PNF-CHI Mais um passo rumo ao futuro
No passado sábado, o Museu de Angra do Heroísmo recebeu o lançamento oficial do Site dedicado ao PNF-CHI e a inovadora linha de roupa, desenhada por Susana Machado, especialmente para praticar a modalidade. No final, e aproveitando o belo enquadramento que o remodelado museu oferece, todos os presentes puderam participar numa curta sessão de PNF-CHI.
Na aldeia global em que vivemos é cada vez mais difícil encontrar marcas intrínsecas das pequenas regiões. No caso dos Açores essa realidade também existe e os regionalismos são esmagados pelos produtos que entram na terra e aos poucos retiram “oxigénio” aos produtos locais.
O PNF-CHI vem ganhando, aos poucos, um peso próprio na região. Tendo nas suas origens várias influências, foi na simbiose com a paisagem da ilha Terceira que cresceu. Agora, conquistados os críticos da especialidade, chegou o momento do grande passo rumo solidificação do modalidade como produto e fundamentalmente como produto dos açores.
Sandro Paim, na condição de presidente da Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo, ressalvou a importância do PNF-CHI como forma de promover a região em palcos internacionais. Por outro não deixou de sublinhar que a modalidade “é mais uma forma de assegurar a permanência de turistas na ilha com qualidade”.
Outro dos oradores foi Álvaro Dias, representante da Universidade Autónoma de Lisboa, que na condição de orientador de dois MBA sobre o tecido empresarial local deixou uma análise aos condicionalismos do sucesso dos produtos locais, deixando um destaque ao bom exemplo dado pelos responsáveis do PNF-CHI e do Wellness Center do Caracol. “Fundamentalmente existem quatro factores de entrave, mais custos produção, menos mão-de-obra, mais custos de transporte e menos mercado local. Claro que são problemas de todas as regiões ultra-periféricas que só podem ser ultrapassadas com estratégias empresariais e marketing”, explica.
Passos pequenos mas constantes
Paulo Araújo, docente de Guias da Natureza na Universidade dos Açores e responsável pela modalidade, fez uma pequena retrospectiva do desenvolvimento do PNF-CHI, desde o seu processo criador até aos nossos dias. Depois de assumir lugar de destaque em variadas feiras, de ter ganho rasgados elogios dos críticos da especialidade, depois mesmo de ter sido objecto de estudo por universidades conceituadas a nível internacional e alvo de vários trabalhos jornalísticos, o PNF-CHI está agora pronto para uma nova etapa.
“Na próxima semana vamos a apresentar na FNAC de Cascais a modalidade, o novo e remodelado site, e uma linha e roupa desenvolvida para a prática do PNF-CHI, desenhada pela Susana Machado. Não seria lógico não fazer a mesma apresentação aqui na ilha, junto dos amigos e quem abraçou esta ideia desde o início”, sublinhou.
O futuro
Os objectivos estão traçados e são arrojados. Paulo Araújo assume que “gostaria de ver associado aos Açores as vaquinhas, os queijos, os ananases e, um dia, o PNF-CHI”.
É verdadeiramente um desafio, tentar em poucos anos de existência equiparar-se a produtos com anos de investimentos. No entanto o caminho é promissor: “aos poucos estamos conquistar aos poucos os meios de comunicação social nacional e em cada um deles os Açores está sempre associado á modalidade”, refere o responsável.
Desenvolver os conceitos de “Ilhas de bem-estar”, “Ilhas da Fortuna entre outros, tem sido uma estratégia que tem dado frutos junto das pessoas que desconhecem os Açores.
(In Fernando Pereira - A União)
Na aldeia global em que vivemos é cada vez mais difícil encontrar marcas intrínsecas das pequenas regiões. No caso dos Açores essa realidade também existe e os regionalismos são esmagados pelos produtos que entram na terra e aos poucos retiram “oxigénio” aos produtos locais.
O PNF-CHI vem ganhando, aos poucos, um peso próprio na região. Tendo nas suas origens várias influências, foi na simbiose com a paisagem da ilha Terceira que cresceu. Agora, conquistados os críticos da especialidade, chegou o momento do grande passo rumo solidificação do modalidade como produto e fundamentalmente como produto dos açores.Sandro Paim, na condição de presidente da Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo, ressalvou a importância do PNF-CHI como forma de promover a região em palcos internacionais. Por outro não deixou de sublinhar que a modalidade “é mais uma forma de assegurar a permanência de turistas na ilha com qualidade”.
Outro dos oradores foi Álvaro Dias, representante da Universidade Autónoma de Lisboa, que na condição de orientador de dois MBA sobre o tecido empresarial local deixou uma análise aos condicionalismos do sucesso dos produtos locais, deixando um destaque ao bom exemplo dado pelos responsáveis do PNF-CHI e do Wellness Center do Caracol. “Fundamentalmente existem quatro factores de entrave, mais custos produção, menos mão-de-obra, mais custos de transporte e menos mercado local. Claro que são problemas de todas as regiões ultra-periféricas que só podem ser ultrapassadas com estratégias empresariais e marketing”, explica.
Passos pequenos mas constantes
Paulo Araújo, docente de Guias da Natureza na Universidade dos Açores e responsável pela modalidade, fez uma pequena retrospectiva do desenvolvimento do PNF-CHI, desde o seu processo criador até aos nossos dias. Depois de assumir lugar de destaque em variadas feiras, de ter ganho rasgados elogios dos críticos da especialidade, depois mesmo de ter sido objecto de estudo por universidades conceituadas a nível internacional e alvo de vários trabalhos jornalísticos, o PNF-CHI está agora pronto para uma nova etapa.
“Na próxima semana vamos a apresentar na FNAC de Cascais a modalidade, o novo e remodelado site, e uma linha e roupa desenvolvida para a prática do PNF-CHI, desenhada pela Susana Machado. Não seria lógico não fazer a mesma apresentação aqui na ilha, junto dos amigos e quem abraçou esta ideia desde o início”, sublinhou.
O futuro
Os objectivos estão traçados e são arrojados. Paulo Araújo assume que “gostaria de ver associado aos Açores as vaquinhas, os queijos, os ananases e, um dia, o PNF-CHI”.
É verdadeiramente um desafio, tentar em poucos anos de existência equiparar-se a produtos com anos de investimentos. No entanto o caminho é promissor: “aos poucos estamos conquistar aos poucos os meios de comunicação social nacional e em cada um deles os Açores está sempre associado á modalidade”, refere o responsável.
Desenvolver os conceitos de “Ilhas de bem-estar”, “Ilhas da Fortuna entre outros, tem sido uma estratégia que tem dado frutos junto das pessoas que desconhecem os Açores.
(In Fernando Pereira - A União)
Etiquetas: Guias da Natureza, Paulo Araújo, PNF-CHI, turismo
