sexta-feira, julho 24, 2009

Câmara de Angra financia Pavilhão Multi-usos

A presidente da Câmara de Angra, Andreia Cardoso, assinou hoje, com o Reitor da Universidade dos Açores, Avelino Meneses, um contrato de cooperação financeira destinado à construção de um pavilhão desportivo no Campus de Angra.A autarquia de Angra vai financiar 15 por cento do valor global da obra, estimado em 2,3 milhões de euros. Em troca os munícipes angrenses poderão usufruir destas novas instalações.Andreia Cardoso considera que “esta nova infra-estrutura reúne todas as condições para a prática desportiva e vem colmatar a carência do concelho em equipamentos desportivos de excelência”. O pavilhão desportivo do Campus de Angra da Universidade dos Açores integrará a rede de equipamentos desportivos que a autarca pretende implementar em todo o concelho “permitindo que os treinos dos escalões mais novos sejam realizados a horas adequadas” sustentou.O reitor da Universidade dos Açores frisou que a assinatura do contrato de cooperação financeira é o exemplo do que pode ser a cooperação entre o poder local e o poder universitário. Para Avelino Meneses trata-se de um marco na abertura da comunidade académica à sociedade. O reitor mostrou-se convicto que este poderá ser um passo no sentido de Angra ser cidade universitária.Para Avelino Meneses a construção do pavilhão desportivo é igualmente um incentivo à prática de estilos de vida saudável por parte dos académicos.
(In Câmara Municipal de Angra do Heroísmo)

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quinta-feira, julho 23, 2009

Universidade investe em pavilhão desportivo orçado em 2,3 milhões de euros

A Universidade dos Açores (UAç) anunciou hoje a construção de um pavilhão desportivo no Campus Universitário de Angra do Heroísmo, orçado em 2,3 milhões de euros, e comparticipado em 345 mil euros pela autarquia local. O anúncio foi feito após a assinatura de um protocolo entre a UAç e a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo que estabelece as condições de financiamento autárquico do projecto nomeadamente a atribuição das verbas em duas fases de 50 por cento do montante.A restante verba, 85% do total estimado, para a realização das obras, é financiada por fundos da União Europeia através de uma candidatura apresentada aos órgãos do governo regional dos Açores. Na ocasião a presidente da autarquia, Andreia Cardoso, disse que “existe consciência da falta de equipamentos desportivos no concelho”.Por esse facto “foi fácil assumir a parceria para a construção desta infra-estrutura” que fará parte de “uma rede que vai ser criada em todo o concelho que disponibilizarão horários de utilização compatíveis com a vida profissional dos cidadãos”.Por outro lado, acrescentou a autarca, “o pavilhão universitário será utilizado pela autarquia e pelos cidadãos do concelho num calendário e horários a acordar”. Avelino Meneses, reitor da universidade açoriana, manifestou-se satisfeito pela concretização “de uma proposta que visa valorizar os campus universitários” bem incrementar “um política que evite que a comunidade e a universidade vivam de costas voltadas”.O reitor da UAç reafirmou o seu “empenho em aprofundar a tripolaridade da academia que tem pólos distribuídos pelas ilhas de São Miguel, Terceira e Faial”.Avelino Meneses considerou ainda que “a parceria estabelecida entre a universidade, autarquia e governo regional irá trazer resultados compensadores e Angra do Heroísmo pode aspirar, e vai conseguir, ser uma cidade universitária”.O novo Campus de Angra do Heroísmo da UAç começou a ser construído no ano de 2004 tendo sido inaugurado dois anos depois o complexo pedagógico orçado em 1,5 milhões de euros”.Concluído já está, também, o edifício dos serviços académicos que contempla os serviços de Acção Social e apoio ao estudante e em construção encontra-se o edifício interdepartamental, a inaugurar no próximo ano, cujo conjunto ascende a cerca de 10 milhões de euros.

(In Diário dos Açores)

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segunda-feira, abril 13, 2009

FIRAT ÜNİVERSİTESİ, PORTEKİZ'E AKADEMİSYEN VE ÖĞRENCİ GÖNDERECEK

Elazığ Fırat Üniversitesi Sosyal Bilimler Meslek Yüksek Okulu ile Portekiz Universidade Dos Açores Üniversitesi Arasında Erasmus Protokolü İmzalandı.
Protokol çerçevesinde 2009 - 2013 yıllarını kapsayan dönemde her yıl turizm ve otelcilik alanından 2 akademisyen ve 4 öğrenci değişim programına katılacak.
Protokol çerçevesinde Açores ve Fırat Üniversitesi'nden 2 akademisyen Turizm ve Otelcilik alanında 1 hafta süreli dersler sunacak, ayrıca her yıl 4 öğrenci karşılıklı değişimle staj uygulamaları ve ders amaçlı 5 aylık programlara katılacak. (CİHAN)
(In Haberler.com)

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domingo, abril 12, 2009

Erasmus değişim programı devam ediyor

Fırat Üniversitesi Fen-Edebiyat Fakültesi Batı Dilleri ve Edebiyatları bölümü Erasmus programı kapsamında, Polonya’nın Çeslohova Üniversitesi’nden ilk misafirini ağırladı.
Polonya’nın Çeslohova Üniversitesi İngiliz Dili ve Edebiyatı bölümü öğretim elemanı Richard Hanson, Fırat Üniversitesi Batı Dilleri ve Edebiyatları bölümü’nde bir hafta süreyle ders vermiş, değişik etkinliklere katılarak Fırat Üniversitesi Batı Dilleri ve Edebiyatları bölümü öğretim üyeleri ve öğrencileriyle verimli ve faydalı çalışmalarda bulunmuştur.
Richard Hanson, Fırat Üniversitesi’nden çok güzel anılarla ayrılacağını belirterek, Fırat Üniversitesi’nin Polonya’da tanıtımının yapılmasında elinden gelen bütün gayreti göstereceğini belirtti.
Fırat Üniversitesi Rektör Yardımcısı Prof. Dr. Bülent Şen, Erasmus kapsamında Fırat Üniversitesi’ne gelen Polonya’nın Çeslohova Üniversitesi İngiliz Dili ve Edebiyatı bölümü öğretim elemanı Richard Hanson’u makamında kabul ederek, katılımından dolayı Richard Hanson’a sertifikasını vererek, kendisini üniversitemizde görmekten dolayı büyük bir mutluluk duyduğunu ifade etti.
Projeye Portekiz de dahil Öte yandan Fırat Üniversitesi Sosyal Bilimler Meslek Yüksekokulu ile Portekiz’den Universidade Dos Açores üniversitesi arasında yapılan Erasmus protokolü çerçevesinde 2009–2013 yıllarını kapsayan dönemde her yıl turizm ve otelcilik alanından iki akademisyen ve dört öğrenci değişim programına katılacak.
Protokol çerçevesinde Açores ve Fırat Üniversitesi’nden 2 akademisyen Turizm ve Otelcilik alanında 1 hafta süreli dersler sunacak, ayrıca her yıl dört öğrenci karşılıklı değişimle staj uygulamaları ve ders amaçlı 5 aylık programlara katılacaktır.

(In Günışığı Gazetesi)

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terça-feira, abril 07, 2009

A América quer os Açores como ilhas piloto nas energias renováveis

A II Conferência Transatlântica de Energias Renováveis que se realizou nos últimos dois dias em Angra do Heroísmo sentou, à mesma mesa, representantes das administrações ao mais alto nível, a indústria e muitos académicos, com o propósito de debater uma agenda de investigação para o desenvolvimento e implementação de sistemas energéticos sustentáveis, incluindo ainda a integração de tecnologias consideradas chave que viabilizem a harmonização entre a oferta de energias renováveis com a procura da energia e a definição de políticas relacionadas com uma maior penetração das energias renováveis. Portugueses e americanos falaram, de forma consensual, quanto à direcção a seguir e os Açores, pelas potencialidades que apresentam e podem vir a desenvolver natural e tecnologicamente, reúnem, no entender do Director do MIT- Massachusetts Institute of Technology – Portugal, Paulo Ferrão, todas as condições para ser o estandarte desta pegada ecológica que é necessário que fique vincada no mundo, no caminho do corte na dependência do petróleo como fonte geradora de energia. Paulo Ferrão acredita mesmo que, se formos no caminho certo, a nossa região poderá ser auto-suficiente energeticamente em 90%. Qual a intervenção do Programa MIT, do qual é director, nesta II Conferência Transatlântica das Energias Renováveis que decorreu até ontem em Angra do Heroísmo e qual a sua importância para este mesmo instituto? O MIT Portugal tem nesta conferência o papel de coordenar, com o Governo Regional e com os restantes parceiros, o projecto “Green Islands”, apresentando a agenda de investigação e a de implementação. Esse é, para mim, o grande objectivo desta realização. Estamos a falar de um projecto que se reveste de uma enorme importância quer para o MIT Portugal quer para todos os envolvidos, pois, pela primeira vez faz-se algo que é extremamente importante em qualquer parte do mundo: em suma, trata-se de unir, num propósito comum e com uma enorme relevância económica e social, a universidade, a indústria e o governo, que estão todos representados ao mais alto nível. Nesta conferência são feitos compromissos para o sucesso desta iniciativa, no caminho de tornar os Açores numa zona de referência para a implementação das energias renováveis num sistema regional. Por quem passa a responsabilidade deste projecto a implementar nos Açores, de forma pioneira? Neste momento, a responsabilidade passa a ser tripartida por todos os seus intervenientes. Neste contexto e, para além de contarmos com a participação do Governo Regional dos Açores e das universidades associadas ao programa MIT Portugal, realizámos um protocolo de colaboração com a Universidade dos Açores, no sentido de que ela também fique envolvida neste projecto. No campo empresarial, estão representadas as filiadas, que demonstraram quais os interesses que possuem nesta matéria, bem como quais os contributos que podem dar a este projecto. Estamos a falar da EDP, EDA, Galp Energia, Martifer, Efasec e a SGC Energia. Qual é a visão do MIT Portugal para que os Açores possam ser, ecologicamente falando, no seu todo, “ilhas verdes”? A visão que temos, passa pelo desenvolvimento de um sistema integrado. O nosso grande objectivo é, acima de tudo, a redução da dependência do petróleo, substituindo-o por energias renováveis. Para além desta redução, queremos resolver um dos grandes problemas que existe na utilização das renováveis: o do seu não armazenamento. Há que desenvolver um sistema que seja capaz de ajustar as necessidades da procura à oferta, em cada instante. Assim, poderemos passar a gerir esta dinâmica de uma forma inteligente, armazenando esta energia. Quais são as hipóteses em estudo para encontrar esta solução? Para que tais ideias possam passar a ser uma realidade, estão em estudo e debate várias hipóteses: uma passa pela bombagem de água – seja esta feita entre lagoas existentes a níveis diferentes quer, até – em teses – a bombagem da água do mar para uma lagoa de um topo de uma colina, durante o período nocturno. Isto poderia ser viável, se aumentássemos, significativamente a produção de energia geotérmica, em que o seu consumo seria feito de forma a rentabilizarmos todos os períodos da sua utilização; outra das opções passa pela utilização de carros eléctricos, sendo que ao serem carregados durante a noite, ou os utilizaríamos durante o dia ou venderíamos a energia arrecadada neste período à rede eléctrica quando os mesmos não fossem usados Para que tenhamos uma ideia aproximada, a nossa intenção passa por um incremento na produção de energia eléctrica através das renováveis na ordem do dobro do que hoje acontece. Se, em São Miguel, esta produção (através essencialmente da geotermia) já representa hoje, uma percentagem na ordem dos 50%, gostaríamos que, com a implementação do “Green Islands” esta passe a ser de 90%. Quanto à ilha das Flores – tendo por base que os modelos ainda estão em estudo e em fase de consolidação apenas para a ilha de São Miguel – pensamos que a aposta terá de ser feita, pelas potencialidades apresentadas, na área das energias eólica e hídrica. Para São Miguel a aposta vai claramente para a energia geotérmica, mas pretendemos igualmente promover o aproveitamento de alguma biomassa e resíduos sólidos urbanos. Para que tal acontece, teremos de ter um sistema de rede eléctrica muito mais sofisticada que passe a permitir, a cada utilizador, comprar e vender energia, fazendo com que haja variações nos preços da mesma. Estamos a falar, portanto, de realizar uma implementação piloto, num local a seleccionar, para testar estas redes inteligentes. Este projecto é inovador ao nível internacional, pois não há uma focagem do mesmo, apenas, na resolução do problema da oferta da energia, mas, acima de tudo, olha para a energia como um serviço que é prestado para várias facetas do nosso dia-a-dia, de uma forma integrada, para que sejam criadas as tais soluções inteligentes, que passam, de facto, pelas redes nos transportes, nos edifícios e nas habitações. Então, estarão, de facto reunidas todas as condições para que seja feita, tal como referiu o presidente da Câmara de Comércio de Angra, Sandro Paim, “a mudança para um novo paradigma energético nos Açores”? Certamente que sim. Esta mudança de paradigma pode explicar-se pelo facto de, hoje em dia, em todo o mundo, o paradigma do sistema energético definir-se através da existência de quem consome e das indústrias que vendem. Nós o que queremos com o “Green Islands” é que, se há um aumento de consumo, haja igualmente um acréscimo de produção, tanto quanto o pico do gasto. O estabilizar dos pratos da balança passa por saber quais os serviços que a energia está a providenciar e tentar olhar para a procura de forma a encontrar as opções mais interessantes do ponto de vista energético e económico que a poderão satisfazer. Isto pode passar por uma gestão da procura, através da criação de um sistema de tarifários mais adequado ao ritmo quer das habitações quer dos edifícios, dos transportes (públicos ou particulares). Trata-se de um passo que vai além da educação de quem consome e de quem produz. Considero que se trata, acima de tudo, de proporcionar as tecnologias, para que as pessoas possam fazer as opções que consideram mais correctas. Claro que se trata de uma mudança de atitudes, mas considero que tem ainda mais a ver com a capacitação tecnológica do sistema energético dos Açores, inicialmente feita apenas em zonas piloto. O mais importante é que haja estas opções, daí tratar-se de um projecto, também, tecnológico. Fundamental então, é criar estas mesmas opções? Sim. É isto mesmo. Queremos criar esta tecnologia e demonstrá-la, para que isso possa ser uma opção para as populações e não apenas uma figura de retórica. É nisto que consiste a mais-valia de um projecto que, é importante se refira, tem um elevado valor económico. Assim, desde logo, pretendemos que estes desenvolvimentos sejam feitos pelas nossas universidades – naturalmente com a colaboração do MIT Portugal – mas, acima de tudo, pelas empresas portuguesas. Criaremos valor que pode ser depois vendido a outros países, fazendo avançar as empresas nacionais. Localmente, que seja criado emprego e capacidade de desenvolvimento de algumas empresas em nichos de mercado específicos. Uma coisa é sempre certa: podemos desenvolver tecnologias, mas, depois, é necessário saber implementá-la através da experiência de quem já tem contacto e trabalha com a mesma. Se conseguirmos formar pessoas nos Açores que o façam bem, estamos a criar nichos que contribuirão para o mercado do trabalho com mais valor acrescentado. Os parceiros envolvidos, falam, então todos, uma linguagem universal…. Esta é a grande virtude desta conferência. Pela primeira vez estiveram todos juntos num acto público, a dizer que possuem estas capacidades. Neste momento, estamos em que fase do projecto? Estivemos, até aqui, a desenvolver a agenda de investigação, através de alguns estudos preliminares e agora estamos na fase de casar o trabalho até agora desenvolvido, as empresas e o governo. É isto que celebrámos nesta conferência: um marco de partida. A partida é agora e como tal já queremos começar a desenhar soluções, imediatamente. Durante o próximo ano queremos propor já soluções concretas e implementáveis com as empresas e, depois, daí advenham opções de investimento. Em termos de montante de investimento, já é possível avançar com alguns números? Existem, para o projecto três agendas: a de investigação – cuja responsabilidade cabe ao MIT Portugal; a de investimento – inteiramente a cargo das empresas; e a de implementação – na qual o Governo também tem uma palavra a dizer. Logo, e face a esta dimensão, não há números, neste momento, que possam ser avançados. Ao nível da Universidade dos Açores, que tipo de intervenção tem ou terá a mesma no “Green Islands”? Neste âmbito, foi agora celebrado um protocolo que envolve a universidade açoriana, procurando sedimentar o conhecimento na Região. A ideia passa por criar aqui um centro de investigação capaz de tratar estas questões e conservar no arquipélago o conhecimento que for sendo criado. O Governo Regional apoia esta iniciativa através da contratação de especialistas internacionais destinados à implementação desta iniciativa. Esta convergência do conhecimento, até hoje, não estava a acontecer e o que passará a existir passa por criar as condições para que, tanto quanto possível, o conhecimento esteja todo à disposição da Região, de forma conservada. Já há prazos ou datas para a implementação, na prática do projecto? Não existem, ainda, quaisquer certezas. Entretanto, gostaria o MIT Portugal que todas as decisões ficassem definidas no concreto. Agora estamos numa fase de montagem de possíveis cenários, procuramos saber quais as tecnologias pelas quais iremos avançar – resultado da investigação desenvolvida até aqui. O que vamos fazer neste momento, com as empresas e com o governo, vamos tentar, de facto, definir alguns projectos concretos que possam ser implementados. As expectativas do MIT Portugal são elevadas… São muito, pois esta conferência revestiu-se de uma elevada importância pelo facto de, tal como já havia referido anteriormente, haver uma conjugação de esforços e contributos tão elevada e harmoniosa como a que aqui se registou. Governos – nacional e regional -, universidades e empresas de tão elevada preponderância estiveram reunidas e empenhadas com um único objectivo comum. Conseguimos assim celebrar os compromissos que assumimos no ano passado, na primeira edição desta conferência. Qual é, em suma, o maior desafio deste projecto? O maior desafio é o de conservar todas estas vontades alinhadas. Os desafios, externos, são grandes e como tal é importante manter aqui os interesses conjugados, garantindo que continuamos a ter condições sobre as perspectivas do diálogo, da cooperação para o projecto tenha sucesso. Temos que saber tirar partido dos recursos naturais que estão disponíveis e da vontade que existe de todas as partes envolvidas para promover o desenvolvimento económica e a valorização dos recursos humanos através do conhecimento. Ou seja, estamos a falar de um projecto encabeçado pelos Açores mas que pretende ser um marco nacional? Os Açores têm feito muito e podem fazer ainda mais, reforçando a sua posição e subindo a um patamar diferente ao nível das energias renováveis. Poderemos passar de uma região compradora de tecnologia para uma que poderá ajudar a produzi-la. Mas não estamos, realmente, a falar dos Açores de forma isolada. Portugal está, no seu todo, envolvido no “Green Islands” e este é, sem dúvida, um projecto-piloto nacional. Os Açores surgem como forma de tirar partido de um conjunto de oportunidades que têm vindo a surgir nesta área, demonstrando que são suficientemente ágeis para conseguir dinamizar um projecto destes. Finalizando, acrescentava o mote do facto de se ter tratado de uma conferência de características transatlânticas… Ontem mesmo foi celebrada uma iniciativa de estabelecimento de acordo entre a Europa e os Estados Unidos da América. Tratou-se, sem dúvida, também, de um momento muito importante e simbólico para ambas as partes, com a presença de figuras que encabeçam instituições internacionais de suma importância, como José Manuel Silva-Rodriguez (Director-Geral da Investigação da Comissão Europeia) e Phyllis Yoshida (representante do Departamento de Energia dos Estados Unidos). Assim sendo, procurou-se tirar partido desta aproximação que a nova administração americana permite e que potencia entre os EUA e a Europa, tentando colocar os Açores no mapa dessa colaboração, em particular, ao nível da sustentabilidade e das energias renováveis. Uma aposta que, a um nível talvez mais político, também me parece importante.
(In Ana Coelho - Correio dos Açores)

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domingo, abril 05, 2009

Praia Ambiente abre dois novos furos

A Praia Ambiente, empresa municipal da Praia que gere a recolha de resíduos e o abastecimento de água no concelho, vai abrir dois novos furos de captação de água para, com um, reforçar o abastecimento domiciliário nas freguesias do Cabo da Praia, Fonte do Bastardo e Porto Martins e, com o outro, melhorar a qualidade da água fornecida no concelho.A empreitada foi anunciada ontem pelo presidente da empresa municipal, Paulo Messias, na assinatura de um protocolo com a Universidade dos Açores, cujos especialistas vão apurar as melhores zonas para a realização dos dois furos.“Apesar de não existir falta de água no concelho, esta iniciativa visa precaver o futuro dos praienses”, explicou Paulo Messias. Os trabalhos de prospecção dos investigadores da Universidade dos Açores vão incidir sobre as águas subterrâneas na Fonte do Bastardo, na zona das Fajãs e nos lados Este e Norte da Caldeira dos Cinco Picos.Segundo Cota Rodrigues, presidente executivo da Praia Ambiente, um dos dois novos furos será aberto na Fonte do Bastardo e o outro na zona das Fajãs, nas imediações do Campo de Golfe da ilha. Neste caso, segundo a mesma fonte, a captação nesta zona permitirá a obtenção de água com melhor qualidade físico-química, para juntar à água captada em outros furos na área da Praia da Vitória. No caso do furo da Fonte do Bastardo, este visa garantir maior capacidade de resposta ao consumo nas freguesias da Fonte do Bastardo, Porto Martins e Cabo da Praia, que, actualmente, são abastecidas parcialmente pelo sistema de abastecimento de Angra. A Praia Ambiente vai também reactivar um outro furo na Fonte do Bastardo.“Este, em conjunto com o outro, vai permitir reforçar o abastecimento, tendo em vista o previsível aumento do consumo da zona industrial”, explicou Cota Rodrigues. Até ao final do mês, será assinado o contrato com o Laboratório Nacional de Engenharia Civil, que vai apurar a extensão da contaminação dos solos por combustíveis derramados de instalações norte-americanas na Praia da Vitória.

(In Diário Insular)

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quinta-feira, janeiro 15, 2009

Assinatura de protocolo entre o DCA e a Fruter

Realiza-se no próximo dia 16 de Janeiro (sexta-feira), pelas 17h00, no Auditório do Complexo Pedagógico do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, ao Pico da Urze, o acto de assinatura do Protocolo de Cooperação entre a Universidade dos Açores e a Fruter.

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quarta-feira, março 05, 2008

Missão aos Açores: A mais vantajosa e informativa

DARTMOUTH - Em 25 anos que tem visitado os Açores, o Congressista Barney Frank e os seus colegas nunca tiveram uma semana assim.
Intitulando-a como "a visita mais vantajosa e informativa," o Cong. Frank (D-Mass.) liderou 57 delegados da nossa área aos Açores na semana passada.
Nos Açores participaram em várias reuniões que abrangeram os temas de cooperação em energia geotérmica, turismo, académicos e negócios internacionais.
"Desta viagem irão existir negócios económicos específicos," disse Cong. Frank, na conferência de empresa sobre a viagem realizada esta semana na UMass Dartmouth. "Nós não estamos a falar de ajuda para os Açores, isto é uma operação mútua."
Vários acordos com as instituições académicas da nossa área e a Universidade dos Açores irão permitir a troca de alunos e professores nas áreas de ciência marinha, enfermagem, negócios e língua portuguesa.
Um plano para um centro comum nos Açores - Joint North Atlantic Climate and Socio Economic Modeling Center - está a ser correntemente discutido.
"É uma ideia com muito interesse para o Governo Regional, as universidades e a Foundation for Luso-American Develope, mas precisamos de mais trabalho para a ideia começar a ser concretizada e claro, precisamos de financiamento," disse a Reitora da UMass Dartmouth Jean MacCormack.
No meio de mundos diferentes, o arquipélago, está a ser divulgado como uma porta de entrada para o mercado europeu.
"Estabelecemos relações económicas importantes e um programa piloto para a exportação de vieiras de New Bedford, abrindo assim um novo mercado não só nos Açores, mas como na Europa," disse o Representante Estatal Michael Rodrigues.
Horas antes de regressarem, a delegação teve uma reunião com António Menezes, o nove presidenta da SATA, no Aeroporto João Paulo II em São Miguel.
Ficaram impressionados com novo plano de negócios da SATA, e a possibilidade da mudança de categoria de voo charter nos Estados Unidos para companhia aérea, que iria aumentar os voos e espaço de bancada no aeroporto.
"Demos a perceber o que as pessoas desta área sentem sobre como o que vêem na SATA como um veículo insuficiente," disse Cong. Frank.
A delegação também falou sobre a tarifa única.
"O que percebemos foi que iriam continuar com o preço reduzido para quem precisa de uma ligação para outra ilha," disse o Representante Estatal António F.D. Cabral. "A questão da tarifa única, não é facilmente resolvida. Tem custos associados, que podem ser um problema para o plano de negócios deles."
O Senador Estatal Mark Pacheco espera continuar a explorar a ligação
Açores-America.
"Não existe limites em termos das oportunidades que existem," disse o Sen. Pacheco.
(In O Jornal)

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domingo, fevereiro 24, 2008

Protocolo entre a Universidade dos Açores e a Universidade de Massachussetts-Dartmouth

A Universidade dos Açores (UAC) assinou esta quarta-feira um acordo com a Universidade de Massachusetts-Dartmouth, nos Estados Unidos, que irá permitir um intercâmbio de estudantes e de docentes entre os dois estabelecimentos de ensino superior.O protocolo surgiu na sequência da missão empresarial dos Estados Unidos que se encontra a visitar o arquipélago dos Açores desde sábado passado, tendo como principal intuito as parcerias entre os dois países.O director do Departamento de Línguas e Literaturas Modernas, Paulo Meneses, explicou à Lusa que o protocolo assinado destina-se a todos os alunos que frequentem cursos de licenciatura, mestrado e doutoramento na Universidade dos Açores. Paulo Meneses salientou ainda que o acordo vai ter uma duração de cinco anos, dando a possibilidade aos estudantes e docentes partilharem saberes e experiências.Na próxima quinta-feira, a comitiva norte-americana termina a sua visita aos Açores, que é composta por deputados estaduais, senadores, empresários e administradores da Universidade de Massachusetts.

(In Fábrica de Conteúdos)

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