segunda-feira, julho 06, 2009

Futuro da Lavoura - Posição de Anabela Gomes

terça-feira, abril 28, 2009

Notícias: análise à Bomba de Gasolina do Alto das Covas e Fórum Internacional de Pedagogia

segunda-feira, abril 27, 2009

As práticas de leituras na região do alto-oeste potiguar: encontro com leitores e não leitores em ambientes formais e informais

As práticas de leituras na região do alto-oeste potiguar: encontro com leitores e não leitores em ambientes formais e informais foi o título de uma comunicação de Kaiza Maria Alencar de Oliveira e Maria Lúcia Pessoa Sampaio do PPGL/GEPPE/UERN e UERN/PIBIC/CNPq.
Este trabalho é um recorte da pesquisa "Como (não) me constitui leitor(a): análise de eventos/práticas de leitura e das condições de sua produção", desenvolvida pelo grupo de pesquisa GEPPE/DE/CAMEAM, financiada pelo CNPq/UERN/FAPERN. Seu objetivo é investigar como crianças, jovens e adultos dos bairros São Geraldo e Riacho do Meio do município de Pau dos Ferros – RN se constituíram leitores. Para fundamentação teórica, tomamos por base a abordagem da pesquisa qualitativa (BOGDAN e BIKLEN, 1997); os estudos de Sampaio (2008); Amarilha (1997); Smith (1991); Marcuschi (2003); Villardi (1999) e Cosson (2007) dentre outros teóricos que abordem os estudos de leitura e literatura. Como resultados, constatamos que, de modo geral, a leitura, quando estimulada e incentivada pela família/escola desde cedo, contribui para a formação do gosto. Entretanto, nem sempre as experiências de leituras ocorram da mesma forma: algumas pessoas não se constituem leitores e, ainda, adquirem aversão a essa prática, caracterizando-a como enfadonha.
(in FIPED II)

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O leitor literário em discussão: analisando as memórias de leituras dos pós-graduandos em letras

O leitor literário em discussão: analisando as memórias de leituras dos pós-graduandos em letras, foi o título de uma comunicação apresentada no FIPED II por Kaiza Maria Alencar de Oliveira, Francisco Alexlânio Alves Maia e Maria Lúcia Pessoa Sampaio do PIBIC/CNPq/UERN e GEPPE/PPGL/UERN.
O debate a respeito das práticas de leituras no Brasil aponta, em geral, para apenas dois tipos de leitores: o bom versus mau leitor, disseminando, em alguns casos, a idéia de que a leitura deve se vista como um "hábito" em vez de "gosto". Contrapondo-se a essa concepção, este trabalho se constitui num recorte da pesquisa "Memórias de leituras de pós-graduandos: textos e contextos na constituição de leitores" (SAMPAIO & MAIA & OLIVEIRA, 2007/2008), desenvolvida no Departamento de Educação, através do Grupo de Pesquisa GEPPE/CAMEAM/UERN e financiada pelo PIBIC/CNPq. Ele tem como objetivo principal compreender o papel dos textos e
contextos que contribuem para a formação de leitores, bem como o sentido atribuído ao lido pelos sujeitos. O foco dessa investigação foram turmas de pós-graduação em Letras. Para fundamentação teórica tomamos por base os estudos de Halbwack (2006) e Damásio (2000), Koch e Elias (2007), Marcuschi (2008), Amarilha (1997), Bogdan e Biklen (1997), dentre outros. Por meio da análise dos dados coletados, constatamos que, apesar das leituras dos pós-graduandos ocorrerem na escola, essas não acontecem por prazer. Disso se conclui que, apesar dos esforços empreendidos pelos órgãos governamentais em campanhas de fomento a leitura, ainda não se tem conseguido disseminar o gosto pela leitura.
(In FIPED II)

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domingo, abril 26, 2009

FIPED II - A investigação científica em cursos de graduação no Brasil

Decorreu a 23 de Abril – 11h00 (Auditório do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores), a mesa redonda/debate, coordenadada pelo Professor Doutor Manuel Salvador Lima, com o tema " A investigação científica em cursos de graduação no Brasil: I FIPED, pesquisas em leitura, escrita e ensino do texto". Foram seu autores: Prof. Dra. Maria Lúcia Pessoa Sampaio, Prof. Dra. Alessandra Cardoso de Freitas, Prof. Dr. Gilton Sampaio de Souza e Prof. Ms. Sonia Maria Pereira de Almeida. Abordaram as questões:
• O I FIPED como política de estímulo à pesquisa na graduação em Pedagogia no Brasil: Relato de experiência;
• Pesquisas em ensino, leitura e mediação pedagógica;
• Experiências com pesquisa em ensino e produção de texto;
• Investigações sobre escrita acadêmica como estratégia de formação.

(In FIPED II)

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quarta-feira, abril 22, 2009

II Forum Internacional de Pedagogia privilegia a investigação

Decorre hoje e amanhã em Angra do Heroísmo, ilha Terceira, o II Forum Internacional de Pedagogia, uma iniciativa a pensar nos alunos e num nível adequado de investigação, perspectivado no processo de Bolonha.
Para dotar os alunos de ferramentas fundamentais sobre investigação científica universitária e comunicação, Félix Rodrigues, professsor do departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, afirmou à Antena 1 que este segundo Encontro Internacional de Pedagogia surgiu, precisamente, a pensar nos alunos, ou seja, num espaço que vise a criação científica dos alunos, a um nível adequado à sua formação, exigindo-se e promovendo-se a auto-aprendizagem. Félix Rodrigues adiantou que o processo de Bolonha vem mudar a lógica de ensino. Este tipo de iniciativas ajudam a mudar mentalidades, porque as exigências do ensino universitário na actualidade são diferentes. O II Forum Internacional de Pedagogia conta com a participação de alunos e de docentes da Universidade dos Açores e de Academias do Continente português, Brasil e Espanha. Contou com cerca de duas centenas de alunos e serve para repensar o papel dos estudantes na construção do conhecimento científico.
(ouvir aqui)
(In Tânia Martins / Carlos Tavares -Antena 1)

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terça-feira, abril 21, 2009

Programa do II Fórum Internacional de Pedagogia - Angra do Heroísmo


Quarta-feira 22 de Abril de 2009

9h00 Conferência: Prof. Doutora Manuela Esteves (Auditório)
10h30 Intervalo
11h00 Mesas Redondas (Auditório e Sala 2.1)
12h30 Intervalo
14h00 Comunicações (Salas 2.1; 2.3; 2.4 e Auditório)
15h30 Intervalo
16h00 Oficinas
19h00 Solenidade de Abertura (Auditório)

Quinta-feira 23 de Abril de 2009
9h00 Conferência: Prof. Doutores Lúcia Sampaio e João Pedro Barreiros (Auditório)
10h30 Intervalo
11h00 Mesas Redondas (Auditório)
12h30 Intervalo
14h00 Oficinas
17h00 Intervalo
17h30 Conferência: Prof. Doutor Valdir Barzotto (Auditório)
21h00 Noite Cultural - Auditório

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FIPED II- Conferência: Formação para a investigação e pela investigação na Universidade

22 de Abril de 2009 – 9h00 - Auditório
Conferência: "Formação para a investigação e pela investigação na Universidade"
Autora: Professora Doutora Maria Manuela Esteves
Instituição: Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação – Universidade de Lisboa
Moderadora: Professora Doutora Letícia Leitão Resumo
A iniciação dos estudantes universitários na investigação e a investigação como estratégia formativa, por excelência, da pedagogia universitária, ainda não são ideias consensuais. Contudo, se examinarmos as etapas típicas de qualquer processo investigativo, poderemos verificar (i) o estímulo que elas constituem para o desenvolvimento de competências cognitivas, sociais e éticas dos estudantes e (ii) a promessa que elas encerram de proporcionar aos estudantes uma relação não só com o saber já existente mas, sobretudo, uma relação e um compromisso com o saber a fazer. Se, por outro lado, examinarmos a natureza complexa das profissões que são desempenhadas por quadros com formação universitária, igualmente constataremos que tal complexidade só pode ser enfrentada por pessoas que sejam capazes de investigar para agir com pertinência. Defenderemos, pois, a tese de que a iniciação à investigação no primeiro ciclo de estudos universitários e o seu prosseguimento nos ciclos posteriores deveriam ser indissociáveis dos percursos de formação que a universidade oferece.

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quinta-feira, abril 16, 2009

II Fórum internacional de pedagogia tem lugar em Angra este mês de Abril

Cerca de duas centenas de alunos universitários, do grau de licenciatura, vão participar, na próxima semana, em Angra do Heroísmo, no II Forum internacional de pedagogia organizado pela universidade dos Açores.
Neste fórum vão participar alunos da universidade açoriana e jovens universitários do continente português, Brasil, Espanha e Costa Rica. Os trabalhos dividem-se em acções de comunicação, oficinas de trabalho, conferências e mesas redondas. Segundo Pedro González, coordenador do departamento do evento em Angra do Heroísmo, preparar os alunos para a investigação científica é um dos principais objectivos. As mesas redondas vão debater “A formação do professor” em três movimentos” e a “investigação cientifica em cursos de graduação no Brasil”, enquanto que as oficinas oferecem trabalho sobre pesquisa em leitura, aquisição de linguagem, alfabetização, agricultura, entre outos. O II Fórum internacional de pedagogia decorre nos 22 e 23 de Abril no campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores.

(In Rádio Atlântida)

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quinta-feira, abril 02, 2009

VIII Encontro de Inovação Educacional e II Fórum Internacional de Pedagogia

Terá lugar nos próximos dias 24 e 25 de Abril de 2009, em Angra do Heroísmo o VIII Encontro de Inovação Educacional – Outra Educação é Possível. Este evento constitui um espaço privilegiado para a partilha de experiências de inovação e boas práticas assim como dos resultados de investigação no âmbito da inovação.
Sublinhamos a realização de conferências plenárias sob a responsabilidade do Professor Jaume Carbonell Sebarroja da Universidad de Vic, Barcelona e da Professora Assunção Folque da Universidade de Évora. Sugerimos uma visita à página Web http://encontroinovacao.wordpress.com onde poderá consultar a lista de resumos das comunicações propostas pelos participantes.
Lembramos que a data limite de inscrição é 15 de Abril de 2009 sendo que o custo da mesma é de:
Estudantes: 5,00€
Profissionais: 20,00€
Também informamos que, nos dias 22 e 23 de Abril de 2009, terá lugar o II Fórum Internacional de Pedagogia ( http://fiped.wordpress.com) destinado, essencialmente, aos estudantes de licenciatura de qualquer curso. Está prevista a participação de docentes e estudantes do Brasil, Espanha, Costa Rica e do continente português.
O preço da inscrição será válido para os dois eventos mas deverá fazer a inscrição em ambos.
P'la Comissão Organizadora

Pedro González

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quarta-feira, março 25, 2009

II Forum Internacional de Pedagogia (FIPED II) oficinas

As oficinas são espaços de trabalho prático de aproximação aos "segredos" da investigação. Os estudantes poderão inscrever-se em apenas uma oficina.
01
Título da Oficina: Pesquisa em Leitura
Orientadora: Professora Doutora Sônia Almeida
Instituição: Faculdade de Educação da Universidade de S. Paulo
Correio electrónico: soniam@usp.br
Proposta de trabalho:
A oficina PESQUISA EM LEITURA faz o caminho inverso: parte das produções universitárias para ler as marcas discursivas do tipo de leitura empreendida pelo pesquisador. No primeiro momento da oficina, serão feitas abstrações sobre a escrita universitária através da análise das atitudes de leitura que a precederam. Esta análise leva em consideração, principalmente, a conjunção entre pesquisador/leitor e autor-citado, cuja relação é uma das marcas para se avaliar a produção na universidade sob os conceitos de representação e de produção do conhecimento (SEVERINO, 2007). Esses dois conceitos são pontos de referência relacionados às exigências da reprodução social que se dá, no âmbito da universidade, através de uma escrita laborativa, termo criado no processo de articulação entre os conceitos de ser social e trabalho (LUCKÁCS, 1981; ROSSI-LANDI, 1985), ciência (KUHN, 2007), linguagem (LUCKÁCS, 1981; SAUSSURE, 1998; BENVENISTE, 1988), discurso (PÊCHEUX, 1969), ideologia (ALTHUSSER, 1996), inconsciente (LACAN, 1998) e singularidade. Nesta análise, está sendo levada em conta a relevância marcada na escrita entre autor-citado e objeto, espaço tomado como indício do lugar do pesquisador em sua produção. Dependendo dessa ênfase, haverá ou a repetição do mesmo ou a produção do novo e isso é determinado pelos antecedentes de leitura do pesquisador, inclusas, neste caso, suas finalidades, necessidades e escolhas entre alternativas. O segundo momento levará em conta as experiências de leitura dos pesquisadores participantes e os níveis de apropriação desses fundamentos para uma inevitável produção escrita. Neste espaço, cada um poderá rever o próprio processo de produção e, possivelmente, confrontar-se com sua escrita na universidade, tomando como ponto de referência os dois conceitos centrais já expostos: representação dos
conceitos lidos ou produção do conhecimento a partir deles.

02
Título da Oficina: Pesquisa em Aquisição da Linguagem
Orientadora: Professora Doutora Cláudia Rosa Riolfi
Instituição: Universidade de S. Paulo
Correio electrónico: riolfi@usp.br
Proposta de trabalho:
03
Título da Oficina: Pesquisa em alfabetização
Orientador: Professor Doutor Émerson de Pietri
Instituição: Faculdade de Educação – Universidade de S. Paulo
Correio electrónico: pietri@usp.br
Proposta de trabalho:
Nesta oficina, pretende-se discutir, primeiramente, alguns aspetos referentes a metodologias de pesquisa em Educação, privilegiando-se aqueles relacionados ao ensino e aprendizagem de língua materna. Serão apresentadas, a seguir, informações sobre estudos realizados, no Brasil, que tematizam o processo de aquisição da escrita.
Consideradas as relações entre referencial teórico e fundamentação metodológica presentes nesses estudos, serão problematizadas concepções de linguagem e de conhecimento em sua relação com o processo de ensino e de aprendizagem. O objetivo é que se evidenciem questões com que se depara o pesquisador interessado em observar e elaborar hipóteses explicativas para os fenômenos encontrados no processo de alfabetização.
04
Título da Oficina: Pesquisa em produção textual
Orientador: Professor Doutor Gilton Sampaio de Souza
Instituição: Universidade Estadual do Rio Grande do Norte
Correio electrónico: giltonsampaio@uern.br
Proposta de trabalho:
05
Título da Oficina: Agricultura
Orientadora: Mestre Anabela Mancebo Gomes
Instituição: Universidade dos Açores
Correio electrónico: agomes@uac.pt
Proposta de trabalho:
06
Título da Oficina: Métodos de aquisição de dados biológicos em mergulho:
Orientador: Professor Doutor João P. Barreiros
Instituição: DCA e ImarAçores da Universidade dos Açores
Correio electrónico: joaopedro@uac.pt
Proposta de trabalho:
1. Introdução ao tema com enfoque em estudos de caso já realizados pelo ministrante. Apresentação do modo de funcionamento do treinamento prático realizado anualmente nos Açores e com 5 vagas anuais reservadas a candidatos do Brasil (nível mínimo – Graduação);
2. Metodologias de trabalho de campo: aferição visual vertical e horizontal, identificação de espécies, técnicas de natação vertical e horizontal e considerações sobre equipamento e camuflagem do mergulhador bem como métodos de redução de ruído;
3. Técnicas de caça submarina aplicadas à recolha de exemplares para fins de colecta biológica e consequentemente obtenção de dados – especial ênfase em questões éticas e fundamental descrição da caça submarina como actividade pouco impactante, selectiva e ecológica;
4. Considerações sobre aplicação das metodologias acima referidas em diversos tipos de ambientes: pelágico (epipelágico); recifal (rochoso, coralígeno, algas coralígenas); substratos móveis; manguezais e ambientes aquáticos não marinhos;
5. Segurança, legislação, sinalização e complementaridade dos métodos de apneia com técnicas tradicionais de mergulho autónomo.
No final deste Mini-curso pretende-se que os formandos esclareçam dúvidas, coloquem questões e tenham apreendido os aspectos teórico-práticos mais importantes e relevantes entretanto expostos.
Todas as apresentações e documentos adicionais ficarão à disposição da
Organização do II FIPED e dos formandos que os poderão utilizar livremente.
07
Título da Oficina: Investigação em Software educativo
Orientador: Mestre Miguel Dias
Instituição: Escola Superior de Educação de Torres Novas
Correio electrónico: miguel.dias@esetn.pt
Proposta de trabalho:
Nesta oficina serão apresentados os grandes desafios de investigação na área do software educativo.
Algumas questões que vão ser colocadas na oficina:
- Será que todos os softwares para a educação são educativos?
- Quais as etapas a ter em conta para o desenvolvimento de um bom software educativo?
- Quais os melhores indicadores para avaliar o software educativo?
- Que instrumentos permitem avaliar os softwares educativos?
- Qual o papel dos professores na avaliação do software educativo?
- Podem os professores produzir software educativo?
No sentido de contribuir para a investigação com software educativo vão ser apresentados alguns projectos em curso e já realizados nesta área.
Durante a oficina serão divulgados alguns softwares que permitem a produção fácil de recursos educativos multimédia.
A oficina contará com um espaço dedicado à avaliação de projectos e à identificação dos factores críticos de sucesso para a implementação de projectos TIC
nas escolas.
08
Título da Oficina: Investigação em TIC na educação
Orientador: Professor Doutor Manuel Salvador Lima
Instituição: Universidade dos Açores
Correio electrónico: manuellima@uac.pt
Proposta de trabalho:
Conceito de TIC na Educação
Que hardware (equipamentos) e software?
Que formação de professores para uma adequada utilização e exploração das TIC, bem como do software educativo.
As TIC como potenciadoras de: inovação (ou não), sentido crítico, trabalho cooperativo, etc.
Relação das TIC com o sucesso educativo.
Avaliação das TIC em contexto.
A escola/sala de aula. Como se organizam para darem resposta à implementação das TIC?
Software educativo e software de autor – abordagem do conceito;
Que software existe para cada área e sua avaliação. (Num determinado espaço institucional/físico).
Agentes pedagógicos animados – Impacto desses agentes na aprendizagem.
Conceptores. Quem são? A que atendem? Que correntes; pedagógicas, filosóficas, didácticas, etc.
Como explorar pedagogicamente software não direccionado para o contexto educativo; exemplo: jogo.
09
Título da Oficina: Biodiversidade em grutas
Orientadores: Professores Doutores Paulo Borges e Rosalina Gabriel
Instituição: Universidade dos Açores
Proposta de trabalho:
10
Título da Oficina: Investigação em Jardim-de-Infância – Propostas de trabalho em
metodologia integrada
Orientadores: Marco Batista, Carla Nunes, Elsa Leitão e Rita Pereira
Instituição: Escola Superior de Educação de Torres Novas – Portugal
Área Científica: Motricidade infantil
Correio electrónico:: batista-marco@hotmail.com
Proposta de trabalho:
A presente oficina tem como objectivo principal abordar as diversas áreas de intervenção em motricidade infantil, numa perspectiva metodológica integrada no Jardim-de-Infância. Através da prática de actividades motoras, a aquisição de conceitos fundamentais de natureza lógico matemática, linguística, artística ou de estudo do meio são favorecidas num ambiente lúdico-pedagógico.
A abordagem desta temática torna-se fundamental desde a primeira infância, potenciando o desenvolvimento percetivo-motor da criança, bem como das estruturas componentes do sistema nervoso central, auxiliando-a a construir representações significativas que facilitem o desenvolvimento de conhecimentos relativos ao espaço, ao tempo, ao envolvimento físico, ao corpo, às normas e regras.
Sabendo que a actividade física assume grande relevância para o desenvolvimento global das crianças, é necessário que o educador/professor as estimule através de variadas formas de actividade, que assente numa metodologia integrada na formação biopsicosociocultural da criança.
Deste modo será apresentado um enquadramento teórico no domínio de investigação em motricidade infantil no jardim de infância, onde se abordarão alguns modelos de investigação possíveis em metodologia qualitativa e quantitativa. As propostas de investigação prevêem uma abordagem diferenciada, na medida em que se pretende dar a conhecer aos alunos, instrumentos válidos de recolha de dados baseados em grelhas, testes e baterias de observação, assim como técnicas de filmagem. Esta oficina pretende criar uma perspectiva de investigação alargada, não só centrada no aluno, mas também no educador e no processo ensino aprendizagem no Jardim-de- Infância.
11
Título da Oficina: Pesquisa em Literatura infanto-juvenil
Orientadoras: Profa Dra Maria Lúcia Pessoa Sampaio e Profa Dra Alessandra Cardoso
de Freitas
Instituição: Universidade Estadual de Rio Grande do Norte – Brasil
Correio electrónico: luciapessoa@uern.br
Proposta de trabalho:
Proposição de projetos de pesquisa abordando aspectos históricos, teóricos e práticos da leitura de literatura na formação do leitor, com recorrência a gêneros diversificados em espaços escolares e não escolares, sob a perspectiva da investigação qualitativa.

(In FIPED II)

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sexta-feira, março 13, 2009

II Forum Internacional de Padagogia

Notícia no telejornal da RTP-Açores.

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sábado, março 07, 2009

Fórum internacional prepara jovens universitários em pesquisa científica

Cerca de duas centenas de alunos universitários, do grau de licenciatura, participa em Angra do Heroísmo, no próximo mês, no II Fórum Internacional de Pedagogia (FIPED II) organizado pela Universidade dos Açores (UAç). O Fórum, segundo Félix Rodrigues, do Departamento de Ciências Agrárias da UAç “é uma consequência lógica do processo de Bolonha” porque pretende “envolver objectivamente os alunos na investigação científica e comunicação” universitária. “É fundamental dotar os alunos com as ferramentas fundamentais sobre a investigação científica universitária de forma a dominarem correctamente o processo de construção dessa investigação do e para o conhecimento”, explicou. Por seu turno o coordenador do Encontro, do Departamento de Ciências da Educação de Angra do Heroísmo, Pedro González, sublinhou a necessidade desta formação pelo facto de “nem todos os cursos e alunos terem uma disciplina de metodologia”. No Fórum Internacional vão participar alunos da universidade açoriana, e jovens universitários do continente português, Brasil, Espanha e Costa Rica. Os trabalhos dividem-se em acções de comunicação, oficinas de trabalho, conferências e mesas redondas.Os alunos poderão apresentar resultados de pequenos trabalhos de investigação, iniciar-se nos “segredos” da investigação em determinadas áreas científicas, intervir nas conferências plenárias e debater nas mesas redondas.As conferências estão a cargo da Profª. Drª. Lúcia Sampaio da Universidade do Rio Grande do Norte, do Prof. Dr. Valdir Barzotto da Universidade de São Paulo, ambos do Brasil, do Prof. Dr. João Pedro Barreiros da Universidade dos Açores e da Profª. Drª. Manuela Esteves da Universidade de Lisboa.As mesas redondas debatem “A Formação do Professor em três Movimentos” e “A Investigação científica em cursos de graduação no Brasil”. As oficinas oferecem trabalho sobre Pesquisa em Leitura, em Aquisição de Linguagem, Alfabetização, Produção Textual, Agricultura, Métodos de Aquisição de Dados Biológicos em Mergulho, Investigação em Software Educativo e Investigação em TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) na Educação. O II Fórum Internacional decorre nos dias 22 e 23 de Abril no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, seguindo-se dois dias de trabalho num “Encontro de Inovação Educacional”. O I Fórum Internacional de Pedagogia (FIPED I) decorreu em Novembro de 2008 no Brasil com a presença de 1.400 participantes. A organização tem por objectivo tornar o fórum acessível aos países de todo o mundo que queiram aderir para que em conjunto se “repense o papel e espaço de intervenção dos estudantes de licenciatura na construção do conhecimento científico”.
(In Agência Lusa)

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sexta-feira, fevereiro 13, 2009

II Fórum Internacional de Pedagogia

Este evento pretende problematizar, analisar e reflectir sobre a formação para a investigação científica dos alunos de Licenciatura, ou seja discutir os instrumentos de construção do conhecimento.
Está destinado, essencialmente, aos alunos de qualquer licenciatura (1º ciclo de Bolonha) e aos profissionais interessados na área.
Está confirmada a participação de alunos de licenciatura e profissionais da área de Portugal, Espanha e Brasil.
Organização conjunta:
Departamento de Ciências Agrárias
Departamento de Ciências da Educação
Associação de Estudantes do Campus de Angra do Heroísmo
Associação de Estudantes da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo
Com o apoio:
Secretaria Regional de Educação e Formação
SATA Internacional
Sr. Representante da República nos Açores
(in FIPED-Angra do Heroísmo)

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terça-feira, fevereiro 10, 2009

II Fórum Internacional de Pedagogia (FIPED II)

Ano passado realizou-se em Pau dos Ferros o I Fórum Internacional de Pedagogia (FIPED). Este ano o evento se realizará nos Açores, Angra do Heroísmo, Portugal. O evento que está sendo organizado em conjunto com o Departamento de Educação e Ciências Agrárias da Universidade dos Açores do Campus de Angra do Heroísmo, terá seu lugar nos 22 e 23 de abril no Pólo da Universidade dos Açores de Angra do Heroísmo - Pico da Urze. Para aceder mais informações sobre o evento entre no site por AQUI.

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sexta-feira, fevereiro 06, 2009

A lide ideal de um toiro tem de ser semelhante ao sentir o cheiro de uma flor até o gastar

Após um intervalo houve uma mesa redonda, referente a “Toiros e Ecologia”, onde o debate claro sobre as condições de maneio e criação – feita entre ganaderos e com uma moderação activa e brilhante, mesmo bem humorada -, culminou com a comunicação excelente, de informação e graça, do Prof. João Pedro Barreiros (Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores), que traçou, em praça larga, princípios científicos com algumas crenças infundadas e parâmetros que se desviam no uso comum.
A projecção do filme “O Toiro”, do realizador Camilo Azevedo, encheu o Auditório do Ramo Grande de suspiros pela emoção, vincando a leitura, de um não-aficionado, feita a um mundo rico, poderoso e de contrastes.
À noite, jantar e animação na beleza e modernidade do “novo” Clube de Golfe da Ilha Terceira. Tempo de trocar impressões e de um viver taurino entre amantes da festa.
(In Porto Das Pipas)

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quarta-feira, fevereiro 04, 2009

FÓRUM MUNDIAL DA CULTURA TAURINA Louvável contributo para a defesa da Festa dos Toiros

Fotos: Pedro Costa/Fotaçor - Texto: Mário Aguiar Rodrigues
No primeiro dia do Fórum Mundial da Cultura Taurina, sem que se questionem a importância e a grandeza das palavras dos políticos espanhóis, os maiores destaques couberam às declarações de Álvaro Monjardino e de Moita Flores.

A política e os Toiros
Na explanação das linhas mestras orientadoras da realização do Fórum, Arlindo Teles, presidente da Tertúlia Tauromáquica Terceirense, enalteceu a importância da Festa no panorama social, turístico, económico cultural dos países. Expressou o desejo de que os trabalhos na Terceira assumissem papel de relevo e significado.
Primorosa foi a abordagem do distinto aficionado Álvaro Monjardino à evolução da Tauromaquia nos Açores e seu contexto jurídico.
Monjardino foi até aos tempos do povoamento das ilhas para descobrir a origem da paixão dos açorianos, sobretudo os da Terceira, pelo toiro e pela tauromaquia.
Depois da viagem histórica, o conferencista situou-se no Séc. XX para enquadrar juridicamente os espectáculos com toiros, centrando a atenção sobre as piruetas normativas por que passou a Festa nos Açores até à inibição da prática da Sorte de Varas por via da assinatura dum então Ministro da República.
No entanto, na interpretação de Álvaro Monjardino, a Assembleia Legislativa dos Açores sempre teve capacidade para decidir e legislar em conformidade com os desejos dos aficionados e aprovação dos deputados regionais.
Álvaro Monjardino deixou um desafio aos políticos actuais para que criem, com celeridade e sem reservas, alterações capazes de elevar a qualidade dos espectáculos tauromáquicos na Região.
Antes que se entrasse na segunda proposta do dia, “Política e Toiros”, foram lidas mensagens de grande projecção. A primeira tinha assinatura de Vera Jardim, antigo Ministro da Justiça, que, apenas por falta de disponibilidade, não participou no Fórum. Outro email chegou de Espanha, de “El Juli”, que acenou um olá até Junho.
De todas as intervenções sobre a relação da política e dos políticos com a Festa dos Toiros, e foram veementes, quentes e sentidas, há que elevar as palavras sábias de Moita Flores, presidente da autarquia de Santarém.
Frontal como se apresenta em qualquer lado e sobre qualquer assunto, Moita Flores assumiu que a política usa e abusa da Festa com cinismo e falsa moral. Segundo afirmou, “há toiros mais nobres que alguns políticos nos governos, nas autarquias e nos parlamentos”.
Para Moita Flores, o que distingue os aficionados perante a massificação imposta pela Europa mais rica sobre os países mais frágeis do sul do continente, onde prospera a Festa dos Toiros (sul de França, Espanha e Portugal), é a memória, das pedras, das praças, e essa deve ser mantida.
Com ironia, Moita Flores disse que a Europa mais rica gosta de canja de galinha mas, porque se arroga da falsa moral dos direitos (?) dos animais, não gosta de ver matar a galinha.

De maneira geral, todas as intervenções apontaram para a necessidade duma postura mais activa, mais actuante, na defesa dos valores da Festa dos Toiros pois só desta forma se poderá segurá-la no Séc. XXI.
A vasta assembleia subscreveu as posições assumidas pelos intervenientes, acordando na urgência de fazer chegar aos centros de poder o alerta para o tratamento de igualdade e de direito dos aficionados aos toiros, tal e qual é assegurado aos que não comungam dos mesmos ideais.
Depois de esgotado o tempo de debate, os congressistas posaram na “foto de família” nos degraus da Sé de Angra do Heroísmo. A pé, puseram-se a caminho do Solar da Madre de Deus para o almoço, oferta do Representante da República.
Ao fim da tarde fez-se turismo com visita a vários pontos de interesse à roda da Ilha.
A noite do primeiro dia do Fórum Mundial da Cultura Taurina terminou com jantar e jazz, oferta da Câmara Municipal de Angra. O repasto foi servido no Museu ao som da orquestra “Angrajazz” que, em interpretações muito próprias, fez-se ouvir em pasodobles toureiros. A noite musical foi “grande” quando o Maestro Vitor Mendes tomou a trompete para um espectacular “quite”.

Toiros, Cultura, Ética, Ecologia, Aficionados

O Fórum deixou a cidade-património e assentou arraiais no Auditório do Ramo Grande, Praia da Vitória, no segundo dia de trabalhos.
A manhã iniciou-se com a apaixonada conferência de Paco Aguado sob o tema “O Toureio na Cultura”.
O director-adjunto da revista “6TOROS6” viajou aos primórdios das tauromaquias e, marcando ciclos de evolução coincidentes com a acção de “Monstros e Figuras”, caracterizou o toureio como expressão de cultura. “Tourear - citou Paco Aguado - não é lutar contra a fera; é dominá-la com valor, técnica e arte”. Depois acrescentou que ir às praças de toiros é reconhecer o manancial de cultura que a Festa encerra em cada um dos seus actos.
Cheios e compenetrados da mensagem deixada por Aguado, os congressistas abeiraram-se das realidades, boas e más, que ladeiam a Festa nos diversos países com tauromaquias e naqueles , que não as tendo, engordam a aficion nos clubes taurinos.
A plateia ficou a saber, por testemunhos pessoais e de viva voz, dos “estrangulamentos” que a cultura anglo-saxónica exporta, cada vez em doses maiores e mais insistentes, na ânsia desmedida da massificação e uniformização de gostos e culturas ( toda a gente deve usar o mesmo modelo e o mesmo número de sapato; se o número não servir...corta-se o pé...).
As dificuldades na Catalunha, no País Basco, na Venezuela, no Equador, na Inglaterra (onde é de “boa política” nem dizer que se é aficionado), na completa ignorância dos Media sobre a Festa em Itália colocam a necessidade da União de aficionados para lutar nos terrenos onde os anti se movem e organizam.
Segundo o Cor. José Henriques, a difusão e promoção é a melhor defesa nos “terrenos de caça” do inimigo. Há que anulá-lo no terreno onde ele “caça os votos”.
No decorrer desta mesa redonda, Maurício do Vale trouxe à assembleia a memória de Ricardo Jorge. O grande taurino mereceu aplausos dirigidos ao céu onde repousa.
Mas se o rol de entraves é grande, não menos sólida é a paixão com que os valores da Festa são exaltados, preservados e difundidos em clubes e tertúlias, na aficion com que se segue o Toiro, o Toureio e seus Intérpretes.
Num outro quadro de trabalho, ganadeiros dos diferentes países com tauromaquia organizada afirmaram-se como baluartes da defesa dos valores ecológicos. O Toiro mantém o habitat, repartindo-o com uma série de animais que, doutro modo, fariam (apenas) parte das espécies já extintas.
João Pedro Barreiros, da Universidade dos Açores, encantou na forma como pegou em “Toiros e Ecologia”. A palavra do professor e cientista chamou as coisas pelos nomes, preto no branco, na defesa do valor e contribuição do Toiro e da Tauromaquia nesta matéria.
Talvez pela auréola de fama e glória que o rodeia como toureiro, artista plástico e até escritor, Luís Francisco Esplá mereceu atenções redobradas quando se apresentou na conferência “A Ética do Toureio”.
Esplá deu magistral lição sobre os sentimentos, princípios, regras e valores do Toureio.
Falou dos princípios éticos que sustentam a obra do toureiro, princípios que o levam a enfrentar-se com os seus próprios medos para responder aos desejos do público. Segundo Esplá, o toureio cultiva valores que se vão perdendo na sociedade: o sentido da honra, da honradez, o sentido da vida. Na sequência do seu pensamento, Maestro Esplá “confidenciou” que só conhece 3 profissões que vestem ouro no desempenho dos seus ofícios: o militar, o sacerdote e o toureiro e todos eles têm uma intensa relação com a morte. A sociedade dos dias de hoje “maquila” a morte e por isso desanca nos toureiros porque são capazes de apresentar o drama da vida e da morte sem maquilhagem - acrescentou o Maestro de Alicante.
O dia 2 do Fórum Mundial da Cultura Taurina encerrou com a projecção do documentário de Camilo Azevedo “O Toiro”, uma abordagem descomprometida do toiro em todas as fases de vida.

Filosofia, Ética e Estética no Toureio

No Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo, local onde viveu por mais dum século a Praça de Toiros de São João, decorreram os últimos trabalhos de reflexão e discussão do Fórum da Cultura Taurina e leitura das conclusões finais.
Professores de várias universidades, um fadista e um toureiro falaram da abrangência social da Festa mas foi a intervenção de Francis Wolff (francês mas que falou em português) a que mais prendeu a assistência. De forma simples, airosa e até com graça, o autor de “A filosofia das Corridas de Toiros” desmontou, um a um, os argumentos falaciosos dos anti-toiros e anti-touradas.
O professor Juan Carlos Illera, interveniente no colóquio sobre o Toiro de Lide no passado mês de Dezembro, iniciativa da Tertúlia Tauromáquica Terceirense, retomou os estudos sobre a dor e o stress dos toiros de lide, explicando como tais valores se alteram no animal antes, durante e depois da corrida.
Antes, Rui Bento Vasques, matador de toiros, gestor e apoderado, dera a visão dos valores culturais do toureio, incidindo nos aspectos éticos e deontológicos da profissão de toureiro nas relações de comportamento e respeito, na estética do toureio - valor, arte, inteligência - na filosofia de vida que leva a enfrentar a representação do medo, incarnada no Toiro.
Ao fadista António Pinto Bastos couberam minutos para defender a arte portuguesa de tourear. Houve alguma música mas, e aqui terá estado um dos “pecados” da organização, foi notada a “quase” ausência de referências, conceitos, grandeza e beleza da forma como os portugueses encaram a Festa dos Toiros, com cavalos e forcados.
Ao mais crítico, bastaria fechar os olhos e imaginar-se em congresso semelhante numa qualquer província ou região espanhola, regiões que, afinal, também gostam do toureio a cavalo.
Após o visionamento do filme “Culturas Taurinas do Mundo”, o Maestro Vitor Mendes leu nas três línguas faladas no Fórum as conclusões do congresso que reforçaram a convicção e orgulho de ser aficionado e defensor da Cultura Taurina nos dois lados do Atlântico - Europa e América do Sul -. Foram também incluídos na Declaração Final os propósitos de lutar pelos valores da Festa, como legado cultural, escola de vida, guia de valores próprios no mundo da globalização. A Declaração assume-se como barreira contra os ataques animalistas, tal como o anti-ciclone dos Açores é barreira contra tempestades.
Numa opinião muito pessoal, as conclusões do Fórum Mundial da Cultura Taurina deveriam ter sido mais incisivas, manifestando repúdio, bem expresso, pelos ataques que sofre a Festa na Catalunha, no País Basco e na Venezuela.
Os participantes do Fórum Mundial da Cultura Taurina rumaram então à Caldeira Guilherme Moniz.
Depois dum almoço com especialidades regionais, onde nem faltou o folclore terceirense, Gomez Escorial, matador de toiros de Espanha, auxiliado por José Faveira no cavalo de picar e por José Leonardo e Jorge Silva, bandarilheiros, tentou uma belíssima bezerra de Rêgo Botelho.

(In A União)

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