Pónei da Terceira é estrela na Golegã

Salto NacionalArtur Machado acredita que a presença na Feira Nacional do Cavalo pode representar o “salto” do pónei da Terceira para o reconhecimento nacional. Mas, sobretudo, espera que sirve para chamar a atenção da população e do poder local.“Espero que marque a passagem para o âmbito nacional e espero também que chame a atenção da população açoriana e terceirense. Nós, infelizmente, não olhamos por vezes bem para aquilo que é nosso. Mas temos coisas que deviam ser preservadas e, por vezes, não lhes é dada a atenção devida. O reconhecimento no exterior pode, agora, levar ao reconhecimento na ilha”, avança.
Mercado com potencialO responsável por este centro da Universidade dos Açores assegura que existe um grande mercado potencial para esta raça de pónei, sobretudo ligado a escolas de equitação dirigidas ao público mais jovem. “É um animal ideal para o ensino da equitação. Também pode ser usado na atrelagem, fisioterapia ou trabalho com pessoas deficientes. O pónei encontra toda a actividade que também hoje é reservada ao cavalo. Antigamente o cavalo era um animal de trabalho. Primeiro foi um animal de combate, uma máquina de guerra, depois passou a animal de trabalho e agora teve de encontrar outra função, que é da relacionada com os tempos livres”, adianta.“Não há muitas raças de póneis, para além de não terem a beleza morfológica e a qualidade que este nosso tem. Há uma procura enorme na Europa de animais de pequenas dimensões para escolas de equitação, para desporto de iniciados, e tudo isso”, frisa.Dentro de três a quatro anos, a população deste pónei deverá estar próxima da consolidação em termos genéticos.Por agora, os póneis da Terceira são introduzidos em locais “estratégicos”, como embaixadores da raça. “O primeiro trabalho que temos de fazer é consolidar a população em termos genéticos, criar variabilidade suficiente. Os animais que não vão ser utilizados para este fim podem já começar a servir como embaixadores para a raça. Aliás, já existem quatro póneis da Terceira a fazer parte da equipa de horseball infantil do Sporting”, revela.
Recuperação da raça precisa de mais apoio
Apesar de acreditar que o pónei da Terceira poderá atingir a consolidação genética e o número de animais suficientes para começar a ceder a privados a uma maior escala dentro de três a quatro anos, Artur Machado, responsável pelo Centro de Biotecnologia dos Açores chama a atenção para o facto de o projecto ter de sobreviver nesse espaço de tempo.“São, actualmente, 40 animais. Quatro centenas de animais que têm de comer todos os dias e receber outro tipo de cuidados, o que é muito dispendioso”, revela.Artur Machado confessa que gostava de ver o Governo Regional envolvido no projecto de uma forma mais intensa. “O Governo Regional entrou no projecto de uma forma muito suave, através dos Serviços Florestais, a quem agradeço desde já, que cederam uma parcela na serra de Santa Bárbara, mas que, de maneira nenhuma, é suficiente”, afirma.O apoio pode até não ser monetário. “Poderia passar por reconhecer esta raça como um património”, lança.A universidade está aberta à existência de patrocinadores para estes animais. “As pessoas podem ajudar dentro das suas possibilidade para cuidarmos destes animais, recebendo um diploma de patrocinadores”, conclui.
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During the event, opened on April 30 at 5 PM, five Azorean young students collaborated on the sales at the Azores Pavilion (Pav. E II 19). Lisbon Book Fair will was opened on Saturdays, Sundays and holidays at 11 AM and from Monday to Friday at 12:30 PM. In turn, it was closed from Monday to Thursday at 8:30 PM, on Sundays and holidays (except on the holiday preceding the weekend) at 10 PM, and on Fridays and Saturdays at 11 PM. The book fair was closed at 12 AM on the final weekend.
O início das actividades está marcado para as 10h, do dia 23, embora a abertura oficial seja só às 20h30.Às 20h45, do primeiro dia da feira, tem lugar uma Homenagem Teatral, intitulada “A Comemoração da Data”.O dia 24 de Abril terá a manhã dedicada à criança e, durante o dia, serão realizadas várias actividades, nomeadamente, dois “pedi-papers”, que têm como tema a “Busca do Livro Mágico”, cuja entrega dos troféus aos vencedores tem lugar pelas 20h30. Ainda durante este dia está marcada uma palestra sobre a “Evolução da Escrita”, a cargo do Professor Félix Flores Rodrigues. Nos dias 25 e 26 a abertura da feira será às 10h00 e o encerramento às 23h00.

A Feira do desenvolvimento local é um espaço criado no contexto do 1º Encontro Internacional de Desenvolvimento Local para mostrar produtos, proporcionar trocas de experiências e saberes, animação e festa numa perspectiva de enriquecimento do referido evento. A descentralização das actividades permitirá uma maior variedade de intervenientes e oferecerá aos visitantes a possibilidade de conhecer e interagir com diferentes actores do desenvolvimento local. Poderão inscrever-se para participar na FEIRA entidades públicas e privadas, ONGDs, Associações de Desenvolvimentos Local e pessoas singulares nacionais e estrangeiros que se dedicam a actividades que se enquadram no espírito desta iniciativa. As
Filipe Borges, fundador do grupo “O Contador de Histórias”, estará presente na feira entre 05 e 09 de Novembro, das 10 às 14H00, recebendo os visitantes mais jovens com actividades de animação de leitura. No dia 05 do próximo mês, pelas 10H00, apresentará o livro infantil “O menino do não-quero no país das birras gerais”, de São Melo.
A culinária, saúde e o esoterismo são outras das temáticas com procura significativa. Por outro lado, a secção dos Sabores mostra produtos e iguarias regionais, representadas pelos Centros de Convívio do Porto Judeu de baixo; Porto Judeu de cima; Fanfarra Operária Gago Coutinho e Sacadura Cabral; Centro Comunitário da Terra Chã; Centros Comunitários de Idosos de Santa Bárbara, Serreta e Raminho; ACM, e Casa de Saúde de Santo Espírito. Fazem ainda parte da mostra, pela segunda vez, um stand da Flor Azoris, com plantas e arranjos florais, e as empresas Banquete, Queijo Vaquinha, Restaurante Africana, e Mellos Catering. Nas palavras da Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, Luísa Brasil, a segunda edição da Feira de Letras e Sabores de Angra “está a correr dentro das nossas expectativas, com bastante afluência de público”.
Dividida por sectores de actividade económica, que vão estar em destaque em cada um dos pisos do edifício, a bolsa virtual oferece soluções inovadoras na administração de currículos e nos processos de selecção de candidatos, permitindo, por exemplo, seleccionar os melhores com uma grande redução de tempo e de custos. Recorrer a expositores das entidades empregadoras e universidades parceiras do Portal Universia, assistir a chats/colóquios sobre temas relacionados com o emprego e apresentações institucionais virtuais, conhecer a oferta laboral das melhores empresas do País, deixar o currículo e realizar provas de selecção on-line são alguns dos pressupostos associados à primeira feira virtual de emprego. A Bolsa Virtual Universia dirige-se maioritariamente a estudantes universitários que estão a terminar a sua formação, recém-licenciados e jovens profissionais que tenham iniciado recentemente a sua carreira no mundo do trabalho.