TERRA CHÃ,O PRIMEIRO HOSPITAL DA FORÇA AÉREA PORTUGUESA


(in Especialistas da Base Aérea 12)
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Este blog é da responsabilidade do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores e pretende dar conta das actividades desenvolvidas ao longo de 2006 - Ano Internacional dos Desertos e da Desertificação, bem como das actividades realizadas na mesma área temática,ou não, nos anos posteriores.


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“Na altura, comecei a interessar-me pelas florestas naturais dos Açores que são sítios muito interessantes e importantes por muitas razões”, diz, para início de conversa. “As florestas naturais dos Açores têm um regime de precipitação que se assemelha ao das florestas tropicais, mas as temperaturas não são tão elevadas, o que as torna florestas temperadas, onde há uma grande abundância de briófitos”. Ao todo são mais de 400 espécies nos Açores na sua maioria musgos – 282 na Região, contra 1292 na Europa e 12 mil em todo o mundo. Seguem-se as hepáticas folhosas – 151 nos Açores, 453 no continente europeu e oito mil à escala planetária – e as antocerotas – cinco na Região, oito na Europa e 200 em todo o mundo. Segundo Rosalina Gabriel, os musgos servem para muito mais do que apenas para o presépio de Natal. “Os briófitos desempenham funções tão importantes como a retenção de água e nutrientes, a intersecção de nevoeiros, interacção com outros organismos, formação de solo e minimização da erosão”. Outro dos mitos associados aos musgos é o de que são todos iguais. Mas como se distinguem afinal os musgos das hepáticas e das antocerotas? “Os musgos quando olhados de cima parecem o raio de uma roda de bicicleta, enquanto as hepáticas têm um eixo a partir da qual são simétricas e as antocerotas são cápsulas de crescimento indeterminado e assemelham-se a vagens de feijão verde”, explica a investigadora. Uma ideia errónea igualmente enraizada é a de que os musgos são parasitas das plantas ou a de que a sua presença numa árvore indica que ela não está bem de saúde. “Os musgos fazem parte do reino vegetal”, sublinha Rosalina Gabriel, referindo que “libertam oxigénio e consomem dióxido de carbono tal como as plantas grandes”. Os musgos são também um “indicador de bom ar”. “A sua presença nas árvores não faz mal, ao contrário do que muita gente pensa, mas é sim um indício de que não há poluição atmosférica naquele local”, adianta a investigadora, salientando que “a sua presença abundante nos não só nas florestas, como nos telhados e nos pátios, é, por conseguinte, um bom sinal”.
Outro mito sobre os musgos é o de que quando estão castanhos é porque estão mortos. Tal como as sementes, os musgos conseguem suspender a vida. “Os musgos têm uma relação muito importante com a água, de que necessitam para a sua sobrevivência”, explica Rosalina Gabriel. “No entanto, se não há humidade, deixam de crescer mas não morrem”, continua, destacando que “conseguem ficar mais de 50 anos secos e depois retomar a actividade metabólica”, “uma característica notável, que pode ser útil, por exemplo, em viagens espaciais”, realça, com orgulho, enquanto nos mostra uma apresentação em powerpoint sobre a biodiversidade e o valor patrimonial dos musgos dos Açores.
A investigadora refuta também a tese segundo a qual os musgos são perigosos porque fazem escorregar. “As pessoas gostam de os ver no interior das cavidades vulcânicas, mas depois dizem que fazem escorregar se estiver húmido”.
No entender de Rosalina Gabriel, “os musgos têm tão mau nome porque muitas vezes são confundidos com as algas, que têm paredes mais gelatinosas”. Apesar de não terem vantagens económicas imediatas e dos golfistas não gostarem de os ver nos seus “greens”, a presença de musgos em pastagens ou outros terrenos não significa que estes tenham impermeabilizado ou que precisem de ser cavados. Outra ideia errada é a de que o gado não come musgos, acrescenta.
Lista vermelha
Ninguém estuda musgos é outro dos mitos. Nos Açores são, aliás, muitos os investigadores que se dedicam a esta área, designadamente Eva Sousa, Sandra Câmara, Nídia Homem, Cecília Sérgio, René Schumacker, Erik Sjögren, Jan-Peter Frahm, Berta Martins, Kjell Flatberg, Elisabete Maciel e Jeffrey W. Bates, para além de Rosalina Gabriel. Para além disso, Nídia homem e Rosalina Gabriel preparam-se para lançar, no início de Fevereiro, o livro “Briófitos Raros dos Açores”. A obra pretende divulgar
as 60 espécies existentes nos Açores que se encontram na lista vermelha da Europa, ou seja, que estão classificadas como raras ou vulneráveis. O Grupo da Biodiversidade dos Açores do Centro de Investigação de Tecnologias Agrárias dos Açores (CITA-A), instalado no Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores terá também, até Março, disponível na Internet um site onde será possível pesquisar a distribuição por freguesia de todas as espécies vegetais e animais terrestres das nove ilhas dos Açores. “O objectivo é fomentar o gosto pelo que as pessoas têm na sua freguesia e ajudar a ligar as pessoas ao local”, destaca Rosalina Gabriel. “Esta iniciativa visa também perceber padrões e motivarmo-nos a melhorar os nossos dados, que são baseados em toda a bibliografia disponível sobre espécies do arquipélago” . Entre mãos, o Grupo da Biodiversidade dos Açores tem também, actualmente, o projecto Top 100 das 100 espécies mais fáceis de gerir da Macaronésia. “Trata-se de um Livro Verde das espécies que pragmaticamente conseguimos proteger, porque com um mínimo de custos podemos fazer qualquer coisa por inúmeras espécies, enquanto se realizam estudos sobre as outras”, sustenta a investigadora. “Claro que é importante proteger o Priôlo, por exemplo, mas se nos preocuparmos apenas com esta ave podemos perder outras 40 espécies”, alerta, sublinhando que o intuito da iniciativa é “tentar não deixar essas outras espécies que são mais fáceis de proteger para trás”. Um outro projecto relacionado com os musgos que está a ser desenvolvido pela equipa de Rosalina Gabriel visa avaliar a quantidade de materiais pesados nas turfeiras do interior da ilha Terceira. “Os musgos são muito resistentes a várias coisas, como a herbivoria, porque poucos animais os comem, mas são muito sensíveis à poluição aquática e atmosférica”, refere, adiantando que “como não têm raízes dependem das correntes aéreas e acabam por acumular alguma quantidade de metais”. Até agora, os dados analisados não são reveladores de uma grande concentração de metais no interior da ilha, mas o grupo pretende estender o estudo à zona litoral da ilha, onde a situação poderá ser diferente. Rosalina Gabriel destaca ainda a publicação recente, pela Secretaria Regional do Ambiente, de blocos de notas com briófitos, que considera “importante para divulgar estas espécies junto das pessoas”.
O Grupo da Biodiversidade dos Açores foi igualmente distinguido recentemente com um dos prémios BES-Biodiversidade, pelo seu estudo dos processos envolvidos na extinção potencial de insectos, aranhas e musgos nas florestas nativas da Região. Intitulado “ Predicting extinctions on oceanic islands: The Azorean paradigm”, o trabalho proposto por Paulo Borges, docente do Departamento de Ciências Agrárias da universidade açoriana, mereceu uma Menção Honrosa, ex-aequo com outros dois projectos, num total de quatro premiados de entre os 34 projectos concorrentes ao nível do país. A cerimónia de entrega dos prémios teve lugar na sede do BES, em Lisboa, com a presença de Ricardo Salgado, presidente do banco, Francisco Nunes Correia, Ministro do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Lígia Amâncio, vice-presidente da FCT, Teresa Andresen, do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto, e João Meneses, presidente do ICN. A distinção veio, assim, valorizar o importante trabalho na área da biodiversidade que a equipa liderada por Paulo Borges tem vindo a desenvolver, ao longo dos últimos 10 anos. “Desde 1998, temos vindo a editar uma série de publicações científicas sobre a biodiversidade açoriana e a emitir pareceres para o Governo Regional sobre as zonas do arquipélago que necessitam de ser protegidas, contribuindo, assim, para a já anunciada criação de vários parques naturais”, referiu Paulo Borges, em declarações ao DI. Para o investigador, este prémio é o “reconhecimento de toda a informação científica produzida pelo grupo e publicada em revistas internacionais e da sua aplicação prática na conservação da natureza nos Açores, através da ajuda à tomada de decisão pelo Governo Regional”. “É um prémio que muito honra não só a Universidade dos Açores como todos aqueles que trabalham na área da biodiversidade e que connosco têm colaborado”, afirmou. A distinção irá permitir ainda a publicação de um livro sobre a biodiversidade dos artrópodes baseado em fotos de grande qualidade. O projecto conta com o apoio da Secretaria Regional do Ambiente.
(In DI-Revista)
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Informa-se a Comunidade Académica do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores que esta manhã, 2 de Janeiro, faleceu em Santarém o Professor Doutor Apolinário José da Cruz Vaz Portugal, grande amigo desta Universidade e um dos impulsionadores do Departamento de Ciências Agrárias. O Pró-Reitor do Campus de Angra do Heroísmo, Professor Alfredo Borba, em nome da Universidade dos Açores e do Departamento de Ciências Agrárias endereçou à família enlutada os sentidos pêsames.Etiquetas: Alfredo Borba, Departamento de Ciências Agrárias, Estação Zootécnica Nacional, Falecimento, Ministro da Agricultura, Universidade dos Açores, Vaz Portugal, Veterinária
Na ocasião, Duarte Ponte afirmou que “o contrato que vamos assinar é um motivo de orgulho para as Ilhas de Valor, e é sem dúvida importante para a qualificação do turismo dos Açores”. O projecto permitirá criar riqueza, postos de trabalho e, desse modo, ajudar a fixar população, acrescentou ainda. Nos próximos três meses, a equipa projectista irá trabalhar no projecto de execução a partir do estudo prévio já concluído. E só então se saberá ao certo quais as parcelas que o Governo Regional terá de adquirir. Segundo o secretário regional da Economia, já foram feitos contactos prévios com os proprietários dos terrenos situados na zona escolhida, mas as negociações só poderão ser iniciadas quando for conhecido com rigor os limites do campo de golfe. É por essa razão que também não se sabe ao certo quanto irá custar a construção do empreendimento. Duarte Ponte adiantou apenas que se espera vir a custar mais de doze milhões de euros. Depois da aquisição das propriedades, será então lançado o concurso de empreitada, mas o secretário regional da Economia não quis arriscar uma data para o início da execução do projecto. Quanto à exploração do empreendimento, quando concluído, o responsável revelou, no entanto, que “é provável que a Ilhas de Valor S.A. tenha de assegurar a sua exploração no início, mas a ideia é encontrar privados que queiram investir connosco. Podemos ficar com 49,5 por cento e entregar o restante a privados ou podemos ficar como sendo os donos do terreno e ceder a sua gestão”. “Não queremos explorar campos de golfe, não queremos explorar hotéis. Tudo faremos para entregar a privados a gestão e a posse do campo de golfe”, garantiu. Em Santa Maria, há quem esteja preocupado com o abastecimento de água ao campo de golfe, dadas as dificuldades de abastecimento à população. Duarte Ponte assegurou, na ocasião, que “fica a nosso cargo encontrar a água, com certeza por um novo furo”, adiantando que essa situação foi prevista, tendo sido feitos um estudo hidrológico, pelo Departamento de Geociências da Universidade dos Açores, e um estudo ao solo, pelo Departamento de Ciências Agrárias.Etiquetas: Departamento de Ciências Agrárias, Departamento de Geociências, Golfe, solos

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Em 2007, comemora-se, tanto o Ano Heliofísico Internacional como o Ano Polar Internacional. Integradas nessas comemorações e fazendo parte da Semana da Ciência Tecnologia do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, levada a cabo entre 19 e 25 de Novembro de 2007, realizar-se-ão palestras sobre as temáticas da sustentabilidade sócio - económica e ambiental. Nas palestras proferidas pelos docentes do Departamento de Ciências Agrárias e Docentes da Delegação do Departamento de Ciências da Educação em Angra do Heroísmo, nessa semana da Ciência e Tecnologia, tentar-se-á apresentar perspectivas transdisciplinares, tanto dos fenómenos como das problemáticas, dada a formação multidisciplinar do seu corpo docente: desde a astrofísica à agricultura ecológica, passando pela engenharia do ambiente, gestão e conservação da natureza, educação ambiental, veterinária, tecnologia alimentar e economia, entre outras.
Todas as actividades e palestras serão abertas ao público, todavia, algumas delas, necessitam de inscrição para se proceder à marcação do dia e da hora em que ocorrerão, uma vez que interessam a grupos profissionais específicos ou com interesses concretos.
O programa é o seguinte:
19 de Novembro de 2007. Edifício do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, Pico da Urze, Angra do Heroísmo, Terceira, Açores.
15:00H- Recepção aos alunos do 9º Ano de Escolaridade da Escola Básica e Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade, a cargo do Director do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, Professor Alfredo Borba.
15:10H- “Impactos científicos e sócio económicos do trabalho de Gerhard Ertl, Prémio Nobel da Química de 2007”. Apresentação a cargo da Professora Doutora Maria Adelaide Lobo.
15:25H- “Impactos científicos e sócio económicos dos trabalhos de Albert Fert e Peter Grünberg, Prémio Nobel da Física de 2007”. Apresentação a cargo do Professor Doutor Félix Rodrigues.
15:45H- Divisão dos alunos por grupos de interesse e esclarecimentos nas áreas da Biotecnologia, Tecnologia Agro-alimentar, Engenharia do Ambiente, Gestão e Conservação da Natureza, Farmácia, Veterinária, Enfermagem, Ciências da Nutrição, Ciências Agrárias e Guias da Natureza.
Neste mesmo dia e dependendo do número de inscrições (mínimo 5) são propostas as seguintes palestras:
“Globalização, desenvolvimento e sustentabilidade. O casoda globalização do mercado do leite e o desenvolvimento sustentável dosAçores", pelo Prof. Tomaz Dentinho (em horário a acordar com os interessados, entre16:00h e as 18:00H) .
“AZONET - AZores Observation NETwork. Porquê apostar num supersite em Portugal?" pelo Prof. Paulo Fialho (Em horário a acordar com os interessados, entre16:00h e as 18:00H) .
20 de Novembro de 2007. Edifício do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, Pico da Urze, Angra do Heroísmo, Terceira, Açores.
“A importância do curriculum oculto na educação para a sustentabilidade”. Palestra proferida pelo Prof. Francisco Sousa e a Mestre Ana Isabel Godinho: (Em horário a acordar com os interessados, entre11:00h e as 18:00H) .
“Desenvolvimento Pessoal e a Cidadania Activa.” Pela Mestre Josélia Fonseca: (Em horário a acordar com os interessados, entre11:00h e as 18:00H) .
"Perspectivas de investigação-intervenção em educação ambiental: experiências na Ilha Terceira".Pelos Profs. Pedro Gonzalez e Félix Rodrigues (Em horário a acordar com os interessados, entre11:00h e as 18:00H) .
21 de Novembro de 2007. Edifício do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, Pico da Urze, Angra do Heroísmo, Terceira, Açores.
“Sustentabilidade da produção de queijo nos Açores - que desafios tecnológicos e científicos?" pelo Prof. José Estevam de Matos (A conferência só se realizará neste dia, se houver mais do que cinco inscrições e a ocorrer será às 17:00H ).
“Ensino e aprendizagem no futuro: o desafio da complexidade, da incerteza e da sustentabilidade”. Pelo Prof. João Batista (Em horário a acordar com os interessados, entre16:00h e as 18:00H) .
“Água potável e sustentabilidade”. Pela Profª Maria Adelaide Lobo (Em horário a acordar com os interessados, entre16:00h e as 18:00H .
22 de Novembro de 2007. Edifício do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, Pico da Urze, Angra do Heroísmo, Terceira, Açores.
14:00H- Recepção aos alunos do 9º Ano de Escolaridade da Escola Básica e Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade, a cargo do Director do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, Professor Alfredo Borba.
14:10H- Ano Heliofísico Internacional. O Sol, Beleza e Mistério. Apresentação a cargo do Prof. Miguel Ferreira.
14:25H- Impactos científicos e sócio económicos dos trabalhos de Albert Fert e Peter Grünberg, Prémio Nobel da Física de 2007. Apresentação a cargo do Prof. Félix Rodrigues.
14:45H- Divisão dos alunos por grupos de interesse e esclarecimentos nas áreas da Biotecnologia, Tecnologia Agro-alimentar, Engenharia do Ambiente, Gestão e Conservação da Natureza, Farmácia, Veterinária, Enfermagem, Ciências da Nutrição, Ciências Agrárias e Guias da Natureza.
“Alterações climáticas Globais-Impactos sócio-económicos e ambientais”. Pelo Prof. Félix Rodrigues: (Em horário a acordar com os interessados, entre16:00h e as 18:00H).
23, 24 e 25 de Novembro de 2007. Edifício do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, Pico da Urze, Angra do Heroísmo, Terceira, Açores.
(As conferências que se seguem realizar-se-ão em qualquer um destes dias, se houver mais do que cinco inscrições e ocorrerá, em horário a acordar com os interessados, entre11:00h e as 18:00H de cada dia).
Prof. Paulo Borges “Biologia Insular e Extinção”.
Profª Maria Manuela Juliano: “Ano Polar Internacional - O Degelo das calotes Polares e sua influência nas correntes marinhas do Atlântico Norte”.
Prof. Alfredo Borba: "Plantas do passado com potencialidades no futuro da alimentação animal.”
Prof. Mário Alves: "Energias alternativas nos Açores"
Profª. Emiliana Silva: "Valores ambientais dos agricultores açorianos"
Prof. Jorge Pinheiro: “"Produção agrícola e eutrofização"
Prof. João Pedro Barreiros: “Vulnerabilidade dos ecossistemas marinhos açorianos”
Prof. João Barcelos: “Resíduos na era da Globalização. Harmonização de Atitudes e Comportamentos”
Prof. Francisco Cota Rodrigues: "Intrusão salina e alterações climáticas globais"
Prof. João Madruga: "Vulnerabilidade dos solos açorianos"
Prof. Luís Souto: "Perdas de calor no organismo animal"
Prof. Fernando Pires: "Produção animal sustentável nos Açores"
Profª. Célia Silva: Impactos científicos e sócio-económicos dos trabalhos de Mario R. Capecchi, Sir Martin J. Evans e Oliver Smithies, Prémio Nobel da Medicina de 2007.
Profª Regina Oberschelp de Meneses: Impacto cultural e social do trabalho de Doris Lessing, Prémio Nobel da Literatura de 2007.
Prof. Eduardo Brito de Azevedo: Impactos científicos e sócio-económicos dos trabalhos do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) e Albert Arnold (Al) Gore Jr., Prémio Nobel da Paz de 2007.
Prof. Tomaz Dentinho: Impactos científicos e sócio-económicos dos trabalhos de Leonid Hurwicz, Eric S. Maskin e Roger B. Myerson, Prémio Nobel da Economia de 2007.
A inscrição nas conferências mencionadas poderá ser feita, com a antecedência mínima de um 24 horas, por email: felix@notes.angra.uac.pt ou pelo telefone 351295402200 entre as 10:00 e as 17:00H.
(In Diário Insular)
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