Universidade dos Açores excluída do estudo
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Este blog é da responsabilidade do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores e pretende dar conta das actividades desenvolvidas ao longo de 2006 - Ano Internacional dos Desertos e da Desertificação, bem como das actividades realizadas na mesma área temática,ou não, nos anos posteriores.
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Este estudo surge na sequência de um relatório de 2005, elaborado por uma empresa norte-americana, que detectou um "perigo potencial" de contaminação dos aquíferos junto à Base das Lajes, explicou à agência Lusa o representante do Açores na Comissão de Acompanhamento do Acordo de Cooperação e Defesa entre Portugal e os Estados Unidos.Etiquetas: André Bradford, aquífero, Base das Lajes, Nunes Correia, Poluição

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“Toda a gente se esquece de mencionar que Cota Rodrigues é também responsável pela Praia Ambiente, a empresa que gere a água que se consome na Praia da Vitória. Se este responsável tem provas concretas de que esta mancha de poluição existe, deve apresentá-las de imediato, para que o organismo responsável pelo Ambiente possa actuar”, fundamenta. “Quem faz a monitorização da água que é consumida são as câmaras municipais, ou, nesta caso, a empresa municipal Praia Ambiente. Se esta entidade detectar algo fora dos parâmetros normais, deve pedir a intervenção da secretaria regional do Ambiente, o que não aconteceu. Só agora, face às notícias que têm vindo a ser veiculadas, este organismo oficiou o professor Cota Rodrigues, para ele disponibilize toda a informação de que dispõe. Até agora, parece que não existem análises que comprovem nada do que este veio a público dizer. Se existirem essas provas, a secretaria fará uma contra-análise e multará o culpado”, adianta.Quanto a quem é o culpado da possível contaminação do nível superficial do aquífero das Lajes, André Bradford lembra que nem isso está provado e recusa-se a avançar se, uma vez confirmado que a poluição foi originada pelos tanques de combustível norte-americanos, se irá envolver no processo. “Não equaciono qualquer hipótese de momento”, afirma.Outro aspecto que Bradford considera necessário ressalvar é de que a água actualmente a ser consumida não apresenta parâmetros anormais, sendo segura. “É preciso evitar alarmismos, porque estamos a falar de algo que preocupa e assusta facilmente as pessoas”. Como já foi veiculado por DI, a mancha de poluição só estará a afectar o nível mais superficial do aquífero, de onde não é captada água para consumo.PROVAS... Contactado por DI, Cota Rodrigues, doutorado em hidro-geologia da Terceira, contrapõe que as provas de que a contaminação existe são claras: “Sempre que se fazem escavações no local, surge solo contaminado com combustível e também água misturada com combustível”.Já quanto a não ter informado directamente a secretaria regional do Ambiente, Cota Rodrigues lembra que o assunto é do domínio público desde a década de 90 e que já foi tratado em vários jornais regionais, incluindo pela imprensa de São Miguel, mas garante que, face a ter sido oficiado, se encontra já a enviar toda a informação disponível às entidades responsáveis. Acrescenta também que a mancha de poluição tem, provavelmente, uma carga pontual, sendo possível determinar que o derrame foi feito naquela zona exacta. VERDADEIRO PROBLEMACota Rodrigues defende ainda que o verdadeiro problema que deve causar preocupação é a exploração exagerada de vários furos por parte dos norte-americanos, que estará a provocar a salinização da água do concelho. André Bradford recorda que está em curso um processo de licenciamento, mas não avança datas para a sua conclusão.Etiquetas: André Bradford, aquífero, Cota Rodrigues, Poluição