domingo, junho 07, 2009

Campos de golfe provam desacerto ambiental

FILIPE FERNANDES, aluno do Mestrado em Engenharia do Ambiente e membro da Gê-Questa afirma: “É necessário exercer fiscalização, penalizando os prevaricadores, e promover as boas práticas”
A humanidade comemorou ontem mais um Dia Mundial do Ambiente. Os sinais globais não são positivos. Quais os principais problemas que nos podem afectar de forma particular aqui nos Açores e nesta parte do Atlântico?
Em termos globais, podemos falar de alterações climáticas, e os Açores não estão imunes aos efeitos destas. Já se começam a notar alguns dos efeitos, como verões mais secos, maior ocorrência de eventos extremos, tempestades, e mesmo algumas situações de falta de água. Também podemos falar de problemas associados à biodiversidade, com situações de entrada de espécies invasoras que vêm prejudicar o ecossistema da ilha, o nosso ambiente, e mesmo a nossa sustentabilidade económica. Vejam-se os casos de Escaravelho Japonês e das Térmitas.
Continuamos a ouvir falar de aterros sanitários e depois verificamos que são lixeiras a céu aberto… Será assim tão difícil resolver ao menos este problema da recolha e acondicionamento de resíduos?
Difícil não diria, custoso em termos económicos e políticos, sim. É preciso implementar sistemas de recolha de resíduos sólidos, e tratamento destes, melhores, e mais eficientes, que por sua vez têm um custo mais elevado, que é preciso transmitir aos produtores, segundo o princípio do poluidor-pagador. Também é necessário exercer fiscalização, penalizando os prevaricadores, e promover as boas práticas. Todas estas medidas exigem mais dinheiro, que deverá ser bem justificado perante os contribuintes, e dos utilizadores do sistema, e é precisa vontade política para penalizar alguns interesses, e práticas, que se encontram em alguns casos enraizados na nossa cultura.
Já foram divulgadas previsões que apontam para falhas na produção/captação de água para consumo público em quase todas as ilhas. Nuns casos os problemas já se sentem. O que tem falhado?
Diversos são os factores que têm levado à escassez de água. Alterações do regime pluviométrico, menos chuva nos meses de Verão, falhas na captação de água, com insuficiente protecção das zonas de captação e dos aquíferos, falta de investimento nos sistemas de abastecimento de água, com o consequente aumento das perdas na rede e ineficiências do sistema, e finalmente, desperdício de água por parte de alguns consumidores, que ainda consideram a água como um bem inesgotável e barato.
Qual o balanço geral que faz da situação do ambiente nos Açores?
A situação do ambiente nos Açores tem evoluído, de modo geral, de forma positiva. Grande parte da legislação e das estratégias (planos) em matéria de ambiente já se encontram em vigor, mas falta ainda muita implementação. A fiscalização é deficiente, falta transversalidade nas políticas de ambiente, quando uma política em determinada área é elaborada/definida, deveria ter em consideração os seus impactes ambientais, e as suas consequências. Um exemplo desta falta de transversalidade é a decisão da construção de Campos de Golfe em algumas ilhas com manifestos problemas de falta de água, quando se sabe que estas estruturas requerem muita água para o seu funcionamento.
(in Diário Insular)

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Açorianos têm fraca consciência ambiental

A fraca consciência ambiental dos açorianos, foi um dos pontos em destaque, ontem, na sessão de abertura do seminário “Ambiente e Desenvolvimento Sustentável”, no Dia Mundial do Ambiente.O inspector regional do Ambiente, Francisco Vaz de Medeiros, fez na sua apresentação um balanço, a partir dos números anunciados, que indica que “há uma fraca consciência ambiental, um desconhecimento da lei em vigor e ainda uma frágil situação económica que impossibilita os investimentos para os agentes se legalizarem”.Francisco Vaz de Medeiros sublinhou ainda o contributo da Inspecção Regional do Ambiente (IRA) para o desenvolvimento sustentável, na medida em que, “após um primeiro contacto, as pessoas têm acordado para os problemas”, desta forma há um “efeito dissuasor, a partir de uma prevenção e de punição”, desta forma afirma que tem “regulado os mercados, de maneira a evitar a concorrência desleal”, comparando a acção da IRA com a da Inspecção Regional das Actividades Económicas.O inspector do Ambiente termina enunciando os desafios que a IRA tem pela frente, que considera serem: a diminuição do número de infracções e o aumento da consciência ambiental nas populações”, para que se “melhore a qualidade ambiental e para que haja um equilíbrio entre o crescimento económico e a qualidade ambiental”.No Dia Mundial do Ambiente, o professor da Universidade dos Açores, Félix Rodrigues, falou sobre a Educação Ambiental e sobre o Desenvolvimento Sustentável.“Estes são conceitos discutíveis, que têm se ser pensados. O primeiro passo para a educção ambiental é a sensibilização, de forma a que se discutam e se alterem atitudes”, explicou Félix Rodrigues.“A educação ambiental deve ser para todos e sempre”, porque “estamos todos preocupados com o ambiente porque o alterámos”, avança.O professor salientou a ideia que o desenvolvimento sustentável é “a fusão entre o natural e o social” e para que isso aconteça é necessário que “cada indivíduo dê o seu contributo, porque o que cada um dá tem um impacto no global”.Conclui que se devem aproveitar “as mais valias de cada elemento da sociedade” e “encontrar soluções regionais para os problemas locais, em vez de importá-las”.Outro dos professores da Universidade dos Açores que interveio no seminário foi Francisco Cota Rodrigues, que falou sobre a água subterrânea na Terceira. Após explicações sobre escoamentos, infiltrações, retenções, aquíferos basais e suspensos, bem como as vantagens e desvantagens de cada um, concluiu que no futuro se “deve aumentar a exploração dos aquíferos de base e simultaneamente explorar os aquíferos suspensos, fazendo uma mistura, de forma a obter água de melhor qualidade”.O presidente da empresa municipal Praia Ambiente, Paulo Messias, evidenciou no, seu discurso, as iniciativas da empresa, nomeadamente na área dos resíduos sólidos, “ a implementação do canal HORECA, a recolha de recicláveis junto de hotéis, restaurantes e cafés e a recolha porta a porta de materiais recicláveis no centro urbano, serviços já expandidos a áreas periféricas, que “têm tido os melhores resultados”.Paulo Messias salientou ainda o Plano de Valorização dos Óleos Alimentares Usados com a principal intenção de os transformar em bio-combustível. “As acções tomadas actualmente, para além dos efeitos imediatos, devem ter efeitos que subsistam no tempo para que aqueles que nos seguem sejam herdeiros de um planeta mais limpo ”, destacou o presidente da Praia Ambiente.

(in Diário Insular)

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sexta-feira, junho 05, 2009

Problemáticas ambientais em debate na Praia

“Ambiente e Desenvolvimento Sustentável” é o tema de um seminário decorre hoje, a partir das 09H15, no Salão Nobre da Câmara Municipal da Praia da Vitória.


Promovido pela Praia Ambiente, no âmbito do programa de Educação Ambiental, o seminário destina-se a assinalar o Dia Mundial do Ambiente, alertando para as problemáticas ambientais, nomeadamente no que se refere às questões relacionadas com o desenvolvimento sustentável, dando enfoque ao caso concreto do concelho da Praia da Vitória. De acordo com a Praia Ambiente, a escolha desta temática enquadra-se na comemoração da “Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (2005-2014), estabelecida pelas Nações Unidas, com o intuito de promover a sensibilização e informação ambiental da população, dado que esta assume um papel fulcral na construção do desenvolvimento sustentável. “Água subterrânea na ilha Terceira”, “Ambiente e economia”, “Educação ambiental e desenvolvimento sustentável” e a “A actividade dos Serviços de Inspecção do Ambiente na ilha Terceira” são os temas que serão abordados no seminário. Paulo Messias, presidente da Praia Ambiente, intervém na sessão de abertura, marcada para as 09H15, após o que Francisco Medeiros, Inspector Regional do Ambiente, aborda o tema “A Inspecção Regional do Ambiente - Contributos e desafios para a qualidade ambiental e desenvolvimento sustentável”. Cota Rodrigues, docente Universidade dos Açores, vai falar, a partir das 10H15, sobre a “Água subterrânea na ilha Terceira”. Félix Rodrigues, também docente da Universidade dos Açores, aborda, pelas 11H00, o tema “Educação ambiental e desenvolvimento sustentável”. Outra docente da Universidade dos Açores, Emiliana Silva, vai falar sobre “Ambiente e economia”, a partir das 11H30. Para as 12H00 está agendado um debate, seguindo-se a sessão de encerramento.

(in Diário Insular)

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quinta-feira, junho 04, 2009

Seminário Dia Mundial do Ambiente


A Praia Ambiente, em colaboração com o Município da Praia da Vitória, organiza, no âmbito do programa de Educação Ambiental, um seminário dedicado à temática “Ambiente e Desenvolvimento Sustentável”, no próximo dia 5 de Junho, nos Paços do Concelho, Salão Nobre e com início às 9h15.
Deste modo, serão abordadas as seguintes temáticas: “Água Subterrânea na ilha Terceira”, “Ambiente e Economia”, “Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável” e “A Actividade dos Serviços de Inspecção do Ambiente na Ilha Terceira”.
O programa é o seguinte:
09h15
Sessão de Abertura – Paulo Ávila Messias, Presidente da Praia Ambiente, E.M.
09h45
A Inspecção Regional do Ambiente - Contributos e desa­fios para a qualidade ambiental e desenvolvimento sustentável – Francisco Vaz de Medeiros, Inspector Regional do Ambiente.
10h15
Água Subterrânea na ilha Terceira – Francisco Cota Rodrigues, Docente Universidade dos Açores - Angra do Heroísmo.
10h45
Pausa-Café
11h00
Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável – António Félix Rodrigues, Docente Universidade dos Açores - Angra do Heroísmo.
11h30
Ambiente e Economia - Emiliana Soares da Silva, Docente Universidade dos Açores – Angra do Heroísmo
12h00
Debate
12h30
Sessão de Encerramento – Representante do Secretário Regional do Ambiente e do Mar.

Inscrições até ao dia 3 de Junho
295 545 530 telma.oliveira@praiaambiente.pt

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Comemoração do Dia do Ambiente

No âmbito das comemorações do Dia Mundial do Ambiente, estão agendadas as seguintes palestras temáticas na Escola Secundária Vitorino de Nemésio, para as quais está convidada a comunidade escolar:

29-05-2009 (sexta-feira)

10:45-Energia Eólica – Eng. Miguel Martins (Grupo EDA)

03-06-09 (Quarta-feira)

10:45-Aves Migratórias na rota dos Açores – Mestre Cecília Melo – Universidade dos Açores

05-06-09 – (sexta-feira)

14:15 A biologia marinha numa espécie emblemática dos Açores –Doutor Leonardo Machado – Universidade dos Açores

12:15 Entrega dos Prémios e Certificados de Participação aos alunos participantes na actividade “Quiz Energia”

15-06-09 – (Segunda - feira)

14:15 Aves Marinhas nos Açores – Paulo Henrique – Assessor Técnico do Gabinete do S.R.A.M.


(in ESVN uma EcoEscola)

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domingo, junho 08, 2008

paLAVAS- Recital de poesia no Algar do Carvão

Decorreu ontem, 8 de Junho de 2008, pelas 21:30H, um rectital de poesia denominado paLAVAS, no Algar do Carvão, ilha Terceira, organizado pela Ecoteca da Terceira, Os Montanheiros e a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar, integrado nas comemorações do Dia Mundial do Ambiente.
A actividade iniciou-se com a audição do tema musical "Arquipélago" de Antero Ávila, seguido da declamação de poemas de autores terceirenses.

O primeiro poema "Pedra-Poema para Henry Moore" de Emanuel Félix foi declamado por Álamo de Oliveira. Seguiu-se a declamação de dois poemas de Luísa Ribeiro: "Deita-me neste vendaval" e "Dádivas" por Judite Parreira.
Félix Rodrigues, docente da Universidade dos Açores, declamou o poema de Vitorino Nemésio "A Concha".
"Memória" e "Germinação" de Sónia Bettencourt, foram declamados por Filomena Ferreira.
Após uma primeira "ronda" de declamações, ouviu-se o tema musical "Ah estranho país vegetal" (poema de Emanuel Félix com música de Beto Bollo e Paulo Borges).
Álamo Oliveira recitou o poema "Rimance de Dona Baleia" da sua autoria, Judite Parreira recitou os poemas "Dois sangues (Parte C)" e "Postal de Terra na Terra" de Luísa Ribeiro, Félix Rodrigues recitou dois poemas da sua autoria: "Manifesto Anti-Nuclear" e "Memórias de clorofila" e Filomena Ferreira, dois poemas de Sónia Bettencourt: "Intranquilidade" e "Remanso".
Álamo de Oliveira encerrou as declamações com um último poema de Rui Duarte Rodrigues intitulado "Namorados de Serajevo".
O Recital terminou com a audição do tema musical "Solteiras" de José Lourenço, Carlos Baptista Ávila, Carlos Medeiros e José João Silva.

(In Programa do recital de poesia)

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sábado, junho 07, 2008

Acções de protecção do ambiente em diversas ilhas

A limpeza da orla costeira do concelho da Lagoa, S. Miguel, é uma das iniciativas que teve lugar no âmbito das comemorações do Dia Mundial do Ambiente.
Para assinalar o Dia Mundial do Ambiente, a Ecoteca da Lagoa, em S. Miguel, em colaboração com o Agrupamento de Escuteiros do Livramento, com a Associação Amigos dos Açores e a Câmara Municipal da Lagoa, promoveu uma acção de limpeza da orla costeira, que tem como objectivo a sensibilização dos mais novos para a problemática dos resíduos na orla costeira. Na Ecoteca da Ribeira Grande está patente a exposição “Buracos de Lava”. Em Santa Maria foi organizado um seminário sobre eficiência energética, na Igreja das Vitórias, em Vila do Porto e uma campanha de troca de lâmpadas na ecoteca local. No dia 7, hoje, está prevista a realização de um passeio pedestre, com o percurso “Santa Bárbara – Sol Nascente”, uma iniciativa aberta à participação da população mariense. Em S. Jorge vai ser realizado um passeio pedestre ambiental, um peddy –paper, uma regata ecológica e a projecção do filme “Planeta Terra 2007”. No Pico, a ecoteca local promove a “Semana do Ambiente e dos Oceanos”. A Ecoteca do Faial organizou, no Auditório da Biblioteca Pública e Arquivo Regional da Horta, uma palestra sobre “A relação entre o Homem e a Natureza: desafios de hoje para uma relação de sempre”. Na Terceira, realizou-se no dia 6, um percurso pedestre com interpretação ambiental à zona dos Mistérios Negros. Para o dia 7, hoje, às 21h30, o Algar do Carvão abrirá as portas para acolher um recital de poesia de cariz ambiental, onde participa o Professor Félix Rodrigues do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores. Já na ilha Graciosa, a ecoteca promove diversas actividades, entre as quais, uma exposição sobre “Limpar o mundo, limpar Portugal, uma ilha Graciosa” e uma campanha de recolha de resíduos em todas as freguesias e a actividade “Água, um bem precioso”. A Ecoteca das Flores assinala, hoje, dia 7, uma “Corrida pelo Ambiente”.

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quinta-feira, junho 05, 2008

DIA MUNDIAL DO AMBIENTE - Escola Profissional vai plantar árvores

A plantação de árvores, exposições, jogos, ateliers e actividades lúdicas baseadas nos diversos problemas ambientais são algumas das acções promovidas pela Escola Profissional da Praia da Vitória (EPPV), nos próximos dias 5 (Dia Mundial do Ambiente) e 6 de Junho.
Trata-se de uma iniciativa cujo objectivo é promover a educação ambiental e o respeito pelos espaços verdes junto de mais de meia centena de alunos, entre 16 e 40 anos de idade, de cinco cursos do programa “Reactivar”. “Esta actividade surge na sequência do nosso plano de actividades, inserida no programa Eco-Escola, e vai proporcionar aos alunos o contacto com as temáticas ambientais, a aprendizagem de comportamentos correctos, para além de permitir o convívio e o trabalho de equipa entre estudantes dos diferentes cursos”, sustenta Domingos Borges, director da EPPV. Já Soraia Aguiar, professora responsável pelo projecto, adianta que “um dos objectivos passa também por chamar atenção da comunidade escolar; alertar alunos, professores, auxiliares, para os problemas ambientais e preservação do ambiente, e mostrar aos estudantes como eles poderão ligar essas mesmas aprendizagens à sua vertente profissional”. E acrescenta: “Dali vão sair futuros profissionais e portanto têm de ter atenção que o mercado de trabalho está bastante desperto para a realidade ambiental”. Na prática, na manhã de quinta-feira, 5 de Junho, os alunos irão plantar cinco árvores, simbolicamente, uma por cada curso, no próprio espaço escolar, seguindo demonstrações das disciplinas tecnológicas, mediante stands orientados pelos professores daquelas disciplinas.“Assim os alunos ficam com uma ideia do que é que os colegas estão a fazer em termos de práticas de curso, bem como tomam conhecimento de outros espaços de trabalho existentes na escola”, explica a docente. Durante a tarde estarão vigentes as áreas sócio-culturais e científicas com a realização de actividades que vão “propor soluções eficazes na redução dos impactos dos problemas ambientais como é o caso da reciclagem”, e uma palestra sobre a reutilização de óleos, proferida por Emanuel Barcelos, Mestrando em Engenharia do Ambiente da Universidade dos Açores. Quanto ao dia 6 de Junho, as actividades programadas serão realizadas no exterior, com um passeio pelo trilho pedestre “Mistérios Negros”, no sentido de promover o contacto com a Natureza. No mesmo dia haverá ainda um almoço-convívio na reserva florestal dos Viveiros. O projecto, que envolve mais de uma dezena de professores do programa “Reactivar” da EPPV, englobando os cursos de Acção Educativa; Produção Agrícola; Serviço de Andares em Hotelaria; Cozinha; e Refrigeração, Ar condicionado e Climatização, conta com o apoio da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar, Ecoteca da Terceira e Laboratório de Ambiente Marinho e Tecnologia da Universidade dos Açores. É de referir que o programa “Reactivar” são cursos orientados para adultos desempregados, alguns em risco de exclusão social, com dupla certificação, isto é, ao mesmo tempo que dão equivalência a um nível de escolaridade (sexto ou nono ano) permitem a certificação profissional.

Governo vai distribuir puzzles e jogos de memória

O Governo dos Açores vai distribuir, por diversas entidades regionais, seis mil exemplares de puzzles e jogos de memória, para comemorar o Dia Mundial do Ambiente que se celebra quinta-feira. A iniciativa tem por objectivo sensibilizar os açorianos, especialmente os mais jovens, para o conhecimento e para a protecção de espécies protegidas. O puzzle, que destaca as espécies marinhas dos Açores, tem 88 peças e faz referência a quatro espécies protegidas pela directiva Habitats, nomeadamente, o Garajau-rosado (Sterna dougallii), o Cagarro (Calonectris diomedea borealis), o Roaz (Tursiops truncatus) e a Tartaruga-careta (Caretta caretta), com uma pequena descrição das espécies, assim como, do seu estatuto de protecção. Quanto ao jogo de memória, sobre as espécies endémicas dos Açores, tem 59 cartas, das quais 50 com fotografias das diferentes espécies da flora endémica da Região, enquanto que as restantes apresentam instruções do jogo e uma pequena descrição das espécies, bem como, da sua localização geográfica.
Sónia Bettencourt

(In A União)

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