terça-feira, dezembro 02, 2008

Flora e Vegetação da Macaronésia

terça-feira, outubro 14, 2008

Cem espécies mais ameaçadas em livro

Um livro sobre as espécies mais ameaçadas da Macaronesia (Açores, Madeira e Canárias) foi publicado recentemente, no âmbito do projecto Interreg III B - Bionatura.Intitulado “Top 100 - As cem espécies ameaçadas prioritárias em termos de gestão na região europeia biogeográfica da Macaronesia”, o livro contou com a contribuição de Paulo Borges, do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.
(In Diário Insular)

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sexta-feira, setembro 12, 2008

Açores beneficiaram de 34 milhões de euros pelo INTERREG III B

Quem o disse foi o secretário regional adjunto do vice-presdidente, Carlos Corvelo, em Angra do Heroísmo.
A afirmação de Carlos Corvelo foi feita na abertura de um seminário destinado a fazer o balanço do programa, a proceder ao seu encerramento formal e a lançar a nova inicativa para a cooperação transnacional, o MAC.O programa de iniciativa comunitária INTERRREG III B – Açores, Madeira, Canárias - representou “um êxito” para os Açores e para o relacionamento entre os arquipélagos europeus da Macaronésia, afirmou hoje o secretário regional adjunto do vice-presidente. Carlos Corvelo indicou que os Açores beneficiaram, no âmbito do INTERREG III B, de apoios para a concretização de 158 projectos, no valor de 34 milhões de euros.“Este programa foi um êxito, em primeiro lugar, por envolver um grande número de beneficiários diversificados”, considerou, acrescentando que participaram no programa departamentos do Governo, câmaras de comércio e indústria, associações de produtores, câmaras municipais, associação de municípios, Universidade dos Açores, hospitais e instituições de investigação.Além disso, o INTERREG III B “foi um programa extremamente abrangente”, afirmou o governante, adiantando que cobriu áreas tão diversificadas como a economia solidária, a solidariedade social, a medicina e outras áreas da saúde, o ambiente e o mar, o turismo, as tecnologias da informação e comunicação e a cooperação institucional.Carlso Corvelo referiu, ainda, que houve muitos projectos que foram realizados em complementaridade com apoio do Governo Regional e de outros fundos comunitários, o que reforçou a eficácia do INTERREG na economia da Região e noutros campos, como a investigação.

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segunda-feira, agosto 11, 2008

Herbário do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores incluído no Index Herbariorum

Os autores do Index Herbariorum (HOLMGREN & al., 1990), publicam regularmente notas de adição de novos herbáriosna revista Taxon.
O Herbário do departamento de ciências Agrárias da Universidade dos Açores encontra-se nessa lista referenciado como Azores (AZU).

Herbarium Departamento de Ciências Agrárias Universidade dos Açores
Direcção: 9700 Angra do Heroísmo, Açores.
PORTUGAL
Telefone: [351] 295/ 331 491.
Fax : [351] 295/ 332 605.
Responsável: Eduardo Dias edias@uac.pt
N.º especímes: 12.254
Herbario : Flora da Macaronesia, sobretudo dos Açores.

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sábado, junho 14, 2008

Listagem de espécies da Macaronésia



Está concluída a primeira listagem de todas as espécies vegetais e animais da Macarronésia, tendo a base de dados resultado do Projecto Atlântico e Bionatura
O Projecto coloca à distância de um clique a biodiversidade dos Açores, Madeira, Canárias a Cabo Verde.
A listagem foi hoje apresentada nas Jornadas Técnicas do Bionatura, a decorrer no Campus da Universidade dos Açores, em Angra do Heroísmo, informação fundamental para preservar a Natureza insular.
Gestão do território, planos de preservação ambiental e estudos de impacto ambiental, são algumas das aplicações possíveis, com base nessa informação, informação que pode também servir para sensibilizar a sociedade para a importância da real preservação da Natureza, não havendo agora desculpa para nada se fazer pela defesa da biodiversidade insular.
Rui Messias / Carlos Tavares
Reportagem vídeo: Nuno Neves

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sexta-feira, junho 13, 2008

Jornadas Técnicas Bionatura hoje e amanhã

Integrado na iniciativa comunitária INTERREG III B, o BIONATURA é implementado na Região pela Agência Regional da Energia e Ambiente dos Açores (ARENA) e Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores com o apoio da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar. A sua execução visa, também, o estabelecimento das bases metodológicas de planeamento e gestão da Rede Natura 2000 da Região da Macaronésia, permitindo a troca de conhecimentos e experiências neste campo entre as administrações competentes e a promoção e e divulgação do conjunto de áreas protegidas junto da população.As jornadas da próxima semana, que decorrem no Campus de Angra da Universidade dos Açores, são promovidas pela ARENA, com o apoio do Centro de Investigação de Tecnologias Agrárias da academia açoriana. Os interessados nas áreas da Educação Ambiental, Biodiversidade e Conservação da Natureza constituem o público alvo da iniciativa.
Cerca de 120 técnicos, especialistas e estudantes reúnem-se a 13 e 14 de Junho, em Angra do Heroísmo, nas Jornadas Técnicas do Projecto BIONATURA, uma iniciativa que prentende melhorar o estado do conhecimento dos elementos específicos da biodiversidade da Macaronésia para estabelecer critérios de avaliação da fauna e flora dos Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde.
(In Rádio Atlântida)

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quinta-feira, junho 12, 2008

Lançamento de Livros nas Jornadas Bionatura 13/14 de Junho

Serão lançados os livros que se indicam de seguida, no Workshop "BIONATURA" - 13/14 de Junho de 2008:

Borges, P.A.V., Abreu, C., Aguiar, A.M.F., Carvalho, P., Fontinha, S., Jardim, R., Melo, I., Oliveira, P., Serrano, A.R.M., Vieira, P. (eds.) (2008). A list of the terrestrial fungi, flora and fauna of Madeira and Selvagens archipelagos. Direcção Regional do Ambiente da Madeira and Universidade dos Açores, Funchal and Angra do Heroísmo. (Project BIONATURA INTERREG IIIB)
Uma lista completa da fauna e flora do arquipélago da Madeira (Março 2008)


Martín, J.L., Borges, P.A.V., Arechavaleta, M. & Faria, B. (eds.) (2008). TOP 100 - As espécies ameaçadas da Macaronésia mais prioritárias em termos de Gestão. Consejería de Política Territorial y Medio Ambiente, Gobierno de Canarias, Santa Cruz de Tenerife. (Project BIONATURA INTERREG IIIB)
As espécies mais ameaçadas de cada arquipélago da Macaronésia (Fevereiro-Março 2008)

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domingo, junho 08, 2008

Intervenção do presidente do Governo na cerimónia de conclusão das obras de requalificação do Porto da Praia

Texto integral da intervenção do presidente do Governo, Carlos César, na cerimónia que assinalou, hoje, a conclusão das obras de requalificação do Porto da Praia da Vitória:

Aqui estamos, mais uma vez, a assinalar a concretização de um benefício para a ilha Terceira e para os Açores – uma obra de grande envergadura, que vem proporcionar um novo desempenho desta infra-estrutura portuária e novas perspectivas para a economia dela dependente.A requalificação do Porto da Praia da Vitória, cuja construção data de 1987, surgiu na sequência dos efeitos terríveis do temporal que se fez sentir nesta baía, durante cerca de sete dias, no Natal de 2001, com ondas significativas de sete metros e meio, que fustigaram continuamente o porto, devastando e fragilizando a sua estrutura em praticamente 60% da sua extensão. Embora este temporal tivesse uma intensidade menor do que a do temporal que ocorreu em 25 de Dezembro de 1996, que destruiu vários portos dos Açores, designadamente o de Ponta Delgada – obrigando a investimentos de reconstrução que mobilizaram recursos financeiros excepcionais – a sua duração foi muito maior, o que acabou por provocar danos acrescidos. Tivemos, pois, que avaliar aprofundadamente a situação, tomando todavia a opção de aproveitar a oportunidade e estudar, também, aspectos que envolvessem o reordenamento, o melhor aproveitamento do espaço e a potenciação da economia portuária.De imediato, o Governo Regional autorizou a então Junta Autónoma do Porto a proceder ao levantamento topo-hidrográfico e ao reconhecimento submarino dos estragos causados pelo temporal e, de seguida, autorizou a realização da empreitada de execução dos trabalhos de emergência para conter o agravamento dos danos no muro-cortina que protege o terrapleno do sector comercial do Porto.

Nesses vários trabalhos de emergência executados, que permitiram salvaguardar a operacionalidade deste porto e suster o avanço do mar, foram despendidos cerca de 3,3 milhões de euros. Foi então desenvolvido um estudo profundo – através de uma empresa da especialidade e em colaboração com o Instituto de Meteorologia Britânico, com o Instituto Nacional de Meteorologia e com o Laboratório Nacional de Engenharia Civil – sobre a acção do temporal no Porto, cujo objectivo foi o de identificar os possíveis pontos críticos da sua construção e os processos físicos que originaram o colapso de uma boa parte da sua estrutura. Com esse estudo foi possível estabelecer um conjunto de recomendações a ser seguido na elaboração dos projectos necessários à recuperação definitiva do molhe e do cais comercial.Procedeu-se, assim, dessa forma previamente cuidada, à elaboração do projecto de reparação definitiva do molhe, com o objectivo de o tornar mais resistente e também com o intuito de melhorar o seu funcionamento, criando, designadamente, melhores condições para o embarque e desembarque de passageiros. Este projecto foi ainda testado, em modelo reduzido, com vista a verificar a estabilidade da infra-estrutura no que diz respeito à sua resistência a futuras intempéries.A 7 de Janeiro de 2004, após concurso público internacional, foi finalmente adjudicada a empreitada de requalificação do Porto da Praia da Vitória. Para além da reparação do cais comercial e do seu molhe de cortina foi construído um novo cais “ferry” para passageiros, com cerca de 200 metros de comprimento, um terrapleno com cerca de um hectare de área, para estacionamento de viaturas, e uma gare de passageiros. O custo global desta empreitada – incluindo o projecto, a fiscalização e a revisão de preços – atingiu os 35 milhões de euros, o que, somado ao custo das intervenções de emergência, aproxima dos 40 milhões o total do investimento. Recordo que este esforço é coincidente com duas outras grandes obras estruturantes para a ilha Terceira: a da aerogare civil e estruturas complementares, num investimento de 28 milhões de euros, e da Via Rápida Vitorino Nemésio, que totalizará, incluindo os terrenos, um valor próximo dos 25 milhões de euros. Naturalmente que há sempre quem desdenhe, ora dizendo que a obra da via rápida foi a mais, a da aerogare a menos e a do porto durante muito tempo. São sempre os mesmos a desdenhar e, por isso, vale pouco a pena contestá-los, pois são políticos de velhos ciúmes e de permanentes queixumes, que vivem disso e para isso, e que já não aprendem outras linguagens. Aliás, o esforço financeiro que temos vindo a fazer, desde 1997, em todas as infra-estruturas portuárias e nas diversas ilhas dos Açores, no sentido de as reabilitar, de as tornar mais resistentes aos efeitos das intempéries, de as dotar de novas valências – seja na área dos combustíveis ou do recreio náutico, seja no sector do turismo de cruzeiros – está à vista de todos os que querem ver: de Santa Maria ao Corvo não há nenhum porto comercial que não tenha sido significativamente intervencionado neste período. Tínhamos, há alguns anos, portos com enormes problemas estruturais, com dificuldades no seu ordenamento e com um tarifário impeditivo. Hoje, felizmente, temos uma situação completamente diferente. Ao longo destes últimos anos empreendemos uma reestruturação progressiva, mas profunda, que permitiu que os portos dos Açores, que eram dos mais caros do País, sejam, agora, dos mais baratos. A redução tarifária que ocorreu resultou da extinção das taxas de reestruturação portuária, do congelamento das tarifas portuárias durante sete anos e de um aumento controlado, de acordo com a taxa de inflação, a partir de 2003. Simultaneamente, essa reforma uniformizou e agilizou procedimentos, proporcionou a melhoria no funcionamento das diversas empresas de estiva onde intervêm os privados e processou-se a par do reequipamento dos portos em geral, acautelando e harmonizando os diversos interesses das comunidades portuárias e da Região no seu todo. Os fretes marítimos desceram substancialmente de 1996 para 2007. A preços constantes de 2007, os contentores de 20 pés e de 40 pés, nas ligações Açores/Continente, baixaram 51%, e nas ligações Continente/Açores baixaram 24%. Temos fretes iguais para todas as ilhas dos Açores e custos portuários idênticos em todas elas. Há quem ache que não devia ser assim, mas nós defendemos e assumimos essa estratégia regulatória.Criaram-se condições para satisfazer o crescente fluxo de pessoas e mercadorias no transporte inter-ilhas, de carga e descarga de mercadorias no tráfego de cabotagem insular; criaram-se melhores condições para as pescas; deram-se maiores facilidades para o tráfego local; incentivou-se a indústria do turismo de cruzeiros e criou-se uma rede de portos de recreio náutico que, dentro de um mês, atingirá os 1.800 lugares de amarração nos Açores. Não há dúvida de que concretizámos uma reforma muito impressiva no sector portuário.O Porto da Praia da Vitória tem hoje um Parque de Combustíveis moderno, que recebe directamente do exterior os seus combustíveis e que pode vir a funcionar, a breve trecho, como entreposto de fornecimento de combustíveis para as diferentes ilhas do Grupo Central. Em ligação com a Universidade dos Açores e com outras regiões ultraperiféricas da União Europeia estamos a monitorizar, através do projecto “Climarcost”, a ondulação que se faz sentir junto aos diversos portos comerciais da Região. Estamos também, em colaboração com outras regiões ultraperiféricas, a proceder à monitorização de toda a navegação que passa nos Açores até às 80 milhas da costa, através do projecto “MACAIS”. E estamos a promover os nossos portos e as nossas marinas nas principais feiras internacionais ligadas ao Turismo de Cruzeiros e ao Recreio Náutico.Nos próximos anos iremos prosseguir o esforço de desburocratização e de agilização de procedimentos nas administrações portuárias e deveremos melhorar o interface dos transportes marítimos e aéreos, de passageiros e de mercadorias, com uma planificação integrada e inovadora, numa dupla perspectiva de facilitação de acessos e de embaratecimento de recursos. Iremos assegurar uma gestão mais concatenada das estruturas aeroportuárias e portuárias, considerando, nestas últimas, a possibilidade de concessão da gestão de determinadas funções aos privados, sem que o Governo deixe de poder influir e assegurar a sua indispensável instrumentalidade no incremento do modelo de desenvolvimento regional.Tudo isso continuará a ser feito no sentido da consolidação da prestação dos serviços públicos necessários, mas, concomitantemente, apostando na ampliação do empresariado de base regional: as nossas empresas progrediram muito, em quantidade e qualidade, mas precisamos de um sector privado da economia mais forte, mais inovador, menos confinado e com outras oportunidades.O novo Porto da Praia da Vitória é uma infra-estrutura que se insere no desenvolvimento dessa ambição”.

(In Canal de Notícias dos Açores)

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segunda-feira, junho 02, 2008

Jornadas – “BIONATURA – Gestão e Conservação da Biodiversidade da Macaronésia”

Decorrem entre 13 e 14 de Junho de 2008, no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, as Jornadas "BIONATURA - Gestão e Conservação da Biodiversidade da Macaronésia. Segue o programa das Jornadas.


Dia 13 Junho 2008.

9h30 Abertura oficial

TEMA 1
BIODIVERSIDADE DA MACARONÉSIA

10h00. A biodiversidade do arquipélago dos Açores. Padrões biogeográficos e macroecológicos: Paulo A. V. Borges

10h45 Intervalo para Café

11h00. Apresentação da Página Web http://www.azoresbioportal.angra.uac.pt/
- Funcionamento e públicos alvo: Paulo A. V. Borges
- Briófitos e Líquenes: Sandra Câmara; Berta Martins & Rosalina Gabriel
- Plantas Vasculares: Mónica Martins, Rudolfo Corvelo & Luís Silva
- Moluscos: Pedro Rodrigues, Regina Cunha & A. Frias Martins
- Invertebrados Costeiros: Ana Costa
-Artrópodes: Enésima Mendonça & Paulo A. V. Borges
- Vertebrados: Pedro Rodrigues, Regina Cunha & A. Frias Martins


Distribuição da Brochura “Estatísticas da Biodiversidade da Macaronésia” e do CD – “Listagens da Biodiversidade dos arquipélagos dos Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde”


12h00. Debate – Comunicação em Ciência
Moderadores: Ana Arroz & Rosalina Gabriel

12h45. Almoço volante (Oferta Organização)

14h00 – 14h45. A biodiversidade do arquipélago das Canárias. Análise e discussão da listagem de espécies das Canárias: José Luis Martín Esquivel

14h45 – 15h30. A biodiversidade do arquipélago da Madeira. Análise e discussão da Listagem da Madeira (Parte 1)
Os Fungos da Madeira: Ireneia Melo & José Cardoso
Os Briófitos da Madeira: Cecília Sérgio, Manuela Sim-Sim, Susana Fontinha & Rui Figueira
As Plantas Vasculares da Madeira: Roberto Jardim & Miguel Menezes de Sequeira


15h30 – 16h00 Intervalo para Café

16h00 – 17h00 A biodiversidade do arquipélago da Madeira. Análise e discussão da Listagem da Madeira (Parte 2)

Os Moluscos da Madeira: Cristina Abreu & Dinarte Teixeira
Fauna de Artrópodes: Paulo. A.V. Borges, António M. Franquinho Aguiar, Mário Boieiro, Miguel Carles-Tolrá & Artur R. M. Serrano
Os Vertebrados da Madeira: Paulo Oliveira
Modelação Distribuição de espécies e Padrões gerais: Paulo A. V. Borges

17h00. Sessão de questões

17h30. Visita ao Algar do Carvão


Dia 14 Junho 2008.

TEMA 2
CONSERVAÇÃO da NATUREZA NA MACARONÉSIA


9h00 – 9h20. A Lista Top 100: José Luis Martín Esquivel, Manuel Arechavaleta & Paulo A. V. Borges

9h20 – 9h40. A perspectiva dos arquipélagos – Açores: Pedro Cardoso, Paulo A. V. Borges, Ana Costa, Regina Tristão da Cunha, Rosalina Gabriel, António M. de Frias Martins, Luís Silva, Nídia Homem, Mónica Martins, Pedro Rodrigues, Berta Martins & Enésima Mendonça

9h40 – 10h00 A perspectiva dos arquipélagos- Madeira: Bernardo Faria, Cristina Abreu, António Franquinho Aguiar, José Augusto, Carlos Lobo, Dinarte Teixeira & Roberto Jardim & Paulo Oliveira

10h00 – 10h20 A perspectiva dos arquipélagos: Canárias: Manuel Arechavaleta & José Luis Martín Esquivel

10h20 – 10h45 Intervalo para Café


10h45 – 12h30. DEBATE sobre a Gestão e Conservação das espécies e seus habitats na Macaronésia sob a coordenação de um Painel de especialistas convidados
Paulo A.V. Borges (moderador)
Frederico Cardigos (Director Regional do Ambiente e do Mar)
Rosalina Gabriel (Representante do Mestrado Educação Ambiental)
Eduardo Dias (Representante da Licenciatura em Guias da Natureza)
Félix Rodrigues (Representante do Mestrado em Engenharia do Ambiente)
Tomaz P. Dentinho (Representante do Mestrado Gestão e Conservação da Natureza)
António Frias Martins (Representante dos Mestrados na área de Ambiente do dep. Biologia da Univ. Açores)
José Luis Martin (Representante da Direcção Regional Ambiente Canárias)
Bernardo Faria (Representante da Direcção Regional Ambiente Madeira)

12h30 – 14h00. Almoço volante (Oferta Organização)

TEMA 3
REDE NATURA 2000 - MACARONÉSIA


14h00 - 14h30. Monitorização da Rede Natura 2000 (Açores) – Áreas terrestres: Eduardo Dias

14h30 – 15h00. Monitorização da Rede Natura 2000 (Açores) – Áreas marinhas: Mónica Silva

15h00 – 15h30. Monitorização da Rede Natura 2000 – Canárias: António Machado

15h30 – 16h00. Candidaturas a Reserva da Biosfera Ilhas Graciosa e Corvo: Rui Prieto

16h00 – 16h15. Intervalo para Café

16h15 – 17h00. DEBATE – Rede Natura 2000

Paulo A.V. Borges (moderador)
Frederico Cardigos (Director Regional do Ambiente e do Mar)
Eduardo Dias (Rede Natura 2000- Açores)
António Machado (Rede Natura 2000- Canárias)
Bernardo Faria (Rede Natura 2000- Madeira)

TEMA 4
ESPÉCIES INVASORAS

17h00 – 17h30 - Estudo dos Organismo Invasores no Monte da Guia: Jaen N. Amat

17h30 – 18h00 - O Livro Negro da Macaronésia: Luís Silva

18h00 Lançamento oficial dos Livros

Borges, P.A.V., Abreu, C., Aguiar, A.M.F., Carvalho, P., Jardim, R., Melo, I., Oliveira, P., Sérgio, C., Serrano, A.R.M. & Vieira, P. (eds.) (2008). A list of the terrestrial fungi, flora and fauna of Madeira and Selvagens archipelagos. Direcção Regional do Ambiente da Madeira and Universidade dos Açores, Funchal and Angra do Heroísmo.

Martín, J.L, Arechavaleta, M., Borges, P.A.V.& Faria, B. (eds.) (2008) TOP 100 - As espécies ameaçadas da Macaronésia mais prioritárias em termos de Gestão. Consejería de Política Territorial y Medio Ambiente, Gobierno de Canarias, Santa Cruz de Tenerife.

18h30. Sessão de encerramento

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segunda-feira, abril 21, 2008

Terminou o Congresso do Interfruta II

Terminou o I Congresso Regional de Fruticultura e Viticultura que incidiu sobretudo na apresentação dos resultados do projecto Interfruta II. Este projecto é financiado pelo programa INTERREG III-B e está a ser desenvolvido nas Ilhas da Madeira, Tenerife (Canárias) e Terceira (Açores), ou seja, na Macaronésia. Trata-se de um estudo integrado que envolve biotecnologia, climatologia, fenologia, problemas fitossanitários, pragas-chave e fauna auxiliar com o objectivo de melhorar os conhecimentos sobre as culturas de macieira, bananeira, castanheiros e vinha, de forma a promover a fruticultura e viticultura nas três regiões insulares. Em particular na Terceira, pretende-se difundir a ideia que a fruti e viticultura podem ser uma alternativa à mono-cultura da vaca. Os temas debatidos foram tão diversificados como:
A Biotecnologia no desenvolvimento da fruticultura e viticultura
A evolução da protecção das culturas e o aproveitamento da biodiversidade: análise de casos de estudo.
Infecção viral da vinha nos Biscoitos (região a norte na ilha Terceira).
Caracterização do património genético vitícola nacional com base em marcadores moleculares.
Influência do tipo de rega e solos, (não) utilização de pesticidas, entre outros (foram cerca de 30 apresentações, 15 min.
Foram três dias de debate entre investigadores (Universidade dos Açores, Imperial College, ISA, UTAD, Univ. Madeira, Univ. de La Laguna, Esc. Sup. Agrária de Coimbra e Ponte de Lima), técnicos, produtores, agricultores e cooperativas.
O congresso foi um sucesso.
Foi óptimo ver na prática como juntando esforços de know how, não repetindo os erros dos outros, se consegue resultados muito positivos no desenvolvimento destas regiões. E ver pessoas tão distintas a discutir questões mais ou menos "académicas", mais ou menos "práticas", dando o seu contributo no projecto com toda a dedicação e empenho.
Pelo meio houve almoços/jantares oferecidos pelos presidentes de câmara de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória, e pelo representante da república para a região autónoma dos Açores, visitas turísticas por Angra e pelos pomares e vinhas dos Biscoitos.

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