RELATÓRIOS TÉCNICOS - Conservatória do Registo de Civil com problemas de ventilação
Um problema de ventilação está origem dos maus cheiros nas instalações do Registo Civil em Angra do Heroísmo.
Os relatórios das vistorias realizadas ao local, pela Direcção Regional de Energia, Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores e Bombeiros Americanos, indicam problemas de ventilação no edifício que alberga os serviços do Registo Civil e ausência de algumas normas de segurança no posto de combustíveis instalado no local, como causa do mal-estar dos funcionários e dos cheiros intensos.
A proximidade do posto de uma das entradas de ar para o referido edifício “promove a entrada de vapores e de níveis elevados de dióxido de carbono”, referem os técnicos chamados ao local, após queixas dos funcionários da Conservatória e dos vizinhos.
Segundo conseguimos apurar, as partes interessadas já foram notificadas das conclusões das vistorias, para poderem alterar as situações em causa.
O posto de combustíveis do Alto das Covas deverá manter-se encerrado até não cumprir os requisitos impostos pela legislação em vigor, informou a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo. A autarquia só deverá autorizar a reabertura daquele posto após outra vistoria ao local e garantidas todas as normas de segurança.
A União apurou que a empresa proprietária do Posto de Combustível deverá, brevemente, proceder às alterações solicitadas pelos documentos da vistoria.
Em relação ao edifício da Conservatória do Registo Civil, a ventilação “deverá ser pelo telhado”, aconselham os relatórios, para evitar a entrada de dióxido de carbono detectada no local e diminuir o cheiro dos combustíveis.
(In A união, João Costa/Fotaçor)
Os relatórios das vistorias realizadas ao local, pela Direcção Regional de Energia, Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores e Bombeiros Americanos, indicam problemas de ventilação no edifício que alberga os serviços do Registo Civil e ausência de algumas normas de segurança no posto de combustíveis instalado no local, como causa do mal-estar dos funcionários e dos cheiros intensos.
A proximidade do posto de uma das entradas de ar para o referido edifício “promove a entrada de vapores e de níveis elevados de dióxido de carbono”, referem os técnicos chamados ao local, após queixas dos funcionários da Conservatória e dos vizinhos.
Segundo conseguimos apurar, as partes interessadas já foram notificadas das conclusões das vistorias, para poderem alterar as situações em causa.
O posto de combustíveis do Alto das Covas deverá manter-se encerrado até não cumprir os requisitos impostos pela legislação em vigor, informou a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo. A autarquia só deverá autorizar a reabertura daquele posto após outra vistoria ao local e garantidas todas as normas de segurança.

A União apurou que a empresa proprietária do Posto de Combustível deverá, brevemente, proceder às alterações solicitadas pelos documentos da vistoria.
Em relação ao edifício da Conservatória do Registo Civil, a ventilação “deverá ser pelo telhado”, aconselham os relatórios, para evitar a entrada de dióxido de carbono detectada no local e diminuir o cheiro dos combustíveis.
(In A união, João Costa/Fotaçor)
Etiquetas: Atmosfera, hidrocarbonetos, Poluição, relatório
Além da vertente estratégica, o PRA comporta uma componente operacional, incluindo um conjunto de programas destinados à solução das disfunções diagnosticadas que partem do pressuposto da especial importância dos recursos hídricos numa região insular.Numa região como os Açores impõe-se a necessidade de ordenar a crescente pressão que é exercida sobre os recursos hídricos face à descontinuidade territorial que determina a optimização dos recursos existentes em cada ilha, alega o documento.No caso do abastecimento de água, consagra como uma das nove linhas de orientação estratégica a “Melhoria da oferta e gestão da procura de água para as populações e actividades económicas” que supõe a disponibilidade de um recurso finito e da necessidade de optimização na eficiência dos seus usos.O documento refere que, nos Açores, as disponibilidades de água são suficientes para suprir as necessidades, embora nas ilhas Graciosa, Terceira e S. Miguel se registe uma maior pressão face às necessidades e disponibilidades nestas ilhas.Reforçar os sistemas de abastecimento de água no sentido de serem constituídas reservas com maior capacidade de armazenamento de água – contribuindo para a regularidade da distribuição na época estival – e, uma gestão integrada das origens de água são algumas das soluções defendidas.Neste contexto, o PRA consagrou o projecto de “reforço do sistema de abastecimento de água” que prevê a construção de infra-estruturas de armazenamento de água por parte das respectivas entidades gestoras.Com vista à optimização da gestão das origens, matéria a solucionar pela via da adopção de um modelo integrado dos sistemas de abastecimento de água, foi consignada a elaboração de planos directores de abastecimento de águas e saneamento de águas residuais, nomeadamente, um “Estudo de Concepção Geral do Sistema Integrado de Abastecimento de Água e Saneamento de Águas Residuais da Região Autónoma dos Açores”.Inserido num quadro de protecção e valorização dos recursos hídricos da Região, o estudo tem como objectivo a utilização adequada da água e o desenvolvimento equilibrado dos Açores, procurando a articulação e a compatibilização dos sistemas em exploração.Ambos os estudos se encontram em fase de conclusão e servirão de suporte técnico para as entidades competentes açorianas definirem o modelo de gestão do sector, um processo que foi acompanhado pela Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores.Será igualmente divulgada, em edição de bolso, uma publicação que disponibilizará informação a todos os responsáveis e interessados na gestão da água. Em relação à Protecção das Origens de Água para abastecimento público, a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar e a Universidade dos Açores tem em curso o processo de delimitação de perímetros de protecção de captações que, na presente data, já cobre todas as ilhas do arquipélago.Para além da implementação dos projectos preconizados no PRA, em Junho de 2007, foi publicado, em Junho de 2007, o Atlas da Água nos Açores, um compêndio com uma forte componente cartográfica, fruto de uma aposta na referenciação geográfica dos dados, de informação no domínio da água produzido pela Administração Regional e pela investigação científica.