terça-feira, janeiro 27, 2009

Processo de Bolonha "esqueceu" componente experimental dos cursos

Embora a Universidade dos Açores tenha tido uma boa integração no Processo de Bolonha, tenha captado novos públicos e esteja a proporcionar o contacto dos alunos com o mercado de trabalho, os cursos têm pouca componente experimental e os níveis de mobilidade não são os desejáveis.
O Relatório de Concretização dos Objectivos do Processo de Bolonha na Universidade dos Açores, recentemente divulgado, revela que 66 por cento do conjunto de licenciaturas, mestrados e doutoramentos da academia açoriana, não têm qualquer componente experimental. O que quer dizer que, dos 63 cursos leccionados na Universidade dos Açores, 42 têm zero por cento de prática de laboratório, trabalho de campo e trabalho de investigação. Dos restantes 21 cursos, as licenciaturas nas áreas da Biologia, Ciências Agrárias, Engenharia, Matemática e Informática são as que têm maior incidência experimental. As componentes de projecto e estágio ganham particular relevo nos cursos de Enfermagem, apresentando menor expressão nos cursos pertencentes às áreas já mencionadas, assim como nos cursos das áreas de Serviço Social, Património Cultural, Turismo e Educação. Sendo que nas restantes áreas, com a implementação do novo processo, não existe qualquer estágio ou trabalho de projecto. Isto significa que os cursos de licenciatura em Psicologia, Economia, Gestão, Sociologia, Comunicação Social e Cultura e Relações Públicas e Comunicação não têm qualquer tipo de componente experimental, nem sequer estágios ou trabalhos de projecto. As conclusões do relatório referem que estes dados “põem em evidência que, ao nível do trabalho experimental, será possível conceder um maior espaço, pelo menos em alguns sectores”. A mobilidade de estudantes e docentes, um dos principais objectivos do Processo de Bolonha, que pretende criar uma área de ensino superior europeu, através da eliminação das fronteiras tanto físicas como dos saberes, é ainda uma realidade que, embora tenha uma “evolução animadora” nos últimos anos, tem ainda pouca expressão na Universidade dos Açores, especialmente no que diz respeito aos professores. As conclusões do relatório referem que é necessário incrementar “estratégias susceptíveis de aumentar o seu crescimento”, acrescentando que “ao nível da mobilidade dos docentes, o balanço encontra-se ainda longe de um patamar desejável”. Quanto ao controlo da qualidade do ensino na Universidade dos Açores, feito através da realização de inquéritos aos alunos das licenciaturas, o relatório revela que apenas 35 por cento dos estudantes participaram no ano passado. Sendo assim, nas conclusões do documento é sugerida a institucionalização de uma cultura de avaliação, de modo a aumentar a participação na resposta aos inquéritos e o alargamento dos inquéritos aos alunos dos cursos de mestrado. O relatório revela também que no que toca ao funcionamento das unidades curriculares e desempenho dos docentes, o “bom” foi a classificação com maior número de respostas, e que no que diz respeito ao grau de envolvimento dos estudantes e à sua intervenção nas aulas, 40 por cento respondeu “médio”. Como outros pontos positivos, o relatório destaca a boa integração do Processo de Bolonha na Universidade dos Açores, já que foi totalmente implementado um ano antes do prazo limite estabelecido e que conseguiu atingir o objectivo de tornar os cursos mais específicos; a captação de novos públicos, através da oferta de cursos pós-secundários de especialização tecnológica e do aumento das candidaturas especiais para maiores de 23 anos (241 este ano lectivo); e a permanente preocupação dos responsáveis pelo funcionamento de diversos cursos em assinar protocolos com instituições, serviços e empresas locais, com o objectivo de conferir aos alunos “uma base importante de inserção no mundo do trabalho”.

Mais atractividade e mobilidade

A implementação do Processo de Bolonha veio impor a organização do ensino superior em três ciclos, a introdução do sistema europeu de transferência e a acumulação de créditos (ECTS), baseados no trabalho efectivo dos próprios estudantes, bem como a estruturação dos cursos com base no desenvolvimento de competências. Actualmente, todos os cursos da Universidade dos Açores estão adequados a este novo modelo de ensino superior. Os cursos de 1º ciclo de estudos (licenciaturas) passam a ter a duração de 6 semestres, com 180 ECTS, e os cursos de mestrados 4 semestres, e 120 ECTS. Constituem excepção a esta regra os cursos de licenciatura em Serviço Social, que têm uma duração de 7 semestres e 210 ECTS, e os cursos de licenciatura em Enfermagem, que têm uma duração de 8 semestres e 240 ECTS.

(João Cordeiro In Açoriano Oriental)

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terça-feira, janeiro 20, 2009

Centro de Biotecnologia dos Açores CBA

O Centro de Biotecnologia Alimentar do Departamento de Ciências Agrárias foi avaliado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia com a classificação de Muito Bom.
De acordo com o jornal diário A União de Angra do Heroísmo, os especialistas estrangeiros que fizeram a avaliação no Verão reconheceram o elevado nível científico do centro no domínio da biotecnologia vegetal e animal e na biotecnologia alimentar.
Fundado em 2004, o Centro de Biotecnologia Alimentar, da Universidade dos Açores, gere actualmente um orçamento de 3,2 milhões de euros.
(In Armando Mendes - RDP Açores)

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sábado, dezembro 20, 2008

Avaliação do Centro de Investigação e Tecnologias Agrárias dos Açores CITAA

Avaliação do Centro de Investigação e Tecnologias Agrárias dos Açores CITA-A.

Classificação: Good
Unidade Visitada em: 11-02-2008
Comentários do Painel de Avaliação:
The Unit focuses on animal and agricultural productivity, food science and technology, climate and meteorology related issues of relevance to various sectors of society, and biodiversity in the Azorean/ Macronesian context. The Unit consists currently of four sections/ research groups (Agricultural and animal science, Food science and technology, Study Center for climate, meteorology and global changes, and Azorean biodiversity group).
Goals, ongoing and planned projects, strategic development in the future.
Some of the sections/ groups of the Unit have very interesting international collaborations that have materialized in joint projects/ research collaborations such as the biodiversity in lava tubes or the climatological modelling for island environments. The Unit has been rather successful in obtaining especially regional funding indicating good regional liaisons and the possibilities for active information and technology transfer at regional level. The Unit has been able to increase its active research staff from around 60 in 2003 to more than 80 active members in 2006.
The Unit has identified 17 specified objectives for its work (listed in the Unit report), under the headings of performing research on biodiversity, contributing to the existing knowledge on climate changes and weather forecasting, performing research on agricultural and animal production, and contributing to the existing knowledge on food science and technology. The numerous objectives of the Unit organized section by section indicate a clear need to strategic focusing of the research lines and targets and a need to seek synergies among the research lines adopted. The Panel is of the opinion the more synergistic approaches could be a great opportunity for the Unit.
Training of young researchers and students Regarding MSc student and PhD student training, the information provided indicates some problems arising from rather small research groups carrying out student training. The Unit should put more emphasis in creating a truly multidisciplinary training environment with strong links to regional stakeholders and potential future employers for the students.
Organization of workshops
OK
Interdisciplinary activities
Internally and externally very well developed
Interactions with other national and international research units and companies:
The Panel is of the opinion that the Unit is in general performing well and is meeting international standards in its work. Interactions national and international well developed.
Participation in international research programmes (EU etc.)
Satisfactory
Knowledge and technology transfer
Rather well developed at local level
Outreach activities:
Mainly at local level
Attitude and work environment
The Panel observed good atmosphere and enthusiasm during the site visit. The Panel is of the opinion that in spite of the geographical isolation of the Azores, the Unit as a whole shows a good capacity to link with other research institutions and stakeholders even outside the Azorean region.
Most pertinent comments and recommendations
The Panel would like to point out the following future development needs. There is a clear need for strategic development of future more synergistic research lines of the Unit that would benefit from the expertise now developed in individual sections. In addition, the Panel sees a great need to develop the organization, identity and presentation of the Unit as a whole, which should be a little bit more than just the sum of the activities in individual sections/ research groups. Therefore, management and strategic development of the Unit as a whole should be addressed as soon as possible to ensure the long-term competitive advantages of the Unit also in the future.
Grupos de Investigação na Unidade:
Animal and Agricultural Science
This research group is doing good and solid work in animal science and is addressing mainly the needs of the animal farming industry in the Azores. It has relevant national and international collaborations. While its work has mainly regional and national impact, some outputs in, for example volcanic soils, reproduction and fatty acid components of food, have international impact.
The group has been very successful in attracting funding for its projects from different sources. It has been relatively successful in getting post doctoral grants and it has built up its publications in peer reviewed journals to respectable levels.
Involvement in training of young researchers and students is satisfactory as is involvement in knowledge and technology transfer and outreach activities.
The group enjoys a good availability of funds coming mainly from the regional government, which has invested a lot on local university. The group includes rather various specializations, and first of all animal production and soil science.
The soil science subgroup has a rather solid reputation due to the specific characteristics of Azores’ soils. For this reason many scholars from outside are attracted here.
In general, and especially as far as agronomy and animal husbandry is concerned, the group has a strong problem-solving approach, and to this extent its research activity is influenced by the strong specialization of the agricultural sector into milk production.
The number of PhD-students is limited.
No mention of workshops a.s.o. However, PhD-students enjoy a very friendly environment and a lot if interaction among the staff.
There is no specific reflection on interdisciplinarity. However, the strong interaction between researchers facilitates cooperation in solving problems linked to the territory.
Many contacts with the outside are reported, but mainly on informal and individual basis.
The group is involved in extension services, and especially training of farmers.
The group should define better its strategy in relation with local specificities, strengthen its contacts with the territory and looking to the ‘pluses’ that location and specific problems of Azores give to the group, so to better connect with other national and international networks.
Food Science and Technology
The group is engaged with studies on the biodiversity and quality of traditional food in Acores. The goals of the project are quite clear and obviously are aiming to understand more about the local value of the traditional food which is very important from healthy and economical (touristic) point of view.
The amounts to the funding grants which the group gained so far (200 000 €) is a good ground base for the 6 PhDs to continue successful accomplishment of the initiated projects.
Averagely the IP is not very high - 1.0... Looking the presented publications I have found that tree of them are related with the animal reproduction which studies are not indicated into the original objectives.
The objectives are very much related with practical needs and the priorities of the EC. The industry contract research gives me additional hope that the overall research of the group will be very much destinated to the SME.
The planned scholarships (all together 8) are sufficient to meet the respective future challenges.
There is a clear intention to internationalize the research effort but the results are only satisfactory. It may be necessary to prioritize research areas and to drop work in areas that appear to be more the responsibility of the veterinary regulatory authorities (e.g. salmonella contamination in broiler carcasses).
Study Center for Climate, Meteorology and Global Changes
This is a rather small team of altogether 9 researchers with a significant number of externally funded projects (many of them INTERREG IIIB aiming at practical outputs). The research work is focusing on weather and sea forecasting and modelling and climate monitoring. The work has broad societal importance and practical applications. The group has been active in disseminating research and monitoring information through websites for various end-users. The group seems to be fairly well linked internationally. Training aspect is moderate with 2 PhD and 6 MSc theses.
The group is well composed with high skilled scientists. The productivity of the group is rich. There are lots of publications in peer reviewed journal and in other issues, none the less that the IF figures are relatively low. The research achievements are very important and directly applicable in a wide range of areas from basic to applied topics of research: maritime safety, fish markets, weather forecast, etc. They also directly contribute to studies of global climate change. There are very good characteristics on training and internationalization of the research activities.
Azorean βiodiversity Group
The research group has a very limited staff number (7 PhD!) while it has to deal with specific biodiversity aspects of Macronesia. The archipelago is both remote, biologically distinct and internationally recognized as interesting and important for bio conservation. Logically, efforts should be divided over taxonomical aspects and conservation problems for which a staff like this is very small. To limit oneself is sensible but hard to do, choices made are realistic (key research areas, in which further narrowing down should be necessary). The overall situation shows the necessity of reinforcement either by extending staff or by structural cooperation with research groups elsewhere in Portugal or other countries. Productivity (Quant. & Qual.) seems to be high (relatively high IP's in journals) and meeting international standards; the amount of PhD and Masters (delivered or underway) quite good. The research group seems well organized with good leadership and stimulating
working environment; and has good international and national contacts. It is worthwhile to develop structural cooperation (nationally and internationally) further.
In view of my very positive comments above and considering the group’s small size, I feel there is a need for either focusing the future work - or expanding the group. Are there any considerations in that direction?
Are there any strategic plans for this research area in Portugal, e.g. in view of climate change research?
Are there plans for closer cooperation with the other group on Climate, Meteorology and Global Changes - which also seems to be a rather small group?
(In FCT)

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segunda-feira, outubro 06, 2008

Avaliação das escolas arranca este ano lectivo

Diversos especialistas nacionais em avaliação de escolas estiveram reunidos em Angra do Heroísmo, no âmbito de um colóquio sobre este tema promovido pela Delegação do Departamento de Ciências da Educação no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, com o apoio da Secretaria Regional da Educação e Ciência. O objectivo foi preparar a implementação da avaliação externa dos estabelecimentos de ensino açorianos, que arrancará já no ano lectivo de 2008/2009, num grupo de escolas escolhidas para o efeito. O trabalho foi levado a cabo por uma equipa de avaliadores liderada pela Universidade Católica Portuguesa, entidade responsável pelo modelo de avaliação a aplicar. A expectativa do Governo Regional é de que a avaliação externa de todos os estabelecimentos de ensino do arquipélago, que incidirá sobretudo sobre a autonomia pedagógica e cultura, fique concluída até 2012 ou 2013. Recorde-se que as áreas administrativa e financeira das escolas são escrutinadas pelo Tribunal de Contas. A avaliação externa está já a decorrer nas escolas do continente. Os Açores, por seu lado, estão à frente na vertente da auto-avaliação, com a aplicação do modelo Qualis. O encontro, que teve lugar no Anfiteatro do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, ao Pico da Urze, teve como oradores alguns dos grandes nomes da avaliação de escolas em Portugal. Entre eles estiveram Joaquim Azevedo, director da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa, e José Brites Ferreira, perito em avaliação externa de escolas. Em cima da mesa estiveram temas como a situação actual e perspectivas de futuro da avaliação de escolas em Portugal, modelos processos e resultados, práticas de avaliação da escola e o projecto Qualis. Paralelamente, decorreram ainda oficinas de apoio à construção de instrumentos de avaliação e análise de dados, destinadas prioritariamente a membros das equipas de auto-avaliação constituídas nas escolas dos Açores no âmbito do projecto Qualis. Segundo Francisco Sousa, da comissão organizadora do encontro, “a expectativa era despertar ou tornar as pessoas mais sensíveis para o facto de muito em breve começar a avaliação externa” dos estabelecimentos de ensino açorianos. “As pessoas ao tomarem conhecimento sobre o que se está a passar no continente poderão ir preparando-se, de alguma forma, para esse processo que aí vem”, conclui o responsável.


(In Diário Insular)

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domingo, março 16, 2008

Alunos Avaliam Universidade dos Açores

A Universidade dos Açores apresenta hoje o resultado do estudo aos inquéritos que efectuou aos alunos que frequentam os seus cursos de licenciatura, no corrente ano lectivo. Estes inquéritos foram preenchidos on line, nos meses de Janeiro e Fevereiro, e destinaram-se a recolher, de forma anónima, a opinião dos alunos sobre diversos aspectos relacionados com as disciplinas que frequentaram no 1.º semestre. Trata-se de uma iniciativa que se afigura da maior importância para o controlo da qualidade do ensino ministrado na nossa Universidade, que passará a ter uma aplicação regular. As questões procuraram averiguar a opinião dos alunos sobre diversos aspectos do dia-a-dia das aulas, agrupando-se nos 4 temas seguintes:1. Organização geral da disciplina, designadamente, clareza dos conteúdos, pertinência dos trabalhos realizados, definição das regras de avaliação, articulação das temáticas do programa e sua convergência com os objectivos gerais do curso;2. Desempenho geral da docência, desde a clareza na exposição, articulação entre as aulas teóricas e práticas, disponibilidade para atender os alunos até à objectividade nas classificações e à pontualidade e assiduidade dos docentes;3. Envolvimento geral na disciplina, como a assiduidade dos alunos, a participação nas aulas e o tempo dedicado ao estudo;4. Grau de dificuldade da disciplina, relativamente ao tempo de estudo que exige, assim como a quantidade de provas e trabalhos obrigatórios.Em termos globais, a apreciação dos alunos revelou-se muito positiva em cada um dos pontos acima referidos, tendo havido 70% dos que responderam a considerarem as disciplinas dos seus cursos bem estruturadas; 69% a manifestarem o seu apreço pelo desempenho dos respectivos professores; 69% a dizerem que frequentam as aulas com assiduidade e que intervêm com regularidade nos respectivos trabalhos e 46% com a opinião de que o grau de dificuldade da disciplina é elevado (35%) e muito elevado (11%), contra 44% que o consideram normal.Foram recolhidas 5989 respostas, o que representou uma taxa de participação na ordem dos 46%. Trata-se de um índice que revela, por parte dos alunos, o reconhecimento da importância que reveste a sua participação na vida da Universidade e que foi obtido graças ao apoio concedido pelo sector informático dos Serviços Académicos e pelo Gabinete de Planeamento da Universidade dos Açores.Esta prática representa a abertura de um canal de intervenção organizada dos estudantes na Universidade e responde à preocupação de manter e incrementar um ensino de qualidade nos nossos cursos.

(In Azores Digital)

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quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Avaliação do Centro de Investigação em Tecnologias Agrárias dos Açores

Decorreu, durante o dia 11 de Fevereiro de 2007, a avaliação do Centro de Investigação e Tecnologias Agrárias dos Açores (CITA-A) da Fundação Ciência e Tecnologia, sedeado no Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.
A equipa de avaliação, constituída maioritariamente por docentes e investigadores europeus, assistiu a uma apresentação dos trabalhos e projectos desenvolvidos pelos diferentes grupos, ao que se seguiu um período de perguntas e respostas.
A equipa de avaliação visitou os laboratórios e locais de trabalho no Departamento de Ciências Agrárias, na Terra Chã, Angra do Heroísmo.

O CITA-A (Centro de Investigação e Tecnologias Agrárias dos Açores) é uma unidade pluridisciplinar de investigação e prestação de serviços na área das ciências agrárias e do ambiente, subsidiada por Programas Trienais e Programáticos da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (Ministério da Ciência e da Tecnologia). Ao CITA-A são atribuídas várias funções, entre as quais o fomento da realização de investigação científica fundamental e aplicada, a organização e promoção de actividades de prestação de serviços à comunidade, assim como a realização de seminários, conferências, colóquios e outras actividades similares, congressos, semanas de estudo e outras reuniões, no âmbito das actividades de investigação desenvolvidas ou com elas relacionadas, e ainda, participar nas actividades congéneres promovidas por outras entidades.O CITA-A é integrado por docentes, investigadores, alunos e funcionários da Universidade dos Açores – Departamento de Ciências Agrárias, podendo admitir membros associados.As principais áreas de actuação do CITA-A são: Modelação e Estudos Ambientais; Sistemas de Produção e Tecnologia Alimentar. Dentro de cada uma dessas áreas existem ainda várias subáreas relacionadas, sendo elas:- Modelação e Estudos Ambientais: Biodiversidade Vegetal; Biodiversidade Animal; Climatologia Aplicada; Qualidade da Água; Ecotoxicologia e Saúde Pública: Física e Química da Atmosfera; Hidrologia; Gestão de Recursos Hídricos; Sistemas de Uso do Solo; Poluição; Energias Renováveis; Indicadores de Desempenho de Sistemas de Saneamento; Valorização de Resíduos; Educação Ambiental; Gestão de Resíduos; Economia dos Recursos Naturais.- Sistemas de Produção: Fisiologia e Reprodução Animal; Nutrição e Alimentação Animal; Produção de Monogástricos; Produção de Ruminantes; Genética do Melhoramento Animal; Pastagens e Seu Maneio; Produção e Tecnologia de Forragens; Sistemas Intensivos de Produção Agrícola; Agricultura Ecológica; Fertilidade e Qualidade de Solos; Protecção Integrada de Culturas, A Produção e o Ambiente; Bem-estar Animal; Biotecnologia; Recursos Aquáticos.- Tecnologia Alimentar: Tecnologia de Carnes; Tecnologia de Produtos Vegetais; Tecnologias de Produtos Lácteos; Tecnologia de Pescado; Enologia; Microbiologia Aplicada; Comercialização de Produtos; Controlo da Qualidade de Produtos Alimentares, Higiene e Segurança Alimentar.

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