Instituto de Biotecnologia a funcionar antes de 2012
O Instituto de Biotecnologia e Biomedicina dos Açores será uma realidade até 2012. Para funcionar no parque tecnológico da Terceira, assume o Governo Regional.
O Instituto de Biotecnologia e Biomedicina dos Açores (IBBA), a instalar na ilha Terceira, sairá do papel até 2012. A garantia foi dada, ontem de manhã, pelo secretário regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos.
José Contente, que falava aos jornalistas após uma visita ao pólo universitário do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, na Terra-Chã, garantiu que a entidade – com estatutos já criados – irá alojar-se no parque tecnológico da ilha Terceira, em fase de projecto. “Até ao final desta legislatura, queremos ter o parque tecnológico construído. Aí serão instalados os actuais centros de investigação do pólo da Terceira da Universidade dos Açores, incluindo o Centro de Biotecnologia, que, assim, vão dispor de melhor condições e infra-estruturas. Começamos a elaborar o projecto desse parque tecnológico. Queremos desenvolve-lo nesta legislatura, para que estes conteúdos funcionais possam ser neles integrados”, adiantou José Contente, sem pormenorizar os prazos de concretização. Por outro lado, confirmou o reforço do apoio financeiro do executivo aos projectos de investigação em curso na Universidade dos Açores. Segundo o responsável, a localização do parque tecnológico ainda não está definida. Mas José Contente admite que possa ser construído nas imediações do pólo universitário da Angra do Heroísmo no Pico da Urze.
Manter identificação
Para o director do Centro de Biotecnologia da Universidade dos Açores, a concretização do IBBA e do parque tecnológico da Terceira são boas notícias. “Tratando-se de áreas de investigação tão importantes actualmente, faz todo o sentido que se criem infra-estruturas e condições para desenvolvermos vários projectos”, adianta Artur Machado. Contudo, o investigador alerta para a necessidade dos parceiros do IBBA manterem a sua identidade. “Este instituto vai garantir uma maior eficiência de técnicas e espaços e uma maior cooperação entre quem investiga nesta área. Mas acho fundamental que os centros de investigação integrados no IBBA mantenham o seu carácter e a sua vocação. Pelo menos o Centro de Biotecnologia o fará”, sublinha Artur Machado. O IBBA tem como sócios fundadores a Região Autónoma dos Açores, o Fundo Regional da Ciência e Tecnologia, o Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada, o Hospital do Santo Espírito de Angra do Heroísmo e a Universidade dos Açores.
Manter identificação
Para o director do Centro de Biotecnologia da Universidade dos Açores, a concretização do IBBA e do parque tecnológico da Terceira são boas notícias. “Tratando-se de áreas de investigação tão importantes actualmente, faz todo o sentido que se criem infra-estruturas e condições para desenvolvermos vários projectos”, adianta Artur Machado. Contudo, o investigador alerta para a necessidade dos parceiros do IBBA manterem a sua identidade. “Este instituto vai garantir uma maior eficiência de técnicas e espaços e uma maior cooperação entre quem investiga nesta área. Mas acho fundamental que os centros de investigação integrados no IBBA mantenham o seu carácter e a sua vocação. Pelo menos o Centro de Biotecnologia o fará”, sublinha Artur Machado. O IBBA tem como sócios fundadores a Região Autónoma dos Açores, o Fundo Regional da Ciência e Tecnologia, o Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada, o Hospital do Santo Espírito de Angra do Heroísmo e a Universidade dos Açores.
(In Diário Insular)
Etiquetas: Artur Lima, Centro de Biotecnologia dos Açores, Governo Regional, Instituto, José Contente
