Futuro da Lavoura - Posição de Anabela Gomes
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Este blog é da responsabilidade do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores e pretende dar conta das actividades desenvolvidas ao longo de 2006 - Ano Internacional dos Desertos e da Desertificação, bem como das actividades realizadas na mesma área temática,ou não, nos anos posteriores.
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Seu objetivo é investigar como crianças, jovens e adultos dos bairros São Geraldo e Riacho do Meio do município de Pau dos Ferros – RN se constituíram leitores. Para fundamentação teórica, tomamos por base a abordagem da pesquisa qualitativa (BOGDAN e BIKLEN, 1997); os estudos de Sampaio (2008); Amarilha (1997); Smith (1991); Marcuschi (2003); Villardi (1999) e Cosson (2007) dentre outros teóricos que abordem os estudos de leitura e literatura. Como resultados, constatamos que, de modo geral, a leitura, quando estimulada e incentivada pela família/escola desde cedo, contribui para a formação do gosto. Entretanto, nem sempre as experiências de leituras ocorram da mesma forma: algumas pessoas não se constituem leitores e, ainda, adquirem aversão a essa prática, caracterizando-a como enfadonha.
Contrapondo-se a essa concepção, este trabalho se constitui num recorte da pesquisa "Memórias de leituras de pós-graduandos: textos e contextos na constituição de leitores" (SAMPAIO & MAIA & OLIVEIRA, 2007/2008), desenvolvida no Departamento de Educação, através do Grupo de Pesquisa GEPPE/CAMEAM/UERN e financiada pelo PIBIC/CNPq. Ele tem como objetivo principal compreender o papel dos textos e
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O II Forum Internacional de Pedagogia conta com a participação de alunos e de docentes da Universidade dos Açores e de Academias do Continente português, Brasil e Espanha. Contou com cerca de duas centenas de alunos e serve para repensar o papel dos estudantes na construção do conhecimento científico. Etiquetas: Alunos, Ensino superior, Félix Rodrigues, FIPED, Fórum, pedagogia

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As mesas redondas vão debater “A formação do professor” em três movimentos” e a “investigação cientifica em cursos de graduação no Brasil”, enquanto que as oficinas oferecem trabalho sobre pesquisa em leitura, aquisição de linguagem, alfabetização, agricultura, entre outos. O II Fórum internacional de pedagogia decorre nos 22 e 23 de Abril no campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores.Etiquetas: FIPED, Fórum, pedagogia, Pedro González
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O Fórum, segundo Félix Rodrigues, do Departamento de Ciências Agrárias da UAç “é uma consequência lógica do processo de Bolonha” porque pretende “envolver objectivamente os alunos na investigação científica e comunicação” universitária. “É fundamental dotar os alunos com as ferramentas fundamentais sobre a investigação científica universitária de forma a dominarem correctamente o processo de construção dessa investigação do e para o conhecimento”, explicou. Por seu turno o coordenador do Encontro, do Departamento de Ciências da Educação de Angra do Heroísmo, Pedro González, sublinhou a necessidade desta formação pelo facto de “nem todos os cursos e alunos terem uma disciplina de metodologia”. No Fórum Internacional vão participar alunos da universidade açoriana, e jovens universitários do continente português, Brasil, Espanha e Costa Rica. Os trabalhos dividem-se em acções de comunicação, oficinas de trabalho, conferências e mesas redondas.Os alunos poderão apresentar resultados de pequenos trabalhos de investigação, iniciar-se nos “segredos” da investigação em determinadas áreas científicas, intervir nas conferências plenárias e debater nas mesas redondas.As conferências estão a cargo da Profª. Drª. Lúcia Sampaio da Universidade do Rio Grande do Norte, do Prof. Dr. Valdir Barzotto da Universidade de São Paulo, ambos do Brasil, do Prof. Dr. João Pedro Barreiros da Universidade dos Açores e da Profª. Drª. Manuela Esteves da Universidade de Lisboa.As mesas redondas debatem “A Formação do Professor em três Movimentos” e “A Investigação científica em cursos de graduação no Brasil”. As oficinas oferecem trabalho sobre Pesquisa em Leitura, em Aquisição de Linguagem, Alfabetização, Produção Textual, Agricultura, Métodos de Aquisição de Dados Biológicos em Mergulho, Investigação em Software Educativo e Investigação em TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) na Educação. O II Fórum Internacional decorre nos dias 22 e 23 de Abril no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, seguindo-se dois dias de trabalho num “Encontro de Inovação Educacional”. O I Fórum Internacional de Pedagogia (FIPED I) decorreu em Novembro de 2008 no Brasil com a presença de 1.400 participantes. A organização tem por objectivo tornar o fórum acessível aos países de todo o mundo que queiram aderir para que em conjunto se “repense o papel e espaço de intervenção dos estudantes de licenciatura na construção do conhecimento científico”.Etiquetas: Alunos, Félix Rodrigues, FIPED, Fórum, João Pedro Barreiros, Pedro González

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De maneira geral, todas as intervenções apontaram para a necessidade duma postura mais activa, mais actuante, na defesa dos valores da Festa dos Toiros pois só desta forma se poderá segurá-la no Séc. XXI.
A vasta assembleia subscreveu as posições assumidas pelos intervenientes, acordando na urgência de fazer chegar aos centros de poder o alerta para o tratamento de igualdade e de direito dos aficionados aos toiros, tal e qual é assegurado aos que não comungam dos mesmos ideais.
Depois de esgotado o tempo de debate, os congressistas posaram na “foto de família” nos degraus da Sé de Angra do Heroísmo. A pé, puseram-se a caminho do Solar da Madre de Deus para o almoço, oferta do Representante da República.
Ao fim da tarde fez-se turismo com visita a vários pontos de interesse à roda da Ilha.
A noite do primeiro dia do Fórum Mundial da Cultura Taurina terminou com jantar e jazz, oferta da Câmara Municipal de Angra. O repasto foi servido no Museu ao som da orquestra “Angrajazz” que, em interpretações muito próprias, fez-se ouvir em pasodobles toureiros. A noite musical foi “grande” quando o Maestro Vitor Mendes tomou a trompete para um espectacular “quite”.
Toiros, Cultura, Ética, Ecologia, Aficionados
O Fórum deixou a cidade-património e assentou arraiais no Auditório do Ramo Grande, Praia da Vitória, no segundo dia de trabalhos.
A manhã iniciou-se com a apaixonada conferência de Paco Aguado sob o tema “O Toureio na Cultura”.
O director-adjunto da revista “6TOROS6” viajou aos primórdios das tauromaquias e, marcando ciclos de evolução coincidentes com a acção de “Monstros e Figuras”, caracterizou o toureio como expressão de cultura. “Tourear - citou Paco Aguado - não é lutar contra a fera; é dominá-la com valor, técnica e arte”. Depois acrescentou que ir às praças de toiros é reconhecer o manancial de cultura que a Festa encerra em cada um dos seus actos.
Cheios e compenetrados da mensagem deixada por Aguado, os congressistas abeiraram-se das realidades, boas e más, que ladeiam a Festa nos diversos países com tauromaquias e naqueles , que não as tendo, engordam a aficion nos clubes taurinos.
A plateia ficou a saber, por testemunhos pessoais e de viva voz, dos “estrangulamentos” que a cultura anglo-saxónica exporta, cada vez em doses maiores e mais insistentes, na ânsia desmedida da massificação e uniformização de gostos e culturas ( toda a gente deve usar o mesmo modelo e o mesmo número de sapato; se o número não servir...corta-se o pé...).
As dificuldades na Catalunha, no País Basco, na Venezuela, no Equador, na Inglaterra (onde é de “boa política” nem dizer que se é aficionado), na completa ignorância dos Media sobre a Festa em Itália colocam a necessidade da União de aficionados para lutar nos terrenos onde os anti se movem e organizam.
Segundo o Cor. José Henriques, a difusão e promoção é a melhor defesa nos “terrenos de caça” do inimigo. Há que anulá-lo no terreno onde ele “caça os votos”.
No decorrer desta mesa redonda, Maurício do Vale trouxe à assembleia a memória de Ricardo Jorge. O grande taurino mereceu aplausos dirigidos ao céu onde repousa.
Mas se o rol de entraves é grande, não menos sólida é a paixão com que os valores da Festa são exaltados, preservados e difundidos em clubes e tertúlias, na aficion com que se segue o Toiro, o Toureio e seus Intérpretes.
Num outro quadro de trabalho, ganadeiros dos diferentes países com tauromaquia organizada afirmaram-se como baluartes da defesa dos valores ecológicos. O Toiro mantém o habitat, repartindo-o com uma série de animais que, doutro modo, fariam (apenas) parte das espécies já extintas.
João Pedro Barreiros, da Universidade dos Açores, encantou na forma como pegou em “Toiros e Ecologia”. A palavra do professor e cientista chamou as coisas pelos nomes, preto no branco, na defesa do valor e contribuição do Toiro e da Tauromaquia nesta matéria.
Talvez pela auréola de fama e glória que o rodeia como toureiro, artista plástico e até escritor, Luís Francisco Esplá mereceu atenções redobradas quando se apresentou na conferência “A Ética do Toureio”.
Esplá deu magistral lição sobre os sentimentos, princípios, regras e valores do Toureio.
Falou dos princípios éticos que sustentam a obra do toureiro, princípios que o levam a enfrentar-se com os seus próprios medos para responder aos desejos do público. Segundo Esplá, o toureio cultiva valores que se vão perdendo na sociedade: o sentido da honra, da honradez, o sentido da vida. Na sequência do seu pensamento, Maestro Esplá “confidenciou” que só conhece 3 profissões que vestem ouro no desempenho dos seus ofícios: o militar, o sacerdote e o toureiro e todos eles têm uma intensa relação com a morte. A sociedade dos dias de hoje “maquila” a morte e por isso desanca nos toureiros porque são capazes de apresentar o drama da vida e da morte sem maquilhagem - acrescentou o Maestro de Alicante.
O dia 2 do Fórum Mundial da Cultura Taurina encerrou com a projecção do documentário de Camilo Azevedo “O Toiro”, uma abordagem descomprometida do toiro em todas as fases de vida.
Filosofia, Ética e Estética no Toureio
No Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo, local onde viveu por mais dum século a Praça de Toiros de São João, decorreram os últimos trabalhos de reflexão e discussão do Fórum da Cultura Taurina e leitura das conclusões finais.
Professores de várias universidades, um fadista e um toureiro falaram da abrangência social da Festa mas foi a intervenção de Francis Wolff (francês mas que falou em português) a que mais prendeu a assistência. De forma simples, airosa e até com graça, o autor de “A filosofia das Corridas de Toiros” desmontou, um a um, os argumentos falaciosos dos anti-toiros e anti-touradas.
O professor Juan Carlos Illera, interveniente no colóquio sobre o Toiro de Lide no passado mês de Dezembro, iniciativa da Tertúlia Tauromáquica Terceirense, retomou os estudos sobre a dor e o stress dos toiros de lide, explicando como tais valores se alteram no animal antes, durante e depois da corrida.
Antes, Rui Bento Vasques, matador de toiros, gestor e apoderado, dera a visão dos valores culturais do toureio, incidindo nos aspectos éticos e deontológicos da profissão de toureiro nas relações de comportamento e respeito, na estética do toureio - valor, arte, inteligência - na filosofia de vida que leva a enfrentar a representação do medo, incarnada no Toiro.
Ao fadista António Pinto Bastos couberam minutos para defender a arte portuguesa de tourear. Houve alguma música mas, e aqui terá estado um dos “pecados” da organização, foi notada a “quase” ausência de referências, conceitos, grandeza e beleza da forma como os portugueses encaram a Festa dos Toiros, com cavalos e forcados.
Ao mais crítico, bastaria fechar os olhos e imaginar-se em congresso semelhante numa qualquer província ou região espanhola, regiões que, afinal, também gostam do toureio a cavalo.
Após o visionamento do filme “Culturas Taurinas do Mundo”, o Maestro Vitor Mendes leu nas três línguas faladas no Fórum as conclusões do congresso que reforçaram a convicção e orgulho de ser aficionado e defensor da Cultura Taurina nos dois lados do Atlântico - Europa e América do Sul -. Foram também incluídos na Declaração Final os propósitos de lutar pelos valores da Festa, como legado cultural, escola de vida, guia de valores próprios no mundo da globalização. A Declaração assume-se como barreira contra os ataques animalistas, tal como o anti-ciclone dos Açores é barreira contra tempestades.
Numa opinião muito pessoal, as conclusões do Fórum Mundial da Cultura Taurina deveriam ter sido mais incisivas, manifestando repúdio, bem expresso, pelos ataques que sofre a Festa na Catalunha, no País Basco e na Venezuela.
Os participantes do Fórum Mundial da Cultura Taurina rumaram então à Caldeira Guilherme Moniz.
Depois dum almoço com especialidades regionais, onde nem faltou o folclore terceirense, Gomez Escorial, matador de toiros de Espanha, auxiliado por José Faveira no cavalo de picar e por José Leonardo e Jorge Silva, bandarilheiros, tentou uma belíssima bezerra de Rêgo Botelho.
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