sábado, outubro 03, 2009

Currículo Regional será “instrumento motivador” da aprendizagem

A Secretária Regional da Educação e Formação afirmou hoje que o currículo regional será um “instrumento motivador” do processo de aprendizagem dos alunos, reforçando a identidade açoriana sem perder o contexto nacional e europeu do arquipélago.

“Pretende-se que os alunos reforcem a identidade açoriana sem contudo perderem a identidade nacional e europeia”, afirmou Lina Mendes aos jornalistas, após a primeira reunião de trabalho que juntou na Secretaria Regional da Educação e Formação, na Terceira, a Comissão Coordenadora do Currículo Regional e as dez equipas de trabalho das diversas áreas curriculares.
Segundo Lina Mendes, ao englobar temáticas açorianas nos programas, como por exemplo o vulcanismo e a história das ilhas, será possível facilitar o processo de aprendizagem dos alunos, motivá-los mais para o estudo.
“Se as aprendizagem fizerem sentido aos alunos ela permanece ao longo da vida”, sustentou a governante, alegando que o que se procura com esta inovação é dotar os alunos com competências globais, que “são essenciais para um desenvolvimento integral”.
O Currículo Regional será implementado no próximo ano lectivo.
A Comissão Coordenadora é constituída pela Professora Doutora Luísa Alonso, da Universidade do Minho, o Professor Doutor Francisco Sousa, da Universidade dos Açores, a Mestre Lucília Gonçalves da DREF, a Doutora Conceição Medeiros, da Escola Básica Integrada de Ginetes e a Mestre Cristina Carvalhinho, da Escola Secundária Manuel de Arriaga.
As equipas de trabalho são formadas por docentes do ensino básico das escolas dos Açores, contando cada equipa com um especialista do Ensino Superior.
GaCS/RM

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segunda-feira, setembro 28, 2009

Currículo Regional do Ensino Básico na Região Autónoma dos Açores discutido hoje

A Secretária Regional da Educação e Formação, Lina Mendes, preside hoje, pelas 14 horas, no Salão Nobre da Secretaria Regional da Educação e Formação, na ilha Terceira, à primeira reunião de trabalho entre a Comissão Coordenadora do Currículo Regional e as equipas de trabalho das diversas áreas curriculares. O serviço que agora se inicia visa preparar a implementação do Currículo Regional do Ensino Básico na Região Autónoma dos Açores, previsto arrancar no ano lectivo 2010/2011. Pretende-se criar para cada área curricular e disciplina um dispositivo de operacionalização e desenvolvimento curricular com vista à identificação de áreas temáticas e conteúdos regionais. Este trabalho inclui, também, a concepção e certificação de materiais didácticos a disponibilizar no Portal da Educação, perspectivando-se poderem vir a constituir importantes recursos educativos quer para professores, quer para alunos. A Comissão Coordenadora é constituída pela Professora Doutora Luísa Alonso, da Universidade do Minho, o Professor Doutor Francisco Sousa, da Universidade dos Açores, a Mestre Lucília Gonçalves da DREF, a Doutora Conceição Medeiros, da Escola Básica Integrada de Ginetes e a Mestre Cristina Carvalhinho, da Escola Secundária Manuel de Arriaga. As equipas de trabalho são formadas por docentes do ensino básico das escolas dos Açores, contando cada equipa com um especialista do Ensino Superior.
(In Diário dos Açores)

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segunda-feira, julho 20, 2009

Crianças do 5º ano vão aprender segunda língua

A medida deve arrancar a partir do ano lectivo 2010/2011: as crianças do arquipélago vão ter de aprender, à entrada para o 2º ciclo de ensino, isto é, do 5º ano de escolaridade, uma segunda língua estrangeira.
A informação foi avançada, sábado, pela secretária regional da Educação. Segundo Maria Lina Mendes, esta é uma medida pioneira a nível nacional.

Ainda de acordo com a governante, em declarações aos jornalistas após uma visita à Escola Básica e Secundária Tomás de Borba, em São Carlos, em que acompanhou o comissário europeu para o Multilinguismo, Leonard Orban, esta segunda língua estrangeira será, em princípio, Francês ou Alemão.
Esta avança também que estão já a ser feitos contactos com editoras dos países cujas línguas são estudadas nas escolas dos Açores, para fornecimento de manuais e outro material didáctico.
Maria Lina Mendes adianta que a introdução de uma segunda língua estrangeira logo aos 11 anos, depois de os alunos já terem estudado Inglês, pelo menos desde o primeiro ano do 1º ciclo, visa dotá-los de mais competências, com impacto aos níveis cultural e de emprego.
O professor do Departamento de Ciências de Educação da Universidade dos Açores, Pedro Gonzalez, considera que a introdução de uma segunda língua estrangeira no quinto ano é positiva e afirma não existir qualquer problema em as crianças começarem a aprender várias línguas desde muito cedo.
“Conheço pessoalmente casos de crianças que falam várias línguas sem problema. Mesmo quando são muito novas e ainda estão a aprender a falar, elas já sabem diferenciar. É o que acontece, por exemplo, em países onde se falam duas línguas. As crianças aprendem-nas naturalmente”, avança, adiantando que, quando em causa estão crianças muito novas, “não existem línguas difíceis”.
“A literaturas sobre o tema, os estudos que se fizeram sobre a aprendizagem linguística das crianças, confirmam-nos isso mesmo. Quanto mais cedo melhor. Até posso dizer que se está a começar tarde, o ideal seria já na escola primária”, lança.
A Escola Básica e Secundária Tomás de Borba tem já um projecto de aprendizagem da Língua Inglesa no ensino pré-escolar, facto que o comissário europeu do Multilinguismo considera muito interessante. Leonard Orban lembra que falar duas ou mais línguas estrangeiras é uma mais-valia.

Defende Pedro González, da universidade dos Açores Chinês, árabe ou espanhol seriam bastante mais “úteis”
A inclusão, no currículo do 2º ciclo, de uma segunda língua estrangeira é positiva, mas o ensino de línguas como o chinês, árabe ou espanhol seria mais “útil” do que o das duas línguas escolhidas, o francês e o alemão, defende o professor do Departamento de Ciências de Educação da Universidade dos Açores, Pedro González.
O professor considera que a escolha do francês, sobretudo, tem muito mais que ver com “tradição” do que com uma utilidade futura.
O chinês, o árabe e até o espanhol são actualmente muito valorizados, tendo em conta o peso crescente dos países onde estes idiomas são falados no contexto empresarial e financeiro.
“Se o desenvolvimento económico-financeiro continuar a seguir esta linha, nomeadamente com o grande peso da China na economia mundial, faria sentido que a secretaria regional da Educação ganhasse alguma ‘coragem’ e avançasse para estas línguas”, adianta.
Pedro González admite, no entanto, que reunir um conjunto de docentes habilitados a leccionarem línguas como chinês ou árabe é mais difícil do que no caso do francês e do alemão.
DI falou também com Paulo Farinha, do Instituto Oriental da Universidade Nova de Lisboa, que adiantou que os cursos de coreano, árabe e japonês têm vindo a registar uma cada vez maior adesão. “Muitas são pessoas que precisam destas línguas para a sua vida profissional, de negócios. O mais procurado é japonês, muito por essa razão”.

(in Diário Insular)

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quinta-feira, junho 25, 2009

Governo e Universidade dos Açores são parceiros

A consideração é de Lina Mendes, que falava na cerimónia de inauguração do edifício da Acção Social e Apoio ao Aluno, do campus de Angra do Heroísmo.
A cooperação institucional entre o Governo Regional e a Universidade dos Açores tem sido decisiva para o desenvolvimento do arquipélago. A consideração é da secretária regional da Educação e Formação, que falava sábado, na cerimónia de inauguração do edifício da Acção Social e Apoio ao Aluno, do campus de Angra do Heroísmo da Universidade, em nome de Carlos César. De acordo com Lina Mendes, “esta inauguração marca o ultrapassar de mais uma etapa do desejo de todos nós de ter, aqui na Terceira, um campus universitário novo, adequado às exigências de modernização da sociedade açoriana, que está em curso”, sublinhou.As “especificidades e características” da Região requerem “uma atenção redobrada”, referiu Lina Mendes, acrescentando que é por isso que o Governo dos Açores apoia financeiramente a instituição universitária “e recorre ao seu saber” sempre que necessário. A governante referiu que, só na última legislatura, o Executivo Regional financiou a Universidade dos Açores e duas instituições dela dependentes, num montante de cerca de 25 milhões de euros. Para a obra agora inaugurado, o Governo açoriano contribuiu com 35% do orçamento, o que contabilizou cerca de um milhão de contos.Lina Mendes reconheceu o “esforço da Universidade em adaptar-se às necessidades do mercado”, fazendo votos para que, no futuro, a instituição continue a preparar “gente de horizontes abertos, consciente do importante papel social que irá ter no desenvolvimento do arquipélago”.O edifício inaugurado este fim-de-semana alberga uma cantina com capacidade para 220 pessoas sentadas e todo o leque de serviços de apoio social aos estudantes.

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terça-feira, junho 23, 2009

Cooperação entre o Governo e a Universidade decisiva para o desenvolvimento

A cooperação institucional entre o Governo Regional e a Universidade dos Açores tem sido decisiva para o desenvolvimento do arquipélago.
A afirmação é da secretária regional da Educação e Formação, falando hoje, em representação do chefe do executivo, Carlos César, na cerimónia de inauguração do edifício da Acção Social e Apoio ao Aluno do campus de Angra do Heroísmo da Universidade.
“Esta inauguração marca o ultrapassar de mais uma etapa do desejo de todos nós de ter, aqui na Terceira, um campus universitário novo, adequado às exigências de modernização da sociedade açoriana, que está em curso”, sublinhou.

As “especificidades e características” da Região requerem “uma atenção redobrada”, disse Lina Mendes, acrescentando que é por isso que o Governo dos Açores apoia financeiramente a instituição universitária “e recorre ao seu saber” sempre que necessário, para o incremento de políticas que respeitam “aquelas marcas”.
A governante lembrou que, só na última legislatura, o executivo regional financiou a Universidade dos Açores e duas instituições dela dependentes num montante de cerca de 25 milhões de euros. Para a obra do edifício hoje inaugurado, o Governo açoriano contribuiu com 35% do orçamento, cerca de um milhão de contos.
Lina Mendes reconheceu o “esforço da Universidade em adaptar-se às necessidades do mercado” e fez votos para que, no futuro, a instituição continue a preparar “gente de horizontes abertos, consciente do importante papel social que irá ter no desenvolvimento do arquipélago”.
O edifício hoje inaugurado alberga uma cantina com capacidade para 220 pessoas sentadas e todo o leque de serviços de apoio social aos estudantes.
(in GACS)

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sexta-feira, dezembro 12, 2008

Governo promete reduzir processo burocrático nas escolas

A secretária regional da Educação e Formação anunciou hoje, no Parlamento, ser intenção do Governo simplificar todo o processo administrativo e burocrático que envolve os docentes açorianos. Com a medida pretende-se libertar os docentes para as exigentes tarefas educativas, explicou Maria Lina Mendes, que falava no debate sobre o Programa do Governo. A governante garantiu, ainda, que o Executivo açoriano vai dedicar especial atenção, nos próximos anos, ao processo de avaliação interna e externa das escolas açorianas.
No que respeita à avaliação dos docentes, Maria Lina Mendes revelou que o Governo está a trabalhar na introdução de alguns reajustamentos ao modelo existente, visando quer o seu aperfeiçoamento quer a sua operacionalidade.
A melhoria do parque educativo, com a remodelação e construção de novas escolas, foi outra das prioridades apontadas pela secretária regional, que anunciou a intenção de construir nos Açores um verdadeiro curricula regional, complementar ao nacional. Segundo revelou, a construção desse curricula vai passar pela disponibilização de manuais escolares gratuitos no 1.º ciclo, a exemplo do que já sucede com a disciplina de Inglês. Apoio à Universidade dos Açores, valorização do ensino profissional e fomento da actividade desportiva e física no arquipélago foram outras das medidas avançadas pela secretária regional.

(In Azores Digital)

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