quarta-feira, setembro 02, 2009

Açores têm cada vez mais equipamentos de investigação

O presidente do Governo Regional dos Açores, no último dia da visita estatutária à ilha Graciosa, revelou satisfação pelo facto de o arquipélago ser cada vez mais procurado para a instalação de equipamentos de investigação científica. Carlos César assistiu a um dos quatro lançamentos diários de um balão equipado com um emissor para transmissão de dados sobre radiação atmosférica, nuvens, aerossóis e precipitação.
Estes equipamentos estão instalados provisoriamente no Aeródromo da Graciosa, no âmbito do projecto ARM («Atmospheric Radiation Measurement»), que resulta de uma parceria entre o executivo açoriano e o Departamento de Energia dos Estados Unidos da América. Os balões lançados diariamente naquela estrutura recolhem as informações, que são depois disponibilizadas à comunidade científica internacional, via Internet.

Além do Governo dos Açores, associaram-se também a este projecto, a Universidade dos Açores e o Instituto Nacional de Meteorologia. Na ocasião, Carlos César realçou que este projecto trará maior notoriedade, não só à Graciosa (um dos cinco locais do mundo escolhidos para estes estudos), como para todo o arquipélago. No seu entender, a estação do projecto ARM não resulta do acaso, mas antes de um conjunto de “novas centralidades criadas nos Açores”, ligadas à investigação científica. “Estes projectos não surgem, naturalmente, por acaso”, lembrou o presidente do Governo, acrescentando que são, isso sim, “consequência de um trabalho continuado do Governo Regional”. O chefe do executivo açoriano realçou que as estações da ESA e da Edisoft, em Santa Maria, o projecto Pico-Nare, também ligado às questões climáticas, e as novas estações de geodesia e radioastronomia das Flores e de Santa Maria “aproximam a região de novos pólos de investigação científica”.

(in Ciência Hoje)

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sábado, julho 11, 2009

Açores estão cada vez melhor credenciados para palco de estudos científicos, diz Carlos César

O presidente do Governo açoriano assistiu hoje, no âmbito de uma visita estatutária, de dois dias, à ilha Graciosa, a um dos quatro lançamentos diários de um balão equipado com um emissor para transmissão de dados sobre radiação atmosférica, nuvens, aerossóis e precipitação. As informações são fornecidas continuamente, até o balão se desintegrar, cerca dos 25 mil metros de altitude, e colocadas à disposição da comunidade científica internacional, via internet. Trata-se do projecto ARM (Atmospheric Radiation Measurement), do Departamento de Energia dos Estados Unidos, a que o Governo Regional se associou, “com muita satisfação”, como salientou Carlos César, acrescentando que o Executivo foi e é responsável pela escolha dos parceiros apropriados ao projecto, como sejam a Universidade dos Açores e o Instituto de Meteorologia. Sublinhando que a relação privilegiada dos Açores com os Estados Unidos, por via do acordo de cooperação entre Portugal e aquele país, permite á região constituir-se como plataforma logística de concretização de acções decorrentes desse acordo, Carlos César considerou que “este projecto trará maior notoriedade, não só à Graciosa – como um dos cinco locais do mundo escolhidos para os estudos –, como a todo o arquipélago”. Aliás, adiantou, há mesmo a possibilidade de a estrutura móvel do projecto ARM instalada, em dois contentores, em terrenos do aeroporto da Graciosa, junto da aerogare, poder vir a tornar-se permanente. “Se essa for a circunstância não faltará, naturalmente, da parte do Governo Regional, o apoio que lhe for solicitado”, garantiu o presidente do Governo, frisando que a estação do projecto ARM não resulta de uma atractividade criada isoladamente, enquadrando-se, antes, nas novas centralidades criadas nos Açores. Carlos César exemplificou com as estações da ESA e da Edisoft, em Santa Maria, o projecto Pico-Nare, também ligado às questões climáticas, e as novas estações de geodesia e radioastronomia das Flores s Santa Maria, todas aproximando a região de novos pólos de investigação e dando-lhe credenciação para a localização deste tipo de infra-estruturas. “Estes projectos não surgem, naturalmente, por acaso”, realçou o presidente do Governo, acrescentando que são, isso sim, “consequência de um trabalho continuado do Governo Regional nesse sentido, para a gestão dessas atractividades.”
Governo aposta na densificação das redes da sociedade da informação
A alfabetização digital da população açoriana, através da densificação das redes que garantem o acesso às novas tecnologias da informação, é uma das grandes apostas do Governo açoriano nesta área. A convicção foi reafirmada, hoje, pelo secretário regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos durante a visita ao Espaço TIC de Santa Cruz, Clube Informático da Graciosa, no âmbito da visita estatutária. “Este centro de informática corresponde a mais um degrau nesta pirâmide que, por si, corresponde também à rede da sociedade da informação que está a ser densificada nos Açores com apoios muito expressivos”, sublinhou José Contente. Segundo o Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GACs), do Executivo açoriano, no caso da Graciosa, o Governo Regional já investiu mais de 250 mil euros no apoio a tudo aos cinco espaços TIC existentes na ilha, desde Centros, Postos e Núcleos. Para o secretário da tutela, citado pelo GACs, “este investimento crescente na proliferação destes espaços é, por si, um sinal claro das intenções do Executivo que passam, desde logo, pela melhoria das condições, do acesso e do número de equipamentos disponibilizados aos utentes”. O Clube Informático da Graciosa, visitado pelo governante, recebe, diariamente, cerca de 20 utilizadores, disponibiliza horas de formação contínua e acesso pós-laboral. Para José Contente, “é desta forma que nós conseguimos edificar o Sistema Científico e Tecnológico Regional, contribuindo, deste modo, para a edificação de uma sociedade da informação e do conhecimento, e que por sua vez representa um novo upgrade na economia regional”, acrescentando que, uma sociedade mais informada e mais experiência nos ramos da tecnologia da informação e comunicação, segue, mais facilmente, o trilho do desenvolvimento global. O secretário regional encara estes espaços TIC como um meio para erguer “uma sociedade mais preparada para enfrentar novos desafios e ter novas oportunidades”, referiu. Aos utilizadores do espaço visitado na Graciosa, José Contente reafirmou “a convicção de que o Governo Regional irá continuar a densificar as redes da sociedade de informação nos Açores”, porque, realça, “é com este espírito que nós vamos continuar a apostar em manter e alargar todos os centros de informática nos Açores, de modo a chegar a cada vez mais pessoas e assim construirmos uma sociedade alfabetizada em termos digitais”.
Artesanato é uma "boa oportunidade" e uma alavanca de desenvolvimento
O secretário regional da Economia, Vasco Cordeiro, considerou hoje, na Graciosa, que o artesanato local pode constituir mais uma “boa oportunidade” para um melhor aproveitamento de todas as potencialidades que o económicas daquela ilha. Durante uma visita às alunas de uma acção de formação específica sobre técnicas de bordado certificado da marca “Artesanato dos Açores”, que decorre na Junta de Freguesia de Santa Cruz, da responsabilidade do Centro Regional do Artesanato, Vasco Cordeiro recordou que a ilha Graciosa “prepara-se para dar um salto no seu desenvolvimento, com a entrada em funcionamento de vários equipamentos como é o caso do novo hotel”, pelo que “também o artesanato pode beneficiar enquanto actividade ligada ao sector do turismo e constituir-se como uma alavanca económica”. O secretário regional da Economia garantiu existir “toda a disponibilidade da parte do Governo dos Açores para apoiar este tipo de acções de formação já que elas são muito importantes para manter vivas as nossas tradições”.
150 mil euros para reabilitação do Lar de Idosos de Santa Cruz
A secretária regional do Trabalho e da Solidariedade Social visitou hoje o Lar de Idosos da Santa Casa da Misericórdia de Santa Cruz no âmbito da visita estatutária do Governo à ilha Graciosa. Ana Paula Marques anunciou um apoio no valor de 150 mil euros para a primeira fase das obras de remodelação e reabilitação do edifício construído há mais de 20 anos. Nesta primeira fase, as obras vão incidir na remodelação do telhado, pavimentos e pintura do edifício. As casas de banho vão ser adaptadas às ajudas técnicas hoje exigidas pela lei assim como a cozinha que necessita de uma remodelação para atender às exigências em vigor. No entanto, atendendo às características do edifício e à sua utilização (cerca de 50 idosos, alguns com mais de 90 anos), o Governo Regional pondera alargar este apoio já no próximo ano, no sentido de colmatar dificuldades diagnosticadas. A secretária do Trabalho e da Solidariedade Social considera que,” embora estas estruturas estejam ultrapassadas, porque o Governo pretende construir estruturas mais pequenas, as que existem, porém, nós temos de tratar bem delas”. Nesse sentido, “vai arrancar dentro de dias uma avaliação a estes equipamentos na Região para apurar o bem-estar dos utentes e o seu estado psicológico porque, embora bem nutridos e bem higienizados, falta tudo o resto que tem a ver com a envolvência humana e social e a convivialidade”. A estratégia do Governo Regional é construir estruturas mais pequenas, privilegiar os Centros de Dia, os Centros de Noite e os Centros de Convívio para que os idosos fiquem mais próximos da sua vida habitual, concluiu.
(in Diário dos Açores)

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sexta-feira, julho 10, 2009

Carlos César says the Azores are increasingly sought after for scientific studies

The President of the Government attended this morning one of the four daily launchings of a balloon equipped with a transmitter that collects data about atmospheric radiation, clouds, aerosols and rainfall.
The information is continuously provided until the balloon disintegrates, which occurs at an altitude about of 25 km, being subsequently provided to the international scientific community over the Internet.
This is the ARM (Atmospheric Radiation Measurement) project, from the United States Department of Energy, which the Regional Government has joined “with a great satisfaction,” as Carlos César stressed. In addition, the President mentioned that the Government is in charge of the choice of the appropriate partners for the project, such as the University of the Azores and the Institute of Meteorology.
Stressing that the privilege relation of the Azores with the United States, through a cooperation agreement between Portugal and that country, enables the Region to become a logistic platform to implement actions that take place under that agreement, Carlos César considered that this project will bring more prominence, not only to Graciosa, as one of the five places in the world chosen for these studies, but also the entire Archipelago.
Furthermore, there is even the possibility that the mobile structure of the ARM project, installed in two containers in the Graciosa airport near the air terminal, may become permanent.
The President of the Government assured that “if this is the case, the Government of the Azores will naturally support it,” adding that the Station of the ARM project is not the result of an isolated attractiveness, but rather it is integrated in the new centralities created in the Azores.
Thus, Carlos César gave examples of the ESA and Edisoft station on Santa Maria, the Pico-Nare project, which is also related to the environmental issues, and the new geodesia and radio astronomy stations on Flores and Santa Maria. All these stations have brought the Region closer to the new research centres, providing it the accreditation to implement this type of infrastructures.
For the President of the Government, “these projects do not appear by change,” adding that they are “the result of a continuous work developed by the Azorean Government in order to manage this attractiveness.”
(in GACS)

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segunda-feira, maio 11, 2009

Açores na corrida para a rede mundial de estações meteorológicas de altitude

Os Açores reúnem condições de integrar a rede de estações meteorológicas globais de monitorização em altitude como o novo PICO-NARE, um observatório internacional da atmosfera localizado no topo do Pico, o ponto mais alto de Portugal.

“A estação açoriana reúne condições de excelência para essa função, dada a sua localização geográfica estratégica, em pleno centro do Oceano Atlântico e numa zona não poluída”, afirmou José Contente, secretário regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos.
Actualmente, a rede de estações meteorológicas de monitorização em altitude integra 22 unidades, espalhadas por todo o mundo, tendo José Contente afirmado o interesse do governo regional em colocar o PICO-NARE neste rede global.
Na perspectiva do secretário regional, seria uma forma de colocar a ilha açoriana no centro mundial da investigação e pesquisa científica na área da meteorologia.
A estação, gerida pela Universidade dos Açores, recolhe indicadores sobre a poluição troposférica e transfronteiriça, permitindo avaliar os impactos que os poluentes emitidos na América do Norte e na Europa têm sobre o Oceano Atlântico.
Este importante observatório meteorológico, segundo revelou José Contente, vai sofrer algumas melhorias, como a substituição do gerador eléctrico por um cabo de alimentação de energia, que permitirá garantir mais segurança e qualidade ao trabalho que ali é realizado.
O secretário regional salientou que o PICO-NARE insere-se no “cluster científico e tecnológico” que está a ser construído nos Açores, anunciando a criação de um grupo de trabalho, envolvendo a Universidade dos Açores e o Instituto de Meteorologia, para a monitorização dos dados recolhidos por este observatório.
(in Ciência Hoje)

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sexta-feira, maio 08, 2009

Observatório Pico-NARE pode vir a integrar rede de estações meteorológicas globais

Os Açores poderão vir a integrar a rede de estações meteorológicas globais de monitorização em altitude, composta, actualmente, por 22 unidades dispersas pelo globo, graças ao contributo científico do Observatório Pico-NARE, em funcionamento no topo da montanha da ilha do Pico, admitiu, hoje, o secretário da Ciência, Tecnologia e Equipamentos.
Segundo José Contente, a estação açoriana reúne condições de excelência para essa função, dada a sua localização geográfica estratégica, no Hemisfério Norte em pleno centro do Oceano Atlântico e numa zona não poluída.
Depois de uma reunião de trabalho com as entidades envolvidas no Pico-NARE, nomeadamente o Instituto de Meteorologia e a Universidade dos Açores, o governante declarou o interesse em integrar a estação meteorológica picoense na rede global, por forma a colocar os Açores, uma vez mais, no centro mundial da investigação e pesquisa científica no âmbito da meteorologia e demonstrar a participação activa da Região em redes europeias de investigação.
“O Pico-NARE é, de facto, um projecto muito importante na área da meteorologia e integra-se num conjunto de rede de estações meteorológicas mundiais e os Açores ficam, uma vez mais, no mapa global, através do Governo Regional, do Instituo de Meteorologia e da Universidade dos Açores”, alegou.
O Observatório Pico-NARE vai sofrer melhorias significativas, como a substituição do gerador eléctrico por um cabo de alimentação de energia, no âmbito de um protocolo já firmado com a EDA, que garantirá maior segurança e qualidade ao trabalho desenvolvido na estação e permitir eliminar o gerador enquanto fonte emissora de poluentes para a atmosfera.
Com este programa de monitorização permanente poderão ser estudados os efeitos das variações nas políticas de emissão intercontinentais, em particular as que têm origem no continentes norte-americano e europeu, permitindo o estudo dos impactos que os poluentes emitidos têm no Atlântico Norte e num melhor conhecimento da atmosfera à escala global, explicou José Contente.
Segundo acrescentou, a estação meteorológica faz parte de um projecto estruturante que se insere “no chamado cluster científico e tecnológico que se está a edificar na Região e é também mais um degrau para a monitorização climática a nível Açores que depois se pode estender a outras partes do mundo, sob o ponto de vista da informação meteorológica e climatológica também”.
A Secretaria Regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos em parceria com a Universidade dos Açores e o Instituto de Meteorologia vão criar um grupo de trabalho para monitorização dos dados do Observatório Pico-NARE, que José Contente considerou um “projecto central” para o arquipélago no domínio da climatologia e meteorologia.
(In GACS)

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segunda-feira, novembro 03, 2008

Azores Volcano Tracks Pollution Path

By Marcia Goodrich
If you want to measure air pollution drifting across the North Atlantic, there's just one place on earth to do it.
Thus, it was on top of a volcano, Pico Mountain in the Azores, that Richard Honrath (associate professor of civil and environmental engineering) and his research team lowered a laboratory the size of an ice- fishing shanty, with considerable assistance from a Portuguese Air Force helicopter crew.
Honrath and his research team assembled the lab and its instrumentation at Michigan Tech before trucking it 350 miles to Milwaukee. The U.S. Air National Guard then flew the half-ton structure plus six tons of additional cargo to the Azores in a C130 transport plane, landing at Lajes Air Force Base on the island of Terceira.
The only islands in the region that are located far from continents, the misty Azores have long been an important site for scientists studying the pristine atmosphere above the North Atlantic. At lower altitudes, up to about 4,900 feet, the ocean tends to scrub the atmosphere clean, so detecting the drift of pollutants is extremely difficult.
At an elevation of 7,300 feet, Pico Mountain, located on Pico Island, is the only spot in the Azores where the air is high enough to escape the effects of the ocean environment. In fact, its barren summit often pokes through the clouds that mark the top of this marine boundary layer.
There are some very good reasons scientists hadn't established a station on Pico, however. The nearest road ends more than a half- mile below the summit, no utilities are available, and access is restricted for both safety and environmental reasons.
Nevertheless, it is a perfect spot for tracking the drift of emissions across long distances. Researchers also believe a station there could be key to determining how local pollution can become part of the global atmosphere and possibly precipitate global warming.
Some air pollutants have a relatively short shelf life, quickly reacting with other chemicals to form harmless compounds or washing out of the air in a local rain. Others travel far from their mother smokestack or tailpipe, and these are the pollutants that attract Honrath's interest.
In the Azores, prevailing winds carry pollution from eastern North America across the ocean, while pollution from western Europe is sometimes blown south and east. The station atop Pico will detect the frequency and intensity of pollution flows over the region, which will allow researchers to determine the amount of pollutants that hitchhike into the global atmosphere.
The station began taking measurements July 11, 2001, with data and photos transmitted twice daily to computers at Michigan Tech and the University of the Azores.
During the first three months of operation, the scientists analyzed several events of increase carbon monoxide and ozone, indicating export from North America. The researchers are now analyzing additional measurements, including periods of air flow from Europe.
"We are particularly interested in ozone," Honrath said. A powerful shield against UV light in the stratosphere, in the lower atmosphere ozone is the primary ingredient in smog, causing serious respiratory problems in some people. It's also a major greenhouse gas and can inhibit plant growth.
"Plus, it's a key player in atmospheric chemistry," Honrath said. "Ozone controls the life of other chemicals. It's highly reactive, and it actually breaks down other pollutants."
In addition, the PICO- NARE (stands for Pico International Atmospheric Chemistry Observatory- North Atlantic Regional Experiment) station is tracking black carbon dust and carbon monoxide, and next year the researchers will begin testing for nitrogen oxides.
The lab is fully automated, and readings are being downloaded through a cellular Internet connection. It's a good thing, too, since conditions at Pico do not lend themselves to frequent visits.
The PICO-NARE researchers have permission from the Portuguese government to continue their experiments for two years at the Azores' highest point.
Professor Paulo Fialho of the University of the Azores is cooperating in the PICO- NARE effort. Other members of the Michigan Tech research team are research scientists Matt Peterson and Mike Dziobak, PhD students Chris Edlin and Maria Val Martin, and undergraduate Antonio Jenkins.

(In Research Magazine)

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quinta-feira, setembro 04, 2008

Climatologia promove intercâmbio científico

Quem o diz é Paulo Fialho, investigador do Centro de Climatologia, Meteorologia e Mudanças Climáticas do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores. Paulo Fialho falava no âmbito da atribuição, por parte do Governo Regional, de cerca de 27 mil euros, para a manutenção, nos próximos três anos, dos observatórios científicos da Montanha do Pico e da Serreta, compromisso assumido para a manutenção básica da estação de observação internacional Pico-Nare. João Luís Gaspar, director regional da Ciência Tecnologia, foi o responsável pela divulgação deste apoio por parte do Executivo regional. Acrescentou ainda Paulo Fialho que “a possibilidade de manter operacional os observatórios permite o desenvolvimento de investigação relacionada com a atmosfera do Atlântico Norte e vai estimular o intercâmbio e a colaboração científica dentro da Universidade dos Açores e entre esta e outras instituições.” Com este programa de monitorização permanente, prossegue o investigador, poderão ser estudados os efeitos das variações nas políticas de emissão intercontinentais, em particular as que têm origem no continente norte-americano. A atribuição do financiamento, de acordo com João Luís Gaspar, resulta de um protocolo estabelecido entre o Governo dos Açores e a eléctrica regional EDA, num montante de 180 mil euros, que viabilizou a extensão do ramal de energia entre a Casa de Apoio à Montanha da ilha do Pico e o local onde se encontra o gerador que alimenta o Observatório Pico-Nare. O director regional da Ciência e Tecnologia afirmou ainda que o financiamento se destina a despesas com o consumo de energia e comunicações de dados.

(In Azores Global)

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terça-feira, setembro 02, 2008

Observatórios do Pico e da Serreta

O Governo dos Açores vai assegurar o apoio financeiro necessário à operacionalidade, nos próximos três anos, dos observatórios científico da Montanha do Pico e da Serreta, compromisso assumido para a manutenção básica da estação de observação internacional Pico-Nare, anunciou hoje o director regional da Ciência e Tecnologia.
Segundo João Luís Gaspar, o apoio garantido pelo Executivo, no valor global de 27 mil euros, destina-se, sobretudo, a despesas com o consumo de energia e comunicações de dados.
O director regional acrescentou que a atribuição do financiamento se segue ao protocolo estabelecido entre o Governo dos Açores e a eléctrica regional EDA, num montante de 180 mil euros, que viabilizou a extensão do ramal de energia entre a Casa de Apoio à Montanha da ilha do Pico e o local onde se encontra o gerador que alimenta o Observatório Pico-Nare.
Para Paulo Fialho, o investigador do Centro de Climatologia, Meteorologia e Mudanças Climáticas responsável pela rede de observação, “a possibilidade de manter operacional estes observatórios permite o desenvolvimento de investigação relacionada com a atmosfera do Atlântico Norte e vai estimular o intercâmbio e a colaboração cientifica dentro da Universidade dos Açores e entre esta e outras instituições.
Com este programa de monitorização permanente poderão ser estudados os efeitos das variações nas políticas de emissão intercontinentais, em particular as que têm origem no continente norte-americano, sublinhou.
A Climatologia e a Meteorologia têm sido áreas de excelência apoiadas pelo Governo dos Açores que, ainda recentemente, anunciou estarem em curso negociações com o Departamento de Energia dos Estados Unidos da América para a instalação, na ilha Graciosa, de uma estação de observação para o estudo do clima.

(In Canal de Notícias dos Açores)

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segunda-feira, agosto 25, 2008

Governo apoia instalação na Graciosa de estação científica internacional para o estudo do clima

Governo apoia instalação na Graciosa de estação científica internacional para o estudo do clima.
O Governo dos Açores está a negociar com entidades dos Estados Unidos o estabelecimento de uma parceria para a instalação, na ilha Graciosa, de uma estação internacional para estudo o clima.
O assunto constituiu tema de uma recente reunião, em Ponta Delgada, entre o director regional da Ciência e Tecnologia, João Luísa Garpar, e a cônsul dos EUA nos Açores na Região, Jean Manes.A iniciativa enquadra-se no Programa Atmospheric Radiation Measurement (ARM), implementado pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos da América em 1990 com o objectivo de estudar o impacto das radiações e das nuvens nos modelos climáticos.O ARM inclui uma componente essencialmente dirigida à investigação e outra para a área das infra-estruturas, permitindo a obtenção de dados e o acesso a tecnologias de grande interesse para a comunidade científica especializada na concepção e desenvolvimento de modelos climáticos às escalas global e regional.A Universidade dos Açores, através do Centro de Climatologia, Meteorologia e Mudanças Globais e o Instituto de Meteorologia são os parceiros científicos a considerar neste projecto que conta já com a colaboração de numerosas instituições internacionais.A colocação de uma estação de observação climática na Graciosa segue-se à decisão da instalação, também nesta ilha, da estação internacional do CTBTO, destinada a monitorizar a realização de ensaios nucleares, à implantação do Observatório Internacional PICO-NARE, no Pico, e à entrada em funcionamento da estação de rastreio de satélites da Agência Espacial Europeia (ESA de Santa Maria, reforçando a estratégia do Governo em garantir o posicionamento de infra-estruturas científicas de interesse internacional nos Açores.

(In Canal de Notícias dos Açores)

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sábado, agosto 23, 2008

Team Scouts Graciosa Island for 2009 Mobile Facility Deployment Site

Indications from a scouting trip by the ARM Mobile Facility (AMF) science and operations management team are that an excellent site for the 2009 deployment may have been found. From April 8 through April 16, the team traveled to Graciosa Island in the Azores to scout sites for the Clouds, Aerosol, and Precipitation in the Marine Boundary Layer (CLAP-MBL) field campaign.On the upwind side of the island they located a site near the airport about 500 meters from the coastline. In addition to a buoy located just offshore that measures sea surface temperature, the team noted that the National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) is operating flux instrumentation at Mt. Pico, which is visible from Graciosa. Supplementary observations made above the boundary layer from Mt. Pico would greatly benefit the data set collected at the airport. Finally, the team had productive meetings with in-country hosts from the University of the Azores and the Portugal Meteorological Institute. These contacts will be extremely valuable as deployment planning continues in the coming year.
(In Arm)

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Região poderá dispor de uma estação científica para estudo do clima

Esta é uma iniciativa que se enquadra no programa “Atmospheric Radiation Measurement” (ARM) e visa a possível instalação de uma estação internacional para o estudo do clima na Graciosa.
Para que este projecto ARM possa ser instalado na Região (mais concretamente na ilha Graciosa), o Governo Regional dos Açores encontra-se em negociações com os Estados Unidos (EUA). Os parceiros açorianos a incluir no “Atmospheric Radiation Measurement” serão a Universidade dos Açores, através do seu Centro de Climatologia, Meteorologia e Mudanças Globais, bem como o Instituto de Meteorologia.Este assunto foi tema de debate numa reunião que se realizou recentemente em Ponta Delgada entre o director regional da Ciência e Tecnologia, João Luís Gaspar, e a cônsul dos EUA nos Açores, Jean Manes. A escolha da ilha Graciosa para a colocação de uma estação de observação climática prende-se com o facto de já ter sido decidida a instalação de uma outra estrutura internacional com o objectivo de monitorizar a realização de ensaios nucleares, bem como a implantação do Observatório Internacional PICO-NARE, no Pico, e, ainda, a entrada em funcionamento da estação de rastreio de satélites da Agência Espacial Europeia (ESA) em Santa Maria. Todas estas medidas, segundo o Governo Regional dos Açores, vêm reforçar a estratégia do Executivo em garantir o posicionamento de infra-estruturas científicas de interesse internacional nos Açores.O "Atmospheric Radiation Measurement” (ARM) foi implementado nos EUA no início dos anos 90 com o objectivo de estudar o impacto das radiações e nuvens nos modelos climáticos. Este programa inclui uma componente essencialmente dirigida à investigação e outra para a área das infra-estruturas, permitindo a obtenção de dados e o acesso a tecnologias de interesse para a comunidade científica especializada na concepção e desenvolvimento de modelos climáticos às escalas global e regional.

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quinta-feira, março 27, 2008

EUA e Açores com maior cooperação científica

A cooperação a nível científico é o aspecto que melhor tem funcionado, no âmbito do acordo bilateral entre os EUA e Portugal, ao abrigo da utilização da Base das Lajes, pelos militares norte-americanos.
Prova disso é a vinda de mais uma cientista norte-americana para desenvolver parcerias entre os Açores e os Estados Unidos da América, envolvendo neste projecto o governo regional, a Universidade dos Açores e também o sector privado. Os estudos vão incidir, preferencialmente, nas áreas das alterações climáticas e no uso de energias renováveis. Amy Zimpfer, pertencente à Agência de Protecção Ambiental Americana, está no arquipélago para o intercâmbio, na aplicação de tecnologia, da ciência e da investigação.Geotermia, hidroenergia, energia solar e energia das ondas são os alvos potenciais de parcerias, mas a cientista aposta forte na estação de monitorização da qualidade do ar, instalada na montanha do Pico e que pode vir a tornar-se num verdadeiro pilar de investigação para todo o Atlântico Norte.


(In RTP-Açores)

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