terça-feira, junho 24, 2008

Presença no DCA do Doutor Virgílio Almeida

O Professor Doutor Virgílio Almeida, docente da Epidemiologia da Faculdade de Medicina Veterinária de Lisboa, desloca-se todos os anos à ilha Terceira com o objectivo de leccionar nos preparatórios de Medicina Veterinária, no Departamento de Ciências Agrárias do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores.
Estas deslocações de trabalho académico, intenso, nunca lhe tinham permitido uma visita à Paisagem não Protegida da Cultura da Vinha dos Biscoitos. Este ano reavivou finalmente o desejo... na companhia do Professor Doutor João Barcelos, docente da Universidade dos Açores.
Nesta zona vitivinícola visitaram o Museu do Vinho dos Biscoitos da Casa Agrícola Brum Lda., onde dialogaram com a casta branca Verdelho, responsável pelos vinhos "Donatário"e "Da Resistência".
(In Bagos D'Uva)

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quarta-feira, maio 14, 2008

Poluição das Lajes não foi confirmada por um triz

A contaminação dos aquíferos na Praia da Vitória devido a derrames em infra-estruturas americanas pode ter estado à beira de ser descoberta há uma década pelos membros de uma comissão técnica açoriana que foi criada para acompanhar o desmantelamento de infra-estruturas americanas na ilha. Uma década depois, um dos cientistas dessa comissão, João Barcelos, assume que a descoberta poderia ter ocorrido, não tivesse o organismo cessado funções sem razão aparente.“É bem possível que, se nós tivéssemos continuado em funções, descobríssemos algumas situações. Não as poderíamos ter resolvido na sua totalidade, porque estamos a falar de problemas com tamanha gravidade e que existem há muito tempo. Mas, podíamos saber das coisas há muito mais tempo”, assume o professor da Universidade dos Açores, especialista em resíduos, que ainda hoje não conhece as razões para a comissão ter sido desactivada. Esta comissão foi formada em 1997 por ordem do Governo Regional e respondia apenas a ele. Um dos casos que seguiu foi a remoção do tanque de combustível no Cabrito.“No desmantelamento do tanque do Cabrito, encontrei alguma resistência quando defendi que era imprescindível que se removesse a base de betão dessa infra-estrutura. Julgo que tenha sido essa insistência que tenha levado as autoridades a não quererem que se criassem obstáculos e diferendos e, eventualmente, a desactivarem essa comissão”, adianta João Barcelos.

(In Diário Insular)

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domingo, maio 11, 2008

Governo Regional extinguiu comissão de investigação há dez anos

Em 1997 o Governo Regional criou uma comissão técnica para acompanhar o desmantelamento de infra-estruturas militares. No entanto, essa comissão foi desactivada praticamente na fase inicial, apesar de já terem sido detectadas situações irregulares.
A notícia da Antena 1 ainda não foi comentada pelo Governo Regional, que é o órgão responsável pela extinção da comissão.
João Barcelos, do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores era um dos cientistas dessa comissão e assumiu que provavelmente as situações de contaminação teriam estado à beira de serem descoberta há uma década atrás.
"Apenas não aconteceu porque a comissão cessou funções, sem uma razão aparente e sem sequer me avisarem".
"É bem possível que, se nós tivéssemos continuado em funções, descobríssemos algumas situações preocupantes. Não as poderíamos ter resolvido na sua totalidade, porque estamos a falar de problemas com tamanha gravidade e que existem há muito tempo. Mas, podíamos saber das coisas há muito mais tempo", assume o professor da Universidade dos Açores, especialista em resíduos, que ainda hoje não conhece as razões para a comissão ter sido desactivada.
A comissão foi formada em 1997 por ordem do Governo Regional e respondia apenas a ele. Um dos casos que seguiu foi a remoção do tanque de combustível no Cabrito.
"No desmantelamento do tanque do Cabrito, encontrei alguma resistência quando defendi que era imprescindível que se removesse a base de betão dessa infra-estrutura. Julgo que talvez tenha sido essa insistência que tenha levado as autoridades a não quererem que se criassem obstáculos e diferendos e, eventualmente, a desactivarem essa comissão", adianta João Barcelos. Aquela infraestrutura é hoje um dos locais assumidamente contaminados.
(In Diário dos Açores)

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