Estudo do Clima oceânico
O estudo da ondulação e de outros fenómenos costeiros é crucial para proteger os portos açorianos e planificar a sua construção e reabilitação. A opinião é do secretário regional da economia, Duarte Ponte, que participou, ontem, na abertura da apresentação do “Projecto Climarcost” – Clima Marítimo e Costeiro de Monitorização de Dados Meteo-Oceanográficos, no âmbito do INTERREG III B, que decorreu no pólo universitário do Pico da Urze. Duarte Ponte garantiu que desde 1996, “o Governo dos Açores já investiu quase 100 milhões de euros” só em reparações de portos.
A maioria dos danos graves nas infra-estruturas portuárias que foram reparadas devia-se a “falhas de conhecimento no domínio das condições do mar, na altura da construção”, revelou.Por isso, considerou Ponte, projectos como o CLIMARCOST são particularmente importantes quando decorrem as obras, ou estão em planeamento, “importantes infra-estruturas marítimas, num valor superior a 130 milhões de euros”.Uma opinião partilhada pelo líder açoriano do projecto, Eduardo Brito de Azevedo, que salientou, ainda, a posição estratégica que os Açores podem ter na monitorização do clima do Atlântico Norte.Uma das principais conquistas do CLIMARCOST foi alargar às três regiões da Macaronésia (Açores, Madeira e Canárias) uma rede de estações ondógrafo, que recolhe informação de natureza mete-oceanográfica.
A maioria dos danos graves nas infra-estruturas portuárias que foram reparadas devia-se a “falhas de conhecimento no domínio das condições do mar, na altura da construção”, revelou.Por isso, considerou Ponte, projectos como o CLIMARCOST são particularmente importantes quando decorrem as obras, ou estão em planeamento, “importantes infra-estruturas marítimas, num valor superior a 130 milhões de euros”.Uma opinião partilhada pelo líder açoriano do projecto, Eduardo Brito de Azevedo, que salientou, ainda, a posição estratégica que os Açores podem ter na monitorização do clima do Atlântico Norte.Uma das principais conquistas do CLIMARCOST foi alargar às três regiões da Macaronésia (Açores, Madeira e Canárias) uma rede de estações ondógrafo, que recolhe informação de natureza mete-oceanográfica.(In Diário Insular)
Etiquetas: CLIMARCOST, Duarte Ponte, Eduardo Brito de Azevedo
Leite e cereais sobem de valor. Podemos ser moralistas e dizer que não devemos produzir cereais para os biocombustíveis, mas, no mundo em que vivemos, a produção depende apenas das receitas que se obtiverem”, adianta. Duarte Ponte falava, ontem, no pólo universitário da Universidade dos Açores ao Pico da Urze, em Angra do Heroísmo, na abertura da sessão de apresentação do CLIMARCOST, um projecto na área do clima marítimo e costeiro, financiado pelo Interreg e desenvolvido pela Universidade dos Açores. Ponte chama a atenção do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores em Angra do Heroísmo para as oportunidades que a entrada dos Açores na produção de cereais para o mercado dos biocombustíveis pode trazer para a instituição. “Este departamento tem muito a percorrer neste caminho”, considera.