quarta-feira, outubro 28, 2009

1.º Fórum Int. do Puro Sangue Lusitano na Dressage para breve


Da Antiguidade à Conquista Olímpica, o Cavalo Lusitano na Competição Internacional de Dressage no início do século XXI" é o mote para três dias de discussão com os especialistas da disciplina.

O Fórum decorre na Academia de Dressage de Portugal, entre os dias 30 de Outubro a 1 de Novembro.

PROGRAMA
 
 Quarta-Feira 28 de Outubro

Quinta-Feira, 29 de Outubro
 Visita à Coudelaria Veiga [Quinta da Broa] http://cavalonet.com/manuelveiga
Visita à Casa do Cadaval —www.casacadaval.pt
(Para marcar a sua viagem contacte a organização)
 
Sexta-Feira, 30 de Outubro, 1º Dia
 9h Recepção
9h30 Cerimónia de Abertura - Apresentação do Fórum
10h00 HISTÓRIA DO LUSITANO
Arsénio Raposo Cordeiro (Especialista em Lusitanos; Juiz Internacional da Raça Lusitano, autor de O Cavalo Lusitano, o Filho do Vento)
10h20 EVOLUÇÃO HISTÓRICA
João Ralão (Secretário Geral da APSL)
10h40 ANÁLISE GENÉTICA E DEMOGRÁFICA DO CAVALO LUSITANO
Dra. Maria do Mar Oom (Universidade de Lisboa, Cientista especializada em Genética do Cavalo Lusitano)
11h Painel de Discussão
11h20 Coffee break
11h40 O CAVALO BARROCO NO ACTUAL PANORAMA DE COMNPETIÇÃO - PROCURAS NA FUNCIONALIDADE E MORFOLOGIA
Dr.Robert Stodulka (Veterinario, Docente da Universidade de Viena)
12h20 ANALYSIS OF COLLECTION IN THE DRESSAGE HORSE
Dra. Hilary Clayton (Director McPhail Equine Performance Center; Cientista em Biomecânica e autora de vários estudos de referência)
13h00 Painel de Discussão
Almoço Buffet
15h 24 HORAS NO RITMO DE UM CAVALO - IMPLICAÇÕES NO MANEIO
Dra. Barbara Murphy (Cientista em Genética na Universidade de Dublin)
15h40 PARÂMETROS DE SELECÇÃO [CONFORMAÇÃO, ANDAMENTOS E TEMPERAMENTO]
Axel Brockmann (Director da Coudelaria Hannoverian )
16h20 Painel de Discussão
16h40 Coffee Break
17h MONTABILIDADE, MANEIO E DESBASTE
Dr. Ulf Möller (Director de Gestão de Cavalos Novos na PSI Hof Kasselmann In ternational) Manuel Veiga monta Almansor da Broa e Luis Azeitona monta Zuelo
17h45 O TREINO PARA A COMPETIÇÃO-APROXIMAÇÃO AO GRANDE PRÉMIO
Maria Moura Caetano monta Útil and Xiripiti, acompanhada por Francisco Cancella de Abreu (Juiz FEI)
18h30 Painel de discussão
 
Sábado 31 de Outubro
 
9h TECNOLOGIAS DE REPRODUÇÃO EQUINA NO LUSITANO
Dr. Miguel Blibernicht (Veterinário)
09h30 A ALIMENTAÇÃO DO CAVALO LUSITANO NA DRESSAGE
Luís Veiga (Director de Departamento de Produção Alimentar da Intacol)
10h20 APRESENTAÇÃO DE CRIADORES
Casa Cadaval , Coudelaria Elevage Massa e Coudelaria de Santa Margarida
11h Painel de Discussão
11h20 Coffee break
11h40 O TREINO PARA A COMPETIÇÃO-GRANDE PRÉMIO
Kyra Kyrklund monta Rico [em DVD]]
Daniel Pinto monta Tálio
13h00 Painel de Discussão
Almoço Buffett
15h O Futuro do Lusitano Genes Bons e Maus
Dr. Artur da Câmara Machado (Centro de Bio Tecnologia –Universidade dos Açores)
15h:40 Painel de Discussão
16h A CONFIRMAÇÃO DA HEREDITARIEBILIDADE-SISTEMAS MODERNOS PARA A AVALIAÇÃO DA RAÇA LUSITANA
Mariette Whitages (Juiza FEI "o" ; Ex Presidente do Comité de Dressage da FEI) , Francisco
Cancella de Abreu (Juiz FEI) e criadores
Spartacus, Água-Viva [Coudelaria de Santa Margarida]
Tálio, Beto [Coudelaria Ortigão Costa]
Altiva, Jandaia e Quixote [Herdade das Figueiras]
16h40 Painel de discussão
17h Coffee Break
17h20 A CRIAÇÃO DO LUSITANO E PERSPECTIVAS INTERNACIONAIS
Enrique Guerrero-Yeguada La Lyra Y La W
Manuel Tavares de Almeida– Coudelaria Rocas do Vouga
Eduardo Fischer-Haras Villa Do Retiro
18h Painel de Discussão
18h30 Apresentação da Coudelaria Elevage Massa

(In Revista equitação online)

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domingo, julho 19, 2009

Associação Cabo-verdiana de Ciência Regional criada ainda este semestre

A criação da Associação Cabo-verdiana de Ciência Regional de Cabo Verde poderá ser concretizada ainda no decurso deste segundo semestre do ano 2009, segundo informação avançada à Inforpress pelo Presidente da Associação Nacional dos Municípios de Cabo Verde (ANMCV), Francisco Tavares.
“Nós vamos trabalhar com a Uni Piaget e com os académicos para que, no decurso deste semestre, a associação esteja criada, registada e em funcionamento”, assegurou Francisco Tavares.
A ideia da criação desta associação esteve em discussão no seio dos participantes que estiveram reunidos no 1º Congresso de Desenvolvimento Regional de Cabo Verde, na Universidade Jean Piaget de Cabo Verde, de 9 a 11 de Julho.
Segundo Francisco Tavares e o próprio reitor da Uni Piaget, Jorge Brito, os contributos lançados pelos congressistas a nível deste encontro encorajam o prosseguimento dos esforços por parte dos responsáveis nacionais para a criação dessa associação.
Os estatutos jurídicos que vão nortear esta associação estão a ser trabalhados, mas os dois responsáveis garantiram que esses esforços vão ser feitos para que essa associação esteja juridicamente criada ainda este ano.
A Associação Cabo-verdiana de Ciência Regional de Cabo Verde, que será criada sob a égide da Ciência Regional e do Desenvolvimento local, terá como missão promover e incentivar o contacto entre as universidades e os poderes local, regional e central, bem como incentivar o desenvolvimento de pesquisas na área.
A promoção da inserção dos membros nacionais em redes científicas da área do desenvolvimento regional, o apoio às autoridades governamentais e municipais na definição e conceptualização de estratégias sobre o fenómeno de regionalização no país, a valorização de políticas públicas municipais com vista à redução das assimetrias regionais, serão outras funções que deverão vir a ser assumidas por essa associação.
Na sua composição, a associação será formada por académicos, autarcas, planificadores e cientistas que, além de poderem estar inseridos na rede de associações de desenvolvimento regional, terão também a responsabilidade de organizar congressos nacionais no domínio de Desenvolvimento regional.
O presidente da ANMCV, para quem o Congresso realizado pela Uni Piget indica aos políticos e planificadores cabo-verdianos novos conhecimentos de boas práticas e boas experiências que podem ser úteis no processo de desenvolvimento regional de Cabo Verde, é de opinião que Cabo Verde tem ainda um longo caminho a percorrer no que toca ao desenvolvimento local.
Justifica a sua posição com o facto de o país não ter ainda nem regiões administrativas, nem regiões políticas, nem regiões planos, ao mesmo tempo que considerou ser necessário abordar e a adoptar todos estes conceitos para que haja um verdadeiro planeamento regional.
“Este congresso inclusive traz-nos elementos que permitem-nos aferir como valorizar as políticas públicas municipais e também como abordar as políticas públicas nacionais no âmbito do desenvolvimento regional, nesse caso, no âmbito do desenvolvimento municipal. Ou seja, temos todos a ganhar, explorando muito bem os anais produzidos por este congresso, mas também, explorando muito bem os ensinamentos que daqui saíram”, sublinhou.
Na sua avaliação, o reitor da Uni Piaget, Jorge Brito, também atribuiu nota positiva ao congresso não só pelos contributos deixados pelos congressistas para a criação da Associação Cabo-verdiana de Ciência Regional de Cabo Verde, mas também porque, os resultados saídos desse encontro vão ajudar no desenvolvimento curricular de alguns cursos ministrados na Uni Piaget, nomeadamente, o da Administração Pública e Autárquica.

(In Inforpress)

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Pedro Pires lança pistas para desenvolvimento local no arquipélago

O Presidente da República de Cabo Verde, Pedro Pires, considerou, sábado, que as respostas para o desenvolvimento local no país devem passar pela valorização da diversidade e na aposta na agregação das complementariedades físicas e humanas que representam as ilhas.
“A nossa força reside na valorização da diversidade, apostando na agregação das complementariedades físicas e humanas que as ilhas representam. Há que afastar a ideia simplista de que uma só ilha bastaria por si”, exaltou Pedro Pires.
O Chefe de Estado, que fez estas observações à margem do encerramento do 1º Congresso de Desenvolvimento Regional de Cabo Verde, começou por felicitar os organizadores do evento pela iniciativa, afirmando que recai sobre as instituições universitárias um importante papel, não só de interrogar e suscitar dúvidas sobre a temática, como também participar na construção das respostas.
As respostas para o desenvolvimento local não são nem únicas, nem neutras. De um lado, explicou, deve-se considerar os critérios materiais, técnicos e científicos e, de outro, as experiências humanas, as opções e as decisões políticas.
No caso particular de Cabo Verde, o Chefe de Estado lançou questões pertinentes que não devem ser ignoradas quando se fala de Desenvolvimento local.
Através dessas interrogações, deixou evidente que, para se alcançar o desiderato do desenvolvimento local, é necessário levar em conta o que se quer potenciar.
“As fraquezas a atenuarem, os bloqueios a eliminarem e os critérios para se alcançar esse desenvolvimento físico e humano, sem esquecer as adequações com as características do espaço”, assegurou.
Ainda, em jeito de resposta, Pires, ao reconhecer as dificuldades que os espaços pequenos como Cabo Verde têm em “gerar e albergar actividades que tirem proveito da economia de escala”, acrescentou que é preciso que estes espaços “fujam à concorrência com as macros” e saibam “aproveitar as diferenças”, isto é, “apostar naquilo que temos e que os outros não têm”.
Além da temática sobre o desenvolvimento local, o Presidente da Republica não deixou também de reportar o tema descentralização.
Este tema costuma surgir associado aos fenómenos de regionalismo e insularismo, mas alertou ser contra-indicado o uso destes termos, considerando que, “tanto um, como outro, desaproveita o nosso recurso maior que são as potencialidades geradas pelas complementariedades entre as ilhas”.
Nessa ordem de ideias, defendeu a necessidade de encontrar o modelo de descentralização que seja capaz de permitir “um justo equilíbrio entre descentralização e integração nacional”.
O 1º Congresso de Desenvolvimento de Regional de Cabo Verde foi realizado pela Universidade Jean Piaget de Cabo Verde com apoio das Associações Portuguesa de Desenvolvimento Regional, Brasileira de Estudos Regionais, Internacional de Ciência Regional, do Ministério da Descentralização, Habitação e Ordenamento do Território e da Associação Nacional dos Municípios de Cabo Verde.
O evento reuniu, durante três dias, mais de 180 congressistas provenientes dos países da CPLP e das Ilhas Canárias.

(in Inforpress)

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quarta-feira, julho 15, 2009

Gestão de Recursos Hídricos em Pequenas Bacias Hidrográficas com Intensificação Agrícola

Concorreu ao Prémio durante o 15º Congresso da Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional, de 6 a 11 de Julho de 2009, na Universidade Piaget na cidade da Praia, Cabo Verde,o trabalho de V. SILVA; L. CALADO e T.P. DENTINHO*, com o título: Gestão de Recursos Hídricos em Pequenas Bacias Hidrográficas com Intensificação Agrícola.
O Prémio Bartolomeu é atribuído a cientistas com menos de 33 anos no dia 15 de Julho de cada ano, que apresentem um trabalho individual em sessões do Congresso da APDR. O prémio é atribuído pela apreciação de um júri constituído pelo director da Revista Portuguesa de Estudos Regionais e mais dois cientistas por ele nomeados. Os critérios de apreciação são: a coerência conceptual, a relevância para a ciência regional e o impacto no desenvolvimento regional.

Resumo da comunicação
Cada paradigma científico tem o seu próprio sistema de valoração. Os técnicos de recursos hídricos definem zonas de protecção das águas subterrâneas, normalmente associadas a nascentes e furos, assumindo que estas áreas demonstram a relevância para a manutenção da qualidade e da quantidade da água. Os cientistas socio-económicos também valorizam as coisas de acordo com o seu papel para a sociedade, ao longo do espaço e do tempo. Os economistas têm preferência pela análise custo – benefício, onde tudo pode ser traduzido para valor monetário. Logo a questão que se põe por detrás de todas estas filosofias e métodos de avaliação, é como tratar todos estes valores num sistema de apoio à decisão consistente.
Este trabalho pretende apresentar uma metodologia que permite usar diferentes filosofias e metodologias de valoração no mesmo sistema de apoio à decisão, possibilitando uma tomada de decisão mais informada, não descartando logo de início uma ou mais perspectivas. Assume-se uma perspectiva de complementaridade entre os valores económicos, ambientais e culturais, e que estas valorações podem ser afectadas espacialmente, permitindo a determinação de uma Taxa de Câmbio entre as diferentes escalas de valor.

(In Cabo Verde, Redes de Desenvolvimento Regional)

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sábado, junho 27, 2009

Comunicações

Serão apresentadas no 15º Congresso da APDR, na cidade da Praia, Cabo Verde, as seguintes comunicações de investigadores e docentes do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores.
Gestão de Recursos Hídricos em Pequenas Bacias Hidrográficas com Intensificação Agrícola de Vasco Martins da Silva e Luísa Calado.
A erosão costeira como factor condicionante da sustentabilidade Gestão de Zonas Costeiras de Paulo Borges, Goreti Lameiras e Helena Calado.
Análise de Custos das Pescarias da Ilha Terceira Gestão de Zonas Costeiras de Gisele Toste, Fabíola Gil, Mário Rui Pinho e Tomaz Dentinho
Análise da Eficiência Técnica da Pesca da Ilha Terceira Gestão de Zonas Costeiras de Eusébio Marote , Fabíola Gil, Gisele Toste e Tomaz Dentinho.Uma Abordagem Multicriterio à Gestão de Resíduos Sólidos na Ilha Terceira Gestão e Conservação da Natureza de Bela Dutra e Emiliana Silva.
Contributo para a conservação da espécie Azorina Vidalii (Wats.) FEER Gestão e Conservação da Natureza de Glória Monteiro e Eduardo Dias.
Os investimentos das empresas brasileiras em Portugal: Diversos casos de estudo em empresas de grande porte Inovação e Difusão Tecnológica de Cristiano Cechella, Joaquim Ramos Silva, Paulo Ávila da Silveira e Tomaz DentinhoEducação ambiental e desenvolvimento regional. A adolescência e a cultura da vinha Agricultura e Desenvolvimento Rural de Maria Teresa Ribeiro de Lima, Lisa Silva e João Fernando Drumonde Neves.
Gestão Integrada dos Recursos Hídricos - Gestão e conservação dos recursos hídricos e património florestal natural Energia, Água e Sustentabilidade de Maria da Conceição Rodrigues e Eduardo Manuel Brito de Azevedo.
Percepções dos Terceirenses sobre alterações climáticas globais de Félix Rodrigues, Manuela Figueiredo e Luísa Lima.
Etmobotânica de São Jorge, São Miguel e Terceira: Resgatar o passado para garantir o futuro, de Félix Rodrigues, Marco Botelho, Ana Vilela, Cristina Mendonça e Maria de los Angeles Mendiola.
Desenvolvimento ao ritmo dos afectos de Félix Rodrigues, Eva Vidal e Cristina Palos.

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1º Congresso de Desenvolvimento Regional de Cabo Verde

Realiza-se na cidade da Praia, na ilha de Santiago, Cabo Verde, o 1º Congresso de Desenvolvimento Regional de Cabo verde, 15º Congresso da APDR, 2º Congresso Lusófono de Ciência Regional, 3º Congresso de Gestão e Conservação da Natureza.
O Congresso decorre de 6 a 11 de Julho.Comissão OrganizadoraJorge Sousa Brito(Reitor da Universidade Jean Piaget de Cabo Verde)jsb@unipiaget.cv Tomaz Ponce Dentinho(Presidente da APDR)tomazdentinho@uac.ptComissão LocalIsaías Barreto Rosamailto:jsb@unipiaget.cv Jacinto José Estrelamailto:jsb@unipiaget.cv SecretariadoRita Azevedo(Secretária da APDR)apdr@mail.telepac.pt
Marta Vasconcelosmailto:Vasconcelosmov@unipiaget.cvComité CientíficoAntónio Almeida (Funchal)André Antunes (Praia)António Pais Antunes (Coimbra)António Baptista (Praia)António Félix Rodrigues (Angra do Heroísmo)António Franco (Díli)António Ferreira Figueiredo (Porto)António Simões Lopes (Lisboa)Argentino Pessoa (Porto)Benjamim Corte Real (Díli)Carlos Azzoni (São Paulo)Cássio Rolim (Curitiba)Cláudio Furtado (Praia)Eduardo Haddad (São Paulo)Emiliana Silva (Angra do Heroísmo)Fabíola Sabino Gil (Angra do Heroísmo)Fátima Almeida (Mindelo)Francisco Tavares (Assomada)George Fortes (Praia)Helena Calado (Ponta Delgada)Henrique Soares Albergaria (Coimbra)Idrissa Embaló (Bissau)Isaura Carvalho (São Tomé e Princípe)Isildo Gomes (Praia)João Paulo Barbosa de Melo (Coimbra)João Policarpo Lima (Recife)Joaquim Guilhoto (São Paulo)Jorge Reis Silva (Covilhã)Jorge Sousa Brito (Praia)José Andrade (Praia)José Cabral Vieira (Ponta Delgada)José Cadima Ribeiro (Braga)José Luis Caballos (La Laguna)José Manuel Viegas (Lisboa)José Maria Semedo (Praia)José Roberto Lima Andrade (Sergipe)José Silva Costa (Porto)Lívia Madureira (Vila Real)Luís Ferreira (Porto)Luís Fonseca (Faro)Luís Moreno (Lisboa)Manuel Brito Semedo (Praia)Maria Emília Pepeka (Huambo)Maria Teresa Vaz Noronha (Faro)Mário Fortuna (Ponta Delgada)Maurício Serra (Santa Catarina) Miranda Miguel (Huambo)Miriam Braun (Toledo – Paraná)Nuno Ornelas Martins (Porto)Paulino Lima Fortes (Mindelo)Paulo Carvalho (Coimbra)Paulo Guimarães (Columbia)Pedro Ramos (Coimbra)Serafin Corral Quintana (La Laguna)Teresa Pinto Correia (Évora)Tomaz Ponce Dentinho (Angra do Heroísmo)Xavier Dega Vence (S. Compostela)Zita Benguela (Huambo)

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quarta-feira, junho 03, 2009

Portugal é país de Ciência e Tecnologia modernas

Portugal é o país convidado de honra da quinta edição do «Salão Europeu de I&D» (Salon Européen de la Recherche & de l’Innovation – SERI), que decorrerá a partir de amanhã (e até sábado) na Porte de Versaille, em Paris, às 10h, com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago. O certame, patente ao longo de três dias, no pavilhão cinco, abre com um importante debate subordinado ao tema «Investigação e Desenvolvimento perante o desafio da recuperação económica», que reúne responsáveis políticos, investigadores e empresários. Na qualidade de país convidado de honra, Portugal apresenta-se neste evento com duas conferências e um stand institucional de cariz inovador, que disponibiliza informação sobre a evolução da I&D. Em exibição permanente vão estar dois vídeos, um divulgando dados estatísticos relativos à evolução da Ciência e Tecnologia nacional, e um outro em que se apresentam alguns casos de inovação empresarial, em diversos sectores.
No programa de conferências destaca-se a participação dos investigadores portugueses Maria do Carmo Fonseca, do Instituto de Medicina Molecular (IMM) e Alexandre Quintanilha, ex-presidente do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC), que falarão em Paris sobre a I&D nacional na área das Ciências da Vida e da Saúde. A sessão, intitulada «Research on Life and Health Sciences in Portugal: Highlights», será pelas 12h30. Uma segunda palestra, sobre o futuro das Tecnologias e das Ciências do Mar, será proferida pelos cientistas portugueses António Pascoal, do Instituto de Sistemas e Robótica (ISR) e Pedro Afonso, da Universidade dos Açores – «Marine Science and Technology: A Vision of the Future» decorre na sexta-feira, pelas 14h.

Portugal foi o país da Europa em que a despesa em I&D mais cresceu recentemente, passando esta a representar globalmente, e pela primeira vez, mais de 1,2 por cento do PIB nacional, igualando ou superando os níveis já atingidos por Espanha, Irlanda ou Itália. O aumento da despesa em I&D reflecte também a prioridade política ao desenvolvimento científico e tecnológico, tendo sido acompanhado por um rápido reforço do número de investigadores na população activa, hoje próximo da média europeia, tendo passado de 3,8 por cento, em 2005, para cinco por cento, em 2007, ou seja um investigador por cada 200 trabalhadores.
O número de investigadores em Portugal duplicou em dez anos, e conta 44 por cento de mulheres e é hoje um dos raros países desenvolvidos em que o número de pessoas de ambos os sexos a trabalhar em investigação científica é quase equivalente. A prioridade dada ao rápido desenvolvimento científico e tecnológico do País tem sido ainda acompanhada por uma forte mobilização da comunidade científica, com resultados visíveis a nível internacional. Também nos últimos anos se regista um forte aumento dos doutoramentos realizados e reconhecidos por Universidades portuguesas, cerca de 1500 novos doutoramentos por ano, dos quais cerca de metade nas áreas de ciência e tecnologia. O desenvolvimento científico e tecnológico de Portugal foi ainda acompanhado por uma profunda reforma do ensino superior. Foi ainda acompanhada por um processo de crescente internacionalização das instituições académicas, particularmente estimulado através de alianças estratégicas do País com instituições de grande relevância internacional (MIT, Harvard, CMU, Austin, nos EUA, Fraunhofer na Alemanha, entre outras).

(in Ciência Hoje)

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quarta-feira, maio 27, 2009

X SIMPOSIO DE ICTIOLOGÍA

O professor João Pedro Barriros, do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores participa em Medellín, na Colombia, no I Simposio Suramericano de Ictiólogos. Neste momento está em trabalho de campo na floresta tropical de altitude anexa a plantações de café.
O Professor irá proferir palestra, a 27 a 29 de Maio de 2009.

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quarta-feira, maio 13, 2009

V Congresso Mundial de Educação e Ambiente conta com a presença de “Vida em Ebulição”

Cerca de oito alunos do Curso Tecnológico de Ordenamento do Território e Ambiente do 11º ano turma J da Escola Secundária Domingos Rebelo conjuntamente com o docente José Cabral, coordenador deste curso, e a Drª Paula Aguiar, coordenadora científica do projecto "Vida em Ebulição" participarão, de 8 a 15 de Maio, no V Congresso Mundial de Educação e Ambiente em Montreal.


Apresentar o projecto "Vida em Ebulição" em Montreal e ainda na Casa dos Açores em Toronto é dar a conhecer um trabalho que alunos e professores da Escola Secundária Domingos Rebelo abraçaram desde o início da sua existência, uma vez que este projecto possibilita pôr em prática anos de conhecimento e formação científica associados às tradições e cultura açorianas no que diz respeito ao modo como a população se relaciona com os recursos naturais termais.
"Vida em Ebulição" é um projecto não só de cariz educacional e científico mas também de cariz cultural e económico, projectando as actividades económicas passíveis de serem efectuadas em zonas termais.
O projecto foi extremamente bem recebido pelo órgão de gestão da Escola Secundária Domingos Rebelo, pelo director do Curso Tecnológico de Ordenamento do Território e Ambiente, Dr. José Cabral, e pelos alunos deste curso, criando com o Centro de Conservação e Protecção do Ambiente da Universidade dos Açores um grupo de trabalho desde o ano lectivo 2007/08. Dada a relevância do projecto, também se associaram a estas entidades a Junta de Freguesia das Furnas e a Câmara Municipal da Povoação.
Os trabalhos realizados pelos membros deste projecto, até à presente data, foram apresentados na AmbiTech em Ponta Delgada, divulgados em jornais locais e na RTP-A, podendo qualquer pessoa visualizá-los no site da Ciência Viva a nível nacional.
A apresentação em Montreal compreende dois momentos que se completam: uma apresentação oral a cargo da Drª Paula Aguiar subordinada ao tema "Life at The Boiling Point" Science and Environmental Education for Everone e uma apresentação de um cartaz intitulado "What Can We Take Home From "Life At The Boiling Point": The Students Perspective, tendo como oradores os alunos do 11ºJ e o professor Dr. José Cabral. Realça-se que o produto final a ser levado ao V Congresso Mundial de Educação e Ambiente é fruto de um trabalho árduo e activo de alunos e professor, revelando sentido de responsabilidade, maturidade e profissionalismo.
A participação tanto de alunos como professores possibilita a todos uma experiência única e enriquecedora que jamais será olvidada.

Também participam nesse evento a Professora Cristina Palos e a Mestre em Educação Ambiental Eva Vidal do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores.
A comitiva da Escola Secundária Domingos Rebelo neste congresso mundial prestigiará não só a escola como também a Região Autónoma dos Açores e o país.

(in RTP-Açores, Paulo Teves)

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segunda-feira, abril 06, 2009

XVIII Congresso de Zootecnia 2009


A Associação Portuguesa de Engenharia Zootécnica (APEZ) irá realizar o XVIII Congresso de Zootecnia nos dias 6, 7, 8 e 9 de Maio do corrente ano, na Aula Magna da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real, Portugal.
Neste evento serão abordados temas como a Biotecnologia em Produção Animal, Reprodução, Nutrição, Sanidade, Tecnologia e Segurança Alimentar, Instalações, Bem-estar e Ambiente, entre outros. Pretendemos que este evento tenha, para além do âmbito científico, um carácter técnico aplicado à realidade actual, abordando as questões mais relevantes ao nível de produção, comercialização e competitividade, contando para tal com a presença de oradores de renome internacional. Esperamos, assim, que este evento seja um importante meio de contacto entre empresários, produtores, técnicos, investigadores e estudantes.

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Astronomia motiva jovens para a ciência

A astronomia consegue motivar jovens e adultos para o estudo da ciência, afirmou Ana Noronha, vice-presidente da Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, durante o I Congresso Internacional de Astronomia Azores, que se iniciou, quinta-feira passada, na Aula Magna da Universidade dos Açores.
A rede de observação de astronomia no Verão, desenvolvida pelo projecto Ciência Viva, permite a jovens e adultos receber “inspiração para estudar temas associados à evolução do universo”, aliado à curiosidade natural das pessoas para a observação do “mundo que nos rodeia”, sendo possível alargar conhecimentos “na química e física”. “É muito simples para um professor ou divulgador de ciência cativar o público e levá-lo a compreender a importância das outras ciências, satisfazendo uma curiosidade natural de olhar para as estrelas”, explicou a professora Ana Noronha, em declarações ao AO online à margem da palestra na Universidade dos Açores. A responsável da Ciência Viva contou que “há muitas escolas nos Açores com uma grande participação no âmbito de projectos relacionados com a ciência”, porque existem diversos programas que são efectuados através da internet. Ana Noronha considera que é importante na Região “aumentar a intensidade da promoção de actividades ligadas à astronomia no Verão e geologia, que já tiveram uma maior frequência nos Açores. Este género de iniciativas é importante para a população em geral para perceber a importância da ciência”, A Ciência Viva pretende “promover contactos entre professores, alunos e cientistas para alargar a busca do conhecimento e disponibilizar recursos e matérias para a comunidade desenvolver projectos”. As escolas servem para fazerem a primeira abordagem à ciência e astronomia, por isso, é necessário garantir aos professores as oportunidades de acesso aos desenvolvimentos recentes nesta área científica. A Ciência Viva conta com cerca de vinte centros em Portugal, contando com um centro no Expolab, na Lagoa, e um segundo centro na ilha do Pico. Os centros da Ciência Viva nos Açores promovem actividades destinadas a escolas e particulares que mostrem interesse em visitar as exposições realizadas nos centros. “Os centros estão abertos para as escolas ou famílias que podem visitar as exposições e participar em actividades desenvolvidas por cada centro”, sublinhou a representante da agência nacional para a cultura científica e tecnológica. Actualmente no centro da Ciência Viva, no Centro de Ciência de Lagoa (Expolab) está patente a exposição “Evolução: resposta a um planeta em mudança”, uma iniciativa do Governo Regional, em colaboração com o Centro de Ciência Viva, de Estremoz. A exposição tem sido visitada por diversas escolas da ilha de São Miguel.
(In Luis Pedro Silva -Açoriano Oriental)

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sábado, abril 04, 2009

I congresso internacional de Astronomia está a decorrer em Ponta Delgada

O I congresso internacional de Astronomia está a decorrer em Ponta Delgada. O congresso tem como temas principais: "Brincando com o Universo", "Olha, está aí alguém?" e "O Universo nos Açores". Qualquer uma das temáticas é bastante abrangente o que permite enquadrar os mais variados assuntos a apresentar, desde a origem do Universo até à exploração espacial e procura de vida extraterrestre, quer em palestras, workshop ou mesa redonda. Uma iniciativa que surgiu no âmbito do ano internacional de astronomia e que vai contar com conferencistas de renome internacional.
Promover o contacto entre astrónomos profissionais e amadores, professores, alunos e restante comunidade é um dos objectivos deste congresso.Temas como a exploração do sistema solar, nomeadamente de Marte, levada a cabo pela parceria entre a ESA, NASA, JAXA e agência espacial russa são alguns dos temas a desenvolver. O congresso destina-se a professores de diferentes niveis de ensino, alunos do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário e universidades, astrónomos amadores e público em geral.
(In Radio Atlantida)

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sexta-feira, abril 03, 2009

Astronomia em Ponta Delgada

Partilhar conhecimentos de astronomia e divulgar a ciência, é o objectivo do Congresso Internacional de Astronomia que se realiza em Ponta Delgada até sábado.A iniciativa é de duas professoras de Física, da Secundária Domingos Rebelo.Os alunos de várias escolas podem dar asas ao seu imaginário na tenda instalada junto à reitoria da Universidade dos Açores onde estãi disponíveis várias actividades, incluindo a observação diurna do céu.O Congresso Internacional de Astronomia está a decorrer na aula magna da Universidade dos Açores.Esta noite, pelas 21 horas, há uma sessão de observação do céu, nas Portas do Mar, em Ponta Delgada.

(In Antena 1 Açores)

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quinta-feira, março 26, 2009

«I Congresso Internacional de Astronomia Azores»

De 2009-04-02 até 2009-04-04
Universidade dos Açores - Campus de Ponta Delgada.
O «I Congresso Internacional de Astronomia Azores» tem como temática «O Universo nos Açores», tendo como temas principais: "Brincando com o Universo", "Olha, está aí alguém?" e "O Universo nos Açores". Qualquer uma das temáticas é bastante abrangente o que permite enquadrar os mais variados assuntos a apresentar, desde a origem do Universo até à exploração espacial e procura de vida extraterrestre, quer em palestras, workshop ou mesa redonda.
(In Educare.pt)

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sexta-feira, março 20, 2009

I Congresso Internacional de Astronomia Azores

Realiza-se entre 2 e 4 de Abril, em São Miguel, o I Congresso Internacional de Astronomia Azores: "O Universo nos Açores".
São Conferencistas:
Pedro Russo (Garching bei Muenchen, Germany) – IAU Coordinator for IYA2009
Rosa Maria Ros (Barcelona, Spain) – Vice-Presidente da European Association for Astronomy Education (EAAE).
Miguel Ferreira (Angra do Heroísmo, Portugal) – Coordenador do AIA nos Açores.
Felisbela Martins (Porto, Portugal) – Representante da EAAE em Portugal. Veselka Radeva (Varna, Bulgaria) – Astronomical Observatory and Planetarium.
Rainer Gaitzsch (Muenchen, Germany) EAAE Sakari Ekko (Turku, Finland) – EAAE.
Paulo Crawford (Lisboa, Portugal) – Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL). Nuno Sá (Ponta Delgada, Portugal) – Universidade dos Açores.
José Saraiva (Lisboa, Portugal) – Instituto Superior Técnico (IST)/Centro de Recursos Naturais e Ambiente (CERENA).
Alexandre Costa (Faro, Portugal) – EAAE, Escola Secundária de Loulé.
Rui Agostinho (Lisboa, Portugal) – Presidente do Observatório Astronómico de Lisboa.
Rui Gonçalves (Tomar, Portugal) – Instituto Politécnico de Tomar.

(In Astronomia no meio do Atlântico)

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terça-feira, março 17, 2009

João Miguel Ferreira, docente na Universidade dos Açores, NA especialidade de Astrofísica : “Olhar o céu “pode dar lucro aos Açores

É o único açoriano a fazer parte do comité organizador do Ano Internacional de Astronomia e considera que os Açores devem potenciar as suas características únicas, por exemplo através da radioastronomia que poderia contribuir de forma decisiva para a astronomia mundial. É o único açoriano a fazer parte do comité organizador do Ano Internacional de Astronomia, numa panóplia de diversos investigadores nacionais da área.

Que importância acrescida este cargo lhe traz, bem como aos Açores?

O nosso objectivo é levar as celebrações do AIA a todo o país e nesse sentido é uma grande honra e responsabilidade. Ao mesmo tempo, é importante os Açores participarem activamente neste acontecimento mundial.

Como é que vamos de Astronomia na nossa Região? Tem ou não sido uma ciência mais ou menos desprezada?

No passado, a comunidade de astrónomos amadores dos Açores desenvolveu um trabalho notável na divulgação da astronomia, que é importante realçar. Não creio que seja uma ciência menosprezada, mas é possível e necessário fazer mais e melhor. Julgo que esta é uma grande oportunidade para o desenvolvimento da astronomia na comunidade e nas escolas em particular. Junto dos mais novos, tem reconhecido alguma "atracção" pelo tema?

A minha experiência é que a astronomia fascina as pessoas de todas as idades. Junto dos mais novos, a astronomia pode ser um instrumento importante para despertar o interesse pelas ciências exactas e a matemática.

Quais as iniciativas previstas realizar na Região no âmbito este Ano Internacional?

Há diversas iniciativas, algumas delas organizadas pelo AIA e outras organizadas por diversas entidades com o apoio do AIA. Destaco a exposição Da Terra para o Universo, organizada em colaboração com o Centro de Ciência de Angra do Heroísmo, cursos de formação para professores, palestras e o Congresso de Astronomia organizado pela Escola Secundária Domingos Rebelo. O projecto Da Terra ao Universo" é único e pretende, durante o ano de 2009, fazer chegar imagens de Astronomia ao maior número possível de pessoas e em locais inesperados. A participação do arquipélago neste evento mundial reveste-se de particular importância, nomeadamente para projectar o arquipélago a nível internacional como dinamizador de eventos de divulgação científica; contribuir para uma participação da região nas actividades comemorativas do Ano Internacional de Astronomia; despertar o interesse do público Açoriano para a Ciência, e a Astronomia em particular, através de fotografias em grande formato com cores e formas impressionantes e de rara beleza; fomentar a cultura científica do público Açoriano de uma forma acessível para todos, original e inesperada; contribuir, em conjunto com outras iniciativas, para mostrar que as ilhas dos Açores são um bom local de observação astronómica e incentivar o público Açoriano a participar em observações regulares.

Em que consistirá a realização do Congresso na Região?

No âmbito do Ano Internacional da Astronomia é nosso propósito promover o I Congresso Internacional de Astronomia Azores O Universo Nos Açores. Temas como a exploração do Sistema Solar, nomeadamente de Marte, levada a cabo pela parceria entre a ESA, NASA, JAXA e Agência Espacial Russa, as descobertas levadas a cabo quase diariamente pelo ESO, o aparecimento de cada vez mais planetas extra Sistema Solar, a moderna Cosmologia, entre outros, estão na ordem do dia dos vários serviços de notícias e fascinam todos nós, principalmente os mais jovens. Este Encontro pretende, assim, ser um espaço onde professores e alunos dos vários níveis e graus de ensino e instituições escolares e científicas mostram o que se tem feito neste domínio. Os objectivos desta realização passam por envolver a escola e a comunidade nas comemorações do Ano Internacional da Astronomia; promover o contacto entre astrónomos profissionais e amadores, professores, alunos e restante comunidade interessada em Astronomia; divulgar projectos realizados nas Universidades e Escolas no âmbito da Astronomia e exploração do Universo; promover a troca de experiências entre professores de diferentes Instituições; possibilitar a troca de saberes entre os vários participantes; promover a Região Autónoma dos Açores como uma região dinâmica e empreendedora; dar a conhecer à comunidade o que está neste momento a fazer-se em investigação científica; promover o intercâmbio entre os profissionais do sector, nomeadamente a troca de experiências no âmbito da elaboração de estudos e projectos de Astronomia e a criação de trabalhos realizados por estudantes, no âmbito da Astronomia, bem como o convívio, a troca de experiências e confronto de ideias, estimulando assim o sentimento de camaradagem necessário para uma saudável convivência com a comunidade científica. O encontro decorrerá nos dias 2, 3 e 4 de Abril de 2009 em Ponta Delgada, na Universidade dos Açores.

São as iniciativas possíveis ou as suficientes?
São as possíveis mas também creio que são suficientes.
A astronomia que se faz nestas nove ilhas é, simplesmente, amadora ou já há bastantes profissionais na matéria?
A astronomia profissional faz-se em universidades e centros de investigação. É por isso natural que não haja mais profissionais de astronomia. Ao contrário do que se possa pensar, a astronomia amadora é muito importante para o desenvolvimento desta ciência, sendo muito frequente a descoberta de cometas e supernovas por astrónomos amadores.

Que opinião tem acerca do Observatório de Astronomia de Santana? Tem ou não sido uma infra-estrutura subvalorizada?

Que mais poderá ser feito para dinamizar e abrir a todos os públicos aquele espaço único na região? Apesar de o Observatório ter tido um início conturbado, o importante é que actualmente está em funcionamento. É certamente uma mais-valia para a região e vai ter um papel cada vez mais importante na sociedade açoriana. "A localização geográfica única do arquipélago açoriano torna-o um local estratégico para a rede internacional de radiotelescópios, permitindo cobrir as longitudes do Atlântico".

Considera, portanto que, esta deve ser uma oportunidade a não perder para os Açores e para a astronomia portuguesa? Em que aspectos e de que forma?

Os Açores devem potenciar as suas características únicas. Já o fazem em algumas áreas como a biologia marinha e geofísica. De forma ainda pouco continuada fazem-no também noutras áreas como, por exemplo, a monitorização da atmosfera. A radioastronomia nos Açores poderia contribuir de forma decisiva para a astronomia mundial. Há uns meses foi anunciado pelo governo regional um protocolo com o Instituto Geográfico Nacional da Espanha para a instalação de estações geodésicas destinadas também a estudos de radioastronomia. A colaboração com instituições estrangeiras é sempre bem vinda, mas o facto de todo este processo estar a ser feito à margem dos astrónomos portugueses leva-me a questionar sobre os benefícios que esta iniciativa terá para a ciência e astronomia em Portugal.

O que é que os Açores poderão ter de potencial para a Astronomia nacional e mesmo mundial?

A astronomia é também um grande motor de desenvolvimento tecnológico em áreas diversas da física, química, engenharia e informática. Assim, para além de apostas concretas em astronomia, como o caso da radioastronomia, os Açores podem contribuir e lucrar com a astronomia apostando nestas outras áreas afins. Há não muito tempo, um grupo de instituições de investigação portuguesas, liderado por António Amorim, construiu uma Câmara de Observação Astronómica no Infravermelho (CAMCAO) para o telescópio VLT existente no observatório astronómico do ESO, no Chile. No futuro, é possível que oportunidades semelhantes possam ser aproveitadas por instituições de investigação e empresas sedeadas nos Açores.
(In Ana Coelho -Correio dos Açores)

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segunda-feira, março 16, 2009

23º Congresso Internacional da ASEPELT

Vai-se realizar, na Universidade da Beira Interior, entre 17 e 20 de Junho próximo o 23º Congresso Internacional da ASEPELT – Associação Internacional de Economia Aplicada (www.dge.ubi.pt/asepelt09).

Contactos:
Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional
Universidade dos Açores
Terra-Chã
9700-851 Angra do Heroísmo
Telf: 295 33 2001

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terça-feira, fevereiro 10, 2009

Cabo Verde

Tomaz Dentinho

No passado fim-de-semana estive na Ilha de Santiago, em Cabo Verde, para preparar o 1º Congresso de Ciência Regional daquele país lusófono que se realiza de 6 a 11 de Julho próximo. O evento será também o 2º Congresso Lusófono de Ciência Regional porque o primeiro se realizou em Angra do Heroísmo há dois anos. Será ainda o 15º Congresso da Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional e o 3º de Gestão e Conservação da Natureza. Há toda a vantagem em juntar encontros científicos compatibilizáveis de forma a possibilitar economias de escala na marcação de viagens e de hotéis, no convite de cientistas de renome internacional e na eficiência dos trabalhos de secretariado. Até ao momento já temos 250 comunicações propostas e esperam-se mais 30 de Cabo Verde e, assim gostaríamos, mais 20 de Angola.
O encontro é importante não só pelo conteúdo dos trabalhos que serão apresentados nesta altura de crise global e de localidades mas também pelo passo que pode constituir para o lançamento da ciência dedicada ao desenvolvimento regional nos países lusófonos e em toda a África. Para o ano de 2010 estamos a programar um grande encontro internacional de Ciência Regional no Huambo em Angola onde esperamos que possa ser lançada a Associação Africana de Ciência Regional a acrescentar àquelas que existem na Europa, na América e no Pacífico congregando cerca de 15000 cientistas. E para 2011 já sonhamos com Ouagadugu no Burkina Fasso aproveitando a rede de cientistas cabo-verdianos que trabalham nas instituições internacionais por toda África. Basta sonhar e, incrivelmente, o projecto acontece.
Terá sido assim que fizeram os cabo-verdianos com o seu país. Há vinte anos visitei-os a convite do então aluno João Pedro Barreiros na viagem de fim de curso da sua turma. O aeroporto do Sal estava então cheio de batalhões cubanos que regressavam de Angola e ainda se notava aqui e além alguma reacção aos portugueses. Lembro-me de nessa altura ter feito um pequeno estudo comparativo entre os Açores e Cabo Verde demonstrando que poderiam convergir para o mesmo nível de desenvolvimento. Por cá ficaram escandalizados mas hoje já têm menos problemas em aceitar os bons efeitos de políticas traçadas com recursos escassos. Há dez anos organizámos lá o primeiro curso de pós graduação em gestão e conservação da natureza e notámos o enorme avanço conseguido em apenas dez anos. Hoje, passados vinte anos do primeiro encontro, o crescimento é marcante com grande parte das barracas de bloco transformados em prédios e moradias e, sobretudo, com um forte desígnio por parte dos dirigentes do Governo e da Oposição.
Se olharmos para o conjunto do Arquipélago de Cabo Verde temos dificuldade em perspectivar o desenvolvimento daquele país. No entanto, conversando com os responsáveis de cada município percebemos a força das estratégias de desenvolvimento que decidiram implementar. A Assomada, no interior de Santiago está a dar passos marcantes para ser a capital de serviços da Ilha ficando a Praia apenas como capital administrativa do país. É como se Vila Franca quisesse ser a capital de São Miguel ficando Ponta Delgada ou Angra como capital dos Açores.
Demos o mesmo passeio de há dez e vinte anos atrás pelo Tarrafal mas, como desta vez era inverno, foi simpático ver os campos de feijão com elevadas produções também mais verdes e com mais socalcos fruto da estratégia de conservação dos solos. Sobretudo foi marcante ver as Igrejas cheias, a transbordar para a rua, com a missa entremeando entre a saudade do português e a musicalidade do criolo.
(In A União)

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segunda-feira, janeiro 26, 2009

I Congresso Internacional de Astronomia O UNIVERSO NOS AÇORES

No âmbito do Ano Internacional da Astronomia é nosso propósito promover o I Congresso Internacional de Astronomia Azores – O Universo Nos Açores. Temas como a exploração do Sistema Solar, nomeadamente de Marte, levada a cabo pela parceria entre a ESA,NASA, JAXA e Agência Espacial Russa, as descobertas levadas a cabo quase diariamente pelo ESO, oaparecimento de cada vez mais planetas extra Sistema Solar, a moderna Cosmologia, entre outros, estão na ordem do dia dos vários serviços de notícias e fascinam todos nós, principalmente os mais jovens. Este Encontro pretende, assim, ser um espaço onde professores e alunos dos vários níveis e graus de ensino einstituições escolares e científicas mostram o que se tem feito neste domínio.
Objectivos:−Envolver a escola e a comunidade nas comemorações do Ano Internacional da Astronomia.

−Promover o contacto entre astrónomos profissionais e amadores, professores, alunos e restantecomunidade interessada em Astronomia.

−Divulgar projectos realizados nas Universidades e Escolas no âmbito da Astronomia e exploração doUniverso.

−Promover a troca de experiências entre professores de diferentes Instituições.

−Possibilitar a troca de saberes entre os vários participantes.

−Promover a Região Autónoma dos Açores como uma região dinâmica e empreendedora.

−Dar a conhecer à comunidade o que está neste momento a fazer-se em investigação científica.

−Promover o intercâmbio entre os profissionais do sector, nomeadamente a troca de experiências noâmbito da elaboração de estudos e projectos de Astronomia.

−Promover a criação de trabalhos realizados por estudantes, no âmbito da Astronomia.

−Promover o convívio, a troca de experiências e confronto de ideias, estimulando assim o sentimento decamaradagem necessário para uma saudável convivência com a comunidade científica.

−Evidenciar o papel indissociável da Astronomia no desenvolvimento da Ciência, Tecnologia, Sociedadee Cultura.

−Divulgar a Astronomia, possibilitando o acesso da população em geral ao conhecimento científico.

O Encontro será organizado de acordo com os seguintes temas:

−BRINCANDO COM OUNIVERSO−OLHA,ESTÁ AÍ ALGUÉM? A exploração espacial e a vida no Universo

−O UNIVERSO NOSAÇORES. Neste âmbito serão realizadas:

−Palestras−Workshops−Observações astronómicas (dependentes das condições atmosféricas)−Exposições fotográficas−Apresentação de projectos−Apresentação de posters
O UNIVERSO NOS AÇORES

I Congresso Internacional de Astronomia Azores

2−Animação cultural−(…) Público Alvo:−Professores de diferentes níveis de ensino.

−Alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário e Universidades.

−Astrónomos amadores.

−Público em geral.

Data e Local: O encontro decorrerá nos dias 2, 3 e 4 de Abril de 2009 em Ponta Delgada, em local a designar oportunamente.

Materiais: Durante o congresso os participantes/intervenientes poderão ter acesso a: −Telescópios−Binóculos−Máquinas fotográficas−Projector−Computador−(…) Divulgação−Meios de Comunicação Social a nível Nacional (jornais, rádios, televisões) −Site da Sociedade Portuguesa de Física −Sociedade Portuguesa de Astronomia −Ano Internacional da Astronomia −Ciência Viva−Posters e panfletos distribuídos a nível Nacional −(…)Produto final do projecto:−Livro de Proceedings

Avaliação:−Inquérito a preencher pelos participantes/intervenientes−Relatório final a constar no Livro de Proceedings

Comissão Organizadora: Beatriz Cachim e Márcia Oliveira, ESDR

Colaboradores:−Sociedade Portuguesa de Física (SPF)−Sociedade Portuguesa de Astronomia (SPA)−Ciência Viva (CV) O UNIVERSO NOS AÇORES I Congresso Internacional de Astronomia Azores−Ano Internacional da Astronomia (IYA)−Aguardando confirmação de outras entidades.

Oradores/Conferencistas−Pedro Russo (Garching bei Muenchen, Germany) – IAU Coordinator for IYA2009−Rosa Maria Ros (Barcelona, Spain) – Vice-Presidente da European Association for Astronomy Education (EAAE). −Miguel Ferreira (Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, Angra do Heroísmo, Portugal e Coordenador do AIA nos Açores)−Felisbela Martins (Porto, Portugal) – Representante da EAAE em Portugal.−Veselka Radeva (Varna, Bulgaria) – Astronomical Observatory and Planetarium.−Rainer Gaitzsch (Muenchen, Germany) EAAE−Sakari Ekko (Turku, Finland) – EAAE. −Paulo Crawford (Lisboa, Portugal) – Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL). −Nuno Sá (Ponta Delgada, Portugal) – Universidade dos Açores. −José Saraiva (Lisboa, Portugal) – Instituto Superior Técnico (IST)/Centro de Recursos Naturais e Ambiente (CERENA).−Alexandre Costa (Faro, Portugal) – EAAE, Escola Secundária de Loulé. −Alina Louro (Guarda, Portugal) – Escola Secundária de Afonso de Albuquerque. Apoios a solicitar para a concretização do congresso:−Local para a realização do congresso.−Meios de transporte para as deslocações dos convidados.−Estadia dos convidados.

(In Canal de Notícias dos Açores)

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segunda-feira, dezembro 08, 2008

Considering relationships of words, thoughts, and “knowledge”: Following ecological principles to enhance research and education

Considering relationships of words, thoughts, and “knowledge”: Following ecological principles to enhance research and education
Alison L. Neilson, Rosalina Gabriel, Luzia Cordeiro Rodrigues, and Ana Moura Arroz. Background/Question/Methods
In asking how to transmit enhanced understandings, we ignore the inherent complexities of human ecology and limit rather than further ecological thought, research and education. Instead, we need to study human knowledge and education in the same fashion as we study ecology, namely be concerned with “the relationships between organisms and their past, present, and future environments…includ[ing] physiological responses of individuals, structures and dynamics of populations, interactions among species, [and] organization of biological communities” (ESA website). This work discusses two studies which take such an ecological approach using qualitative methods including free expression, photographs, drawings, semi-structured and narrative interviews, and meditative visualizations. Researchers followed phenomenografic and narrative arts-based approaches. The first study looked at how children experience the environment. The research was carried out on Terceira Island (Azores, Portugal) with 75 fourth grade children from rural backgrounds and parents with few years of formal schooling. The second study investigated how adults understand their work as environmental educators. It included educators from Tanzania, Paraguay, Colombia, Brazil, Iran, and Canada who take a social critical approach to the environment.
Results/Conclusions
The first study showed similar trends as in other research, i.e., most of the children seem to visualize the environment as a determined space. However, a small percentage of the children, 7.3%, clearly showed a complex understanding in which they are embodied as part of the environment. Unlike research which points to experiences “in nature” as important for inspiring environmental pursuits, the second study broadened the inclusion of people, ideas and events as important. It also points to the ways power operates within research: the power of the words used to ask questions dictate responses; the power of the researcher’s presence upon the participants’ input; and the power of words, images and concepts to keep researchers and educators from being cognizant of complex understandings. These two studies suggest that researchers need to be self-reflexive about their ability to hear what children and adult participants are saying. Research and education methods, which move beyond “subject” and “object” in language, are needed if we want to hear something other than environment being portrayed as object or place.
This work explore the methodologies used and the relationship between these two research projects and the implications for enhancing ecological thought, research and education.

(In the 93rd ESA Annual Meeting)

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