Caracterização pedológica da cultura do chá
Etiquetas: chá, João Madruga, Jorge Pinheiro, Lourdes Matos, solos
Este blog é da responsabilidade do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores e pretende dar conta das actividades desenvolvidas ao longo de 2006 - Ano Internacional dos Desertos e da Desertificação, bem como das actividades realizadas na mesma área temática,ou não, nos anos posteriores.
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Contam-se por mais de uma dúzia as substâncias derivadas dos combustíveis encontradas nas análises e que são consideradas cancerígenas, segundo Félix Rodrigues, especialista em ambiente da Universidade dos Açores.Manganésio, alumínio, cobre, ferro e contaminantes considerados perigosos para a saúde humana também se encontram nas análises em enormes concentrações.Está em causa a saúde humana no momento e no futuro, entende Félix Rodrigues.O aquífero de base da ilha Terceira é a principal reserva de fornecimento de água para consumo humano, animal e irrigação.
É, provavelmente, daí que provém a maior parte dos contaminantes encontrados no aquífero de base e nos aquíferos suspensos.A zona dos tanques abandonados dos Cinco Picos também está contaminada. Estão lá identificados aterros de produtos contaminados provenientes da limpeza dos tanques, além de derrames. As análises identificam vários produtos contaminantes.A quarta zona de alta contaminação confirmada, neste caso não por análises, mas pela natureza das actividades aí desenvolvidas, está delimitada dentro da base e corresponde à área utilizada para treino de bombeiros até 1982. Outras 14 áreas são consideradas contaminadas, dada a natureza das ocorrências aí registadas e quase de certeza representam perigo para o ambiente e para a saúde humana. São áreas que vão desde a Base das Lajes até ao interior da ilha.As restantes 20 áreas nunca foram estudadas, mas têm histórias de contaminação, podendo o solo e a água nas redondezas estar contaminados. Entre essas áreas encontram-se a freguesia da Vila Nova, o Porto Militar da Praia e a estrada que liga a base à Praia.Embora as análises à água de consumo público ainda não reflictam a contaminação, Carlos Lima defende que seria irresponsável esperar por os contaminantes entrarem em casa das pessoas para começar a resolver o problema.Entende que é preciso identificar a situação e despoluir, “custe o que custar”.Remete a responsabilidade da iniciativa para a tutela regional do Ambiente, mas adianta que, segundo a lei, a conta deve ser apresentada e paga pelo poluidor, no caso os norte-americanos da Base das Lajes.Porém, a responsável regional pelo Ambiente, Ana Paula Marques, já disse que em matérias relacionadas com a Base das Lajes a coordenação é da responsabilidade do representante da Região na Comissão Bilateral Permanente, André Bradford.Seguindo o percurso, Bradford alega nada saber do assunto. Garantiu, porém, ao DI que já pediu aos norte-americanos toda a documentação relativa à contaminação com origem em actividades relacionadas com a Base das Lajes.Entretanto, o Instituto da Água afirmar estar a acompanhar a situação e o Governo de Lisboa já ofereceu ajuda à Região.Etiquetas: Base das Lajes, Poluição, solos
Na ocasião, Duarte Ponte afirmou que “o contrato que vamos assinar é um motivo de orgulho para as Ilhas de Valor, e é sem dúvida importante para a qualificação do turismo dos Açores”. O projecto permitirá criar riqueza, postos de trabalho e, desse modo, ajudar a fixar população, acrescentou ainda. Nos próximos três meses, a equipa projectista irá trabalhar no projecto de execução a partir do estudo prévio já concluído. E só então se saberá ao certo quais as parcelas que o Governo Regional terá de adquirir. Segundo o secretário regional da Economia, já foram feitos contactos prévios com os proprietários dos terrenos situados na zona escolhida, mas as negociações só poderão ser iniciadas quando for conhecido com rigor os limites do campo de golfe. É por essa razão que também não se sabe ao certo quanto irá custar a construção do empreendimento. Duarte Ponte adiantou apenas que se espera vir a custar mais de doze milhões de euros. Depois da aquisição das propriedades, será então lançado o concurso de empreitada, mas o secretário regional da Economia não quis arriscar uma data para o início da execução do projecto. Quanto à exploração do empreendimento, quando concluído, o responsável revelou, no entanto, que “é provável que a Ilhas de Valor S.A. tenha de assegurar a sua exploração no início, mas a ideia é encontrar privados que queiram investir connosco. Podemos ficar com 49,5 por cento e entregar o restante a privados ou podemos ficar como sendo os donos do terreno e ceder a sua gestão”. “Não queremos explorar campos de golfe, não queremos explorar hotéis. Tudo faremos para entregar a privados a gestão e a posse do campo de golfe”, garantiu. Em Santa Maria, há quem esteja preocupado com o abastecimento de água ao campo de golfe, dadas as dificuldades de abastecimento à população. Duarte Ponte assegurou, na ocasião, que “fica a nosso cargo encontrar a água, com certeza por um novo furo”, adiantando que essa situação foi prevista, tendo sido feitos um estudo hidrológico, pelo Departamento de Geociências da Universidade dos Açores, e um estudo ao solo, pelo Departamento de Ciências Agrárias.Etiquetas: Departamento de Ciências Agrárias, Departamento de Geociências, Golfe, solos
Jorge Pinheiro voltou a lembrar que "o problema da eutrofização nas lagoas das Sete Cidades está relacionado, pode-se dizer exclusivamente, com a utilização excessiva de adubos nos terrenos circundantes. "É preciso passar de um regime intensivo para um extensivo, para solucionar o problema".Etiquetas: adubação, agricultura, Congresso, Engenharia do Ambiente, Eutrofização, João Madruga, Jorge Pinheiro, Lagoas, Lourdes Matos, São Miguel, solos