domingo, outubro 19, 2008

Projecto de requalificação da zona entre o porto da Praia e o Porto Martins

Surf, observação de aves, actividades náuticas e passeios à beira mar são algumas das possibilidades incluídas no projecto que recupera o antigo caminho de São Vicente.
Um grupo de arquitectos, engenheiros do Ambiente, biólogos e ambientalistas (unidos pela prática do surf) defende a transformação do antigo caminho de São Vicente (que liga o porto da Praia da Vitória à freguesia do Porto Martins da ilha Terceira) num trilho turístico, ligado às actividades náuticas. O projecto foi apresentado na terça-feira, na Casa do Povo do Cabo da Praia e contempla a recuperação desta via antiga, que liga o forte de Santa Catarina ao Pocinho do Borreiro, no Porto Martins. “Esta estrada encontra-se a poucos metros do mar. Na zona do Pocinho, ao que sabemos, há interesse do grupo Pestana [proprietário de várias unidades hoteleiras] em adquirir 25 mil metros quadrados de terreno para aí instalar um resort. Portanto, há todo um potencial turístico e de lazer associado a essa zona. O nosso projecto vai nesse sentido”, explica o arquitecto João Pires dos Santos, um dos autores do projecto a par com o arquitecto João Monjardino. O projecto contempla três intervenções que visam explorar alguns dos atractivos que a zona comporta: o surf, a observação de pássaros e os passeios à beira mar. No primeiro caso, os promotores da iniciativa defendem a construção de um recife artificial, no segundo, a recuperação da pedreira existente ao lado do parque de combustíveis; no terceiro, a recuperação de todo o caminho de São Vicente. “Essas intervenções têm objectivos particulares, mas, todas conjugadas, permitem uma intervenção mais abrangente que – em nosso entender – garante, em primeiro lugar, aos habitantes do Cabo da Praia e, depois, a todos os terceirenses e turistas uma vasta área de contacto com a natureza e com o mar. Não aproveitar estas potencialidades é um erro crasso. Já destruíram a melhor baía que a ilha tinha ao construírem um porto que, por estar mal situado, só dá despesas. Não virem as costas a este espaço que, bem aproveitado, paga o investimento e ainda dá lucro”, alega João Pires dos Santos.

Aves e mar
O projecto do “Trilho do Sol Nascente” engloba o usufruto de três ondas naturais (entre elas a de Santa Catarina, considerada pela comunidade surfista como uma das melhores dos Açores), uma onda gerada artificialmente, um observatório de aves migratórias, várias zonas de mergulho e natação, assim como espaços verdes para piquenique, descanso ou passeio. “Dezenas de observadores de aves internacionais vêm à antiga pedreira para ver espécies raras. Essa actividade é uma mais-valia turística para a ilha e não pode ser posta de parte neste projecto”, explica Carlos Leal, Mestrando em Educação Ambiental do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, associado ao projecto, que tem realizado alguns trabalhos sobre o local. “Uma ideia interessante a englobar neste projecto seria a recuperação dos fortes que se encontram neste perímetro. Daí defender que o início do trilho seja o forte de Santa Catarina”, acrescenta João Pires dos Santos. Os promotores do projecto pretendem agora apresentá-lo à Câmara Municipal da Praia da Vitória e a outras entidades governamentais.

Recife artificial pode protegero parque de combustíveis da Praia
A fina zona de costa que separa o mar dos terrenos onde está instalado o parque de combustíveis da Praia da Vitória pode ser protegida por um recife artificial. Esta é a ideia defendida pelo grupo de arquitectos, engenheiros do Ambiente, biólogos e surfistas que, na noite de terça-feira, apresentou um projecto de recuperação e aproveitamento lúdico da zona de costa entre o porto da Praia e o Pocinho, no Porto Martins. “Em frente a essa área, que hoje corre risco de erosão devido à força das ondas, é possível criar-se uma bancada artificial que dissiparia a energia das ondas e, por um lado, protegia o parque e, pelo outro, originaria uma onda perfeita para a prática do surf”, explica Orlando Guerreiro, Mestrando em Gestão e Conservação da Natureza do Campus de Angra do Heroísmo. O engenheiro do Ambiente adianta que, actualmente, muitos biólogos e empresas no mundo dedicam-se à construção de recifes artificiais para gerar ondas “surfáveis” e que essa opção seria uma mais-valia para a zona, onde existe a onda de Santa Catarina, considerada pela comunidade surfista como uma das melhores.“É um investimento grande, mas que traria mais retorno, inclusivamente turístico, do que colocar ali uns pés de galo”, explica Orlando Guerreiro.

(In Diário Insular)

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sábado, outubro 18, 2008

Ambientalistas querem zona de lazer na Praia

Um grupo de arquitectos, engenheiros do ambiente, biólogos, surfistas e ambientalistas defende a construção de um trilho de interesse internacional entre o Porto da Praia da Vitória e a freguesia do Porto Martins.
O projecto, apresentado esta terça-feira no Cabo da Praia, engloba a recuperação da pedreira junto ao Parque de Combustíveis, espaço que dizem ser de excelência para a observação de aves.O grupo propõe a recuperação do antigo caminho de São Vicente, que dará acesso a zonas de surf, mergulho, banho e pesca.Do projecto faz parte também a construção de um recife artificial na enseada ao lado da zona de Santa Catarina, com o qual garantem ser possível proteger a zona costeira que separa o mar do Parque de Combustíveis e ao mesmo tempo criar uma onda artificial perfeita para a comunidade surfista internacional.O projecto vai ser apresentado em breve à Câmara Municipal da Praia e a outras entidades governamentais. Caso seja aprovado, o Cabo da Praia fica, de acordo com os seus autores, com uma zona de lazer única, capaz de conjugar o progresso com a natureza.
Reportagem vídeo: Rui Messias, Telejornal-RTP Açores

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sábado, julho 05, 2008

Associação livre sobre o Paúl


Este projeto está sendo desenvolvido pelo Mestrado de Educação Ambiental da Universidade dos Açores.
Com esse projecto pretende-se fazer chegar até as pessoas o conhecimento necessário para despertar a preocupação ambiental com ações e práticas educativas voltadas à sensibilização da colectividade sobre as questões ambientais e à sua organização e participação na defesa da qualidade desse ambiente.

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sábado, junho 21, 2008

Paúl da Pedreira do Cabo da Praia

domingo, junho 15, 2008

Descobrindo o Paúl - Maré Alta

Este projeto está sendo desenvolvido pelo Mestrado de Educação Ambiental da Universidade dos Açores. Com esse projeto pretende-se fazer chegar até as pessoas o conhecimento necessário para despertar a preocupação ambiental com ações e práticas educativas voltadas à sensibilização da colectividade sobre as questões ambientais e à sua organização e participação na defesa da qualidade desse ambiente.
Entrada de água pelo fundo do paúl durante a subida da maré.

Sendo um local de rara importância para as aves nos Açores, vêm vários observadores de aves à ilha Terceira directamente ao Cabo da Praia, principalmente vindos de países do norte da Europa, para observarem aves que não são vistas em mais nenhum local na Europa. Até criaram um site da Internet onde é possível ver imagens das espécies de aves que são observadas neste lugar, e em outros locais do arquipélago. Anotem: http://www.birdingazores.com/
Importa dar a conhecer, a começar pelos habitantes jovens da freguesia, um local que, embora esteja numa zona industrial, contém um valor de único, que importa preservar.É muito importante que este local não desapareça e que se tomem medidas para recuperar o que é possível, retirar o lixo, reflorestar, criar um posto para observação de aves, para assim desenvolvermos o turismo de natureza na nossa ilha.Contamos com a participação de todos vós!
(In Descobrindo o Paúl)

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segunda-feira, maio 26, 2008

Vamos conhecer o Paúl

domingo, maio 25, 2008

Descobrindo o Paúl

O QUE É UM PAÚL?
Um paúl é uma zona húmida, normalmente localiza-se perto da costa, onde a água do mar comunica com a água das chuvas, formando um local óptimo para as aves descansarem e fazerem os seus ninhos. Não é uma lagoa, pois o fundo da lagoa não comunica com a água do mar mas o fundo do paúl sim.Este paúl da pedreira faz parte de um conjunto de três: quais são?- paúl da Praia da Vitória, na zona das figueiras do paim- paúl do Belo-Jardim, entre a praia da riviera e o porto de pescas e- paúl da Pedreira do Cabo da Praia.Neste momento estão a ser feitas obras para recuperar o paúl da Praia e possivelmente serão feitas obras também no paul do belo-jardim.O paúl Pedreira apresenta uma forma quase quadrada, com cerca de 300m de largura por 500m de comprimento. Devido ao tipo de rochas que existem e porque as escavações na altura deixaram o interior da pedreira mais baixo que o mar, adivinhem o que é que aconteceu este conseguiu entrar na pedreira, gerando-se uma zona húmida artificial, ou seja foi o homem que criou.Desde que se aterrou o Paúl da Praia da Vitória, várias espécies de aves migratórias, quer européias, norte-americanas ou mesmo africanas, começaram a ser vistas nessa zona.Entretanto já depois do ano 2000, deu-se a instalação do Parque de Combustíveis e do Matadouro Industrial no extremo virado a sudoeste-oeste da pedreira, o que é que isso levou o que reduziu muito o espaço para a nidificação de algumas aves.Hoje em dia a pedreira encontra-se abandonada e existem vários depósitos de lixo, como, frigoríficos, ferro-velho, televisão, blocos de cimento e ferro, entulho, pneus, etc.Um outro problema mais recente foi o aviso de que há perigo do mar destruir a barreira e entrar na pedreira, devido à erosão costeira, principalmente nas últimas tempestades, onde deram à costa ondas de mais de 10metros.
Participantes no Projecto "Descobrindo o Paúl".


Acção de Limpeza na Marina de Angra do Heroísmo

(In Descobrindo o Paúl)

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domingo, abril 13, 2008

Paúl do Cabo da Praia necessita de protecção

Sensibilizar a população para a importância de proteger o Paúl da pedreira do Cabo da Praia, um dos locais mais ricos da ilha em termos de biodiversidade, é o objectivo do projecto “Vamos conhecer o Paul”, que deverá começar a ser desenvolvido, ainda no início deste mês, por um grupo de alunos do curso de mestrado em Educação Ambiental da Universidade dos Açores, coordenados pelos Professores Pedro Gonzalez e Félix Rodrigues.

De acordo com Carlos Leal, um dos alunos, o projecto passa por uma acção de limpeza do Paúl, existindo também a possibilidade de realização de um vídeo promocional sobre a necessidade de proteger o local.“É preciso ver que o Paúl da pedreira do Cabo da Praia é uma zona extremamente interessante em termos de investigação, devido à passagem de aves migratórias, por exemplo, do Norte de África e da América. Existem cientistas da Noruega e da Suécia que abdicam de ir a qualquer outra ilha ou a qualquer outro local da Terceira e querem logo ir para o Paúl. É uma zona para a qual se tem de começar a ter um olhar mais atento”, defende Carlos Leal, que acrescenta que “não se pode continuar a deitar lixo para um dos locais mais ricos da nossa ilha em termos de biodiversidade. Segundo o aluno do curso de mestrado em Educação Ambiental, as várias acções de sensibilização que possam vir a ser realizadas no âmbito do projecto “Vamos conhecer o Paúl” serão direccionadas quer para o público escolar como para o resto da população.
OBRA DO HOMEM
Carlos Leal lembra que o Paúl não se trata de uma obra da natureza, mas de um dos poucos casos em que a intervenção humana conduziu ao aumento da biodiversidade. “Por vezes as pessoas esquecem-se, mas, nos anos 70, quando se começou a construir o porto oceânico da Praia da Vitória, houve uma grande necessidade de pedra, e criou-se aquela pedreira, Mais tarde, houve comunicação com a água do mar e formaram-se poças de maré. Hoje, este é um poiso de eleição para várias aves e é isso que tanto atraí a comunidade científica”, explica o aluno da academia açoriana.Participam no projecto mais duas alunas, Berta Martins e Orjana Lara Rich. Ainda de acordo com Carlos Leal, o “Vamos Conhecer o Paúl” deve transitar da fase de pré-projecto já na próxima semana, sendo que as várias iniciativas de sensibilização têm início marcado para o final deste mês.
(In Diário Insular)

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terça-feira, março 25, 2008

NO PORTO MARTINS - Intervenção ambiental gera convívio

Limpar, sensibilizar e preservar. Foram estas as três palavras que motivaram cerca de 30 pessoas a participar numa acção de sensibilização ambiental, na marginal do Porto Martins, no passado sábado, promovida pelo movimento cívico SOS Terceira.
Entretanto, educar poderia ser a quarta palavra para caracterizar a acção, uma vez que esta iniciativa insere-se no trabalho “Projecto de Intervenção Ambiental”, no âmbito do Mestrado em Educação Ambiental da Universidade dos Açores. “Muitas vezes os problemas da orla costeira começam em terra ou nos barcos, mas o mar acaba por devolver esses problemas à terra”, argumenta Carlos Leal, da organização, a propósito da importância da limpeza e valorização da orla costeira, um dos principais objectivos do encontro sócio-ambiental do Porto Martins.De acordo com Carlos Leal este encontro “constitui a primeira de três etapas que integram o projecto do grupo, além de que pretende realçar o papel social do SOS Terceira, não só no sentido de apontar os aspectos negativos mas também destacar o lado positivo, neste caso da freguesia do Porto Martins”, considera. A iniciativa contou com a presença de 10 jovens, alguns vindos de uma instituição de Angra do Heroísmo, com idades compreendidas entre os 14 e os 20 anos, que tiveram oportunidade de observar e conhecer de perto a importância das plantas endémicas, através da realização de um percurso guiado. “Conseguimos envolver não só jovens da freguesia do Porto Martins, mas também de um orfanato de Angra, pessoal do SOS Terceira e da Universidade”, diz o promotor, satisfeito, acrescentando que o valor a nível de biodiversidade e a parte desportiva foram dois dos aspectos da marginal do Porto Martins que estiveram na base da escolha daquela zona. “Temos aqui um dos maiores redutos da ‘Azorina vidalii’, uma das plantas endémicas mais caracterizadoras dos Açores. Na parte desportiva, muitas são as pessoas que utilizam a zona para correr, andar de skate e bicicleta, além da prática do surf”, concretiza Carlos Leal. Ao todo, num espírito de convívio e aprendizagem, foram reunidas numa tarde cerca de 30 sacas de lixo retirado da marginal do Porto Martins. Quanto à segunda etapa do projecto, segundo Carlos Leal, “será realizada nos Biscoitos, no próximo mês de Maio”. Junta de freguesia mostra “agrado”“Com muito agrado…”. É assim que Rita Branco, presidente da Junta de Freguesia do Porto Martins, recebe esta acção de sensibilização ambiental, no sentido em que os futuros homens serão sensíveis a questões ambientais. Entretanto, a autarca realça que “o lixo que se encontra na Orla é vindo do mar e não colocado pelas pessoas na encosta”, sendo que a Junta de Freguesia do Porto Martins manifesta preocupação constante em manter a limpeza da Orla Costeira.
É de referir que para além da Junta de Freguesia do Porto Martins, a iniciativa contou com o apoio da Irmandade de Nossa Senhora do Livramento, Cruz Vermelha Portuguesa, Protecção Civil, Montanheiros, Ecoteca e Universidade dos Açores.
(In A União)

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domingo, fevereiro 10, 2008

Dia Mundial das Zonas Húmidas

A comemoração do dia mundial das zonas húmidas na ilha Terceira foi um sucesso por diversas razões, a começar pelo número de participantes, mais de vinte, e pela grande diversidade que formava o entusiasmante grupo de visita ao Paúl da pedreira do Cabo da Praia do Concelho da Praia da Vitória. Para além dos ilustres convidados que permitiram uma maior elucidação acerca das zonas húmidas e da sua fauna e flora em geral, aprendemos também muito acerca da zona em questão e sua importância.
O passeio, à beira-mar, foi bastante interessante e funcionou perfeitamente como icebreaker permitindo ao grupo um maior entrosamentoe e descontracção, como também uma maior afinidade para com o lugar e para a fase seguinte, a observação das aves.
Observamos durante alguns minutos as espécies mais abundantes, nesta altura do ano no Paúl, e ouvimos atentamente os nossos convidados.
A Bióloga investigadora do Departamento de Ciências Agrárias do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores Cecília Melo falou-nos acerca da avifauna, prestando um importante auxilio na identificação das espécies observadas; O Dr. Adalberto, mestrando em Gestão e Conservação da Natureza da Universidade dos Açores mencionou as espécies da flora e possibilidades de recuperação do habitat; O Eng.º Vasco (Presidente da Gê-Questa e investigador do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores) falou da importância das zonas húmidas, contextualizando historicamente a relação do Homem com estas zonas, referindo também aspectos importantes acerca destas zonas na ilha Terceira; O Vereador da Câmara Municipal da Praia da Vitoria, o Sr. Paulo Messias falou da evolução do Paúl da Praia, mostrando algumas fotos que cronologicamente possibilitam entender as diferentes fases: pouco alterado, destruído (aterrado), inicio de sua recuperação e situação presente.
Todos os presentes participaram activamente em uma interessante e construtiva conversa acerca da situação do Paúl da pedreira do Cabo da Praia e foi combinado uma acção de limpeza a ter lugar num futuro próximo.
Uma parte do grupo realizou um almoço muito interessante (na tasca do André) onde a discussão acerca de um eventual projecto de recuperação da faixa costeira entre a ribeira de S. Antão e o Paúl da pedreira do Cabo da Praia foi o tema dominante. Depois almoço fomos premiados com um passeio ao longo da praia do Belo Jardim e do Paúl com o mesmo nome, acompanhados pelo propietario das terras que se mostrou muito interessado na cooperação e parceria com a Gê-Questa. Adivinham-se novos projectos para a associação.
Por último, ficam os agradecimentos a todos os participantes, em particular ao movimento cívico SOS Terceira que contou com a presença de três elementos de grande destaque: Carlos Leal (Biólogo Mestrando em Educação Ambiental na Universidade dos Açores) e Leonardo Machado (Ictiólogo, Dourando da Universidade dos Açores).
(In Gê-Questa)

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