sábado, outubro 03, 2009

Currículo Regional será “instrumento motivador” da aprendizagem

A Secretária Regional da Educação e Formação afirmou hoje que o currículo regional será um “instrumento motivador” do processo de aprendizagem dos alunos, reforçando a identidade açoriana sem perder o contexto nacional e europeu do arquipélago.

“Pretende-se que os alunos reforcem a identidade açoriana sem contudo perderem a identidade nacional e europeia”, afirmou Lina Mendes aos jornalistas, após a primeira reunião de trabalho que juntou na Secretaria Regional da Educação e Formação, na Terceira, a Comissão Coordenadora do Currículo Regional e as dez equipas de trabalho das diversas áreas curriculares.
Segundo Lina Mendes, ao englobar temáticas açorianas nos programas, como por exemplo o vulcanismo e a história das ilhas, será possível facilitar o processo de aprendizagem dos alunos, motivá-los mais para o estudo.
“Se as aprendizagem fizerem sentido aos alunos ela permanece ao longo da vida”, sustentou a governante, alegando que o que se procura com esta inovação é dotar os alunos com competências globais, que “são essenciais para um desenvolvimento integral”.
O Currículo Regional será implementado no próximo ano lectivo.
A Comissão Coordenadora é constituída pela Professora Doutora Luísa Alonso, da Universidade do Minho, o Professor Doutor Francisco Sousa, da Universidade dos Açores, a Mestre Lucília Gonçalves da DREF, a Doutora Conceição Medeiros, da Escola Básica Integrada de Ginetes e a Mestre Cristina Carvalhinho, da Escola Secundária Manuel de Arriaga.
As equipas de trabalho são formadas por docentes do ensino básico das escolas dos Açores, contando cada equipa com um especialista do Ensino Superior.
GaCS/RM

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segunda-feira, setembro 28, 2009

Currículo Regional do Ensino Básico na Região Autónoma dos Açores discutido hoje

A Secretária Regional da Educação e Formação, Lina Mendes, preside hoje, pelas 14 horas, no Salão Nobre da Secretaria Regional da Educação e Formação, na ilha Terceira, à primeira reunião de trabalho entre a Comissão Coordenadora do Currículo Regional e as equipas de trabalho das diversas áreas curriculares. O serviço que agora se inicia visa preparar a implementação do Currículo Regional do Ensino Básico na Região Autónoma dos Açores, previsto arrancar no ano lectivo 2010/2011. Pretende-se criar para cada área curricular e disciplina um dispositivo de operacionalização e desenvolvimento curricular com vista à identificação de áreas temáticas e conteúdos regionais. Este trabalho inclui, também, a concepção e certificação de materiais didácticos a disponibilizar no Portal da Educação, perspectivando-se poderem vir a constituir importantes recursos educativos quer para professores, quer para alunos. A Comissão Coordenadora é constituída pela Professora Doutora Luísa Alonso, da Universidade do Minho, o Professor Doutor Francisco Sousa, da Universidade dos Açores, a Mestre Lucília Gonçalves da DREF, a Doutora Conceição Medeiros, da Escola Básica Integrada de Ginetes e a Mestre Cristina Carvalhinho, da Escola Secundária Manuel de Arriaga. As equipas de trabalho são formadas por docentes do ensino básico das escolas dos Açores, contando cada equipa com um especialista do Ensino Superior.
(In Diário dos Açores)

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terça-feira, julho 14, 2009

Terceira recebe mestrado em Educação

A ilha Terceira volta a receber a segunda edição do mestrado em Educação. A primeira vez que o mestrado foi disponibilizado no pólo da Universidade dos Açores na ilha foi em 2006/2008, sendo que já decorreram várias edições em São Miguel.De acordo com o coordenador do curso de mestrado, Francisco Sousa, a edição de 2009/2011 funciona na especialidade de concepção e desenvolvimento de projectos educativos, com 24 vagas.As candidaturas abriram no dia seis de Julho, encerrando a 16 deste mês.“A decisão de abrir o curso este ano na Terceira nesta especialidade baseia-se na análise dos resultados de uma sondagem previamente realizada junto de potenciais interessados. A sondagem revelou a existência de um número relativamente elevado de potenciais candidatos, ao contrário do que tinha acontecido em idêntica sondagem realizada um ano antes”, explica.Francisco Sousa interpreta o aumento do número de interessados no mestrado como estando ligado à “plena tomada de consciência por parte dos professores do ensino não superior (principais, embora não exclusivos, destinatários deste mestrado) das implicações da aquisição do grau de Mestre à luz do novo Estatuto da Carreira Docente, ultrapassada uma fase de algum desencanto, gerado aquando da publicação desse mesmo estatuto”.Além disso, acredita que outra razão se pode prende com a “constatação de que, com a concretização do chamado processo de Bolonha”a obtenção do grau de Mestre passou a ser condição necessária para a aquisição de habilitação profissional para a docência”.“Embora os professores que adquiriram habilitação profissional para a docência ao abrigo de legislação anterior ao chamado processo de Bolonha não percam essa habilitação no caso de não obterem entretanto o grau de Mestre, a inevitável entrada no sistema de muitos jovens docentes com o grau de Mestre poderá eventualmente funcionar como incentivo à aquisição desse mesmo grau por parte dos profissionais que já trabalham no sistema”, fundamenta.
Escola a mudarNa opinião do coordenador do mestrado, esta área de especialização adquire cada vez mais importância numa Escola em mutação.“Ao contrário da escola de há 20 anos, é uma escola dominada por uma ‘cultura de projecto’. Já não vivemos numa escola em que tudo é uniformemente prescrito pelos responsáveis pelo macro-sistema numa lógica de regulação puramente burocrática. A evolução das dinâmicas sociais e do papel do Estado tem sujeitado as instituições - particularmente as instituições educativas - a formas de regulação no âmbito das quais a legitimação do trabalho dos profissionais é cada vez mais baseada na capacidade de gerir projectos concebidos em função de contextos específicos”, afirma. Francisco Sousa frisa que “as escolas vivem hoje uma situação de grande abundância de projectos: os que definem as suas orientações políticas e estratégias - projecto educativo de escola, projecto curricular de escola, projecto curricular de turma -; os que são propostos ou exigidos pela tutela em áreas específicas (e.g., “projecto afectivo-sexual”); os que partem da iniciativa de entidades externas ao sistema educativo (e.g., “Parlamento dos jovens”, “Escola Segura”); os que se enquadram em programas nacionais e internacionais aos quais as escolas se podem candidatar por iniciativa própria, etc”. O coordenador conclui assim que o mestrado visa reforçar as competências dos profissionais na gestão de projectos educativos. “Maximizando o aproveitamento das oportunidades geradas por esta ‘cultura de projecto’ e, por outro lado, minimizando riscos de deriva”.

(in Diário Insular)

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terça-feira, junho 02, 2009

Aprender em saídas de campo é possível: Relatos de uma experiência em Santa Maria

Autores: Natália Abreu; Francisco Sousa e Francisco Cota Rodrigues
As questões relacionadas com a educação ambiental e com a educação para o desenvolvimento sustentável surgem como mote para o incremento de práticas pedagógicas inovadoras nas mais diversas áreas curriculares, incluindo as Ciências Naturais. Das várias metodologias a empregar na promoção de aprendizagens relacionadas com o património natural e com o desenvolvimento sustentável, a saída de campo constitui-se como uma estratégia que rompe com a didáctica expositiva e contribui para a compreensão destas temáticas, além de promover a mudança de valores, atitudes e responsabilidades dos alunos em relação ao Ambiente.
Esta comunicação é centrada numa forma de abordar a problemática das saídas de campo, recentemente experimentada na Escola Básica e Secundária de Santa Maria. Discutiremos as vantagens e desvantagens da abordagem realizada à luz do modelo adoptado. De seguida, reflectiremos sobre os efeitos da implementação desta metodologia no estudo da geodiversidade da ilha de Santa Maria, envolvendo uma amostra constituída por 27 alunos da referida escola. Os resultados obtidos revelaram que a implementação da saída de campo pode enriquecer os conhecimentos científicos dos alunos, ajudá-los a consolidar o conceito de desenvolvimento sustentável e a desempenhar um papel investigativo, centrado em realidades concretas e locais, levando-os a conceptualizações globalizantes. A saída de campo aparece como uma ferramenta ao dispor dos educadores que potencia acções de Educação Ambiental, através das quais se ambiciona sensibilizar os alunos a conhecer e compreender as diversas temáticas, levando-os ao envolvimento, responsabilização e participação individual e colectiva na solução de problemas ambientais, fomentando o exercício de uma cidadania activa.

(In Encontro de Inovação Educacional)

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segunda-feira, maio 25, 2009

CICLO DE CINEMA - OLHAR A DIVERSIDADE NA ESCOLA

A Culturangra EEM e a Universidade dos Açores uniram-se num projecto de curso, onde se pretende criar um -Ciclo de Cinema, intitulado “Olhar a diversidade na escola”, que irá decorrer no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo, de 26 a 29 de Maio de 2009. Com esta iniciativa pretende-se sensibilizar o público em geral, com especial atenção às comunidades educativas, estimulando a reflexão sobre a relação entre as práticas pedagógicas e as mudanças em curso na sociedade, que requerem atenção à diversidade existente entre os estudantes, no contexto da escola e da sala de aula. Da mesma forma, pretende-se estimular nos alunos, de diferentes níveis de ensino, o gosto pela cultura cinematográfica, fazer com que visualizem filmes com diferentes abordagens e que reflictam, particularmente neste Ciclo de Cinema, sobre a sua forma de ser e estar na escola e as implicações que daí possam advir. Para o desenvolvimento deste Ciclo de Cinema foi seleccionado um filme para cada dia, sendo temática da diversidade abordada em diferentes perspectivas. Após as sessões de cinema gratuitas, irão realizar-se comentários/debates, dinamizados por diferentes oradores, com o intuito de promover reflexões sobre a diversidade a partir das diferentes perspectivas abordadas nos filmes.Dia 26 de Maio – “A Turma”(Professor Doutor Francisco Sousa e Prof. José Eduardo Meneses)Dia 27 de Maio – “Blackboards”(Prof.ª Teresa Valadão e Dr. Maduro Dias)Dia 28 de Maio – “Pro dia nascer feliz”(Prof.ª Paula Quadros e Dr.ª Filomena Vilaça) Dia 29 de Maio – “Huitiéme jour”(Prof.ª Glória Torres e Dr.ª Filomena Santos). Esta semana iniciar-se-á com uma sessão de abertura, que será apresentada pelo grupo organizador deste evento, alunas do Curso de Pós-graduação em Necessidades Educativas Especiais da Universidade dos Açores, pela Professora Doutora Letícia Leitão, coordenadora do curso, pelo Professor Doutor Francisco Sousa, tutor do projecto final do curso e pela Dr.ª Luísa Brasil, Presidente do Conselho de Administração da Culturangra. Quanto à sessão de encerramento, pretende-se que seja precedida de uma pequena recepção e que após o debate se proceda à entrega de certificados de participação. Para além disso, será proposto que após a visualização de cada filme, cada estudante presente na sessão faça um pequeno comentário escrito. De todos os comentários entregues, serão eleitos os três melhores pelos membros do grupo organizador, recebendo os alunos os seguintes prémios:1.º – dois bilhetes para o ballet “Quebra Nozes”; 2.º – quatro bilhetes para sessões de cinema à escolha; 3.º – dois bilhetes para sessões de cinema à escolha.
(In Via Oceanica)

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sábado, dezembro 20, 2008

Enfermagem e Autoconceito

Realizam-se no dia 3 de Janeiro, pelas 14 horas, no pólo de Angra do Heroísmo, as provas de Mestrado em Educação requeridas pelo licenciado Rogério Miranda Vieira.
As provas serão avaliadas por um Júri presidido (por designação do Reitor) pela Doutora Maria Manuela Dias Silva Raposo, professora coordenadora da Escola Superior de Enfermagem da Universidade dos Açores, sendo vogais os Doutores Maria Lisete Borges de Meneses Parreira de Bruges, professora coordenadora da Escola Superior de Enfermagem da Universidade dos Açores, Pedro Francisco González, Francisco José Rodrigues de Sousa e Ana Margarida Moura de Oliveira Arroz, todos professores auxiliares da Universidade dos Açores.
As provas constarão da discussão pública, com crítica e defesa, de uma dissertação intitulada Enfermagem e Autoconceito.

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sábado, dezembro 13, 2008

A Colaboração entre Professores na Gestão Pedagógica do Trabalho de Sala de Aula

Realizam-se no dia 13 de Dezembro, pelas 16 horas, no pólo de Angra do Heroísmo, as provas de Mestrado em Educação requeridas pela licenciada Paula Cristina Ávila da Rocha.
As provas serão avaliadas por um Júri presidido (por designação do Reitor) pelo Doutor Francisco José Rodrigues de Sousa, professor auxiliar da Universidade dos Açores, sendo vogais os Doutores Jorge Manuel Ávila de Lima, professor associado com agregação da Universidade dos Açores, e Ana Cristina Pires Palos, professora auxiliar da Universidade dos Açores.
As provas constarão da discussão pública, com crítica e defesa, de uma dissertação intitulada A Colaboração entre Professores na Gestão Pedagógica do Trabalho de Sala de Aula.

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segunda-feira, outubro 06, 2008

Avaliação das escolas arranca este ano lectivo

Diversos especialistas nacionais em avaliação de escolas estiveram reunidos em Angra do Heroísmo, no âmbito de um colóquio sobre este tema promovido pela Delegação do Departamento de Ciências da Educação no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, com o apoio da Secretaria Regional da Educação e Ciência. O objectivo foi preparar a implementação da avaliação externa dos estabelecimentos de ensino açorianos, que arrancará já no ano lectivo de 2008/2009, num grupo de escolas escolhidas para o efeito. O trabalho foi levado a cabo por uma equipa de avaliadores liderada pela Universidade Católica Portuguesa, entidade responsável pelo modelo de avaliação a aplicar. A expectativa do Governo Regional é de que a avaliação externa de todos os estabelecimentos de ensino do arquipélago, que incidirá sobretudo sobre a autonomia pedagógica e cultura, fique concluída até 2012 ou 2013. Recorde-se que as áreas administrativa e financeira das escolas são escrutinadas pelo Tribunal de Contas. A avaliação externa está já a decorrer nas escolas do continente. Os Açores, por seu lado, estão à frente na vertente da auto-avaliação, com a aplicação do modelo Qualis. O encontro, que teve lugar no Anfiteatro do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, ao Pico da Urze, teve como oradores alguns dos grandes nomes da avaliação de escolas em Portugal. Entre eles estiveram Joaquim Azevedo, director da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa, e José Brites Ferreira, perito em avaliação externa de escolas. Em cima da mesa estiveram temas como a situação actual e perspectivas de futuro da avaliação de escolas em Portugal, modelos processos e resultados, práticas de avaliação da escola e o projecto Qualis. Paralelamente, decorreram ainda oficinas de apoio à construção de instrumentos de avaliação e análise de dados, destinadas prioritariamente a membros das equipas de auto-avaliação constituídas nas escolas dos Açores no âmbito do projecto Qualis. Segundo Francisco Sousa, da comissão organizadora do encontro, “a expectativa era despertar ou tornar as pessoas mais sensíveis para o facto de muito em breve começar a avaliação externa” dos estabelecimentos de ensino açorianos. “As pessoas ao tomarem conhecimento sobre o que se está a passar no continente poderão ir preparando-se, de alguma forma, para esse processo que aí vem”, conclui o responsável.


(In Diário Insular)

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sábado, outubro 04, 2008

Colóquio sobre avaliação de escolas

Hoje, Sábado, dia 4 de Outubro, decorre, no campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, ao Pico da Urze, um colóquio sobre avaliação de escolas, cujo programa se anexa.
Com a realização deste evento pretende-se:
-Fazer o balanço de dois anos e meio de implementação do projecto Qualis (avaliação interna das escolas dos Açores);
-Promover o debate sobre a avaliação externa de escolas (que em breve terá início nos Açores);
-Contextualizar o processo de avaliação de escolas em curso nos Açores face às tendências nacionais e internacionais nesta matéria; -Apoiar as equipas de auto-avaliação no desenvolvimento de instrumentos de trabalho.
Mais informação disponível em http://coloquioavalescolas.no.sapo.pt/
Programa do Colóquio
09:00 Entrega de documentação
09:15 Conferência de Abertura- "Avaliação de escolas em Portugal - situação actual e perspectivas de futuro" por Joaquim Azevedo da Universidade Católica Portuguesa.
10:00 Conferência "Avaliação externa de escolas – modelos, processos e resultados" por José Brites Ferreira do Instituto Politécnico de Leiria.
10:30 Conferência "Para uma referencialização das práticas de avaliação da escola" por Maria Palmira Alves da Universidade do Minho.
11:00 Debate
11:15 Coffee-break
11:30 Mesa redonda "Projecto Qualis: O explícito e o implícito" com moderação de Jorge Ávila de Lima da Universidade dos Açores.
Aborder-se-á nessa mesa redonda "Projecto Qualis, dois anos e meio depois – balanço e perspectivas de futuro" por Luis Maciel Silva da Direcção Regional da Educação e Rodrigo Queiroz e Melo da Universidade Católica Portuguesa, "Projecto Qualis – Que lugar para as questões curriculares?" por Maria do Céu Roldão da Universidade do Minho e Francisco Sousa, da Universidade dos Açores.
13:00 Intervalo para almoço.
14:30 Sessão de trabalhos paralelos.

Oficinas de apoio à construção de instrumentos de avaliação e análise de dados
Campus universitário do Pico da Urze

OFICINA- COORDENADOR -TEMA
A-Francisco Sousa- Gestão das pessoas, Gestão dos processos, Resultados relativos às pessoas.
B-Rodrigo Queiroz e Melo- Liderança, Planeamento e estratégia, resultados de desempenho-chave.
C-Ana Cristina Palos- Parcerias e recursos, resultados orientados para a comunidade educativa, impacto na sociedade.

Conversa com os conferencistas
Sala Natália Correia no Hotel do Caracol
-Por motivos de força maior, uma das quatro oficinas inicialmente previstas foi cancelada, sendo os temas redistribuídos pelas restantes três oficinas.
Os participantes que não estiverem interessados em frequentar as oficinas acima referidas poderão continuar a dialogar com os conferencistas, que estarão disponíveis para uma conversa com os participantes sobre o tema do colóquio.
A comunicação “Projecto Qualis – Estatutos e vozes em presença na legitimação do processo de avaliação” (anunciada nas versões anteriores do programa) foi cancelada, por motivos de força maior.

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quinta-feira, setembro 18, 2008

Participação no projecto EYE

Entre 11 e 18 de Agosto, quatro estudantes da licenciatura em educação básica, dois estudantes do mestrado em educação e um docente do Departamento de Ciências da Educação (Professor Francisco Sousa-Coordenador da delegação portuguesa ao projecto The EYE) participaram, em Kopparbo (Suécia), no projecto The EYE (European Youth Engagement). Este projecto - que reuniu estudantes e professores da Suécia, da Letónia, de Inglaterra e de Portugal - centrou-se na discussão de questões relativas à identidade e à cidadania europeia. A delegação portuguesa, além dos já referidos representantes da Universidade dos Açores, integrou dois estudantes e uma docente da Escola Secundária Vitorino Nemésio da cidade da Praia da Vitória e ainda dois estudantes e uma docente da Escola Profissional da Santa Casa da Misericórida de Angra do Heroísmo. Esta acção foi totalmente financiada pelo programa europeu "Youth in Action".
(In Gabinete do Reitor)

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segunda-feira, julho 07, 2008

Urge mudar de lentes´ na educação ambiental no jardim-de-infância, diz tese

Um estudo concluiu que cerca de um quinto dos educadores de infância evoca "a falta de informação" para não abordar temas que consideram importantes".Uma tese de Mestrado em Educação Ambiental, defendida no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, defendeu que "urge que os educadores açorianos mudem as lentes nas suas abordagens à educação ambiental no jardim-de-infância". Na tese intitulada "Os Educadores de Infância e as temáticas ambientais desenvolvidas nos jardins-de-infância dos Açores: principais abordagens e necessidades", Cidália Maria Gorgita Pacheco verificou que a maioria das crianças açorianas deste nível de ensino estão a receber informações generalistas, sobretudo no que respeita à Observação e Registo de Fenómenos Naturais e Desequilíbrios Provocados pelo Homem. O estudo concluiu que cerca de um quinto dos educadores de infância evoca "a falta de informação para não abordar temas que consideram importantes", enquanto cerca de um terço advogam que a faixa etária das crianças com quem trabalham "não lhes permite trabalhar esses aspectos".Cidália Maria Gorgita Pacheco averiguou que são os educadores mais velhos, com mais de 35 anos de idade, os que mais abordam os aspectos ambientais e são também aqueles que dizem necessitar de menos recursos."Esta evidência vai de encontro a vários estudos que reconhecem que o docente está sujeito a mudanças associadas ao crescimento etário e profissional", disse, sublinhando que a ideia de fomentar oficinas de formação entre os Educadores dos Açores, deverá ter como alvo preferencial os educadores mais novos na carreira, pois "os dados deste estudo confirmam que quanto menos anos de serviço menor é a diversidade das abordagens, especificamente sobre o contexto regional". Segundo a tese, são os educadores provenientes da Escola do Magistério Primário e os Educadores formados no Campus de Angra do Heroísmo aqueles que mais abordagens fazem sobre os aspectos ambientais no jardim-de-infância, principalmente, no que se refere a aspectos de índole açoriana, "não acontecendo o mesmo relativamente a educadores formados noutras instituições".Cidália Pacheco apurou que apenas um décimo dos educadores de infância na região estão integrados no programa Eco-Escolas. "A integração dos educadores nesse programa acarretará uma mais valia ambiental, visto se ter verificado que existe uma influência positiva deste programa sobre as abordagens dos aspectos ambientais", realçou.De acordo com a análise, os recursos que os educadores consideram mais pertinentes são as acções de formação e materiais audiovisuais para as crianças, nomeadamente CD´s e DVD´s.A tese estudou os jardins-de-infância dos açorianos de todas as ilhas com o objectivo de descortinar quais os conhecimentos ambientais que os educadores, enquanto construtores do currículo, transmitem às crianças.Em simultâneo foram averiguadas as necessidades sentidas pelos educadores açorianos em várias temáticas e inventariados os recursos mais desejados por estes profissionais, no sentido de documentar e obter informação que possa vir a proporcionar um melhor apoio à prática da Educação Ambiental no contexto escolar. "Os Educadores de Infância e as temáticas ambientais desenvolvidas nos jardins-de-infância dos Açores: principais abordagens e necessidades" foi orientada pela Professora Rosalina Gabriel e pelo Professor Francisco Sousa dos Departamentos de Ciências Agrárias e Ciências da Educação, respectivamente, ambos da Universidade dos Açores.

(In Diário dos Açores)

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domingo, julho 06, 2008

A educação Ambiental do jardim de infância nos Açores deve "mudar de lentes"

Foi defendida no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores a tese de Mestrado em Educação Ambiental de Cidália Maria Gorgita Pacheco, orientada pela Professora Rosalina Gabriel e pelo Professor Francisco Sousa dos Departamentos de Ciências Agrárias e Ciências da Educação, respectivamente, ambos da Universidade dos Açores.
A tese intitulada “Os Educadores de Infância e as temáticas ambientais desenvolvidas nos jardins-de-infância dos Açores: principais abordagens e necessidades” estudou os jardins-de-infância dos açorianos de todas as ilhas, tentando descortinar quais os conhecimentos ambientais que os educadores, enquanto construtores do currículo, transmitem às crianças, tendo sido pesquisadas sete temáticas ambientais: 1) Mar e recursos hídricos, 2) vulcanologia e sismologia das ilhas, 3) Desequilíbrios provocados pela acção humana, 4) Preservação do Ambiente, 5) Observação e registo de fenómenos naturais, 6) Fauna e flora regional e 7) História, património e manifestações culturais. Em simultâneo foram averiguadas as necessidades sentidas pelos educadores açorianos em cada uma das temáticas referidas anteriormente e inventariados os recursos mais desejados por estes profissionais, no sentido de documentar e obter informação que possa vir a proporcionar um melhor apoio à prática da Educação Ambiental no contexto escolar.
Verificou-se que a maioria das crianças açorianas deste nível de ensino estão a receber informações generalistas, sobretudo no que respeita à Observação e Registo de Fenómenos Naturais e Desequilíbrios Provocados pelo Homem.
Cerca de um quinto dos educadores de infância evoca a falta de informação para não abordar temas que consideram importantes, enquanto cerca de um terço advogam que a faixa etária das crianças com quem trabalham não lhes permite trabalhar esses aspectos.
Os recursos que os educadores consideram mais pertinentes são as acções de formação e materiais audiovisuais para as crianças, nomeadamente CD’s e DVD’s.
Verificou-se que são os educadores mais velhos, com mais de 35 anos de idade, os que mais abordam os aspectos ambientais e são também aqueles que dizem necessitar de menos recursos. Esta evidência vai de encontro a vários estudos que reconhecem que o docente está sujeito a mudanças associadas ao crescimento etário e profissional. Assim, a ideia de fomentar oficinas de formação entre os Educadores dos Açores, deverá ter como alvo preferencial os educadores mais novos na carreira, isso porque os dados deste estudo confirmam que quanto menos anos de serviço menor é a diversidade das abordagens, especificamente sobre o contexto regional. São os educadores provenientes da Escola do Magistério Primário e os Educadores formados no Campus de Angra do Heroísmo aqueles que mais abordagens fazem sobre os aspectos ambientais no jardim-de-infância, principalmente no que se refere a aspectos de índole açoriana, não acontecendo o mesmo relativamente a educadores formados noutras instituições.
Verificou-se que somente um décimo dos educadores de infância na região é que estão integrados no programa Eco-Escolas. A integração dos educadores nesse programa acarretará uma mais valia ambiental, visto se ter verificado que existe uma influência positiva deste programa sobre as abordagens dos aspectos ambientais.
Urge que os educadores açorianos “mudem as lentes” nas suas abordagens, relativamente à educação ambiental no jardim-de-infância.

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quinta-feira, julho 03, 2008

Potencial Didáctico e Pedagógico da Geodiversidade Mariense na Conceptualização do desenvolvimento Sustentável

Vários autores defendem que a Educação para o Desenvolvimento Sustentável se enquadra na Educação Ambiental. Estas formas de educação pretendem essencialmente levar à mudança de consciências e atitudes; processo este imprescindível na construção de novas formas de desenvolvimento, alternativas aos modelos mais clássicos, que hoje se apresentam claramente em ruptura. Neste âmbito surge a defesa em prol das saídas de campo, como forma de incutir nos alunos os propósitos anteriormente referidos.
Esta tese de Mestrado em Educação Ambiental intitulada de "Potencial Didáctico e Pedagógico da Geodiversidade Mariense na Conceptualização do desenvolvimento Sustentável" realizada por Natália Barbosa de Abreu, orientada pelos Professores Francisco Cota Rodrigues do Departamento de Ciências Agrárias e Francisco José Rodrigues de Sousa do Departamento de Ciências da Educação da Universidade dos Açores pretendeu demonstrar o potencial didáctico e pedagógico da geodiversidade Mariense, considerando as competências essenciais do Currículo Regional e as concepções e práticas que os docentes do Ensino Básico têm acerca do ensino/aprendizagem das Ciências Naturais.
Caracterizaram-se sítios de interesse para o estudo da Geodiversidade Mariense, recorrendo ao estudo da cartografia, à realização de saídas de campo e pesquisas bibliográficas. Esse património possui diversos valores: intrínseco, cultural, estético, ecológico, funcional, social, económico, científico e educacional.
"Entende-se que a paisagem física não é apenas a flora e fauna é também, e sobretudo a do suporte geológico que a condiciona."
As políticas de Conservação da Natureza, normalmente, estão circunscritas à protecção e conservação da biodiversidade, revogando os factores abióticos (geodiversidade) para um plano inferior de protecção, daí a urgência em integrar estratégias de conservação tanto da biodiversidade como da geodiversidade.
Na presente tese, elaborou-se um percurso interpretativo que saindo do Cais/Marina de Vila do Porto, passando pelo Miradouro da Pedra Rija, Poço da Pedreira, Miradouro do Espigão, Miradouro da Vigia da Baleia e Miradouro da Macela, levava os alunos a apreender conceitos de geologia e a valorizar a geodiversidade da ilha de Santa Maria. Os resultados obtidos, de âmbito pedagógico, permitem afirmar que os alunos da turma experimental apresentam evoluções notórias relativamente às concepções subjacentes a conceito de "desenvolvimento sustentável" relativamente aqueles que não foram submetidos a este percurso de interpretativo.

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sábado, outubro 27, 2007

O Mundo das Crianças em colóquio

Destinada a profissionais que lidam com crianças no âmbito da educação, acção social e saúde, a iniciativa visa “propiciar aos adultos um debate em torno do que as crianças pensam sobre as coisas”, sublinha Ana Cristina Palos do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, da organização do evento. “O discurso dominante sobre a criança é feito pelos adultos e baseia-se na forma como os adultos vêem as crianças; neste caso, pretendemos perceber como as crianças vêem os adultos, através da apresentação de uma série de estudos realizados com crianças”, explica a docente. Intitulado “Jibóias, Florestas Virgens e Outros Enigmas: o Mundo das Crianças em Perspectiva”, o colóquio contará com a participação de investigadores nacionais de reconhecido mérito, nomeadamente do Instituto de Estudos da Criança, assim como de um especialista espanhol, para além de docentes do Departamento de Ciências da Educação da Universidade dos Açores, do Campus de Angra do Heroísmo. Em cima da mesa estarão questões relacionadas com discursos sobre a infância e culturas infantis, abordagens metodológicas no estudo da infância, os direitos das crianças e representações e preocupações das crianças sobre o ambiente. Infância e fluência tecnológica, culturas infantis e currículo formal e as perspectivas das crianças sobre a documentação, a família e o planeta Terra serão outros dos temas em discussão. O colóquio internacional é organizado pelos professores Ana Cristina Palos, Ana Moura Arroz e Francisco Sousa, do campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, e secretariado por um grupo de alunos da licenciatura em Educação de Infância da delegação de Angra do Heroísmo do Departamento de Ciências da Educação do estabelecimento de ensino.

(In Diário Insular)

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quarta-feira, outubro 24, 2007

Jibóias, Florestas Virgens e outros enigmas

Realiza-se no auditório do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, sito ao Pico da Urze no dia 27 de Outubro o Colóquio internacional "Jibóias, florestas virgens e outros enigmas: o mundo das crianças em perspectiva".
O colóquio internacional é organizado pelas Professoras Ana Cristina Palos e Ana Moura Arroz e pelo Professor Francisco Sousa e secretariado por um grupo de alunos da Licenciatura em Educação de Infância da Delegação do Departamento de Ciências da Educação em Angra do Heroísmo. Serão oradores neste evento figuras de reconhecido mérito, de entre as quais se destacam: Júlia Formosinho, Manuel Jacinto Sarmento, Natália Fernandes Soares, Ferran Casas Aznar, Maria Figueiredo, Nelson Gonçalves, entre outros. Este colóquio destina-se a profissionais que lidam com crianças no âmbito da educação, saúde e acção social.


Do Programa consta:
9h00 – 9h30 sessão de Abertura
9h30 – 10h00 Discursos sobre a infância e culturas infantis
(Manuel Jacinto Sarmento)
10h00 – 10h30 Investigação, participação e ética: abordagens metodológicas no estudo da infância (Natália Fernandes Soares)
11h00 – 11h30 Los derechos de los niños vistos por los propios chicos y chicas, los padres y los maestros (Ferran Casas Aznar) 11h30 – 12h00 Imagens do futuro: representações e preocupações das crianças acercado ambiente (Luzia Cordeiro Rodrigues, Ana Moura Arroz e Rosalina Gabriel )
12h00 – 12h30 Infância e fluência tecnológica (Maria Figueiredo & Nelson Gonçalves)
14h30 –15h00 As perspectivas das crianças sobre a documentação (Júlia Formosinho)
15h00 – 15h30 Culturas Infantis e currículo formal (Francisco Sousa)
15h30 –16h00 "Penso que a minha família é boa, esperta e gentil": perspectivas das crianças acerca da família (Ana Cristina Palos e Ana Isabel Santos)
16h00 –16h30 "Do sítio em que vivemos ao planeta lá no céu": perspectivas das crianças sobre a terra (Ana Moura Arroz, Paula Costa, Paula Moniz e Lara Furtado)
16h45 – 17h00 encerramento.
(In Azores Digital)

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