Pobreza e Recursos Hídricos
Realizou-se no dia 25 de Novembro, pelas 21:00 H, no Edifício de aulas do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, Pico da Urze, uma conferência proferida pela Professora Doutora Emiliana Silva, com o título "Pobreza e Recursos Hídricos".
Defendeu-se que a pobreza deverá ser entendida numa perspectiva multidimensional. Ou seja, além de se considerar todos os aspectos económicos, falta de recursos materiais e naturais, deverá ser considerada a inaptidão para usar estes mesmos recursos e que são consequentes de uma falta de recursos sociais e culturais.
A pobreza tem sido associada a países densamente povoados, com altas taxas de crescimento da população, fertilidade e mortalidade infantil, fome, uma baixa esperança de vida, ao não acesso total de água potável, a um crescimento económico variável, à falta de acesso a cuidados de saúde, entre muitos outros indicadores sócio-económicos.
Não existe uma relação directa entre riqueza e disponibilidade em recursos hídricos, pois nem sempre a existência destes permite a diminuição da pobreza.
Defendeu-se que a pobreza deverá ser entendida numa perspectiva multidimensional. Ou seja, além de se considerar todos os aspectos económicos, falta de recursos materiais e naturais, deverá ser considerada a inaptidão para usar estes mesmos recursos e que são consequentes de uma falta de recursos sociais e culturais.
A pobreza tem sido associada a países densamente povoados, com altas taxas de crescimento da população, fertilidade e mortalidade infantil, fome, uma baixa esperança de vida, ao não acesso total de água potável, a um crescimento económico variável, à falta de acesso a cuidados de saúde, entre muitos outros indicadores sócio-económicos.
Não existe uma relação directa entre riqueza e disponibilidade em recursos hídricos, pois nem sempre a existência destes permite a diminuição da pobreza.
A maior parte da água existente no Planeta Terra é salina, apenas 2,5% da água é potável e a que pode ser usada para consumo humano é inferior a 1%. O que se sabe é que as disponibilidades dos recursos hídricos a nível mundial são insuficientes para satisfazer a procura de água, principalmente devido ao uso ineficiente, à má gestão e à repartição desigual da água.
Em Portugal (incluindo os Açores) a escassez de água não é tão grave quando comparada com certas regiões da África, Ásia ou América Latina.
Em Portugal (incluindo os Açores) a escassez de água não é tão grave quando comparada com certas regiões da África, Ásia ou América Latina.

Deve-se fomentar uma “Nova Cultura da Água”, apostando na formação (informação) dos mais jovens para ajustar os comportamentos a práticas mais conservadoras da água, no planeamento e uso adequado dos recursos hídricos e enquadrá-la numa perspectiva sustentável do seu uso, recorrendo à partilha entre os países pobres e ricos.

