segunda-feira, maio 25, 2009

CICLO DE CINEMA - OLHAR A DIVERSIDADE NA ESCOLA

A Culturangra EEM e a Universidade dos Açores uniram-se num projecto de curso, onde se pretende criar um -Ciclo de Cinema, intitulado “Olhar a diversidade na escola”, que irá decorrer no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo, de 26 a 29 de Maio de 2009. Com esta iniciativa pretende-se sensibilizar o público em geral, com especial atenção às comunidades educativas, estimulando a reflexão sobre a relação entre as práticas pedagógicas e as mudanças em curso na sociedade, que requerem atenção à diversidade existente entre os estudantes, no contexto da escola e da sala de aula. Da mesma forma, pretende-se estimular nos alunos, de diferentes níveis de ensino, o gosto pela cultura cinematográfica, fazer com que visualizem filmes com diferentes abordagens e que reflictam, particularmente neste Ciclo de Cinema, sobre a sua forma de ser e estar na escola e as implicações que daí possam advir. Para o desenvolvimento deste Ciclo de Cinema foi seleccionado um filme para cada dia, sendo temática da diversidade abordada em diferentes perspectivas. Após as sessões de cinema gratuitas, irão realizar-se comentários/debates, dinamizados por diferentes oradores, com o intuito de promover reflexões sobre a diversidade a partir das diferentes perspectivas abordadas nos filmes.Dia 26 de Maio – “A Turma”(Professor Doutor Francisco Sousa e Prof. José Eduardo Meneses)Dia 27 de Maio – “Blackboards”(Prof.ª Teresa Valadão e Dr. Maduro Dias)Dia 28 de Maio – “Pro dia nascer feliz”(Prof.ª Paula Quadros e Dr.ª Filomena Vilaça) Dia 29 de Maio – “Huitiéme jour”(Prof.ª Glória Torres e Dr.ª Filomena Santos). Esta semana iniciar-se-á com uma sessão de abertura, que será apresentada pelo grupo organizador deste evento, alunas do Curso de Pós-graduação em Necessidades Educativas Especiais da Universidade dos Açores, pela Professora Doutora Letícia Leitão, coordenadora do curso, pelo Professor Doutor Francisco Sousa, tutor do projecto final do curso e pela Dr.ª Luísa Brasil, Presidente do Conselho de Administração da Culturangra. Quanto à sessão de encerramento, pretende-se que seja precedida de uma pequena recepção e que após o debate se proceda à entrega de certificados de participação. Para além disso, será proposto que após a visualização de cada filme, cada estudante presente na sessão faça um pequeno comentário escrito. De todos os comentários entregues, serão eleitos os três melhores pelos membros do grupo organizador, recebendo os alunos os seguintes prémios:1.º – dois bilhetes para o ballet “Quebra Nozes”; 2.º – quatro bilhetes para sessões de cinema à escolha; 3.º – dois bilhetes para sessões de cinema à escolha.
(In Via Oceanica)

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quarta-feira, novembro 26, 2008

A Escola Inclusiva nos Açores

Na primeira parte do telejornal da RTP-Açores, faz-se uma análise da Escola inclusiva nos Açores, com depoimento de pais, docentes e da Investigadora do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, Professora Letícia Leitão.


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sexta-feira, setembro 05, 2008

Docentes com pós-graduação em educação especial

Os docentes que possuírem a pós-graduação em Necessidades Educativas Especiais da Universidade dos Açores, têm acesso aos concursos de professores de Educação Especial.
Esta condição é aplicável aos docentes do Serviço Educativo Regional e estende-se às escolas açorianas com níveis de ensino do pré-primário ao secundário. De acordo com um despacho emanado pelo secretário regional da Educação e Ciência, é condição essencial que os docentes a concurso tenham completos um ano de serviço e o curso de pós-graduação em Necessidades Educativas Especiais da Universidade dos Açores (UAç), com realização de projecto, num total de 250 horas. Álamo Menezes justificou a decisão com a carência de recursos qualificados na área, sublinhando, ainda, o facto do “modelo de ‘escola inclusiva’ pressupor uma nova concepção de escola e uma filosofia centrada na óptica de uma educação para todos. ”Sustenta, ainda, que a pós-graduação em Necessidades Educativas Especiais da Universidade dos Açores tem em conta as recomendações da Direcção Regional da Educação, produzidas em resultado do conhecimento das necessidades reais existentes nas unidades orgânicas do sistema educativo regional.

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quarta-feira, setembro 03, 2008

Pós-graduação na Universidade dos Açores garante requisitos para concursos de docentes de Educação Especial

Os docentes do Sistema Educativo Regional que concluírem o curso de pós-graduação em Necessidades Educativas Especiais da Universidade dos Açores (UAç) que funcionará tanto em Ponta Delgada como Angra do Heroísmo passam a reunir os requisitos de qualificação para se candidatarem aos concursos de professores de Educação Especial em escolas açorianas com níveis de ensino do pré-primário ao secundário.
Segundo um despacho do secretário regional da Educação e Ciência, os docentes em causa terão, porém, de ter completado um ano de serviço e concluído o curso da UAç com realização de projecto, num total de 250 horas. Ao justificar decisão agora adoptada, Álamo Meneses alega que a área de necessidades educativas especiais revela, ainda, carências de recursos qualificados, sublinhando o facto de “modelo de ‘escola inclusiva’ pressupor uma nova concepção de escola e uma filosofia centrada na óptica de uma ‘educação para todos’. Sustenta, ainda, que a pós-graduação em Necessidades Educativas Especiais da Universidade dos Açores tem em conta as recomendações da Direcção Regional da Educação produzidas em resultado do conhecimento das necessidades reais existentes nas unidades orgânicas do sistema educativo regional.
(IN Canal de Notícias dos Açores)

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quarta-feira, julho 23, 2008

2.ª fase do concurso de acesso ao Curso de Pós-Graduação em Necessidades Educativas Especiais

Está aberta a 2.ª fase do concurso de acesso ao Curso de Pós-Graduação em Necessidades Educativas Especiais (NEE), no Pólo de Angra do Heroísmo do Departamento de Ciências de Educação, da Universidade dos Açores. Este Curso visa promover conhecimentos científicos e pedagógicos que permitam desenvolver competências ao nível da identificação, avaliação e intervenção nos estudantes com necessidades educativas especiais, sejam eles crianças e/ ou adolescentes. Destina-se a docentes (titulares de uma licenciatura ou de habilitação legalmente equivalente), conquanto seja dada preferência a docentes que exercem actividades pedagógicas com alunos com Necessidades Educativas Especiais.
As candidaturas processar-se-ão de 21 a 25 de Julho de 2008, no Pólo de Angra do Heroísmo do Departamento de Ciências da Educação, da Universidade dos Açores.
Para mais informações contactar os telef. 295402 245/296402200 ou a página Web http://www.dce.uac.pt/.

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terça-feira, julho 01, 2008

PÓS-GRADUAÇÃO EM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS

A Universidade dos Açores vai promover, no próximo ano lectivo (2008-2009), a realização de uma Pós-Graduação em Necessidades Educativas Especiais (NEE), com o objectivo de colmatar as lacunas de formação – nesta área - existentes em toda a Região Autónoma dos Açores.
A presente formação consubstancia e é fundamentada nas exigências formativas que o actual modelo da “Escola Inclusiva” comporta, através do reconhecimento geral da educabilidade de todas as crianças. Ao preconizar a Educação para Todos, o sistema educativo necessita de se adaptar, com respostas educativas eficazes, que promovam o desenvolvimento e a aprendizagem de todos os educandos. Esta meta educativa requer que os docentes tenham uma formação robusta em necessidades educativas especiais.
Neste contexto, a presente pós-graduação tem por finalidade promover conhecimentos científicos e pedagógicos, que permitam desenvolver competências ao nível da identificação, avaliação e intervenção nos estudantes com NEE, sejam eles crianças e/ou adolescentes. Pretende-se uma grande articulação teórico-prática, através de uma análise e definição de estratégias pedagógicas pelo que cada unidade curricular está estruturada, na generalidade, para um número de formandos não superior a 35.
Este curso de pós-graduação compreende sete unidades curriculares, a saber: (1) Escola inclusiva: contexto actual, legislação e implicações para a prática pedagógica; (2) Necessidades educativas especiais: dificuldades de aprendizagem; (3) Necessidades educativas especiais: alunos com perturbações do espectro do autismo; (4) Necessidades educativas especiais: alunos surdos; (5) Necessidades educativas especiais: alunos cegos; (6) Necessidades educativas especiais: alunos com problemáticas motoras e multideficiência; e (7) Necessidades educativas especiais: alunos sobredotados.
Os formandos que desejarem obter a Pós-Graduação em Necessidades Educativas Especiais deverão frequentar com aproveitamento as unidades curriculares 1 e 2 e realizar mais 4 unidades à sua escolha, perfazendo duzentas (200) horas de formação (horas de contacto). No final do curso ser-lhes-à conferido diploma de Pós-Graduação. Os formandos que optarem por frequentar unidades curriculares isoladas, obterão o(s) certificado(s) de frequência correspondentes. A frequência de unidades curriculares isoladas pode ser creditada no âmbito da formação contínua.
O regime de frequência será presencial e pós-laboral e poderá funcionar no Campus de Angra do Heroísmo se houver um número apropriado de interessados.

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quarta-feira, novembro 28, 2007

Inclusão de alunos com necessidades educativas especiais

Realizaram-se, ontem, 27 de Novembro de 2007, as Provas de Doutoramento da Mestre Maria Letícia Henriques Leitão, no Ramo da Educação, especialidade de Necessidades Educativas Especiais. A tese com o título "Inclusão de alunos com necessidades educativas especiais - atitudes dos educadores de infância e dos professores do 1º ciclo do ensino básico da Região Autónoma dos Açores" resulta de uma investigação num contexto de mudança dos sistemas educativos nacional e regional, em que o modelo da «Escola Inclusiva» surge como um movimento inovador no sistema de ensino, subjacente a uma nova concepção de escola, que impõe o reconhecimento geral da educabilidade de todas as crianças. Neste contexto, pretendeu-se investigar as atitudes dos educadores de infância e dos professores do 1º ciclo do ensino básico, envolvendo as nove ilhas do Arquipélago dos Açores, face à prática da inclusão dos alunos com necessidades educativas especiais. Complementarmente, este estudo procurou saber: se os educadores de infância e os professores do 1ºCEB apoiam a inclusão enquanto princípio filosófico e estão dispostos a implementar práticas educativas inclusivas; se existem diferenças entre as atitudes dos docentes do ensino regular, de educação especial e de apoio educativo; se a formação académica destes agentes educativos condiciona a implementação da educação inclusiva; e ainda se a sua experiência docente surge associada a atitudes distintas face à inclusão. Participaram no estudo 804 educadores de infância e professores do 1ºciclo do ensino básico, regular, especial e de apoio educativo, que representam 47% dos docentes deste Arquipélago, a quem foi administrado um inquérito especificamente desenhado e validado para esta pesquisa. Composto por dois questionários e uma escala, em formato Likert de quatro níveis, este instrumento pretende avaliar, para além da caracterização pessoal e profissional dos participantes, as suas opiniões e atitudes face à inclusão. Análises estatísticas uni e multifactoriais, em função da natureza e número de variáveis considerados, permitiram testar as questões em apreço.Os resultados desta investigação sugerem, na linha de pesquisas anteriores, que os docentes de ensino regular continuam a apresentar maiores resistências do que os docentes de educação especial, face à inclusão. Somente os docentes de educação especial apresentam atitudes clara e marcadamente pró-inclusivas; os restantes mostram-se cépticos em relação à sua implementação no contexto actual. Da mesma forma, se verificam efeitos nas atitudes em função da formação inicial e, particularmente, da formação complementar em necessidades educativas. Em relação ao nível de experiência docente, os resultados sugerem que, também de acordo com pesquisas anteriores, a experiência lectiva reforça as atitudes positivas face à inclusão. A precariedade dos recursos, dos apoios educativos, a escassez de equipas multidisciplinares, a falta de formação na área e o tamanho da classe constituem os obstáculos mais reportados como condicionantes da implementação de uma escola inclusiva. Esta pesquisa vem sinalizar a necessidade da concepção e implementação de dispositivos formativos no sentido de promover, junto dos docentes, atitudes e práticas mais positivas face à inclusão. Uma análise mais apurada dos resultados permite direccionar os propósitos e estratégias a accionar com esta finalidade.
(In Diário Insular)

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