segunda-feira, novembro 02, 2009

MINI-CURSO DE PLANTAS AROMÁTICAS Reaproximar a população dos modos caseiros


O mini-curso de plantas aromáticas, medicinais e condimentares surge no âmbito do projecto Aprendizagem ao Longo da Vida da Universidade dos Açores. Decorrerá nos dias 28 e 29 de Novembro, nas instalações do Pico de Urze, e pretende retomar usos antigos.
Jovens, reformados, domésticas, médicos, professores, entre outros participantes de diferentes actividades profissionais e de várias idades, renderam-se aos “mistérios” de variadas plantas e ervas aromáticas que temos à ‘mão de semear’. Pretendem conhecer todas as suas características e aplicações no jardim, na culinária ou na chamada “medicina caseira”.
É com este propósito, aliás, que surge o Mini-curso de Plantas Aromáticas e Medicinais (PAM) integrado na iniciativa Mini Cursos Agro Ambientais, promovida pelo Departamento de Ciências Agrárias do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores (UAç).
“Pode participar qualquer pessoa que esteja interessada em conhecer e saber utilizar determinadas plantas na confecção de chás, cosmética, óleos e loções aromáticas, por exemplo, e retomar a filosofia de antigamente em que primeiro se recorria à medicina caseira para curar um mal”, explica a responsável pela iniciativa.
Ana Maria Simões acrescenta que as aprendizagens e os conhecimentos serão transmitidos no sentido de motivar a produção caseira, sublinhando as condições climatéricas favoráveis do clima dos Açores. “Temos um bom clima para produzir [PAM] nos nossos quintais. Uma vez sabendo como devem ser plantadas, tratadas e colhidas, e em que melhores épocas do ano, é só tirar partido”, considera a docente universitária.
Este curso, continua, surge na sequência de outros já realizados pela UAç em outras ilhas, tendo por filosofia a Aprendizagem ao Longo da Vida. “Há 10 anos que este projecto está a ser feito em Ponta Delgada, aqui, na Terceira, começámos agora desde que adquirimos as novas instalações”, diz.
Com as inscrições abertas até 22 de Novembro, o curso decorrerá a 28 e 29 do mesmo mês, respectivamente das 10h00 às 18h00 e das 10h00 às 13h00, pela mão de Luís Alves, especialista em PAM, presença assídua no programa de televisão “Praça da Alegria” transmitido pelo Cana1 da RTP, e autor do Blog “cantinhodasaromaticas”.
Assim, o programa deverá abordar aspectos como as diversas formas de secagem; propagação das plantas; as principais plantas aromáticas e condimentares e suas utilizações – monografia individual; tipos de multiplicação vegetal; propagação por via sexuada e vegetativa; equipamentos e utensílios; agricultura biológica; e abordagem etnofarmacológica. Deverá ainda abordar a utilização das PAM para fins ornamentais; aspectos relacionados com conservação e biodiversidade; em espaços verdes; e componente prática no exterior.
“Esperamos organizar quatro cursos por ano, no mínimo, e diferentes workshops”, revela Ana Maria Simões, adiantando que as temáticas previstas para 2010 poderão incluir Poda e Artes florais. “Verificamos o interesse por parte de muitas pessoas”, justifica. Neste sentido, a responsável acrescenta que a equipa coordenadora aceita sugestões nos temas de cursos que poderão vir a ser organizados, bem como dos que actualmente apresentamos.

(In A União)

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sábado, outubro 31, 2009

CLIMA NOS AÇORES FAVORECE AS PLANTAS MEDICINAIS


Os Açores têm condições climáticas favoráveis à produção de ervas aromáticas e medicinais durante todo o ano.A Região conta com cerca de 350 espécies de plantas que podem ser utilizadas para fins medicinais. “Na Região, como em todo o país, a utilização destas plantas é recorrente: na alimentação, em chás e tisanas ou para ornamentação, cada vez mais se usam plantas aromáticas e medicinais”, afirma Ana Simões, professora e coordenadora dos mini-cursos que se têm realizado na Universidade dos Açores.Contudo, “pormenores quanto à constituição das plantas e técnicas que passam pelo modo de produção precisam ainda ser esclarecidos”.É neste sentido que a 22 de Novembro A Universidade dos Açores realiza um novo mini-curso, aberto a todos os insteressados, ministrado por Luís Alves, técnico de agricultura biológica, sobre “A utilização das principais plantas aromáticas e medicinais”.De facto, de acordo com Félix Rodrigues, autor de um estudo sobre as plantas locais, a utilização de plantas medicinais requer cuidados especiais desconhecidos por muitos.Assim,“são aconselhadas doses específicas para o uso deste tipo de plantas”.“O alho crú, por exemplo,, utilizado para problemas de herpes ou para ajudar a emagrecer, se utilizado em demasia pode originar infecções ou outros problemas”, afirma.De acordo com o professor universitário, “as plantas medicinais dos Açores têm uma utilização muito variada e dependem dos problemas de cada um. É o caso da folha do abacateiro que pode ser utilizado em casos de retenção urinária, hipertensão ou colestrol”.“Há também plantas que utilizamos sem sequer reconhecermos as suas propriedades. É o caso do agrião, benéfico para o sistema digestivo e sanguíneo”, continua.Félix Rodrigues acredita na importência destas plantas e relembrou ainda o facto de a ONU ter decretado que “o uso das plantas medicinais é uma mais valia, principalmente para os países mais pobres, porque contribuem para a resolução de problemas de saúde”.Apesar disso, o professor partilha da opinião que as gerações actuais têm desacreditado o poder destas plantas.“As plantas têm até um grande potencial económico, sendo que a nível mundial existem espécies com um valor acrescido”.Assim, diz o profressor, “a sua utilização contribui para a sustentabilidade regional”.

(In Diário Insular)

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quarta-feira, maio 06, 2009

Potencialidades da agricultura biológica

Praticante da agricultura biológica desde 1991, o engenheiro Victor Gomes esteve, recentemente, durante dois dias no pólo de Angra da Universidade dos Açores para ensinar a cultivar de forma biológica e respondeu a algumas perguntas de DI-Revista.


Durante um dia e meio os participantes do mini-curso “Horta Biológica” aprenderam a cultivar produtos biológicos na sua própria horta. É preciso muito conhecimento e grandes investimentos para o fazer?
Não. O objectivo da horta biológica é realmente a pessoa conseguir ser o máximo auto-suficiente possível, ou seja, estar o menos possível dependente dos factores externos. Com o mínimo de investimento a pessoa consegue fazer uma horta biológica. Fica até mais barato do que fazer uma horta convencional.
As pessoas têm a ideia de que a agricultura biológica não é tão lucrativa economicamente. Isso é verdade ou é um mito?
No meu caso, em termos de exploração, a agricultura biológica é que foi a salvação da empresa. De facto foi com a agricultura biológica que conseguimos superar as crises do mercado. Neste momento, conseguimos, nalguns casos, factores de produção mais baratos e, depois, conseguimos estabilidade de preços, em termos de garantia de escolha de um produto muito melhor. Há uma procura crescente dos produtos biológicos, tanto a nível nacional como internacional. O mini-curso teve bastante adesão.
Os participantes mostraram-se apenas curiosos ou há alguns com vontade de apostar na agricultura biológica como oportunidade de negócio?
Uma maioria deles tem uma segunda actividade. São pessoas informadas e como não há muita agricultura biológica aqui nos Açores, não têm onde comprar agricultura biológica. Se não têm onde comprar e já que têm uma pequena hortinha em casa, querem produzir os seus próprios alimentos. E já que estamos em altura de crise, querem produzir. Outros não. Têm uma actividade convencional e têm alguma dificuldade em escoar os seus produtos e querem uma alternativa para a sua produção.
Está ligado à Biofrade, desde 1991. Como é que surge o interesse pela agricultura biológica?
Por duas razões: uma, porque nós já éramos apologistas de não utilizar produtos químicos, quando fazíamos agricultura convencional. Tínhamos uma exploração convencional, mas, depois, quando íamos vender, vendíamos pelo mesmo preço do que os outros, que utilizavam tudo e mais alguma coisa. Por outro lado, em 1990/1991 estávamos com grandes problemas de escoamento do produto. Foi quando começámos a sentir a maior influência da nossa Comunidade Europeia, com a concorrência de outros países como Espanha, França… e não conseguíamos escoar o nosso produto. A agricultura biológica, realmente era um produto novo. Até que começámos com a exportação. Começámos só a exportar para a Alemanha, até porque cá em Portugal não havia consumo, as pessoas nem sabiam o que era a agricultura biológica e as coisas correram muito bem. A partir daí, nunca mais parámos, fomos aumentando, aumentando e, desde 1998, só trabalhamos com agricultura biológica.
A Biofrade foi uma quinta pioneira nesta actividade em Portugal. Na altura, que entraves é que encontraram?
Os principais entraves tinham a ver com a dificuldade em arranjar alguns factores de produção. Hoje, existem insecticidas biológicos e alguns fertilizantes biológicos que não existiam na altura. Também não havia grandes apoios para a agricultura biológica. Neste momento, realmente, as coisas já estão mais facilitadas, porque já estamos numa era em que já há mais produção, mesmo em Portugal, e já começa a haver mais interesses pela agricultura biológica. Por outro lado, também nos produtos fitofármacos, as grandes empresas multinacionais já começam a voltar-se para as soluções biológicas, em vez de serem tão químicas. Então esses produtos, que já estão a utilizar para a agricultura tradicional de origem biológica, nós também já os podemos utilizar.
Estamos a falar de guerras biológicas, ou seja, com fungos, bactérias e outros organismos naturais, que nós, sem dificuldade, podemos comprar e utilizar na nossa agricultura.
Actualmente existem apoios à agricultura biológica?
Em termos de apoios comunitários tem havido alguns, na Europa é onde há mais apoios. Em Portugal, a parte burocrática é tão grande que nós simplesmente abdicámos dos apoios. Neste momento, estamos a produzir sem apoios financeiros, porque a parte burocrática era bastante complicada e então abdicámos. Com o passar dos anos, as pessoas foram tomando consciência da importância dos produtos biológicos. Hoje em dia, já há uma percepção dos benefícios destes produtos?Infelizmente, por razões menos boas, as pessoas já começaram a tomar conhecimento. Os problemas oncológicos cada vez são maiores e a própria comunidade médica já tomou consciência que, em muitos casos, tem a ver com os produtos que as pessoas ingerem. Quem teve problemas oncológicos é aconselhado a não comer produtos químicos. Realmente, o produto biológico é uma solução mais segura. Não quer dizer que no convencional não haja produtos bons, mas nunca se sabe muito bem como é que aquilo está produzido. No biológico, há um controlo, há uma certificação, há uma estabilidade melhor. Sabemos que o resultado final disso vai dar um produto de alta qualidade, com baixos valores residuais e então as pessoas estão voltadas para aí. Por outro lado, também temos outra questão: cada vez mais as pessoas estão informadas sobre os bebés. As pessoas, hoje em dia, não se importam de investir tudo no bebé e a alimentação é essencial e realmente cada vez mais as mães estão a alimentar os miúdos com produtos biológicos. Em comparação com o resto do país, a Terceira está em que grau de desenvolvimento?Neste momento, há pelo menos três agricultores a produzir cá alguns produtos, em pequena escala, mas é um ponto de partida. Tivemos cá um agricultor (no mini-curso), que nos veio dar o seu contributo e que veio mostrar às outras pessoas que realmente é possível fazer agricultura biológica e ser economicamente viável.
Os Açores têm condições preferenciais para o cultivo destes produtos?
Em qualquer sítio é possível fazer agricultura biológica, independentemente de ter condições ou não. A grande desvantagem que tem é o clima, ou seja, consegue-se produzir mais cedo e com baixos problemas noutras partes do país. Por outro lado, pelo que eu vejo, mesmo aqui na Terceira, há uma produção agrícola muito baixa. De tudo o que as pessoas consomem aqui, a maior parte vem do exterior. É uma maneira de potenciar a agricultura biológica. Já que as pessoas não conseguem produzir mais barato do que o que vem do exterior, pelo menos que consigam produzir com qualidade. Para que as pessoas vejam que para além de ser um produto local, é uma mais-valia pela qualidade e para que os produtores consigam arranjar melhor mercado por essa via.
E pensa que haveria mercado na região para produtos biológicos?
Acho que sim. Há em todo o lado, acresce que a Terceira cada vez mais está com potencial turístico. Os turistas que vêm da Alemanha, de Inglaterra, vêm com grandes hábitos nessa área. Se arranjarem um restaurante, se forem a uma mercearia com produtos biológicos, de certeza que eles compram. Não compram porque não têm, mas se encontrarem eles compram. Hoje, cada vez mais as pessoas estão mais informadas. Hoje em dia, os consumidores biológicos não são consumidores que têm um grande poder de compra. O produto biológico é um pouco mais caro, por diversas razões, porque temos de pagar certificação, tem menos produtividade porque não intensificamos tanto a produção, mas as pessoas preferem gastar e investir um pouco mais da sua economia em casa, mais na parte da alimentação, do que, por exemplo, num perfume caro ou numa roupa de marca. “Não me importo de gastar mais dinheiro na alimentação, mas numa alimentação com cuidado” – ouvimos, muitas vezes, dizer. E hoje em dia temos consumidores de vários estatutos sociais, principalmente são pessoas informadas. A classe dos professores, por exemplo, é uma classe que consome muito, a classe jornalística, alguns médicos, também… E, a partir daí, as outras pessoas começam a ir atrás e a consumir. Com a conjuntura económica actual fala-se muito na inovação e na criatividade no combate à crise.
A agricultura biológica também pode ser uma arma?
Pode ser uma boa arma. Se não for para um mercado interno mesmo, já que em termos económicos não conseguimos tanto, temos grande potencial para exportarmos. Os países nórdicos consomem grande quantidade de produtos biológicos frescos, uma vez que, durante o Inverno, estão congelados e nós aqui podemos produzir em grande quantidade e mandar para lá. E só nesse ponto de vista temos essa possibilidade. E do ponto de vista do agricultor, da maneira que os pesticidas, os fertilizantes, os combustíveis estão caros, a agricultura biológica neste momento pode ser uma solução mais barata do que a agricultura convencional.
(in DI Revista)

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quarta-feira, abril 22, 2009

Mini-curso de agricultura biológica

Cerca de 26 pessoas participaram no passado fim-de-semana num mini-curso “Horta Biológica”, no pólo de Angra da Universidade dos Açores. A formação, organizada pelo departamento de Ciências Agrárias da universidade, foi ministrada pelo engenheiro Victor Santos, da Biofrade, uma quinta de produtos biológicos, pioneira no país. Entres os participantes havia quem procurasse apenas adquirir conhecimentos para transformar a actividade convencional em biológica ou mesmo criar apenas uma horta doméstica. De acordo com Ana Maria Simões da organização, o curso, destinado ao público em geral, teve bastante adesão. “Tivemos até duas pessoas de São Miguel, ligadas ao turismo rural, que se interessaram sobre o tema”, revela. A iniciativa foi integrada num conjunto de “Mini-cursos agro-ambientais”. O próximo evento decorre a 6 e 7 de Junho sob o tema “Aromáticas e Medicinais”. Realizado por Luís Alves, o curso tem como objectivo a identificação e caracterização das principais plantas aromáticas e medicinais. Para trás, neste ano lectivo, ficaram ainda um curso sobre “Arte floral”, no qual foi ensinado a secar flores, para arranjos florais, utilizando diversas técnicas e ideias de decoração, e ainda um curso com o tema “Proteger e propagar as plantas”, que consistia no ensino da construção de estufins túneis, como técnica de proteger e propagar as plantas durante o Inverno.
(in Diário Insular)

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terça-feira, abril 14, 2009

Mini Curso HORTA BIOLÓGICA

Terá início o Mini Curso HORTA BIOLÓGICA no próximo dia 18 de Abril de 2009 das 10 ás 18h com 1h de almoço, e domingo dia 19 das 10 ás 13h.
Conhecimentos para implantação de uma horta familiar serão transmitidos pelo Eng. Victor Gomes ligado á Biofrade (http://biofrade.com/).
Inscrição: 60€ contactar 295402245
Nota: o local do curso será nas instalações da Universidade na Terra-Chã, sala 3, e não no Pico da Urze como havia sido divulgado.

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sexta-feira, janeiro 23, 2009

MINI CURSOS AGRO-AMBIENTAIS Incutir na população o gosto pela produção hortícola ecológica

Humberta Augusto
“Proteger e Propagar Plantas”, assim se chama o segundo mini-curso agro-ambiental que o Campus de Angra do Heroísmo vai implementar na próxima sexta e sábado no pólo universitário do Pico da Urze da Universidade dos Açores (UA) e cujas inscrições terminam hoje.
Ana Maria Simões, professora do Departamento de Ciências Agrárias do Campus de Angra do Heroísmo da UA e responsável pelas formações fala na importância de se chamar a atenção para a produção hortícola ecológica: “esta formação servirá para as pessoas passarem a ter o gosto por produzirem os seus próprios produtos, controlando todo o processo”.
Aberto à população em geral, pelo valor de 55 euros, o curso, acrescenta, pretende fornecer às pessoas “as bases” para poderem desenvolver futuramente outros trabalhos hortícolas numa perspectiva de agricultura biológica, no campo da aromática e das medicinais.
“Apesar de ser um curso curto, tem uma componente prática, porque é muito importante as pessoas terem os conhecimentos de base”, explica.
Hobby “verde”
Noutra perspectiva, os cursos agro-ambientais são, refere a docente, uma forma de as pessoas adquirirem um hobby, “de plantarem as suas próprias plantas e flores”.
“Esta é também uma forma de as pessoas saberem o que estão a produzir”, reforça Ana Maria Simões, referindo-se à importância que actualmente é colocada nas questões da segurança alimentar.
Seja para consumo doméstico ou para comercialização, a docente aconselha a frequência do curso por todas as pessoas, independentemente do seu nível de conhecimento sobre a matéria.
Os cursos terão seguimento nos próximos tempos, nomeadamente nos dias 17 e 18 de Abril com o curso “Horta Biológica”, ministrado pelo engenheiro Victor Gomes, e a 10 e 11 de Julho com o curso “Aromática e Medicinais” por Luís Alves. O primeiro curso agro-ambiental trouxe Beatriz Bigotte Chorão ao curso “Arte Floral” em Outubro do ano passado.
Presente no curso estará a responsável pelos mini-cursos de jardinagem que funcionam em Lisboa, no Jardim da Tapada da Ajuda, e que, segundo a coordenadora, têm tido “grande êxito”.
A engenheira divulgará técnicas para proteger e propagar as plantas durante o Inverno, dando exemplos de construção de estufins, túneis bem como documentação escrita sobre os assuntos abordados.
O mini curso funcionará das 10h às 18h com uma componente teórico/prático. Os interessados poderão obter mais dados através da seguinte página electrónica: http://www.angra.uac.pt/MiniCursos/MiniCursos.htm.

(In A União)

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quarta-feira, janeiro 14, 2009

Curso para cultivar plantas no Inverno

A responsável pelo mini cursos de jardinagem que se realizam, com grande sucesso, no Jardim da Tapada da Ajuda, em Lisboa, vai estar na Terceira para ensinar a proteger e propagar as plantas durante o Inverno. Na prática, Henriqueta Carvalho irá “divulgar técnicas para proteger e propagar as plantas durante o Inverno, dando exemplos de construção de estufins, túneis, bem como documentação escrita sobre os assuntos abordados”, avança a organização do mini-curso de jardinagem, sob a responsabilidade da Professora Ana Maria Ávila Simões do Departamento de Ciências Agrárias do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores. O curso decorre a 24 deste mês no pólo da Universidade dos Açores no Pico da Urze, das 10 às 18h, contando com componentes teóricas e práticas. A inscrição, até dia 20, custa 55 euros.

(In Diário Insular)

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segunda-feira, outubro 20, 2008

Mini-cursos agro-ambientais na Universidade

Arte-floral; Proteger e Propagar as Plantas; Horta Biológica; e Aromáticas e Medicinais são os temas dos mini-cursos agro-ambientais que a Universidade dos Açores disponibiliza a qualquer pessoa interessada, entre os meses de Outubro de 2008 e Julho de 2009.
O primeiro mini-curso, Arte Floral, realiza-se já no próximo dia 25 de Outubro, das 10h00 ás 13h00 e das 14h00 ás 17h00, nas instalações do Pico da Urze do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores. Segue-se, a 24 de Janeiro de 2009, Proteger e Propagar as Plantas, com sessões teórico/prático, das 10h00 ás 18h00.
Com sessões teórico/prático será também o mini-curso Horta Biológica, sobre conhecimentos para a implantação de uma horta biológica caseira, a realizar a 18 e 19 de Abril de 2009, respectivamente das 10h00 ás 18h00 e das 10h00 ás 13h00.
A identificação e caracterização das principais plantas aromáticas e medicinais serão as aprendizagens do mini-curso Aromáticas e Medicinais, a desenvolver com sessões teórico/prático nos dias 11 e 12 de Julho das 10h00 ás 18h00 e das 10h00 ás 13h00.
No âmbito deste projecto será ainda realizado um workshop em artesanato de trabalhos com folha de milho, e valorização da imagem do artesanato açoriano, no dia 25 de Outubro, das 10h00 ás 13h00 e das 14h00 ás 17h00.
A iniciativa do Centro de Investigação de Tecnologias Agrárias dos Açores, Grupo de Biodiversidade dos Açores, e Centro Regional de Apoio ao Artesanato, promovida pelo Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, conta com os formadores Beatriz Bigotte Chorão, Henriqueta Carvalho, Victor Gomes e Luís Alves. As inscrições, limitadas a 30 participantes por curso, estão abertas até 22 de Outubro com preços que variam entre os 50 e os 60 euros. Cada um dos participantes terá direito a um certificado de assistência.

(In A União)

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sábado, setembro 06, 2008

Aproximar a Universidade do interesse das pessoas

"Arte Floral", "Proteger e Propagar Plantas", "Horta Biológica" e "Plantas Aromáticas e Medicinais" são os temas de quatro mini-cursos da Universidade dos Açores.
Aproximar a Universidade dos interesses e das necessidades da população. É este o principal objectivo de um conjunto de mini-cursos que o Departamento de Ciências Agrárias promove a partir de 25 de Outubro.
"Arte Floral", "Proteger e Propagar Plantas", "Horta Biológica" e "Plantas Aromáticas e Medicinais" são os temas dos quatro mini-cursos, com a duração de dois dias cada, que o Campus de Angra do Heroísmo vai ministrar, ao longo do próximo ano lectivo, no âmbito de uma aposta na aprendizagem ao longo da vida.
"Pretendemos desmistificar a ideia de que a Universidade á só investigação e está muito distante das pessoas, oferecendo cursos práticos e muito terra a terra, que dêem resposta aos interesses e às necessidades das pessoas", explica a Professora Ana Maria Simões, coordenadora da iniciativa, em declarações ao Diário Insular.
"Vamos começar com quatro temas que acreditamos que terão muito interesse para as pessoas, e que, simultaneamente, permitirão o convívio e a troca de experiências", acrescenta, adiantando que de futuro, poderão ainda ser abordados outros assuntos, consoante o interesse da população.
O primeiro mini-curso, que terá lugar a 25 e 26 de Outubro, será dedicado à Arte Floral. O mini-curso sobre arte floral será ministrado por Beatriz Bigotte Chorão e pretende ensinar a secar flores utilizando diversas técnicas, permitindo a sua utilização em arranjos florais durante todo o ano. Pretende explorar ideias para arranjos de Natal e de decoração com produtos locais. No mini-curso "Proteger e Propagar Plantas" ministrado pela Engª Henriqueta Carvalho, serão referidas técnicas para proteger e propagar as plantas durante o Inverno e explorar-se-á a construção de estufins e túneis. O Eng. Victor Gomes, responsável pelo mini-curos "Horta Biológica" fornecerá conhecimentos para a implantação de uma horta biológica caseira.Luís Alves, fará a identificação e caracterização das principais plantas aromáticas e medicinais em Portugal, sendo assim responsável pelo mini-curso sobre "Plantas Aromáticas e Medicinais".
Planeados para um mínimo de 15 participantes, estes cursos integram-se na óptica da aprendizagem ao longo da vida, sendo distribuído no final de cada um deles um certificado de participação. Informações sobre cada um dos mini-cursos, com uma duração de dois dias, podem ser obtidas por email (minicursosDCA@uac.pt) ou pelo telefone (295402205).

(In Diário Insular)

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terça-feira, agosto 26, 2008

Curso de Plantas aromáticas em Angra do Heroísmo

Fui convidado (Luis Alves) para leccionar um curso de plantas aromáticas num dos meus sítios favoritos do país: os Açores. Paraíso atlântico, maravilhoso, cheio de boa gente, com muita vontade de aumentar conhecimentos nesta área. Por isso, aceitei de imediato, para além do facto de que pela primeira vez na vida fui convidado com UM ANO de antecedência em relação ao evento!!! Fica aqui a informação para os interessados.
Coordenação:Professora Ana Maria Ávila Simões
asimoes@uac.pt
Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, 9701-851 Angra do Heroísmo, Açores http://www.dca.uac.pt/
Ficha de inscrição para dowload aqui:
http://www.angra.uac.pt/MiniCursos/FolhetoAcores.pdf
A inscrição deve ser enviada para:
Mini Cursos Agro Ambientais, Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores9701-851 Angra do HeroísmoAçores
Tel.: 295402245Fax: 295402205Telem: 963452227
(In Luis Alves - Plantas aromáticas, medicinais e condimentares)

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domingo, agosto 03, 2008

AGRO-AMBIENTAIS -Mini-cursos abertos a todos

“Arte Floral”, “Protecção e Propagação de Plantas”, “Horta Biológica” e “Aromáticas e Medicinais” serão os mini-cursos levados a cabo pelo Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores.
Estes cursos inserem-se no programa de aprendizagem ao longo da vida e estão abertos a qualquer pessoa.
O primeiro mini-curso – Arte Floral - terá lugar a 11 e 12 de Outubro e ira focar-se na aprendizagem de diversas técnicas de secagem de flores. A inscrição é de 100 euros..
Os restantes cursos estão agendados para 2009, sendo o de Protecção e Propagação de Plantas o primeiro, a 23 e 24 de Janeiro.
Este mini-curso irá ensinar aos participantes com proteger e propagar plantas durante o Inverno, além de técnicas de construção de estufins e túneis. Para os interessados a inscrição é de 110 euros.
Em Abril, 17 e 18, ira decorrer o curso de Horta Biológica que se irá centrar na construção de uma horta biológica caseira.
Finalmente, nos dias 10 e 11 de Julho será a vez do curso de Aromática e Medicinais, onde os alunos vão aprender a identificar e caracterizar este dois tipos de plantas.
Os últimos dois cursos têm um custo de inscrição de 120 euros,
Dentro deste programa de aprendizagem ao longo da vida, será também levado a cabo nos próximos dias 11 e 12 de Outubro um workshop de artesanato com destaque para trabalhos com folha de milho e valorização do artesanato açoriano. A inscrição é de 50 euros e o número de participantes limitado.
As inscrições para os mini-cursos terminam 15 dias antes do seu início e o pagamento deverá ser efectuado no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores.
(In A União)

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