sexta-feira, abril 24, 2009

Engº António Domingues

Na companhia de António Domingues, Eng.º Agrícola (FRUTER) visitaram a zona vinhateira dos Biscoitos os técnicos holandeses Hugo de Mooij e Harl. O Eng.º Domingues esteve ligado ao Projecto Germobanco. Um projecto europeu aprovado pelo Programa de Iniciativa Comunitária INTERREG III B Espaço Açores -Madeira - Canárias 2000-2006. Na época com pretenções de continuar a existir após a finalização do projecto GERMOBANCO III. O GERMOBANCO III tem Parceiros nos Açores:- Associação de Produtores Agrícolas FRUTER da Terceira.- Universidade dos Açores (Departamento Ciências Agrárias da Angra do Heroísmo).

(In Bagos D'Uva)

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segunda-feira, março 17, 2008

Engenharia Financeira para dar continuidade ao projecto Germobanco

O secretário regional adjunto do vice-presidente alertou, em Angra do Heroísmo, para a necessidade de se recorrer à "engenharia financeira" para dar continuidade ao projecto Germobanco III das regiões da Macaronésia.
Carlos Corvelo falava quarta-feira na sessão de encerramento do workshop "Preservação e Valorização de Recursos Fitogenéticos nas Ilhas da Macaronésia", que, durante dois dias, decorreu na Universidade dos Açores (UAç), no Pico da Urze. Segundo o governante, este projecto, criado no âmbito da iniciativa comunitária INTERREG III B, sob liderança da Associação de Produtores de Frutos, de Produtos Hortícola e Florícolas da Ilha Terceira (FRUTER), trouxe "desenvolvimento científico e tecnológico à Região" e a "promoção de parcerias" entre as instituições de investigação, tecido produtivo e órgãos de governo próprio."O trabalho realizado justifica a continuidade do projecto", disse, admitindo, porém, que, no respeitante ao Programa Transnacional Madeira/Açores/Canárias 2007-2013, os recursos são "muito limitados". Nesse quadro, o Programa de Apoio a Projectos de Investigação Científica e Tecnológica com Interesse para o Desenvolvimento Sustentado dos Açores, do Plano Integrado de Ciência e Tecnologia da Região (PICT), constitui a "pista" mais viável para a prossecução do Germobanco, considerou. O programa, cujas informações podem ser consultadas no site da Direcção Regional da Ciência e Tecnologia (http://www.azores.gov.pt/Portal/pt/entidades/srec-drct) prevê apoios à participação de unidades de investigação e desenvolvimento em redes e projectos internacionais. Carlos Corvelo apontou, igualmente, o INTERREG IV como forma de financiamento desta e de iniciativas de semelhante abrangência. "Consideramos que estão criadas as bases para o desenvolvimento de bancos de germoplasma agrícola com o objectivo de valorização das variedades agrícolas locais e de conservação da biodiversidade genética das espécies", afirmou.O secretário regional adjunto do vice-presidenteconsiderou, ainda, "fundamental" a parceria da UAç tanto nesta iniciativa, como na INTERFRUTA, no MARMAC, no CLIMAAT ou no MACAIS. Ao todo, tanto a segunda como a terceira geração do Germobanco representaram um investimento de 785 mil euros (670 mil euros assegurados pelo FEDER).

(In Canal de Notícias dos Açores)

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sábado, março 15, 2008

Espécies devem ser registadas

As espécies vegetais do arquipélago existentes no Germobanco devem ser registadas. A ideia é defendida pelo professor da Universidade dos Açores, David Horta Lopes, que sustenta que “se deve tentar o registo destas espécies, até para que outros não o tentem mais tarde”.

O professor da Universidade dos Açores falava após a inauguração, ontem, de uma câmara frigorífica destinada à preservação de espécies de maior dimensão, como o inhame ou a batata-doce, que vem reforçar a capacidade do Germobanco.A opinião é reforçada pelo director do Centro de Biotecnologia dos Açores, Artur Machado. “Temos um enorme manancial a aproveitar, que é um sub-produto do projecto Germobanco. Contamos, por exemplo, com noventa espécies de macieira, que é preciso registar. Numa era de globalização, estas espécies são de grande valor, mesmo do ponto de vista económico. A maior parte da fruta que se consome nos Açores é importada, o que acarreta grandes custos, nomeadamente com a subida do preço dos combustíveis. Podemos apostar nestas espécies para abastecer o nosso mercado ou mesmo utilizá-las como moeda de troca por outras”, adiantou.Na inauguração da nova câmara frigorífica para conservação de espécies vegetais de maior dimensão, o presidente da Fruter, Sieuve de Menezes afirmou que o projecto Germobanco serviu para unir Madeira, Açores e Canárias. “Foi um projecto a nível da Macaronésia, que eu costumava dizer que era a Mac. Hoje quase podemos dizer que temos a República da Mac”, disse.Especialistas dos Açores, Madeira e Canárias estão reunidos, até ao final da tarde de hoje, no workshop “Preservação e valorização de recursos fitogenéticos nas ilhas da Macaronésia”.Recorde-se o projecto Germobanco conta já com mais de 700 entradas na Região, no que diz respeito à recolha de material biológico de espécies vegetais tradicionais.

(In Diário Insular)

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sexta-feira, março 14, 2008

Germobanco pode ser alargado a outras ilhas

“Este é um projecto muito importante em termos científicos, como repositório genético. É uma espécie de Arca de Noé das espécies da Região. Por isso, continuaremos a apoiá-lo, quer através do programa transnacional, que está muito limitado financeiramente, como através dos apoios que a própria Região tem para o desenvolvimento científico e tecnológico”. A declaração é do secretário regional adjunto do vice-presidente do Governo Regional, Carlos Corvelo, que adianta ainda a vontade de alargar o Germobanco a outras ilhas do arquipélago.“Queremos alargar este projecto a outras entidades, mas não só. Também deve englobar outras ilhas dos Açores, que têm espécies diferentes para recolher, estudar e preservar”, afirma. O secretário regional falava na inauguração, ontem, de uma câmara frigorífica para preservação de espécies vegetais de maior dimensão. Existiam já outras quatro câmaras frigoríficas, utilizadas especialmente para a conservação de sementes. Carlos Corvelo aproveitou a ocasião para salientar a parceria “exemplar” entre as universidades, os poderes públicos e as associações de produtores, quer no Germobanco como no Interfruta.Recorde-se que o Germobanco é financiado pelo programa comunitário a INTERREG III B e tem como objectivo preservar algumas das culturas das regiões da Macaronésia que dispõem de características genéticas próprias. Foi criado um banco de germoplasma de espécies vegetais agrícolas dos Açores, Madeira e Canárias.A Associação de Produtores de Frutos, de Produtos Hortícola e Florícolas da Ilha Terceira (FRUTER) tem como associados neste projecto a Direcção Regional do Desenvolvimento Agrário, a Universidade dos Açores, bem como os parceiros da Madeira e Canárias.
(In Diário Insular)

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quinta-feira, março 13, 2008

Governo congratula-se com o Germobanco III da Macaronésia

O secretário regional adjunto do vice-presidente congratulou-se, hoje, com a evolução do projecto Germobanco III das regiões da Macaronésia, criado no âmbito da iniciativa comunitária INTERREG III B, sob liderança da Associação de Produtores de Frutos, de Produtos Hortícola e Florícolas da Ilha Terceira (FRUTER).
Carlos Corvelo falava na inauguração de uma câmara frigorífica para preservação de espécies vegetais de maior dimensão, que vem juntar-se a outras quatro já existentes, especialmente conservando sementes.A FRUTER tem como associados neste projecto que preserva variedades de espécies regionais antigas como milho, maçã, batata-doce, inhame, castanha, a Direcção Regional do Desenvolvimento Agrário e a Universidade dos Açores, além de parceiros na Madeira e nas Canárias.Carlos Corvelo apontou “esta Arca de Noé” como um dos muitos bons exemplos de cooperação entre as regiões atlânticas que o INTERREG tornou possível e garantiu que, apesar das limitações financeiras, a Região vai continuar a bater-se na Comunidade, “para que se reforce este espaço Açores-Madeira-Canárias, no âmbito da cooperação transnacional”.O Executivo regional vai garantir, também, a continuidade do projecto com verbas próprias, nomeadamente no âmbito dos apoios ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia.O secretário regional considerou, ainda, que foram também exemplares as relações entre as universidades, os poderes públicos e as associações de produtores, “tanto no Germobanco como no Interfruta”, outra iniciativa que envolveu os três arquipélagos atlânticos.

(In Açores.Net)

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segunda-feira, março 10, 2008

Certificação do Germobanco

A Fruter Açores (Associação de Produtores de Frutos, de Produtos Hortícola e Florícolas da Ilha Terceira) recebeu os certificados das Normas ISSO 9001 de gestão e qualidade e das normas ISSO 14001 de gestão ambiental, referentes ao projecto GERMOBANCO III, que inclui o Banco do Centro de Biotecnologia dos Açores, uma parceria entre esta cooperativa e o Centro de Biotecnologia da Universidade dos Açores.
Este é o segundo ano consecutivo que a Fruter e a Universidade dos Açores recebem estas certificações europeias, e o terceiro ano seguido do projecto Germobanco III.
Este projecto é uma parceria entre organismos agrícolas e universidades da Macaronésia e visa proteger a diversidade biológica e genética da agricultura tradicional destas ilhas.
Na apresentação dos certificados, Fernando Menezes, presidente da Fruter, afirmou que estes são “um motivo de orgulho para a cooperativa e para a Universidade dos Açores”. No entanto, não deixou de questionar a viabilidade futura do projecto pois o programa de apoios INTERREG vai baixar a dotação financeira atribuída aos Açores e à Madeira (5 milhões para cada região) enquanto as Canárias vão receber 40 milhões.
Por isso, o líder da Fruter sente-se “pouco apoiado”, entendendo que outros programas europeus como o ProRural deveriam “contemplar uma verba para a preservação de espécies vegetais, tal como já fazem para a genética e os animais”
José Luís Amaral, director regional do Comércio, Industria e Energia, referiu, por sua vez, o bom exemplo que este projecto representa para a região, realçando que os certificados são atribuídos “por auditores externos que verificam todo o trabalho e se este está conforme as normas internacionais e, para nós, isso é um motivo de orgulho”.
O governante elogiou também a postura da Fruter por ter feito um trabalho “ que teve uma estratégia e que aposta na continuidade, com a certificação da sua organização. O trabalho que está por detrás destes certificados é muito e tem que ser valorizado. Queremos que este caso de sucesso se multiplique nos Açores”.
Na conferência de imprensa, a Universidade dos Açores esteve representada por David Horta Lopes. Este docente realçou o trabalho do Centro de Biotecnologia, que foi o responsável pela constituição do banco de germoplasma e pela introdução in vitro de algumas das variedades agrícolas da região (castanheiro, inhame, batata doce, macieira) e a sua caracterização molecular.
No entender deste académico, este projecto deve ser para continuar no futuro e encarado como prioritário, pois “não sabemos o que o futuro nos reserva. Na Europa foi criado um Bando de Sementes e os Açores também deveriam preservar as suas espécies agrícolas”.
Sandro Paim, presidente da Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH), destacou o facto deste projecto ser fruto de uma parceria entre empresas e investigação. Este responsável reforçou a ideia que é fundamental para a competitividade e organização das empresas uma cada vez maior ligação com o mundo universitário.

Governo aposta
na qualificação


José Luís Amaral, durante a sua intervenção, relatou uma conversa com um representante da Associação Portuguesa de Certificação (APCER), que lhe comunicou que o que está a ser feito nos Açores nesta matéria é completamente inovador.
Para fomentar ainda mais essa política, o Governo Regional aprovou o ano passado um Decreto-lei que visa apoiar em 40% (50% nas “ilhas da coesão”) a implementação de sistemas de gestão pela qualidade, que hoje não são obrigatórios, mas que considera “fundamentais para podermos sobreviver no mercado global”.
Esta ideia foi partilhada por Sandro Paim, que mencionou o necessidade do Governo Regional apoiar cada vez mais este tipo de projectos que fomentem a aposta na investigação por parte do mundo empresarial.
Renato Gonçalves´
(In A União)

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domingo, março 09, 2008

Germobanco recebe certificação de qualidade

Os produtos agrícolas que resultam do projecto de investigação científica GERMOBANCO III foram certificados pela sua qualidade e por cumprirem as normais ambientais.

A cerimónia de entrega dos certificados decorreu ontem nas instalações da Fruter, em Angra do Heroísmo. Para além do reconhecimento da qualidade em que são conservadas as sementes de maçãs, castanhas, batata-doce, inhames e feijão, o instituto alemão DNV certificou também as condições de investigação do Centro de Biotecnologia do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores. Financiado pelo programa de iniciativa comunitária INTERREG III B - Açores, Madeira e Canárias, o projecto GERMOPBANCO tem como objectivo preservar algumas das culturas das regiões da macaronésia que dispõem de características genéticas próprias.Tendo em vista esse objectivo, foi constituído um banco de germoplasma de espécies vegetais agrícolas dos Açores, Madeira e Canárias.O projecto GERMOBANCO conta já com mais de 700 entradas nos Açores, no que diz respeito à recolha de material biológico de espécies vegetais tradicionais dos Açores. Entre as espécies mais representadas no banco de germoplasma estão várias sementes de milho.

(In Diário Insular)

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