sábado, julho 25, 2009

Modelo de Apoio à decisão para gerir a lavoura e água - Poluição luminosa

sexta-feira, maio 29, 2009

Furos e nascentes “misturados” para aumentar qualidade

Arranca este Verão, na Praia da Vitória, um processo de “mistura” de águas, que pretende equilibrar os níveis de salinidade, bem como de fluoretos. De acordo com o administrador da empresa municipal Praia Ambiente, Cota Rodrigues, existem furos que apresentam níveis de salinidade elevada, pelo que a “solução, havendo outros tipos de água com pouco sal, é misturá-los, obtendo mais qualidade”. Na prática, a água captada em algumas nascentes da zona da Agualva vai ser transportada e misturada, nos reservatórios, com a água dos furos. Esta solução faz frente também ao problema de elevados níveis de fluoretos que se verificam na água da Agualva. “Conseguimos assim equilibrar os níveis de cloretos e de fluoretos”, conclui Cota Rodrigues. Recorde-se que esta mesma solução já tinha sido apresentada no “9º Encontro de Química dos Alimentos”, que decorreu, este mês, no pólo universitário do Pico da Urze, por Félix Rodrigues, num trabalho conjunto com Cota Rodrigues e Vanda Bettencourt. Foi proposta uma mistura de águas dos furos de captação e nascentes, melhorando a qualidade organoléptica, através da diminuição do teor de cloretos e obtendo-se um nível equilibrado de fluoretos. Concluiu-se também que água proveniente de furos no concelho da Praia da Vitória, que abastecem maioritariamente a zona urbana, pode provocar cáries, enquanto a das nascentes pode criar fluorose dentária (manchas nos dentes). A mistura destes dois tipos de água, um com níveis demasiado elevados de cloretos, e outro com presença excessiva de fluoretos, pode reduzir a incidência das doenças na população.

(in Diário Insular)

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quarta-feira, maio 13, 2009

CONTRATO ASSINADO ONTEM LNEC estuda solos e águas da Praia

O Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) começa este mês a analisar os solos e as águas do concelho da Praia da Vitória, para apurar se existe contaminação por hidrocarbonetos, metais pesados e resíduos nucleares.
Os trabalhos serão realizados por uma equipa de sete doutorados, com recurso a 14 furos que serão feitos por sondadores. O estudo deverá estar concluídos no prazo máximo de um ano.
O estudo abrange uma área de 163 quilómetros quadrados, cerca de 40 por cento da superfície da Terceira, anunciou, ontem, o presidente do LNEC, Carlos Ramos, durante a assinatura de um contrato de prestação de serviços com a Câmara da Praia da Vitória, orçado em cerca de 607 mil euros.

A iniciativa surge na sequência de notícias que apontam para uma eventual contaminação dos solos e águas do concelho pelo sistema de armazenamento e abastecimento de combustíveis do destacamento norte-americano estacionado na Base das Lajes.
Para esclarecer a questão, o estudo vai englobar a análise à qualidade dos solos e a avaliação da qualidade das águas, mas também prospecção geofísica, modelação do funcionamento hidrológico e transporte de poluentes nos aquíferos e reabilitação.
Através de modelos matemáticos, vão ser também medidos os aquíferos cujos resultados permitirão uma orientação sobre a gestão futura dos recursos hídricos do concelho.
Os custos dos trabalhos são financiados na totalidade pelo executivo açoriano, através da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar.
“O risco nulo não existe e, por isso, é necessário quantificá-lo para se saber lidar com ele”, salientou Carlos Ramos.
O LNEC propõe analisar a evolução e migração das plumas contaminantes com vista ao estabelecimento de possíveis situações de risco para os furos de abastecimento urbano.
A proposta de trabalho apresentada define como perímetros: “Areeiro, Pico Celeiro; Vale Farto; Canada da Saúde; Juncal; Fontinhas e nascente da Caldeiras das Lajes”. Contudo, os técnicos admitem mudar localizações em função dos dados “que venham a ser obtidos nas campanhas de campo”.

Estudo independente

Por seu turno, o presidente da autarquia, Roberto Monteiro, salientou que “o estudo é feito por uma entidade independente, credível e reconhecida internacionalmente”, frisando que “a cônsul norte-americana se comprometeu a aceitar as suas conclusões”.
No caso de existir contaminação, Roberto Monteiro disse que “o problema terá de ser resolvido entre os governos regional e da República e os EUA”.
O autarca assegurou, no entanto, que, “na defesa dos interesses do concelho, caso existam resistências [norte-americanas] em assumir responsabilidades", a Câmara da Praia da Vitória está disposta "a recorrer, se necessário, a tribunais internacionais”.
Quando o problema foi levantado, a autarquia garantiu que, “nas análises regulares efectuadas às águas de consumo público, nunca foram detectadas contaminações por hidrocarbonetos e metais pesados”.
A professora da Universidade dos Açores, Adelaide Lobo, disse também à Lusa que, “ao longo de duas décadas e meia de análises às águas de consumo público na ilha Terceira, nunca foram detectadas aquelas substâncias”.
Um comunicado do Departamento de Relações Públicas da Força Aérea Portuguesa (FAP) admitiu, no entanto, que “existem identificados na Base Aérea das Lajes solos contaminados com hidrocarbonetos, mas superficialmente e pouco preocupantes”.
O documento acrescentava que “há já alguns anos que decorrem planos e acções concretas para correcção da situação, referidos em vários relatórios, sobre os quais não existe nenhuma intenção conhecida, quer das autoridades portuguesas ou norte-americanas em mantê-los secretos”.
Roberto Monteiro voltou a referir na cerimónia de ontem que “os resultados das análises que continuam a ser regularmente efectuadas garantem a fiabilidade e qualidade da água para consumo público”.
(In A União , Foto: João Costa/Fotaçor)

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quinta-feira, maio 07, 2009

Água da Praia pode provocar cáries e manchas

A água proveniente de furos no concelho da Praia da Vitória, que abastecem maioritariamente a zona urbana, pode provocar cáries, enquanto a das nascentes da Agualva pode criar fluorose dentária (manchas nos dentes).
A informação está num estudo desenvolvido pelo professor da Universidade dos Açores, Félix Rodrigues, e por Cota Rodrigues e Vanda Bettencourt, da empresa municipal Praia Ambiente, apresentado no “9º Encontro de Química dos Alimentos”, que decorreu, no Pico da Urze em Angra do Heroísmo.

De acordo com Félix Rodrigues, foi feita uma previsão probabilística do risco de contracção de cárie e fluorose dentária no concelho da Praia. “Concluímos que essa probabilidade está ligada ao facto de as águas dos furos terem uma baixa presença de fluoretos, enquanto as das nascentes da zona da Agualva, que abastecem também a Vila Nova, tem um teor alto em fluoretos e baixo em cloretos. A presença de fluoretos demasiado baixa provoca cáries e o elevado teor de fluoretos, fluorose dentária, isto é, manchas nos dentes”, explicou.
Os especialistas propuseram uma mistura de águas dos furos de captação e nascentes, de forma a melhorar a qualidade organoléptica, através da diminuição do teor de cloretos e obtendo-se um nível equilibrado de fluoretos.
Esta “mistura” deverá reduzir a incidência destas doenças na população do Concelho da Praia da Vitória.
(in Diário Insular)

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quarta-feira, dezembro 31, 2008

Principais notícias de 2008

Resumo das principais notícias do ano de 2008, no telejornal da RTP -Açores, onde se inclui o problema da água na Terceira (6ª notícia).

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quinta-feira, agosto 07, 2008

Arsénio nas águas das Caldeiras das Furnas


Autoridades desdramatizam, mas a comunidade científica declara preocupação.
As águas das caldeiras das Furnas, em São Miguel, onde estão a ser cozidos os milhos, têm elevada concentração de arsénio.
Este é o resultado das análises que a secretaria regional da Economia está a efectuar às aguas termais.
O director do comercio e indústria diz que os valores são os mesmos de há cinco e dez anos atrás e garante que não há perigo para a saúde pública.
Opinião contrária tem a comunidade científica, que reclama um cartaz no local a proibir o milho cozido nas caldeiras.

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terça-feira, maio 13, 2008

Cota Rodrigues confirma qualidade da água da Praia

A água para consumo disponibilizada pela empresa municipal Praia Ambiente está dentro de todos os parâmetros de qualidade exigidos pela legislação em vigor no país. “As análises realizadas nas captações actualmente existentes mostram ausência de contaminação” reconhece Cota Rodrigues, um investigador do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores com diversos trabalhos publicados sobre a matéria. O docente universitário, em entrevista a um grupo de finalistas do Curso de Ciências do Ambiente (que publicamos abaixo), alega que a água proveniente do aquífero de base não apresenta indícios de contaminação nos pontos onde é captada. O investigador diz ainda ter conhecimento que alguns lençóis de água, mais superficiais foram poluídos, “pelo menos pontualmente”, porém, assegura que a esse nível não existe captação de água para consumo e que não há um diagnóstico claro do problema.
A existência de plumas de poluição por hidrocarbonetos na Base das Lajes e suas imediações, supostamente associado a derrames de combustíveis, tem agitado a comunicação social açoriana e preocupado as autoridades regionais. Estas manchas poluentes, no seu processo evolutivo natural, podem afectar a qualidade da água captada. Quisemos conhecer melhor os contornos deste problema consultando o Prof. Cota Rodrigues, docente na Universidade dos Açores.
Recentemente foi divulgada a presença de plumas de poluição nas imediações da base das Lajes. Essas plumas há quanto tempo existem e são constituídas por que substancias?
A poluição dos solos nas imediações da Base das Lajes, nomeadamente da área do Posto 1, é conhecida há vários anos e tem sido frequentemente referida na comunicação social. Neste caso especifico o líquido poluente é constituído por hidrocarbonetos usados como combustíveis.
São substâncias perigosas, portanto?
Essas são substâncias que podem envolver perigosidade quando contactam massas de água subterrânea que são captadas para abastecimento público.
Isso significa que os aquíferos captados não estão poluídos?
Isso pode significar que as zonas do aquífero onde se está a captar água não foram ainda atingidas. Refira-se que as análises feitas nas captações actualmente existentes mostram ausência de contaminação.
As populações abastecidas podem portanto estar tranquilas?
Não se trata aqui de tranquilizar ou não as populações. Trata-se de constatar uma realidade: a água que é disponibilizada para abastecimento público no concelho da Praia da Vitória apresenta boa qualidade, como recentemente reconheceu o Instituto Regulador de Águas e Resíduos.
Na sua opinião, de onde proveio esta poluição?
Sem estudos de pormenor não é possível identificar as fontes poluentes. A presença de agentes poluentes nas imediações pode ser uma boa pista.
Este facto, ultimamente muito referido na imprensa, tem preocupado as autoridades regionais e autárquicas. Existem razões para isso?
Essas preocupações são naturalmente legítimas uma vez que não existe um diagnóstico claro do problema.
Há a possibilidade dos recursos hídricos da zona serem qualitativamente afectados?
Existem nas zonas afectadas por estas manchas poluentes - massas de água subterrânea ou lençóis de água, utilizando uma linguagem mais comum. Pelos dados que possuo uma dessas massas hídricas, a mais superficial, foi afectada, pelo menos pontualmente.
Esse é um dos níveis captados?
Esse nível não é captado. Actualmente na zona do Ramo Grande apenas se explora o nível mais profundo, o chamado aquífero de base, localizado a cotas próximas do nível do mar. Pelo menos nas zonas onde é explorado, esse aquífero não está contaminado.
Foram recentemente publicadas análises, retiradas de um relatório elaborado por entidades norte-americanas, onde se demonstra que essa massa de água mais profunda, captada por alguns furos, já apresenta contaminação. Quer comentar esta notícia?
Como já referi, a água proveniente do aquífero de base não apresenta indícios de contaminação nos pontos onde é captada. As análises mensalmente efectuadas por um laboratório independente provam-no claramente. Isto não significa que não existam sectores deste aquífero que não estejam afectados como esses dados parecem indiciar.
Que soluções existem para resolver esta situação?
Só é possível apontar soluções depois de se conhecer a efectivamente a dimensão do problema. Existem na actualidade técnicas capazes de eliminar ou controlar fenómenos de poluição por hidrocarbonetos, que têm sido aplicadas com sucesso em várias partes do mundo. Este tipo de problemas associados à presença de instalações militares é muito frequente, existindo por isso um vasto conhecimento na sua mitigação.
A exploração exagerada de água por parte das Forças Armadas Americanas nas imediações da Base das Lajes é apontada como um factor de degradação da qualidade da água captada para abastecimento público em parte do concelho da Praia. Concorda com esta suposição?
O sistema aquífero captado através de furos pelos portugueses e americanos na zona do Ramo Grande é o mesmo. Este possui a particularidade de contactar directamente com a água do mar, estando por isso sujeito a intrusão salina. Quanto maiores forem os caudais extraídos mais se faz sentir este fenómeno.
Isso significa que as captações americanas incrementam a salinização?
Qualquer extracção de água neste aquífero incrementa a salinização. É evidente que todos necessitamos de água, os munícipes da Praia da Vitória e os nossos hóspedes americanos.
Acha então que este é um problema de difícil solução?
A extracção de água de aquíferos com processos de salinização implica em casos extremos o tratamento das águas captadas através de processos normalmente onerosos e eficácia duvidosa. Julgo que a melhor solução passa por uma racionalização da exploração, associada à captação de nascentes onde não existe intrusão salina.
Em termos práticos, essa racionalização significa o quê?
Em termos práticos isso significa que o processo de captação deve ser integrado, ou seja, deve englobar todas as partes interessadas, de forma a garantir uma salinização mínima. Por outro lado existem na ilha outras fontes, onde a água tem teores de sais baixos. A mistura destes caudais permite água com níveis de qualidade melhores.
Isso significa que os aquíferos devem ser explorados apenas por uma entidade?
A situação ideal é existir uma gestão única.
E ao nível institucional, como acha que devem ser equacionadas estas questões que, para além de envolverem um município, respeitam também as Forças Armadas Americanas?
Esse problema compete aos políticos resolver.
Relatório secreto divulgado na Internet

O relatório americano sobre a eventual poluição dos aquíferos do Ramo Grande está disponível na Internet por pouco mais de 38 dólares. Este estudo hidro-geológico, com 216 páginas, está disponível no sítio http://www.stormingmedia.us/02/0214/A021454.html e data de 2005. O documento relata as investigações em aquíferos identificados e suspeitos de contaminação, com vista a determinar eventuais riscos para as forças militares americanas na Base das Lajes.

(In A União)

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domingo, abril 27, 2008

Tertúlia em São Roque do Pico

Realizou-se no dia 22 de Abril, Dia da Terra, uma tertúlia, organizada pela Câmara Municipal de São Roque do Pico e pela Ecoteca do Pico em torno do uso, aproveitamento e qualidade da água. Nessa tertúlia participou o Professor Francisco Cota Rodrigues do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.

A água é um bem essencial e fundamental para a existência da vida, mas não é inesgotável.
É preciso termos a consciência de que a água é um património de todos e que cada um de nós tem o dever de a economizar e de a utilizar com cuidado. Desperdiçá-la é pôr em risco a sua existência no futuro.
Aqui ficam algumas dicas para poupar água:
Evite banhos demorados. Opte pelo duche em vez de banho de imersão e feche a água enquanto se ensaboa. Se tomar um duche rápido gasta cerca de 80 litros mas num banho de imersão pode gastar mais de 150 litros de água.
Feche as torneiras enquanto escova os dentes ou faz a barba. Uma torneira aberta gasta entre 11 e 19 litros de água por minuto.
Reduza a quantidade de água gasta nas descargas do autoclismo. Pode fazê-lo colocando uma garrafa de água de 1,5 litro cheia de areia ou água dentro do autoclismo. Cada vez que descarregar o autoclismo está a poupar 1,5 litros de água.
· Conserte as roturas nas torneiras. Uma torneira a gotejar gasta cerca de 45 litros de água por dia.
· Evite lavar a loiça com água corrente. Opte por passar rapidamente a loiça por água, ensaboá-la e voltar a passá-la por água limpa.
· Usa a máquina de lavar roupa apenas quando tiver a carga máxima. Assim não poupa só água mas também energia.
· Evite lavar o seu automóvel com a mangueira. Use antes um balde e uma esponja. Calcula-se que ao utilizar a mangueira gastará cerca de 570 litros de água, enquanto que com o balde e a esponja gastará 10 vezes menos.
· Regue a horta ou jardim de manhã cedo ou, de preferência, ao cair da noite. Assim está a poupar água porque nessa altura a evaporação causada pelo Sol é menor.
(In Câmara Municipal de São Roque do Pico)

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quarta-feira, dezembro 12, 2007

Qualidade da água de abastecimento público no Nodeste, São Miguel - Açores

Com o processo de desinfecção aplicado em todos os reservatórios de abastecimento à população, a água do Nordeste, na ilha de São Miguel, Açores, atingiu os níveis de qualidade desejados para consumo humano. A água para abastecimento humano foi submetida, a partir de 27 de Novembro de 2007, a um tratamento de desinfecção, através da administração de hipoclorito de sódio em todos os reservatórios do concelho do Nordeste. Segundo nota de imprensa da autarquia, "com esta desinfecção eliminam-se os microorganismos presentes na água, os quais contribuíam para que a água do concelho do Nordeste servida à população não atingisse os níveis de qualidade exigidos". Refere ainda que com "a administração deste sistema de desinfecção e na sequência de análises feitas pela Universidade dos Açores (entidade a quem a Câmara Municipal adjudicou o serviço de controle da qualidade da água) o Nordeste passa para o topo da lista dos concelhos do país com índices de qualidade da água mais elevados". "Durante este período de adaptação é natural que o consumidor denote um sabor não habitual na água, facto que se deve à administração do hipoclorito de sódio. Este componente é imprescindível ao tratamento da água e não é prejudicial à saúde, podendo a água ser ingerida sem qualquer necessidade de fervura", sublinha a nota da Câmara Municipal de Nordeste. Em simultâneo com a implementação do sistema de desinfecção em todo o concelho, a Câmara Municipal tem procedido a beneficiações nas redes de água.
(In Diário dos Açores)

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