domingo, julho 05, 2009

Projecto do Pico da Urze em exposição nacional

O edifício C – aulas, anfiteatro e biblioteca do novo Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, localizado no Pico da Urze, da autoria do arquitecto Jorge Figueira, está entre os dez projectos dos Açores e Madeira seleccionados edição “Habitar Portugal 2006-2008”.O Centro Interpretativo da Paisagem da Vinha (Inês Vieira da Silva e Miguel Vieira, da SAMI-arquitectos) e a recuperação da Fábrica da Baleia das Lajes do Pico (Rui Pinto I Ana Robalo, Arquitectos), a Escola Básica 2, 3 Roberto Ivens (Entreplanos, Gabinete de Arquitectura, Urbanismo e Design, Lda, Arq. João Goes Ferreira), as Piscinas da Povoação (Barbosa & Guimarães, arquitectos), o projecto expositivo “Custódias da ilha” (de Rita Cruz Dourado, Sérgio Fazenda Rodrigues) e a reconversão da Marginal de Ponta Delgada (RISCO/Manuel Salgado, Marino Fei e Tomás Salgado) são outros sete projectos executados nos Açores que foram seleccionados para a iniciativa promovida pelo Conselho Directivo Nacional da Ordem dos Arquitectos. A edição “Habitar Portugal 2006-2008” vai integrar, ao todo, 70 projectos arquitectónicos, seleccionados nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto (15 em cada) e nas regiões Norte, Centro, Sul e “Ilhas” (10 em cada), que vão estar patentes no Centro Cultural de Belém.
(In Diário Insular)

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sábado, setembro 27, 2008

Torre histórica demolida em Angra

Desempenhou um papel central na história da meteorologia dos Açores e fazia parte do património científico e arquitectónico da Região. A primeira torre de lançamento de balões meteorológicos dos Açores, que se encontrava junto do Observatório José Agostinho, em Angra do Heroísmo, foi demolida por decisão da direcção do Instituto de Meteorologia, em Lisboa.O professor da Universidade dos Açores (UA) e especialista em meteorologia, Eduardo Brito de Azevedo, já classificou, em declarações à RDP- Açores, a demolição como um ataque à cultura científica da ilha e do arquipélago: “Está-se a demolir, ou pelo menos a não considerar, uma parte substancial da nossa cultura, que também é a nossa cultura científica”.De acordo com o professor da UA esta é uma torre que desempenhou um importante papel histórico. “Quando começaram os voos relacionados com a presença americana e inglesa nos Açores foi necessário fazer-se aerosondagens, com balões sonda. Essas aerosondagens começaram por ser feitas exactamente no Observatório José Agostinho, nessa mesma torre”, lembra.O mesmo professor defende que se perdeu um dos símbolos da cidade Património Mundial da Humanidade. “Tornou-se, apesar de tudo, um ícone, um ex-líbris da cidade, ficava no cimo da cidade, por trás do Observatório e, para quem tem memória, era uma estrutura com interesse, nem que fosse paisagístico e mesmo arquitectónico.
Dinheiro e segurançaA decisão de demolir a torre veio de Lisboa, mesmo depois de os Açores terem apresentada uma proposta para a requalificação do edifício. Essa hipótese foi considerada demasiado dispendiosa, explicou a DI o director da delegação do Instituto de Meteorologia nos Açores, Diamantino Henriques, que adianta ainda que a demolição teve por base uma questão de segurança. “Na base dessa decisão esteve garantir a segurança, visto que a torre representava um perigo para as pessoas que passavam por lá. Era um edifício que estava danificado desde o sismo de 1980. Houve uma proposta para reconstruir a torre, aproveitar o seu esqueleto, mas isso foi considerado demasiado dispendioso”, explica.Diamantino Henriques concorda que se perdeu um edifício representativo em termos históricos e científicos, mas garante que o Instituto de Meteorologia não tomou a decisão de demolir de “ânimo leve”. Segundo a mesma fonte, existem actualmente projectos para construir outro edifício com aplicações científicas, no local.
(In Diário Insular)

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quarta-feira, setembro 10, 2008

Exemplo da arquitectura moderna nos Açores

O edifício do Complexo Pedagógico do novo pólo da Universidade dos Açores em Angra do Heroísmo é eleito pelo “Expresso” como um dos 10 melhores exemplos da nova arquitectura nos Açores e na Madeira.“Numa área suburbana, verdejante, da envolvente da cidade de Angra, o projecto do novo pólo universitário terceirense investe na criação de uma cidadela moderna, com volumes geométricos, separados entre si, articulados por percursos pedonais e galerias, e envolvidos pelo profuso verde da vegetação local”, lê-se num artigo publicado na edição do último fim-de-semana da revista “actual” do semanário nacional.A revista refere também que “o edifício do Complexo Pedagógico, o primeiro a erguer-se, optou por um cromatismo vibrante nas fachadas, em vermelho, que o destaca claramente da envolvente”.“Internamente, um espaço aberto e amplo, em vários níveis de acesso e serviços, dispõe as sucessivas salas e auditório”, acrescenta.O edifício da autoria do arquitecto Jorge Figueira surge ao lado da residência universitária da Universidade dos Açores nas Laranjeiras, (Pedro Costa e Célia Gomes), da ampliação e recuperação da Escola Roberto Ivens (João Goes Ferreira e Tiago Correia), das Casas da Vigia (João Maia Macedo) e do Furnas Lake Villas (com Luís Almeida e Sousa) e requalificação da Praia de Santa Bárbara (Fernando Monteiro), todos em São Miguel.A Gruta das Torres, na Madalena do Pico (Inês Vieira da Silva e Miguel Vieira), a Biblioteca e Arquivo da Horta, no Faial (Atelier Porto Pim com Ana Veloso), o Posto de Turismo e área de lazer no Forte de Santa Catarina e Capela Rainha Santa Isabel na Almagreira (com Teresa Robalo), nas Lajes do Pico (Rui Jorge Pinto), a Casa das Mudas, na Calheta, ilha da Madeira (Paulo David), e o Centro Cívico do Estreito de Câmara de Lobos, também na Madeira, são outros dos “10 casos notáveis”, segundo a “actual”.A revista classifica ainda como “obras interessantes” a recuperação do Forte de São Sebastião, em Angra, como Pousada (Isabel Santos e Gabinete 118 Gatens), a moradia na Canada do Pombal, em São Mateus (Isabel Santos), e a moradia no litoral da Praia (José Parreira), todas na ilha Terceira, entre outros exemplos no Faial, no Pico e na Graciosa.Segundo a “actual”, os governos regionais dos Açores e da Madeira e, em escala mais modesta, alguma iniciativa privada têm sabido “acrescentar às ilhas a expressão actual na arquitectura”.

(In Diário Insular)

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terça-feira, agosto 07, 2007

Projecto SUNPENDULUM

À medida que o dia decorre, a luz solar atinge a terra em vários pontos com diferentes perspectivas. Sucede-se o dia e a noite.
No âmbito do projecto SUNPENDULUM foram instaladas doze videocâmaras que captam um quadrante do céu e que estão online na net. Funcionam como relógio solar permitindo ver o sol, tal como ele é visto em doze lugares distintos do planeta.
Videocameras colocadas (1) Hawaii - EUA, (2) Ensenada - México, (3) Nova Orleães - EUA, (4) Bermuda - Grã Bretanha, (5) Açores- Portugal, (6) Granada - Espanha, (7) Cairo - Egipto, (8) Dubai - Emirados Árabes Unidos, (9) Calcutá - Índia, (10) Hong Kong - China, (11) Tóquio - Japão e (12) Ilhas Marshall.
Associada à instalação das doze câmaras que observam o Sol, decorre, desde 2001, o projecto de arquitectura que visa construir um pavilhão que aberga o pêndulo solar onde é projectada a imagem do sol de cada um dos locais anteriormente referidos.

Trata-se de um projecto artístico do austríaco Hofstetter Kurt, que se foca no paralelismo, circulação, céu, luz e tempo. É um projecto apoiado pelo Austrian Federal Chancellory/ Department for the Arts (KUNST), Austrian Ministry for Education, Science and Culture, :3C! Creative Computing Concepts, Austrian Trade Delegation Portugal/Austrian Embassy Lisbon, Hotel Imperial Vienna e Boblbee.

A Videocâmara dos Açores está instalada no Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, Campus de Angra do Heroísmo.

Imagem do Sol na Terceira às 10:00 horas do dia 7 de Agosto de 2007.

Para informações adicionais consulte: http://www.sunpendulum.at/inplusion/timeeyeazores/azoresimages.html

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