas: Alterações climáticas globais, Eduardo Brito de Azevedo, recursos hídricos

Etiquetas: Eduardo Brito de Azevedo, eleições, Política
Etiquetas: ciclos naturais, Climaat, CLIMARCOST, comunicações, Conceição Rodrigues, Eduardo Brito de Azevedo
CAMP DAVID Etiquetas: Alterações climáticas globais, ARM, Atmosfera, Eduardo Brito de Azevedo
Etiquetas: Alterações climáticas globais, cooperação, Eduardo Brito de Azevedo
Etiquetas: Bolsa, Eduardo Brito de Azevedo, meteorologia, Projectos
A conferência do professor da Universidade dos Açores foi integrada num debate sobre as “Alterações Climáticas nos Açores”, promovido pela autarquia para assinalar o Dia Mundial da Energia. O evento contou ainda com a participação do Director Regional do Ordenamento do Território e Recursos Hídricos, José Luís Gaspar, e do professor Eduardo Brito de Azevedo. Em colaboração com investigadores de outras áreas, da Universidade dos Açores, nomeadamente de Eduardo Brito de Azedo, especialista em climatologia, Tomaz Dentinho prevê que a população da ilha Terceira seja reduzida para cerca de 45 mil pessoas, em 2070. Na base destes números estão previsões climáticas, justificadas em grande parte pelos elevados valores das emissões de dióxido de carbono. Segundo Eduardo Brito de Azevedo, tem-se registado um aumento de temperaturas e uma diminuição da precipitação no verão. Cruzando dados sobre temperatura, precipitação, declive e capacidade de solo, entre outros, Tomaz Dentinho estima que área de aptidão urbana aumente consideravelmente até 2070. Contrariamente, a zona de com aptidão agro-pecuária restringe-se bastante, assim como a de aptidão hortícola que passa a ocupar uma franja mais pequena. Prevendo-se que o turismo e a exportação se mantenham iguais, a população terá de optar por outras fontes de rendimento ou de recorrer à emigração, como geralmente acontece. Por sua vez, o Director Regional do Ordenamento do Território e Recursos Hídrico alertou para o facto da redução de emissões de dióxido de carbono, nos Açores, não apresentar soluções a curto prazo, uma vez que a principal fonte de emissão de dióxido de carbono é o sector dos transportes.Para além de não existir até à data uma solução eficiente a curto prazo, para a redução da circulação de transportes rodoviários, prevê-se ainda um aumento de outros tipos de transporte, tendo em conta as necessidades específicas de um arquipélago e o facto do sector de turismo continuar a ser uma aposta forte no desenvolvimento económico da Região.Etiquetas: Alterações climáticas globais, Economia, Eduardo Brito de Azevedo, Emissões de gases com efeito de estufa, energia, Tomaz Dentinho

Etiquetas: Alfredo Borba, Cota Rodrigues, cursos, Eduardo Brito de Azevedo, Emiliana Silva, Félix Rodrigues, João Batista, Maria da Graça Silveira, Moreira da Silva, Paulo Borges, Rosalina Gabriel

Etiquetas: Alfredo Borba, Ciência, Climaat, Eduardo Brito de Azevedo, eleições, Observatório do Ambiente, Política
o Professor Doutor João Luís Gaspar – Director Regional do Ordenamento do Território e Recursos Hídricos;
o Professor Doutor Eduardo Brito de Azevedo – Docente do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores;
o Professor Doutor Tomaz Ponce Dentinho – Docente do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores;
o Professor Doutor José Cabral Vieira – Director Regional da Energia.
A sessão de abertura inicia-se às 09:30 e estará a cargo do Presidente da Câmara Municipal Dr. Roberto Monteiro.
Etiquetas: Alterações climáticas globais, Eduardo Brito de Azevedo, energia, Seminário, Tomaz Dentinho

Etiquetas: Climaat, Eduardo Brito de Azevedo, investigação, meteorologia, ondógrafo
BRITO DE AZEVEDO: “(…) penso que uma estrutura com vocação internacional nos Açores, mas também ao serviço das necessidades específicas da região, faz sentido”.Etiquetas: clima, Eduardo Brito de Azevedo, Instituto de Meteorologia
Além de algumas peças do espólio desta figura cimeira da Ciência nos Açores no século XX, pertencentes ao acervo da instituição, está também exposto um interessante conjunto de instrumentos antigos utilizados no Observatório Meteorológico José Agostinho, da Terceira, que o Instituto de Meteorologia constituiu em depósito no Museu de Angra. São, no essencial, instrumentos que ilustram a História da Ciência nos Açores, com especial destaque para o nefoscópio José Agostinho (aparelho inventado e construído por José Agostinho, destinado à observação da velocidade e direcção das nuvens). A exposição representa também, mais um avanço nos trabalhos inerentes à estruturação da recém-criada Colecção de Ciência e Técnica, no âmbito do espólio do Museu de Angra do Heroísmo.Etiquetas: Diamantino Henriques, Eduardo Brito de Azevedo, História, meteorologia
Essas aerosondagens começaram por ser feitas exactamente no Observatório José Agostinho, nessa mesma torre”. Já nos referimos ao Posto Metereológico de Angra do Heroísmo aquiEtiquetas: Eduardo Brito de Azevedo, História, Instituto de Meteorologia, meteorologia
Em 1881 foi mudado para a torre sineira da Igreja do Colégio, a 42 metros acima do nível do mar (ver na foto), para onde se subia pela sineira, por uma escada helicoidal a qual ia terminar numa pequena casa de madeira, de forma rectangular. Dentro desta casa estavam os seguintes instrumentos: Um barómetro de Adie, Um barómetro anedóide, Um barógrafo, Um termómetro de máxima, Um dito de mínima, Um psicrómetro e Um ozonómetro.Etiquetas: Diamantino Henriques, Eduardo Brito de Azevedo, Exposição, História, Instituto de Meteorologia, meteorologia
Na ocasião, decorre também um painel de conferências com a participação de Conceição Tavares, do Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia, Diamantino Henriques, do Instituto de Meteorologia, e Eduardo Brito de Azevedo, do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.
Além de algumas peças do espólio desta figura cimeira da Ciência nos Açores no século XX, pertencentes ao acervo do Museu de Angra, estará também exposto um interessante conjunto de instrumentos antigos utilizados no Observatório Meteorológico José Agostinho, na Terceira, que o Instituto de Meteorologia constituiu em depósito no museu terceirense.
No essencial, são instrumentos que ilustram a História da Ciência nos Açores, com especial destaque para o “nefoscópio José Agostinho”, um aparelho inventado e construído por aquele cientista terceirense, destinado à observação da velocidade e direcção das nuvens).
A mostra servirá, também, como oportunidade para lembrar que o primeiro posto de observação meteorológico instalado na ilha Terceira se situou numa torre, entretanto já desaparecida, no antigo Convento de S. Francisco – justamente no edifício que alberga actualmente o Museu de Angra do Heroísmo – pela mão de José Augusto Nogueira Sampaio, nos anos 80 do século XIX, antes ainda de ter passado para a igreja do Colégio dos Jesuítas e, posteriormente, por acção do tenente-coronel José Agostinho, para o Observatório Meteorológico, em Santa Luzia, na zona norte da cidade de Angra do Heroísmo.
Representa, ainda, um novo avanço nos trabalhos inerentes à estruturação da recém-criada Colecção de Ciência e Técnica, no âmbito do espólio do Museu de Angra do Heroísmo.
(in A União)
Etiquetas: Diamantino Henriques, Eduardo Brito de Azevedo, História, Instituto de Meteorologia, meteorologia, Museu. Exposição
Os parceiros científicos a considerar neste projecto, que conta com a colaboração de inúmeras instituições internacionais, são a Universidade dos Açores, através do Centro de Climatologia, Meteorologia e Mudanças Globais e o Instituto de Meteorologia. Segundo nos informou, a estação estará na Graciosa durante dois anos, tempo em que permanecerão na ilha 2 técnicos. Os equipamentos já começaram a chegar à ilha para serem montados, devendo começar em Abril a actividade desta estação. A ilha Graciosa foi escolhida por ser a mais plana de todas as ilhas dos Açores, sendo por isso ideal para a colocação deste tipo de estações, que necessitam de um espaço o mais livre possível geograficamente. A partir de Abril dados sobre a atmosfera no meio do Atlântico são transmitidos para todo o Mundo, ficando assim aberta uma porta internacional para um conjunto de acções até nunca realizados e que vão levar ao melhoramento dos modelos de previsão do estado do tempo. A colocação desta estação de observação climática na Graciosa segue-se à decisão da instalação, também nesta ilha, da estação internacional do CTBTO, destinada a monitorizar a realização de ensaios nucleares. Equipamentos científicos que conferem à Ilha Graciosa um dos lugares extraordinária importância cientifica a nível mundial.Etiquetas: ARM, Atmosfera, Eduardo Brito de Azevedo, Graciosa, monitorização, Projectos
Ao CITA-A são atribuídas várias funções, entre as quais o fomento da realização de investigação científica fundamental e aplicada, a organização e promoção de actividades de prestação de serviços à comunidade, assim como a realização de seminários, conferências, colóquios e outras actividades similares, congressos, semanas de estudo e outras reuniões, no âmbito das actividades de investigação desenvolvidas ou com elas relacionadas, e ainda, participar nas actividades congéneres promovidas por outras entidades.O CITA-A é integrado por docentes, investigadores, alunos e funcionários da Universidade dos Açores - Departamento de Ciências Agrárias, podendo admitir membros associados.Etiquetas: Alfredo Borba, Célia Silva, CITA-A, Eduardo Brito de Azevedo, investigação, João Madruga, Paulo Borges, Projectos
Etiquetas: Álamo de Meneses, Cota Rodrigues, Eduardo Brito de Azevedo, Eduardo Dias, Falta de água, Félix Rodrigues, turfeiras