sexta-feira, junho 05, 2009

1500 pessoas acorreram ao planetário digital instalado no Museu de Angra do Heroísmo

Cerca de 1500 pessoas visitaram o planetário digital instalado na Sala do Capítulo do Museu de Angra do Heroísmo, de 16 a 29 de Maio.

Enquanto o público em geral ocorreu essencialmente durante os fins-de-semana, as sessões de terça a sexta-feira foram preenchidas com crianças e jovens de diversos jardins-de-infância e escolas básicas e secundárias dos concelhos de Angra e Praia da Vitória. As sessões, conduzidas pela Dr.ª. Patrícia Madeira, adequaram-se à faixa etária dos visitantes, simulando uma viagem pela galáxia, em que se expuseram conhecimentos básicos de astronomia.
A deslocação deste planetário móvel, pertencente ao Observatório Astronómico da Ribeira Grande, foi apoiada pelo Governo dos Açores/Secretaria Regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos /Direcção Regional da Ciência, Tecnologia e Comunicações.
Paralelamente, foram ainda realizadas visitas guiadas à exposição «Os Astros entre nós», presente na Sala de Destaques até 27 de Setembro, que contou na sua elaboração com o apoio do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores. A mesma integra peças do espólio do Museu de Angra do Heroísmo e também de algumas colecções particulares que atestam a omnipresença dos astros no quotidiano, bem como o fascínio que os corpos celestes sempre exerceram no homem.
Durante a tarde de terça-feira, 2 de Junho, teve lugar, no Serviço Educativo do Museu de Angra do Heroísmo, a abertura da exposição «Caixa de Pandora», organizadas pela Turma 2 do 12º ano da Escola Básica Integrada Tomás de Borba, a qual inclui trabalhos realizados pelos alunos da mesma, durante o ano lectivo 2008/2009, nos domínios da pintura, escultura, fotografia e vídeo. Ainda no âmbito da colaboração com as escolas, hoje, pelas 14h00, é inaugurado um Jardim de Endémicas, no espaço adjacente ao Serviço Educativo. O mesmo foi criado pela Turma B do 12º ano da Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade, no âmbito da disciplina Área de Projecto.

(In Newsletter do Museu de Angra do Heroísmo)

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sexta-feira, maio 22, 2009

Noite dos Museus - Reportagem

No passado sábado, o Museu de Angra do Heroísmo abriu as suas portas à comunidade num horário nocturno (21h00 à 01h00), aderindo, deste modo, pelo quarto ano consecutivo, à Noite dos Museus, iniciativa lançada pelo Ministério da Cultura e Comunicação de França. Foram muitos os terceirenses que optaram por esta noite diferente, visitando o Museu de Angra. Embora a grande atracção tenha sido a abertura de um planetário digital, que efectuou quatro sessões contínuas, as observações astronómicas cativaram também os visitantes, dadas as excepcionais condições de visibilidade registadas. O Museu, iluminado com candeias, transformou o céu nocturno no grande protagonista da noite, instalando, com a colaboração de astrónomos amadores e de clubes de astronomia da ilha Terceira, três telescópios no claustro e no pátio fronteiro à Igreja de Nossa Senhora da Guia. Para a organização deste evento, o Museu de Angra do Heroísmo contou com o apoio da Universidade dos Açores, que deste modo se associou à iniciativa «E Agora Eu sou Galileu», promovida pela Sociedade Portuguesa de Astronomia.
Na mesma ocasião, ocorreu ainda a abertura da exposição Os Astros entre Nós, que além de um meteorito de 2,2 kg oriundo do Campo del Cielo (Argentina), exibe vários exemplares de relógios de sol de diferentes tipos e instrumentos náuticos de diversa natureza como astrolábios, octantes e sextantes, com destaque para uma curiosa bússola chinesa ou "Luo Pan". Na mesma mostra, pode ainda ver-se um magnífico Livro de Horas do século XVI, um curioso exemplar de um calendário perpétuo em latão e pedra e vários diários de bordo. Num desdobrável editado pelo Museu de Angra do Heroísmo relativo a esta exposição, mostra-se a disposição do Sistema Solar à escala sobre a ilha Terceira, considerando o Sol no claustro do antigo Convento de S. Francisco, de acordo com o alinhamento de astros acontecido em 5 de Maio de 2000.
O planetário digital estará em funcionamento até 29 de Maio, realizando oito sessões diárias, de terça a sexta-feira, com a duração de cerca de 20 minutos, encerrando à segunda-feira. De manhã, as sessões decorrerão às 9h30, 10h15, 11h00 e 11h45. De tarde, o horário é o seguinte: 13h30, 14h45 15h15 e 16h15. Durante os fins-de-semana (sábados e domingos), terão lugar sessões às 14h15, 15h00 e 15h45 e 16h30. As visitas são gratuitas, sugerindo-se apenas o prévio agendamento das visitas de grupos através do Serviço Educativo do Museu de Angra do Heroísmo (endereço electrónico: ana.ls.almeida@azores.gov.pt; ou telefone: 295213147).
(In Newsletter do Museu de Angra do Heroísmo)

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quarta-feira, maio 20, 2009

Exposição: Os Astros entre Nós

Decorre no Museu de Angra do Heroísmo, até 27 de Setembro de 2009, a exposição "Os Astros entre nós" que conta com a colaboração do departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.



(in Museu de Angra do Heroísmo)

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Os astros entre Nós - Exposição no Museu de Angra do Heroísmo

Mais de 200 pessoas na Noite dos Museus

O Museu de Angra do Heroísmo abriu às portas à comunidade, no passado sábado, num horário nocturno (das 21H00 à 01H00), aderindo deste modo, pelo quarto ano consecutivo, à Noite dos Museus, uma iniciativa lançada pelo Ministério da Cultura e Comunicação de França. Na Noite dos Museus, cuja organização contou com o apoio do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, o Museu de Angra recebeu mais de 200 visitantes.
Embora a grande atracção tenha sido a abertura de um planetário digital, que efectuou quatro sessões contínuas, as observações astronómicas cativaram também os visitantes, dadas as excepcionais condições de visibilidade registadas. O Museu, iluminado com candeias, transformou o céu nocturno no grande protagonista da noite, instalando, com a colaboração de astrónomos amadores e de clubes de astronomia da Terceira, três telescópios no claustro e no pátio fronteiro à Igreja de Nossa Senhora da Guia.
Na ocasião, ocorreu ainda a abertura da exposição “Os Astros entre Nós”, que, além de um meteorito de 2,2 kg oriundo do Campo del Cielo (Argentina), exibe vários exemplares de relógios de sol de diferentes tipos e instrumentos náuticos de diversa natureza como astrolábios, octantes e sextantes.

(in Diário Insular)

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domingo, maio 17, 2009

Meteorito com 2, 2 kg no Museu de Angra

Inaugurada ontem, a exposição “Os Astros entre Nós”, do Museu de Angra do Heroísmo, apresentará, entre outras peças, um meteorito que aterrou na América do Sul, com 2,200 kg, ou seja 2200g, como por lapso foi referido na comunicaçõa social. A mostra é integrada nas comemorações da Noite dos Museus, que inclui ainda a primeira sessão do planetário digital, instalado no espaço, e observações astronómicas. O Museu conta com o apoio da Universidade dos Açores e com a colaboração de astrónomos amadores e de clubes de astronomia de escolas da Terceira.

(in Diário Insular)

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sexta-feira, maio 15, 2009

Museu de Angra do Heroísmo abre portas ao público à noite

Pelo quarto ano consecutivo, o Museu de Angra associa-se à comemoração da “Noite dos Museus”, à semelhança de outros em todo o mundo.
Este ano, e como se comemora o ano internacional da astronomia, a sessão extraordinária, é assinalada com a primeira sessão de um planetário digital, que recria um observatório de corpos celestes, instalado na Sala do Capítulo. O evento tem lugar no próximo sábado entre as 21h00 e 1h00.
A par do planetário, que receberá posteriormente oito sessões diárias até 29 de Maio, decorrerão ainda observações astronómicas, no claustro do antigo Convento de São Francisco e no pátio fronteiro à igreja de Nossa Senhora da Guia, caso o tempo o permita.
A data será ainda marcada pela inauguração da exposição “Os Astros entre Nós”, que integra peças do acervo do museu que atestam a omnipresença dos astros no nosso quotidiano, patente até 27 de Setembro, na Sala Destaques. A mostra expõe, entre outras peças, um meteorito com 2,2kg, que caiu na América do Sul. Essas actividades contam com o apoio do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.
De acordo com o director do museu, as iniciativas anteriores que exploraram, por exemplo, o sermão de Santo António aos peixes e as reservas de armamento do museu, contaram com bastante adesão por parte do público. Segundo Jorge Bruno, o museu tem um “fascínio diferente” à noite e como acontece apenas uma vez por ano, muitas famílias aproveitam para visitá-lo nesse dia.
(In Diário Insular)

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quinta-feira, maio 14, 2009

Noite dos Museus em Angra do Heroísmo

No próximo sábado, 16 de Maio, celebra-se a Noite dos Museus. O Museu de Angra do Heroísmo associa-se pelo quarto ano consecutivo a esta celebração assinalada por muitos dos museus do mundo. Assim, pelas 21h00, decorrerá a primeira das sessões de um planetário digital, instalado na Sala do Capítulo, o qual se manterá em funcionamento até à 1h00 do dia 17. Terão ainda lugar observações astronómicas, no claustro do antigo Convento de São Francisco e no pátio fronteiro à igreja de Nossa Senhora da Guia, caso o tempo o permita. Na mesma ocasião, será ainda inaugurada, na Sala de Destaques, a exposição «Os Astros entre Nós» que integra peças do acervo do Museu de Angra do Heroísmo que atestam a omnipresença dos astros no nosso quotidiano. O planetário, instalado com o apoio da Secretaria Regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos através da Direcção Regional da Ciência, Tecnologia e Comunicações, recria um observatório de corpos celestes, permitindo aos visitantes visualizar nebulosas, planetas e galáxias. Este planetário estará em funcionamento de 16 a 29 de Maio, realizando oito sessões diárias, de terça a sexta-feira, com a duração de cerca de 20 minutos. De manhã, as sessões decorrerão às 9h30, 10h15, 11h00 e 11h45. De tarde, o horário é o seguinte: 13h30, 14h45 15h15 e 16h15. Durante os fins-de-semana (sábados e domingos), terão lugar sessões às 14h15, 15h00 e 15h45 e 16h30. As visitas são gratuitas, sugerindo-se apenas o prévio agendamento das visitas de grupos através do Serviço Educativo do Museu de Angra do Heroísmo (endereço electrónico: ana.ls.almeida@azores.gov.pt; ou telefone: 295213147).
O Museu de Angra do Heroísmo conta com o apoio do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, que se associa à iniciativa «E Agora Eu sou Galileu», promovida pela Sociedade Portuguesa de Astronomia, e também com a colaboração de astrónomos amadores e clubes de astronomia de escolas da ilha Terceira. Estes eventos decorrem no âmbito das comemorações do 400.º aniversário das primeiras observações astronómicas feitas com um telescópio por Galileu Galilei e da publicação da obra Astronomia Nova por Kepler, no século XVII, que constituíram o fundamento da declaração, pela ONU, do ano de 2009 como o Ano Internacional da Astronomia.

(In Newsletter do Museu de Angra do Heroísmo)

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Planetário no Museu de Angra do Heroísmo

De 16 a 29 de Maio, com o apoio da Secretaria Regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos/Direcção Regional da Ciência, Tecnologia e Comunicações e Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, estará instalado na Sala do Capítulo do Museu de Angra do Heroísmo um planetário digital que recria um observatório de corpos celestes, permitindo aos visitantes visualizar nebulosas, planetas e galáxias. O Museu de Angra do Heroísmo associa-se, assim, às comemorações do 400º aniversário das primeiras observações astronómicas feitas com um telescópio por Galileu Galilei e da publicação da obra Astronomia Nova por Kepler, no século XVII, que constituíram o fundamento da declaração, pela ONU, do ano de 2009 como o Ano Internacional da Astronomia. A abertura do planetário terá lugar a 16 de Maio, pelas 21h00, de modo a assinalar a Noite dos Museus. Na mesma ocasião, será inaugurada a exposição "Os Astros entre nós" e decorrerão observações astronómicas no claustro e pátios do antigo convento de São Francisco, que também conta com o apoio da Universidade dos Açores. Este planetário realizará oito sessões diárias, de terça a sexta-feira, com a duração de cerca de 20 minutos. De manhã, as sessões decorrerão às 9h30, 10h15, 11h00 e 11h45. De tarde, o horário é o seguinte: 13h30, 14h45 15h15 e 16h15. Durante os fins-de-semana (sábados e domingos), terão lugar sessões às 14h15, 15h00 e 15h45 e 16h30. As visitas são gratuitas, sugerindo-se apenas o prévio agendamento das visitas de grupos através do Serviço Educativo do Museu de Angra do Heroísmo (endereço electrónico: ana.ls.almeida@azores.gov.pt; ou telefone: 295213147).

(In Newsletter do Museu de Angra do Heroísmo)

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sexta-feira, maio 08, 2009

Planetário digital no Museu de Angra

Um planetário digital que recria um observatório de corpos celeste, permitindo visualizar neblosas, planetas e galáxias, estará instalado na Sala do Capítulo do Museu de Angra do Heroísmo entre 16 e 29 deste mês. A abertura do planetário tem lugar no dia 16, pelas 21H00, de modo a assinalar a Noite dos Museus. Na ocasião, é também inaugurada a exposição “Os Astros entre nós” e decorrem observações astronómicas no claustro e pátios do antigo Convento de São Francisco. O planetário vai realizar oito sessões diárias, de terça a sexta-feira, com a duração de cerca de 20 minutos. De manhã, as sessões decorrem às 9H30, 10H15, 11H00 e 11H45. De tarde, o horário é o seguinte: 13H30, 14H45 15H15 e 16H15. Aos sábados e domingos têm lugar sessões às 14H15, 15H00 e 15H45 e 16H30.
A organização destas actividades conta com a colaboração do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.
(In Diário Insular)

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terça-feira, março 31, 2009

Angra Museum inaugurates exposition about José Agostinho and Meteorology

The Angra Museum inaugurates on Tuesday the exposition entitled “José Agostinho and Meteorology, Old Instruments from the Angra Meteorological Observatory.”
This exposition was organised in partnership with the Azorean Delegation of the Meteorology Institute can be viewed until the 7th of June in the Sala de Oportunidades. It is part of the celebrations of the International Meteorology Day (23rd March) and evokes the memory of Lieutenant-Coronel José Agostinho (born on 01.03.1888 perished 27.07.1978), a dedicated meteorologist.
A series of conferences will also take place, with the participation of Conceição Tavares, of the Inter-University Centre on the History of Sciences and Technology; Diamantino Henriques, of the Meteorology Institute and Eduardo Brito de Azevedo, of the University of the Azores.
In addition to some museum pieces that belonged to José Agostinho, an eminent Azorean scientist of the 20th Century, other pieces will be shown, such as old meteorological instruments that were used by the José Agostinho Meteorological Observatory of Terceira Island and which are now kept by the Museum.

Foto de Bagos d'Uva

In essence, these are instruments that illustrate the History of Science in the Azores, with special emphasis granted to the “nefoscópio José Agostinho”, a device that was invented and built by that scientist from Terceira Island that was used to measure the speed and direction of clouds.
The exposition will also be an opportunity to recall that the first meteorological post installed on the island of Terceira was located in a tower of the Old Convent of St. Francis, precisely in the building that today houses the Museum of Angra do Heroísmo. It was José Nogueira Sampaio, in the late 19th Century that installed the Observatory there, before it moved to the Church of the Jesuit College. Later the Observatory was moved by José Agostinho to its final destination in Santa Luzia, in the northern part of the city of Angra do Heroísmo.
This exposition is yet another step in the formation of the recently created Collection on Science and Technique of the Museum of Angra do Heroísmo.
(In GACS)

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terça-feira, março 24, 2009

NO MUSEU DE ANGRA -José Agostinho e a Meteorologia

O Museu de Angra do Heroísmo inaugura, terça-feira, a exposição “José Agostinho e a Meteorologia. Instrumentos antigos do Observatório Meteorológico de Angra”.
Realizada em parceria com a Delegação dos Açores do Instituto de Meteorologia, a mostra, patente ao público até dia 7 de Junho na Sala de Oportunidades, ocorre a propósito da celebração do Dia Internacional da Meteorologia (23 de Março) e evoca a memória do tenente-coronel José Agostinho (n. 01.03.1888 – f. 27.07.1978).

Na ocasião, decorre também um painel de conferências com a participação de Conceição Tavares, do Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia, Diamantino Henriques, do Instituto de Meteorologia, e Eduardo Brito de Azevedo, do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.
Além de algumas peças do espólio desta figura cimeira da Ciência nos Açores no século XX, pertencentes ao acervo do Museu de Angra, estará também exposto um interessante conjunto de instrumentos antigos utilizados no Observatório Meteorológico José Agostinho, na Terceira, que o Instituto de Meteorologia constituiu em depósito no museu terceirense.
No essencial, são instrumentos que ilustram a História da Ciência nos Açores, com especial destaque para o “nefoscópio José Agostinho”, um aparelho inventado e construído por aquele cientista terceirense, destinado à observação da velocidade e direcção das nuvens).
A mostra servirá, também, como oportunidade para lembrar que o primeiro posto de observação meteorológico instalado na ilha Terceira se situou numa torre, entretanto já desaparecida, no antigo Convento de S. Francisco – justamente no edifício que alberga actualmente o Museu de Angra do Heroísmo – pela mão de José Augusto Nogueira Sampaio, nos anos 80 do século XIX, antes ainda de ter passado para a igreja do Colégio dos Jesuítas e, posteriormente, por acção do tenente-coronel José Agostinho, para o Observatório Meteorológico, em Santa Luzia, na zona norte da cidade de Angra do Heroísmo.
Representa, ainda, um novo avanço nos trabalhos inerentes à estruturação da recém-criada Colecção de Ciência e Técnica, no âmbito do espólio do Museu de Angra do Heroísmo.
(in A União)

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terça-feira, março 03, 2009

Actividades desenvolvidas pelo Serviço Educativo do Museu de Angra do Heroísmo

O Serviço Educativo do Museu de Angra do Heroísmo mantém um conjunto de actividades direccionadas para o público em idade escolar, através das quais se pretende estimular uma aproximação crítica e criativa às exposições temporárias e de longa duração, patentes nesta instituição, bem como promover o aperfeiçoamento da sensibilidade artística e o gosto pelo património cultural.
Assim, durante os dois primeiros meses de 2009, teve lugar o ateliê de artes decorativas Assentar o Verso, em que se reciclaram cadeiras, recorrendo a técnicas de decoupáge e usando reproduções de obras que integraram a exposição O Desenho na Colecção Privada de Natália Correia. Na actividade, participaram cerca de uma centena de alunos. Paralelamente, a turma 7.º 5 da Escola Básica e Secundária Tomás de Borba, orientada pela professora Lurdes Deodato, usou botões para recriar a Árvore da Vida de Klimt, elaborando um painel de grande impacto visual.
Depois de visitarem a exposição de fotografia Açores: do Fogo à Floresta, da autoria de Pedro Cardoso do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, 40 meninos da Escola Básica Irmãos Goulart, das Fontinhas, usaram esponja, tintas e dedos para criar imagens em que o negro e vermelho das lavas iniciais vão progressivamente dando lugar ao verde amarelado dos mofedos insulares. Em Janeiro, decorreu uma aula aberta sobre moeda, leccionada pelo conservador deste Museu Lic. Maduro Dias. Na mesma, duas turmas do 10º ano, da Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade, tiveram oportunidade de manusear moedas de diferentes proveniências e materiais. Na mostra, deu-se particular destaque às moedas cunhadas nos Açores, que integram o acervo do Museu de Angra do Heroísmo, e em especial ao «Real d’Angra», uma raríssima moeda de cobre mandada cunhar por D. António, nesta cidade, e da qual se conhecem apenas 5 exemplares. Os alunos puderam ainda ver de perto as pequenas taras indianas, os exóticos larins, as enormes cruzetas angolanas e moedas tão lendárias como o dobrão de ouro e o 8 reais que, nos séculos XVIII / XIX, circulava por todo o mundo. Algumas destas moedas pertencem a coleccionadores particulares que as cederam para o evento.
(In News Letter do Museu de Angra do Heroísmo)

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domingo, janeiro 04, 2009

ESTE ANO - Arte, ambiente e ciência no Museu de Angra do Heroísmo

Arte, ambiente e ciência são alguns dos temas contemplados na programação do Museu de Angra do Heroísmo para os primeiros meses de 2009.
Já em Janeiro, o museu terceirense abrirá uma exposição e uma instalação que privilegiam a temática ambiental.
Intitulada “Açores: do Fogo à Floresta”, aquela exposição é composta por uma sequência de fotografias, da autoria do fotógrafo Pedro Cardoso.
Ao todo, são 25 fotografias que fogem ao que usualmente o nosso olhar encontra na paisagem açoriana, quer por serem feitas em lugares mais ou menos recônditos, quer por o recurso à macro revelar os contornos insuspeitamente alienígenas de pequenos seres que compartem o nosso quotidiano.
Na instalação “A Água não cai da Lua”, a artista Andrea Inocêncio alerta para o sofrimento que a irregular distribuição da água acarreta para milhares de mulheres. De Janeiro a Maio, na Sala de Destaques, haverá também oportunidade para espreitar uma mostra dos tesouros que a casa forte do Museu de Angra do Heroísmo encerra.
A 13 de Fevereiro, terá lugar a inauguração da exposição “Thiago Romão da Rosa: Um Fotógrafo nos Açores”, com fotografias da primeira metade do século XX, da autoria daquele fotógrafo faialense, pertencentes à colecção particular de Duarte Cota Moniz.
Esta exposição é da responsabilidade da Estrutura de Missão de Arquivo de Imagem dos Açores da Direcção Regional da Cultura, no âmbito do projecto MEDIAT.
Em Março, será tempo de apreciar no museu angrense a evolução da decoração na cerâmica europeia e de homenagear a figura do cientista que foi o tenente-coronel José Agostinho.
Já em Maio, o Museu de Angra do Heroísmo irá associar-se ao Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, nas celebrações do Ano Internacional da Astronomia, estando previstas exposições e actividades destinadas às escolas e ao público em geral.

(In A União)

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quinta-feira, novembro 27, 2008

Actividades desenvolvidas pelo Serviço Educativo do Museu de Angra

A abertura das instalações do Serviço Educativo do Museu de Angra do Heroísmo ocorrerá em Dezembro. Encontra-se na sua fase final o processo de adaptação de edifício da antiga fábrica de tabaco Âncora às funções que irá desempenhar futuramente. Entretanto, funcionou já no referido espaço um atelier de expressão plástica, dinamizado pelos alunos do CRER I e II da Secundária de Angra, que depois de terem visitado a exposição Bower Hat, aproveitaram figuras de insectos e flores dos quadros de Vera Bettencourt para decorar o mobiliário destinado ao espaço infantil do Serviço Educativo.Paralelamente, têm sido dinamizadas as exposições temporárias patentes neste Museu: Máquinas Fotográficas e Arte Contemporânea: Ultimas Aquisições. Na primeira, foi recriado um estúdio fotográfico antigo em que os visitantes têm possibilidade de encenarem poses com a ajuda de adereços que remetem para a atmosfera do início do século passado. As fotografias são depois usadas como ponto de partida para um exercício de escrita criativa. A exposição de arte contemporânea foi visitada por turmas de vários estabelecimentos de ensino secundário profissional e também pelos alunos do Curso de Guias da Natureza da Universidade dos Açores. Além das informações recolhidas durante a visita, os visitantes têm oportunidade de aprofundarem o estudo das obras expostas, mediante a consulta de um Cd-Rom, onde estão compiladas informações sobre os autores presentes na mostra. Este e outros materiais de apoio às diferentes exposições estão disponíveis on line, numa nova entrada criada para o efeito, na rubrica Museu Educativo, do sítio do Museu de Angra.
(In Azores Digital)

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segunda-feira, junho 23, 2008

Um "mundo" novo para New Bedford

Com um simples primir de uma tecla, Mark Smith pode fazer o mundo girar em frente dos seus olhos.
Sem ter de descolar de foguetão, pode observar de perto o planeta Terra.
Sob o comando dos seus dedos, imagens de furacões, tremores de terra, mudanças de clima, migrações de espécies e outros processos ambientais que afectam o nosso planeta aparecem à sua frente, num globo suspenso.
"É como uma tela vazia que pode ser pintada," adiantou Smith. "Faz com que a ciência terrestre e oceânica ganhe vida."
O biológo marinho natural da Austrália é o novo director do Ocean Explorium, que deverá abrir na Baixa de New Bedford, no princípio de Julho.
O globo suspenso, denominado Science on a Sphere, que foi criado por cientistas da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), será a sua peça central. Pesando 50 libras e medindo 68 polegadas de diâmetro, a esfera cria, com a ajuda de quatro computadores, efeitos visuais deslumbrantes, utilizando dados científicos colhidos em tempo real por satélite e proporcionando uma perspectiva da Terra semelhante à que é vista por um astronauta.
"Permite ligar as pessoas à ciência," afirmou Smith, acrescentando que o globo pode simultaneamente retratar a beleza e fragilidade do planeta.
A esfera, que custou $250,000, é o único exemplar existente na Nova Inglaterra e uma de um conjunto de cerca de 20 instaladas em museus, planetários e centros científicos por toda a nação.
"É a primeira vez que teremos um espaço físico como este, em que a esfera serve de atracção principal," explicou Smith.
A missão do Explorium é funcionar como centro para fomentar a compreensão pública sobre as ciências, com particular ênfase nos oceanos, nomeadamente na sua protecção, recuperação, poluição e sustentabilidade. O projecto resulta de uma parceria entre a UMass Dartmouth e o New Bedford Oceanarium e deverá custar $3,5 milhões.
Localizado no antigo edifício do banco New Bedford Institution for Savings, na Union Street, o Explorium contará com exposições interactivas, ambientes aquáticos e outras iniciativas de alcance comunitário.
"Tiraremos proveito da nossa ligação local ao oceano," salientou Smith. "New Bedford é um local ideal para destacar esta actividade."
O director está presentemente a desenvolver uma série de exposições marinhas interactivas para complementar a esfera e despertar o interesse dos seus visitantes para as ciências e conservação do meio-ambiente.
"Queremos explorar todas as formas que os seres humanos interagem com o oceano," informou Smith. "Iremos abordar a ciência em vários níveis - emotivamente, com um tanque em que as pessoas podem tocar algumas espécies, didacticamente com a esfera e interactivamente através de um laboratório."
Ele antecipa que outras instituições locais colaborem no projecto, de modo a proporcionar à comunidade em geral uma abordagem mais abrangente, estimulante e acessível sobre os oceanos.
Smith também frisa a singularidade da iniciativa, notando que se trata apenas da segunda vez a nível mundial que um projecto deste género tem como parceiro uma universidade.
"A imaginação é o limite," sublinhou.
Frank Muller-Karger, Dean da Faculdade de Ciências e Tecnologia Marinhas da UMass Dartmouth, adiantou que é crucial providenciar-se oportunidades de aprendizagem a indivíduos de todas as idades, para que possam agir como protectores dos oceanos e de seus recursos.
"Muitas pessoas temem a ciência e não devia ser assim," adiantou. "Temos de assegurar que esta imagem é reparada. Este é o tipo de mensagem científica que temos de transmitir... desvendar um pouco do mistério e ajudar as pessoas a compreender quanto o oceano pode ser útil."
Para ele, todos os elementos certos para difundir esta mensagem importante estão presentes em New Bedford.
"Temos uma história rica, a tecnologia, as pescas, os recursos, as pessoas ligadas ao oceano, a diversidade cultural e étnica... todos estes elementos fazem desta uma experiência única."
O Mayor de New Bedford, Scott W. Lang, concorda e vai mais longe adiantando que o Explorium atrairá mais visitantes até New Bedford.
"Será mais um peça educativa na paisagem de New Bedford," referiu. "Será uma tremenda atracção e complementará perfeitamente o porto de pesca, o Museu da Baleia, o Parque Nacional, o [teatro] Zeiterion... trará famílias à Baixa de New Bedford. As pessoas poderão sentir a história quando palmilharem a calçada. Poderá deixar uma impressão muito duradoura."
De facto.
Smith, que chegou a New Bedford há quase um ano, confessa que se sentiu atraído por esta área devido à sua relação com o mar, à sua história e à afinidade que sente por Portugal.
Durante sete anos, Smith foi o líder científico do Oceanário de Lisboa, que dispõe de mais de 16.000 animais marinhos, desde tubarões a peixes bastante pequenos.
Esbanjando modéstia, prefere minimizar o trabalho que realizou no Oceanário e enaltecer em vez disso o trabalho de equipa.
"A minha missão era formar uma equipa para realizar um sonho," salientou.
A missão foi cumprida. O Oceanário, inaugurado há 10 anos, continua a florescer e a ser uma das atracções principais de Lisboa, proporcionado actividades divertidas e educacionais para visitantes de todas as idades.
Agora, gostaria de concretizar o mesmo na Cidade Baleeira.
"Apesar do Oceanário de Lisboa ser maravilhoso, isto [Explorium], quando completo, poderá ser mais eficaz e repetido," informou.
Smith, que também trabalhou no aquário de Barcelona e no Sea World na Austrália, realçou que o Explorium é um projecto estimulante porque proporciona uma experiência mais interactiva do que os aquários tradicionais.
"Estou aqui para ensinar ciências," frisou. "Estou intrigado com o projecto, com o seu custo-benefício. O de Lisboa custou $70 milhões e precisa de $5 milhões por ano para despesas de manutenção. Este projecto custa apenas $3,5 milhões."
Quando questionado sobre se o Explorium poderia eventualmente desempenhar algum papel na colaboração que a UMass está a cimentar com a Universidade dos Açores, Smith mostrou-se entusiasmado.
"Os Açores são uma comunidade geográfica isolada incrivelmente rica," adiantou. "Há muito ali para contar. Seria óptimo."
Inicialmente o Explorium abrirá aos sábados. Actualmente, o desafio é conseguir verbas e o apoio da comunidade em geral, segundo Smith.
"Sou um amante da preservação dos oceanos e de trabalhar com a comunidade," frisou. "Podemos ter muito sucesso, se trabalharmos com todos. E as pessoas parecem estar positivamente inclinadas e bastante interessadas."

(In O Jornal)

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domingo, junho 22, 2008

A Madrugada das Cagarras no Forte do Negrito

O Museu de Angra do Heroísmo volta a apresentar a instalação de som e imagem denominada "A Madrugada das Cagarras" de Paulo Henrique Silva, desta vez no Forte do Negrito, em colaboração com a Junta de Freguesia de São Mateus da Calheta.


O sucesso de que se revistiu a apresentação deste projecto visual e sonoro, quando esteve patente ao público no edifício de São Francisco no ano de 2007, justifica a oportunidade da sua reapresentação , agora num local diferente, fisicamente mais próximo do ambiente de vida e nidificação das cagarras, uma espécie notável de aves marinhas migratórias que já se tornou uma imagem de marca dos mares açorianos.
Esta exposição, que estará patente ao público até ao dia 30 de Setembro, pretende mostrar a ambiência na qual os cagarros nidificam, proporcionando ao visitante uma experiência marcante e diferente daquilo que é hábito vivenciar-se em projectos museológicos.
A mostra é acompanhada por um CD-ROM, editado pelo Museu de Angra do Heroísmo, com conteúdos de som, imagem e notas de campo da responsabilidade de Paulo Henrique Silva e o artigo intitulado "Contributo para o conhecimento da espécie Calonectris diomedea borealis" da autoria do Professor do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, Félix Rodrigues.
Segundo o Director do Museu de Angra, Jorge Paulus Bruno, tendo em conta a qualidade das fotografias e dos registos de som captados ao longo de muitas horas de observação da espécie em foco por Paulo Henrique Silva, esta exposição reveste-se de particular interesse, constituindo uma abordagem muito particular e inédita em relação a esta espécie.
(In Museu de Angra do Heroísmo)

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