MOBILIDADE INTERNACIONAL DE ESTUDANTES
Se lhe interessa realizar um período de estudos e/ou estágio profissional fora de Portugal, no âmbito do programa de mobilidade Erasmus, será de todo conveniente:
contactar o respectivo Coordenador Departamental ou o Gabinete de Relações Internacionais (GRI) para saber quais as Universidades a que poderá candidatar-se;
obter informações acerca da instituição de destino (plano de estudos, códigos, nomenclaturas, créditos ects, calendarização dos semestres, prazos de candidatura, alojamento em residências universitárias, etc.);
reunir com o Coordenador Departamental para escolher as disciplinas em que deverá inscrever-se e preencher o contrato de estudos (learning agreement), que deverá ser assinado por ambos;
preencher um plano de reconhecimento de créditos, que deverá ser assinado pelo estudante, pelo Coordenador Departamental e pelo Director de Curso, de forma a garantir que o período de estudos e/ou estágio efectuados no estrangeiro sejam plenamente reconhecidos pela Universidade dos Açores;
apresentar a candidatura no GRI dentro dos prazos estipulados anualmente.
O estudante deve sempre consultar o sítio da Universidade à qual se está a candidatar e retirar e preencher a ficha de candidatura e o contrato de estudo, bem como os formulários para alojamento, curso de língua estrangeira, etc., que essa Universidade poderá eventualmente exigir dos estudantes. O estudante deve também ter em atenção as datas-limite para envio desses documentos, pois nem todas as Universidades aceitam candidaturas enviadas fora do prazo. Se necessário, poderá contar com a ajuda do GRI no preenchimento dos formulários.
Antes da partida
Antes do início do seu período de mobilidade, é celebrado um contrato entre a Universidade dos Açores e o estudante, onde se incluem todas as exigências mínimas obrigatórias para participação no programa e para a concessão de uma bolsa Erasmus. Antes da partida cada estudante recebe um exemplar da Carta de Estudante Erasmus, na qual constam os direitos e obrigações do Estudante Erasmus.
Alojamento
Algumas universidades parceiras colaboram na reserva do alojamento destinado aos estudantes de mobilidade. O Estudante deve estar atento a todas as informações que receber da universidade a que se candidatou, pois compete-lhe dialogar directamente com a Universidade de acolhimento, no sentido de efectuar a sua candidatura ao alojamento nas residências ou de procurar alojamento particular.
Em alguns casos, as universidades parceiras não se responsabilizam pela reserva de alojamento. Visto que a reserva de alojamento privado à distância pode ser arriscada (não corresponder às expectativas, condições inadequadas, etc.), aconselhamos a reserva de alojamento temporário (Pousadas de Juventude, pensões, etc., muitas vezes referidas pelas próprias universidades), para a 1.ª semana, seguida do contacto directo com proprietários, com alunos já instalados, com as Associações de Estudantes, etc., tendo em vista a decisão relativa ao alojamento permanente.
Curso Intensivo de Línguas Erasmus (EILC)
Sensibiliza-se os estudantes para a importância do conhecimento básico da língua em que são leccionados os cursos a frequentar na instituição de acolhimento. Registe-se, todavia, o facto de algumas instituições leccionarem um Curso Intensivo de Línguas Erasmus (EILC), devendo o estudante informar-se acerca da sua existência na Universidade que irá frequentar.
Final da Mobilidade
No final da mobilidade, o estudante deverá solicitar ao GRI da Universidade de acolhimento que assine e carimbe o Certificado de Permanência. Este certificado deverá ser entregue no GRI da UAc após o regresso do estudante.
De acordo com o estipulado no contrato inicialmente assinado, o estudante tem um prazo de 15 dias, após o regresso da mobilidade, para entregar o Relatório Final de Estudante Erasmus.
Bolsas
O pagamento das Bolsas é feito em duas fases, a saber: 85% no início da mobilidade e 15% após o regresso e a entrega do Relatório Final.
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Uma vez que o prazo para a entrega das candidaturas dos estudantes que queiram frequentar a UAc no 2.º semestre só terminará no dia 30 de Novembro, prevê-se que este número venha a aumentar significativamente, tendo em conta a experiência do ano anterior. Os restantes 42 (equivalente a um aumento de 45%) são estudantes da UAc que se decidiram por uma experiência académica no exterior e que escolheram como países de destino a Bélgica, o Brasil, a Espanha, a França, a Grécia, a Holanda, a Itália, a Lituânia e a Turquia. Prevê-se, ainda, a saída de mais 3 estudantes da UAc, no 2.º semestre, através do Programa de Bolsas Luso-Brasileiras Santander Universidades, cujas candidaturas irão ter lugar a meados de Setembro.Os estudantes que já passaram pela experiência de mobilidade descrevem-na como sendo vantajosa para ‘aumentar a adaptabilidade de cada indivíduo a novas realidades e circunstâncias’ e ‘para um valioso intercâmbio de experiências, conhecimentos e culturas’. A mobilidade académica é descrita como ‘culturalmente enriquecedora, permitindo que se alarguem os horizontes’, contribuindo, assim, para ‘o crescimento do estudante’. É também uma ferramenta linguística, ‘fazendo com que o aluno desenvolva competências numa língua estrangeira’. Recomendam, por isso, vivamente esta experiência a outros estudantes, afirmando que gostariam de revivê-la, pelo menos, mais uma vez.Este Gabinete constitui-se, assim, estrutura de coordenação, acompanhamento e apoio operacional de todas as iniciativas de internacionalização do ensino, da investigação e da prestação de serviços, designadamente no âmbito da cooperação e da mobilidade académicas, motivo pelo qual tem sido cada vez mais procurado pelos estudantes da UAc.
